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quinta-feira, 13 de julho de 2017

"Justiça" marxista

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Juízes ordenados a dar tratamento preferencial às mulheres

Foi dito aos juízes [Britânicos] que tratassem as criminosas de uma forma mais branda que os homens no momento em que eles vierem a estabelecer uma sentença. As novas directrizes declaram que as mulheres sofre "desvantagens" e que os tribunais "têm que levar estes assunto em conta".

As novas regras declaram que as criminosas normalmente têm uma má saúde mental ou têm pouca educação formal, não cometeram violência e têm crianças para cuidar. Segundo a "Equal Treatment Bench Book",

As experiências femininas como vitimas, testemunhas, e infractoras são, em muitos aspectos, diferentes das experiências masculinas. Estas diferenças ressalvam a importância dos sentenciadores terem estas coisas bem cientes quando estabelecem uma sentença.

A controversa sugestão veio do Conselho de Estudos Judiciários ("Judicial Studies Board"), que é responsável por treinar a judiciária. No passado, o conselho causou comoção ao sugerir que os Rastafaris têm crenças religiosas que os permite usar  canabis. Para além disso, o conselho tentou também banir dos tribunais palavras tais como "imigrante", "requerente de asilo", e até "Indiano Ocidental" alegando que são palavras ofensivas.

As últimas directrizes causaram também irritação, mas desta vez junto dos activistas que militam em prol das vítimas masculinas da violência doméstica. O "Bench Book" diz aos juízes que o problema "centra-se essencialmente na violência dos homens contra as mulheres", acrescentando ainda que "a realidade dos factos é que alguns dos incidentes físicos mais violentos são cometidos por homens contra as mulheres". O documento sugere ainda que os actos agressivos das mulheres contra os homens são "raros", afirmando também que "os homens e os parceiros em relações homossexuais podem também ser vítimas de violência".

No entanto, os activistas pelas vítimas masculinas da violência doméstica alegaram que os homens estão a ser tratados como cidadãos de segunda classe nestas novas directrizes. Eles ressalvam também uma análise aos números oficiais feitos pelo grupo "Parity", que concluiu na semana passada que 4 em cada 10 vítimas de violência doméstica são homens. Mark Brooks, do grupo ManKind, afirmou:

Para um documento que se centra na igualdade sexual, ele claramente deixa a impressão de que as vítimas masculinas são vistas como cidadãos de segunda classe quando, obviamente, todos deveriam ser vistos da mesma forma. É inaceitável que os homens, muitas vezes sofrendo em silêncio em casa, sejam exibidos como vítimas de segunda por parte daqueles que controlam o sistema legal. Admitir com má vontade que os homens podem também ser vítimas é varrer o problema para baixo do tapete, quando os próprios números do governo mostram que anualmente centenas de milhares de homens sofrem.

O estudo feito pelo grupo "Parity" baseia-se nas estatísticas do "Home Office" e da "British Crime Survey", as medidas criminais mais fiáveis por parte de Whitehall. O grupo disse que a proporção média de vítimas de violência doméstica do sexo masculino tem sido de 40%.

As directrizes actualizadas em torno da forma como as criminosas devem ser sentenciadas foi distribuída em Abril último na secção da "igualdade de género" [sic], e elas dizem:

As mulheres permanecem em desvantagem em muitas áreas públicas e privadas das suas vidas: elas estão sub-representadas na judiciária, no Parlamento, e em cargos de chefia um pouco por todos os empregos; e ainda existem diferenças salariais substanciais entre os homens e as mulheres.

Em relação às mulheres acusadas de crimes, o documento-directriz cita a Juíza Baronesa Hale, a única mulher entre os 11 do Tribunal Supremo, que se descreve como "ligeiramente feminista":

Actualmente é amplamente reconhecido que uma concepção de igualdade mal orientada resultou num tratamento desigual para as mulheres e para as raparigas.

As regras foram preparadas por uma equipa liderada pela juiza Dama Laura Cox, que escreveu:

Dificilmente pode ser considerado revolucionário o facto dos juízes terem que saber dos assuntos fulcrais para as vidas daqueles que se fazem presentes nos tribunais, e buscar formas de gerar juízes com esse conhecimento.

Fonte:  http://bit.ly/bwGZJD

* * * * * * *

Duas feministas colocadas em lugares-chave exercem o seu poder para perverter o normal curso da justiça (que deveria ser cega) de modo a que pessoas com uma configuração genética específica (XX) sejam tratadas de uma forma mais privilegiada do que pessoas com outra configuração genética (XY). Imagine-se a comoção que seria se um tribunal Europeu usasse outra configuração genética imutável (a quantidade de melanina na pele) para favorecer um grupo de pessoas acima de outras.

Mas então, porque é que um país Europeu, ou qualquer país, considera justo tratar melhor pessoas com um alinhamento cromossómico em detrimento das outras? O que há de tão especial no cromossoma XX que faz com que os crimes levados a cabo por pessoas com essa genetica vejam os seus crimes punidos com penas mais leves?

Este texto revela-nos um pouco mais da mentalidade por trás do "Equal Treatment Bench Book".





domingo, 20 de abril de 2014

A triste história de Chris Mackney

Carta dum pai.
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O amor que eu e a minha filha partilhávamos era realmente especial. Ela é uma menina tão doce e amável. Sinto pena que não estarei junto dela para lhe ver a crescer até ser uma mulher bonita. O facto de não poder ter estado junto dela nos últimos 3 meses esmagou-me por completo. Trabalhei duramente como pai para aumentar a sua confiança e a sua auto-estima. Ela é inteligente, engraçada, atenciosa mas ela não sabia disso ainda. Oro para que ela se aperceba dos seus pontos fortes e que a sua confiança nela mesma continue a crescer. Amo-te muito, Lily.

O meu filho Jack estava a iniciar o seu período no jardim infantil quando perdi acesso a ele. Ele é extrovertido e um grande atleta. Para além disso, ele é inteligente e destemido. Ele tanto se pode divertir sozinho como na companhia de outras crianças. Até os rapazes mais velhos querem brincar com o Jack. Parte-me o coração saber que não o poderei ajudar a tornar-se num homem. Amo-te muito também, Jack. Sinto muito a falta de ambos.

Como consequência deste processo, a minha identidade foi-me retirada. Quando tudo começou, eu era um corretor de imóveis comerciais com a "CB Richard Ellis", e vivia segundo a Regra de Ouro, ganhando a vida reconciliando partes distintas e encontrando pontos comuns. A minha reputação como corrector foi construída com a minha honestidade e com a minha integridade. Quando tudo acabou, eu estava falido, sem casa, sem emprego e não recebia a visita dos meus próprios filhos.

Eu não tinha confiança e estava paralisado de medo, receoso de ir parar à cadeia se assim a minha ex-esposa quisesse. Nada do que eu dissesse poderia por término a isto. Isto é o que ser marcado para a morte por parte dum psicopata significa. Este é o resultado. Eu não mudei e passei a ser uma pessoa de "elevado conflito", e nem perdi a minha capacidade de ficar longe das forças policiais.

