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domingo, 11 de dezembro de 2011

Português perde emprego em Inglaterra por não saber falar polaco

Um português que vive há 11 anos no Reino Unido e é fluente na língua inglesa perdeu o seu emprego de supervisor numa empresa que embala frutas por não conseguir comunicar com a esmagadora maioria dos trabalhadores polacos a seu cargo.

Segundo o 'Daily Mail', o drama de Paulo Franco, de 37 anos, começou há um mês, quando chegou à fábrica de Coventry e apercebeu-se de que os 18 trabalhadores a seu cargo não sabiam falar inglês e recusavam-se a aprender a língua de Shakespeare

Um colega do português ainda tentou ajudá-lo, oferecendo-lhe uma aplicação para 'smartphone' de tradução simultânea, mas Paulo Franco terá acabado por ser dispensado pela administração da fábrica de Fyffes.

"Falo quatro línguas - português, inglês, francês e espanhol -, mas nenhuma serviu. Disseram-me que teria que aprender polaco para continuar na empresa. É uma loucura. Passei nove anos a estudar inglês, mas aqui na Inglaterra querem que fale polaco", queixou-se Paulo Franco aos repórteres do 'Daily Mail'.

Fonte

Mais uma insanidade multicultural dum dos países mais multiculturais da Europa (para a sua própria destruição). Enquanto os países anfitriões não se libertarem da classe política esquerdista, a identidade nacional vai ser sempre alvo de ataques organizados.


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Despedido por dizer que as mulheres pedem licença por motivos de saúde uma vez por mês

Um director executivo neozelandês causou a fúria geral ao declarar que as mulheres recebem menos que os homens porque pedem licenças por motivos de doença uma vez por mês. Devido a isto, ele foi despedido.

Na sua declaração de Junho de 23 o sr Thompson afirmou que havia "questões" que não eram levadas em conta pelas estatísticas salariais dos locais de trabalho.

Porque é que elas pedem mais licenças por motivos de saúde? É isso que as mulheres fazem em geral. Porquê? Porque uma vez por mês elas têm problemas de saúde - não todas, mas algumas. . . . Elas não têm culpa. Até pode ser que elas não tenham as coisas bem definidas com os parceiros de forma a que estes assumam mais responsabilidade por aquilo que ocorre fora do local de trabalho.
Depois de ter sido severamente criticado, o sr Thompson pediu desculpas pelo seu comentário.

Num mundo não dominado por pessoas com mentalidade de crianças mimadas, o ponto fulcral das declarações do sr Thompson seria: "É isto verdade ou não?" Mas aparentemente o próprio levantar da assunto está fora de questão.

Algumas possibilidades - que as mulheres pedem mais licenças por motivos de saúde que os homens - nem podem sequer ser mencionadas (quer seja verdade ou não).

Eu pessoalmente não sei se isto é verdade ou não, mas, olhando para a reacção emotiva que as declarações causaram, posso dar um tiro no escuro e prever que, se se fizerem estudos em torno de quem pede mais licenças por motivos de saúde, as mulheres estarão desproporcionalmente representadas.

Mas partilho parcialmente da frase do sr Thompson quando este diz que não é culpa delas. Isto tem mais a ver com a sua biologia do que com a sua vontade. A única "culpa" que as mulheres podem ter é assumir que podem atingir os níveis de produtividade dos homens embora tendo uma composição biológica, bioquímica, anatómica e emocional distinta dos mesmos.

Se alguém não se sente em condições de trabalhar, obviamente não deve trabalhar. Esse não é o ponto fundamental. O busílis aqui é: será que já nem se pode falar sobre os níveis de produtividade das mulheres sem se ser alvo de críticas infantis?

É mais do que óbvio que o sr Thompson, como director duma empresa, deve ter alguns dados concretos para afirmar o que afirmou mas para as igualitaristas isso não importa. O que interessa às feministas é continuar a forçar as mulheres para áreas onde elas, por via da sua biologia, podem ser prejudicadas e/ou prejudicar o resto do local de trabalho.

Mas como já todos sabemos, o feminismo não se preocupa com o bem estar das mulheres. O que interessa é tirar as mulheres de casa (como forma de fragilizar a família nuclear) e entregar a "educação" dos filhos ao estado.

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