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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Escritor asiático afirma que o multiculturalismo fragmenta a sociedade

Na palestra anual "Milton K. Wong" realizada na UBC, o autor britânico Kenan Malik condenou as políticas multiculturais europeias.

O que o multiculturalismo faz não é dar poder às comunidades minoritárias mas sim dar poder aos alegados líderes comunitários - que ganham poder não porque representam a sua comunidade, mas sim porque têm uma relação com o Estado.

Ele revelou como as políticas da cidade inglesa de Birmingham "geraram conflitos" ao fomentarem competição entre as minorias étnicas por recursos. Em vez de priorizarem as necessidades. disse Malik, distintos "grupos guarda-chuva" que representavam as comunidades tentaram maximizar os seus interesses.

Mal o poder politico e os recursos financeiros são distribuídos por etnia, então as pessoas começam a olhar para si como membros dessa etnia e só como membros dessa etnia.

Imagina que tu és um homem secular oriundo do Bangladesh a viver em Birmingham. Tu não olhas para tu como muçulmano. Tu podes até nem olhar para ti como alguém oriundo do Bangladesh. No entanto, com o passar do tempo, tu começas a olhar para ti nesses termos não só porque essas identidades te dão acesso a poder, influência e recursos, mas também porque essas identidades possuem uma realidade social através da constante afirmação e confirmação.

É dessa forma que as pessoas olham para ti, e como consequência passa a ser a forma como olhas para ti.


Isso, diz Malik, leva a que esse tal homem do Bangladesh tema e tenha ressentimento contra os Africanos oriundos da Caraíbas, contra os Sikhs e contra os Irlandeses, parcialmente porque eles estão em competição consigo no acesso ao poder e aos recursos, mas também porque a sua identidade bangladesa precisa de ser vista como distinta das identidades dos outros grupos.

As consequências disto são o que o grande economista com ascendência indiana Amartya Sen chamou de "monoculturalismo pluralístico" - uma politica impelida pelo mito de que as sociedades são constituídas por uma série de culturas distintas e homogéneas que gravitam umas em redor das outras.

O livro de Amartya Sen, "Identity and Violence: The Illusion of Destiny" (2006) , avisou dos perigos da redução das pessoas para parte da sua identidade - tal como a religião - à custa da multiplicidade da sua identidade, incluindo a classe, o nível de educação, ocupação, passatempos e local de residência.

Sen alegou no seu livro que, depois dos ataques do 11 de Setembro, este "reducionismo" levou políticos tal como o antigo PM Tony Blair a conferir poder imenso aos líderes religiosos para falar em nome das comunidades.

Na sua palestra, Malik colocou ênfase no facto dele viver numa sociedade menos insular e mais cosmopolitana, e no facto dele detestar o racismo. Mas ele alegou também que as políticas multiculturais do governo Europeu fazem da sociedade segmentada uma realidade. [ed: É esse um dos propósitos do multiculturalismo.]

Em Birmingham o resultado [destas políticas] foi o de aumentar as divisões entre a comunidade negra e a comunidade asiática de tal maneira que se geraram conflitos intercomunitários.

Ele continuou afirmando que a controvérsia em torno das imagens de Maomé, feitas por um caricaturista dinamarquês em 2005, estava ligada às políticas multiculturais que reforçam a noção de que as vozes mais conservadoras e reaccionárias são as vozes "autênticas" da comunidade. Ele afirmou ainda que "não há proibição universal islâmica em torno da representação do Profeta" [sic] e que era comum retratá-lo até tempos modernos. Entre os Xiitas, ainda são feitas imagens de Maomé.

A publicação dos cartoons, em Setembro de 2005, não causou reacção imediata, nem mesmo na Dinamarca. Os jornalistas, desapontados com a ausência de controvérsia, entraram em contacto com um certo número de imãs para saber a sua resposta.

Um dos primeiros a ser contactado, Ahmed Abu Laban, "aproveitou o evento dos cartoons para se transformar no porta-voz dos muçulmanos dinamarqueses." Malik acrescentou que os cartoons só se tornaram numa controvérsia depois de alguma pressão por parte dos Sauditas e 4 meses de campanha.

Por aquela altura, a organização de Abu Laban atraía apenas 1,000 dos 180,000 muçulmanos para as rezas de Sexta-Feira. Mas uma vez que Abu Laban era famoso no país por ter dado o seu apoio ao ataque de Osama bin Laden às torres do "World Trade Center", ele era a pessoa ideial para ser contactada pelos jornalistas.

"Os liberais ocidentais passaram a ver figuras como Abu Laban como as genuínas e autênticas vozes dentro do islão," disse Malik. E é por isso que eles olham para os cartoons como algo ofensivo. Como consequência desta forma de pensar, diz Malik, as vozes progressivas dentro das comunidades são paulatinamente marginalizadas. Elas passam a ser consideradas "muito ocidentais, seculares ou progressivas demais para genuinamente pertencerem à comunidade."

Malik alegou também que o desejo liberal de exibir respeito por todas as culturas e crenças leva a que seja feito um policiamento ao discurso público como forma de reduzir as fricções entre as culturas.

Parece que uma das ironias de se viver numa sociedade pluralista é que a preservação da diversidade requer que deixemos menos espaço para a diversidade de pontos de vista. . . . Deixando de lado a questão se há ou não algo de errado em ofender - e eu acho que não há - o problema com esta linha de argumento é que o que é geralmente considerado uma ofensa para uma comunidade, é sim um debate dentro da comunidade.


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Se o multiculturalismo não funciona, a lógica leva-nos a concluir que o mais sensato é dar término a todos os passos que visam colocar lado a lado pessoas que, aparentemente, não querem estar lado a lado. Mas pacificamente dar término a um processo social, político e ideológico é difícil sem primeiro que os autores de tal processo revelem o porquê de o terem instalado.

Malik lamenta o facto das manobras multiculturais fragmentarem a sociedade sem saber que esse é o objectivo. Quem lançou as bases para a imigração em massa de grupos religiosos e culturais não assimiláveis com a cultura ocidental, sabia perfeitamente que tal influxo de estrangeiros perturbaria não só perturbaria a ordem social, como geraria conflitos comunitários. Aliás, foi com os olhos colocados nessas tensões sociais futuras que as portas da Europa e dos EUA foram abertas à imigração em massa.

