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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Germaine Greer descobre que activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X



domingo, 9 de novembro de 2014

Os 30 segundos que mudaram para sempre a vida de Kevin Ibbs

Por Anna Marshal

Devido a pressões exercidas por grupos feministas, em 1985 o parlamento Australiano Ocidental emendou de forma dramática a sua lei relativa à violação, começando por alterar o termo "violação" para "agressão sexual", e depois alargando de forma colossal a definição do que poderia ser considerado como "agressão sexual". Muitos actos que previamente não constituíam violação foram incluídos no novo Act.

O critério para agressão sexual foi alargado de forma a incluir qualquer tipo de penetração feita com qualquer objecto ou outra parte do corpo da pessoa, onde o consentimento não existia e não estava a decorrer. Não interessava se a força ou a ameaça não tivessem sido usadas. A pena para qualquer tipo de agressão sexual foi aumentada para quinze anos de prisão. Se por acaso algum tipo de força tivesse sido usada, acusação passaria a ser de agressão sexual agravada, podendo resultar numa pena de 20 anos de prisão.

O draconiano Act rapidamente enlaçou a sua primeira vítima. 

Na noite do dia 29 de Novembro de 1986, Kevin Ibbs, residente em Perth, estava a ter relações sexuais consentidas com Christine Watson. Watson, amiga íntima da esposa de Ibbs, Katrina Carter, vivia na mesma casa com Ibbs e Carter.

O acto sexual estava a decorrer com conhecimento total de Katrina Carter, que por essa altura também se encontrava dentro da casa.

Perto da altura em que Ibbs se aproximava da ejaculação, Watson subitamente mudou de ideia em relação ao seu consentimento (pelo menos foi isso que ela alegou mais tarde), e tentou empurrar Ibbs para longe de si. Ele continuou durante mais algum tempo.

Quando parou, era tarde demais; ele havia sido encurralado. Segundo a nova lei, Ibbs foi acusado de agressão sexual e declarado culpado.

O juiz ficou a saber que Ibbs havia continuado com o acto sexual durante mais 30 segundos sem o consentimento Christine Watson (facto que levou a que ele fosse mais tarde qualificado de "O Violador dos 30 Segundos"). O Juiz Geoffrey Kennedy sentenciou Ibbs a quatro anos de cadeia. [Detalhes do julgamento e do recurso]

Alguns anos mais tarde, Watson admitiu à polícia que todo o incidente havia sido orquestrado por Katrina Carter como forma de causar a que Ibbs fosse acusado de agressão sexual e levasse a que ele saísse da casa que eles partilhavam. Christine Elizabeth Watson a.k.a. Christine Elizabeth Wardle e Katrina Ann Carter foram mais tarde acusadas de conspirar para perverter o curso da justiça, e condenadas a sete meses de cadeia.

Em 2001, Ibbs foi finalmente absolvido, quatro depois de se ter apurado que ele havia sido alvo duma armadilha. Ibbs disse ao repórter David Weber (ABC) que não encontrou qualquer tipo de conforto nisso:

Sou o morto-vivo original - o tecido está no exterior mas não há nada no interior. E é isso. Isto já ocorre há tanto tempo que o veneno pura e simplesmente acabou com tudo.

Foi-lhe perguntado de que forma é que o tempo passado dentro da prisão o havia mudado:

Sempre que ocorre uma violação em alguma parte, esperamos que alguém bata à nossa porta. "Explique-me onde você esteve!" Já aconteceu as forças de intervenção forçarem a sua entrada; felizmente que eu estava a viver com o meu Tio e ele disse onde é que eu tinha estado. Eu não estava minimamente relacionado com o que tinha acontecido. O meu Tio disse, "Não, ele tem estado aqui o tempo todo". 

Ele falou do custo  da sua provação:

Custou-me um milhão e um quarto.... A minha vida - 14 anos - ninguém me pode devolver. Não vejo a minha filha há 14 anos. Fui arruinado como comerciante, e não sei como está a minha saúde.

Kevin Ibbs não recebeu qualquer tipo de compensação do Estado devido à sua prisão indevida.

Em Setembro e 2009. Kevin Ibbs cometeu suicídio; o seu corpo foi encontrado por baixo da  ponte Mandurah (WA).  Ele tinha 56 anos.







domingo, 6 de outubro de 2013

Feminismo destruindo as forças policiais

Muitos polícias que responderam ao inquérito levado a cabo pelo Herald Sun nomearam a feminização das forças policiais como um dos três maiores problemas que a polícia de Victoria (Austrália) enfrenta. Um dos oficiais disse, "Tragam mais homens para a academia, não mais mulheres".

No ano de 2007, mais mulheres que homens formaram-se nas academias policiais australianas - a primeira vez que os rapazes de azul foram superados pelas recrutas femininas.

A percentagem de mulheres na força policial saltou de 15% para quase 23% nos sete anos que Christine Nixon se tornou na primeira chefe-policial de Victoria. Mas isto ainda se encontra baixo da média anual - 31% - e como tal, a Polícia de Victoria afirmou que tem planos para continuar a encorajar as mulheres recrutas de modo a que se possa atingir esse número.

Mas os polícias da linha da frente não estão felizes com a estratégia. Um deles afirmou:

Há demasiadas mulheres que colocam os homens em risco nas estradas. Eu lesionei-me três vezes nos últimos 12 meses por me envolver em lutas entre bêbados idiotas e por não ter tido qualquer tipo de apoio da minha parceira feminina que era demasiado pequena e estava demasiado assustada para me ajudar.

Outro poli´cia afirmou que estavam a ser feitas demasiadas promoções às mulheres com base no sexo e não com base na habilidade. Um oficial disse:

Temos este ênfase de promover mulheres através de posições não-operacionais e colocá-las em posições de supervisão operacional com o mínimo de experiência operacional.

