Mostrar mensagens com a etiqueta Ódio aos Homens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ódio aos Homens. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A ameaça do Marxismo Cultural


(...)
O Marxismo Cultural é frequentemente criticado pelos esquerdistas e pelos radicais como nada mais que uma "teoria da conspiração", mas essa qualificação não é adequada - nem de perto nem de longe. Ninguém está a sugerir que existe uma cabala de cérebros esquerdistas, reunidos numa sala esfumaçada na Suécia, a dirigir esta campanha duma forma conspiracional. Não; o Marxismo Cultural revela-se, sim, como um movimento relativamente cooperativo que opera de forma aberta, e que usa métodos, e ensina teorias, que são claramente Marxistas na sua essência.

Essencialmente, o que aconteceu no Ocidente durante as últimas décadas é o resultado da realização por parte da esquerda radical de que a campanha em larga escala para radicalizar o proletariado e mobilizá-lo contra a burguesia não iria ser bem sucedido. Esta realização levou a que se adoptassem novas estratégias. A dialéctica económica Marxista de opor o proletariado à burguesia foi retido na forma dos partidos políticos socialistas ou sociais-democratas em muitos países do Ocidente (usando a legislação como forma de avançar a sua agenda) ao mesmo tempo que a esquerda radical debruçou-se sobre outras categorias como forma de criar um novo dicionário dialéctico que pudesse impactar a sociedade duma forma mais alargada e fundamentalmente mais revolucionária.

O teórico comunista Italiano Antonio Gramsci foi fundamental para que esta metodologia da teoria Marxista fosse colocada em marcha - desde a perspectiva intelectual até a teórica. A perspicácia de Gramsci levou-o a concluir que um certo número de suposições e estruturas culturais apoiavam o sistema capitalista, e que era primeiro necessário miná-las ou desalojá-las de todo como forma da revolução eventualmente ser bem sucedida em derrubar a ordem estabelecida.

Seguindo as análises de Gramsci, os filósofos da esquerda radical, especialmente os membros da Escola de Franfurt, começaram a examinar os variados critérios que poderiam ser usados para gerar o tipo de perturbação cultural que Gramsci havia descrito.

A partir deste grupo várias teorias e correntes intelectuais se desenvolveram, mas uma linha de pensamento forte era a de que, mal a esquerda colocasse em conflito (1) tudo o que não era heterossexual, branco e masculino (2) contra todos os que eram heterossexuais, brancos e masculinos, uma dialéctica muito mais poderosa e visceral poderia ser criada e usada para destruir o que os Marxistas viam como uma profunda resistência cultural às alterações revolucionárias que eles buscavam.

Esta metodologia revelou-se muito mais eficaz que a dialéctica económica do "Marxismo clássico" visto que ela usava ódios viscerais que certos segmentos da população nutriam contra os homens brancos heterossexuais devido a queixas de longa data. Como resultado, os radicais precisavam de fazer menos para "radicalizar" o novo "proletariado" (isto é, as mulheres, as minorias étnicas e os homossexuais) uma vez que o ódio visceral emocional já se encontrava presente e ele poderia ser facilmente usado para fomentar as mudanças revolucionárias ao nível cultural.

Essencialmente, era necessário re-escrever a História segundo um ponto de vista onde durante toda a história quase todas pessoas haviam sido oprimidas sem misericórdia  pelos homens heterossexuais brancos, e reduzir o nosso entendimento tanto das estruturas sociais do passado como as do presente, olhando para toda a narrativa como uma campanha extensa de violação e dominação do homem branco sobre tudo o resto.

Mal esta narrativa revisionista foi finalizada e propagada, ela deu um alento poderoso aos movimentos que caracterizaram a revolução cultural que ocorreu no Ocidente durante os anos 60 e 70, bem como durante o período que se seguiu. Esta visão revisionista disponibilizou uma narrativa rígida e reducionista que poderia servir como um léxico para explicar todo o passado e o presente, tal como os Marxistas económicos haviam tentado fazer com o Marxismo económico "clássico" nos princípios do século 20.

O poder sedutor da narrativa que caracteriza todas as pessoas - menos os homens brancos heterossexuais do passado e do presente - como "vítimas" é bastante óbvio: ela liberta todos aqueles que fazem parte dos "grupos protegidos" de assumir as responsabilidades pelos seus próprios problemas, causando a que estes culpem os homens heterossexuais brancos por tudo o que eles acham que está errado nas suas vidas e no mundo em si. E foi precisamente isso que foi feito, e continua a ser feito, por um desproporcional número de pessoas das classes "protegidas" (mulheres, minorias e homossexuais).

A melhor parte disto tudo é que não foi necessário que o Marxismo fosse expressamente pregado. Embora algumas feministas e emancipadores raciais tenham, de facto, anunciado abertamente teorias Marxistas, a maioria não o fez, embora eles continuassem a adoptar a re-interpretação Marxista cultural da História como sendo ela nada mais que uma história da dominação dos homens heterossexuais brancos sobre as mulheres, as minorias e os homossexuais. Dito de outro modo, mesmo aqueles activistas que se recusavam a admitir que eram Marxistas, ou que negavam acreditar nas ideias Marxistas, baseavam-se numa História revisionista que era nela mesma totalmente Marxista no seu conteúdo.

O sucesso maior do movimento Marxista-Feminista é o seu sucesso na propagação por toda a cultura desta História revisionista. Em muitos círculos actuais, por exemplo, é assumido por completo que a História documentada nada mais é que um catálogo dos crimes do homem branco heterossexual contra todos os outros grupos. Esta é a versão histórica que domina as nossas universidades, e também aquela que é espalhada intensamente pelos órgãos de informação mainstream, gerando uma atmosfera que dá aos demais o "direito" de odiar os homens brancos heterossexuais, e a legitimidade de apoiar leis e costumes sociais que foram feitos para arrancar o poder dos homens brancos heterossexuais como uma medida que visa a "justiça social" (mesmo numa altura em que os homens estão a ser desproporcionalmente afectados pela recessão económica).

Naturalmente que, devido ao "poder estrutural" dos homens nos pontos mais elevados da sociedade, nenhuma destas alterações culturais e legais poderiam ter ocorrido sem a sua colaboração. Então, porque é que eles colaboram?

A razão principal prende-se com o facto dos "homens-no-poder" de qualquer sociedade terem sempre olhado para a larga maioria dos homens com uma mistura de desprezo e receio. Normalmente, os homens competem nas hierarquias, e aqueles que se encontram no topo das hierarquias geralmente sabem que eles estão sob algum tipo de ameaça dos restantes homens da hierarquia. Historicamente, isto tem sido controlado por aqueles que se encontram no topo através duma combinação de lealdades e prácticas feudais criadas para abater as classes mais baixas de homens - tais como guerras prolongadas e a classe de eunucos.

O Marxismo cultural dos finais do século 20 deu aos homens-no-poder uma ferramenta poderosa com a qual manter os homens dos escalões inferiores controlados (de forma mais ou menos permanente), organizando todo o resto da sociedade contra eles. Desta forma, os homens-no-poder reduziram a ameaça feita pelos outros homens.

De forma mais ou menos geral, este grupo de homens (no topo) nunca chegou a temer ser subjugado por pessoas que não eram maioritariamente homens brancos heterossexuais precisamente porque estava a criar estruturas culturais que iriam impedir isto por parte de outros homens. Esta classe certamente que não temia ser substituída do topo pelas mulheres (muito provavelmente porque os homens a este nível estão no sítio certo da curva no que toca a alguns traços relacionados com o poder, e como tal serem suplantados pelas mulheres não parece ser um risco realista).

