Mostrar mensagens com a etiqueta Crime de Ódio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crime de Ódio. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Como usar o esquerdismo duma feminista contra ela.


Uma jornalista feminista inglesa, esquerdista e arrogante, quixoticamente chamada de Cinnamon Heathclote-Drury, viu o seu esquerdismo a ser usado contra ela ao mesmo tempo que viu o seu mundo a  ser virado do avesso. Chega até a dar pena,  obviamente - mesmo que seja só um pouco. Mas mesmo assim, o riso atinge-nos mais depressa que a simpatia.

Imaginem a cena. Uma jornalista feminista britânica vê uma mulher de hijab [muçulmana] a carregar um largo número de compras para a caixa de pagamento. A feminista olha para isto, e enerva-se com o facto do marido [muçulmano]  encontrar-se por perto e não fazer nada para ajudar a mulher. 

A femi-jornalista não aguenta a sua raiva e abre a sua boca para "ajudar" a muçulmana. Primeiro ela confronta o homem dizendo que a sua esposa precisa de ajuda a colocar as compras na caixa de pagamento. Depois disto, ela passa à frente do homem e começa a ajudar a maometana porque "o feminismo é isto - mulheres a ajudar outras mulheres."



Segundo se sabe, nem a muçulmana nem o marido dela apreciaram muito esta "lição social" que a femi-jornalista resolveu dar a ambos. E tal como muitos maometanos a viver no Reino Unido, eles levaram o caso mais longe e usaram o esquerdismo da feminista contra ela: o casal alegou ter sido vítima de "racismo" e a jornalista foi presa por "crime de ódio".

Demasiado hilariante.

Primeiro que tudo, a jornalista realmente pensou que poderia ser a imagem das crenças liberais [esquerdistas]. Afinal, ela é a rainha do feminismo, e como tal, ela sabe tudo sobre o sofrimento das pessoas de pele castanha. Ela é o ser humano liberal perfeito. Em caso de dúvidas, pergunte-lhe.

Acusada de racismo? De crime de ódio? Como é possível tal coisa?!!

É preciso levar em conta que a indiferença do marido muçulmano ao esforço da mulher é algo tipicamente próprio da cultura maometana. Afinal, depositar as compras no balcão era "trabalho para mulheres." Em muitos países islâmicos, as mulheres são cidadãos de segunda. No mundo muçulmano, dominado pelos homens, as mulheres fazem todo o trabalho relativo às lides domésticas, e todo o trabalho relativo a situações que envolvam crianças. Todo o trabalho mesmo.

Mas a feminista realmente pensou que poderia causar o homem a seguir as suas ideias em torno da forma como ele se deveria comportar. No entanto, ao mesmo tempo que ela pensava que estava a dar uma lição de moral - em torno do liberalismo ocidental - a este chauvinista, a sua própria ideologia é responsável pela  entrada destes mesmos muçulmanos no Reino Unido.  Mas não foram só as pessoas que vieram de países maometanos; os seus costumes também vieram com eles, e, segundo o esquerdismo defendido pela jornalista, a cultura desses colonos muçulmanos é tão válida como a cultura ocidental. Como tal, eles não precisam de ajustar o seu comportamento ao Ocidente.

A ideologia que a feminista subscreve [esquerdismo] é responsável por não dar aos maometanos qualquer tipo de razão para adoptar os valores culturais que ela [a feminista] defende. Portanto, porque é que o muçulmano haveria de ajudar a sua esposa, se a sua cultura não vê problemas nisso, e a cultura da feminista diz que a cultura islâmica é perfeitamente compatível com o Ocidente?

O facto  do casal ter usado a fraqueza da cultura da jornalista para a atacar, usando as famosas "leis do crime de ódio", é verdadeiramente hilariante.

No fim, a jornalista teve sorte uma vez que o sistema judicial absolveu-a das acusações e ela foi liberta. Mas a próxima feminista arrogante que tente usar os seus valores culturais para criticar os maometanos pode não ter tanta sorte.