Muitos polícias lamentam não só o facto de já não haver um requerimento mínimo para a altura física dos potenciais recrutas como também o facto fas forças policiais ter apagado alguns aspectos do treino físico como forma de o tornar mais fácil para as mulheres. "Eles colocaram de parte aspectos importantes como forma de aceitarem pessoas abaixo dos padrões," afirmou um oficial.

Estou cansada de carregar o fardo de pessoas incompetentes. Para além disso, eu peço que tragam de volta a componente física. Como mulher, eu sinto-me envergonhada.

(...)

Fonte

* * * * * * *

A frase-chave da notícia é:

Eu lesionei-me três vezes nos últimos 12 meses por me envolver em lutas entre bêbados idiotas e por não ter tido qualquer tipo de apoio da minha parceira feminina que era demasiado pequena e estava demasiado assustada para me ajudar.

Ou seja, a admissão de mulheres nas forças policiais é feita à custa da segurança dos homens: quanto mais mulheres houver nas forças policiais, mais fragilizada vai ficar a posição dos homens. Será que vale a pena admitir mulheres-recrutas que são fisicamente, emocionalmente e, em termos de coragem, inferiores aos homens em nome duma mitológica e não-existente "igualdade"? Será que o feminismo está acima da segurança dos homens? (Pergunta retórica)

Levando em conta o status quo moral da sociedade ocidental, o mais provável é que esta situação (do excesso de mulheres nas forças policiais) só se torne tema de debate sério quando as mulheres começarem a sofrer danos físicos sérios nas estradas. Enquanto forem maioritariamente/exclusivamente os homens os prejudicados, as elites governamentais não terão necessidade de alterar nada.







quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Feminismo só favorece as mulheres (brancas) da elite


Um maremoto destrutivo que ataca os laços comunais entre os homens, as mulheres e as crianças, tem atingido a zona costeira da nação. Esse maremoto, ou tsunami, tem o nome de feminismo radical, e ele é a variante principal desse movimento no século 21.

Este tipo de feminismo radical é de um tipo enganador. Segundo esta nova teoria pós-moderna do feminismo, os homens e as mulheres não foram feitos para cooperarem e se comprometem uns com os outros. Em vez disso, o feminismo radical alega que os homens suprimem as mulheres quando estes levam a cabo tarefas para as quais eles estão melhor habilitados - tais como os trabalhos que envolvem força física - e que as dificuldades que as mulheres enfrentam são consequência dos actos dos homens. 

Para além disso, o feminismo ataca os homens que desempenham as suas responsabilidades, ao mesmo tempo que encorajam as mulheres a não desempenhar as suas - responsabilidades essas que as mulheres estão mais habilitadas a desempenhar, tais como aquelas que envolvem tomar conta da família.

O feminismo radical pós-moderno fundamenta-se na ideia da liberdade absoluta, vista como aquela onde a pessoa pode fazer virtualmente qualquer coisa, mesmo que isso prejudique os outros, porque é a sua escolha. Esta forma de pensar gerou a ideia do "direito ao aborto" - se é que isso é um "direito. Corina Backhouse do grupo feminista radical "Women’s Electoral Lobby", equiparou os activistas pró-vida como apoiantes da violação sexual de mulheres. Acreditar que um ser vivo deveria ter o direito à vida de maneira nenhuma está relacionado com o que alguém acredita sobre a violação. A violação é um tópico que em nada está relacionado com o direito à vida (...).

Ao atacar o reconhecimento das diferenças entre os homens e as mulheres, o feminismo radical acusa os homens, bem como as mulheres, de serem misóginos. Reconhecer as fraquezas e forças de cada um, as tendências e as inclinações dos homens e das mulheres, e ao suportar a responsabilidade dos homens, não é "ódio às mulheres". Ódio às mulheres envolveria a mulher ser sujeita a trabalhos forças ou a elas serem castigas pelo facto de serem violadas (coisa que acontece em algumas partes do mundo [mas as feministas pouco ou nada fazem para ajudar as mulheres muçulmanas]).

Ao colocar a mulher numa plataforma mais elevada que os homens, o feminismo radical pós-moderno dá também legitimidade à misandria em nome da "eliminação" da misoginia. Devido isso, pode-se dizer que o feminismo não é uma teoria que visa colocar os homens ao mesmo nível das mulheres, mas sim uma agenda maligna que tenta remover da mulher todo o estigma que possa ser gerado quando ela age de forma odiosa contra os homens. Isto produzirá uma geração de jovens mulheres malignas. Eu mesma [ed: a autora do texto] sou uma mulher e sou contra o feminismo radical.

O infame discurso misógino de Gillard tem sido louvado pelas feministas radicais do ocidente que não têm qualquer tipo de respeito pelos homens ao mesmo tempo que esperam que os homens respeitam os pontos de vista das feministas radicais.  Da mesma forma que as feministas radicais têm o direito de ter o seu ponto de vista, os homens e as mulheres anti-feministas também têm o mesmo direito. 

Tony Abbott, vítima do ódio aos homens gerado pelo feminismo, apenas disse que se por acaso o homem é mais capaz do que a mulher na política, então ele deve vencer. Semelhantemente, se uma mulher é mais capaz do que um homem na política, então ela deve vencer.
(...)
Os média Australianos dão o seu apoio ao feminismo radical porque isso lhes dá mais poder. De qualquer modo, os média falham ao não reportarem a forma como os homens tem sido atacados pelas mulheres. Um órgão mediático que falha não não reportar toda a verdade ao público, falhou naquilo que deve ao público. Qual é o dever que os média comerciais têm que levar a cabo? Nenhum. É precisamente por isso que os média têm sido usados pelo feminismo pós-moderno de uma forma bem sucedida como forma de propagar a sua agenda maligna.