Isto não quer dizer que houve uma "conspiração" entre a esquerda radical e os homens-no-poder; em vez disso, os homens-no-poder colaboraram com as ideias da esquerda radical porque ela servia aos seus interesses - nomeadamente, o interesse de preservar o seu poder no topo da sociedade marginalizando a maioria dos outros homens através duma rede confusa de "direitos", preferências e discriminação pura e simples como forma de substituir os homens por pessoas menos ameaçadoras (para o seu poder) que não são homens brancos heterossexuais.

É precisamente este alinhamento entre as nossas elites (que são maioritariamente compostas por homens brancos) e os esquerdistas radicais que permitiu que a revolução cultural tivesse o impacto que teve - e ainda tem - na nossa cultural, e que opera de forma razoavelmente deliberada para manter a maior parte dos homens [brancos] em baixo.

Acho que é impossível entender o que realmente aconteceu no Ocidente desde os anos 60 sem um entendimento das suas subjacentes bases Marxistas culturais. Isto também explica o porquê do sistema criado depois da revolução cultural ter-se revelado resistente e forte: de uma forma ou de outra, ele tem o apoio da maior parte das nossas elites.

Obviamente que, a longo prazo, se o programa revolucionário se materializar, as elites serão esfaqueados pelas costas pela esquerda radical, mas por enquanto, existe um forte alinhamento de interesses entre as elites e os radicais - de tal forma que toda a sociedade foi remodelada de tal maneira que ela serve, na verdade, como instrumento de preservação do poder das elites actuais, dividindo o resto da sociedade contra ela mesma.

Para os homens, o caminho que for tomando tem que reconhecer o Marxismo cultural e a sua demonização deliberada do nosso sexo - frequentemente com a colaboração de machos idiotas úteis (não lhes vou chamar de "homens" porque eles não merecem esse termo). Mas para além disso, é preciso reconhecer que o nosso caminho é, mesmo assim, um caminho revolucionário, caminho esse que nos irá levar rumo a novas direcções, deixando para trás os antigos.

Se nós deixarmos que assim seja, e se tivermos a força de vontade, nós seremos os donos do nosso destino e poderemos caminhar em rumo a muitos destinos deslumbrantes. Um pré-requisito para isso é entender este aparato Marxista cultural que foi instalado para nos minar, para além do facto dos conservadores sociais estarem a colaborar com ele.

O passo seguinte é levantarmos o nosso dedo médio a este aparato e aos conservadores sociais que permitem que ele avance, e abandonar tudo.O passo seguinte é a verdadeira emancipação do homem. Ela vira até nós, como indivíduos, se adoptarmos estes passos com integridade e confiança - e com um desprezo saudável pelo que as mulheres pensam disto. Este é o nosso jogo e esta é a nossa vida.

* * * * * * *

O autor do texto correctamente alerta para o facto de muitos conservadores estarem a pactuar com a agenda Marxista-Feminista sem se aperceberem que estão a causar a sua própria destruição. Para se ter uma ideia de como algumas instituições supostamente "conservadoras" directa ou indirectamente dão apoio ao movimento Marxista-Feminista, note-se o que este link nos revela..



sábado, 15 de fevereiro de 2014

Camille Paglia versus Hanna Rosin

Por Mark Richardson

No meu último post escrevi sobre a declaração da feminista Hanna Rosin de que os homens estão agora obsoletos. Mas os homens têm agora uma defensora pouco provável: a académica lésbica Camille Paglia, que escreveu um artigo para a revista Time onde ela se queixa de que o feminismo é injustamente hostil para com os homens:
Um impertinente e invejoso rancor contra os homens tem sido uma das características mais intragáveis e injustas da segunda - e da terceira - vaga do feminismo.
Paglia afirma também que o feminismo negou as distinções sexuais entre os homens e as mulheres:
Professores ideólogos dentro das nossas melhores universidades indoutrinam estudantes impressionáveis com teorias vazias de evidências alegando que o género é uma ficção arbitrária e opressora sem qualquer base na biologia.
A hostilidade para com os homens e a supressão das distinções sexuais não são coisas que aumentam a felicidade da mulher:
Quando uma cultura letrada denigre com regularidade a masculinidade e a virilidade, então as mulheres ficarão para sempre com rapazes que não têm qualquer incentivo para amadurecer ou honrar os seus compromissos. E sem homens fortes como modelos para adoptar ou (para as lésbicas dissidentes) resistir, as mulheres nunca atingirão um sentimento profundo e centrado delas mesmas como mulheres.
Mais uma vez, é importante lembrar que é preciso uma académica lésbica lembrar-nos deste aspecto da heterossexualidade. Os homens têm uma maior realização de si mesmos quando estão na presença de mulheres realmente femininas; as mulheres têm um sentimento mais profundo delas mesmas como mulheres quando estão na presença de homens fortes e realmente masculinos. Logo, ao atacar a masculinidade, as mulheres estão a prejudicar algo que elas precisam para elas mesmas.

Camille Paglia faz também outro ponto interessante, nomeadamente, que muitas feministas, apesar de se identificarem como esquerdistas, acabam sempre por ver a sua participação no mercado como o ponto mais alto das suas vidas. Elas não conseguem fugir do "economismo" da direita:
O que é perturbador em demasiados livros e artigos escritos por jornalistas feministas americanas, apesar do seu esquerdismo putativo, e um preferência implícita pelos valores e pela cultura bourgeois. As habilidades particularmente focadas, cléricais e directivas da elite que faz parte da classe média-alta são apresentadas  como o maior desiderato, o ponto evolutivo mais elevado da humanidade.
Camille Paglia relembra então às feministas triunfalistas, que acreditam que chegou o fim do homem, que as civilizações elevam-se e entram em decadência, e de que numa civilização em declínio, as mulheres invariavelmente irão necessitar do apoio dos homens. Mesmo agora, as mulheres dependem dos homens para manter a engrenagem em movimento:
De facto, os homens são hoje absolutamente indispensáveis, invisíveis para a maioria das feministas, que parecem não reparar nas infraestruturas que fazem com que a sua vida laboral seja possível. São na sua maioria os homens que fazem o trabalho sujo, o trabalho perigoso de construir estradas, despejar cimento, pavimentar sítios com tijolos, revestir os telhados, pendurar fios eléctricos, escavar o gás natural e linhas de esgoto, cortar e remover árvores, e demolir as paisagens de modo a que se possam construir casas .... A economia moderna, com a sua vasta rede de produção e distribuição, é um épico masculino onde as mulheres encontraram um papel produtor - mas as mulheres não foram as autoras.



sábado, 2 de novembro de 2013

Misandria


Misandria é a crença na inferioridade do homem, expressa como ódio, menosprezo ou preconceito. A sociedade atual está cheia de condutas misândricas. Novelas retratam homens idiotizados ao lado de suas esposas, apresentadas como modernas, seguras e bem resolvidas.

Meninos são estimulados a falar sobre seus sentimentos para depois serem ridicularizados. Comerciais de TV veiculam esteriótipos de homens enlouquecidos assistindo a jogos de futebol como se fossem retardados mentais. E assim por diante.

Não admira que muitos homens adultos e meninos acabem por se sentirem culpados por seu gênero e passem a adotar condutas de quem se sente em desvantagem em relação às mulheres: modos de vestir efeminados, adesão ao feminismo, culto da mulher como um ser superior e vergonha da sua própria condição masculina.

