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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Três homens que salvaram a Civilização Cristã

Por Robert Beckman

Nem sempre a Civilização Ocidental teve o poder militar e científico que tem tido nos últimos 500 anos. Isto só foi possível devido às acções de um grupo de elite de homens a lutar através das gerações. Isto só foi possível através da ponta dos machados, das espadas e dos rifles. Apresento-vos 3 homens assim, que definiram as fronteiras da Civilização Ocidental e demarcaram um futuro para que o Ocidente se tornasse próspero.

1. Charles Martel (O Martelo) e a Batalha de Tours.

A Europa de 732 AD , tal como a de hoje, encontrava-se sitiada por invasores islâmicos. Os Mouros haviam avançado através da Península Ibérica e tinham os seus olhos focados no coração da Europa. Charles não tinha um exército profissional ao seu comando, mas sim agricultores normalmente habituados a lutar entre o plantio a colheita.

O seu grupo-ralé de guerreiros-agricultores encontrava-se excedido em número na ordem de 3:1, e estavam a lutar contra soldados profissionais endurecidos pela guerra. Usando tácticas defensivas, formações unidas, e tendo o terreno como vantagem sua, Martel foi capaz de parar a invasão islâmica da Europa.

2. Jean De Valette e o Cerco de Malta

No ano de 1565 AD, o Império Otomano estava a expandir-se rapidamente para o oeste, havendo já tomado conta da maior parte da zona costeira do Norte de África e dos Balcãs. Tudo o que se encontrava no seu caminho, a impedir mais conquistas, era uma pequena ilha do Mediterrâneo ocupada por uma pequena ordem de 700 cavaleiros. Se os Otomanos tivessem conquistado a ilha, passariam a ter um trampolim para a Sicília, Itália e mais para dentro da Europa.

A Ordem dos Cavaleiros Hospitalários foi reforçada com nativos Malteses, um pequeno número de guerreiros Italianos, Gregos e Espanhóis, bem como os seus serventes. Mesmo com este reforço, as forças dos Cavaleiros encontrava-se excedida em número na ordem dos 8:1. No espaço de um mês, a força de 50,000 guerreiros Otomanos, juntamente com 70 canhões de cerco, capturaram o Forte de São Elmo.

Os corpos dos cavaleiros mortos foram decapitados, amarrados de modo a formar uma cruz, e colocados a flutuar rumo ao Forte São Angelo. De Valette respondeu ao insulto ordenando os seus homens que disparassem, com canhões, cabeças de soldados Otomanos em direcção aos acampamentos dos Otomanos.

O cerco continuou, e cerca de dois meses mais tarde, os Otomanos conseguiram fazer uma brecha nas paredes da ilha principal, e passaram a contar com uma vitória. Mas não foi isso que aconteceu. O próprio De Valette pegou no seu pique e avançou contra a brecha, inspirando os seus homens. Os Otomanos que entravam pela brecha foram cortados e abatidos ao mesmo tempo que eram empurrados para frente pela massa de corpos atrás deles.

Os homens de De Valette resistiram corajosamente durante mais um mês até que uma força de socorro de 28 barcos contendo 10,000 guerreiros provenientes de toda a Europa Cristã expulsou os Otomanos.

3. Jan III Sobieski e Cerco de Viena

No ano de 1683, o Turcos Otomanos estavam a preparar uma ofensiva gigantesca a Viena, um importante ponto estratégico que, se tomado, deixaria as portas da Europa abertas para ao domínio islâmico.

Mais uma vez, as forças Europeias encontravam-se numericamente severamente excedidas. Uma coligação de nobres Germânicos, o Santo Império Romano, e a Commonwealth Polaco-Lituana levantou-se contra 300,000 invasores islâmicos.

As fortificações de Viana era as mais fortes e as mais avançadas da altura, com centenas de canhões de ponta colocados estrategicamente por todas as paredes. Sapadores Turcos cavaram túneis por baixo das paredes e colocaram barris de pólvora em locais estratégicos. Durante dois meses, Viena viu-se isolada e passou fome.

As paredes estavam a ser destruídas em pedaços e os abastecimentos tinham acabado. No preciso momento em que a cidade estava quase a ser tomada, 80,000 dos melhores soldados da Europa, sob o comando do Rei Sobieski, vieram em defesa de Viena.

O Rei Sobieski, um génio da táctica, colocou cerca de 60,000 homens da infantaria a lutar logo no início do dia. Depois de horas de combate, os Turcos estavam desgastados e cansados. O Rei Sobieski liderou então o maior ataque de cavalaria da História; cerca de 20,000 cavaleiros avançaram ao mesmo tempo pela encosta abaixo rumo aos Turcos desgastados. À frente do ataque encontravam-se 3,000 Hussardos Polacos, a cavalaria pesada mais bem treinada, melhor equipada, mais implacável de sempre.

O resultado foi uma carnificina. Até à moderna política de imigração, nunca o mundo islâmico havia tentado invadir o Ocidente a esta escala.

Lições:

Estes três heróis do Ocidente demonstram os 4 traços da masculinidade listados por Jack Donovan: força, coragem, mestria e honra. Este homens não lutaram sozinhos mas eram líderes. Liderando por exemplo, eles lutaram na linha da frente ao lado dos seus homens, colocando-se a eles mesmos em perigo eminente.

