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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Multiculturalismo aborcionista

Uma das idiotices mais espantosas da elite esquerdista mundial, e dos seus aliados multiculturalistas dentro do movimento conservador, é a sua recusa em entender que os imigrantes provenientes de outras culturas não só irão reter muitas das tradições dos seus países de origem, como olharão para as tradições do mundo ocidental sob o prisma da sua cultura e expandir essas tradições nas mais variadas formas nem sempre antecipadas.

O Dr Vincent Argent, que trabalhou para a British Pregnancy Advisory Service, afirmou que "sem dúvida" que as mulheres estavam a terminar a sua gravidez devido ao sexo do bebé, e que essa práctica era "razoavelmente generalizada".

Há alguns dias atrás o Daily Telegraph revelou que estavam a ser oferecidos abortos ilegais às mulheres tendo como base o género do bebé. O Dr Argent disse que ocorriam "muitos abortos ocultos baseados na selecção sexual" onde as mulheres se submetiam a um scan ou a um teste do sangue como forma de saber o sexo da criança. Posteriormente elas requisitavam o término da gravidez sem revelar ao médico o verdadeiro motivo por trás da sua decisão.

O Dr Argent acredita que alguns dos seus colegas levaram a cabo términos de gravidez devido ao sexo do bebé e que eles (os que levaram avante com a práctica) não viam nada de mal nisso.

Tive um colega consultor no norte que expressou esse ponto de vista - esse consultor pertencia a uma minoria étnica.

Ele não via nada de eticamente errado nisso porque ele é de opinião que o motivo cultural que leva a que certas culturas prefiram rapazes no lugar de raparigas é tão válido como o motivo anglo-saxão para não ter filhos.

"Bem, estou grávida e eu não quero o bebé".

O que o doutor está a dizer é, se se pode matar qualquer bebé por "não se querer" ou "não se ter condições", então podem-se matar as fêmeas por elas, segundo alguns, terem um valor cultural inferior aos machos.

Do ponto de vista multicultural, não há problemas nenhuns com esta forma de pensar. Algumas culturas valorizam a "escolha" e a "carreira profissional" da mulher como condição para se ter um aborto enquanto outras culturas valorizam o sexo do bebé.

Logicamente falando, ele está absolutamente certo no que diz. Se o aborto é moralmente e legalmente aceite, então é aceite por qualquer que seja o motivo. De facto, não há nada de moralmente condenável em incentivar populações indesejáveis a obter abortos.

Os governos deveriam até exigir abortos a todos aqueles que se candidatam a receber ajuda monetária (subsídios de desemprego, etc). Do ponto de vista aborcionista, não há razões morais válidas para se censurar estas medidas.

O desaparecimento de crianças com o Síndrome de Down deve-se em larga medida ao aborto e aos testes pré-natais. Devido a isto, podemos antecipar o futuro e prever que, à medida que a população imigrante aumenta no Ocidente, o rácio macho-fêmea vai começar a ficar mais parecido com o rácio da China e da Índia - onde em certas áreas há mais rapazes que raparigas precisamente devido ao aborto selectivo.

As feministas, auto-proclamadas "defensoras dos direitos das mulheres", ao promoverem o aborto, estão a promover uma práctica que mata mais mulheres do que homens. Ou seja, o feminismo está a promover o desaparecimento da população feminina.




sexta-feira, 16 de março de 2012

A previsibilidade das feministas

Eis aqui uma lista parcial das respostas comuns e previsíveis oferecidas pelas feministas sempre alguém lhes mostra que o feminismo é uma ideologia baseada ódio, na violência e na descriminação.

Elas são tão típicas que eu sigo o conselho do autor original do artigo: sempre que discutirem com uma feminista, tenham este texto sempre à mão como forma de demonstrar às feministas como elas são previsíveis e irracionais.

* Típicas reacções feministas *

#1. Tratar os anti-feministas como se fossem crianças:

  • "Oh, pobre rapaz!"
  • "Será que alguma vez viste tantos homens com queixume e com pena deles mesmos?"
  • "Já choraste o suficiente? Agora corre de volta para a tua mamã!"

  • "Não achas que já tens idade para pensar melhor que isso?"

#2. Acusar os anti-feministas de misoginia ou de outra coisa qualquer:

  • "Tu tens medo das mulheres fortes"
  • "Tu és um sexista!"
  • "Se odeias as mulheres assim tanto, porque é que queres ter uma esposa/namorada?"
  • "Tu não és um anti-feminista mas sim um misógino dissimulado"
  • "Tu és contra as quotas sexuais porque tens medo de ter uma mulher como patroa. Admite!"
  • "Misoginia!"
  • "Porque é que odeias tanto as mulheres?"
  • "Tu queres reduzir o estatuto das mulheres e torná-las em máquinas de fazer filhos."
  • "Tu odeias as mulheres!"
  • "Tu só queres que as mulheres sejam controladas pelos homens, tal como era no passado."
  • "Tu vês as mulheres como a causa de todos os teus problemas!".
  • "Tu não consegues ignorar o facto das mulheres já não serem tuas escravas."

#3. Usar argumentos sexuais como forma de ataque.

  • "Nunca serás capaz de ter uma mulher".
  • "Espero que nunca tenhas uma mulher.
  • "Sinto pena da tua mulher/namorada"
  • Tens dificuldades em assuntos que giram em torno do quarto, ou qual é o teu problema?
  • "Quem é este velhote feio?"

#4. Categorizar o anti-feminismo como movimento da direita ou algo ultrapassado.

  • "Tu és da extrema-direita"
  • "Tu pareces os nazis a falar"
  • "Será que todos os anti-feministas são assim tão nazis?"
  • "São todos os anti-feministas assim voltados à direita?"
  • "As mulheres já não querem cozinhar para os homens. Felizmente esses tempos chegaram ao fim!"

#5. Recuperar o fôlego sem oferecer qualquer tipo de argumento contra.

  • "Nunca pensei que nos nossos tempos modernos ainda pudéssemos ler tamanha besteira"
  • "Pensava que estas ideias ultrapassadas tinha ficado no passado, no entanto ainda me deparo com elas."
  • "A julgar pelos comentários chocantes, vejo que o feminismo ainda tem um longo caminho a percorrer."
  • "Nem posso acreditar na quantidade de homens ignorantes que ainda vivem no nosso país."
  • "Tu deverias ter vergonha de falar das mulheres dessa forma!"
  • "Estou chocada por ler todos os comentários carregados de ódios contra as mulheres."
  • "Não culpes as mulheres pelos teus problemas"
  • "Tu não fazes ideia nenhuma do que é ser mulher"
  • "Tu não sabes o que é ser mulher no meio deste vosso patriarcado."

#6. Oferecer falsos "bons" conselhos.

  • "O que tu acabas de dizer prejudica a tua causa.
  • "Se tu continuas assim, ninguém te vai levar a sério".
  • "Eu ouviria o que tens para dizer se . . . "
  • "O anti-feminismo prejudica os homens."
  • "O anti-feminismo prejudica as mulheres."
  • "O anti-feminismo prejudica as crianças"
  • "O anti-feminismo gera divisão entre os homens e as mulheres."
  • "Temo que o anti-feminismo fomente o ódio entre os sexos. Pára já com o que estás a fazer antes que destruas o elegante equilíbrio!"

#7. Alegar que as mulheres continuam a ser o sexo oprimido, independentemente das injustiças que são feitas aos homens.

  • "Há mulheres a morrer por causa da violência masculina, no entanto tu estás preocupado com as quotas!"
  • "Não podes de maneira nenhuma negar que as mulheres vivem em condição pior devido ao facto de . . . . "
  • "És cego? Não vês o quanto as mulheres sofrem, mesmo nos dias actuais?"

  • "Ao contrário do machismo, o feminismo nunca matou!"

#8. Fingir que se está a divertir

  • "Fico feliz por ver tantos homenzinhos a contorcerem-se."
  • "A julgar pela tua choradeira, o feminismo fez um excelente trabalho. Feminismo agora e para sempre!"
  • "Tu choras porque o feminismo pisou-te os pés. Fico feliz em ver isso!"

#9. Usar o termo "feminismo" como sinónimo de "mulheres".

  • Acusar os anti-feministas de "misoginia" (vêr #2)
  • "O feminismo lutou por todas as mulheres"
  • "Os actos dos anti-feministas prejudicarão as mulheres."

#10. Declarar alguém como mentalmente incapacitado e/ou maluco.

  • "Quando é que te deixaram sair [do manicómio]?"
  • "Não te preocupes. A ajuda já vem a caminho"
  • "O que é que os teus psiquiatras dizem disto?"

Vêr também este artigo.

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