Um famoso site de repercussão nacional, cuja uma das autoras é hoje blogueira da revista Carta Capital, se tornou referência da ideologia misândrica no país com o título: "Homem é tudo palhaço". Há, contudo, mais do que ódio, menosprezo ou preconceito nessa corrente.

Ela é muito útil para os fins políticos da esquerda, pois confere um discurso de combate aos fundamentos da sociedade, apresentada no seu conjunto como opressora, retrógrada, hipócrita e imoral.

Portanto, uma sociedade incapaz de trazer harmonia entre homens e mulheres e que necessita de uma transformação radical.

A misandria serve, assim, a propósitos muito mais amplos, embora não único, de subverter valores em prol de uma causa.



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Misandria no sistema de ensino


Uma das razões-chave que leva a que os rapazes se atrasem nas salas de aula (quando comparadas com as meninas) foi revelada hoje pela primeira vez: as professoras.

Pesquisa de proporções inovadoras mostrou que os rapazes reduzem as suas expectativas se acreditam que o seu trabalho vai ser avaliado por uma mulher visto que eles são de opinião que a nota será inferior.

A pesquisa revelou também que as suas suspeitas estão correctas: em média, as professoras atribuíram notas mais baixas aos rapazes do que as notas atribuidas por avaliadores externos não-identificados.


Os resultados, publicados hoje pelo "Centre for Economic Performance", podem ter repercussões imensas para os rapazes devido à escassez de professores [homens]. Apenas 15 porcento dos professores primários são homens.

Estes resultados foram descritos ontem como "fascinantes" por parte dum dos pesquisadores académicos de topo, o professor Alan Smithers, do "Centre for Education and Employment" na Universidade de Buckingham. Smithers afirmou que as pesquisas, levadas a cabo junto de 1,200 crianças em 29 escolas, exibiram uma causa possível por trás do fosso de performance entre os rapazes e as raparigas durante a educação escolar.

O estudo revelou também que as meninas esforçavam-se mais quando tinha um professor, visto que acreditam que teriam melhores notas. Estas suspeições, no entanto, não se confirmaram uma vez que os professoras deram essencialmente as mesmas notas que os avaliadores externos às estudantes. 

Segundo o estudo, os rapazes acreditavam que as suas respostas seriam 3 porcento inferiores se as mesmas fossem classificadas por uma mulher. Por sua vez, as estudantes acreditavam que os seus resultado seriam 6 porcento mais elevados se classificados por um homem.

O professor Smithers disse:

É um estudo fascinante, que ressalva a importância da avaliação independente para a examinação de estatuto elevado.

Fonte

* * * * * * *
Para se ter verdadeira noção do que este estudo revela e significa, substituam "rapazes" por "negros" e "meninas" por "brancos". Agora, se um estudo social rigoroso revelasse que os professores brancos davam notas mais elevadas aos alunos brancos (ou notas mais baixas aos alunos negros), isso seria uma descoberta horrível e provavelmente passível de processo criminal ; muitos alunos negros estariam a ver a sua vida profissional condicionada devido à atitude de um ou mais professores mal intencionados.

No entanto, o estudo aludido no post revela que, em média, as mulheres dão notas inferiores aos rapazes precisamente por eles serem rapazes. Pior que isso, estes estudantes - de alguma forma ou outra - já sabem, que se eles, como membros do sexo masculino, forem avaliados por uma mulher, existem grandes probabilidades de não lhes ser feita justiça. Isto parece indicar que existe uma grande dose de activismo misândrico junto de muitas mulheres presentes na área do ensino

"Fascinante", sem dúvida.



sábado, 29 de dezembro de 2012

Sistema de ensino inglês favorece as meninas e prejudica os rapazes

Fonte

Na sua ânsia de promover a ideologia feminista, o sistema educacional [inglês] está a prejudicar os rapazes. Qualquer sucesso masculino actual é visto como uma vantagem sexual, e não algo resultante de trabalho árduo ou do direito humano de prosperar. Os rapazes são amorosos, carinhosos, inteligentes, engraçados e inocentes, mas a sociedadde raramente lhes dá credito por isto. Em vez disso, é-lhes dito que eles são estupidos, emocionalmente atrofiados, depravados e violentos, estabelecendo assim o destino social dos rapazes mesmo antes deles abandonarem a escola.

O vídeo que se encontra mais embaixo descreve a experiência pessoal dum rapaz que esteve dentro do sistema educacional inglês entre 1997 a 2006. O mesmo foi baseado no conteúdo dum post online do utilizador "Duran", do fórum antimisandry.com. A transcrição, que é uma versão resumida do post original, encontra-se a seguir ao vídeo.




Nasci no ano de 1991, dentro duma família feliz; tinha uma irmã seis anos mais velha, e dois pais amorosos. O meu pai era o provedor da família e a minha mãe, que era doméstica, costumava levar-nos para a escola, ir-nos buscar quando estavamos doentes - basicamente, ela fazia as coisas de mãe.

Os meus primeiros anos escolares foram bons e a minha educação excelente; eu tinha notas elevadas, jogava futebol na equipa da escola e às vezes practicava  boxe. O meu pai e o meu avô (pai do meu pai) eram ambos pugilistas, e o tempo de união que passava com o meu pai no ginásio era fantástico.  A vida não poderia ser melhor.

À medida que ia chegando ao final da minha escola primária, comecei a notar uma tendência estranha; a minha família parecia ser uma minoria. Quando eu ficava em casa de amigos, eram quase sempre mães divorciadas ou apenas mães solteiras a olhar pelos meus amigos. Nunca prestei muita atenção a isso porque tinha só 6-11 anos, mas sempre perguntei aos meus amigos "Onde está o teu pai?"

Enfim, continuando para a minha transição para a escola secundária, foi aí que as coisas mudaram para pior. A escola secundária na Inglaterra engloba as idades que vão dos 11 aos 16 anos; não sei como é nos outros países.

Mal as aulas começaram, e naquela tenra idade, imediatamente foram-nos ensinadas as atrocidades que o homem ocidental havia feito contra todos os outros povos.  Nós fomos, literalmente, e sem exagero, ensinados a ter vergonha de nós próprios, do nosso sexo, e da nossa cultura, ao mesmo tempo que era ensinado às raparigas o quão fabulosas as sufragistas eram, e que sem elas, as raparigas ainda estariam debaixo da tirania dos homens malignos.

Lembro-me duma situação particular numa aula de História onde as professoras e as estudantes encontravam-se todas a rir da estupidez dos rapazes e dos homens. Enquanto as meninas todas se riam, lembro-me da professora ressalvar que "todos os homens tinham que lutar nas guerras, mas as mulheres não tinham. Mas eram sempre os homens quem começava com as guerras!" Lembro-me de olhar para os lados, para os rapazes, e vê-los sentados, estáticos, olhar vazio na face, dizendo nada.

Foi então que me apercebi! Eu também estava a fazer a mesma coisa que eles: nada.

No entanto, havendo sido submetido (pelo sistema de educação) a anos de politicamente correcto e auto-vergonha, não tinha conhecimentos para refutar o que me era dito. Tudo o que elas me diziam parecia ser verdade. Se não fosse o meu pai a ensinar-me desde a tenra idade sobre os feitos dos grandes homens do passado, eu realmente penso que seria mais um pateta triste indoutrinado pela ideologia feminista.