Devido a isto, ficar surpreso com o facto do multiculturalismo gerar sociedades balcanizadas, é o mesmo que ficar surpreso por um homem morrer depois de dar um tiro na sua própria cabeça: era esse o objectivo.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Nações Unidas ataca identidade cultural europeia


O representante especial para os assuntos em torno da migração afirmou que a União Europeia (UE) deve fazer "os possíveis" para debilitar a "homogeneidade" dos seus estados membros. Peter Sutherland declarou que a prosperidade futura de muitos dos países da UE depende deles se tornarem multiculturais.

Ele sugeriu também que a política governamental do governo do RU (Reino Unido) não tem qualquer tipo de apoio junto do sistema legal internacional.

As suas palavras foram proferidas quando ele estava a ser interrogado por um comité dedicado a investigar a migração global.

Sutherland, que é um presidente não-executivo da Goldman Sachs International e um antigo presidente da BP, encabeça o "Global Forum on Migration and Development", que reúne representantes de 160 nações como forma de partilhar propostas e políticas.

Ele disse ainda ao comité que a migração era "crucial para o crescimento económico" em algumas nações da UE, "por mais difícil que seja explicar isto aos cidadãos desses estados."

Fonte

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Obviamente que Sutherland está errado quando diz que a prosperidade futura de muitos dos países da UE depende deles se tornarem multiculturais. Como é que ele sabe disso? Que estudos é que ele tem que suportem a tese de que a homogeneidade dos países membros europeus é um impedimento ao seu progresso económico?

Imaginem que temos 10 pessoas numa fábrica em apuros financeiros e que como "medida de recuperação" é-lhes proposto que contratem pessoas que não estejam cientes da operacionalidade da mesma como passo para ela sair da crise. As 10 pessoas imediatamente lhe dirão que a sua "proposta" não faz sentido económico algum.

O que tira países da crise é o talento e a forma como o mesmo é posto em práctica - independentemente da etnia das pessoas. O Japão é um exemplo disso.

Ao contrário do que disse Sutherland, quem lucra com a destruição da unidade cultural europeia não são os europeus, mas sim o esquerdismo defendido pelas Nações Unidas e pelos globalistas. Esta "medida" proposta por este representa da ONU é uma manobra cultural tendo em vista um propósito político.

Claro que este mesmo homem, perante representantes muçulmanos, africanos, chineses ou indianos, nunca se atreveria a dizer que a medida que eles precisam para sair da crise é a destruição da "homogeneidade" da sua sociedade.

O marxismo cultural fica claramente patente com esta gritante dualidade de critérios.


quarta-feira, 16 de maio de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa (em Odense) para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros seus vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Chegamos à conclusão que não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

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A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir Cristãos, trazendo consigo o mesmo ódio anti-Cristão que exibem nos seus países de origem. O governo do país onde eles agora vivem recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por estes se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito - em vez de gerar a imaginada harmonia entre os grupos culturais?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é practicamente impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos? Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram, isto é, destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

Pena é que a maior parte dos europeus ainda não se tenha apercebido que os seus líderes - aqueles que foram eleitos para proteger os interesses europeus - planeiam a destruição da sua própria forma de vida.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Multiculturalismo e Mutilação Genital Feminina

Por todo o Reino Unido (RU) as forças policias estão a levar a cabo uma investigação exaustiva em torno do extraordinário número de mutilações genitais femininas (MGF) que têm ocorrido durante a última década.

Não se deixem enganar: o culpado por este fenómeno é o partido Labour visto que, à custa das tradições e dos valores do nosso país, esse governo teve uma obsessão pelo multiculturalismo e pela imigração descontrolada.

Um dos valores particularmente em causa é o da igualdade de género, valor esse pelo qual muitos imigrantes mostram ter um desprezo absoluto - quer seja na violência doméstica, nos casamentos forçados ou na agora crescente vulgaridade da MGF (baseada na ideia de que as mulheres não deveriam ter prazer sexual).

Mais de 100,000 mulheres no RU foram forçadas a suportar o procedimento, mostrando que, no que toca ao multiculturalismo, vivemos actualmente em duas sociedades separadas - não só com valores distintos mas agora com valores em competição num pais com divisão crescente e falta de coerência no que toca a identidade nacional.

Isto é trágico para uma nação que tinha uma ideia clara do que defendia e forneceu os seus melhores ideias ao mundo.

Várias gravações foram já publicadas mostrando um médico e um dentista disponibilizando-se para levar a cabo ou facilitar uma MGF em raparigas de comunidades imigrantes.

Segundo a organização 'Forward', a maioria das vítimas britânicas provém de áreas predominantemente islâmicas de África: Egipto, Etiópia, Somália e famílias sudanesas. Como existem perversões da cultura islâmica similares na Nigéria, Quénia, Togo e Senegal, as raparigas destes países estão também em risco no RU. Só em Londres, e nos últimos 3 anos, mais de 150 meninas foram forçadas a uma MGF por parte dos seus próprios pais.

Contrário ao espírito da igualdade e emancipação feminina da nossa cultura, segmentos minoritários da cultura islâmica defendem que a MGF é importante como forma de refrear o apetite sexual feminino, que é visto como moralmente errado.

Durante os últimos 10, e para lidar com o multiculturalismo nesta frente e com a contínua mudança do nosso país, tivemos que investir enormes quantidades de verbas e tempo erigindo leis criminais para lidar com estas culturas retrógradas que buscam formas de levar a cabo estas prácticas repugnantes.

Qual são os supostos benefícios económicos provenientes destes imigrantes se eles chegam aqui para fazer coisas destas? O aumento de imigrantes da Somália, Etiópia, Sudão durante a última década, levada a cabo pelo partido Labour, conduziu-nos a um aumento significativo da MGF.

Este incidente pode ser apenas uma das muitas minhocas que, com o multiculturalismo sem a integração, se tornou oculta devido à imigração em massa para o nosso país, motivada pela crença socialista do partido Labour (e também pela sua busca vulgar pelo poder e votos) de que todas as culturas são iguais.

Fonte


terça-feira, 24 de abril de 2012

Multiculturalismo: importando a deficiência

Duvido muito que este aspecto "interessante" da imigração seja levado em conta pelos teóricos pro-imigração maometana quando os primeiros afirmam que a imigração "é sempre boa".

