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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Discriminação na adopção

Morador da localidade de Rotherham, o casal havia adoptado temporariamente as crianças, em um esquema que permite ao governo britânico reduzir o número de menores em orfanatos do Estado dando subsídios para que particulares lhes forneçam um lar provisório.

As três crianças – todas com menos de dez anos – seriam imigrantes de outros países da Europa e pertencentes a minorias étnicas.

Elas viveram com o casal por oito semanas até que assistentes sociais descobriram que ambos estavam filiados ao partido UK Independence Party (UKIP), um partido de direita que prega a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) e políticas imigratórias mais duras.

O entendimento dos assistentes sociais de Rotherham foi que o casal não podia manter a guarda das crianças por pertencer a um partido "racista".

No passado, os integrantes do UKIP também foram chamados de "racistas no armário" pelo primeiro-ministro conservador, David Cameron, mas, em seguida, Cameron se retratou. Agora, há alguns conservadores que defendem uma aliança com o partido.

Em seu website, o UKIP diz defender a saída da UE "não porque odeia a Europa ou os estrangeiros, mas porque a UE se tornou antidemocrática, cara e mandona".

Apesar de a política britânica ser dominada por Conservadores e Trabalhistas, segundo o instituto de pesquisas YouGov, citado pela revista Economist, o UKIP estaria em uma competição apertada com os Liberais Democratas pelo posto de terceira força política do país.


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Para se saber o quão bem sucedida foi a perversão marxista na Inglaterra basta ver um líder "conservador" a atacar um partido de direita com argumentos esquerdistas.

A liberdade inglesa já acabou há algum tempo ; os ingleses é que ainda não se aperceberam disso.






sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Mulher-polícia: "Não irei trabalhar durante os próximos 4 meses. Partiram-me o coração."

Uma mulher pertencente aos quadros da da Met (Metropolitan Police) pediu baixa remunerada alegando estar de "coração partido" depois de ter sido abandonada por um homem depois deste reatar a relação com a sua ex-mulher. Segundo se sabe, a detective ficou devastada depois do amante ter voltado para a sua esposa.

O par havia iniciado a coabitação depois de se terem conhecido no local de trabalho - e depois do casamento dele se ter desmoronado. Mas depois de terem começado a viver juntos numa casa com o valor de £500,000 (+/- €406,883), ele regressou para a sua esposa. O relacionamento entre os dois oficiais durou relativamente 3 meses.

A mãe solteira (uma criança) aparentemente pediu baixa remunerada devido ao stress, e não voltou para o seu emprego - que tem um salário anual de £45,000 (€57.446/ano).

O "The Sun" reportou que a Scotland Yard está a oferecer apoio total à detective e uma fonte disse o seguinte ao jornal:

A organização não a deixará sozinha de modo a que ela deambule pela casa, afogando na mágoa. Ela está a ser regularmente acompanhada e visitada.
Pete Smythe, presidente da "Met Police Federation", afirmou ao MailOnline:
Se ela pediu dispensa, então ela já foi observada por um profissional que concordou que ela não se encontra em condições de trabalhar. No que concerne as regras, ela estará a receber o ordenado por inteiro durante seis meses, seguindo-se metade do ordenado até aos 12 meses, e depois pára de receber. Existem procedimentos que podem levar à sua dispensa permanente [despedida] mas depois dos 4 meses, é relativamente difícil.

Assumo que a MET lhe está a oferecer aconselhamento. Nunca tinha visto um caso parecido a este.

John O'Connor , antigo Comandante da MET, qualificou a situação de "absurda." Ele disse ainda:
Quatro meses é muito tempo para se estar dispensada por motivos de coração partido. Até parece que ela se encontra a sofrer pela perda dum ente familiar.
Um porta-voz da MET disse que a força policial não comenta assuntos pessoais.

Fonte

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Qualificar esta situação de ridícula é uma "under-statement". Não é concebível confiar na sobrevivência duma sociedade que permite que pessoas - homens ou mulheres - deixem que as emoções pessoais afectem de forma tão profunda o seu desempenho profissional.

Por motivos tão subjectivos como "coração partido", esta mulher vai ficar - no mínimo - um terço do ano sem trabalhar, mas a receber como se estivesse a trabalhar.



terça-feira, 17 de abril de 2012

Austrália: partido que promovia a farsa do aquecimento global é totalmente destruído nas eleições

E qual é a importância disto? Os esquerdistas e o Partido Labor forçaram todas as regras, leis e regulamentos actualmente em operação.

(Brisbane Times) Os eleitores terminaram de modo enfático a vigência dos Labor em Queensland, reduzindo efectivamente o destroçado governo ao estatuto de partido minoritário. Tão compreensiva foi a vitória do partido LNP (sob Campbell Newman) que o partido Labor foi virtualmente apagado do mapa eleitoral de Queensland.

Aparentemente o ALP foi reduzido a 7 representantes - num total de 89.

Quão terrível foi a derrota?

(The Telegraph) Com MPs suficientes apenas para preencher uma pequena carrinha depois de Sábado à noite, o Labor nem conseguiu atingir o mínimo necessário para ter o estatuto de partido político: 10.

O Telegraph prossegue ressalvando que o partido de Julie Gillard está practicamente terminado.

Os australianos não apoiaram as manobras políticas feitas como forma de "combater" o "aquecimento global" e nem querem o seu custo de vida inflacionado artificialmente devido a uma questão cientificamente falsa.

Pior ainda, os australianos não querem que a sua vida seja afectada por uma vasta gama de regulamentos aprovados por pessoas que nunca vivem a vida “carbon neutral” que eles esperam que os outros vivam. Mais ainda quando se sabe que as "soluções" não teriam qualquer tipo de impacto no combate ao aquecimento global, mesmo que este fosse causado pelo homem.

Como ressalva Steven Milloy:

Globalmente falando, os políticos provavelmente tomarão esta carnificina como um aviso - os constituintes não irão tolerar taxas gigantescas e sem sentido impostas como formas de "lidar" com um problema que não existe.

Este é o início do fim político do aquecimento global, das restrições do carbono e do racionamento da energia. Mais ainda, os eleitores atiraram para o lixo o ambientalismo obstrucionista e anti-desenvolvimento dos Verdes.

Anna Bligh, a líder do partido Labor de Queensland, demitiu-se depois desta derrota humilhante.

Isto é um aviso sério para os "bem intencionados" políticos do mundo: Não usem a lei (ou mentiras) para forçar a vossa "ciência" fraudulenta à população.

Fonte


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