Esta experiência era, no entanto, um dos problemas que eu e os outros rapazes enfrentávamos por esta altura. Outro problema é que não só nós fomos ensinados a ter vergonha no nosso sexo, como fomos ensinados a ter vergonha da nossa raça. Sim, se tu eras um rapaz branco, Deus te livre, mas esperavam-te tempos difíceis: horas e horas de todas as atrocidades e crimes que os nossos antepassados infligiram aos Africanos, aos Nativos Americanos, ao povo Judeu, e, claro, às mulheres (porque as mulheres [brancas] não faziam parte do mal que os brancos haviam feito).

Não havia UMA ÚNICA menção de todo o bem que haviamos feito; só o mal. Se por acaso eles diziam algo de bom que o homem branco havia feito, eles nunca ressalvavam o facto disso ter sido feito por um homem branco. Só quando eles envergonhavam é que gostavam de ressalvar as características da pessoa ou grupo de pessoas que estavam a envergonhar.

Enquanto isto decorria, nós tinha o Mês da História Negra para celebrar os feitos da cultura negra e dos negros em geral. Eu não só não tenho problemas nenhuns com isto, como acho fantástico que as pessoas possam celebrar a sua própria cultura. Mas isso trouxe-me ao pensamento uma coisa: quando é que nós teremos permissão para celebrar e ter orgulho na nossa cultura [branca]? A resposta? Nunca, visto que isso é politicamente incorrecto e essa linha de pensamento produz uma nação de Nazis, aparentemente.

Depois disto tudo, reparei numa mudança em mim: tornei-me apático, preguiçoso, desmotivado e eu, que aos 11 anos tinha notas que me colocavam no grupo dos 5% de topo do país, passei a ter notas que me colocavam no extremo oposto. Lembro-me que aos 11 anos era suposto ter só A* [ed: nota mais elevada] e ter As nas provas GCSEs [General Certificate of Secondary Education]. Bem, saí daquela escola sem um único GCSE. E porquê? Porque deixei de me importar com a escola; havia dias que nem aparecia porque já não aguentava mais. Era horrível ser descriminado desta forma pelas pessoas que não só nos deveriam estar a ensinar de modo objectivo, como também a dar uma educação normal.

Quando o meu pai se apercebeu que havia algo de errado, já era tarde demais para se fazer alguma coisa. Isto ocorreu nos últimos seis meses do ano, e a escola nunca avisou o meu pai da queda drástica nas minhas notas e da minha falta de comparência. Estes sentimentos não eram só meus; posso dizer que 90% dos rapazes que estavam no mesmo ano que eu não terminaram o ano com mais do que 1 ou 2 GCSEs. 

Por outro lado, muitas raparigas - na verdade, a maioria - acabou a escola com notas incríveis. Uma rapariga de quem eu gostava muito terminou o ano com 3 estrelas A, se bem me lembro. Ah, e a minha irmã não só terminou a escola primária com notas altas, como deu continuidade a essas notas altas pela escola secundária, terminando-a com notas muito elevadas - tudo As e Bs.  Ela prosseguiu para os níveis A e estava a caminho de se tornar muito bem sucedida, aprendendo muitas línguas tais como o Alemão e o Latin, quando ela decidiu abandonar isso tudo, e concentrar-se em criar uma família.

Para a geração mais antiga que se encontra por aí: gostaria de vos dizer que isto é o que aconteceu com quem cresceu no sistema de educação dos anos 1997-2006. Claro que não posso dizer se isto acontecia em todas as escolas uma vez que eu não tinha forma de saber isso. Mas se todas as escolas eram como a minha, então estamos com problemas sérios. Fiquei a saber recentemente que os homens mais jovens recebem menos que as mulheres com idades entre os 20 e os 29.

A minha pergunta é: o que é acontecerá quando a minha geração tiver que viver no seu espaço neste mundo? Daquilo que sei da minha experiência, e dos factos ao meu redor, a maioria dos rapazes da mesma faixa etária que eu ou estão desempregados ou a desempennhar trabalhos básicos como reposição de prateleiras, escavação ou outro trabalho servil.

De forma literal, nós criamos uma geração de homens que têm ódio a si mesmos, sem uma figura paterna nas vidas, e mesmo os que têm uma figura paterna como eu, são prejudicados de forma dura pelo que têm que suportar da parte do sistema educacional. Honestamente, estou muito interessado em ver o que acontecerá nos próximos 20 anos. Será que as feministas se aperceberão que a sua auto-gratificação condena esta geração de homens, já de si destruída e ostracizada e com poucas hipóteses de ver todo o seu potencial de vida desenvolvido?

Eu fui um dos poucos que não ficou surpreso com os motins que ocorreram no Reino Unido; isto era algo pronto a acontecer. Era suposto esta geração de homens ser a espinha dornal do nosso futuro. Gostaria muito de saber o que a geração de homens mais velha pensa deste estado de coisas, e o que pensam da forma como os seus filhos têm sido tratados pelo sistema educacional e pela sociedade no geral.

Ah, e antes que alguém me acuse de culpar o sistema de Educação pelos meus fracassos, o meu pai  inscreveu-me numa escola só com rapazes, onde obtive 7 As nos GCSEs no meu primeiro ano (depois da escola mandatória ter terminado). Mais tarde passei por dois anos de "A levels" onde obtive 5 em todos eles. O que eu contei não é uma história para que alguém tenha pena de mim. Eu estou realmente interessado em saber o que vocês pensam que irá acontecer se o cenário por mim descrito é o mesmo que se verifica junto da maioria dos rapazes em crescimento.
..........
A produção deste vídeo foi um esforço conjunto entre Andy Man e Archi.

* * * * * * *

Não é difícil prever o futuro se este estado de coisas se mantiver; os rapazes continuarão a abandonar  as escolas, e a obter empregos abaixo das suas capacidades, ao mesmo tempo que as mulheres continuaráo a ser artificialmente elevadas, só para escolherem profissões tais como professoras de Inglês, Sociologia ou Psicologia (e mais tarde, abandoná-las para constituir uma família).

As profissões STEM [Science, Technology, Engineering, Mathematics], tradicionalmente mais masculinas, continuarão a perder pessoas dispostas ou capazes de trabalhar nelas. [As mulheres têm a liberdade e a capacidade de trabalhar nestas áreas, mas elas normalmente escolhem áreas mais de acordo com a sua natureza empática e relacional.]

Isto tudo, note-se, como consequência da feminização do sistema de ensino como forma de colocar as mulheres no mercado de trabalho - quer elas queiram ou não queiram.  

Isto é o feminismo a destruir a vida de homens, mulheres e crianças.



sábado, 8 de dezembro de 2012

Lesbiana e o separatismo feminista


O London Feminist Film Festival serviu de montra para um filme centrado num movimento separatista lésbico dos anos 80 (onde esgotou em vários locais). Antes do filme ser exibido, e logo após uma breve introdução, a feminista Julia Long exigiu que todos os homens se retirassem das instalações, o que gerou um misto de raiva e aprovação entusiasta por parte do público..

Embora seja muito baixo ficar com dinheiro alheio e depois expulsar os pagantes desta forma, acho que os homens que pagaram para ver este filme receberam o que mereciam. Adicionalmente, este incidente demonstra como o feminismo - mesmo o tipo "separatista" - realmente funciona.