Uma investigação levada a cabo pela BBC - há alguns anos atrás - revelou que pelo menos 55% da comunidade paquistanesa se casa com um primo directo. O Times of India afirmou que "assume-se que isto tenha ligação com as probabilidades das famílias paquistanesas de serem 13 vezes mais susceptíveis que o resto da população de ter crianças com desordens genéticas recessivas."

A pesquisa da BBC verificou também que, embora os paquistaneses britânicos sejam responsáveis por 3,4% de todos os nascimentos na Grã-Bretanha (GB), eles constituem 30% dos nascimentos de bebés com desordens recessivas e possuem uma taxa de mortalidade infantil mais elevada que a população geral. Não é surpreendente, portanto, que, à luz destes dados, um membro do Partido Labour tenha apelado ao fim dos casamentos entre primos directos.

Ao mesmo tempo, estima-se que um terço de todos os deficientes de Copenhaga tenham origem estrangeira. Sessenta e quatro porcento das crianças dinamarquesas com pais árabes são iletradas - mesmo depois de estarem cerca de 10 anos no sistema de ensino dinamarquês.

O mesmo estudo concluiu que no que toca a habilidade de leitura, matemática e ciência, o padrão é practicamente o mesmo:

As habilidades dos imigrantes bilingues (na maioria muçulmanos) são extremamente pobres quando comparadas com os colegas dinamarqueses.
Estes problemas dentro da comunidade islâmica trazem várias complicações aos países ocidentais. As despesas em torno dos deficientes (mentais e físicos) muçulmanos, por exemplo, drenam severamente os orçamentos dos países europeus.

Tomando ainda como exemplo a Dinamarca, um terço do orçamento das escolas é usado com crianças com necessidades especiais, grupo onde as crianças muçulmanas estão desproporcionalmente representadas. Mais de metade das crianças com idade escolar e com deficiências mentais ou físicas são filhos de imigrantes - entre os quais os muçulmanos são o grupo maioritário.

Um estudo conclui que, devido ao número de crianças e adultos com deficiências, "a endogamia dos imigrantes custa milhões aos municípios ".

Fonte

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Claro que o problema maior da imigração muçulmana excessiva (ou a imigração excessiva de qualquer cultura com um código moral totalmente distinto da moral ocidental) é o seu duplo efeito transformador. A cultura anfitriã vai ser afectada pela cultura imigrante, e como tal, é tão razoável esperar que os casamentos entre primos directos sejam legalizados e adoptados por vários segmentos da população nativa, como é razoável esperar que os mesmos casamentos sejam banidos.

Embora isto possam ser boas notícias para aqueles que entre vocês tenha primos e primas atraentes, aquilo que a esquerda militante qualifica de "progresso" e "melhoria", na verdade é prejudicial para a civilização ocidental. Tal como planeado.

Isto é mais uma consequência óbvia da perda de identidade Cristã: se a cultura e a moral Cristã não podem ser consideradas como melhores e, como tal, usadas como árbitro em relação a comportamentos provenientes de outras culturas (porque supostamente isso seria "racismo") , então não é possível justificar a censura de comportamentos trazidos por membros de outras culturas.

Não é preciso ser-se um darwinista social para se duvidar dos benefícios a longo prazo da importação de massas ideológicos estatisticamente mais capazes de gerar bebés com deficiências mentais e físicas.

Mais um exemplo óbvio dos malefícios do multiculturalismo.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Multiculturalismo aborcionista

Uma das idiotices mais espantosas da elite esquerdista mundial, e dos seus aliados multiculturalistas dentro do movimento conservador, é a sua recusa em entender que os imigrantes provenientes de outras culturas não só irão reter muitas das tradições dos seus países de origem, como olharão para as tradições do mundo ocidental sob o prisma da sua cultura e expandir essas tradições nas mais variadas formas nem sempre antecipadas.

O Dr Vincent Argent, que trabalhou para a British Pregnancy Advisory Service, afirmou que "sem dúvida" que as mulheres estavam a terminar a sua gravidez devido ao sexo do bebé, e que essa práctica era "razoavelmente generalizada".

Há alguns dias atrás o Daily Telegraph revelou que estavam a ser oferecidos abortos ilegais às mulheres tendo como base o género do bebé. O Dr Argent disse que ocorriam "muitos abortos ocultos baseados na selecção sexual" onde as mulheres se submetiam a um scan ou a um teste do sangue como forma de saber o sexo da criança. Posteriormente elas requisitavam o término da gravidez sem revelar ao médico o verdadeiro motivo por trás da sua decisão.

O Dr Argent acredita que alguns dos seus colegas levaram a cabo términos de gravidez devido ao sexo do bebé e que eles (os que levaram avante com a práctica) não viam nada de mal nisso.

Tive um colega consultor no norte que expressou esse ponto de vista - esse consultor pertencia a uma minoria étnica.

Ele não via nada de eticamente errado nisso porque ele é de opinião que o motivo cultural que leva a que certas culturas prefiram rapazes no lugar de raparigas é tão válido como o motivo anglo-saxão para não ter filhos.

"Bem, estou grávida e eu não quero o bebé".

O que o doutor está a dizer é, se se pode matar qualquer bebé por "não se querer" ou "não se ter condições", então podem-se matar as fêmeas por elas, segundo alguns, terem um valor cultural inferior aos machos.

Do ponto de vista multicultural, não há problemas nenhuns com esta forma de pensar. Algumas culturas valorizam a "escolha" e a "carreira profissional" da mulher como condição para se ter um aborto enquanto outras culturas valorizam o sexo do bebé.

Logicamente falando, ele está absolutamente certo no que diz. Se o aborto é moralmente e legalmente aceite, então é aceite por qualquer que seja o motivo. De facto, não há nada de moralmente condenável em incentivar populações indesejáveis a obter abortos.

Os governos deveriam até exigir abortos a todos aqueles que se candidatam a receber ajuda monetária (subsídios de desemprego, etc). Do ponto de vista aborcionista, não há razões morais válidas para se censurar estas medidas.

O desaparecimento de crianças com o Síndrome de Down deve-se em larga medida ao aborto e aos testes pré-natais. Devido a isto, podemos antecipar o futuro e prever que, à medida que a população imigrante aumenta no Ocidente, o rácio macho-fêmea vai começar a ficar mais parecido com o rácio da China e da Índia - onde em certas áreas há mais rapazes que raparigas precisamente devido ao aborto selectivo.

