terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feminismo: movimento baseado no ódio

Imagina que tu eras uma mosca que se encontrava dentro duma sala onde decorria uma reunião privada. Da lista de participantes faziam parte uma lobista executiva, uma professora universitária, uma membra dum concílio artístico, uma escritora política, uma novelista "best-seller", uma assistente de comunicações duma câmara de comércio, uma web designer, uma professora envolvida em educação de crianças especiais e uma profissional dedica aos cuidados infantis.
O que é que achas que ouvirias nessa reunião? Talvez planos para melhorar a educação de crianças, especialmente aqueles com necessidades especiais? Talvez um apelo para se mobilizarem recursos com os quais se possam garantir que as crianças não entrem nas aulas com fome, ou que elas não sejam vítimas de abuso e exploração? 

Ou se calhar ouvirias genuínas preocupações àcerca da qualidade da educação e dos orçamentos escolares durante a recessão global. Ou ouvirias discussões em torno dos problemas com os quais a geração vindoura de cidadãos mundiais teriam que lidar. 

Bem, uma reunião desse tipo tem ocorrido liderada por indivíduos suficientemente qualificados para se equivalerem à lista mostrada em cima no texto. Mas as melhorias educacionais não foram os seus tópicos de conversa.

A agenda da reunião foi o desejo comum de abusar e matar crianças, amarrar pessoas em edifícios de madeira e explodir o prédio, atirar crianças através e de janelas, insistir com o infanticídio e eugénica forçada e seriamente entreter e prosseguir a ideia de seguir com métodos para exterminar metade da população mundial.

Se estás à espera da piada final, não esperes.

O RadFem Hub (RadFem é versão encurtada de Radical Feminist) é um site que exibe artigos escritos por activistas muito bem conhecidas, muitas delas com posições politicas e sociais influentes.
O site tem sido o foco de alguma atenção desde que a novelista Pamela O’Shaughnessy (a feia da foto), postando sob o nome de Vliet Tiptree, escreveu um artigo advogando experiências em seres humanos e eugenismo forçado de modo a que se possa "extirpar" alguns aspectos da masculinidade.

As editoras da RadFem Hub frequentemente professam e promovem solidariedade filosófica com Valerie Solanas, a doente mental e autora do livro "The Scum Manifesto", e uma ideóloga violenta que propôs a extermínio dos homens.

Ela também disparou contra Andy Warhol, ferindo-o para toda a vida.

Algumas figuras bem conhecidas estão intimamente associadas ao RadFem Hub.

Loretta Kemsley, editora da Moon Dance Magazine, que recebeu um prémio da "United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization", é listada como alguém que tem "presença no conselho" no seu perfil público lá listado.

Sheila Jeffreys, autora feminista e professora na "University of Melbourne" tem uma presença pública lá e frequentemente providencia artigos. 

Julie Bindle, autora e colunista no The Guardian, um jornal popular na Grã-Bretanha, também postou por lá.

No entanto, por baixo da fachada de consciência social da RadFem, e agregado ao mesmo site, existe um fórum privado; o núcleo e o sala que servem de motor para todo o site. As discussões lá presentes, tidas como fora do visionamento público, são virulentas e cheias de ódio. Com relativa frequência elas eram temperadas com apelos à violência. Durante muito tempo elas foram bem sucedidas em manter o secretismo e a a privacidade.

Até agora.

Durante os últimos meses, um operacional - que vamos identificar como Agente Laranja - conseguiu com sucesso infiltrar-se no grupo e recolher bastante informação. Entre esta informação encontram-se mais de 100 screen shots que documentam o que só pode ser qualificado de a mais chocante evidência de ódio extremo presente no movimento feminista alguma vez visto.

Não só estas conversas foram muito bem documentadas com screen shots, como foi possível ao Agente Laranja, com a ajuda de um investigador, localizar as identidades de várias figuras. Não só o nível de confiança da informação é enorme, como mais serão reveladas num futuro próximo.

Eis aqui uma porção das mulheres identificadas bem como as suas declarações.

Danielle Pynnonen (nickname “Allecto”), uma mulher que trabalha com crianças mas cujo patrão é desconhecido. 

Kat Pinder (nickname “Amazon Mancrusher”), coordenadora de desenvolvimento da comunidade em Perth (Austrália) e ex-participante do programa inglês Big Brother;



Isabelle Moreira (nickname: “Izzie”), programadora web do Brasil (Curitiba);

Lucy Nicholas (“Luckynkl”), professora e palestrante tanto na University of Edinburgh como na University of Portsmouth. Neste post, Nicholas claramente demonstra o entendimento de que as ideias que ela está a avançar são ilegais;







Mary Syrett (“Mary Sunshine”), escritora e membro da City of Kingston Arts Council em Ontário, Canada;

Julie LeComte (“Rain”), assistente de comunicação na Câmara do Comércio e Indústria Franco-Canadiana na Austrália;



Lorraine Allen (“White Tiger”), educadora e professora de pessoas especiais no The Center for Discovery Hurleyville, New York;



Laila Namdarkhan (“yabawife”), uma conhecida activista feminista que foi instrumental na aprovação de legislação relativa à saúde mental das mulheres nas prisões da Grã-Bretanha;

E, claro, Pam O’Shaughnesey (nickname alterada de Vliet Tipree” para “karma”), uma escritora de renome, editora e advogada. Neste post, a total depravação da ideologia defendida pela O’Shaughnessy exibe-se de forma clara quando ela demonstra clara vontade em levar a cabo o "assassínio em massa" como "último recurso".


Estes prints representam apenas uma amostra das imagens e de outros dados que mostram pessoas reais a levar a cabo o que só pode ser descrito de orgia de ódio de género dirigido aos homens. 

O que é mais significativo é que estas feministas não são pessoas que vivem à margem da sociedade, mas sim mulheres que possuem cargos públicos e posições de revelo nos centros académicos e nos órgãos de comunicação.

As vozes e as ideias carregadas de ódio destas mulheres são ouvidas em centros de legislação um pouco por todo o mundo (e mesmo nas divisões das Nações Unidas).

Num futuro próximo, o corpo de dados integral recolhido pelo Agente Laranja vai-se tornar público. Isto significa que qualquer pessoa interessada em aprender mais àcerca destas pessoas, e publicar a sua própria análise nos seus blogues, contas de youtube o outro veículo, poderá fazê-lo.

Isto significa também que os membros públicos interessados podem vocalizar as suas preocupações à imprensa, bem como em qualquer lado onde quer que estas mulheres possam ser uma ameaça (especialmente no que se trata do bem estar de crianças).

Há já algum tempo que os MRA (Men's Rights Activists = Activistas Pelos Direitos do Homem) e outros têm tentado mostrar aos políticos e ao público em geral que o feminismo é, no seu âmago, um movimento fundado no ódio (e não na "igualdade"). As pessoas que contestam este ponto de vista alegam que o feminismo radical não é considerado como legítimo pela maior parte das feministas, e que as radicais não são levadas a sério.

Esta nova informação demonstra que isso é falso.

Estes dados, bem como a montanha de dados que estão para chegar, revelam que as feministas radicais, com seu pensamento preconceituoso e inclinado à violência, estão bem implantadas nos órgãos sociais, nos sistemas educacionais e nos sistemas governamentais um pouco por todo o mundo.

Para além disso, estas mulheres estão a exercer a sua influência de modo a avançar com legislação e políticas que não só reflectem o seu ódio aos homens e aos rapazes, como reflectem o seu desejo de se colocarem em lugares estratégicos de modo a que possam causar o maior número de dano possível aos homens. 

Fontes:
.

8 comentários:

  1. O nosso movimento masculinista também está cheio de pessoas radiciais. As mulheres podem pegar textos nos blogs mais radicais e nas opiniões não refletidas de alguns nos nossos fóruns e dizer que nosso movimento é baseado no ódio também. Os melhores e mais equilibrados acabam saindo com o tempo e a quantidade de radiciais acabam aumentando. Vejam por exemplo o próprio Nessahan que acabou saindo do orkut pq alguns (minoria) achava viajem o lance da gnose. Achavam viajem pq era tampados e não entendiam nada ou eram ateus e tem aversão por qualquer coisa espiritual. Agora parece que o the Truth (questionandofeminino.blogspot.com) tbem está pensando em sair. Os mais inteligente e equilibrados além de sofrerem críticas das mulheres sofrem críticas dos próprios membros do fórum que deveria respeitar, mas não essa galera radicial só respeita aqueles que xingar e são radiciais igual a mentalidade deturbada deles. Talvez o feminismo foi no início um movimento equilibrado e com o tempo as radiciais foram tomando conta.

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  2. O feminismo é um movimento baseado no ódio.

    Toda pessoa que adere o feminismo está subscrevendo e contribuindo para os resultados atingidos pelo movimento. Os resultados são mulheres completamente insanas influenciando o governo de diversos países na disseminação do ódio contra o gênero masculino.

    Uma pessoa afirmar que "não é feminista radical" é a mesma coisa que alguém afirmar que "não é nazista radical". O que interessa em um movimento não é a opinião individual de seus membros, e sim os resultados que esse movimento traz para a coletividade.

    E como comprovado nesse texto e em muitos outros do blog, os resultados são a criação de injustiças motivadas por um ódio descontrolado.

    Não é a toa que chamamos feministas de "feminazistas". É um movimento motivado pela inveja, pela futilidade e por um imenso complexo de superioridade por parte de suas militantes.

    Eu me sinto muito triste pelas crianças que sofrerão aborto e discriminação causado por essas monstras. Mal sabem os homens emasculados apoiadores do feminismo que eles também serão alvo dessas políticas de extermínio um dia.

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  3. Interessantíssimo o post e isso é uma simples amostra do que rola nesses meios feministas, mas não podemos deixar também de ver o excelente comentário do Ninja, que serve como um alerta, pois o que está acontecendo nesse meio masculinista está acontecendo com a direita no Brasil e no mundo também!

    O nosso movimento masculinista também está cheio de pessoas radiciais. As mulheres podem pegar textos nos blogs mais radicais e nas opiniões não refletidas de alguns nos nossos fóruns e dizer que nosso movimento é baseado no ódio também.

    Exatamente! Como as feministas, assim como esquerdistas A-D-O-R-A-M pegar um caso, um erro ou algum deslize, que pode acontecer e generalizar, elas vão usar isso como "prova irrefutável" de que somos isso ou aquilo.

    Os melhores e mais equilibrados acabam saindo com o tempo e a quantidade de radiciais acabam aumentando. Vejam por exemplo o próprio Nessahan que acabou saindo do orkut pq alguns (minoria) achava viajem o lance da gnose. Achavam viajem pq era tampados e não entendiam nada ou eram ateus e tem aversão por qualquer coisa espiritual. (...)

    Disso não sabia, mas tenho notado que uma coisa semelhante está acontecendo com a direita: está surgindo uma direita raivosa, que acha que nós cristãos somos cúmplices por tudo que está acontecendo de ruim no Ocidente, que somos manipulados, que negros e judeus são a causa de tudo, que prega violência, que pouco ou nada falam sobre a ameaça do islamismo, que idolatra o nacional-socialista Hitler, que fala mal de Jesus, que acha que os brancos são perfeitos e que tem a solução para tudo.

    Os mais inteligente e equilibrados além de sofrerem críticas das mulheres sofrem críticas dos próprios membros do fórum que deveria respeitar, mas não essa galera radicial só respeita aqueles que xingar e são radiciais igual a mentalidade deturbada deles. Talvez o feminismo foi no início um movimento equilibrado e com o tempo as radiciais foram tomando conta.

    Sim e se você reparar, essas pessoas, mesmo sendo uma minoria, querem a todo custo nos forçar a tomar uma posição de ódio, querendo levar nós cristãos ou mesmo ateus que não concordam com isso a ir na deles. Isso está acontecendo no blog do Mr. X., que até ficou desanimado com essas coisas.

    Já toquei nesse assunto aqui, pois temo que com a queda moral do mundo, ateus vão para essa direita raivosa e façam coisas violentas.

    O que devemos fazer é:
    Mantermos firmes;

    Tratar essas pessoas do mesmo jeito que trataríamos uma feminista-troll-cabeça-dura: refutar cada argumento e insistência = expulsão;

    Questionar e refutar os argumentos dessas pessoas. O Mr. X. e o Roberto Cavalcanti, por exemplo, fizeram excelentes posts questionando e refutando essa "direita raivosa":

    Exemplos:

    A bizarrice do antisemitismo
    A Europa sobreviverá?
    Esclarecendo a questão racial
    Por quê tanto ódio no coração? (sobre a questão de negros e judeus)
    Quem controla a mídia?
    Negros e judeus
    Orgulho racial - imbecilidade e idolatria
    Senado nigeriano se nega a retirar projeto de lei contra casamento gay

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  4. Olá Lucas, sim está alguém em casa e a porta está sempre aberta a quem nos ensinou algo na vida! Entra e toma um chá ;)
    Espero que esteja tudo bem contigo.
    Beijinhos

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  5. A Lois Lane tirou umas ferias. Sabes aquela teoria de que as pessoas passam na nossa vida, deixam algo e depois partem? :) é apenas isso! :D

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  6. Respostas
    1. Fabiana, machismo não é amor. Alguém aqui defendeu isso?

      Ou sua mente lhe diz que quem não é a favor do feminismo só pode ser machista?

      Quem não concorda com você só pode ser machista, portanto, um inimigo?

      Que lógica é essa?

      Não falei que o feminismo é ideologia do ódio?

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  7. Uma referência boa que corrobora tudo o que foi escrito:

    http://odeiohomens.tumblr.com

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