Do artigo:
Em relação ao filme em si, algumas vozes fizeram-se ouvir: as pessoas perguntaram como é que as mulheres conseguiram financiar as suas comunidades, o que inspirou Fougère a partilhar algumas histórias incríveis em torno da forma como construíram casas recorrendo às árvores em redor, ou como as mulheres foram divididas entre aquelas que ainda trabalhavam "lá fora, no mundo" mas que voltavam para as comunidades como suas casas.
Ela fez um comentário que pode inspirar uma discussão fascinante e formindável: “Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o banheiro funcional que tens em casa.”
Por outras palavras, foi um fracasso. Gostaria de ver as "casas" que as mulheres construíram com "as árvores em redor". Não sei porquê, mas duvido que tenham sido tão impressionantes como as que Dick Proenneke construiu sozinho no Alaska. Duvido também que Dick tenha roubado a alguma mulher como forma de financiar os seus esforços.

As feministas são mesmo desavergonhadas quando se trata de usar os homens. Elas roubam, enganam e usam as pessoas, ao mesmo tempo que chamam a isso de “empowerment.” [ed: power = poder] Porque é que a feminista Julia Long não disso logo de início que o filme era "só para mulheres"? Ora, porque ela queria o dinheiro dos homens. Mal eles haviam pago o bilhete, eles foram descartados, sendo mais tarde substituídos pelo próximo grupo de otários.

Claro, como feminista que é, o seu roubo foi racionalizado e a falsa propaganda, bem como o furto, passaram a ser outra coisa:
Este pequeno incidente, e as respostas ao mesmo, ensinam-nos lições importantes àcerca dos níveis de misoginia na nossa sociedade. É perfeitamente claro que aqueles que causaram problemas e "sabotaram" o festival são os mesmos que se queixaram e exigiram reembolso.
Sim, misóginos são aqueles que querem o seu dinheiro de volta. Típico.

* * * * * * *

Este roubo em nome do feminismo encerra em si practicamente tudo o que há para saber sobre esse movimento misândrico, anti-vida e anti-mulher.

Primeiro, a noção de que é possível um "movimento de mulheres" criar uma sociedade funcional  totalmente independente dos homens é o sonho de qualquer lésbica, mas não funciona; é um mito. As mulheres precisam dos homens, tal como os homens precisam das mulheres: "E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele." (Génesis 2:18)

A evidência para a necessidade que as mulheres têm dos homens é o facto de ainda não existir uma comunidade 100% mantida exclusivamente pelo génio feminino. Se isso fosse possível, as feministas já teriam feito. Afinal, se as mulheres vivem sob "opressão" junto dos homens, chegando ao ponto de algumas feministas compararem a condição da mulher actual com a escravatura (algo que é verdadeiramente ofensivo para as etnias que já passaram por isso), nada mais lógico elas libertarem-se da "opressão", e desenvolver esforços para viver em áreas e zonas totalmente independentes da  influência masculina. Não acontece, e nem vai acontecer porque as mulheres dependem (e muito) dos homens.

E mesmo que tal comunidade venha a ser criada, não vai subsistir durante muito tempo: "Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o teu banheiro funcional que tens em casa."

Segundo, é verdadeiramente sintomático que este "movimento das mulheres" tenha sido liderado por lésbicas. Se as feministas não-lésbicas realmente querem fazer uma distinção entre o movimento em si a íntima ligação que este tem com essa "orientação sexual", talvez não seja má ideia começarem por diminuir a influência que as lésbicas têm dentro do feminismo.

Terceiro, uma vez que o movimento feminista aparentemente é controlado por lésbicas, não será isso um dos motivos que leva a que o feminismo vomite tanto ódio aos homens? Quanto melhor for a cooperação heterossexual, menos mulheres estarão disponíveis para o lesbianismo. Dentro do feminismo, o homem não só é "um opressor" mas é também um concorrente directo no acesso à intimidade feminina.

Quarto, o facto desta lésbica feminista ter usado o dinheiro dos homens ao mesmo tempo que impedia  os mesmos de usufruir do "filme" pelo qual já haviam pago, revela também o papel que o homem tem no feminismo.

Segundo o feminismo, os homens são a própria incarnação de Satanás,  excepto quando ele abre os cordões da bolsa para - entre outras coisas -  financiar "filmes" que ensinam as mulheres a odiar os homens.

Quinto, e talvez o mais sério: os homens que foram lesados pela feminista Julie Long, provavelmente saíram das salas de cinema com ódio às mulheres, e não especificamente às feministas. Como se viu no segundo ponto, homens a odiar as mulheres é precisamente o que as lésbicas que controlam o feminismo querem.

Elas aproveitam-se da credulidade de algumas mulheres para fazer número, mas avançam com uma agenda política e sexual que está em total desacordo com os desejos da maioria das mulheres (principalmente das mulheres casadas).  Quando, por fim, os homens reagem à discriminação, ao roubo e à injustiça, as lésbicas feministas dizem que isso é um ataque às mulheres ("misoginia") quando na verdade é uma crítica à atitude de algumas mulheres ideologicamente motivadas que se escondem no meio das mulheres.

Segundo estas lésbicas feministas, portanto, não é suposto os homens reagirem quando estão a ser vítimas das acções feministas, mas sim fechar a boca, abrir a bolsa e deixar as feministas fazer o que bem entenderem.
.



domingo, 18 de novembro de 2012

Fascismo feminista no Canadá

No dia 15 de Novembro de 2012 o Dr. Warren Farrell pensou que daria uma pacífica palestra pró-homem na Universidade de Toronto (Canadá). O que ele descobriu foi que o comité de boas vindas feminista não é bem dos mais cordiais e pacíficos do mundo. Como se pode ver pelo vídeo que se segue, só um esquadrão de polícias de choque conseguiu controlá-las.

Enquanto isso, e no bom espírito da "tolerância libertadora" de Herbert Marcuse, as feministas gritavam "Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade!" Convém lembrar que quando as feminazis gritam "fim ao discurso de ódio" isso significa "fim à liberdade de expressão de quem não concorda connosco!".

 
E o que é que Dr. Farrell planeava falar? Bem, o seu discurso fazia parte dum evento com o nome  “Men’s Issues Awareness at the University of Toronto (MIAUT)” [Consciencialização dos Assuntos Masculinos na Universidade de Toronto]. Um sumário do "discurso de ódio" proposto:
Através do mundo industrializado, os rapazes estão certa de 1/4 de século atrás das meninas - abandonando a escola, preocupados com os vídeo-jogos, suicidando-se e demonstrando "fracasso na iniciação." 
Porque é que isto acontece e o que é que podemos fazer para resolver esta situação? 
Oh, sintam o "ódio"! Mas os elementos universitários anti-homem não gostaram nada do que estava planeado, e não foram nada tímidos em demonstrá-lo ao mundo! (Não tenho notícias de terem sido usadas lâminas corta-papel).

Eis aqui outro vídeo que não pode deixar de ser visto (inglês) onde se pode ver uma feminista local a ser entrevistada e a falar tal qual uma . . . . . feminista. É impressão minha ou ela está em vias de começar a chorar? Se sim, não seria a primeira vez que um grupo de feministas usa o choro como "argumento".


Finalmente, eis aqui uma tonelada de material do Twitter que te vai manter ocupado durante algum tempo: http://t.oronto.ca/protesting-warren-farrell-at-university-of-toronto/ 

Fonte

* * * * * * *
Se mais evidências fossem necessárias para demonstrar a natureza violenta, totalitária, irracional, e misândrica do feminismo, acho que esta notícia é suficiente. Levando em conta que o feminismo é uma ideologia descendente do marxismo, a realização de que este é um movimento totalitário faz tanto sentido como a realização de que o perdão é parte integral do Cristianismo.

