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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fortuna comunista

O "New York Times" fez uma investigação sobre o enriquecimento da família do primeiro-ministro da China, de tal forma aprofundada e detalhada que a sua publicação já levou as autoridades chinesas a bloquear o acesso ao site do jornal norte-americano e a apagar ligações ao artigo publicadas em redes sociais chinesas, como o Sina Weibo.

A publicação da investigação jornalística surge num momento sensível para o poder chinês, já que o Partido Comunista se prepara para o congresso de Novembro, em que será escolhida a liderança para a próxima década, e quando faltam cinco meses para Wen Jiabao, de 70 anos, terminar o segundo e último mandato à frente do Governo de Pequim.

Segundo o "New York Times", muitos dos bens e acções dos familiares de Wen Jiabao estão dissimulados em sociedades e investimentos efectuados em nomes de terceiros, mas a fortuna do círculo familiar valerá pelo menos dois mil milhões de euros.

Enriquecimento após ascensão política

A mãe é uma professora reformada, mas em apenas um dos seus investimentos, efectuado há cinco anos, adquiriu 90 milhões em acções. A mulher, especialista em pedras preciosas, controla o comércio de diamantes, conta o jornal.

A empresa do irmão mais novo, por seu turno, estabeleceu contratos para tratamento de resíduos líquidos e hospitalares em algumas das maiores cidades chinesas no valor de 23 milhões. As acções da mulher do filho valem cerca de 320 milhões.

O próprio primeiro-ministro chinês, conhecido como um reformista, referira num recente discurso, vir de uma família humilde e o extremo enriquecimento do seu círculo familiar ocorreu após sua ascensão política. Em 1998 assumiu a vice-presidência, em 2003 a chefia do Governo.




terça-feira, 17 de abril de 2012

Austrália: partido que promovia a farsa do aquecimento global é totalmente destruído nas eleições

E qual é a importância disto? Os esquerdistas e o Partido Labor forçaram todas as regras, leis e regulamentos actualmente em operação.

(Brisbane Times) Os eleitores terminaram de modo enfático a vigência dos Labor em Queensland, reduzindo efectivamente o destroçado governo ao estatuto de partido minoritário. Tão compreensiva foi a vitória do partido LNP (sob Campbell Newman) que o partido Labor foi virtualmente apagado do mapa eleitoral de Queensland.

Aparentemente o ALP foi reduzido a 7 representantes - num total de 89.

Quão terrível foi a derrota?

(The Telegraph) Com MPs suficientes apenas para preencher uma pequena carrinha depois de Sábado à noite, o Labor nem conseguiu atingir o mínimo necessário para ter o estatuto de partido político: 10.

O Telegraph prossegue ressalvando que o partido de Julie Gillard está practicamente terminado.

Os australianos não apoiaram as manobras políticas feitas como forma de "combater" o "aquecimento global" e nem querem o seu custo de vida inflacionado artificialmente devido a uma questão cientificamente falsa.

Pior ainda, os australianos não querem que a sua vida seja afectada por uma vasta gama de regulamentos aprovados por pessoas que nunca vivem a vida “carbon neutral” que eles esperam que os outros vivam. Mais ainda quando se sabe que as "soluções" não teriam qualquer tipo de impacto no combate ao aquecimento global, mesmo que este fosse causado pelo homem.

Como ressalva Steven Milloy:

Globalmente falando, os políticos provavelmente tomarão esta carnificina como um aviso - os constituintes não irão tolerar taxas gigantescas e sem sentido impostas como formas de "lidar" com um problema que não existe.

Este é o início do fim político do aquecimento global, das restrições do carbono e do racionamento da energia. Mais ainda, os eleitores atiraram para o lixo o ambientalismo obstrucionista e anti-desenvolvimento dos Verdes.

Anna Bligh, a líder do partido Labor de Queensland, demitiu-se depois desta derrota humilhante.

Isto é um aviso sério para os "bem intencionados" políticos do mundo: Não usem a lei (ou mentiras) para forçar a vossa "ciência" fraudulenta à população.

Fonte


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