As feministas, auto-proclamadas "defensoras dos direitos das mulheres", ao promoverem o aborto, estão a promover uma práctica que mata mais mulheres do que homens. Ou seja, o feminismo está a promover o desaparecimento da população feminina.




terça-feira, 6 de março de 2012

"Diversidade cultural" atinge casas de banho inglesas

Um dos benefícios do multiculturalismo é o de permitir que os contínuos (inglês: "janitor") da Universidade de Swansea (US) se mantenham ocupados, e, desde logo, assegurando assim os seus empregos. No entanto, parece que eles têm-se mantido demasiado ocupados.

Depois das mesmas terem sido encontradas num estado lastimoso, os responsáveis pela US colocaram sinais um pouco por todo o lado mostrando aos alunos a forma correcta de usar as instalações sanitárias

As imagens mostram a forma adequada - bem como a forma incorrecta - de usar a sanita.

Os responsáveis culparam as "diferenças culturais" por trás da forma como as casas de banho são usadas pelos alunos estrangeiros. Uma porta-voz pela universidade disse:

Os posters foram produzidos para lidar com as diferenças culturais que, infelizmente, estavam a causar danos e questões em torno da higiene.

A Universidade de Swansea é uma campus multicultural e os posteres informativos foram feitos de modo a serem usados tanto nas casas de banho masculinas como nas femininas.

Um dos estudantes disse:
A maior parte de nós considerou os posters como algo engraçado até que nos apercebemos que não eram uma anedota.
Esta última frase aplica-se que nem uma luva ao conceito do multiculturalismo no geral. A maior parte das pessoas provavelmente gosta da ideia do multiculturalismo até lhes ser dito o que realmente isso é, e qual é o seu propósito final - a destruição da coesão interna da superior civilização ocidental.

Perguntas dirigidas as multiculturalistas militantes que possam ler este blogue: não será etnocêntrico desta universidade insistir que os estudantes provenientes do 3º Mundo usem as instalações sanitárias segundo o conceito Ocidental de saneamento?

Não deveria esta escola "abraçar a diversidade" mesmo que isso implicasse ter instalações sanitárias semelhantes a países como a Libéria ou Coreia do Norte? Ou será que o multiculturalismo deixa de existir quando se fala no uso que se deve dar à sanita?

Coisas que se aprendem na escola primária nas sociedades normais, aprende-se nas universidades nas sociedades controladas pelo esquerdismo. Bem, pelo menos os alunos estão a aprender alguma coisa.


domingo, 15 de janeiro de 2012

Multiculturalismo inglês: violência de honra duplica em apenas 3 anos

Estudos revelam que o número de mulheres britânicas pertencentes a minorias étnicas que reportaram terem sido vítimas de violência relacionada à "honra" cresceu mais do dobro em apenas 3 anos.

Dados recolhidos junto da Metropolitan Police revelam que nos 12 meses que terminaram em Abril de 2011, foram reportados 443 incidentes de violência de honra ou casamentos forçados só em Londres - mais do dobro que no período compreendido entre 2007–08.

Uma sondagem distinta entre todas as forças policiais, usando a Freedom of Information Act, revelou que se reportaram quase 3600 casos em todo o país, só no ano de 2010. Isto dá quase 10 casos de violência de honra por dia.

Abençoado multiculturalismo.

Os activistas avisaram que os casos registados podem ser apenas "a ponta do iceberg" duma vasta gama de incidentes anuais que não são notificados às autoridades devido à pressões familiares ou inconsistências policiais.

Jasvinder Sanghera, fundadora do grupo de apoio a vítimas "Karma Nirvana" disse:

Os dados estão a ser minimizados; estamos a lidar apenas com a ponta do iceberg.

Não sabemos quantos milhares estão em risco visto este ser um crime oculto e não existir qualquer tipo de dever estatutário de o registar.

Isto é um assunto que toca todos os que nasceram aqui (Inglaterra); nós temos mesmo que aceitar isso e deixarmos de ser "culturalmente sensíveis", colocando de lado o medo de sermos chamados de "racistas".

Isto é um assunto que envolve a segurança infantil.

Infelizmente para Jasvinder, a Inglaterra é um dos países mais marxistas culturais que há na Europa. Logo, a crença de que eles vão pôr de lado o seu "politicamente correcto" em favor de acções que sejam boas para as mulheres e crianças envolvidas em "violência de honra" é um pensamento que revela a ingenuidade de quem o expressa.

Para a esquerdalha militante, as mulheres e as crianças que anualmente sofrem de "violência de honra" são pequenos contratempos na "longa marcha através das instituições".

É óbvio que se a polícia inglesa quisesse parar (ou pelo menos reduzir) este tipo de coisas, eles já o teriam há muito tempo. Há uma forma muito simples de se reduzir a ocorrência este tipo de crime: criminalizar a ideologia que serve de justificação a ele (islão). Mas quem realmente acredita que os esquerdistas querem fazer tal coisa?

Um pouco por toda a Europa, os maometanos votam nos partidos da esquerda política. Como tal, e como os esquerdistas estão interessados no poder e não na segurança popular, eles escolhem o politicamente correcto em vez de ofender potenciais votantes.

O islão é um aliado do marxismo cultural (por enquanto) e como tal, os crimes de honra vão continuar a aumentar.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Malmo: o "sucesso" do multiculturalismo sueco


É sempre bom ver como a vida é um mistério para os subscritores do politicamente correcto e do multiculturalismo.

Uma nova vaga de tiroteios ao estilo de execuções na terceira maior cidade sueca tem deixado a polícia confusa, e levantando suspeitas de que Malmo se tenha tornado num ponto de convergência para as matanças relacionadas com guerras entre gangues.

Na Terça-Feira dezenas de polícias saíram à rua da cidade do sul da Suécia (250,000 habitantes) como forma de acalmar o público e recolher dicas sobre os ataques. O porta-voz da polícia Lars-Hakan Lindholm afirmou:

Nós nunca tínhamos visto algo como isto no passado. É impressionante como num curto espaço de tempo tenham ocorrido tantos assassinatos. As pessoas estão preocupadas e querem falar sobre isto.

Em menos de 6 semanas, 5 pessoas foram mortas em assassinatos que aparentavam ser execuções. Isto não só levou a que a polícia local pedisse reforços aos investigadores nacionais, como levou a que o Mayor de Malmo Ilmar Reepalu implementasse um mais rigoroso controle de armas.