Portanto, o liberalismo esquerdista pode causar a que o liberal esquerdista vá parar à prisão por querer que os imigrantes adoptem o liberalismo esquerdista, embora o mesmo liberalismo esquerdista defenda que todas as culturas (incluindo aquelas que são totalmente distintas do liberalismo esquerdista) são moralmente válidas.

Não dá para inventar estas coisas.

sábado, 18 de agosto de 2012

Justiça russa condena feministas que levaram a cabo crime de ódio contra Cristãos

Três membros da banda punk com o ofensivo (para as mulheres) nome de "Pussy Riot" [daqui em diante, apenas PRiot] foram sentenciadas a dois anos de cadeia por motivos de "hooliganismo motivado pelo ódio religioso". O veredicto pode ser recorrido em 10 dias.

A juíza do caso afirmou que o hooliganismo pode ser qualificado de crime quando as acções demonstram "desrespeito e desafio claro pelas normas aceites e pelos gostos de outrem", e quando "são levadas a cabo por um grupo numa conspiração." A juíza afirmou ainda que o "tribunal não confia no testemunho das rés" de que as suas acções não foram motivadas pelo ódio uma vez que "os seus gritos e cânticos foram considerados inquestionavelmente pelas vítimas como manifestações do seu ódio religioso."

As declarações das testemunhas que presenciaram a atitude das PRiot dentro da Catedral "Cristo o Salvador" (Moscovo), e que a qualificaram de "agressiva e insultuosa para os crentes", foram lidas enquanto os membros da banda ouviam. As advogadas de defesa Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich alegaram que o "protesto não foi anti-religioso mas sim político, feito como forma de chamar a atenção para as actividades da Igreja Ortodoxa durante a reeleição de Putin como presidente."

Por outro lado, o Ministério Público pediu 3 anos de prisão, alegando que a atitude das PRiot insultou todos os Russos Ortodoxos, e que as mulheres poderiam ser um perigo para a sociedade se não fossem enjauladas.

Um homem que normalmente prepara os cultos na igreja atacada, disse que as PRiot estavam vestidas de "forma imprópria" e "saltavam por todo o lado" à medida que gritavam "palavras blasfemas" (ex: "Maria, torna-te feminista!"). Para além disso, o homem disse que o propósito da banda era mesmo o de insultar os Cristãos.

Outro homem que também trabalha na igreja descreveu a luta física que ocorreu quando os guardas tentaram por término à performance, afirmando que as feministas "imitavam movimentos satânicos com as suas mãos" e que os congregantes "exigiram que a blasfémia terminasse."

Uma congregante Ortodoxa que trabalhou na catedral testemunhou que "as acções afectaram de modo profundo as suas convicções religiosas" ao mesmo tempo que outro homem disse que "sofreu danos morais."

Mais importante que isto, é o facto das testemunhas afirmarem que não ouviram as PRiot a gritar qualquer tipo de slogan político.

O vídeo do acto de ódio destas feministas pode ser visto aqui.



* * * * * * *
Como é normal em situações onde os Cristãos são vítimas de ódio religioso, as feministas tentam de forma desesperada minimizar o ódio anti-Cristão que serviu da base às suas acções, ao mesmo tempo que tentam colocar estas satânicas "mulheres" sob o manto de "activistas pela democracia". Mas qualquer pessoa com 5 cm de cérebro se apercebe que esta tentativa está condenada ao fracasso. Elas foram condenadas por vandalismo MOTIVADO POR ÓDIO ANTI-CRISTÃO ("religioso") e não por se manifestarem contra Putin.

Tendo isto como base, de que forma é que as "cristãs" que se alinham com o feminazismo ficam no meio desta história? Se o movimento político, social e sexual com o qual tu te alinhas luta contra a fé que tu dizes professar, talvez seja a hora de escolheres uma a outra. Não há união entre feminismo e Cristianismo.