Façam esta pergunta a vocês mesmos: se o feminismo apenas e só "luta pela igualdade", porque é que as suas adeptas querem retirar a liberdade de expressão de quem defende os interesses do sexo masculino? Qual é a racionalidade por trás deste acto? Quem luta pela igualdade, vive e age como alguém que luta pela igualdade.

Será que as feministas agem deste modo porque se apercebem que a defesa dos interesses masculinos é uma forma de limitar o poder futuro que elas anseiam ter sobre os mesmos homens? A única forma de explicarmos este comportamento violento por parte das feministas é se assumirmos que as feministas não querem "igualdade" mas sim supremacia.

Analisando o seu comportamento violento sob este prisma, as coisas ficam mais claras: se alguém quer ter supremacia sobre o seu inimigo, ele - ou ela, neste caso - vai fazer todos os possíveis para retirar do seu inimigo aquilo que lhe pode colocar numa posição ameaçadora.

Para as feministas, os movimentos que defendem os direitos dos homens (MRAs = Men's Rights Activists ou MRM = Men's Rights Movement) não podem de maneira nenhuma receber credibilidade pública porque isso seria um travão para as aspirações totalitárias das feminazis. Disto se conclui que o feminismo não é um movimento que busca a igualdade mas sim supremacia. Não é possível qualquer espécie de entendimento entre defensores do totalitarismo feminista e promotores da liberdade de expressão porque uma das partes não aceita que a outra tenha direitos inerentes à sua condição de ser humano. (A liberdade de expressão é um direito humano).

Quando um grupo de feministas acha que há algo de fundamentalmente errado em falar dos problemas que afectam os homens, é seguro afirmar que o senso comum do mundo ocidental está practicamente destruído. Para estas feministas, o importante não é a verdade ou a natureza do que está a ser falado, mas sim se o que vai ser discutido de alguma forma prejudica a sua ideologia. Obviamente que as pessoas podem sempre dizer que falar só de assuntos que afectam os homens é "discriminação" e "preconceito". Mas será isso lógico? Se o evento se centrasse única e exclusivamente nos assuntos que afectam as mulheres (como acontecem pacificamente por todo o mundo ocidental) e um grupo de homens se manifestasse de forma violenta contra o mesmo, haveria alguma dúvida em caracterizar tais manifestantes de totalitários e inimigos da liberdade de expressão?

Se isto é assim para este cenário, então não há qualquer tipo de justificação lógica que justifique a impunidade social de quem age de forma violenta contra quem defende os direitos do sexo masculino. Tal como já falamos num post anterior, podemos esperar mais tipos de acções deste baixo nível por parte das feministas, e principalmente, a ausência de condenação firme por parte das líderes feministas. Essas, como se sabe, estão mais interessadas em promover a matança de bebés inocentes do que a controlar a violência dentro do seu movimento. (Será porque elas sabem que controlar a violência das feministas jogaria contra elas?)

Como diz o autor do texto de cima, se por acaso alguém for realizar eventos que se foquem em problemas que afectam exclusivamente os homens, tenham cuidado de tomar as precauções necessárias para garantir a vossa integridade física. Estejam também prontos para recolher todo o tipo de evidências (com máquinas de filmar, fotografias e testemunhas credíveis).

Outra coisa que pode ser feita para desmascarar as feminazis é forçá-las a condenar veementemente   actos como este. Se elas não condenarem, então ficamos com uma arma poderosa para usar contra elas. Ah, e Warren Farrell conseguiu, por fim, fazer a sua palestra. Pena é que a violência feminista a tenha atrasado em cerca de uma hora.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Julie Bindel: "Muitas mulheres são inadvertidamente heterossexuais"


Julie Bindel é uma feminista inglesa com 50 anos. Para o bem ou para o mal, ela é do tipo intelectual - significando que, quando luta em favor das suas escolhas políticas, ela rege-se mais pelos seus princípios. A primeira coisa a notar é que ela é uma lésbica que acredita que as outras mulheres deveriam também ser lésbicas. Isto faz sentido se acreditas na FTP - Feminist Patriarchal Theory ["Teoria Patriarcal Feminista"].

Segundo esta teoria, os homens organizaram a sociedade de modo a que eles possam beneficiar com a opressão dirigida às mulheres, e os homens, como classe, colocam este privilégio em práctica através dos actos de violência. Se isto é verdade, então faria muito pouco sentido que as mulheres desenvolvessem sentimentos amorosos dirigidos aos homens uma vez que estariam a amar aqueles que as oprimem.

Devido a isto, Julie Bindel apelou às mulheres bissexuais que parassem de dormir com o inimigo (isto é, os homens):
Sempre que escrevo em torno do facto de ter feito uma escolha positiva para ser lésbica, e que não acredito na existência do "gene" gay (ou bissexual), sou acusada de ser um robot ideológico e portanto, não ter uma genuína atracção pelas mulheres. Isto não faz sentido nenhum. (...) Para as mulheres bissexuais a viver sob a tirania do sexismo, escolher ser lésbica é um acto libertador.

Aquelas que como nós cresceu durante um tempo e contexto onde existia uma análise política da sexualidade foram capazes de fazer uma escolha positiva em favor do lesbianismo. Acreditava na altura, e ainda acredito, que se as mulheres bissexuais tivessem um pouco de política sexual, elas nunca mais dormiriam com homens.
Esta opção não a tornou muito bem vista entre as mulheres bissexuais, chegando-se ao ponto duma delas a acusar de colocar limites à sua autonomia:
Remover a autonomia de escolher com quem se pode ou não ter sexo não é feminismo, e nunca vai ser.
E eis aqui Julie Bindel afirmando o mesmo ponto para não amar o inimigo:
O motivo que leva muitas feministas da nova vaga repetir vez após vez a necessidade de incluir homens no movimento feminista prende-se com o facto de muitas delas serem heterossexuais inadvertidamente. As mulheres são o único grupo oprimido a quem se exige que ame o seu opressor, sexualmente e de muitas outras formas.
Mais uma vez, esta posição faz todo o sentido se se concordar com o ponto de vista que se segue, citado de favorável por Julie Bindel:
Finn Mackay, activista e académica feminista que durante os últimos seis anos organizou a marcha Reclaim the Night em Londres, acredita que os homens têm um papel a desempenhar dentro do feminismo, mas - não é tomando parte dos encontros e fazendo parte do processo de decisão.   “Eles podem parar a violação não violando, e podem destruir a indústria do sexo não pagando por sexo.” afirma  MacKay, sem qualquer ponta de ironia. “A opressão pura e simplesmente não acontece às mulheres, como o mau tempo. Os homens, como grupo, sistematicamente oprime e explora as mulheres, e o feminismo é o movimento político que existe para desafiar e alterar isso.”
Se isso é o que tu acreditas, porque não ser uma feminista radical, separatista e lésbica? E porque não defender que o casamento, como uma instituição patriarcal, deveria ser abolida:
Estou perfeitamente convicta que lutar pelos direitos do casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo é levar as coisas demasiado longe. Se fosse eu, tornaria ilegal o casamento, mesmo entre os heterossexuais..
Temos pela frente dois caminhos:
  • 1. Aceitar as alegações da FTP - onde faz sentido que as mulheres evitem ter relacionamentos amigáveis com os homens;
  • 2. Examinar estas alegações.
Será mesmo verdade que os homens, como classe, sempre agiram de modo a perpetrar violência e opressão contra as mulheres? Não pode o contrário disto ser alegado, isto é, que os homens, como classe, sempre agiram de modo a proteger as mulheres da violência, e sempre trabalharam para melhorar a vida da mulher?