Por exemplo, quando Jill Meagher foi assassinada, os média reportavam a sua história. Entretanto, e segundo o programa 7:30, uma mulher pertencente a uma minoria étnica foi abusada pelo marido. Apesar das duras e justificadas críticas ao assassinato de Jill Meagher por parte dos média, a morte da mulher pertencente à minoria étnica foi totalmente ignorada pelos mesmos média.

Os assassinatos de homens, de pessoas de outras etnias e de pessoas da classe baixa - tais como aqueles que são estereotipados de "sem cultura" - não receberiam o mesmo tipo de derramamento emocional e raiva tal como os média encorajaram o público a fazer depois da morte de Jill Meagher. Não nego que a morte de Jill Meagher tenha sido trágica, mas o ponto de vista singular dos média demonstra a sua hipocrisia, especialmente se levarmos em conta que eles alegam ser igualitários e a favor de dar as mesmas oportunidades a todos ao mesmo tempo que silencia as vozes das minorias.

O movimento "Reclaim the Night" usou o assassinato duma mulher para exigir o direito de se fazer o que bem quiser nos Sábados à noite, vestir como quiser, mesmo que seja de uma forma totalmente imprópria. Que autoridade moral este movimento tem para advogar a igualdade das mulheres? Nenhuma. (...)

Os grupos feministas Australianos são compostos quase na sua totalidade por mulheres brancas que representam apenas os seus interesses. Elas forçam a sua moralidade - se é que elas têm alguma moralidade - sobre todos, ao mesmo tempo que tentam reduzir a autoridade moral das pessoas com um ponto de vista oposto ao seu. Para além disso, elas não têm qualquer tipo de respeito pelas crenças culturais e religiosas dos outros.

O feminismo radical é uma doença que aparente proteger as mulheres as mulheres (brancas, da classe média-alta, educadas e formadas) como "vítimas", mas o seu propósito é efeminar e vitimar os homens ao silenciá-los sempre que estes tentam discutir a misandria. O seu sucesso não tem sido questionado devido ao facto do mesmo ter gravado na mente Australianos que os homens e as mulheres não precisam de cooperar uns com os outros como forma de gerar uma comunidade forte. Como resultado, a comunidade Australiana foi destruída.

Como é que se pode construir uma comunidade forte quando existem tensões entre as pessoas que deveriam cooperar e agir de uma forma unida?

* * * * * * *

Sempre bom quando mais e mais mulheres se mentalizam de que o feminismo não existe para ajudar as mulheres, mas sim para usar as mulheres para outros fins (para além de destruir a vital e saudável união e cooperação que deve existir entre os homens e as mulheres). O problema com as palavras da Jannie é que ela parece fazer algum tipo de distinção entre o feminismo radical e o feminismo não-radical. Na verdade, não há distinção.

Para além disso, a Jannie correctamente observa que o feminismo é um movimento elitista, racista e feito para proteger os interesses duma minoria de mulheres brancas, algo que deve ser levando em conta sempre que virmos uma fonte mediática feminista a "defender" os interessas das mulheres de outras etnias (quase sempre, das mulheres negras).



terça-feira, 16 de abril de 2013

A inveja da feminista Clementine Ford



Uma agência de pesquisa australiana apurou que 42% das mulheres locais colocam a família como o objectivo mais elevado das suas vidas, à frente da segurança, prosperidade ou uma vida importante. Este resultado é disconcertante para a feminista Clementine Ford. Mas porquê?  A essência da sua resposta é: não há de mal em querer uma família, desde que ela seja construída à volta da mulher e não como objectivo de vida. Se a família é o teu objectivo de vida, então isso é algo que te define como pessoa e retira a tua autonomia. Os homens, segundo Clementine Ford, não têm a família como objectivo de vida e como tal, são livres para viver vidas excitantes, importantes e prósperas.

Ela diz:

Não há nada de mal em querer uma família ou considerar a formação duma família como algo integral para a felicidade. Certamente que não querer mais nada que ter filhos e um ambiente familiar é um objectivo tão admirável como outro qualquer. Mas primeiro é preciso ver que, de modo geral, a "família" é algo que acontece à volta do homem, e não algo que eles buscam como propósito de vida. Os valores sociais permitem que os homens persigam vidas "importantes", excitantes e prósperas, vidas essas que as mulheres naturalmente estão a perder visto que é entendido que, para os homens, estas escolhas não são incompatíveis com a formação duma família. 
Sem dúvida que este é um sistema de crenças curioso, que assenta de modo parcial na equivocada inveja direccionada ao estilo de vida que os homens levam. Aparentemente, Clementine olha para os homens como seres livres para levar vidas excitantes e prósperas. (Isto é o mesmo que um homem olhar para um grupo de mulheres jovens, bonitas e alegres, e assumir que as suas vidas estão perfeitas. Felizmente, o bom senso entrará em acção e esse pensamento sera banido da mente, mas a Clementine parece agarrar-se ao seu momento de inveja. Note-se que, embora tenha um emprego confortável como escritora autónoma ("freelance writter"), ela persiste em acreditar que o mediano homem trabalhador, quando comparado com ela, tem carta branca.

Para além disso, Clementine não parece entender o quão importante a família é para os homens. Casar e fazer filhos é um objectivo de vida para a maioria dos homens, objectivo esse que os homens conscientemente tentam atingir.

Clementine adoptou também a teoria esquerdista da autonomia, que defende que nós não podemos ser definidos por factores prédeterminados tais como a biologia e os costumes (e, desde logo, a maternidade), mas sim pelas coisas que nós mesmos escolhemos (tal como a carreira profissional).

Ela lamenta:
As crianças, e o acto de as ter, ainda é visto como algo que eleva as mulheres para o patamar da pessoalidade. As suas vidas sem filhos são precurssores para o propósito real - ter filhos e descobrir O Que Era Suposto Fazerem Com os Seus Corpos . . . Também as mães sofrem a indignidade de se assumir que houve perda de parte essencial da sua identidade autónoma como mulher.

Sinceramente, as mulheres deveriam fazer da família parte central das suas vidas, se essa é a sua escolha. Mas é perigoso olhar para a família como um objectivo de vida, como um acto que irá garantir a felicidade, à custa das buscas que irão garantir a liberdade, a independência e a autonomia.
Reparem na forma clara como ela revela as coisas: o objectivo de vida da mulher tem que ser a liberdade, a independência e a autonomia. E isso não é algo que se obtenha através duma família.

Ela aceitou de tal forma a ideia da autonomia individual que se recusa a reconhecer os propósitos partilhados entre os maridos e as mulheres. Devido a isso, somos surpreendidos com ideias curiosas como as que se seguem:
Posteriormente, o custo de criar os filhos ainda é suficientemente elevado para as mulheres e devido a isso, encorajá-las a olhar para tal como um objectivo de vida - algo que elas buscam e atinjem, e não algo que é construído e gerido à sua volta - tem potenciais consequências prejudiciais. Infelizmente para as mulheres, o peso financeiro de cuidar de crianças ainda cai na sua maioria sobre elas.

Deixando de lado as diferenças salariais por sexo que afecta a maioria das mulheres a trabalhar em posições remuneradas, as suas perspectivas de reforma são ínfimas. A aposentadoria feminina, já de si estimada como cerca de metade da aposentadoria dos homens, é estragada ainda mais pelo facto dela ficar longe do emprego por longos períodos de tempo.
Aqui a Clementine repete a ideia de que a família deveria ser algo "construído e gerido" à volta das mulheres, e não algo que elas tentem atingir. Ela acredita também que, quando comparada com os homens, a mulher casada será prejudicada pela perda da aposentadoria. Mas de que forma? Será que ela pensa que o marido reserva a aposentadoria para si, deixando a mulher financiar-se a ela mesma?

Parece que a Clementine Ford tenta encontrar uma forma de dar às mulheres permissão para ter uma família, ao mesmo tempo que retém a liberdade, a independência e a autonomia como objectivo de vida. Mas se tu fosses sincero na tua busca da liberdade, independência e autonomia, então nunca te casarias, independentemente de seres um homem ou uma mulher. Tu ficarias solteiro/a.

O que a Clementine Ford tem que entender é que nem todas as pessoas olham para a autonomia como o único e primordial objectivo de vida. Ela não tem nada que assumir que os homens olham para a autonomia como o bem maior, e trabalham para a obter.

Ela deveria reconhecer também o quão estranho é 1) olhar para os maridos e para as mulheres como pessoas que não partilham os recursos financeiros, e 2) pensar que a família pode ser "construída e gerida" à volta das pessoas e não como o objectivo de vida.

Foto pública: https://twitter.com/clementine_ford



domingo, 16 de setembro de 2012

Quando o suicídio parece ser a única saída

Homem que foi injustamente acusado de violação por uma das vítimas de se o autor duma terrível série de ataques na zona ocidental de Sydney afirmou que a situação destruiu a sua vida e deixou-o a contemplar o suicídio.

Joey de Mesa, hoje com 27 anos, tornou-se conhecido como o violador "buck-tooth" depois da polícia o ter formalmente acusado de ter atacado seis adolescentes entre Abril de Junho de 2008. Quando evidências ADN o ilibaram, Mesa pensou que o pesadelo ficaria para trás.

No entanto, passados que estão 4 anos, ele confessou, ao The Sunday Telegraph, desesperado, que ele não consegue fugir dos insultos e das mentiras em torno do seu carácter.

É muito difícil eu ter um emprego a tempo inteiro. Tentei, mas sempre que consigo um, perco-o.

Joey de Mesa acrescentou ainda que já perdeu a conta do número de "job knockbacks". Mesa teme que os patrões façam uma busca na internet pelo seu nome e descubram o seu passado, e, consequentemente, o despeçam.

Nunca sei se ele fizeram uma verificação do meu background. Muitas pessoas perguntam-me e dizem coisas que geram temas de conversa. Elas chegam perto de mim e dizem coisas como 'Eu conheço-te de algum lado,' 'Eu já vi a tua cara em algum lugar' Muitas pessoas falam disto.

Eu gosto de trabalhar. Já me candidatei para trabalhar em hospitais como "wardsman".

Ele diz que já teve 4 empregos de armazém na zona ocidental de Sydney nos últimos 4 anos, o mais recente numa companhia onde ele só ficou duas semanas.

Disseram-me que não havia trabalho suficiente.

A sua parceira de longa data, Marcianne Mendiola, de 23 anos, disse que ele foi vítima de discriminação uma vez que não era por falta de dedicação que ele estava a ser despedido.

Ele está sempre a mudar de emprego.

Mesa diz que a sua vida foi destroçada quando uma das vítimas incorrectamente o identificou depois de o ter visto numa imagem CCTV libertada pelos órgãos de informação. Depois disso, ele passou 48 horas na prisão até que evidências ADN o ilibaram das acusações.

O verdadeiro culpado, Arvin Longabella, então com 23 anos e pai de três crianças, foi preso duas semanas depois e sentenciado a 17 anos de prisão por 15 ofensas contra 7 vítimas.

Na altura da prisão, Mesa trabalhava num mercado de fruta Edgecliff, mas o seu patrão dispensou-o.

Às vezes penso que a coisa mais fácil de fazer é suicidar-me. Hoje em dia evito toda a gente. Não tenho amigos. Os meus antigos amigos falam disto. Eles dizem coisas como "és o violador buck-tooth".

A mãe de Joey de Mesa sofreu um ataque do coração depois de ter sido interrogada na sua casa pela polícia.

A minha mãe esteve sentada durante 18 horas, rígida que nem um tronco.

Joey sabe que fez os seus erros; na altura em que foi preso, ele estava sob fiança por ter pontapeado um homem durante uma luta (29 de Junho). No entanto, ele quer uma ficha limpa e que o primeiro passo é a remoção da prisão do seu registo criminal.

Uma mulher polícia disse que a polícia "falou com o homem e com a sua família imediata depois de ter sido liberto, e emitiu um pedido de desculpas formal" - algo que Mesa nega ter ocorrido - "e consultou com eles [Mesa e a família] sobre a informação a veicular à imprensa, que anunciou que todas as acusações foram retiradas."

* * * * * * *

Este é um ângulo da falsa acusação que raramente - se alguma vez - é falado pelas feministas (especialmente por aquelas cuja venda de livros depende - e muito - da propagação do mito da "cultura de violação" ou "cultura de estupro"). A verdade dos factos é que, longe de vivermos numa "cultura de estupro", vivemos sim numa cultura onde qualquer mulher pode destruir a vida de qualquer homem com uma falsa acusação de "violação" ou "assédio."


domingo, 24 de junho de 2012

Tribunal australiano força homem a permanecer casado com mulher que lhe ocultou a sua condição de saúde

Marido cuja mulher lhe ocultou a condição de portadora de SIDA perdeu o seu recurso tendo em vista a anulação do casamento. Numa decisão importante, o Family Court da Austrália determinou que o facto da mulher não lhe ter dito que era doente não anula o consentimento do marido em casar com ela.

O tribunal ficou a saber que a mulher estava na casa dos 30 quando ela foi diagnosticada com SIDA (em 2006). O marido, que está na casa os 50, disse que nunca se casaria com ela se soubesse da sua condição [obviamente]. Devido a isso, ele pediu que o casamento fosse declarado como nulo e vazio [sem força legal] e não dissolvido uma vez que ele acreditava que deste modo a mulher não poderia buscar qualquer tipo de compensação monetária.

No entanto, o tribunal alegou que ele estava enganado ao pensar que nenhum tipo de compensação poderia existir se o casamento fosse declarado vazio.

Não se sabe se o marido contraiu o HIV ou SIDA.

Ian Shann, perito em direito familiar, disse que a moral do caso é simples:

Verifiquem sempre o historial dos parceiros antes do casamento.
Ian disse ainda que não acredita que haja diferença substancial entre mentir sobre a saúde, circunstâncias financeiras ou intenções financeiras.

Acredita-se que esta decisão legal foi usada como cláusula no Marriage Act que diz que o casamento é nulo e vazio no evento do consentimento de uma das partes não ser genuíno consentimento devido ao facto de "ter sido obtido por fraude".

O Dr. Shann disse que os motivos que podem anular um casamento incluem a bigamia, ser demasiado jovem, estar num casamento falso, ter sido forçada a casar e em casos de fraudes envoltas em identidades falsas.

Este caso particular não está abrangido em nenhuma dessas circunstâncias, mas a mulher claramente mentiu e o marido ficou numa posição precária devido à mentira.

* * * * * * *

Esta decisão já tem cerca de seis meses mas as implicações [para os homens australianos] são bastante claras: as mulheres australianas têm o sistema legal do seu lado se por acaso resolverem esconder a sua condição médica aos futuros esposos. Ou seja, segundo o sistema legal australiano, metade da população [as mulheres] pode fornecer informação errada [mentir] à outra metade [homens] se através disso resultarem benefícios para os primeiros.

Não deixa de ser curiosa a forma como os sistemas legais ocidentais - controlados pelo feminismo - constantemente tratam a mulher como um ser sem qualquer tipo de responsabilidade pelo que faz. É como se os tribunais feministas tivessem uma opinião tão baixa da mulher que não as considerassem capazes de se responsabilizarem pelos seus actos e pelas suas escolhas.

Portanto, longe de ser uma ideologia que "eleva" a mulher, ou "dignifica" a mulher, tudo o que o feminismo e as instituições sob o seu controle fazem é reduzir a mulher para um estatuto análogo ao de uma criança mimada perpétuamente insatisfeita.

Obviamente que a decisão do tribunal é nojenta e discriminatória; o homem deu consentimento para se casar com uma mulher saudável, e não com uma mulher doente. Para se ver que isto é uma decisão injusta basta inverter os papéis; se um homem portador do HIV ou com SIDA ocultasse esse facto à esposa, ele seria justificadamente punido.

* * * * * * *

Não muito longe da Austrália, e no mesmo ano de 2006, um homem indiano foi preso por ter ocultado a sua condição de seropositivo à esposa. Harish Kantharia foi preso na sua casa - na cidade de Surat - e acusado de cometer "um acto de negligência que pode colocar vidas em risco." A mulher, Lata Kantharia, disse:

Fui fazer uma visita de rotina ao ginecologista durante a minha gravidez e os médicos revelaram que eu era seropositiva.
A mulher obrigou então o marido a fazer testes ao sangue, que revelaram a sua condição.

A polícia afirmou que, mais tarde, o marido confessou toda a verdade:

Ele admitiu que sabia que estava infectado com o vírus mortal e que o havia escondido da queixosa, e até da sua primeira mulher, que morreu com SIDA.
Lata, que se casou com Kanthariaem Maio de 2003, buscou algum tipo de compensação para si e para a criança ainda - na altura - por nascer.

Os profissionais de saúde mais dedicados à SIDA louvaram a atitude desafiadora da mulher. O Dr. Anil Dhaval (Gujarat HIV+ Society) disse:

Este é um caso raro para as mulheres indianas, que, na maioria dos casos, são infectados pelos maridos e que, apesar de terem sido enganadas pelos maridos, nunca apresentam queixas judiciais contra eles.

* * * * * *

Portanto, enquanto que na Austrália o homem vê os seus pedidos de anulação do casamento rejeitados pelo sistema legal misândrico, na Índia a mulher não só viu o casamento anulado, como ainda lutou para ser compensada pela mentira do marido. Isto num mundo supostamente "dominado pelos homens" [male dominated].


terça-feira, 19 de junho de 2012

Discriminação contra os brancos na Austrália

Se tencionas levar a cabo um assassinato ou uma violação na Austrália, certifica-te de que não és branco, Cristão, anglófono ou heterossexual uma vez que se fores, é bem provável que a tua fiança não receba o mesmo tratamento que as fianças das pessoas que não pertencem aos grupos supracitados.

Segundo a nova lei em torno das fianças, os assassinos e os violadores vão poder aguardar o julgamento fora da prisão.

Apesar dos protestos das forças policiais, o relatório da "Law Reform Commission" emitido pelo Procurador-Geral Greg Smith recomendou também um tratamento especial nas fianças dos aborígenes, dos nativos das Ilhas Torres Strait , dos homossexuais e de todos aqueles que venham de culturas não-anglófonas.

O relatório advoga que os jovens, as pessoas com deficiências mentais ou cognitivas, os aborígenes e os nativos das Ilhas Torres Strait recebam consideração especial - e se por acaso alguma fiança for estabelecida, "qualquer vulnerabilidade ou necessidade deve ser levada em consideração."

Estas vulnerabilidades ou necessidades incluem "ter uma deficiência ou doença, ser idoso e frágil, ser duma minoria étnica ou religiosa, ser originário duma cultura não-anglófona, ou ser gay, lésbica, bissexual, transgénero ou interssexual."

Fonte

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Esta notícia revela a forma como a esquerda militante olha para as minorias étnicas, religiosas e para os grupos com "sexualidade alternativa". Para a esquerda militante, estas pessoas estão ao mesmo nível dos deficientes mentais ou pessoas com insuficiências cognitivas ou físicas; são, como dito em cima. "necessitados" ou "vulneráveis".

Ou seja, para a esquerda militante, os negros, os gays, as lésbicas, e os não-Cristãos pertencem a um grupo necessitado e vulnerável que, por si só, não conseguem prosperar. (E, obviamente, os únicos que "entendem" as "necessidades" destes grupos são os esquerdistas.)

A perda do princípio fundamental da igualdade perante a lei é um testemunho do sucesso do marxismo cultural na sua destruição dos fundamentos da superior Civilização Ocidental.

Recado para a esquerdalha: ser aborígene, negro, chinês, indiano não é uma "necessidade" ou uma "vulnerabilidade" mas sim características biológicas inatas, dignas do mesmo respeito e consideração que todas as outras. Achar que certos grupos étnicos não são capazes de olhar por si, e que, como consequência, devem receber facilidades legais, é uma atitude condescendente e paternalista por parte de quem pensa assim.

Segundo o esquerdismo, este africano e este aborígene são "vulneráveis" precisamente por serem da etnia que são.



terça-feira, 17 de abril de 2012

Austrália: partido que promovia a farsa do aquecimento global é totalmente destruído nas eleições

E qual é a importância disto? Os esquerdistas e o Partido Labor forçaram todas as regras, leis e regulamentos actualmente em operação.

(Brisbane Times) Os eleitores terminaram de modo enfático a vigência dos Labor em Queensland, reduzindo efectivamente o destroçado governo ao estatuto de partido minoritário. Tão compreensiva foi a vitória do partido LNP (sob Campbell Newman) que o partido Labor foi virtualmente apagado do mapa eleitoral de Queensland.

Aparentemente o ALP foi reduzido a 7 representantes - num total de 89.

Quão terrível foi a derrota?

(The Telegraph) Com MPs suficientes apenas para preencher uma pequena carrinha depois de Sábado à noite, o Labor nem conseguiu atingir o mínimo necessário para ter o estatuto de partido político: 10.

O Telegraph prossegue ressalvando que o partido de Julie Gillard está practicamente terminado.

Os australianos não apoiaram as manobras políticas feitas como forma de "combater" o "aquecimento global" e nem querem o seu custo de vida inflacionado artificialmente devido a uma questão cientificamente falsa.

Pior ainda, os australianos não querem que a sua vida seja afectada por uma vasta gama de regulamentos aprovados por pessoas que nunca vivem a vida “carbon neutral” que eles esperam que os outros vivam. Mais ainda quando se sabe que as "soluções" não teriam qualquer tipo de impacto no combate ao aquecimento global, mesmo que este fosse causado pelo homem.

Como ressalva Steven Milloy:

Globalmente falando, os políticos provavelmente tomarão esta carnificina como um aviso - os constituintes não irão tolerar taxas gigantescas e sem sentido impostas como formas de "lidar" com um problema que não existe.

Este é o início do fim político do aquecimento global, das restrições do carbono e do racionamento da energia. Mais ainda, os eleitores atiraram para o lixo o ambientalismo obstrucionista e anti-desenvolvimento dos Verdes.

Anna Bligh, a líder do partido Labor de Queensland, demitiu-se depois desta derrota humilhante.

Isto é um aviso sério para os "bem intencionados" políticos do mundo: Não usem a lei (ou mentiras) para forçar a vossa "ciência" fraudulenta à população.

Fonte


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Proibido usar a palavra "fat"

No que aparenta ser mas um caso excessivo do politicamente correcto, a "Weight Watchers" ("Monitorizadores de Peso") da Austrália baniu a palavra "fat" (gorda/gordo) do seu centro de mensagens online .

Está a ser dito aos membros horrorizados do fórum comunitário da "Weight Watchers" (WW) que a palavra "fat" já não é considerada linguagem aceitável no seu site. Qualquer post que contenha qualquer tipo de menção à palavra "fat" é automaticamente bloqueado, e o user recebe automaticamente a mensagem automática onde se lê:

Pedimos desculpas, mas a sua mensagem não só contém linguagem que nós consideramos inapropriada para o quadro de mensagens da WeightWatchers.com.au, como contém linguagem que viola os padrões da nossa comunidade . . . .

A palavra seguinte não é permitida no nosso site: FAT.

Se você ainda quiser mandar a sua mensagem, edite o seu texto e apague a palavra.

Um dos membros do fórum, que entrou em contacto com o "The Courier-Mail", disse que a palavra "fat" tornou-se numa "asneira".

Fonte

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O politicamente correcto em acção.



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aborígenes loiros vencem concursos politicamente correctos

Num mundo controlado por esquerdistas racistas a única forma de avançar na vida é pertencer a um dos grupos "protegidos" da esquerda política. Perante esta situação, o que é que o homem branco pode fazer?

Na Austrália, eles adaptam-se:

O académico legal Mark McMillan venceu um dos prémios mais ricos direccionados aos estudantes aborígenes -- a "Fulbright Indigenous Scholarship".

Com então aborígene, certo?

Eis aqui uma foto do McMillan:

Se ele pode passar por um aborígene, por que não por uma mulher negra?

McMillan foi mais longe; ele venceu também a "Black Women’s Action in Education Foundation Scholarship", originalmente dirigida à educação de mulheres negras e não homens brancos.

O beneficiário sortudo do espólio politicamente correcto explica como ter a aparência dum homem branco normal torna-o ainda mais na oprimida mulher negra aborígene:

Sou um aborígene australiano loiro, com olhos azuis e com pele clara.

Quando era criança, eu cresci à espera que todos tivessem uma aparência semelhante à minha - loiro e com olhos azuis.

Claramente, as minhas ideias ingénuas sobre como os aborígenes se "deveriam" parecer estavam erradas. Mas, ser aborígene, branco e loiro para mim era normal e como tal eu cresci num mundo onde era tratado como "normal".

O que ainda impedia o meu crescimento de uma pessoa jovem para um adulto era a questão de identidade. Eu era um homem negro branco . . . . Eu estava a tornar-me numa vítima.

Por incrível que pareça, esta argumentação atinge um ponto fulcral -- e funciona. Evidentemente que MacMillan tem alguém aborígene algures na sua árvore genealógico. Não se sabe ainda como é que ele convence outras pessoas de que ele é uma mulher, mas ele declara-se como "orgulhosamente gay".

McMillan não é o único a usar esta táctica.

O académico Danie Mellor, venceu esta semana o nosso mais rico prémio destinado a artistas aborígenes - o prémio Telstra ($40,000).

Eis aqui o "aborígene" Danie Mellor:

(Fonte)


O racismo esquerdista leva-nos a situações onde as pessoas que não pertençam aos "grupos protegidos" tenham que fazer coisas ridículas como as manifestas em cima.

No entanto, convém ressalvar que o ridículo não é só eles aplicaram-se para estes prémios (e vencerem), mas sim como o estatuto de "grupo protegido" faz com que aquilo que supostamente deveria ser combatido (o racismo) seja exacerbado.

Criar prémios destinados só a uma etnia ou raça é racismo. O que é que os esquerdistas esperam conseguir com isso?

Se amanhã se criar um prémio científico destinado só ao homem branco, não será isso racismo? Então algum esquerdista pode explicar como criar prémios destinados a todos MENOS ao homem branco não constitui racismo?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Governo australiano aterroriza crianças com o aquecimento global

Crianças australianas estão a ser aterrorizadas com lições escolares que "ensinam" que as alterações climáticas trarão "morte, prejuízo, e destruição" ao mundo se elas [as crianças] não tomarem medidas. Psicólogos e cientistas disseram que tais lições são alarmistas, geravam ansiedade desnecessária entre as crianças e punham em perigo a sua saúde mental.

Este cenário apocalíptico está a ser ensinado nas salas de aulas por toda a Austrália. Material produzido pelo governo da primeira-ministra Julia Gillard declara que as alterações climáticas produzirão "desastres devastadores".

A Drª Sue Stocklmayer do "Centre for the Public Awareness of Science" disse que a alteração climática havia sido apresentada como um "cenário apocalíptico sem forma de escape". A Drª Stocklmayer disse que, embora ela não seja céptica em relação às alterações climáticas, ela preocupa-se com o "tempo demasiado gasto a apresentar tais cenários, especialmente a pessoas tão novas".

As crianças sentem-se incrivelmente desanimadas e desamparadas perante tal informação negativa. . . . Colocar tudo isto perante as nossas crianças . . . . é uma das coisas mais apavorantes que nós lhes podemos fazer.
A psicóloga infantil Kimberley O’Brien afirmou também que a linguagem das alterações climáticas deveria ser "reduzida".
[Os educadores] deveriam-se restringir aos factos. . . . Eles tem que levar em conta que as crianças têm pesadelos.

Este é mais um exemplo que demonstra como os esquerdistas não tem problemas em usar instituições públicas para indoutrinar os filhos alheios em favor de teorias esquerdistas. É por isto que as escolas públicas são tão importantes para os esquerdistas uma vez que é lá que eles preparam a próxima geração de marxistas culturais.

A psicóloga diz ainda que "deveriam-se restringir aos factos". Mas isso seria contra-producente uma vez que os factos científicos não suportam a mitologia do aquecimento global antropogénico (ou "alterações climáticas"). Além disso, acho que todos nós já sabemos verdadeiro propósito da teoria do aquecimento global:

domingo, 20 de março de 2011

Fechem a Austrália para reduzir 0.01 graus à temperatura mundial!

(Fonte)

A pergunta fulcral é: com os milhões gastos na redução da produção de carbono, os custos nas exportações e nas importações, os empregos perdidos, o custo de viver perto de parques eólicos, as férias no estrangeiro evitadas e o facto de ter que se pagar mais pela electricidade e pelo petróleo, quantos graus vão ser reduzidos com estas medidas?

Assumindo que o IPCC está certo em relação aos efeitos do CO2, e assumindo que a Austrália parasse totalmente de produzir CO2 (se os australianos abandonassem o seu país), lá para o ano de 2100 o mundo seria 0.0123 graus mais frio, e o nível dos mares seria 2mm mais baixo. Sem dúvida que valeria à pena o sacrifício.


Claro que o verdadeiro propósito dos ambientalistas não é reduzir a temperatura dos mares e nem tornar a Terra mais fria, mas sim o controle dos recursos mundiais. Por isso é que a totalmente desacreditada ONU tem tanto interesse em propagar este mito. Sem um "inimigo" para atacar, a ONU é uma entidade sem propósito.

Quem criou esta organização tinha em vista uma futura era onde existira um "governo mundial" que controlaria os destinos da população mundial, mesmo que essa população mundial não quisesse. Vários socialistas já vieram a público afirmar que, sim, mais cedo ou mais tarde vai ter que haver um governo fascista a controlar o mundo.

Bertrand Russell, que viveu um pouco antes da histeria em torno do não-existente aquecimento global antropogénico (AGA) ter sido publicitado, falava em "governos de transição" como forma de "garantir a paz". Noam Chomsky, outro militante esquerdista, já disse que estaria de acordo com um governo fascista se as pessoas continuarem a rejeitar as desilusões paranóicas previsões dos "cientistas ambientalistas".

Ambientalismo radical é apenas mais uma arma para empobrecer as nações e torná-las mais dependentes do governo. A ONU sabe disso, bem como o Obama e todos os grandes líderes esquerdistas da Europa. Apesar do apoio ao não-existente AGA estar em vertiginosa queda livre, ainda há muitas almas que não sabem do verdadeiro propósito por trás da histeria do AGA.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O multiculturalismo falhou

Citação:


PARIS (AFP) – O presidente francês Nicolas Sarkozy declarou na 5ª Feira que o multiculturalismo falhou, juntando-se assim a um crescente número de líderes mundiais que condenou esta filosofia.

"A minha resposta é, claramente, sim, é um falhanço" afirmou Sarkozy numa entrevista televisiva quando foi perguntado àcerca das políticas que promovem a noção de que as sociedades anfitriãs devem receber e encorajar os distintos grupos religiosos e culturais.

"Claro que nós todos temos que respeitar as diferenças, mas nós não queremos....uma sociedade onde as comunidades vivem lado a lado.

"Se alguém vem até França, ela aceita integrar-se numa única comunidade, que é a comunidade nacional, e se tu não queres aceitar isso, então não podes ser bem vindo na Françe" afirmou o presidente da direita.

Curioso que os órgãos de informação tratam sempre de identificar as motivações políticas de alguém que se revolta contra a destruição da sua própria cultura.

Outra citação em torno da mesma temática:

O primeiro ministro britânico David Cameron, a chanceler alemã Angela Merkel, o ex-primeiro ministro australiano e o ex-primeiro ministro espanhol Jose Maria Aznar também disseram recentemente que as políticas multiculturais não foram bem sucedidas na assimilação dos imigrantes.

Angela Merkel disse em Outubro passado que os esforços em prol do multiculturalismo na Alemanha "falharam rotundamente".
Claro que Merkel, Aznar e Howard provavelmente não sabem quem foi Gramsci, e nem sabem que o multiculturalismo não era suposto "funcionar" mas sim "destruir". Sim, destruir a cultura judaico-cristã e as tradições vigentes, colocando uma cultura contra a outra até que os líderes comunistas se vissem "obrigados" a tomar conta do poder para "impor a ordem".

Mas há mais:

Cameron anunciou na semana passado que a política multicultural que o seu país tem seguido é um falhanço, apelando a uma melhor integração dos jovens muçulmanos como forma de combater o extremismo local.
O que Cameron não entende é que as minorias muçulmanas não querem ser assimiladas, e os esquerdistas que controlam a Inglaterra não querem que eles se assimilem. Os esquerdistas trouxeram-nos para Inglaterra precisamente porque eles são diferentes do resto da população. E enquanto forem distintos, irão sempre votar em larga maioria nos partidos de esquerda - exactamente o que eles (os esquerdistas) querem.

Conclusão:

O multiculturalismo parece ser benéfico (e quão bom seria se todos nós fossemos tolerantes e cosmopolitas). Mas à luz da história da humanidade, é absurdamente claro que é uma utopia ingénua. Se tu encorajas as pessoas a colocar ênfase nas diferenças entre elas, então elas irão dividir-se em clãs segundo essa base. Posteriormente, os clãs serão rivais e irão olhar uns para os outros com desconfiança.

É inevitável, mas como já vi alguns cristãos afirmar, o multiculturalismo é apenas uma fachada. O propósito nunca foi a "co-existência" pacífica, mas sim a criação de "guerra de classes" como forma de avançar com o socialismo.


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