Outra coisa refutada pela notícia descrita em cima é o facto das feminazis afirmarem que o ódio das PRiot "era contra Putin e não contra os Cristãos". Se isto é assim, porque é que escolherem uma igreja para levar a cabo o seu ódio? Putin por acaso é padre? Putin tem algum cargo eclesiástico nesta igreja específica? Se isso aconteceu porque "a igreja apoiou Putin", então as PRiot poderiam ter escolhido muitas outras instituições que também deram apoio a Putin (bancos, músicos, etc).

Como é que elas sabiam que esta igreja específica deu apoio a Putin? Para além disso, seria muito mais lógico levar a cabo este tipo de iniciativas junto do local onde se encontra a presidência russa, e não numa pacífica igreja Cristã. Elas escolheram uma igreja porque, normalmente, os Cristãos não respondem de modo agressivo aos actos de violência motivados por ódio anti-Cristão. Mas talvez seja altura de mudar isso.

Por fim, por todo o mundo islâmico, mulheres muçulmanas são apedrejadas, violadas, queimadas, espancadas, decapitadas e outras coisas mais, mas as feministas ocidentais focaram-se que nem abelhas num caso onde as feministas foram condenadas (justamente) por levarem a cabo actos de vandalismo anti-Cristão. Este facto por si só demonstra o quanto as feministas realmente "se preocupam" com as mulheres, e como o seu movimento nada mais é que um movimento político anti-Cristão mascarado de "movimento das mulheres."

Mas se tu és feminista, por favor, continua dar o teu apoio a este movimento idiota. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas vão sendo apedrejadas em plena luz do dia e as tuas líderes - aquelas que te dizem o que pensar, como pensar, e como falar - nada fazem em relação a isso. Afinal de contas, é mais importante defender vândalos e promover o aborto do que salvar a vida de mulheres muçulmanas genuinamente oprimidas.




...

domingo, 8 de abril de 2012

Relatório: 85% dos crimes de ódio na Europa é contra Cristãos

Relatório recente revela que 85% dos crimes de ódio perpetuados na Europa durante o ano de 2011 foram dirigidos a Cristãos.

O relatório, proveniente da organização "Observatory on Intolerance and Discrimination Against Christians in Europe", com base na Áustria, catalogou uma hierarquia de incidentes começando no vandalismo e insultos até à supressão de símbolos religiosos, profanações, "crimes de ódio, e violência religiosamente motivada.

O Dr. Gudrun Kugler, director do observatório, disse que os estudos sugerem que 85% dos crimes de ódio na Europa são dirigidos aos Cristãos. O mesmo afirma:

É tempo do debate público responder a esta realidade.
Na Escócia, 95% da violência com motivações religiosas aflige os Cristãos. Na França, 84% do vandalismo é dirigido aos locais de adoração Cristã.

O observatório monitorizou também as restrições impostas aos Cristãos. Uma definição restritiva da liberdade de consciência significa que profissões tais como magistrados, médicos, enfermeiras, parteiras e farmacêuticos estão "lentamente a fechar as portas aos Cristãos."

Professores e pais "enfrentam problemas" quando não concordam com a ética sexual definida pelo Estado, concluiu o relatório.

Uma pesquisa no Reino Unido indicou que a percepção pública está de acordo. Setenta e quatro por cento dos inquiridos afirmou que há mais descriminação negativa contra os Cristãos do que contra as outras confissões religiosas.

Fonte

* * * * * * *

A limitação da liberdade de expressão Cristã é um passo importante para o marxismo cultural visto que, quanto mais forte for o Cristianismo numa sociedade, menos susceptível a mesma é de aceitar o esquerdismo que a elite está a impor na Europa.

Um dos claros exemplos disto é a resistência que os Católicos ingleses estão a levantar contra a agenda gayzista da elite política inglesa.