Tradicionalmente, nas sociedades Ocidentais existia um ethos muito forte entre os homens que qualificava de desonroso os actos de violência cometidos contra as mulheres. Portanto, se os homens agiam como classe, essa acção movimenta-se no sentido de repudiar a violência contra as mulheres, e não a cometer violência contra as mulheres.

Semelhantemente, existia entre os homens um ethos muito forte que dizia que eles deveriam trabalhar duramente para sustentar as esposas e as famílias. Dezenas de milhões de homens trabalharam em prol das suas famílias quando poderiam ter tido vidas mais facilitadas se tivessem trabalhado para si.

Existe uma leitura muito mais positiva do masculino que aquela que é normalmente levada a cabo pelas feministas como a Julie Bindel - e essa é uma leitura que permite às mulheres que aceitem abertamente a sua heterossexualidade.




sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Portugal: violência doméstica contra homens aumentou 50%


Os crimes de violência doméstica continuam a aumentar. Em 2011, segundo o relatório da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), registaram-se mais de 15 mil crimes e o número de casos em que o homem é a vítima subiu 50% 
Em 2011, a APAV recebeu mais 505 denúncias de crimes de maus tratos físicos e mais 427 relatos de maus-tratos psíquicos que em 2010. Aumentaram também os casos de homicídio tentado, com mais 55 registos e foram assinalados cinco crimes de homicídio consumado.
No relatório da APAV divulgado esta quinta-feira, as principais vítimas continuam a ser as mulheres (83% dos casos) mas começa-se a notar um aumento significativo das denúncias por parte dos homens.

No caso das mulheres, é na faixa etária entre os 35 e os 40 anos e na faixa etária de mais de 65 que se encontra o maior número de casos de violência doméstica. Uma em cada três situações de violência tem como agressor o cônjuge.

Os números divulgados pela associação apontam para um aumento de todas as situações em relação a 2010: os crimes aumentaram 8,8%, os processos de apoio cresceram 5,7% e as vitimas directas dispararam, passaram de 6.932 para 8.693.
A APAV afirma que, em 2011, terá apoiado cerca de 23 mil pessoas.
* * * * * * * * *

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Jessica Hopper "O meu feminismo nasceu a partir da raiva"


Como é o teu mundo emocional se tu és uma feminista radical? Deparei-me com este interessante e corajoso artigo onde uma (antiga) feminista radical descreve a sua transição dum lugar cheio de ódio, para outro onde ela desenvolveu uma visão mais compassiva dos assuntos em torno do género.

Primeiro, ela descreve como era a sua vida emocional:
Quando eu era mais nova, talvez com 10, 12 ou 15 anos, eu costumava afirmar que odiava os homens. Provavelmente até odiava. O meu feminismo nasceu a partir da raiva - dirigida a eles num mundo onde eles pareciam ser demasiado poderosos e demasiado felizes em obter algum tipo de vantagem perante a fraqueza das outras pessoas.

Em segundo lugar, na minha lista de raiva feminista, encontravam-se as mulheres que aparentemente dificultavam a vida das outras mulheres ao sucumbirem perante os homens, usando a sua aparência e o seu apelo sexual como forma de obter uma parcela desse poder.
Este é um lugar terrível para se estar uma vez que fica-se em luta e ódio constante contra os homens, bem como contra as mulheres que "sucumbem" perante os homens.

No entanto, e enquanto lia um livro duma feminista negra, esta feminista radical teve um vislumbre:

Perto do final da introdução havia uma linha onde ela escrevia que, inconscientemente, e de modo a que ela pudesse sentir que as mulheres poderiam ser livres, ela esperava que os homens morressem. Depois de ler esta linha, fiquei sem fôlego. Não me consegui conter e desatei a chorar.

Eu havia dedicado muito tempo e muita energia a reforçar esta ideia na minha cabeça - de que os homens eram meus inimigos - e isso tinha-me transformado numa pessoa amarga e desconfiada em relação aos homens e em relação às mulheres que eu qualificava como alguém que estava "do lado deles."

Eu tinha tanta dor enrolada na minha visão política que eu estava ciente que não poderia continuar desta forma.
Esperar que os homens morram parece algo insano, mas eu acredito nela. Se tu és uma feminista radical, a única solução aceitável é o desaparecimento dos homens uma vez que, enquanto eles estiverem por perto, eles irão oprimir as mulheres.

Saúdo esta mulher em particular (Jessica Hopper) pela sua honestidade e fico realmente feliz por ela ter deixado o ódio para trás. Ao mesmo tempo, é preciso levar em conta que ela não é um caso isolado. O feminismo radical encontra-se razoavelmente disseminado e algumas características importantes desta ideologia fazem parte do feminismo "mainstream". Isto significa que o ódio aos homens faz parte da esfera das políticas de género.

Isto, obviamente, é terrível para os homens, mas tal como Jessica Hopper demonstra, a pessoa tem estes sentimentos também se encontra numa péssima posição.A solução é abraçar uma nova visão em torno dos assuntos de género - uma que inclui os assuntos que afectam tanto as mulheres como os homens, e que demonstre que ambos os sexos possuem os seus problemas (e não só as mulheres).


domingo, 24 de junho de 2012

Tribunal australiano força homem a permanecer casado com mulher que lhe ocultou a sua condição de saúde

Marido cuja mulher lhe ocultou a condição de portadora de SIDA perdeu o seu recurso tendo em vista a anulação do casamento. Numa decisão importante, o Family Court da Austrália determinou que o facto da mulher não lhe ter dito que era doente não anula o consentimento do marido em casar com ela.

O tribunal ficou a saber que a mulher estava na casa dos 30 quando ela foi diagnosticada com SIDA (em 2006). O marido, que está na casa os 50, disse que nunca se casaria com ela se soubesse da sua condição [obviamente]. Devido a isso, ele pediu que o casamento fosse declarado como nulo e vazio [sem força legal] e não dissolvido uma vez que ele acreditava que deste modo a mulher não poderia buscar qualquer tipo de compensação monetária.

No entanto, o tribunal alegou que ele estava enganado ao pensar que nenhum tipo de compensação poderia existir se o casamento fosse declarado vazio.

Não se sabe se o marido contraiu o HIV ou SIDA.

Ian Shann, perito em direito familiar, disse que a moral do caso é simples:

Verifiquem sempre o historial dos parceiros antes do casamento.
Ian disse ainda que não acredita que haja diferença substancial entre mentir sobre a saúde, circunstâncias financeiras ou intenções financeiras.

Acredita-se que esta decisão legal foi usada como cláusula no Marriage Act que diz que o casamento é nulo e vazio no evento do consentimento de uma das partes não ser genuíno consentimento devido ao facto de "ter sido obtido por fraude".

O Dr. Shann disse que os motivos que podem anular um casamento incluem a bigamia, ser demasiado jovem, estar num casamento falso, ter sido forçada a casar e em casos de fraudes envoltas em identidades falsas.

Este caso particular não está abrangido em nenhuma dessas circunstâncias, mas a mulher claramente mentiu e o marido ficou numa posição precária devido à mentira.