Antes disto tudo, eu nunca tinha sido preso, estado deprimido ou tido tendências suicidas. A tensão e a pressão que foram exercidas sobre mim foi deliberada e nada do que eu fizesse ou dissesse me poderiam aliviar. Nada do que eu ou os meus advogados dissessem ao advogado da minha ex-esposa ou ao Tribunal faziam algum tipo de diferença. Nem a verdade, os factos, as evidências ou até o melhor interesse das crianças alteravam o resultado final.

O tribunal familiar está avariado, mas, de acordo com a minha experiência o problema não são as leis mas os advogados. Eles alimentam-se do conflito, e eles não são contratados para reduzir o conflito ou proteger o melhor interesse das crianças; é por isso que uma terceira parte tem que estar envolvida. Deveria ser obrigatório as crianças terem um guardião ad litem com experiência extensa em abuso e agressividade.

É absolutamente vergonhoso que o "Fairfax County Court" nada tenha feito para intervir ou entender o conflito em andamento. O Juíz Randy Bellows usou também as crianças como castigo, impedindo o acesso a elas apenas por não ter sido capaz de enviar um recibo.

Todo o conflito centrava-se na negação do acesso às crianças, e era-me inconcebível que ele fosse usar as crianças desta forma. Era exactamente isto que a minha ex-esposa estava a fazer e agora o Juiz Bellows estava a fazer.

A toda a minha família, amigos e pessoas que me deram o seu apoio durante todo este processo, perdoem-me. Eu sei que as minhas reacções e o meu  comportamento durante este processo nem sempre fizeram algum tipo de sentido. Nada disto faz algum sentido para mim também. Eu não recebi qualquer tipo de ajuda, e a única sugestão que os meus advogados me deram foi a de permanecer calado. Inicialmente, fiz o que me foi dito, permanecendo silencioso e ouvindo o que os meus advogados me diziam. Depois de eu ter dado toda a custódia à minha ex-esposa como forma de tentar apaziguá-la, aprendi mais sobre a Psicopatia e enviei um email ao Dr. Samenow falando-lhe dos meus receios e pedindo a sua ajuda. Obviamente que fui ignorado.

À medida que o conflito continuava, fui forçado a defender-me. Quando isso não funcionou, pensei que poderia obter algum tipo de ajuda falando publicamente sobre o assunto. Não existe uma forma certa ou errada de alguém se defender de abuso. Inocentemente, pensei que abuso era abuso e haveria de ser reconhecido como tal, e medidas seriam tomadas. Pensei que falando abertamente colocaria um fim no abuso ou pelo menos faria com que eles recuassem um bocado. Não fez. Quando ninguém fez nada, eles sentiram-se mais encorajados.

Acabei com a minha vida porque havia chegado à conclusão de que não havia nada que eu pudesse dizer ou fazer para acabar com o abuso. Sempre que eu deixava de estar sobre os meus joelhos, era atingido e forçado a ficar outra vez de joelhos. Eles nunca me deixariam ser o pai que eu queria ser para as minhas crianças. As pessoas podem pensar que sou um cobarde por desistir das minhas crianças, mas eu não vi como é que eu haveria de me recuperar disto. Não tenho dinheiro para um advogado, para um terapeuta, ou para medicação. Perdi quatro empregos devido a este processo. Eu estaria sujeito à sua compaixão para o resto da minha vida e eles não haviam mostrado nenhuma.

Ter sido alienado, legalmente e emocionalmente abusado, isolado e arruinado financeiramente é receita para o suicídio. Gostaria de ser mais forte para manter as coisas, mas a dor emocional e o medo de ir para o tribunal e para a prisão (devido à exorbitante pensão para as crianças) tornaram-se sobrepujantes. Fiquei paralisado com medo. Não conseguia fugir e nem lutar. Nunca teria permissão para me curar ou para me recuperar. Gostaria de ser melhor na articulação do trauma emocional e psicológico pelo qual eu passei.

Eu poderia preencher um livro com as mentiras e as decisões legais misteriosas do tribunal. Nunca na minha vida eu experimentei dor como esta. Pedi ajuda mas as pessoas de bem não fizeram nada e o mal prevaleceu. Tudo o que eu queria era um guarda ad litem para as minhas crianças. Qualquer outra parte envolvida no processo seria capaz de confirmar ou refutar todas as minhas alegações, e é precisamente por isso que nenhum guardião ad litem foi alguma vez nomeado para proteger as crianças ou reduzir o conflito.

O abuso centra-se no poder e no controle. Façam frente ao abuso e falem. Se por alguém vos disser que está a ser vítima de abuso, acreditem.

Por favor, ensinem às minhas crianças sobre a empatia e sobre a invalidação emocional, bem como sobre o gas-lighting*, como forma de evitar que elas acabem como eu.

Que Deus tenha misericórdia da minha alma.

Chris Mackney

* * * * * * * *
Quanto mais cedo os homens se aperceberem que o tribunal familiar é uma arma com a qual o governo destrói o que resta da instituição familiar, mais depressa eles se mentalizam de que não devem depositar qualquer tipo de fé nessa instituição.

O governo é o principal inimigo da família natural.

Para se ter uma ideia da relação satânica entre o feminismo e o governo, veja-se este texto.


* "Gas lighting" é uma forma de abuso mental onde a pessoa é levada a duvidar das suas próprias experiências pessoas, da sua própria memória e da sua sanidade..



segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Pedófilo libertado porque vítima estava "apaixonada"


A justiça italiana anulou a condenação de um homem por pedofilia, considerando que o tribunal de recurso havia subestimado a "relação amorosa" entre o acusado, de 60 anos, e a sua vítima, uma criança de 11 anos.

Pietro Lamberti, funcionário dos serviços sociais da vila de Catanzaro (Calábria, sul de Itália), foi condenado em fevereiro de 2011 a cinco anos de prisão por atos sexuais com uma menor de 14 anos, uma pena confirmada no mesmo ano após um recurso.

Numa decisão proferida a 15 de outubro, mas revelado por um órgão de comunicação social italiano mais de dois meses depois, o Supremo Tribunal anulou o julgamento e ordenou um novo julgamento em segunda instância.

Na opinião da justiça italiana, o tribunal de recurso não teve suficientemente em conta "o consenso" entre o homem e a menina, a "existência de uma relação amorosa, a ausência de coerção física e o facto de a menina estar apaixonada".

Segundo o jornal Il Quotidiano dela Calabria, que revelou o caso, a criança vem de uma família pobre, que tinha confiado a menina a Lamberti. Após uma série de escutas telefónicas, o homem foi apanhado em flagrante com a criança na cama.

Apesar de ter passado despercebida no momento da decisão, a sentença gerou reações de indignação nas redes sociais, com muitos a considerarem-na como uma "validação da pedofilia" pela justiça italiana. 

Fonte

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Todos os demónios que estiveram amarrados pela ideologia Cristã durante mais de 1500 anos voltam agora, furiosos, e nada os impede de voltar a implantar comportamentos há muito contidos.

Uma coisa que os secularistas não entendem (ou não querem entender) é que a civilização pós-Cristã não gerará uma utopia secularista, baseada na "ciência" e na "racionalidade" mas sim um rápido decréscimo moral para níveis que, mesmo aos olhos dos multiculturalistas actuais, serão bárbaros.

Nenhuma civilização sobrevive à perda da sua religião e à normalização dos excessos sexuais.



terça-feira, 23 de abril de 2013

A misandria do Kentish Town Sports Centre

O repórter e proponente dos direitos humanos dos homens Peter Lloyd deu entrada a um processo legal contra o ginásio do qual é sócio, Kentish Town Sports Centre, por discriminar os homens com a sua política "só-para-mulheres". No seu último artigo para o Mail Online, ele reporta como o centro desportivo está a forçar os homens e os rapazes para fora das suas instalações em alturas chave do dia devido ao facto deles serem do sexo masculino.

Quando me tornei membro do ginásio local, foi para exercitar o meu corpo - não os meus direitos humanos. Mas é exactamente isso que estou a fazer com o "Kentish Town Sports Centre", no norte de Londres. O ginásio . . . atrai centenas de pessoas de todos os quadrantes da sociedade: religiosos, ateus, machos, fêmeas, jovens e idosos. Não existe um tipo demográfico dominante. Todos são bem vindos e todos tem entrada.

Mas nem todos são iguais visto que, na era do politicamente correcto, eles proibem todos os homens e todos os rapazes durante 442 horas todos os anos apenas e só porque são do sexo masculino.

Há algumas semanas atrás eu fiz uma queixa formal ao gerente máximo, requisitando que ele alterasse a política para uma das três:
1) Mantivesse uma hora só para mulheres, mas por motivos de justiça, introduzisse outra hora só para os homens;
2) Mantivesse a tal hora só para mulheres mas cobrasse anualmente menos aos homens;
3) Removesse as sessões dedicadas só a um dos sexos;

Dificilmente isto pode ser considerado controverso. Afinal, se as sessões só-para-mulheres são assim tão fantásticas, eles deveriam colocar o seu dinheiro onde a sua boca se encontra, e financiar essas tais horas só para mulheres. Sem surpresa alguma, eles declinaram.

O Kentish Town Sports Centre, que é gerido em associação com o "Camden Council", defende a sua política com a bizarra explicação de que "muitas mulheres odeiam os seus corpos," e como tal, não querem a presença de homens quando se exercitam. Peter levanta também o importante ponto dos instrutores físicos  masculinos estarem a ficar gradualmente mais frustrados com esta política devido ao facto de não poderem trabalhar durante os períodos "só-para-mulheres" e, consequentemente, estarem a ser prejudicados financeiramente.

Por fim, Peter mostra qual é o ponto importante desta questão:

Forçar os homens - quer seja um pensionista de 70 anos ou um adolescente de 13 anos que se encontra presente com a mãe - a sair das instalações devido ao seu sexo masculino, e não devido ao seu comportamento, é degradante. Isto faz lembrar o tempo em que os Afrio-americanos eram separados dos Euro-americanos durante a América dos anos 40.

E isto muito porque a máxima subentendida é a mesma. Neste caso, todos os homens são inerentemente maus. Esta é a mensagem tóxica que é enviada, especialmente quando muitos dos afectados são rapazes que se encontram numa fase crucial da sua puberdade e auto-desenvolvimento. Este tipo de mensagem é perniciosa. Elas criminalizam os homens por serem homens ao mesmo tempo que dizem às mulheres que elas tem menos responsabilidade no que toca a contribuir para a funcionalidade das relações entre os sexos.

Não é só o Kentish Town Sports Centre que promove estas políticas divisivas baseadas no sexo das pessoas. Esta práctica encontra-se bem propagada e mensagem é clara: "Oiçam homens! Não importa quem vocês são, ou a forma como vocês se comportam. Vocês são perigosos por defeito."

Eles - as pessoas que levam a cabo estas medidas anti-homem - não estão a falar de "outros homens"; eles estão a falar do teu filho, do teu irmão e do teu pai- Eles estão a falar de ti!

* * * * * * *

É bem provável que tu faças parte dum ginásio que age desta forma, ajoelhando-se perante o ídolo do Sagrado Imperativo Feminino. Se é o teu caso, então tens aqui um bom exemplo do caminho a seguir. Discriminação é discriminação, quer seja contra as mulheres, contra os negros, contra os brancos ou só contra o sexo masculino.

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quarta-feira, 6 de março de 2013

"Ser acusado de algo como isto é sem dúvida a pior coisa que qualquer homem pode enfrentar"

Fonte

Um homem de 25 anos, falsamente acusado de violação, afirma que passou os últimos 18 meses num "verdadeiro inferno". Gerard Doherty quer agora que a lei seja alterada de modo a proteger a identidade dos homens acusados de ofensas sexuais. Ele acrescenta ainda que, embora sinta pena da acusadora, as mulheres que fazem falsas acusações de violação deveriam ser identificadas e sujeitas a processos legais.

Gerard Doherty afirma que nunca havia estado numa delegacia policial, ou dentro dum tribunal, até uma mulher com quem ele havia estado num quarto de hotel declarou que ele a havia violado.

Gerard, que é pai de uma criança, sempre negou as acusações e esta semana o júri de Londonderry concordou que ele não havia cometido qualquer crime. Gerard acrescentou:

Ser acusado de algo como isto é sem dúvida a pior coisa que qualquer homem pode enfrentar uma vez que a lama agarra-se a nós . . . . . . Isto é algo com a qual eu tenho que lidar. 

Voltei para o quarto com a mulher, mas pensei que estariam por lá outras pessoas. Quando chegamos ao quarto, ela avançou para mim; quando eu a empurrei para trás, ela agrediu-me e disse que iria chamar a polícia. Fui-me embora mas fiquei à espera que a polícia chegasse visto que, da forma como eu via as coisas, eu tinha sido vítima de agressão. Quando a polícia chegou, eu é que fui algemado e colocado na parte de trás do carro policial.

Eu nunca tinha estado numa delegacia policial em toda a minha vida mas foi ali que me encontrei, ordenado que ficasse nu enquanto eles levavam as minhas roupas. Foi o evento mais humilhante e degradante que alguma vez experimentei na minha vida. Dizer que eu estava aterrorizado é insuficiente para descrever o que eu sentia.

 Os meses que se seguiram afectaram as coisas de modo profundo, e não só com Gerard mas também com toda a sua família. Ele continua:
Esta situação, que tem sido um verdadeiro pesadelo para mim, afectou a minha parceira, os meus pais, os meus irmãos e as minhas irmãs, e eu tenho muita pena que isso tenha chegado a esse ponto. Uma das primeiras coisas que aconteceu foi eu perder o meu emprego mal fu iacusado, e isso tem sido uma coisa muito difícil de lidar.

Era suposto nós sermos inocentes até ficar provada a nossa culpa, mas a realidade dos factos é que és tratado como culpado até que a tua inocência seja provada.

