Segundo o 'Daily Mail', o drama de Paulo Franco, de 37 anos, começou há um mês, quando chegou à fábrica de Coventry e apercebeu-se de que os 18 trabalhadores a seu cargo não sabiam falar inglês e recusavam-se a aprender a língua de Shakespeare
Um colega do português ainda tentou ajudá-lo, oferecendo-lhe uma aplicação para 'smartphone' de tradução simultânea, mas Paulo Franco terá acabado por ser dispensado pela administração da fábrica de Fyffes.
"Falo quatro línguas - português, inglês, francês e espanhol -, mas nenhuma serviu. Disseram-me que teria que aprender polaco para continuar na empresa. É uma loucura. Passei nove anos a estudar inglês, mas aqui na Inglaterra querem que fale polaco", queixou-se Paulo Franco aos repórteres do 'Daily Mail'.

Mais uma insanidade multicultural dum dos países mais multiculturais da Europa (para a sua própria destruição). Enquanto os países anfitriões não se libertarem da classe política esquerdista, a identidade nacional vai ser sempre alvo de ataques organizados.