Este método de liderança inspirou coragem dentro dos corações das suas tropas. Nos dias de hoje, muitos pensam que a liderança é simplesmente colocar uma cara autoritária e dizer aos outros o que fazer; estes três homens provam que esta noção está errada. Juntos, Martel, De Valette, e Sobieski deram ao Ocidente uma tradição de honra e um legado de valentia..

- http://goo.gl/RY8VNo
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domingo, 16 de dezembro de 2012

Miss França vítima de racismo por ser branca

Fonte

A mais recente Miss França viu-se envolvida em acusações de racismo e guerra verbal com outras mulheres - antigas vencedoras do concurso - passados que estavam alguns dias depois da sua vitória. O "Representative Council of Black Associations" (CRAN) denunciou a estudante de medicina de 19 anos Marine Lorphelin,  por ser "branca como a neve", e criticou a falta de participantes negras e árabes.

A organização caracterizou o concurso de "desactualizado" e um insulto à diversidade étnica do país, o que gerou uma resposta agressiva por parte dos apoiantes de Marine Lorphelin.

Numa declaração feita em conjunto com o criador da "Miss Black France", Fred Royer, o presidente da CRAN, Louis-Georges Tin, afirmou:

O facto dum evento como este falhar em representar a população francesa contemporânea é obviamente sério. Isto é quase como negar a existência de franceses com origens africanas.

Mas Didier Maisto, editor da Lyon Capitale, website localizado na mesma região onde vive (ou vivia)  Marine Lorphelin, afirmou ao The Times que "Este tipo de comentários, que são violentamente anti-Republicanos, buscam formas de colocar os franceses uns contra os outros." [ed: É esse o objectivo.]

Poucos dias depois da vitória de Marine Lorphelin, uma concorrente mestiça, Auline Grac - de 21 anos - venceu a competição dissidente Miss Prestige.

Era suposto a menina Lorphelin aparecer no talk-show "Faut Pas Rater Ca" no canal público France 4, onde ela seria entrevistada por Elodie Gossuin - que venceu o concurso Miss França no ano passado e dá o seu apoio ao concurso Miss Prestige.

Mas a directora-executiva da "Miss France Company", Sylvie Tellier, que venceu o concurso em 2002, recusou-se a permitir que Marine Lorphelin fosse entrevistada pela sua amarga rival.

Os executivos televisivos cederam aos pedidos e enviaram Elodie Gossuin de volta para casa, apesar de surgirem acusações de que estes haviam falhado ao não defenderem a independência editorial.

Mais tarde, Marine Lorpehlin foi entrevistada pela apresentadora Isabelle Morini-Bosc, que lhe perguntou sobre a pequena cicatriz no nariz. Marine respondeu:

Você reparou! Foi uma cirurgia plástica. Quando eu era adolescente tinha uma pequena crosta no nariz, e não era nada bonito.

Marine Lorphelin tomou parte na competição que teve 32 outras finalistas - 8 provenientes de minorias étnicas e 6 de territórios ou ex-territórios franceses do Pacífico e das Caraíbas - e venceu-a no último fim de semana.

A declaração da CRAN diz ainda:

No antiquado mundo do concurso "Miss França", os negros só podem vir de departamentos ultramarinos. As mulheres francesas com origens norte-africanas fizeram-se representar com apenas uma candidata e foi rapidamente eliminada (será que era demasiado muçulmana?). A nova Miss  França é tão branca  como a neve do final do ano que se faz notar nos campanários da eterna França.

* * * * * * *

Se o propósito da CRAN é que o concurso represente a "diversidade étnica do país", e como os brancos fazem parte dessa "diversidade étnica", qual é o problema em ter uma Miss França branca? Mais grave ainda é que existe um concurso com o nome "Miss Black France", onde as mulheres brancas (e supostamente as mulheres árabes) não podem tomar parte.

Como diz Didier Maisto, editor da Lyon Capitale, este tipo de declarações não têm como propósito defender as mulheres negras e árabes, mas sim colocar negros e árabes contra os brancos. Isto é a clássica "guerra de classes" marxista aplicada às etnias - que tem como propósito defender os "oprimidos" (os não-brancos) e atacar os "opressores" (os brancos). Isto é racismo politicamente motivado.

As mulheres negras e árabes que dão o seu apoio a instituições como a CRAN não irão de maneira nenhuma ver a sua condição melhorada; elas apenas são idiotas úteis usadas como forma de atacar o sistema social, politico vigente. Mal a sua função desestabilizadora esteja terminada, organizações como a CRAN desaparecerão da sociedade.


Para além disso, não sei se é boa ideia as mulheres árabes tomarem parte em concursos de beleza, ou trabalharem em áreas que envolvem a beleza feminina.




terça-feira, 18 de outubro de 2011

França: 5 norte-africanos atacam casal branco

Obrigado ao rafael123montovani pela sugestão.

Sem dúvida que o SOS Racisme foi contactado e notificado deste óbvio caso de crime de ódio.

Certo? Certo?!!

Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.

A ideologia toma preeminência sobre a moralidade.

A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.

Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.

Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.

É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.

O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.

Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:

After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.

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