* * * * * * *

Mais um homem vítima do sistema judicial misândrico, e mais uma vida marcada para sempre "graças" aos impulsos incontroláveis duma mulher mal intencionada.

Mas não se esqueçam: apesar das evidências em contrário, é a mulher que é "oprimida".




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Tribunal Europeu proíbe críticas à União Europeia

O Tribunal Europeu da Justiça determinou que a União Europeia (UE) pode suprimir legalmente as críticas políticas levantadas contra as suas instituições e contra as suas figuras de topo, colocando de lado a "English Common Law" e 50 anos de precendentes Europeus em torno das liberdades civis

O mais importante tribunal da UE determinou que a Comissão Europeia tinha o "direito" de despedir Bernard Connolly (economista britânico demitido em 1995 por ter escrito uma crítica à integração monetária Europeia com o nome de "The Rotten Heart of Europe" ["O Apodrecido Coração da Europa"].)

A decisão legal declarou que não só a comissão [Europeia] pode restringir as vozes dissidentes (como forma de "proteger os direitos dos outros"), como pode também punir os indivíduos que "prejudiquem a imagem e a reputação da instituição".

Este caso tem implicações mais abrangentes em torno da liberdade de expressão que se podem alargar para cidadãos da UE que não trabalham para a burocracia de Bruxelas.

O tribunal qualificou o livro de Connolly de "agressivo, pejorativo e insultuoso", focando-se especialmente na sugestão do autor de que a União Monetária e Económica é uma ameaça à democracia, à liberdade e "em última análise, à paz".

No entanto, o tribunal colocou de lado um argumento levantado há 3 meses pelo advogado-geral, Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, que implicitamente afirmou que as críticas levantadas por Bernard Connolly contra a UE eram semelhantes a uma blasfémia extrema e, como tal, não era discurso protegido.

O sr Connolly, que se viu na obrigação de arcar com os custos legais da Comissão Europeia, disse que o processo não foi o que se poderia qualificar de uma audiência justa. Ele diz:


Voltamos aos tempos dos "Star Chamber" e dos "Acts of Attainder": os direitos dos réus não são nem respeitados nem garantidos de forma alguma; a ofensa de difamação sediosa foi ressuscitada.

Em Novembro último Damaso Colomer escreveu no seu artigo de opinião que um caso judicial Britânico de relevo (em torno da liberdade de expressão) "não tinha fundamento nem relevância" dentro da lei Europeia, sugerindo que o Tribunal Europeu se encontrava pouco disposto a dar demasiada consideração à tradição legal Britânica.

Bernard Connolly planeia agora levar o seu caso para outro tribunal Europeu, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos localizado em Estrasburgo.

Fonte



domingo, 28 de outubro de 2012

Não existe igualdade nas penas de prisão



Se és um criminoso condenado, a melhor coisa que podes ter a teu favor é o teu sexo. Um estudo recente levado a cabo pela professora assistente da Universidade de Michigan, Sonja Starr, apurou que, nos tribunais federais, os homens são alvo de penas de prisão mais longas, mesmo que eles tenham levado a cabo crimes iguais aos cometidos pelas mulheres.

O estudo reportou que, em média, os homens recebem penas de prisão 63% mais elevadas que as penas de prisão conferidas às mulheres.

Sonja Starr descobriu também que as mulheres que são presas por um crime, são significativamente mais susceptíveis de evitar acusação formal e condenação, e duas vezes mais susceptíveis de evitar encarceramento, se condenadas.

Outra pesquisa descobriu evidências do mesmo fosso entre os sexos, embora Starr afirme que a disparidade possa ser ainda maior do que a previamente suspeitado uma vez que outros estudos não levaram em conta os acordos feitos antes dos julgamentos e outros passos jurídicos dados pelos sistemas de justiça criminal antes das condenações.

Um estudo de 2009 sugere que esta diferença existe porque "os juízes tratam as mulheres de uma forma mais permissiva por motivos prácticos, tais como as acrescidas responsabilidades no cuidado de crianças."

[...]

Fonte

* * * * * * *

Curioso que cuidar de crianças seja motivo suficiente para conferir às mulheres penas mais reduzidas, mas as mesmas crianças já não sejam razão suficiente para explicar a disparidade existente nos salários. Dito de outra forma: se alguém alega que um dos motivos que gera a diferença salarial entre homens e mulheres é o facto das mulheres serem as principais responsáveis pelas crianças e, devido a isso, escolherem ficar mais tempo junto dos seus próprios filhos, essa explicação não é suficiente.

Isto revela a tradicional duplicidade do esquerdismo: as mulheres são as principais responsáveis pelas crianças se a alternativa a isso é ir para a prisão, mas já não são as principais responsáveis pelas crianças se a alternativa é passar 9 horas fechada num escritório. As crianças parecem ser, assim, peões neste jogo de poder e nesta guerra cultural sem trincheiras.

Pondo de parte este tratamento preferencial dado à "mulher oprimida", seria importante saber se as mulheres sem filhos recebem penas de prisão análogas às recebidas pelos homens no geral. Não tendo neste momento qualquer forma de confirmar ou refutar esta hipótese, pode-se especular e afirmar que a disparidade provavelmente se mantém porque o que causa a que as mulheres recebam penas mais leves não é o facto de terem filhos mas o facto de serem mulheres.

Escusado será dizer isto, mas o movimento misândrico com o nome de "feminismo" não se envolve na luta pela "igualdade nas penas de prisão" porque o feminismo não têm em mente a igualdade entre os sexos, mas - entre outras coisas - tratamento preferencial para as mulheres. Pior ainda, este movimento que supostamente luta pela "igualdade" não tem problemas alguns em defender publicamente que as mulheres não deveriam ir para a prisão precisamente por serem mulheres.

Portanto, quando uma feminista fala em "igualdade entre homens e mulheres", ela não fala em igualdade de responsabilidades  entre os sexos, mas só na "igualdade" de privilégios. Para uma feminista, "igualdade" significa tratamento preferencial sempre que possível, e tratamento idêntico, se for proveitoso.

Outra coisa que convém notar é o que as feministas pensam das mulheres: quando as feministas se esforçam para separar a mulher das consequências dos seus actos (ao desenvolver esforços que visam prevenir que a mulher cumpra penas de prisão), não estão elas a dizer que as mulheres não devem ser responsabilizadas pelo que fazem? Se sim, então o que é que esse movimento realmente pensa das mulheres?
A mulher, segundo o feminismo




domingo, 29 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mulher e sociedade

As grandes mentiras
da nossa sociedade:

Discriminação sexual das mulheres
Violência conjugal contra as mulheres
Direito exclusivo das mulheres sobre a vida dos filhos
...

No dia 13 de Outubro de 2001, num programa noticioso de uma estação de televisão portuguesa sobre um marido que assassinou a sua esposa, a jornalista falava em "um assassinato que começou por uma discussão por um prato de arroz!" A nossa sociedade ocidental está tão embebida neste espírito feminista, ou feminazista, que das pessoas que comigo falaram, ninguém notou a tendenciosidade desta notícia, ficando todos muito indignados por um assassinato "por um prato de arroz".

É claro que um assassinato é sempre um crime condenável (e punível!), mas não importará ao julgar este marido, saber até que ponto teria chegado a provocação ou agressividade da mulher na discussão que, segundo a jornalista, "começou com um prato de arroz"? E se tivesse sido a mulher que assassinasse o marido devido a uma discussão iniciada por um prato de arroz? Certamente a maioria dos espectadores teria pensado que esta teria agido em legítima defesa ou devido à pressão de provocações.

Também num programa noticioso da televisão portuguesa, foi referido que um homem agrediu mortalmente à facada a sua ex-esposa de quem tinha um filho. Nunca os jornalistas se preocuparam em esclarecer que razões teriam levado o homem, tido pelos seus conhecidos por pessoa calma e de bem, a cometer tal acto tresloucado.

Da minha experiência de vida e estudos efectuados, este homem teria sido sujeito a fortes humilhações ou provocações, para cometer este crime. Não seria dever dos jornalistas esclarecer este facto? Não constituiria esta averiguação uma forma de responsabilizar o lado feminino, evitando deste modo no futuro, este tipo de crimes horrendos?

Em Lisboa, dois jovens enfermeiros casam após a conclusão dos respectivos cursos. O pai do jovem trabalhador de classe média, num arrojo de amor paternal pelo seu filho disponibilizou as poupanças do sacrifício da sua vida, e ofereceu ao seu filho um apartamento em Telheiras (zona cara da cidade de Lisboa).

Pouco depois do casal ter dois filhos, a esposa inicia uma relação adúltera e um dia, quando o marido saiu de casa para o serviço, trocou a fechadura da casa! Ao marido, sem família, sem os seus filhos e sem os seus haveres restou alojar-se num quarto de pensão. No divórcio o tribunal decretou, à revelia deste homem, que a senhora ficaria com a tutela dos filhos e, por consequência, com a casa para os criar.

A este homem, cujo pai tinha oferecido uma casa numa zona central e luxuosa de Lisboa, após a humilhação, espoliação e perda de contacto com os filhos, restou ir viver solitariamente para um bairro da periferia da cidade ficando com os encargos da casa, da mobília e pensão de alimentos que o tribunal decretou para os seus filhos!

Outro exemplo, este de um extracto mais baixo da sociedade. Um homem vivia nos arredores de Sacavém e trabalhava numa empresa metalúrgica em Alverca (ambas localidades da periferia de Lisboa). Vivia só numa casa modesta e acolhedora, que era de sua propriedade. Conhece uma senhora solteira e com um filho e inicia uma vida com ambos em união de facto.

Quando um dia, após uma confraternização de amigos, este homem chega a casa embriagado, a senhora aproveitando-se dos seu estado de embriaguez extraiu-lhe a chave de casa e lança-o na rua. Literalmente na rua!

Este homem, sem outra possibilidade, passou a abrigar-se sob um viaduto do auto-estrada do Norte. O tribunal decidiu que, tendo a senhora um filho menor, ficaria ela a desfrutar da casa. Ao homem restou o abrigo sob o viaduto, a consequente perda de condições físicas e de higiene para poder permanecer no seu emprego, o despedimento e a morte pelo frio no Inverno seguinte sob o mesmo viaduto.

Num jornal nacional de 14 de Julho de 2001 aparece numa notícia com título Pena Suspensa para Infanticida em Setúbal, em que a mulher "... soltou do útero o filho de nove meses, rompeu o cordão umbilical e, poucos minutos depois, asfixiou-o."

Pensaria-se, talvez, que esta mulher foi condenada a alguns anos de prisão, "... mas o tribunal decidiu pronunciá-la por infanticídio conforme a doutrina jurídica aplicada nestes casos, com uma moldura penal mais leve de um a cinco anos de prisão, porque o acto foi praticado sob o efeito perturbador do parto ..." e "por fim o tribunal decidiu suspender a pena".

Fica a pergunta, se tivesse sido o pai a cometer o infanticídio qual teria sido a condenação e as atenuantes possíveis? Perante esta amostra dos milhares de casos equivalentes que ocorrem na nossa sociedade, pergunta-se onde está a igualdade dos sexos?

As associações feministas (quantas viver às expensas do erário público), alegadamente para defender a igualdade entre homens e mulheres, proliferam em Portugal e fazem valer a sua propaganda junto de políticos, tribunais, instituições policiais e meios de comunicação social.

Isto numa sociedade:

  • onde 90% da violência global é exercida contra homens.
  • onde as mulheres dominam completamente as resoluções dos tribunais quando há conflitos com homens, obtendo dos tribunais resoluções favoráveis em caso de falsas acusações de violência ou de violação (que segundo mostram todos os estudos constituem a maioria).
  • que criou condições para que o divórcio passasse de uma solução pontual para resolver situações de incompatibilidade, a um banal negócio feminino com a humilhação e depauperamento de homens e destruição de vida familiar de crianças.
  • onde (indicam todos os estudos sociológicos), é mais a mulher (e não o homem como alguns grupos propagandeiam) que é autora e perpetradora de violência familiar e mesmo conjugal.
  • onde as mulheres ocupam uma percentagem reduzidíssima dos prisioneiros e onde há uma tendência crescente para descriminalizar os crimes predominantemente femininos, como o aborto e o infanticídio. É ignorada ou tolerada a violência feminina, ou desculpabilizada com argumentos hormonais ou psiquiátricos.
  • em que para os mesmos crimes, nos casos em que há punição, os homens têm punição duas a três vezes mais longa.
  • onde a violação sexual, correspondente a menos de 1% dos crimes da nossa sociedade, é o único crime de género mais cometido por homens, mas a provocação e o assédio sexual são atitudes predominantemente femininas. Mesmo assim na pedofilia as mulheres marcam posição de relevo, sendo responsáveis por cerca de 12% de todos os abusos sexuais com crianças.
  • onde todas as profissões que envolvam risco de vida ou de invalidez são deixadas para os homens, concretamente a prestação de serviço militar em teatro de guerra (não na secretaria ou na enfermaria), construção civil, actividade mineira, pesca, etc.
  • onde os homens trabalham em média mais 3,5 horas semanais que as mulheres (somando a profissão e o trabalho doméstico)
  • onde mais de 90% dos acidentes mortais vitimam homens.
  • onde só os homens são obrigados à prestação de serviço ao estado, concretamente o serviço militar obrigatório.
  • onde menos homens que mulheres frequentam a universidade.
  • mais homens que mulheres cometem suicídio.
  • os homens vivem menos tempo que as mulheres.
  • o sistema de protecção social gasta mais com as mulheres que com os homens.
  • muitos mais homens que mulheres vivem sem abrigo nas ruas das grandes cidades.

...........

As associações feministas têm tido o papel de protecção indiscriminada das mulheres quaisquer que sejam os seus actos, conferindo-lhes deste modo um atestado de inferioridade intelectual, e promovendo a violência, a guerra entre os sexos, a destruição familiar e o sofrimento de crianças.

Só em Portugal temos 20 000 divórcios por ano. 80% destes são pedidos pelas mulheres, a quem os tribunais atribuem a casa, o recheio, e uma pensão de alimentos. Uma pensão de alimentos a ser paga pelo abandonado e humilhado homem. Este é obrigado a esta carga financeira ao mesmo tempo que é espoliado de todos os seus bens e do contacto dos seus filhos. As crianças vêm assim partir o pai, o seu herói de quantos serões a fazer "cavalinho" no seu colo. 30% das nossas crianças crescem assim.

É preciso dar às mulheres igualdade de dignidade e responsabilidade no matrimónio e na sociedade.

Aborto.

O aborto é uma questão muito polémica, muito complexa, e que suscita fracturas muito sérias na sociedade. Mas esta complexidade é psicológica, não é uma complexidade real. Polémica como foi a escravatura. Na questão da escravatura muitos argumentos se alinharam de ambas as partes, aqui e ali os confrontos entre dois partidos causaram mortes e guerra, e nem por isso a questão era realmente complexa. A abolição da escravatura foi possível porque muitas pessoas sucumbiram a uma complexidade artificial que levantou uma cortina de fumo por trás da qual os esclavagistas manobravam eficazmente. No caso do aborto passa-se exactamente o mesmo.

A questão do aborto é uma questão essencialmente técnica e nesses termos terá de ser vista. O processo de diversão e confusionismo, já de tal forma ganhou terreno que aquilo que deveria ser conhecido de todos é afinal ignorado pela maior parte.

Por muito que feministas, magistrados, políticos e outros demagogos discutam convenientemente outros momentos para o inicio da vida do ser humano sem nunca chegarem a uma conclusão, biologicamente esta começa no momento da fecundação (momento em que o espermatozóide se une ao óvulo) e poucas horas depois, ainda antes de chegar ao útero, já este ser humano comunica com a mãe.

Não está correcto tirar a vida a este ser humano que desde a concepção pede para viver, e que é uma potencial criança para nos dar alegrias, e um potencial adulto para nos dar a mão na nossa velhice.

É sabido há muito que o aborto é um perfeito desastre para a saúde mental e física da mulher. As mulheres que abortam (legal ou ilegalmente), principalmente a primeira gravidez, têm o dobro das probabilidades de desenvolver cancro da mama. Complicações a longo prazo incluem infertilidade, aumento do risco de gravidez ectópica, aborto espontâneo e parto prematuro.

A nível psicológico, ao longo da vida, estas mulheres sofrem alucinações relacionadas com o aborto, sonhos em que são visitadas pelo bebé morto, tendência ao abuso de drogas, tendências suicidas, inibição sexual e depressões.

Os estudos mostram que pelo menos 70% das mulheres que abortam acreditam que o aborto é imoral. Na maioria dos casos, as mulheres que abortam violam as suas consciências devido a pressões de outras pessoas ou às suas próprias circunstâncias.

Mais de 80% das mulheres com problemas pós-abortivos referem que teriam levado a gravidez até ao fim se tivessem condições e mais apoio das pessoas com quem convivem.

É sádico que milhares de mulheres façam anualmente abortos contra a sua vontade para agradar a alguém ou devido a pressões dos seus companheiros sexuais, pais, assistentes sociais ou conselheiros, exercidas precisamente durante a gravidez, isto é, um período de maior vulnerabilidade. Será a isto que certas organizações apelidam de "direito de optar"?

Antes do aborto os pais deveriam ver figuras que representassem o feto no respectivo estado de desenvolvimento e deveriam ser informados dos efeitos colaterais dos abortos. Sem isto, ninguém está capacitado para fazer uma opção consciente.

A oposição à mentalidade dominante trás a censura dos "bem-pensantes" mas o coração dos grandes homens e mulheres acabará por reconhecer a beleza da verdade e a necessidade de justiça.

Fonte


Currículo do formador

Jacinto Rolha Castanho é professor efectivo do ensino básico e secundário, membro de algumas instituições anti-feministas e de protecção à família e estudante do fenómeno do feminismo na sociedade ocidental e das suas consequências sociais. É monitor de educação sexual no âmbito do programa americano Teen Star (Sexuality Teaching in the context of Adult Resposability) certificado pela Pontificia Universidad Catolica de Chile e pelo Movimento de defesa da Vida e formador certificado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Contactos:

jacinto.castanho@clix.pt

fax: ++351. 243619616

domingo, 24 de junho de 2012

Tribunal australiano força homem a permanecer casado com mulher que lhe ocultou a sua condição de saúde

Marido cuja mulher lhe ocultou a condição de portadora de SIDA perdeu o seu recurso tendo em vista a anulação do casamento. Numa decisão importante, o Family Court da Austrália determinou que o facto da mulher não lhe ter dito que era doente não anula o consentimento do marido em casar com ela.

O tribunal ficou a saber que a mulher estava na casa dos 30 quando ela foi diagnosticada com SIDA (em 2006). O marido, que está na casa os 50, disse que nunca se casaria com ela se soubesse da sua condição [obviamente]. Devido a isso, ele pediu que o casamento fosse declarado como nulo e vazio [sem força legal] e não dissolvido uma vez que ele acreditava que deste modo a mulher não poderia buscar qualquer tipo de compensação monetária.

No entanto, o tribunal alegou que ele estava enganado ao pensar que nenhum tipo de compensação poderia existir se o casamento fosse declarado vazio.

Não se sabe se o marido contraiu o HIV ou SIDA.

Ian Shann, perito em direito familiar, disse que a moral do caso é simples:

Verifiquem sempre o historial dos parceiros antes do casamento.
Ian disse ainda que não acredita que haja diferença substancial entre mentir sobre a saúde, circunstâncias financeiras ou intenções financeiras.

Acredita-se que esta decisão legal foi usada como cláusula no Marriage Act que diz que o casamento é nulo e vazio no evento do consentimento de uma das partes não ser genuíno consentimento devido ao facto de "ter sido obtido por fraude".

O Dr. Shann disse que os motivos que podem anular um casamento incluem a bigamia, ser demasiado jovem, estar num casamento falso, ter sido forçada a casar e em casos de fraudes envoltas em identidades falsas.

Este caso particular não está abrangido em nenhuma dessas circunstâncias, mas a mulher claramente mentiu e o marido ficou numa posição precária devido à mentira.

* * * * * * *

Esta decisão já tem cerca de seis meses mas as implicações [para os homens australianos] são bastante claras: as mulheres australianas têm o sistema legal do seu lado se por acaso resolverem esconder a sua condição médica aos futuros esposos. Ou seja, segundo o sistema legal australiano, metade da população [as mulheres] pode fornecer informação errada [mentir] à outra metade [homens] se através disso resultarem benefícios para os primeiros.

Não deixa de ser curiosa a forma como os sistemas legais ocidentais - controlados pelo feminismo - constantemente tratam a mulher como um ser sem qualquer tipo de responsabilidade pelo que faz. É como se os tribunais feministas tivessem uma opinião tão baixa da mulher que não as considerassem capazes de se responsabilizarem pelos seus actos e pelas suas escolhas.

Portanto, longe de ser uma ideologia que "eleva" a mulher, ou "dignifica" a mulher, tudo o que o feminismo e as instituições sob o seu controle fazem é reduzir a mulher para um estatuto análogo ao de uma criança mimada perpétuamente insatisfeita.

Obviamente que a decisão do tribunal é nojenta e discriminatória; o homem deu consentimento para se casar com uma mulher saudável, e não com uma mulher doente. Para se ver que isto é uma decisão injusta basta inverter os papéis; se um homem portador do HIV ou com SIDA ocultasse esse facto à esposa, ele seria justificadamente punido.

* * * * * * *

Não muito longe da Austrália, e no mesmo ano de 2006, um homem indiano foi preso por ter ocultado a sua condição de seropositivo à esposa. Harish Kantharia foi preso na sua casa - na cidade de Surat - e acusado de cometer "um acto de negligência que pode colocar vidas em risco." A mulher, Lata Kantharia, disse:

Fui fazer uma visita de rotina ao ginecologista durante a minha gravidez e os médicos revelaram que eu era seropositiva.
A mulher obrigou então o marido a fazer testes ao sangue, que revelaram a sua condição.

A polícia afirmou que, mais tarde, o marido confessou toda a verdade:

Ele admitiu que sabia que estava infectado com o vírus mortal e que o havia escondido da queixosa, e até da sua primeira mulher, que morreu com SIDA.
Lata, que se casou com Kanthariaem Maio de 2003, buscou algum tipo de compensação para si e para a criança ainda - na altura - por nascer.

Os profissionais de saúde mais dedicados à SIDA louvaram a atitude desafiadora da mulher. O Dr. Anil Dhaval (Gujarat HIV+ Society) disse:

Este é um caso raro para as mulheres indianas, que, na maioria dos casos, são infectados pelos maridos e que, apesar de terem sido enganadas pelos maridos, nunca apresentam queixas judiciais contra eles.

* * * * * *

Portanto, enquanto que na Austrália o homem vê os seus pedidos de anulação do casamento rejeitados pelo sistema legal misândrico, na Índia a mulher não só viu o casamento anulado, como ainda lutou para ser compensada pela mentira do marido. Isto num mundo supostamente "dominado pelos homens" [male dominated].


terça-feira, 19 de junho de 2012

Discriminação contra os brancos na Austrália

Se tencionas levar a cabo um assassinato ou uma violação na Austrália, certifica-te de que não és branco, Cristão, anglófono ou heterossexual uma vez que se fores, é bem provável que a tua fiança não receba o mesmo tratamento que as fianças das pessoas que não pertencem aos grupos supracitados.

Segundo a nova lei em torno das fianças, os assassinos e os violadores vão poder aguardar o julgamento fora da prisão.

Apesar dos protestos das forças policiais, o relatório da "Law Reform Commission" emitido pelo Procurador-Geral Greg Smith recomendou também um tratamento especial nas fianças dos aborígenes, dos nativos das Ilhas Torres Strait , dos homossexuais e de todos aqueles que venham de culturas não-anglófonas.

O relatório advoga que os jovens, as pessoas com deficiências mentais ou cognitivas, os aborígenes e os nativos das Ilhas Torres Strait recebam consideração especial - e se por acaso alguma fiança for estabelecida, "qualquer vulnerabilidade ou necessidade deve ser levada em consideração."

Estas vulnerabilidades ou necessidades incluem "ter uma deficiência ou doença, ser idoso e frágil, ser duma minoria étnica ou religiosa, ser originário duma cultura não-anglófona, ou ser gay, lésbica, bissexual, transgénero ou interssexual."

Fonte

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Esta notícia revela a forma como a esquerda militante olha para as minorias étnicas, religiosas e para os grupos com "sexualidade alternativa". Para a esquerda militante, estas pessoas estão ao mesmo nível dos deficientes mentais ou pessoas com insuficiências cognitivas ou físicas; são, como dito em cima. "necessitados" ou "vulneráveis".

Ou seja, para a esquerda militante, os negros, os gays, as lésbicas, e os não-Cristãos pertencem a um grupo necessitado e vulnerável que, por si só, não conseguem prosperar. (E, obviamente, os únicos que "entendem" as "necessidades" destes grupos são os esquerdistas.)

A perda do princípio fundamental da igualdade perante a lei é um testemunho do sucesso do marxismo cultural na sua destruição dos fundamentos da superior Civilização Ocidental.

Recado para a esquerdalha: ser aborígene, negro, chinês, indiano não é uma "necessidade" ou uma "vulnerabilidade" mas sim características biológicas inatas, dignas do mesmo respeito e consideração que todas as outras. Achar que certos grupos étnicos não são capazes de olhar por si, e que, como consequência, devem receber facilidades legais, é uma atitude condescendente e paternalista por parte de quem pensa assim.

Segundo o esquerdismo, este africano e este aborígene são "vulneráveis" precisamente por serem da etnia que são.



sábado, 16 de junho de 2012

Mulher ameaça homem com alegações de violência doméstica como forma de expulsá-lo de casa

Um antigo promotor de "Albany County District Attorney's Office" chamado William Conboy III, de 35 anos, e a sua esposa Kelly Conboy, de 33 anos, envolveram-se numa amarga batalha de divórcio e custódia quando Kelly Conboy reportou à polícia que o seu marido lhe tinha apertado o pescoço, lançado para o chão, pontapeado no pescoço arrastado a bota do seu pescoço até ao seu peito.

O marido alegou que todas estas acusações eram falsas.

Segundo o advogado do marido, as alegações de Kelly (a esposa) coincidiram com eventos importantes na disputa de custódia que se gerou com o divórcio. Kelly Conboy recebeu os papéis de divórcio no dia 19 de Dezembro de 2011. Os registos mostram que no mesmo dia, mas mais tarde, Kelly enviou um email ao "Assistant District Attorney", o principal promotor dos casos evolvendo crimes sexuais em Albany County. O email dizia:

Preciso de saber e falar com quem quer que está a tomar conto do meus caso ASAP. [ASAP = "As Soon As Possible" = o mais cedo possível]
Para além disso, só depois do juiz decidir que Kelly Conboy só poderia ter visitas supervisionadas com a sua filha é que ela oficialmente deu início ao processo contra o marido William Conboy. Ele tentou provar que as acusações eram falsas, mas, tal como a reportagem da WNYT declara, "como um jovem promotor, William Conboy sabia que ele se encontrava na difícil posição de ser forçado a provar uma negativa. Dito de outra foma, ele teria que provar que nada havia acontecido.."

O caso estava pronto para ir a tribunal, o júri havia já sido escolhido, mas o caso foi rejeitado mesmo antes das alegações iniciais. A testemunha-chave da acusação, a própria Kelly Conboy, recusou-se a estar presente no tribunal.

O advogado de William Conboy estava pronto para passar a gravação duma conversa que o marido havia tido com a esposa onde se ouvia a mesma a ameaçá-lo com uma falsa acusação. A raiva e a atitude vingativa da voz de Kelly Conboy são indescritíveis:

Kelly: Quero que saibas o que vai acontecer.

Bill: Ok

Kelly: Se tu não sais de casa até ao final do dia, vou ligar ao Departamento Policial de Alban, dizer que tu me agrediste, e pedir uma ordem de protecção contra ti para a próxima semana.

Bill: Vais inventar uma história qualquer e dizer que eu te agredi?

Kelly: Sim, sem dúvidas.

Bill: kel, porque é que farias uma coisa dessas?

Kelly: Porque é que eu faria uma coisa dessas? Para te por fora de casa. Essa é a razão.

A gravação foi mais do que suficiente para que todas as acusações contra Bill Conboy fossem rejeitadas. Segundo o advogado do marido, embora este não tenha planos de processar a sua esposa, isso pode já não estar dentro do seu âmbito de escolha uma vez que um promotor especial foi escolhido para rever o caso.

O advogado da Kelly Conboy afirmou o seguinte a um repórter:

Isto não foi um acto de vingança por parte da srª Mrs. Conboy. A razão pela qual ela resolveu não testemunhar prende-se com a sua crença de que isso apenas pioraria a sua relação com o sr Conboy e isso poderia ter um impacto negativo na filha de ambos.
Ele ressalvou que a gravação ocorreu depois da alegada violência doméstica e que a mesma "não prova que nada aconteceu".

O advogado disse ainda que a sua cliente mantém as suas alegações.

Fonte

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Resumindo, uma mulher vê-se na eminência de ter acesso limitado à sua filha, e como resultado disso, tenta usar o sistema legal como forma de expulsar o marido da sua própria casa e limitar o acesso deste à sua filha. Para seu azar, o marido gravou a sua conversa telefónica.

Esta estúpida estava disposta a mentir ao tribunal como forma de expulsar um homem da sua própria casa e manter a custódia da filha de ambos. Segundo algumas feministas, as mulheres não mentem em questões de violência doméstica ou abuso sexual.

Mais uma evidência forte de que uma mulher não precisa de ser uma militante feminista para usar o sistema legal misândrico para seu proveito. Da forma como as coisas estão construídas, o homem é considerado culpado até prova em contrário. Para ter o sistema legal, a imprensa e practicamente toda a sociedade do seu lado, tudo o que uma mulher tem que dizer é "ele agrediu-me" ou "ele violou-me". Nenhum evidência é necessária para confirmar esta alegação; basta a sua palavra.

E isto é na suposta sociedade que "oprime" as mulheres.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Feminismo levou Thomas Ball ao suicídio

Helen Smith revela a forma como o feminismo desvaloriza o sofrimento masculino.

Imaginem, se forem capazes, que uma rapariga de 16 anos tenta obter justiça através do sistema legal depois de lhe ter sido negado um aborto. Ela é empurrada dum lado para o outro - à medida que houve frases como "temos pena, miúda" - até que um dia, levada ao desespero, ela leva a cabo uma auto-imolação em frente a um tribunal.

Imaginem o que aconteceria nos média: a história rapidamente se transformaria numa tempestade de fogo e a MSNBC e a CNN colocariam a notícia em rodapé de hora em hora. Paralelamente, o New York Times entrevistaria feministas famosas que não perderiam a oportunidade para recolher dividendos deste "acto político corajoso" e as suas implicações para as liberdades individuais das mulheres.

Agora falemos do que realmente aconteceu. Thomas James Ball, homem de New Hampshire com 58 anos, imolou-se em frente a um tribunal porque "estava farto de ser castigado" pelo sistema de tribunal de família "por ser um homem".

Apesar da sua horrível morte pública, o homem obteve pouca atenção por parte dos órgãos de comunicação; houve apenas alguns activistas na internet e algumas fontes noticiosas - tais como a International Business Times and the Keene Sentinel - que pegaram na notícia. Até a Wikipedia retirou a sua página em torno do homem.

Basicamente, o último gesto de Ball foi tratado pelos média tradicionais como um incidente envolvendo um maluco solitário sem qualquer tipo de relevância política. A diferença entre estes dois casos centra-se naquilo que os média americanos consideram realmente importante: raparigas e mulheres são importantes; homens e rapazes, nem tanto.

Christina Hoff Sommers tinha razão: a guerra contra os rapazes e contra os homens ainda está bem forte. Thomans Ball sabia disso. Ele enviou uma longa carta ao Keene Sentinel explicando as queixas que tinha contra o sistema judicial e contra a sociedade que desvaloriza os homens. Como geralmente acontece quando um homem se queixa, as suas palavras foram classificadas de queixume e não de problemas genuínos.

Como um do meus comentadores ressalvou num dos posts que escrevi em torno desta situação, quando uma mulher aproveita-se do facto do marido estar a dormir para o queimar até à morte, o gesto não só é visto como um aviso em torno da violência contra as mulheres, como é também imortalizado num filme premiado com o título de "The Burning Bed".

Mas quando um homem como Thomas Ball suicida-se por imolação, o gesto não é visto como um aviso em torno da forma como os homens são tratados de forma injusta pelo sistema legal. Em vez disso, algumas "almas compassivas" olham para o incidente como mais um aviso em torno das necessidades das mulheres.

Será que os homens tem algum valor para estas "feministas" ou será que elas sentem prazer com o sofrimento masculino? Eu acho que a última hipótese tem mais peso.

Alguns pundits e comentadores afirmam que Ball não merece qualquer tipo de compaixão e nem merece ser tratado como um ícone dos direitos dos homens uma vez que ele pode ou não ter sido enxovalhado pelo tribunal familiar. Afinal, ele chegou a esbofetear a sua filha de 4 anos - cortando o seu lábio - quando ela se recusou a obedece-lo depois de 3 avisos verbais.

Isto não é positivo mas não justifica o tempo de cadeia, a prisão ou a remoção da filha da sua presença. Se isto justifica essas medidas, então existem muitas mulheres por aí que merecem o mesmo tratamento. Tremo só de pensar nisto.

Mas independentemente de pensarmos que o Thomas Ball foi um homem bom, ou um homem mau, ou um maluco, isso é irrelevante. O que interessa é que a morte de Ball - e a reacção a ela - deveriam ser um aviso para a forma como os homens e os rapazes são tratados numa sociedade que desvaloriza a sua existência.

  • A taxa de suicídio entre os homens é muito superior do que entre as mulheres, mas ninguém se importa com isso.
  • Os homens são tratados de forma injusta pelos tribunais mas ninguém pestaneja.
  • Eles são vítimas das atitudes femininas durante a sua vida, mas as pessoas apenas dizem "é a vida".
  • Quando eles finalmente agitam um bocado o jogo e começam com a auto-imolação, mais uma vez, os média e a sociedade dizem apenas "e depois?"
Será que conseguimos ficar impávido e serenos e não fazer nada em relação ao tratamento que os homens e os rapazes da nossa sociedade recebem? Quando penso na foto do sr Ball, em chamas nos degraus do tribunal, acho que a única resposta tem que ser um resoluto "Nem pensar!"

Os planos do feminismo para os homens

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