Escusado será acrescentar isto, mas se 85% dos crimes de ódio na Europa fossem dirigidos a um dos grupos "protegidos" do marxismo cultural (homossexuais, feministas, etc), esse facto seria noticiado constantemente e de modo exaustivo.


domingo, 1 de abril de 2012

Grupo esquerdista alemão quer ver igrejas a arder

Um apelo online em favor de se "verem igrejas a arder" foi publicado num "Desejo de Natal" de 2011 por parte dum grupo esquerdista com o nome de ‘Antifa Freiburg’:
Não abdicaremos da esperança de observarmos um milagre [de Natal], de modo a que nos possamos aquecer com o brilho de igrejas a arder.
Havendo recebido várias queixas por parte de Cristãos que recearam que estes incitamentos, se não punidos de forma rápida, pudessem ser postos em práctica, um promotor público deu início a um inquérito. No entanto, pouco depois de terem iniciado o dito inquérito, as autoridades locais tomaram a decisão de arquivar o incidente, afirmando que os desejos do grupo Antifa Freiburg "em ver igrejas a arder no próximo ano" foram só "publicações de mau gosto que, não sendo direccionadas contra uma pessoa particular ou igreja particular, não eram relevantes para a lei criminal."

Reparem no que este promotor não disse; ele convenientemente deixou de fora a expressão "grupo particular" porque isso seria suficiente para continuar com as "incómodas" investigações. Ele teve o cuidado de dizer "pessoa particular" e "igreja particular" como justificação para cancelar o inquérito visto que, na verdade, a ameaça não ataca nenhuma pessoa individual e nem especifica uma igreja por nome.

No entanto. qualquer pessoa se apercebe que este "motivo" para abandonar as investigações são uma farsa esquerdista porque a ameaça é dirigida a um grupo específico - os Cristãos. Se o mesmo tipo de ameaças fossem dirigidas às sinagogas, qualquer pessoa não ébria com o vinho marxista cultural veria que isso era uma ameaça dirigida aos judeus como grupo específico - apesar de não ser dirigido a um judeu em particular nem a uma sinagoga específica.

Para além disso, disseram as autoridades, seria difícil determinar o autor dos desejos de natal visto que o grupo Antifa Freiburg publica a sua propaganda incendiária num servidor situado na Islândia.

A impunidade gera o crime. A recusa do promotor público em investigar este caso foi tomado como um encorajamento por parte do auto-intitulado grupo "anti-fascista" (que, a julgar pelas suas acções, são a versão moderna dos Sturmabteilung). Como é que sabemos que o grupo tomou este gesto do promotor como um sinal de encorajamento? Ora, porque o mesmo grupo "anti-fascista" publicou outra declaração incendiária apelando à queima das instalações da Kath.net - o website que reportou o caso.

É fácil de imaginar o tipo de acções que os promotores públicos da maioria dos países europeus levariam a cabo se por acaso o mesmo tipo de apelos à violência tivessem sido dirigidos a muçulmanos, homossexuais, minorias étnicas ou outro "grupo protegido" da esquerda politica. Os Cristãos, no entanto, não são (nem querem ser) um dos "grupos-vítima" da esquerda militante, e como tal, grupos esquerdistas sentem-se perfeitamente à vontade para propagar o ódio contra eles.

O anti-Cristianismo actual, semelhante ao anti-semitismo do nacional-socialista Adolf Hitler, vai ter (e já está a ter) consequências graves se não for combatido de forma firme HOJE.

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", um instituto de pesquisa não-governamental, publicou recentemente um relatório em torno dos crimes de ódio e da violência. O que foi apurado é que os Cristãos, e não um dos grupos normalmente catalogados como "oprimidos", são as vítimas mais comuns do discurso de ódio e da violência.

Sem surpresa algum, a fatia de leão do ódio dirigido aos Cristão na Europa é emitido por grupos da esquerda militante - feministas, activistas homossexuais, aborcionistas, etc.

Não é preciso viajar até a um país maometano para encontrarmos Cristãos expostos à perseguição e à intolerância. Nós podemos encontrar o mesmo ódio e atitude genocida em países outrora Cristãos como a Alemanha.

Pior que isso, as autoridades que deveriam monitorizar este tipo de comportamento não parecem excepcionalmente empenhadas em defender a integridade física dos Cristãos.

O marxismo cultural está a avançar tal como planeado.