Claro que um controle de armas apenas vai ajudar os criminosos visto que os cidadãos obedientes à lei irão seguir as ordens do ignorante Mayor Reepali e ficar totalmente à mercê dos criminosos (que, por sua vez, irão ignorar as ordens do Mayor e manter as suas armas consigo).

O pior é que as leis de controle de armas na Suécia já são bastante rigorosas. As penas por posse ilegal de armas tipicamente variam entre multas a um ano de prisão. Violações mais sérias podem resultar em penas que podem chegar aos 4 anos.

Lindholm afirmou que, devido ao escalar das mortes, a presença policial aumento em 30 policias extra na cidade durante a semana e cerca de 40 durante o fim de semana.

Malmo é uma cidade totalmente destruída pelo multiculturalismo ecléctica onde 40% dos seus residentes são imigrantes de primeira ou segunda geração.

Fonte

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A lógica força-nos a concluir que o motivo pelo qual os polícias nunca haviam visto algo desta dimensão é o facto da Suécia ter sido, em tempos, habitada maioritariamente por suecos. Claro que é um "choque" enorme descobrir que aqueles que não são suecos não se comportam como os suecos, mesmo quando estão na Suécia.

Da forma como as coisas estão, somos forçados a entender que os Mongóis não abandonaram o tiro com o arco e as pilhas de crânios em favor do yoga tântrico quando imigraram para a Índia, e que quando Filipe conquistou Atenas, os Macedónios não decidiram trocar a sua monarquia imperial pela democracia grega.

Paralelamente, os soldados americanos não perdem tempo algum a seduzir burros e asnos independentemente do há quanto tempo eles estão no Afeganistão.

Os multiculturalistas tem que aprender uma lição duma vez por todas: não se combate a barbárie trazendo os bárbaros para a tua casa. Tu combates os bárbaros na sua casa e fazes todos os possíveis para que eles nunca se mudem para os teus termos.

O facto deles deixarem de viver na Arábia ou na Somália e passarem a viver em Malmo não vai mudar a sua cultura e os seus inferiores hábitos e costumes. Se eles eram violentos nas suas terras, eles vão continuar a ser violentos no mundo civilizado. Se eles matavam as suas filhas por motivos de "honra" nos seus países, eles vão continuar a matá-las no ocidente.

Mudar de país não altera a moralidade duma pessoa da mesma forma que mudar de casa não muda aquilo que um homem é.

No entanto, convém dizer que, ao contrário do que algumas pessoas erradamente defendem, a cultura não é uma determinação genética ou predisposição imutável. As pessoas escolhem que tipo de cultura querem criar e que tipo de cultura querem passar para os seus filhos. Os imigrantes que estão a destruir a cidade de Malmo fazem-no não devido à sua composição genética mas sim devido ao tipo de cultura que eles trouxeram dos seus países.

Outra coisa que convém ressalvar é como a Mão de Deus opera na História do homem. Os suecos investiram tempo e dinheiro no ataque organizado ao Cristianismo como forma de se criar uma "sociedade melhor" - livre de constrangimentos Cristãos e de sentimentos de culpa provenientes de comportamentos menos louváveis.

Tudo o que conseguiram foi criar um vazio espiritual que vai ser rapidamente preenchido por ideologias com um ódio terrível ao estilo de vida sueco.

A Suécia vai agora descobrir a diferença entre o Cristianismo e o não-Cristianismo, entre a civilização e a barbárie, entra a vida e a morte, entre o a submissão ao Deus Verdadeiro e a submissão aos deuses pagãos.

Vendo, pois, o Senhor, que se humilhavam, veio a palavra do Senhor a Semaias, dizendo:

Humilharam-se, não os destruirei; antes, em breve, lhes darei lugar de escaparem, para que o meu furor se não derrame sobre Jerusalém, por mão de Sisac.

Porém, serão seus servos, para que conheçam a diferença da Minha servidão e da servidão dos reinos da terra.

2 Crónicas 12:7-8

Os suecos vão agora conhecer a servidão "dos reinos da terra". Não creio que vá ser algo digno de se ver. Olhando para o tipo de notícias que nos chegam de lá, julgo que estou certo nesta apreciação.


domingo, 11 de dezembro de 2011

Português perde emprego em Inglaterra por não saber falar polaco

Um português que vive há 11 anos no Reino Unido e é fluente na língua inglesa perdeu o seu emprego de supervisor numa empresa que embala frutas por não conseguir comunicar com a esmagadora maioria dos trabalhadores polacos a seu cargo.

Segundo o 'Daily Mail', o drama de Paulo Franco, de 37 anos, começou há um mês, quando chegou à fábrica de Coventry e apercebeu-se de que os 18 trabalhadores a seu cargo não sabiam falar inglês e recusavam-se a aprender a língua de Shakespeare

Um colega do português ainda tentou ajudá-lo, oferecendo-lhe uma aplicação para 'smartphone' de tradução simultânea, mas Paulo Franco terá acabado por ser dispensado pela administração da fábrica de Fyffes.

"Falo quatro línguas - português, inglês, francês e espanhol -, mas nenhuma serviu. Disseram-me que teria que aprender polaco para continuar na empresa. É uma loucura. Passei nove anos a estudar inglês, mas aqui na Inglaterra querem que fale polaco", queixou-se Paulo Franco aos repórteres do 'Daily Mail'.

Fonte

Mais uma insanidade multicultural dum dos países mais multiculturais da Europa (para a sua própria destruição). Enquanto os países anfitriões não se libertarem da classe política esquerdista, a identidade nacional vai ser sempre alvo de ataques organizados.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

"Faz parte da cultura cigana as raparigas casarem-se e iniciarem família muito cedo, com 12 ou 13 anos."

Um homem de 34 anos abandonou a mulher para se casar, segundo a tradição cigana, com uma menina de 13 anos, que já engravidou. A denúncia foi feita por Andreia Gomes, uma imigrante brasileira, também de 34 anos, casada com o suspeito – e confirmada pelo patriarca do acampamento em Vale Formoso, Covilhã.

Tiago Gomes tem estado fora da região "em negócios", mas, de acordo com o seu pai, Manuel Gomes, "a situação não tem nada de estranho". "O meu filho não estava bem com a mulher, que o tratava mal, e deixou-a", explicou ao CM, justificando o relacionamento com a menor, que já está grávida: "Faz parte da cultura cigana as raparigas casarem-se e iniciarem família muito cedo, com 12 ou 13 anos."