* * * * * * *

Esta decisão já tem cerca de seis meses mas as implicações [para os homens australianos] são bastante claras: as mulheres australianas têm o sistema legal do seu lado se por acaso resolverem esconder a sua condição médica aos futuros esposos. Ou seja, segundo o sistema legal australiano, metade da população [as mulheres] pode fornecer informação errada [mentir] à outra metade [homens] se através disso resultarem benefícios para os primeiros.

Não deixa de ser curiosa a forma como os sistemas legais ocidentais - controlados pelo feminismo - constantemente tratam a mulher como um ser sem qualquer tipo de responsabilidade pelo que faz. É como se os tribunais feministas tivessem uma opinião tão baixa da mulher que não as considerassem capazes de se responsabilizarem pelos seus actos e pelas suas escolhas.

Portanto, longe de ser uma ideologia que "eleva" a mulher, ou "dignifica" a mulher, tudo o que o feminismo e as instituições sob o seu controle fazem é reduzir a mulher para um estatuto análogo ao de uma criança mimada perpétuamente insatisfeita.

Obviamente que a decisão do tribunal é nojenta e discriminatória; o homem deu consentimento para se casar com uma mulher saudável, e não com uma mulher doente. Para se ver que isto é uma decisão injusta basta inverter os papéis; se um homem portador do HIV ou com SIDA ocultasse esse facto à esposa, ele seria justificadamente punido.

* * * * * * *

Não muito longe da Austrália, e no mesmo ano de 2006, um homem indiano foi preso por ter ocultado a sua condição de seropositivo à esposa. Harish Kantharia foi preso na sua casa - na cidade de Surat - e acusado de cometer "um acto de negligência que pode colocar vidas em risco." A mulher, Lata Kantharia, disse:

Fui fazer uma visita de rotina ao ginecologista durante a minha gravidez e os médicos revelaram que eu era seropositiva.
A mulher obrigou então o marido a fazer testes ao sangue, que revelaram a sua condição.

A polícia afirmou que, mais tarde, o marido confessou toda a verdade:

Ele admitiu que sabia que estava infectado com o vírus mortal e que o havia escondido da queixosa, e até da sua primeira mulher, que morreu com SIDA.
Lata, que se casou com Kanthariaem Maio de 2003, buscou algum tipo de compensação para si e para a criança ainda - na altura - por nascer.

Os profissionais de saúde mais dedicados à SIDA louvaram a atitude desafiadora da mulher. O Dr. Anil Dhaval (Gujarat HIV+ Society) disse:

Este é um caso raro para as mulheres indianas, que, na maioria dos casos, são infectados pelos maridos e que, apesar de terem sido enganadas pelos maridos, nunca apresentam queixas judiciais contra eles.

* * * * * *

Portanto, enquanto que na Austrália o homem vê os seus pedidos de anulação do casamento rejeitados pelo sistema legal misândrico, na Índia a mulher não só viu o casamento anulado, como ainda lutou para ser compensada pela mentira do marido. Isto num mundo supostamente "dominado pelos homens" [male dominated].


sábado, 16 de junho de 2012

Mulher ameaça homem com alegações de violência doméstica como forma de expulsá-lo de casa

Um antigo promotor de "Albany County District Attorney's Office" chamado William Conboy III, de 35 anos, e a sua esposa Kelly Conboy, de 33 anos, envolveram-se numa amarga batalha de divórcio e custódia quando Kelly Conboy reportou à polícia que o seu marido lhe tinha apertado o pescoço, lançado para o chão, pontapeado no pescoço arrastado a bota do seu pescoço até ao seu peito.

O marido alegou que todas estas acusações eram falsas.

Segundo o advogado do marido, as alegações de Kelly (a esposa) coincidiram com eventos importantes na disputa de custódia que se gerou com o divórcio. Kelly Conboy recebeu os papéis de divórcio no dia 19 de Dezembro de 2011. Os registos mostram que no mesmo dia, mas mais tarde, Kelly enviou um email ao "Assistant District Attorney", o principal promotor dos casos evolvendo crimes sexuais em Albany County. O email dizia:

Preciso de saber e falar com quem quer que está a tomar conto do meus caso ASAP. [ASAP = "As Soon As Possible" = o mais cedo possível]
Para além disso, só depois do juiz decidir que Kelly Conboy só poderia ter visitas supervisionadas com a sua filha é que ela oficialmente deu início ao processo contra o marido William Conboy. Ele tentou provar que as acusações eram falsas, mas, tal como a reportagem da WNYT declara, "como um jovem promotor, William Conboy sabia que ele se encontrava na difícil posição de ser forçado a provar uma negativa. Dito de outra foma, ele teria que provar que nada havia acontecido.."

O caso estava pronto para ir a tribunal, o júri havia já sido escolhido, mas o caso foi rejeitado mesmo antes das alegações iniciais. A testemunha-chave da acusação, a própria Kelly Conboy, recusou-se a estar presente no tribunal.

O advogado de William Conboy estava pronto para passar a gravação duma conversa que o marido havia tido com a esposa onde se ouvia a mesma a ameaçá-lo com uma falsa acusação. A raiva e a atitude vingativa da voz de Kelly Conboy são indescritíveis:

Kelly: Quero que saibas o que vai acontecer.

Bill: Ok

Kelly: Se tu não sais de casa até ao final do dia, vou ligar ao Departamento Policial de Alban, dizer que tu me agrediste, e pedir uma ordem de protecção contra ti para a próxima semana.

Bill: Vais inventar uma história qualquer e dizer que eu te agredi?

Kelly: Sim, sem dúvidas.

Bill: kel, porque é que farias uma coisa dessas?

Kelly: Porque é que eu faria uma coisa dessas? Para te por fora de casa. Essa é a razão.

A gravação foi mais do que suficiente para que todas as acusações contra Bill Conboy fossem rejeitadas. Segundo o advogado do marido, embora este não tenha planos de processar a sua esposa, isso pode já não estar dentro do seu âmbito de escolha uma vez que um promotor especial foi escolhido para rever o caso.

O advogado da Kelly Conboy afirmou o seguinte a um repórter:

Isto não foi um acto de vingança por parte da srª Mrs. Conboy. A razão pela qual ela resolveu não testemunhar prende-se com a sua crença de que isso apenas pioraria a sua relação com o sr Conboy e isso poderia ter um impacto negativo na filha de ambos.
Ele ressalvou que a gravação ocorreu depois da alegada violência doméstica e que a mesma "não prova que nada aconteceu".

O advogado disse ainda que a sua cliente mantém as suas alegações.

Fonte

* * * * * * *

Resumindo, uma mulher vê-se na eminência de ter acesso limitado à sua filha, e como resultado disso, tenta usar o sistema legal como forma de expulsar o marido da sua própria casa e limitar o acesso deste à sua filha. Para seu azar, o marido gravou a sua conversa telefónica.

Esta estúpida estava disposta a mentir ao tribunal como forma de expulsar um homem da sua própria casa e manter a custódia da filha de ambos. Segundo algumas feministas, as mulheres não mentem em questões de violência doméstica ou abuso sexual.

Mais uma evidência forte de que uma mulher não precisa de ser uma militante feminista para usar o sistema legal misândrico para seu proveito. Da forma como as coisas estão construídas, o homem é considerado culpado até prova em contrário. Para ter o sistema legal, a imprensa e practicamente toda a sociedade do seu lado, tudo o que uma mulher tem que dizer é "ele agrediu-me" ou "ele violou-me". Nenhum evidência é necessária para confirmar esta alegação; basta a sua palavra.

E isto é na suposta sociedade que "oprime" as mulheres.


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT