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sábado, 31 de agosto de 2013

"Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem"

Recentemente fui questionado se seria correto dizer que, na história do mundo, dinastias e civilizações inteiras de fato naufragaram na rocha da homossexualidade. Minha resposta foi que não deveríamos pôr as coisas desse modo. Claro, eu creio que a prática homossexual é imoral e proibida pela Lei de Deus. 

Todavia, em Romanos 1.21 – 32, Paulo põe dessa forma: deixaram de servir a Deus para servirem à criatura. Como uma consequência, Deus entregou-lhes às paixões impuras. Homossexualidade é julgamento de Deus sobre uma sociedade que abandonou a Deus e adora a criatura em vez do Criador. A apostasia espiritual é a rocha na qual as culturas, incluindo a nossa, foi fundada, e a homossexualidade é o julgamento de Deus sobre tal apostasia. 

Esta é a razão porque a homossexualidade era uma prática comum entre as antigas culturas pagãs; na verdade, é uma prática comum entre a maioria das culturas pagãs, incluindo a nossa crescente cultura neo-pagã. Em resumo, a ideia de que a tolerância da homossexualidade é um mal que conduzirá ao julgamento de Deus não é bíblica, pois coloca o carro na frente dos bois. É exatamente o contrário! A prevalência da homossexualidade em uma cultura é um sinal seguro de que Deus já tem executado ou está executando sua ira sobre a sociedade por sua apostasia. 

A causa deste julgamento não é a prática imoral da homossexualidade (apesar dos atos imorais homossexuais); mas sim, sua apostasia espiritual. A prevalência da homossexualidade é o efeito, não a causa da ira de Deus visitando aquela sociedade. E em uma sociedade cristã (ou talvez devesse dizer “pós-cristã”), isso significa, inevitavelmente, que a prevalência da homossexualidade na sociedade é julgamento de Deus sobre a igreja por sua apostasia, sua infidelidade para com Deus, porque o julgamento de Deus começa com a Casa de Deus (1Pe 4.17).

Esta, decerto, não é uma mensagem popular aos cristãos. É fácil levantar o dedo para os pecados e imoralidades grosseiros, mas a igreja está muito menos disposta a considerar seu papel nos males sociais que maculam nossa era. A apostasia espiritual que nos levou à presente condição começou na igreja, e grande parte do fracasso da sociedade moderna, que os cristãos corretamente lamentam pode, em alguma medida, ser atribuída a esta apostasia da igreja como a causa fundamental. E mesmo agora a igreja recusa-se a assumir sua responsabilidade para preservar a sociedade deste mal tão sério, tendo abdicado de seu papel profético como porta-voz de Deus para a Nação.

Claro, isto não quer dizer que não deveríamos desafiar o lobby gay e não trabalharmos para estabelecer uma moralidade bíblica em nossa sociedade. Nós devemos. Mas, também devemos escolher as prioridades corretas; e eu temo que a igreja tenha um diagnóstico equivocado destes problemas e tenha escolhido errado as suas prioridades. A Igreja sofre com o flagelo homossexual, tanto quando, e talvez mais, do que qualquer outro setor da sociedade (com exceção da mídia e do mundo do entretenimento). 

Para maior parte deste século, a igreja tem procurado um deus feminino para substituir o Deus da Bíblia. Nós tivemos ministros que ensinaram, agiram e pregaram como mulheres há muitos anos. O Ministério Pastoral de nossa geração é, no geral, caracterizado pela feminilização. O crescente número de homossexuais no ministério é, penso, simultaneamente uma causa e efeito relacionados a isto e, ao mesmo tempo, uma manifestação do julgamento de Deus sobre a igreja. 

Muitas vezes, é claro, o julgamento funciona numa relação de causa e efeito, porque toda criação é obra de Deus; portanto, ela funcionada de acordo com Seu plano e vontade. A igreja tem se tornado completamente efeminada por causa de um clero efeminado. O Ministério hoje é dirigido primariamente por mulheres, e ministros têm começado a pensar e agir como mulheres, porque o Cristianismo tem se tornado naquilo que é chamado de “religião salva-vidas” – mulheres e crianças primeiros. E o mundo vê isso bem adequadamente.

Por exemplo, foi-me dito em mais de uma ocasião por pastores e presbíteros que, quando eles visitam os membros de suas igrejas, se porventura o homem da casa vem recebê-los à porta, frequentemente a primeira coisa que este homem diz é: vou buscar a esposa. Pastores e Presbíteros estão ali para mimar as mulheres e as crianças; ou então, como pensa o mundo, isto é simplesmente porque o ministério na igreja é frequentemente dirigido principalmente às mulheres e crianças, e não aos homens. Tenho observado o mesmo tipo de coisa em reuniões das igrejas. Se alguém levanta uma questão doutrinária ou mesmo assuntos sérios sobre a missão da igreja, o interesse é quase nulo. 

No entanto, frequentemente tem havido, e continua havendo, enormes problemas doutrinários e problemas relacionados ao entendimento da igreja de sua missão no mundo, incomodando essas igrejas; apesar disso, estas igrejas nem mesmo consideraram que isso merece discussões nas reuniões de liderança da igreja. Os líderes da Igreja falarão de maneira interminável sobre “relacionamentos” e afins, mas evitarão questões doutrinárias [como evitam] a praga porque estes assuntos são considerados causas de divisão e que dificultam os “relacionamentos”.
 
Agora, no fundo eu creio que isto é um sério problema criado pela feminização da liderança da igreja. A agenda da liderança, que é uma agenda masculina, foi substituída por uma agenda feminina, que é um desastre para liderança. A igreja tem abandonado o Deus das Escrituras pelo conforto de uma divindade do tipo feminino que não requer líderes eclesiásticos que exponham doutrinas bíblicas ou ajam com convicção de acordo coma Palavra de Deus (ambos são percebidos, muitas vezes com razão, como causador de divisão – Mt 10. 34ss); mas, em vez disso, exige líderes simplesmente para mãe de suas congregações de uma forma feminina. Isso, naturalmente, produz ministros efeminados e uma igreja efeminada. 

Mas, isto não é simplesmente uma causa e efeito impessoal relacionadas. Deus age através de causas secundárias em sua Criação para executar sua vontade. Um ministério efeminado e uma igreja efeminada são a resposta de Deus para a determinação de a igreja substituir o Deus da Escritura por um deus do sexo feminino; e esta cruzada contra o Deus da Bíblia tem sido em sua própria maneira, uma característica do evangelicalismo, como abertamente tem sido a característica do liberalismo que os evangélicos dizem abominar, mas ainda assim, estão dispostos a imitar.

Este não é um problema apenas agora na igreja, mas porque está na igreja, a sociedade em geral é agora feminizada e efeminada. Somos governados por mulheres e homens que pensam e agem como mulheres. Mas, as mulheres não fazem bons governos em geral. Em Margaret Thatcher tivemos uma situação inversa: uma mulher que pensava mais como um homem deve pensar, mas a exceção não anula a regra. Eu não estou discutindo um ponto político aqui, nem endossando qualquer posição [política]; até porque eu acredito que isto tudo é parte da situação em julgamento. 

O mundo está de cabeça para baixo, porque os homens viraram de cabeça para baixo por sua rebelião contra Deus. Jean-Marc Berthoud frisou bem este ponto em seu artigo “Humanism: Trust in Man – Ruin of the Nations”, o qual eu recomendo em relação a este tópico. Agora somos governados por mulheres e crianças (Is 3.4, 12)

Mas, a Liderança não é feminina. Líderes Efeminados não governam bem, seja o Estado, seja a Igreja. É vital que a Justiça seja temperada com Misericórdia. Mas alguém não pode temperar a Misericórdia com a Justiça. Quando a misericórdia é colocada antes da justiça, as sociedades sofrem colapsos nas situações idiotas que temos hoje, onde os criminosos são libertos e as pessoas inocentes são condenadas. 

Por exemplo, as punições infligidas aos motoristas por inadvertidamente dirigirem um pouco acima do limite da velocidade hoje, mesmo onde não há perigo envolvido, são muitas vezes mais graves do que os castigos infligidos aos ladrões. E hoje um pai pode ser punido por bater em um filho travesso – mesmo que tal castigo seja realizado num ambiente de amor e disciplina e não haja perigo para criança – mas ainda assim, alguém pode, com impunidade, assassinar os filhos ainda não nascidos. O Estado ainda paga por esses abortos, fornecendo-lhes o Sistema Único de Saúde.

Creio que isto é o resultado final da feminização de nossa cultura. Pensa-se, frequentemente, que a liderança feminina é mais compassiva, mais carinhosa. Isto é um mito que a ideologia feminista tem trabalhado nas percepções populares da realidade em nossa cultura. Pelo contrário, a cultura feminista é uma cultura violenta, uma cultura que produz o aborto e ao mesmo tempo exige que se extinga as coisas tipicamente masculinas. 

Uma situação mais perversa é difícil de se imaginar. Em última análise, o feminismo é, na prática, inerentemente violento, intrinsecamente instável, intrinsecamente perverso, inerentemente injusto, porque ele é todas essas coisas em princípio, a saber, a rejeição da ordem criada por Deus; e as consequências de um compromisso religioso sempre se desenvolverão na prática. O Feminismo está, agora, desenvolvendo as consequências práticas de sua visão religiosa da sociedade (e isto é sua religião).

As igrejas têm falhado em ver isso. Elas têm abraçado o feminismo vigorosamente, e como consequência, se tornaram uma importante avenida pela qual o Feminismo tem sido capaz de influenciar nossa cultura. O clero estava envolvido na feminização da fé e da igreja bem antes do Movimento Feminista tivesse se tornado consciente na percepção popular. E a feminização de nossa cultura é um dos principais motivos para sua anarquia e violência. 

Por exemplo, o resultado da feminização da sociedade tem sido a de que os homens perderam o seu papel em muitos aspectos. O feminismo tem definido homens em nada mais do que briguentos ou efeminados. Na perspectiva feminista, estas são as duas alternativas para os Homens, embora isso não possa ser entendido por muitas feministas; talvez normalmente não seja, porque o Feminismo é ingênuo e não opera com base na razão, mas na emoção; e estas coisas trazem-nos novamente ao problema da liderança e governos femininos. Emoções não lideram ou governam bem. Para as Feministas, os homens são governantes incapazes; as mulheres devem governar.

Agora nós temos o governo de mulheres e homens efeminados. O efeito de colocar as virtudes femininas no lugar das virtudes masculinas, e as virtudes masculinas no lugar das virtudes femininas tem sido a de subverter a ordem criada. Como resultado, a justiça é desprezada e a misericórdia é transformada e colocada em seu lugar. 

A Liderança é masculina, mas é preciso temperá-la com as virtudes feministas. Quando as virtudes feministas estão na liderança, as virtudes masculinas não podem funcionar; a masculinidade é feita desnecessária. Isto é um dos problemas mais sérios da nossa sociedade. O Feminismo tornou a liderança masculina na igreja e da nação obseleta e, agora, estamos colhendo as consequências espirituais e sociais disto. A Justiça é uma vítima! A misericórdia cessa de ser misericórdia e torna-se indulgência dos piores vícios. 

Violência, anarquia, desordem e uma sociedade disfuncional são o legado da Feminização de nossa Sociedade, porque neste sentido, nem as virtudes masculinas, nem as femininas podem desempenhar apropriadamente seu papel. O mundo é posto de ponta cabeça. Até mesmo as igrejas “crentes na Bíblia” são anestesiadas na sua apostasia em relação a este e muitos outros assuntos em nossa sociedade. Temos uma igreja efeminada, e uma sociedade efeminada e, portanto, a resposta de Deus tem sido um ministério cada vez mais homossexual e uma crescente sociedade homossexual. Este é o justo julgamento de Deus sobre nossa apostasia espiritual.

A resposta é o arrependimento, voltar-se para Deus e abandonar nosso caminho de rebelião contra a ordem divina da Criação. A igreja deve começar isto. O julgamento começa com a igreja (1Pe 4.17) e o arrependimento também. Eu não creio que resolveremos o problema homossexual até reconhecermos sua causa. É o julgamento de Deus sobre a apostasia da Nação. Liderando o caminho para esta apostasia estava a igreja.

O que tenho dito acima não significa minimizar a seriedade do problema homossexual, nem sua imoralidade. Mas devemos reconhecer isto como uma manifestação do julgamento de Deus, como Paulo tão claramente ensina em Romanos, capítulo um. A resposta está em combater as causas, enquanto não deixamos de fazer as outras coisas. 

O que eu disse aqui não significa promover uma diminuição da oposição cristã aos direitos homossexuais por qualquer meio; mas significa encorajar a uma maior leitura do problema, porque é nesta vasta leitura do problema que detectamos a causa e esperamos a solução para o problema.

Além disso, este assunto não um assunto isolado. É parte inseparável da re-paganização de nossa sociedade, uma tendência de que a igreja, em grande medida, não apenas tem tolerado, mas por vezes, estimulado, por sua percepção míope de fé e sua negação prática de sua relevância para toda a vida do homem, incluindo seus relacionamentos e responsabilidades. 

Enquanto a crítica é necessária e vital na tarefa profética da igreja de levar a Palavra de Deus para influenciar nossa sociedade, ela não é o bastante. Em vez disso, a igreja também deve jogar fora o seu próprio consentimento na prática do humanismo secular e praticar o pacto da vida da comunidade redimida no momento que ela tenha qualquer efeito sobre nossa cultura. 

Portanto, o julgamento continuará ininterruptamente até a igreja mais uma vez começar a viver para fora, bem como falando a palavra de vida para sociedade em sua volta. Somente então quando ela começar a manifestar o reino de Deus; e apenas quando a igreja começar a manifestar o reino de Deus novamente, nossa sociedade começará a ser liberta do julgamento de Deus.

...



terça-feira, 26 de junho de 2012

A "espantosa" Amy Young e o seu hamster racionalizador

Só porque alguém se identifica como "cristã" não significa que ela não se deixe influenciar pela mentalidade feminista. Este texto é evidência disso mesmo.

Um leitor foi suficientemente gentil em enviar-me um post do In a Mirror Dimly que tipifica a mentalidade EAP ["Evangelical American Princess" = Princesa Evangélica Americana]. Este artigo em particular, parte da série “Feministas Evangélicas no Controle”Mulheres no Ministério”, foi escrito por Amy Young, que se dá ao trabalho de culpar e envergonhar os homens Cristãos pelo facto dela ter 30 39 anos e ainda estar solteira.

Francamente, adorei o seu post. Não pelo conteúdo, obviamente; o conteúdo nada mais é que um longo discurso choroso por parte do seu hamster racionalizador. Adoro o post porque o mesmo prova que as EAPs não são criaturas fantásticas como os unicórnios ou as fadas madrinhas ou Cristãos que apoiam o casamento Bíblico. Não; as EPAs são reais.

Evidência A: Amy começa por enumerar as virtudes de . . . . . . Amy:

Porque é que ainda estás solteira?” Não sei com que frequência os casados são questionados em relação ao porquê de estarem casados, mas tenho a impressão que isso é muito menos comum que as vezes que os solteiros são inquiridos em relação aos motivos de ainda serem solteiros.

Essa pergunta geralmente precede outras do tipo "É porque os teus padrões são demasiado elevados? Foste magoada? (...)”

Sim, a minha frente e de forma bem audível, estas perguntas surgem. Às vezes surgem de forma condescendente, mas às vezes de forma genuinamente surpresa, tentado harmonizar o quão espantosa eu sou com o facto de ainda estar solteira.

Sim, a Amy é espantosa. Se não acreditas em mim, pergunta à Amy. Tal como escrevi no meu post original em torno deste assunto, a segunda característica mais marcante da EAP é o facto dela ter sido "criada com foco na sua auto-estima", resultando em orgulho e arrogância.

Mas colocando o seu ego de lado, porque é que a Amy acha que ela ainda é solteira?

Sou Cristã, sou uma mulher, sou uma líder. Retirem qualquer uma destas declarações, e eu acho que já estaria casada.

Exactamente. Os homens Cristãos não são suficientemente homens para contrair matrimónio com uma agressiva feminista evangélica líder Cristã, forte e independente.

A Amy prossegue detalhando como ela nasceu para ser uma líder:

Não tinha palavras para o expressar quando era criança, mas sabia que tinha nascido para ser uma líder. Tornei-me Cristã muito cedo - quando tinha cerca de 6 anos. Tinha 6 anos como menina mas tinha vários anos de liderança por essa fase.

Ela segue fornecendo uma lista de credenciais que ela pensa serem impressionantes (obviamente, eu não concordo): Mestrado (MA) em "Teaching English as a Second Language" (TESL), Curriculum Director para a organização TESL focada na China. Em torno disto, ela escreve:

Aqui, paro para fazer uma alegação com água no bico:

1. Se tu te casas antes dos 30, as tuas habitações aparentam ser menos ameaçadoras para os homens Cristãos.

2. Há uma grande diferença entre ter características de líder e ter uma posição de líder.

Ela realmente pensa que os homens Cristãos sentem-se ameaçados com o facto dela ter um Mestrado em TESL e ter uma posição de ensino numa organização que ensina essa língua na China.

Sim. Isto é de facto muito ameaçador. Nunca na vida poderia ter saídas amorosas com uma mulher com essa qualificações. Afinal, o tédio pode fazer com que eu adormeça durante o encontro.


[Meu comentário] - A Amy faz o erro clássico da mulher moderna, feminista e masculinizada, ao assumir que o que elas acham atraentes nos homens é o mesmo que os homens buscam nas mulheres - quando se fala em casamento. A evidência disso é o facto da Amy pensar que as suas "qualificações" de alguma forma aumentam o seu valor marital. As qualificações profissionais da mulher são irrelevantes para o homem que busca alguém com quem casar.

Obviamente que a Amy não se apercebe do problema. Não se dá o caso dos homens Cristãos sentirem-se intimidados com as suas qualificações em TESL (como se fosse). Os homens solteiros Cristãos, com qualificações avançadas em STEM ["science, technology, engineering, and mathematics" = ciência, tecnologia, engenharia e matemática] e/ou carreiras bem sucedidas em áreas que envolvem os negócios ou a indústria, são de opinião que o seu mestrado em TESL é desinteressante e não intimidador. Essa qualificação não traz nada para a nossa futura família que nós já não possuamos.

Mas as coisas ficam piores:

Tal como muitas das escolhas que a vida oferece, eu não estava bem ciente do que estava a aceitar quando entrei para um cargo de liderança pública aos 29 anos. Sei agora que, quando isso aconteceu, eu estava a trocar a parceria [casamento] pela liderança e que, embora ainda fosse amada por muitos, devido às confusas e carregadas mensagens em torno dos dons, submissão, chefia e género, eu havia-me tornado ameaçadora para os potenciais "perseguidores".

À medida que a minha chefia floresceu para a esfera espiritual, tornei-me ainda mais como kryptonite para alguns (tanto mulheres como homens): ameaçadora e poderosa.

Felizmente, existe aqui um bocado de verdade. A Amy admite - mesmo que tangencialmente - que o seu foco exclusivo na carreira durante os seus anos 20 causou que ela perdesse a chance de se casar. No entanto, ela não se apercebe do porquê: na idade em que ela está, com mais de 30 anos, há menos homens Cristãos por onde escolher e os homens estão biologicamente construídos para preferir mulheres no auge da sua fertilidade - e não aquelas que estão a rebolar aceleradamente para o outro lado.


Isto é algo que muitas mulheres se recusam a aceitar - especialmente as feministas - mas que todas elas - inconscientemente ou conscientemente - sabem ser verdade: os homens preferem as mais jovens. Esse é provavelmente um dos motivos que faz com que os produtos de beleza que alegadamente "atrasam o envelhecimento" sejam tão procurados pelas mulheres mas sejam virtualmente ignorados pela esmagadora maioria dos homens heterossexuais. As feministas mais velhas - solteiras e feias - esmagadas pelo seu valor marital nulo, tentam envergonhar os homens que naturalmente preferem as mais jovens associando a preferência masculina por mulheres mais novas com a pedofilia. Não sei bem porquê, mas sempre que se fala em mulheres bonitas, a mente feminista começa a imaginar crianças semi-nuas. Isto provavelmente ocorre devido à desproporcional presença lésbica nas fileiras feministas.

Amy


Mas este breve momento de clarividência foi ensombrado pelo seu erro freudiano. A Amy alega que é "ameaçadora e poderosa" e que todos aqueles ensinamentos Cristãos em torno da submissão e chefia são problemáticos. Estes malignos homens Cristãos querem que as mulheres sigam a sua (dos homens) chefia, e a Amy não pode aceitar isso. (...)

Mais uma vez, a Amy não se apercebe que ela não esta a trazer nada para o casamento que os homens já não possuam. Ameaçadores? Podemos ser. Poderosos? Sem problemas. Força? Somos homens e não o "vaso mais fraco" [1 Pedro 3:7].

Sem surpresa alguma, Amy termina o post com a obrigatória passagem onde ela tenta envergonhar os homens::

Oro para que elas [as sobrinhas] se firmem no trajecto Cristão e que tanto os homens como as mulheres sejam atraídas aos seus dons e poder. E se elas quiserem casar, em qualquer que seja a idade, elas encontrarão um homem suficientemente seguro de si para amar e celebrar quem elas são.

Os culpados são os homens Cristãos que são inseguros de si, e não a Amy.

A verdade dos factos é que, esta última táctica [envergonhar os homens], associada à sua recusa em se submeter ao marido como Deus comanda, apenas ilustra o porquê de ninguém se querer casar com ela.

Contrariamente ao que ela pensa, não é a insegurança. Se algum homem se casasse com ela, todos os dias ele chegaria a casa para se deparar com uma mulher manipulativa, super crítica e alguém que nunca lhe daria momentos de descanso - muitos menos a ternura emocional feminina que ele não traz para o casamento e que, como tal, espera isso da sua esposa.

Como o caso da Amy ilustra, o problema da EAP é que ela não acredita que ela (a mulher) têm a obrigação de trazer algo para o casamento. Afinal, elas são espantosas tal como elas são e como tal, não precisam que promover as características que poderiam ser atraentes aos olhos dos homens em busca dum casamento [Cristãos ou não].

Em vez disso, ele deve deixar de lado o seu Divinamente-inspirado desejo pela feminidade complementar, ajoelhar-se perante ela, e pedir que ela domine sobre ele para o resto da sua vida - ou pelo menos até que ela decida abandoná-lo em busca de prémios ou gratificação monetária.

O seu santo hamster assim o disse.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Adoração do feminino nas igrejas

Nem as mulheres cristãs estão imunes ao lixo feminista. Vejam os vídeos seguintes [Fonte] e vejam como a ideologia que os MRAs cristãos combatem no mundo secular já se infiltrou nas igrejas.

Citação chave:

Tu és uma Princesa; tu foste chamada para dominar; tu foste chamada para reinar e como tal foste ordenada para agir sobre estas promessas!



Satanás prometeu a Eva: "Tu vais ser como Deus"; a Cristandade (! = Cristianismo) está a cumprir essa promessa. Estas "princesas" estão a receber a adoração que tanto almejam. Pelo menos Satanás não foi suficientemente longe alegando que as mulheres sejam adoradas como deusas. (Bem, pelo que se vê, ele já levou algumas "moças de família" a pensar que sim.)

Portanto, jovens cristãos, façam-se homens e casem-se com estas princesas de modo a que elas possam reinar sobre o universo tal como elas foram ordenadas.





domingo, 1 de abril de 2012

Grupo esquerdista alemão quer ver igrejas a arder

Um apelo online em favor de se "verem igrejas a arder" foi publicado num "Desejo de Natal" de 2011 por parte dum grupo esquerdista com o nome de ‘Antifa Freiburg’:
Não abdicaremos da esperança de observarmos um milagre [de Natal], de modo a que nos possamos aquecer com o brilho de igrejas a arder.
Havendo recebido várias queixas por parte de Cristãos que recearam que estes incitamentos, se não punidos de forma rápida, pudessem ser postos em práctica, um promotor público deu início a um inquérito. No entanto, pouco depois de terem iniciado o dito inquérito, as autoridades locais tomaram a decisão de arquivar o incidente, afirmando que os desejos do grupo Antifa Freiburg "em ver igrejas a arder no próximo ano" foram só "publicações de mau gosto que, não sendo direccionadas contra uma pessoa particular ou igreja particular, não eram relevantes para a lei criminal."

Reparem no que este promotor não disse; ele convenientemente deixou de fora a expressão "grupo particular" porque isso seria suficiente para continuar com as "incómodas" investigações. Ele teve o cuidado de dizer "pessoa particular" e "igreja particular" como justificação para cancelar o inquérito visto que, na verdade, a ameaça não ataca nenhuma pessoa individual e nem especifica uma igreja por nome.

No entanto. qualquer pessoa se apercebe que este "motivo" para abandonar as investigações são uma farsa esquerdista porque a ameaça é dirigida a um grupo específico - os Cristãos. Se o mesmo tipo de ameaças fossem dirigidas às sinagogas, qualquer pessoa não ébria com o vinho marxista cultural veria que isso era uma ameaça dirigida aos judeus como grupo específico - apesar de não ser dirigido a um judeu em particular nem a uma sinagoga específica.

Para além disso, disseram as autoridades, seria difícil determinar o autor dos desejos de natal visto que o grupo Antifa Freiburg publica a sua propaganda incendiária num servidor situado na Islândia.

A impunidade gera o crime. A recusa do promotor público em investigar este caso foi tomado como um encorajamento por parte do auto-intitulado grupo "anti-fascista" (que, a julgar pelas suas acções, são a versão moderna dos Sturmabteilung). Como é que sabemos que o grupo tomou este gesto do promotor como um sinal de encorajamento? Ora, porque o mesmo grupo "anti-fascista" publicou outra declaração incendiária apelando à queima das instalações da Kath.net - o website que reportou o caso.

É fácil de imaginar o tipo de acções que os promotores públicos da maioria dos países europeus levariam a cabo se por acaso o mesmo tipo de apelos à violência tivessem sido dirigidos a muçulmanos, homossexuais, minorias étnicas ou outro "grupo protegido" da esquerda politica. Os Cristãos, no entanto, não são (nem querem ser) um dos "grupos-vítima" da esquerda militante, e como tal, grupos esquerdistas sentem-se perfeitamente à vontade para propagar o ódio contra eles.

O anti-Cristianismo actual, semelhante ao anti-semitismo do nacional-socialista Adolf Hitler, vai ter (e já está a ter) consequências graves se não for combatido de forma firme HOJE.

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", um instituto de pesquisa não-governamental, publicou recentemente um relatório em torno dos crimes de ódio e da violência. O que foi apurado é que os Cristãos, e não um dos grupos normalmente catalogados como "oprimidos", são as vítimas mais comuns do discurso de ódio e da violência.

Sem surpresa algum, a fatia de leão do ódio dirigido aos Cristão na Europa é emitido por grupos da esquerda militante - feministas, activistas homossexuais, aborcionistas, etc.

Não é preciso viajar até a um país maometano para encontrarmos Cristãos expostos à perseguição e à intolerância. Nós podemos encontrar o mesmo ódio e atitude genocida em países outrora Cristãos como a Alemanha.

Pior que isso, as autoridades que deveriam monitorizar este tipo de comportamento não parecem excepcionalmente empenhadas em defender a integridade física dos Cristãos.

O marxismo cultural está a avançar tal como planeado.

Fonte

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Vêr também: Ateísmo militante: criminoso e violento.


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