Além disso, Manuel Gomes releva o facto de a "a rapariga já ter vivido um ano com outro cigano". "Nem foi o meu filho que a desonrou", destaca. À face da lei portuguesa, os contactos sexuais com menores de 14 anos são crime.

Ainda a 17 de Maio deste ano, o Tribunal de Montemor-o-Velho condenou um jovem de 18 anos a quatro anos e meio de prisão, suspensa por igual período, por ter raptado uma prima, de apenas 11 anos, com quem se casou segundo a tradição cigana. A menor foi levada de Santa Maria da Feira, onde vivia, a 14 de Abril de 2009, com a conivência de familiares do ‘noivo’ também julgados.

"Eu não podia saber uma coisa destas e ficar calada. Já fiz queixa às autoridades e espero que a polícia investigue o caso porque isso é crime", salienta Andreia Gomes, mostrando a certidão de casamento.

A mulher apresentou uma queixa na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) há mês e meio e entregou de novo uma carta na comissão, na última sexta-feira, onde volta a acusar o marido de querer "fazer uma vida dupla" – com ela e com a menor.

A CPCJ da Covilhã está a investigar a denúncia e já pediu à GNR para averiguar a situação descrita por Andreia Gomes.

Fonte

...

Segundo o credo do multiculturalismo, o que este homem fez é perfeitamente aceitável. Se nenhuma cultura é superior a outra, e se não há forma absoluta de se classificar comportamentos morais provenientes de outras culturas, com que base se pode dizer que o que este homem fez está errado?

Se o multiculturalista diz que isto está errado porque é ilegal, então ele defende que o que é moralmente correcto é o que é legal. Isto implica que se o multiculturalista vivesse na Alemanha nacional-socialista dos anos 30, ele não veria nada de mal no anti-semitismo prevalecente na altura visto vez que era "legal".



Suiça obrigada por elite eurocrática a ficar com criminoso turco dentro do país

Fonte

Como se sabe, a Suíça tem-se conseguido manter fora da União Europeia. Não é todavia por isso que o Acto dos Direitos Humanos deixa de intervir em terra helvética . . . A Suíça quer há quase dez anos expulsar um criminoso turco que vive no país desde há muito mais nem sequer aí nasceu.

Fora anteriormente preso por treze meses e, a seguir, a autoridade de imigração de Neuenburg ordenou a sua expulsão, confirmada em tribunal federal no ano de 2004. Só que em 2008 a Comissão Europeia dos Direitos Humanos (CEDH) referido acto dos direitos humanos chegou à conclusão que a Suíça tinha infringido o direito à consideração da vida privada e familiar do turco... e foi condenada a pagar-lhe três mil euros em compensações e quatro mil seiscentos e cinquenta euros em despesas.

O tribunal federal alterou então a sua decisão e comutou a pena de expulsão para pena de exclusão por dez anos a contar desde 2003. Mas a CEDH voltou a intervir a favor do turco, que entretanto vive na Alemanha. E agora a Suíça tem de pagar mais cinco mil euros ao turco.

Os juízes de Estrasburgo alegam que a exclusão por dez anos é desproporcionada, até porque o turco agora porta-se bem e já tem família, segundo dizem...

Um estudo legal da partido liberal suíço, FDP (iniciais sugestivas, sem dúvida), indica que a Suíça arrisca-se a um confronto com a União Europeia se aprovar a proposta do Partido do Povo Suíço (SVP/UDC) de deportar os criminosos estrangeiros.

Há inclusivamente a possibilidade de a UE cancelar os acordos bilaterais com a Suíça, se houver algum rompimento com o princípio da liberdade de circulação de cidadãos europeus em território suíço. E já se sabe que em boa parte dos países europeus qualquer criminoso alógeno se torna facilmente cidadão...

No primeiro dia do mês, o SVP anunciou, numa acção em Aargau, que iria lançar uma segunda iniciativa para a deportação automática de criminosos estrangeiros - o objectivo desta segunda iniciativa é forçar o Conselho Federal a pôr em prática uma alteração constitucional que foi anteriormente apoiada pela maioria dos Suíços no referendo de 28 de Novembro de 2010.

A ministra da Justiça Simonetta Sommaruga, do Partido Social Democrata, juntamente com o grupo que comissiona, rejeitou a inclusão da «deportação automática» dos criminosos estrangeiros quando a primeira iniciativa passou a lei. O novo texto de lei que o SVP vai levar a referendo é mais explícito e radical, tornando impossível o contorno da lei e obrigando à expulsão imediata dos criminosos estrangeiros.

Trata-se pois de mais um confronto óbvio entre a elite reinante e o povo real - a classe dirigente (política, cultural, económica) insiste em impingir aos povos europeus a presença do maior número de alógenos que for possível, mesmo que de criminosos se trate, mas o raio do povinho insiste em dar força democrática a um partido «xenófobo» e «racista» que entrava essa imposição...

O mal disto é a Democracia não estar devidamente a modos que controladinha por quem sabe o que é melhor para o povinho, os déspotas iluminados dos tempos modernos, bons clérigos e fiéis da Santa Madre Igreja Anti-Racista e Multiculturalista dos Últimos Dias do Ocidente...


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Roger Daltrey critica multiculturalismo e socialismo

Roger Daltrey está em vias de se juntar ao grupo de elite anti-esquerdista composto por Alice Cooper, Joe Perry, Gene Simmons, e, claro, Uncle Ted.

O herói da classe operária e vocalista do grupo "The Who" provocou um tumulto quando atacou o partido Labour por destruir os Britânicos ao abrir as comportas da imigração aos estrangeiros.

Seguidamente ele lançou duras críticas aos "Tories" ao afirmar que o sr Cameron não tem a coragem de lidar com a questão.

Daltrey, de 67 anos, acusou o Governo de Coligação de ter a "cabeça nos seus traseiros" quando de imigração se fala. Ele acrescenta:

Eles não se apercebem do quanto o homem comum tem que trabalhar para pagar aqueles impostos.
Os impostos extravagantes são, em parte, necessários para providenciar acomodação luxuosa a qualquer colonista do terceiro mundo que dê à costa e queira participar na conquista demográfica.

Depois disto, Daltrey dirigiu as suas críticas ao hipócrita santimonial Bono por apregoar um comportamento em público ao mesmo tempo que ele faz exactamente o contrário. Daltrey acusou-o de "foge-ao-fisco" por transferir o negócio da sua banda U2 da Irlanda para a Holanda:

Acho engraçado como as pessoas que apregoam o socialismo não queiram pagar pelo tal estado socialista.
A história é a mesma em todo o lado: uma minoria ideologicamente motivada apela ao socialismo mas quando se pergunta quem vai pagar por isso, é sempre o vizinho do lado (através dos impostos); nunca é a mesma elite que apregoa o tal socialismo.

O Bono é apenas mais um na longa lista de esquerdistas que apelam ao socialismo mas não querem pagar pelo mesmo.


Daltrey pode não ser um conservador (fiscal ou social) mas qualquer pessoa minimamente sensível para criticar Bono - e os arquitectos do marxismo cultural que está a destruir a Grã-Bretanha - merece uma saudação especial.

Grito de revolta contra o marxismo cultural

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Brasil: População branca cai abaixo dos 50%

O número de pessoas que se declaram brancas no Brasil baixou pela primeira vez e já representa uma percentagem inferior ao dos que se declaram negros e mestiços, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2010, o número de brasileiros que se classificaram como brancos foi de 91 milhões, o que fez com que este grupo passasse a representar 47,7 por cento da população, de aproximadamente 191 milhões de pessoas.

Em 2000, os que se declaravam brancos representavam 53,7 por cento da população brasileira.

Na mesma base de comparação, a percentagem de brasileiros que se declarou negra passou de 6,2 por cento, em 2000, para 7,6 por cento, cerca de 15 milhões de pessoas, em 2010.

A parte da população que se considerou mestiça também cresceu, ao passar de 38,5 por cento, em 2000, para 43,1 por cento (82 milhões de pessoas) em 2010.

Dois milhões de brasileiros consideraram-se amarelos e outros 817 mil declararam-se índios.

Fonte

terça-feira, 18 de outubro de 2011

França: 5 norte-africanos atacam casal branco

Obrigado ao rafael123montovani pela sugestão.

Sem dúvida que o SOS Racisme foi contactado e notificado deste óbvio caso de crime de ódio.

Certo? Certo?!!

Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.

A ideologia toma preeminência sobre a moralidade.

A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.

Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.

Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.

É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.

O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.

Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:

After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Peru encontra esqueletos de 12 crianças sacrificadas há 800 anos

Arqueólogos peruanos encontraram os restos mortais de 12 crianças e 20 camelídeos que foram sacrificados há 800 anos na costa norte do Peru. As crianças eram da civilização Chimú, que como os incas, praticava sacrifícios humanos. A escavação é no povoado de Huanchaquito, cerca de 500 km ao norte da capital Lima.

De acordo com declarações do chefe da escavação à agência Andina, os Chimús sacrificavam crianças quando um imperador estava prestes a morrer ou a nascer. Outra teoria do arqueólogo Gabriel Prieto é que o sacrifício tenha sido uma oferenda à natureza para aplacar as fortes chuvas que o povo deve ter enfrentado à época, conforme indicam marcas no solo do sítio arqueológico.

A posição dos corpos encontrados foge dos padrões funerários da civilização antiga, que costumava enterrar seus mortos sentados e com objetos de cerâmica ou metal. As crianças estavam deitadas e sem objetos de valor.

O império Chimú foi uma civilização andina pré-colombina que viveu na zona norte do Peru entre os séculos 10 e 15 d.C. Acredita-se que eles foram dominados pelos incas e perderam sua cultura e idioma próprios. Os arqueólogos peruanos convidaram um especialista francês para estudar os restos dos camelídeos.

-Fonte-


Segundo o credo do multiculturalismo, não há nada de mal com sacrifícios humanos uma vez que usar uma cultura (a nossa) como base moral para criticar culturas alheias é "racismo" e "intolerância".

O multiculturalismo e o politicamente correcto fazem com que nós tenhamos que passar por burros pelo simples facto dos juízos de valor serem considerados reprováveis. Como a esquerda política normalmente promove culturas que estão em oposição com a superior cultura ocidental, em termos prácticos isto significa que os grupos protegidos dos esquerdistas nunca podem ser alvo de crítica - mesmo que a crítica seja verdadeira e factual.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

30 assaltantes lançam pânico em autocarros

O pânico instalou-se em dois autocarros da Rodoviária de Lisboa, na zona de A-da-Beja, Amadora, depois de um grupo com mais de 30 elementos ter invadido anteontem à noite os veículos, num espaço de meia hora. Um motorista foi assaltado, ficando sem dinheiro e pertences – e a PSP ainda apanhou 12 suspeitos, que levou à esquadra para identificação.

Depois dos dois incidentes, que levaram a polícia a comparecer em peso, as restantes carreiras já foram efectuadas sob vigilância dos agentes. O pesadelo começou ainda na zona de Casal de Cambra, Sintra, pelas 23h00, quando cerca de 30 pessoas, todas jovens, saíram de uma festa. Ali perto invadiram um autocarro, onde seguiam poucos passageiros. Fizeram-no sem pagar bilhete, gerando logo alguma confusão.

Durante o trajecto, já na zona da Amadora, alguns dos jovens acercaram-se do motorista, com cerca de 35 anos, e acabaram por roubar-lhe o dinheiro dos bilhetes que tinha em caixa, bem como alguns dos seus bens pessoais. Concretizado o roubo, o gang abandonou o autocarro, mas, pouco depois, tomou de assalto um outro ali perto.

Já no outro veículo, onde seguia apenas o motorista, os distúrbios mantiveram-se. No entanto, devido à primeira ocorrência, as autoridades já tinham sido alertadas, acabando por interceptar o autocarro.

Em clara inferioridade numérica, a patrulha da PSP acabou por pedir reforços, com várias equipas do Corpo de Intervenção a deslocarem-se até ao local, tendo os membros do gang ficado retidos durante largos minutos no interior do autocarro. Sob forte aparato policial, as pessoas foram retiradas faseadamente do autocarro, com doze delas a serem levadas à esquadra para identificação.

-Fonte-


Quem conhece Lisboa sabe que tipo de cultura predomina nos subúrbios de Amadora: violência, delinquência, promiscuidade, mães solteiras, etc, etc, ou seja, tudo aquilo que o marxismo cultura tem vindo a "construir" um pouco por todo o mundo.

Há poucos dias falei com um cliente sobre a perspectiva dele comprar um sistema de vídeo vigilância. A resposta que ele me deu deixou-me sem resposta:

Para quê comprar sistemas de captação de imagem e vídeo vigilância? Mesmo que se apanhe algum criminoso, daí a alguns dias ele está cá fora outra vez..
Pura verdade. A nossa cultura hoje em dia tem mais em consideração os "sentimentos" dos delinquentes do que os das vítimas.

sábado, 13 de agosto de 2011

Embaixadora das Olimpíadas detida por participação nos motins de Londres

Chelsea Ives, de 18 anos, foi denunciada pela própria mãe, que reconheceu a filha pela televisão. A jovem atleta atirou um tijolo contra um carro da polícia.

«Tinha que fazer o que estava certo», declarou a mãe de Chelsea, a justificar a denúncia da filha às autoridades. «Eu e o meu marido estávamos a ver as notícias, completamente enojados, e de repente vemos a nossa filha no meio da multidão», relata ao diário britânico.

«Como pais, tínhamos o dever de fazer com que não escapasse impune. Sei que a Chelsea não nos vai agradecer. Sei que vou ser retratada como uma ****, mas o que é que podia fazer?», questiona Adrienne Ives, 47 anos, que recorda que muitas pessoas perderam casas e lojas nos motins desta semana.

Chelsea já foi ouvida em tribunal e está acusada de ter iniciado um ataque a um carro da polícia que levou a fuga dos agentes, tendo sido a primeira a atirar um tijolo contra a viatura. Imagens de câmaras de vigilância (visíveis ao lado) mostram a jovem, vestida com calças pretas e camisola cor-de-rosa a vandalizar o veículo com um sinal de trânsito.

A jovem de 18 anos é ainda acusada de assaltar uma loja de telemóveis no bairro londrino de Enfield. De acordo com o Ministério Público, terá sido ouvida a dizer que vivia «o melhor dia de sempre» durante os motins.

A britânica declarou-se inocente e permanecerá em prisão preventiva até dia 17, data de uma nova sessão no tribunal de Highbury Corner, na capital britânica.

A arguida, descrita como uma «atleta talentosa», é uma de vários embaixadores dos Jogos Olímpicos de 2012, que se realizam em Londres, junto da juventude britânica.

Entre outros suspeitos ouvidos nos últimos dias pela justiça encontra-se ainda Laura Johnson, 19 anos, herdeira de uma família milionária de Kent, acusada de roubar mais de 6.000 euros em diversos produtos.

-Fonte-


Mais uma evidência contra a noção de que o que motivou estes desacatos foi a "pobreza". Pelos vistos a sua identidade cultural, racial e politica falou mais alto do que a moral e os bons costumes.

Este evento mostra a "sabedoria" de se importar pessoas (qualquer que seja a etnia) que não respeitam os costumes e as tradições locais. Mais cedo ou mais tarde, elas vão-se voltar contra a mão que os ajuda precisamente porque elas não se identificam com a cultura onde estão inseridas.

Se isto é assim, então se calhar o melhor é elas procurarem culturas que estejam mais de acordo com a sua ideologia e pararem de viver à custa da superior civilização ocidental.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O estado da civilização ocidental num vídeo


Uma chuva de balas provenientes duma metralhadora (em legítima defesa) e deportações em massa de todos os imigrantes que se recusassem a obedecer as leis que o resto da população obedece (brancos ou negros que os esquerdistas deliberadamente importaram como forma de destruir a harmonia cultural dos países ocidentais) seria suficiente para iniciar o processo de salvação da superior civilização Judaico-Cristã.

Mas os esquerdistas já destruíram o instinto de sobrevivência inglês de tal modo que já nem se pode dizer a verdade sob pena de represálias.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Homem de meia idade luta pela vida depois de ter sido espancado por confrontar ladrões

Perto dum caixote de lixo em Ealing, um homem de meia idade encontra-se deitado e severamente magoado depois de ter sido espancado e roubado pelo "crime" de ter repreendido um gangue de imigrantes mal agradecidos, preguiçosos, ignorantes e violentos jovens. Estes mesmos jovens haviam posto fogo a uma instalação.

Numa cena que representa bem o desgoverno da situação, o homem foi atacado em frente a um policial depois de ter confrontado um grupo largo de adolescentes negros. Estes mesmos jovens haviam assaltado um centro comercial em Ealing, (Londres ocidental) e encontravam-se a atear fogo a caixas.

Enquanto o homem se encontrava inconsciente, magoado e em dores, os jovens negros roubaram os seus pertences. Ontem à noite os polícias ainda não conheciam a identificação do homem (ou a sua idade) uma vez que os jovens haviam roubado a sua carteira.

Quando os outros polícias chegaram, eles prosseguiram em atacar os jovens como forma de permitir que os seus colegas providenciassem os primeiros socorros ao homem ferido.

O homem, que se pensa estar nos seus 40 ou 50 anos, encontrava-se ontem em condições bastante sérias no hospital, e pensa-se que muito provavelmente ele não vai sobreviver aos ferimentos causados pelos jovens negros.

Segundo se pode ver nas câmaras de segurança, os adolescentes assaltaram o centro comercial Arcadia e posteriormente atacaram o homem - provavelmente com garrafas - um pouco antes das 23 horas de Segunda feira.

Um video a circular no youtube mostra oficiais policiais a ajudarem o homem que, por esta altura, encontra-se deitado no chão.



Eis aqui a parte que revela o propósito de cidadãos responsáveis terem o direito humano de possuir armas de defesa pessoal:

O ataque ao homem de meia idade foi observado por um polícia solitário que nada pôde fazer até que os seus colegas chegassem.
É para impedir situações como esta que os americanos tem a sua 2ª Emenda - que lhes permite ter armas para defesa própria. Se o pobre do homem tivesse consigo uma arma para defesa pessoal, sem dúvida que os adolescentes pensariam duas vezes antes de o atacar. Mas como os delinquentes sabem que os cidadãos andam desarmados, eles não têm nada com que se preocupar.

O desarmamento da população só ajuda os ditadores e os criminosos e como tal deve ser por isso que os esquerdistas gostam tanto disso.

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