Fonte

* * * * * * *

Vêr também: Ateísmo militante: criminoso e violento.


terça-feira, 18 de outubro de 2011

França: 5 norte-africanos atacam casal branco

Obrigado ao rafael123montovani pela sugestão.

Sem dúvida que o SOS Racisme foi contactado e notificado deste óbvio caso de crime de ódio.

Certo? Certo?!!

Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.

A ideologia toma preeminência sobre a moralidade.

A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.

Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.

Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.

É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.

O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.

Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:

After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O silêncio esquerdista perante a homofobia islâmica

Para quem não está ainda familiarizado com os propósitos do marxismo cultural, olhando para a forma como os mesmos defendem e avançam com a agenda sodomita, seria de esperar eles se insurgissem com a violência islâmica dirigida aos homossexuais.
A comunidade gay de Tower Hamlets tornou-se no alvo dos extremistas.

Crimes homofóbicos aumentaram cerca de 80% desde 2007/2008 . . . Durante o ano passado, um grupo de 30 muçulmanos agitou um pub homossexual local - o "George and Dragon" - agredindo e abusando os clientes.

Muitos fregueses do pub disseram ao "SundayTelegraph" que já foram atacados e assediados pela juventude maometana local. Em 2008, um estudante de 20 anos - Oli Hemsley - foi deixado permanentemente paralisado depois dum ataque por parte de um grupo de jovens islamitas.

Apenas um dos agressores foi apanhado e enjaulado.

Incidentes como este revelam de forma clara as prioridades esquerdistas. Para eles, os muçulmanos são bem mais úteis para o avanço da sua agenda política do que a ínfima população homossexual.

As queixas feitas por parte dos homossexuais (e de outros grupos vítimas do ódio islâmico) normalmente são rejeitadas segundo a desculpa de não se querer ser um "islamofóbico".

Ou seja, o politicamente correcto, o multiculturalismo e a sede de manter os maometanos a votar à esquerda faz com que os líderes esquerdistas ignorem pessoas como o jovem homossexual Oli Hemsley, vítima do ódio muçulmano.

Para os esquerdistas, a ideologia está acima de tudo - mesmo acima da integridade física de grupos sociais que normalmente dão o seu apoio a partidos políticos esquerdistas. É por isso que o nominal apoio que o esquerdume dá aos homossexuais é apenas uma táctica para atacar o Cristianismo. Acabando de destruir o Cristianismo (na Europa), os esquerdistas vão-se descartar dos homossexuais.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Feministas odeiam Cristãos


Em Espanha, os ataques e ofensas aos católicos estão-se a agravar à medida que os grupos radicais aumentam a sua agressividade. Os assaltos às capelas universitárias em todo o país ou a convocatória de uma "procissão ateia" em Madrid cuja referência é o incêndio de igrejas durante a II Républica, são só alguns exemplos.

No último ataque, e provavelmente o mais grave tendo em conta como foi reivindicado, foi a tentativa de incendiar uma igreja em Barcelona nos finais de Março. Os responsáveis deste último ataque vangloriaram-se. Num site na internet publicou-se um texto do grupo feminista que reivindica o ataque.

Encoberto pelo anonimato, neste site de grupos esquerdista afirma-se que

"na noite de terça-feira, 22 de Março, para quarta-feira 24, um grupo de mulheres incendiámos a porta principal de seis metros, da igreja situada na praça de Sarriá."

Acrescentam que

"embora também constasse dos nossos objectivos criar dano material, e assim aconteceu, esta acção é principalmente simbólica. A Igreja simboliza e representa a opressão histórica e actual sobretudo contra nós enquanto mulheres, decidindo sobre os nossos corpos e os nossos papéis sociais nesta sociedade patriarcal."
As feministas que reivindicam este crime prosseguem com o seu ódio aos católicos e afirmam no texto onde se auto-incriminam,
"com esta acção, oferecemos a nossa oferta particular à Igreja e seus valores: 3 litros de gasolina, que arderam iluminando a escuridão da noite".
Orgulhando-se do delito continuam
"queremos dedicar este gesto a todas aquelas mulheres mortas pela moral do perdão e da submissão, a todas as meninas abusadas e a todas as mulheres que não se conformam com o papel que lhes é imposto".
Por isto, "incentivam todas as rebeldes de dia e de noite" a atacar igrejas. "A única igreja que ilumina é aquela que arde", termina o texto.

Não é o primeiro ataque a esta igreja. O reitor, padre Manuel Valls, assegura que o incêndio da enorme porta de madeira do templo é o quinto ataque que recebem em três anos sem que a polícia tenha identificado qualquer responsável.

Aqueles que julgam que o motivo por trás deste ataque a edifícios Cristãos tem alguma coisa a ver com o tratamento que as mulheres receberam por parte dos Cristãos está enganado. Esta iniciativa feminista militante tem como propósito destruir a única força com expressão mundial que luta pela sanidade na sexualidade e pela dignidade da vida humana a partir da concepção: o Cristianismo.

A sua raiva é contra o Cristianismo. A alegação de que isto é uma vingança por algo que foi alegadamente feito no passado é uma mentira grosseira porque se a preocupação feminista fosse o bem estar das mulheres, elas voltariam-se contra a ideologia político-religiosa que mais maltrata as mulheres: o islão.

Onde está o ódio feminista contra os muçulmanos que queimam muçulmanas por estas quererem aprender? Onde estão as feministas a incendiar mesquitas, lugares onde se ensina que a mulher pode ser espancada pelo marido se este assim o quiser? (Alcorão 4:34).

A guerra das feministas é contra o Cristianismo. Elas escondem-se por trás das mulheres porque não tem a coragem de revelarem publicamente o seu ódio à família, à vida intra-uterina e a sanidade sexual.

Mas elas que continuem com as suas fogueiras e se habituem a elas uma vez que o seu destino eterno vai ser também uma fogueira.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Rapariga branca espancada por 4 raparigas negras

Pode-se perguntar: para quê colocar a etnia das agressoras e da agredida? Porque hoje em dia temos muito em voga a noção de que certos grupos nunca podem ver os seus comportamentos analisados e criticados. Geralmente são os grupos que politicamente se alinham com a esquerda que tem este privilégio. O resto da sociedade (conservadores, Cristãos, Sionistas, movimento Pró-vida, etc) já não tem essa benesse.

Obviamente que não há nada na biologia dos negros que os torne mais ou menos violentos que o resto da humanidade. Se fossem 4 brancos contra um negro, o acto seria tão desprezível e tão demoníaco como o que se verificou. O que se passa aqui é uma questão cultural e um ambiente cuidadosamente preparado de modo a que certos grupos tenham "carta verde" para levar a cabo acções que mais ninguém na sociedade tem.

Por exemplo, um muçulmano pode colocar-se em cima dum carro e gritar "Morte ao Judeus!" bem no centro da Europa e ele vai ser levemente penalizado (se verdadeiramente fôr penalizado). Agora se um Judeu diz que um homem que mata 5 pessoas durante o seu sono (3 crianças incluídas) é um selvagem, esse Judeu vai ver o sistema legal a abater-se com ele com uma violência "especial". Os média sobre o controle esquerdista vão escrever editoriais ofensivos e o tal Judeu vai receber ameaças de morte. Se duvidam, vejam o que aconteceu com a escritora Judia Melanie Phillips.

O que este vídeo mostra são algumas miúdas negras a agredirem de forma brutal uma miúda branca. Não se sabe qual é o motivo, mas mesmo que se soubesse, seria irrelevante.

Esperemos ansiosamente que o Barack Obama, ou o Al Sharpton ou o Jesse Jackson se manifestem de forma proporcional à violente agressão. Não tenham é muita fé que isso aconteça, porque esses esquerdistas só vêem racismo quando é contra os negros, os muçulmanos (qual é a "raça" dos muçulmanos mesmo?) ou contra qualquer outro grupo social que vote nos esquerdistas.

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT