Mostrar mensagens com a etiqueta Comunista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunista. Mostrar todas as mensagens

sábado, 3 de outubro de 2015

O feminismo é uma estratégia comunista

Por Paul Elam

(....) O feminismo é uma estratégia comunista criada com o propósito de minar a família e todas as outras instituições tradicionais de modo a que a relação primária que os indivíduos passem a ter seja com o Estado. Enquanto isto está a ser colocado em práctica, a propriedade privada, a única prova tangível de liberdade individual, torna-se uma coisa do passado. Isto é a Nova Ordem Mundial em poucas palavras. E se por acaso tens os olhos abertos, de certo que tens vindo a observar isto a acontecer durante a maior parte da tua vida.

Ao destruir o casamento, criando um fosso entre os homens e as mulheres, alienando os pais para longe dos seus filhos, dissolvendo a autoridade paterna, chegando mesmo a dissolver a própria família, as barreiras para o controle estatal de todas as pessoas são removidas. Pensem em todos os males sociais causados pelo feminismo, e depois pensem nesses males em termos duma agenda de controle autocrático de toda a população. Rapidamente irão ver que ambas são quase indistinguíveis, e que uma serve a outra de forma total.

Caluniar a masculinidade é central dentro deste plano; primeiro caluniar mas depois criminalizar. Há já muito que cunhamos o termo "Guerra entre os Géneros", mas erradamente interpretamos isto como algo contido numa luta para o controle, ou em torno da igualdade entre os homens e as mulheres. Uma vez que já sabemos que o feminismo não está de maneira alguma relacionado com a igualdade, olhemos agora para a sua verdadeira natureza.

Pensem em leis como a WAWA que só reconhece os homens como perpetradores de violência. Levem em contra que a emergência de leis em torno do "agressor primário" têm como propósito garantir que os homens, e só os homens, sejam presos por violência doméstica. Pensem em como ordens de restrição são frequentemente emitidas sem qualquer tipo de evidência ou corroboração, e como o poder de acusação das mulheres tem-se tornado uma epidemia que está a rasgar as vidas de homens inocentes.

Acham mesmo que tudo isto é porque as feministas estão a conseguir o que querem? Se por acaso acham que é assim tão simples, então por favor, leiam e ponderem sobre as implicações desta passagem de Atlas Shrugged, 1957:

"Você acham mesmo que queremos que essas leis sejam obedecidas?" disse o Dr. Ferris. "Queremos que elas sejam violadas. É melhor que você se aperceba que você não está enfrentar escuteiros. Nós estamos atrás do poder e estamos sérios nesse propósito. Não há forma de dominar homens inocentes. O único poder que o governo tem é o poder de reprimir os criminosos.

Bem, quando não há criminosos suficientes, é preciso criá-los. Declara-se tantas coisas como crime que torna-se impossível os homens viver sem violar as leis. Quem é que quer uma nação de cidadãos que obedecem a lei? Quem é que ganha alguma coisa com isso? Mas aprovem leis que não podem ser seguidas e nem aplicadas, e nem interpretadas de forma objectiva, e cria-se uma nação de infractores - e você pode lucrar com a culpa.

Esse é o sistema, senhor Reardon, esse é  jogo, e mal você passe a entender isso, você passará a ser alguém com quem se pode lidar de forma mais facilitada."

Estas palavras, publicadas no ano do meu nascimento, passou a dominar e a definir o mundo em que vivemos. Acreditem em mim, eu nunca iria usar o  excerto dum livro como referência se por acaso não soubesse antecipadamente que vocês podem sempre confirmá-la com a vossa observação do mundo à nossa volta. Ao destruir a autoridade dos homens, o guardião histórico da família e das vossas liberdades individuais, o Estado torna-se no suserano totalitário sem oposição.

Se por acaso ainda têm algumas dúvidas em relação às raízes Marxistas do feminismo, e do propósito de criar e explorar o ressentimento entre os sexos como forma de destruir a família tradicional, observem este cartaz da União Soviética pré-Segunda Guerra Mundial (1932). [foto]

Os Soviéticos sabiam, tal como o vosso governo de hoje sabe, que se queres domínio total sobre a população, é preciso destruir a família e transformar o governo no marido e na esposa substituta. Porque se retirares dos homens o seu estatuto social, a sua dignidade, e a sua autoridade na família, a única coisa pela qual ele irá lutar é o seu ordenado, alguns benefícios e um nacionalismo mal-canalizado.

Ele nunca mais irá colocar em causa o governo sob o qual ele vive, independentemente do quão tirânico e opressor ele seja, visto que ele não tem nada de significativo para proteger. E os homens, apesar difusas mentiras culturais dos nossos dias, estão programados para nunca se queixarem em seu favor, e muito menos para lutar em grupo em favor próprio.

Claro que muitas pessoas, incluído muitos activistas em favor dos direitos dos homens [MRAs], nunca se aperceberam que o feminismo é muito mais que apenas uma ideologia anti-homem a operar sob a máscara da igualdade de género. E uma só fotografia, embora possa valer mil palavras não dirá toda a história.

Como forma de passarem a estar mais cientes da história, sugiro que comecem visitando esta série de ensaios feitos por Carey Roberts, e lendo através dos links que lá se encontram para verem para onde eles vos levam. Tudo isto é um buraco de coelho bastante profundo.

No Ocidente fomos cegados em relação à verdadeira natureza desta gigantesca mudança social através do consumismo ilimitado e frívolo, do politicamente correcto, e através da erosão intencional do sistema de educação. As crianças, começando na escola primária até a escola secundária, são dissuadidas de terem pensamento crítico, sendo ao mesmo tempo pressionadas para se conformarem à pedagogia Marxista Feminista.

É um arranjo perfeito participar num sistema de ensino superior que está essencialmente virado para a indoutrinação. E não é coincidência que a indoutrinação que se encontra tão desenfreada nos antros modernos do mundo académico Ocidental seja também ela um artefacto da dominante ideologia feminista. O comum licenciado actual termina o seu curso, especialmente se tiver estudado artes ou Ciências Humanas, convencido que os homens são inerentemente maus, e que as mulheres encontram-se oprimidas, apesar das evidências irrefutáveis de que ambas as declarações são falsas.

Todas as vozes da oposição foram eliminadas. Ao colocarem um vestido e um batom no Marxismo, os engenheiros sociais que estão a avançar com a sua agenda foram capazes de depender do cavalheirismo e de outros aspectos da masculinidade tradicional para sua protecção. É de facto surpreendente. Eles usam as pessoas que estão a ser atacadas de modo mais violento para proteger as pessoas que estão a lançar os ataques.

Dito de forma franca, isto é bastante engenhoso. E enquanto isto acontece, noutros níveis do espectro social eles manobraram-se para posições ainda mais protegidas ao popularizarem a acusação de discurso de ódio misógino contra qualquer pessoa que levante algum tipo de oposição. Sim, muito engenhoso!

Mas o propósito do A Voice for Men não é lutar contra isso e o motivo é bem simples: é tarde demais. A Guerra entre os Géneros acabou e os Marxistas venceram. Quer tu vivas nos EUA, no Reino Unido, no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia ou em qualquer outra parte do mundo ocidental, não irás ter qualquer alívio, ou qualquer solução nas tuas cabines de votação, ou junto das pessoas que ocupam os lugares parlamentares.

Todos eles, independentemente do seu partido ou da sua aclamada plataforma, estão associados a esta nova ideologia. Toda a legislação que realmente importa, aquela que coloca os homens a trabalhar para as mulheres, sendo ambos dependentes do Estado, terá o apoio dos poderes dominantes, independentemente de quem quer que eles sejam.

Embora eu saiba que tu podes ser um dos homens que não quer ouvir isto, é importante dizer que isto não é culpa das mulheres. Também elas foram enganadas, e antes de tudo ter acabado, mas depois de já ser tarde demais, a maioria delas acabará escravizada pela mesma ideologia que lhes prometeu liberdade e independência. Quase todas elas acabarão por ter empregos de baixa remuneração, marginalmente subsidiadas pelo rendimento confiscado aos homens. Elas irão descobrir que o governo-como-marido e a fria vida de escravidão pouco acima da linha da pobreza é o único resultado da "emancipação" prometida. E diga-se de passagem, isto já está a acontecer.

Mas os igualmente empobrecidos e desprivilegiados homens encontrar-se-ão incapazes e pouco dispostos a prestar-lhes algum tipo de ajuda. A única coisa que resta aos homens é a sua própria sobrevivência. Os homens é que são os burros de carga e os servos contratados desta nova ordem mundial, e a sua resposta não é ir para a guerra contra o Marxismo, o que certamente resultará no fim das suas vidas. A sua resposta é bastante simples: abandonar qualquer noção de compromisso em relação às mulheres, ou vulnerabilidade para com elas.

A triste realidade é que as mulheres passaram a ser a arma preferida que o governo está a usar para dominar e controlar as vidas dos homens; para roubar as suas posses e rendimentos; para os forçar, em número cada vez maior, a render os seus bens e viver com subsistência mínima, e a colocá-los na prisão ou matá-los se eles se recusarem a agir como o governo quer.

E a única resposta apropriada, para os poucos que podem agir assim, é desenvolver uma cultura não-organizada de homens que se encontra focada em sobreviver, e, na medida do possível, prosperar dentro deste sistema corrupto, partilhando essa informação com outros homens. Para levar isto a cabo, é preciso que a primeira prioridade dos homens seja passar a ter uma visão radicalmente diferente das mulheres.

Será uma pequena cultura de homens que será capaz de fazer isso, visto que a maior parte dos homens simplesmente não consegue pensar para além da sua programação sexual. Mas 25 porcento de mil milhões é um número respeitável. Independentemente do tamanho que a comunidade venha a ter, a nossa corda salva-vidas, enquanto ainda a  tivermos, é a internet. É a única forma através da qual a maior parte de nós entrará em contacto com os outros.  (...)

http://bit.ly/1hHSXcb



domingo, 8 de dezembro de 2013

O verdadeiro Nelson Mandela


Com os média a transbordar de referências à "grandeza" de Nelson Mandela no dia à seguir à sua morte, um contraponto com o resto da história é sobejamente necessário. No final do texto estão algumas entrevistas em vídeo do missionário Sul-Africano Peter Hammond, que conta a verdadeira história de Mandela.

Caracterizado pelos média como um libertador, Mandela era um Marxista e um terrorista condenado. Hammond diz o seguinte em relação a Mandela:

Nelson Mandela admitiu [tudo] num tribunal aberto e declarou-se culpado de 156 actos de violência pública e terrorismo - e lembrem-se que ele era um advogado experiente. Ele era o líder da facção terrorista revolucionária do ANC [African National Congress]Umkhonto we Sizwe.” Ele esteve por trás de diferentes operações: desde a conspiração de colocar bombas numa estação de comboio (que matou mulheres e crianças, e mutilou pessoas), bombas em centros comerciais, ataques a camponeses . . . tantos actos de violência.

Hammond prossegue afirmando que as descrições actuais fazem de Mandela um santo mas nunca dizem o porquê dele ter estado na prisão. Ele foi para prisão por um motivo justo e bom.

Nem mesmo a Amnestia Internacional quis pegar no seu caso porque ele não era um preso político. Ele teve um julgamento justo e uma sentença razoável. Ele teve o seu momento no tribunal e ele não era um preso político mas sim alguém que foi para a prisão por ter levado a cabo actos de violência.

Hammond conta como os crimes que Nelson Mandela levou a cabo na África do Sul, que lhe valeram uma prisão perpétua, seriam suficientes para ele ser receber a pena de morte nos Estados Unidos ou na Grã-Bretanha daqueles dias. Foi o clima político da altura que lhe valeu a libertação, associado ao revisionismo esquerdista que branqueou a sua vida anterior de violência. Se o legado de Mandela nos ensina algo é que a sua vida é um argumento em favor da pena de morte. Quando tais criminosos não são eliminados, há sempre a chance dos poderes políticos futuros serem suficientemente corruptos para os libertar - e os colocar em posições de poder.


À luz da verdade em torno de Mandela, Hammond pode dizer:

Estou surpreso que tantas pessoas o idolatrem e o elevem para uma posição de figura messiânica, o que revela que eles obviamente não conhecem o que ele ensina, o que ele acredita, o que ele faz, ou o seu apoio a alguns dos ditadores Marxistas mais radicais do nosso planeta.

Isto inclui muitos Cristãos:

Muitos Cristãos por ai espalhados idolatram Mandela só porque lhes foi dada informação errada, ou informação incompleta.

Quando Mandela adoeceu há cerca de um ano atrás, os média começaram a preparar a hagiografia que eles estão agora a publicar em torno do terrorista caído. Barack Obama aproveitou a oportunidade para fazer uma viagem até a África do Sul, falando nos direitos humanos em todos os lugares, invocando o nome de Mandela em todas as paragens e louvando o seu trabalho.

Um comentador esquerdista da NPR [órgão de informação estatal Americano] não se conseguiu conter, lamentando o facto de, durante a visita de Obama, Mandela estar demasiado doente para uma sessão fotográfica

O primeiro presidente negro dos Estados Unidos ao lado do primeiro presidente negro da África do Sul seria um momento poderoso.

Ou, como nós poderíamos dizer,"Um cripto-comunista amigo de terroristas ao lado de um comunista terrorista condenado seria um momento revelador."

Pouco depois do ataque terrorista de Boston, Obama declarou que esses actos seriam investigados como actos de terrorismo porque, "Sempre que bombas são usadas para atingir civis inocentes isso constitui um acto de terrorismo."

"Sempre . . . . "

No entanto, esta manhã, enquanto falava da morte de Mandela passados que estavam alguns minutos, o presidente Obama disse:

Perdemos um dos seres humanos mais influentes, corajosos e profundamente bons com quem qualquer um de nós algum dia partilhará tempo durante a sua estadia na Terra.

Há de facto um fosso no discurso público.

E sim, até muitos Cristãos ficarão confusos e encurralados. Muitos encontrar-se-ão encurralados pelo dilema apreendido gerado pela narrativa caiada de Mandela. Se os adversários criticarem-no publicamente, eles correm o risco de serem publicamente associados aos simpatizantes do apartheid e do racismo (tal como os actuais defensores [Americanos] dos direitos estaduais são indevidamente associados à escravatura e ao racismo).

No entanto, dar espaço de manobra a Mandela é dar espaço de manobra à sua ideologia Marxista e ao seu terrorismo. Isto soa como muitas outras decisões em torno do "mal menor" que tantas vezes nos são apresentadas.


Mandela morreu e apresentou-se perante o seu Criador. Veremos se Deus julga o assunto segundo a tese do "mal menor". Se quiserem saber mais acerca do Comunismo de Mandela basta ler o livro que ele mesmo escreveu que fez parte da montanha de evidências usadas contra ele no seu próprio  julgamento: "Como Ser um Bom Comunista".

A ler: O julgamento de Nelson Mandela



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Países onde o símbolo do Comunismo é proibido

Óbvio Relativo

Ao menos na maioria dos países civilizados, ninguém sairia às ruas com camisetas ostentando a suástica, sob risco de estar cometendo crime. Entretanto, não apenas o símbolo do nacional-socialismo de Hitler foi banido mundo afora, mas também o do comunismo, o qual já matou mais de 100 milhões de pessoas.

Vejamos alguns países onde é crime utilizar a foice e o martelo cruzados ou a estrela vermelha, símbolos do comunismo e do socialismo.

Polônia - Na Polônia não é mais possível os jovens andarem com camisetas de Che Guevara, pois em 8 de junho de 2010 entrou em vigor a lei que proíbe a exibição dos símbolos comunistas. O país foi um dos que mais sofreu com o Comunismo. Os historiadores Andrzej Paczkowski e Karel Bartosek afirmam que entre 1948 e 1956, a etapa mais dura da repressão comunista, dezenas de milhar de pessoas perderam a vida, foram presas, enviadas a campos de trabalho, ou para a URSS. A Polônia recuperou sua independência no ano de 1991.

Lituânia - Em 2008 a antiga república soviética da Lituânia, hoje membro da União Europeia, criminalizou a exibição pública de símbolos comunistas e nazistas. Em 1939, a Lituânia foi vítima do pacto Molotov-Ribbentrop, entre a Rússia Soviética e a Alemanha nazista, levando a ocupação e sua incorporação à União Soviética em 1940. A Lituânia perdeu 780.000 cidadãos como resultado da ocupação comunista, incluindo 275,697 deportados ou condenados aos gulags. O país restaurou a sua independência em 11 de Março de 1990.

Geórgia - O parlamento da Geórgia baniu em 2011 o uso de símbolos nazistas e comunistas no país. Durante o domínio soviético, 1500 igrejas foram destruídas, milhares de inocentes foram mortos na Geórgia ou enviadas para os gulags, onde a maioria morreu. Entre essas pessoas estavam notáveis representantes da cultura georgiana, como o escritor M. Javakhishvili, os poetas T. Tabidze e P. Iashvili e o cientista-filólogo Gr. Tsereteli. A independência da Geórgia foi proclamada em 9 de abril de 1991, porém a data nacional é 26 de maio, quando foi eleito o primeiro presidente.

Moldávia - A Moldávia condenou em 2012 os crimes do regime que governou o país na época em que o território fazia parte da URSS e proibiu o uso de símbolos do comunismo. Em 1991 a Moldávia tornou-se um Estado independente, o que desencadeou conflitos militares. Na primeira metade, em 1992, fizeram 1000 mortos e 130.000 deslocados e refugiados, envolvendo as tropas russas que intervieram sob o pretexto de estarem a proteger a minoria russa. No ano seguinte, os moldavos recusam a proposta de reunificação com a Romênia.


Fontes:

..



domingo, 14 de julho de 2013

Rosa Parks e a guerra racial como arma esquerdista

Rosa Parks não foi uma simples costureira cujo acto desafiador solitário levado a cabo em 1955 deu início ao movimento dos Direitos Civis, Ela foi, na verdade, uma activista ao serviço do Partido Comunista dos Estados Unidos da América [singla em inglês: C.P.U.S.A. = Communist Party of the United States of America]. A sua recusa em se sentar na parte de trás do autocarro não foi um acto espontâneo, mas uma provocação organizada pelo seu empregador, a  "National Association for the Advancement of Colored People" (NAACP).

Durante a semana passada Rosa Parks foi colocada num estado sob a Capitol Rotunda; uma honra só conferida 29 vezes durante a história americana a pessoas tais como  Abraham Lincoln, John Kennedy, e mais recentemente Ronald Reagan. Este tratamento ilustra o modo como o público americano é rotineiramente mentido e traído pelos seus líderes políticos e pelos média. O obituário presente no New York Times diz que a sua prisão "transformou uma mulher comum num símbolo relutante e numa portadora da torcha". O Presidente Clinton disse que a sua acção "deu início ao movimento social mais significativo da história Americana."

Embora eu esteja de acordo com os propósitos ostensivos do movimento dos Direitos Civis, uma vez que este movimento teve apoio Comunista, tenho que perguntar:  "Qual era a sua agenda oculta?" Falarei disto mais tarde.

Para entender o porquê da elite Americana honrar uma Comunista, temos que fazer uma alteração no paradigma.

Um grupo exclusivo de banqueiros sediados em Londres, que controla a maior parte do crédito e da riqueza mundial, quer consolidar este poder nas instituições mundiais permanentes de controle político, social e espiritual. Este grupo criou e financiou o Comunismo como instrumento usado para avançar com este propósito; isto envolve dissolver todas as "forças colectivas" que se possam opôr a ele, incluindo o estado-nação, a raça, a religião e a família.

Este "Comunismo", longe de ser uma relíquia da era da Guerra Fria, continua (nas suas diversas formas) a fazer parte das nossas vidas, corroendo as instituições nomeadas em cima. A "Guerra Fria" continua como a "Guerra ao Terror" - que nada mais é que uma fraude criada como forma de controlar as massas e concentrar ainda mais a riqueza e o poder nas mãos dos super ricos.

O PADRÃO DA DECEPÇÃO

A caracterização da Rosa Parks como uma cidadã comum levantou as minhas suspeitas. Betty Friedan, a "fundadora" do feminismo e uma activista comunista de longa data, foi também caracterizada como uma mãe doméstica comum. Graças a um fórum da internet repleto de informação, Daily Kos.com, descobri rapidamente que Rosa Parks começou a trabalhar como secretária da NAACP em 1943 e ainda mantinha essa posição quando foi presa. Em Julho de 1955, cinco meses antes do famoso incidente em Dezembro, ela frequentou a "Highlander Folk School", em Monteagle Tennessee. Myles Horton e James Dombroski, ambos membros do Partido Comunista, fundaram esta escola em 1932 como forma de treinarem activistas Comunistas. Betty Friedan também frequentou este estabelecimento.

Desde os anos 40 do século passado que Rosa Parks e muitos outros haviam em numerosas ocasiões desafiado as leis em torno da segregação nos autocarros. O boicote ao autocarro de Montgomery foi planeado antecipadamente e Martin Luther King foi trazido para o liderar. Rosa Parks foi escolhida para dar início ao incidente (See Aldon Morris, "The Origins of the Civil Rights Movement").

Um membro do Daily Kos.com que trabalha para o jornal do CPUSA disse que um membro-executivo do CPUSA lhe havia dito que Rosa Parks fazia parte do partido. (Isto não é algo que os Comunistas gostem de publicitar)

O testemunho de inúmeros desertores não deixa dúvidas em relação ao facto do Partido Comunista dos EUA estar a ser dirigido a partir de Moscovo. Apesar do que idealistas ingénuos ("idiotas úteis") tais como Rosa Parks e Betty Friedan pensam, o propósito era subjugar o povo Americano. O Movimento de Emancipação das Mulheres foi construído à imagem do Movimento dos Direitos Civis, sendo ambos operações psico-sociais prontas criadas pelos Comunistas. Para serem eficazes, estes movimentos têm que criar a aparência de serem atitudes que emanam de sentimentos populares, e não uma agenda elitista imposta a partir do topo. Embora estes movimentos tenham ractificado genuínas injustiças, o seu propósito oculto era o de dessestabilizar a sociedade Americana, exacerbando divisões internas.

A NAACP & MARTIN LUTHER KING: O LADO OCULTO

No seu livro, "My Awakening" David Duke pinta uma imagem da NAACP que sugere que esta organização nada mais seja que uma fachada construida por banqueiros e Comunistas (pp.282-284). Embora a organização tenha sido fundada em 1909, ela só teve um presidente negro em 1970. Até essa altura, os seus presidentes e os membros do conselho eram frequentemente escolhidos de entre os Judeus Comunistas.

[NOTA: O editor do blogue Marxismo Cultural não subscreve qualquer tipo de visão racista mantida por David Duke. A frase de cima foi deixada tal como está porque ela se encontrava no texto original e era importante para o contexto.]

Martin Luther King pode ter sido o típico homem-fachada; em privado, ele declarava-se como Comunista. Havendo frequentado a Highlander School, os seus secretários pessoais eram Bayard Rustin e Jack O'Dell - ambos Comunistas. Stanley Levinson . . . que escreveu os seus discursos e geria a angariação de fundos, era também um Comunista. Aparentemente, a integridade de King foi também colocada em questão quando foi alegado que largas secções da sua Tese de Doutoramento era uma cópia outro documento. Ele teve também encontros com protitutas, algo que foi gravado pelos FBI e confirmado pelo seu sucessor. Ralph Abernathy. (And the Walls Came Tumbling Down, 1989)

GUERRA RACIAL COMO ARMA DA ELITE

Eu considero o preconceito, a discriminação e a segregação como coisas repugnantes. A humanidade é uma família de raças, cada uma com talentos próprios e todas elas trazendo algo de único. Ao mesmo tempo, sou de opinião de que se deve encontrar algum tipo de  equilíbrio uma vez que os grupos raciais e nacionais têm o direito de proteger o seu carácter racial. Acho estranho que países como Israel, China e o Japão possam fazer isso sem qualquer tipo de crítica mas os países da Europa e da América do Norte não possam. Negros, Judeus e Hispânicos podem fazer isto, mas os Brancos já não podem. Eu acho também que discriminação em favor duma "minoria" é tão má como discriminação contra ela.

Sou Canadiano e não sou perito no movimento dos Direitos Civis, mas se o CPUSA esteve envolvido, então havia uma agenda oculta. Esta agenda parece estar bem deliniada num documento com o nome de "Um Programa Racial Para o Século 20" [A Racial Program for the 20th Century" (1912)], escrito por um Fabiano Britânico com o nome de  "Israel Cohen", citado pelo Congressista Thomas Abernathy durante o debate em torno dos Direitos Civis (e que entrou nos registos Congressionais - 1957), página 8559. Se este documento for autêntico, ele é bastante revelador

Temos que nos aperceber que a arma mais poderosa do nosso partido [Comunista] é a tensão racial. Ao propagar no consciente das raças escuras que durante séculos elas foram oprimidas pelos brancos, nós podemos movê-los na direcção do programa do Partido Comunista. Na América teremos como propósito a vitória subtil.

Ao mesmo tempo que inflamamos os Negros contra os brancos, colocaremos nos brancos o complexo de culpa pela sua exploração dos Negros. Ajudaremos os Negros ascender para lugares de proeminência em todas as esferas da vida - nas profissões e no mundo do desporto e do entretenimento. Com este prestígio, o Negro será capaz de se casar os Brancos e isto dará início ao processo que entregará a América à nossa causa.

Lembrem-se disto: os banqueiros centrais encontram-se envolvidos numa enorme fraude de imprimir dinheiro pelo preço de papel, emprestá-lo e depois exigir pagamento com juros. A única forma que eles têm de perpetuar esta fraude é distraindo-nos até que sejam capazes de colocar cadeados em nós. Isto envolve criar inimigos. Para confirmar isto, basta olhar para a França e para a sua minoria de 5 milhões de Muçulmanos. Actualmente [ed: isto é, na altura em que este artigo foi feito] a juventude muçulmana está a provocar tumultos. O Ministro de Interior Nicolas Sarkozy afirmou na Quinta Feira que os tumultos "não eram espontâneos" mas "muito bem organizados." (...) Os banqueiros centrais usam as minorias raciais como arma.

(....)

CONCLUSÃO:

A santificação de Comunista Rosa Parks prova mais uma vez que a elite política e culural americana se encontra irremediavelmente corrompida. Mudanças sociais não ocorrem nos EUA a menos que os banqueiros centrais e os seus parceiros mediáticos estejam por trás. O seu plano a longo prazo (tendo em vista a sua ditadura) é pintada como uma revolta popular que emana espontaneamente da sociedade civil.

De um modo cada vez mais óbvio, os órgãos de comunicação de maior dimensão, os governos os centros de ensino revelam as suas verdadeiras cores e se auto-desacreditam aos olhos do público.

.



domingo, 9 de dezembro de 2012

Alemanha do Leste vendeu doentes para testar medicamentos



Os porquinhos-da-índia involuntários ou foram submetidos a medicamentos não-testados, ou receberam placebos de modo a que os efeitos da nova droga pudessem ser comparados. Indústrias farmacêuticas do Ocidente pagaram centenas de milhares de marcos Alemães pelos pacientes - dinheiro esse que foi engolido pela periclitante economia da Alemanha do Leste.

O documentário Tests und Tote ("Tests and the Dead" = "Testes e os Mortos") exibido na Segunda-Feira à noite no canal estatal ARD, revelou a forma como as indústrias farmacêuticas, forçadas a levar a cabo testes extensivos logo após o escândalo da Talidomida que deixou milhares de pessoas deformadas, voltaram-se para o Leste, que estava desesperado por uma moeda forte.

Mas levando em conta a seriedade das alegações - e as potenciais exigências compensatórias - é pouco provável que as companhias farmacêuticas façam um mea culpa  e um pedido de desculpas, tal como fez a Ikea recentemente depois de se saber que usou presos politicos da Alemanha do Leste como mão-de-obra barata.

Segundo o Der Spiegel, um caso falado envolveu a história de Gerhard Lehrer, que foi admitido no hospital de Dresden em 1989 depois de ter tido um ataque do coração.

O médico presente deu-lhe cápsulas vermelhas-e-brancas e, segundo a viúva de Lehrer, ele [o médico] teceu largos elogios ao medicamento, afirmando que era "difícil obtê-los".

O estado de Lehrer não melhorou e o hospital rapidamente lhe disse para parar de tomar a droga e devolver o abastecimento que tinha recebido. Pouco antes de morrer, Lehrer disse à esposa para nunca se ver livre dos comprimidos, o que ela fez.

Placebo em vez de tratamento.

Depois de terem sido feitos testes nos medicamentos, apurou-se que Lehrer havia recebido placebos - cápsulas que não o ajudariam a superar a sua condição médica - e que um homem doente havia visto o seu tratamento negado, como parte dum estudo médico feito sem a sua aprovação.

Os jornalistas da ARD investigaram um número impresso na caixa dos falsos medicamentos de Lehrer e encontraram um ficheiro correspondente nos arquivos do Ministério da Saúde da Alemanha do Leste; aparentemente Lehrer havia tomado parte dum estudo em torno do Ramipril - droga para a tensão arterial desenvolvida pela Hoechst.

Uma combinação de dois desenvolvimentos ocorridos nos anos 80 serviram para criar as condições que levaram a Alemanha do Leste a vender os seus doentes às indústrias farmacêuticas do Ocidente, afirmou o Der Spiegel. Leis criadas na altura estavam a forçar as companhias farmacêuticas a levar a cabo estudos científicos adequados aos produtos antes deles receberem licença para serem vendidos - e os pacientes tinham que estar totalmente informados do risco dos mesmos. 

Ficheiros da polícia secreta mostram que as dificuldades económicas da Alemanha do Leste provocavam uma escassez de suprimentos médicos, levando a que os médicos se queixassem de forma cada vez mais vocal.

Comercializando os doentes

Um encontro secreto ocorrido em 1983 entre os membros do Comité Central da Alemanha do Leste, responsável pela saúde, colocou em marcha a venda de pacientes à companhias ocidentais, afirmou Christoph Friedrich, historiador farmacêutico da Universidade de Marburg. Alguns hospitais não só levariam a cabo os testes para os produtores Ocidentais, como seriam capazes de usar o dinheiro proveniente.

O entusiasmo em ambos os lados encontrava-se elevado: no ano de 1982 existiam 20 contractos, enquanto que em 1988 o número havia subido para 165.

Os testes secretos pararam em 1989 aquando do colapso da Alemanha do Leste. Milhões de marcos Alemães haviam sido ganhos à custa dos doentes e à custa daqueles que se encontravam às portas da morte, afirmou o programa da ARD.

Embora números exactos se tenham perdido juntamente com os antigos ficheiros, foram exibidos estudos individuais que renderem mais de 860,000 marcos Alemães.

Os jornalistas entraram em contacto com as companhias que sucederam a Hoechst e a Sandoz, que levaram a cabo os testes em pacientes involuntários da Alemanha do Leste.

O gigante francês Sanofi-Aventis, que inclui a antiga Hoechst, cooperou e permitiu acesso aos seus ficheiros, mas segundo os jornalistas,  nem as associações farmacêuticas nem os ministérios responsáveis disseram que foram capazes de encontrar alguém que tivesse alguma ideia dos estudos trans-fronteiriços.

* * * * * * *

Capitalismo esquerdista, vazio da lei moral, é a pior coisa que pode existir - especialmente para os mais frágeis da sociedade. Sem dúvida que o esquerdista comum pode sempre voltar este argumento, e alegar que isto "nada tinha a ver com o comunismo", mas isso é pura racionalilzação conveniente.

Esta notícia revela também como os regimes comunistas foram, em larga medida, mantidos no lugar pelo grande capital do ocidente. Seria interessante saber quanto tempo durariam os regimes esquerdistas se não fosse o capitalismo ocidental.





sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Fortuna comunista

O "New York Times" fez uma investigação sobre o enriquecimento da família do primeiro-ministro da China, de tal forma aprofundada e detalhada que a sua publicação já levou as autoridades chinesas a bloquear o acesso ao site do jornal norte-americano e a apagar ligações ao artigo publicadas em redes sociais chinesas, como o Sina Weibo.

A publicação da investigação jornalística surge num momento sensível para o poder chinês, já que o Partido Comunista se prepara para o congresso de Novembro, em que será escolhida a liderança para a próxima década, e quando faltam cinco meses para Wen Jiabao, de 70 anos, terminar o segundo e último mandato à frente do Governo de Pequim.

Segundo o "New York Times", muitos dos bens e acções dos familiares de Wen Jiabao estão dissimulados em sociedades e investimentos efectuados em nomes de terceiros, mas a fortuna do círculo familiar valerá pelo menos dois mil milhões de euros.

Enriquecimento após ascensão política

A mãe é uma professora reformada, mas em apenas um dos seus investimentos, efectuado há cinco anos, adquiriu 90 milhões em acções. A mulher, especialista em pedras preciosas, controla o comércio de diamantes, conta o jornal.

A empresa do irmão mais novo, por seu turno, estabeleceu contratos para tratamento de resíduos líquidos e hospitalares em algumas das maiores cidades chinesas no valor de 23 milhões. As acções da mulher do filho valem cerca de 320 milhões.

O próprio primeiro-ministro chinês, conhecido como um reformista, referira num recente discurso, vir de uma família humilde e o extremo enriquecimento do seu círculo familiar ocorreu após sua ascensão política. Em 1998 assumiu a vice-presidência, em 2003 a chefia do Governo.




sábado, 29 de setembro de 2012

Quem foi Helen Demuth ?



Como fundador da "doutrina comunista", e figura quase "divina",  a biografia pessoal de Karl Marx é extremamente importante para os comunistas. Mas a vida pessoal de Marx era muito diferente daquilo que ele acreditava que o mundo deveria ser.

Durante a tradução do livro Biografia de Marx, a secção que fala do seu filho ilegitimo foi apagada das versões Soviéticas e Chinesas. Como resultado, as gerações mais antigas de revolucionários marxistas só sabiam do romance que ele partilhava com a sua esposa Johanna. Eles não faziam ideia nenhuma de que Marx havia escondido o caso amoroso privado que ele teve com a governanta, um caso que resultou no nascimento dum filho no ano de 1851.

É um facto amplamente conhecido que Marx tinha um profundo desagrado  pela exploração da classe operária. No entanto, havia uma operária que nem a remuneração mínima recebeia. Este tipo de operária não estava regsitada no museu Britânicoa. não trabalhava nas minas Salésianas, ou nas zonas de recolha de algodão da Inglaterra. Esta operária nem se encontrava presente no Das Kapital. Esta operária encontrava-se na sua casa.

Sempre que Marx e a sua família davam um passeio por Londres, ou faziam um pic-nic com amigos debaixo dum tempo agradável, uma forte serva feminina caminhava sempre ums metros atrás. Ela levava consigo um cesto cheio de comida e carregava um saco cheio de copos e pratos. Ela tinha que servir comida e bebida quando os patrões chegavam ao destino, e no final, arrumava e limpava tudo.

A mulher, que se chamava Helen Demuth mas que era tratada por "Lenchen" por Marx e pela sua família, vinha duma família camponesa pobre, e era serva do sogro de Marx desde a mais tenra idade. Quando Johanna e Karl Marx se casaram, ela foi oferecida a ele como parte do dote. Marx não rejeitou a oferta, pelo contrário, aceitou-a sem levantar questões. Historicamente, ele defendia que o uso de trabalho físico era algo condenável, mas parece que ele era de opinião de que ele merecia este tipo de devoção sem qualquer tipo de contra-partida.

A família de Marx confiava na serva. Para além de gerir as tarefas diárias domésticas, ele geria os seus assuntos financeiros. Lenchen geria também toda a roupa da família e durante o dia, geria as rejeições e à noite geria as despesas. Em relação aos filhos do patrão, ela considerava-os como seus.

No entanto, a devoção de Lenchen por Marx excedia a normal devoção de quem gere as tarefas domésticas e os assuntos financeiros.  No ano de 1850, Lenchen engravidou. Quando a criança nasceu, Marx convenceu Friedrich Engels, o seu leal companheiro de  batalha,  a assumir a responsabilidade.

Marx tinha que ser capaz de declarar de forma clara tudo em torno desta criança ; ele não podia deixar que alguém desconfiasse que o filho da Lenchen era ilegitimo, impedindo assim que se abatesse sobre ele ou sobre a mulher que tomava conta da sua casa e dos seus familiares qualquer tipo de embaraço.
Friedrich Engels era a escolha ideal uma vez que ele visitava Marx com frequência e era solteiro. A criança recebeu o nome de Henry Friedrich ; Friedrich era um nome familiar de  Engels.

Frederick Demuth: o filho ilegítimo de Marx morreu em 1929, aos 77 anos
Marx não poderia deixar que o seu filho ilegítimo ficasse na sua casa, e como tal Henry foi retirado de casa e cresceu na casa dum operário.  Mais tarde, Henry teve permissão para ver a sua mãe, mas não podia entrar em casa pela porta da frente, mas sim por uma das portas laterais.

Friedrich Engels morreu depois de Marx e no funeral deste, Engels elogiou o pensador como uma pessoa completamente perfeita - embora durante mais de metade da sua vida, a reputação do falecido tivesse dependido de Engels.Eventualmente, Engels morreu com um cancro na garganta. Quando se encontrava às portas da morte, Engels não podia falar, e como tal, ele escreveu num pedaço de papel: Henry Friedrich é o filho de Marx.

Lenchen morreu no ano de 1890. Durante a maior parte da sua vida, Lenchen trabalhou para a família de Marx, mas no final da sua vida, ela ficou de mãos a abanar ; ela não era nada, nem mesmo uma "operária contratada". No entanto, mais tarde na vida,  o seu filho tornouse num mecânico - um genuíno operário contratado. Ele não se interessou muito pela revolução comunista idealizada pelo seu pai, mas tornou-se membro dum sindicato reformador.



domingo, 29 de abril de 2012

Isabel do Carmo

Médica e conselheira televisiva em torno de tópicos relacionados com a saúde alheia. Não fume, não beba.



Isabel do Carmo há 35 anos atrás: revolucionária radical e "conselheira televisiva" em torno de tópicos relacionados com a saúde alheia.


Vêr neste documentário.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Che Guevara - O fracassado

Fonte

Aqui uma boa foto para estampar em camisetas, com todo o charme do "Che".























Che – O mito macabro
por Ipojuca Pontes
"Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo"
"Che" Guevara em carta familiar

No próximo dia 23 de outubro, em sessão especial, o Senado Federal vai prestar homenagem à memória do mitológico Ernesto "Che" Guevara. Como se sabe, há 40 anos o "Che", tentando levantar uma revolução comunista nas selvas da Bolívia, foi capturado por pequena tropa comandada pelo capitão Gary Prado, do Exército boliviano e logo depois executado pelo tenente Mario Téran - não sem antes implorar pela vida: "Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto".

O requerimento para a estranha celebração política é de autoria do obscuro senador José Nery (PSOL-PA) - que responsabilizou o "imperialismo ianque" pela morte do aventureiro mas cuja desgraça, sabe-se, foi urdida pela vontade de Moscou, Fidel Castro e o PC boliviano – e tem a aprovação de outro político esquerdista, Tião Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado.

Como registrei no meu livro "Politicamente Corretíssimos" (Toopbooks, Rio, 2003), o mito Guevara não corresponde nem de longe à realidade dos fatos. Salvo pela "revolução cubana" – efetivada, em parte, pela inação dos Estados Unidos que abandonaram o sargento Fulgêncio Batista e no início ajudaram Fidel Castro nas escaramuças de Sierra Maestra - a vida do cruel revolucionário foi um completo fracasso: na órbita familiar, no amor, à frente de ministério e banco, como comandante, "diplomata" e guerrilheiro, para não falar no "ideólogo do foquismo" - sua trajetória humana e social tributa larga soma de erros e equívocos que nem mesmo os biógrafos mais entusiastas (entre eles, Jon Lee Anderson) conseguem dissimular.

Com efeito, filho de mãe "possessiva" e produto de um lar "excêntrico", desde cedo o "Che" só fez acumular fracassos. Por exemplo: quando, como estudante, aspirava (em Córdoba/Argentina) realizar casamento "burguês" com a prima rica Chinchina Ferreyra, que o repudiou; ou como presidente do Banco Nacional Cubano, levando a moeda e a economia da ilha à completa insolvência; ou ainda como ministro da Indústria de Cuba, quando fracassou miseravelmente ao lado de Fidel, na obtenção de 10 milhões de toneladas de açúcar que nem de longe atingiu; e nas frustradas negociações com a Nomenklatura soviética em que pedia ajuda para industrializar Cuba e teve como resposta um sonoro "não"; e na sua doentia pretensão de criar o "homem novo" e a "sociedade nova" – enfim, em tudo que o desastrado guerrilheiro colocou as mãos, só demonstrou elevado grau de incompetência e insensatez.

No levantamento dos sucessivos fracassos de Guevara, propositadamente escondido pelos criadores de mitos, o que chama atenção, no terreno em que se dizia "especialista", é a sua derrota para os 100 mercenários do Coronel Mike Hoare nas planícies do Congo, em 1965. Vale a pena lembrar.

Excluído da vida política e administrativa de Cuba pelos russos, que sustentavam com bilhões de dólares o banquete de "la revolución" e não o queriam por perto, Guevara saiu mundo afora. Sua idéia era criar "um, dois, muitos Vietnãs" para debilitar o "imperialismo ianque". Julgando oportuno e financiado por Ben Bella (leia-se "petróleo argelino") e contemplado com armas chinesas, rumou para o Congo (ex-belga) e se juntou às tropas rebeldes de Laurent Kabila, o jovem aspirante a ditador que, por sua vez, queria derrubar o governo de Moise Tshombe e tomar o seu lugar.

Com 127 guerrilheiros cubanos e 3 mil soldados congoleses bem armados, Guevara se internou nos charcos do país africano e tentou derrubar Tshombe. Seus objetivos no Congo eram, pela ordem, privar as fontes financeiras do governo provenientes das minas, obrigar a Bélgica a reconhecer o novo Estado revolucionário, controlar os minerais estratégicos para benefício do bloco socialista e, mais tarde, levar sua guerrilha até Angola.

Diante da ameaça, Tshombe contratou os serviços do Coronel Mike "Mad" Hoare, mercenário sul-africano, especialista em guerra de movimento nas selvas. Conforme registra o historiador Miguel A. Faria, em "Escape of from lost paradise" (Hacienda Publishing, 2002), as derrotas dos guerrilheiros do "Che" no Congo, foram "desmoralizantes". Na batalha pela hidrelétrica de Bendela, por exemplo, Hoare eliminou boa parte do exército congolês e botou os guerrilheiros cubanos a correr.

Na batalha de Fizi Baraka, nas proximidades do Lago Tanganica, Hoare encurralou Guevara e suas tropas, atacando-as pela retaguarda, de madrugada, destruindo o serviço de comunicação e o centro de abastecimento da guerrilha. No entrechoque fatal, Hoare eliminou 125 soldados congoleses e deixou pelo chão mais de 600 feridos.

O "Che", que tinha prometido aos seus comandados "devorar" com as próprias mãos os adversários vencidos, bateu célere em retirada. No seu próprio diário sobre a experiência militar do Congo ("Passagens da guerra revolucionária: Congo" - Record, Rio, 2005), diz que a experiência foi um "fracasso absoluto" e justifica a clamorosa derrota pela "indisciplina" dos soldados congoleses - que, por sinal, diga-se de passagem, eram também canibais, pois comiam o fígado e o coração dos inimigos.

(Depois da fuga humilhante, irritado com a derrota incontornável, o "Che", vendo um dos seus guerrilheiros em conversa íntima com uma africana, ordenou que o comandado ficasse de joelhos e, em seguida, deu-lhe malvadamente um tiro bem no meio da testa).

Numa carta dirigida à primeira esposa, Hilda Gadea, o carrasco que de arma em punho matou vários presos políticos na prisão de La Cabaña, e que era movido pelo ódio como fator de luta, escreveu: "Querida velha. Estou na selva cubana, vivo e sedento de sangue".

É uma figura assim, transformada em santo pela eficiente máquina de propaganda marxista, que o Senado Federal, em detrimento dos verdadeiros heróis, vai homenagear.

É o fim!



Ipojuca Pontes é jornalista, cineasta e escritor, nasceu em Campina Grande, na Paraíba, e ao longo de sua carreira conquistou mais de trinta prêmios nacionais e internacionais. Foi também Secretário Nacional da Cultura no governo Fernando Collor de Mello.




Publicado no site "MídiaSemMáscara
Segunda-Feira, 15 de Outubro de 2007.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Na Eslováquia, Partido Comunista pode ser dissolvido

Comunismo, Gulag, Perseguição ReligiosaConforme já divulgamos aqui, o parlamento eslovaco aprovou uma emenda ao Código Penal para punir quem negar ou justificar os crimes da ditadura comunista, com pena de prisão que varia de 6 meses a 3 anos de reclusão.

(Foto ao lado: campo de concentração para religiosos na então Checoslováquia durante o regime comunista)

O Partido Comunista local (KSS, sigla em eslovaco) - que recebeu apenas 0,83% dos votos nas eleições de 2010 - será investigado pela polícia por envolvimento histórico e por estar negando que tais crimes existiram. "Uma vez que não há culpa colectiva, não há crimes comunistas", afirma o website do partido.

O Procurador Geral da República poderá solicitar a dissolução do Partido Comunista se for provado o procedimento ilegal do KSS.

O jornal eslovaco SME (6/11/2011) considera que uma possível dissolução do Partido Comunista é improvável, uma vez que "a corte de Justiça ainda é dirigida por (ex) membros desse partido que organizou o Estado de terror".

Crimes do comunismo na Eslováquia:

- número de executados: 50;

- condenados por delitos políticos: 71.168;

- cumprimento total de sentenças: 83.615 anos;

- mortes na prisão após a processos políticos: 51;

- mortos durante a ocupação em agosto de 1968: 20; gravemente feridos: 38;

- presos em campos de trabalho forçado: 8.240;

- mortos nesses campos: 528;

- eslovacos enviados à URSS: 6.973;

- mortos na fronteira por armas de fogo: 26; cerca elétrica: 15; explosão de mina: 2;

- religiosos enviados para campos de concentração: 2.548;

- pessoas despejadas de suas casas: 2.000.

sábado, 5 de novembro de 2011

Colômbia: Comandante das FARC morto em operação militar

O principal chefe das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Alfonso Cano, foi morto durante uma operação militar no país sul-americano, informaram oficiais militares citados pelas agências internacionais.

O principal chefe das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Alfonso Cano, foi morto durante uma operação militar no país sul-americano, informaram oficiais militares citados pelas agências internacionais.

Em conferência de imprensa na sexta-feira, o ministro de Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzon, não referiu a morte de Alfonso Cano, informando apenas que a operação militar levada a cabo na região de Cauca, no sudoeste da Colômbia, registou duas mortes e quatro detenções.

A morte do chefe das FARC foi confirmada mais tarde, pelo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que pediu a desmobilização da guerrilha.

"A morte de Alfonso Cano foi confirmada. Infligimos o maior golpe na história daquela organização", declarou o presidente durante uma declaração na televisão emitida durante a noite passada.

Juan Manuel Santos afirmou que "devemos insistir até que os colombianos possam ter um país em paz".

"A violência não é caminho. Desmobilizem-se", lançou o chefe de Estado.

Foi exibida uma foto do guerrilheiro, de olhos abertos e rosto deformado e sem a tradicional barba espessa.

No início de Julho, o chefe máximo da guerrilha das FARC, tinha escapado à terceira operação lançada pelas forças armadas para o capturar.

As operações contra Cano, desencadeadas há três anos, centraram-se numa extensa e abrupta área da cordilheira andina central, onde confluem os territórios das províncias de Tolima e Huila.

Alfonso Cano era o nome por que era conhecido Guillermo Léon Sáenz, um antropólogo de 62 anos que há quase 35 integrava os escalões de comando das FARC. Em 2008 ascendeu ao chefe máximo da organização substituindo o líder histórico Manuel Marulanda.

Depois da luta pela justiça social, segue-se a Justiça Divina.

Os protocolos dos sábios marxistas

Reproduzo aqui na íntegra o texto que

1. Governo Mundial: Ficção ou Intenção?

2. Noam Chomsky: Talvez a Solução Para o (Não-Existente) Aquecimento Global Seja Uma Ditadura

3. Aquecimento Global: Nações Unidas pede ajuda a Hollywood

4. O Dia Internacional da Justiça Social

5. Cientista Climático Propõe "Plano Mestre" Para Que a Sociedade Seja "Transformada" e Gerida Por um Grupo de Elite Composto por "Homens Sábios"

Não creio que nas próximas edições do "Avante!" eles façam críticas às Nações Unidas devido aos seus planos de controle mundial.


Um artigo de Jorge Messias publicado recentemente no "Avante!" vem defender a factualidade da infame farsa dos "Protocolos dos Sábios de Sião", um documento forjado pelo antisemita Sergei Nilus na Rússia czarista entre 1902 e 1903, e que dava conta de uma suposta conspiração judaica internacional para o controlo dos destinos do Mundo.

Está hoje amplamente provado que este documento forjado provém da adulteração e combinação de dois textos diferentes, um da autoria do anti-bonapartista Maurice Joly (1829-1879), escrito em 1864, "Dialogue aux Enfers entre Machiavel et Montesquieu, ou la politique de Machiavel au XIXe siècle", onde Joly dava conta de uma suposta conspiração dos descendentes de Napoleão I para controlar o Mundo; e um outro texto retirado da novela escrita em 1868 por Retcliffe, pseudónimo de Hermann Goedsche (1815-1878), "Biarritz. Auf dem Judenfriedhof von Prag", na qual um rabi ficcional pronuncia um discurso de conteúdo semelhante ao encontrado nos Protocolos.

Sabe-se que Joly, por sua vez, plagiou Eugène Sue (1804-1857) mais concretamente, a sua obra "Les mistères du peuple".

O carácter perigoso desta falsificação, usada amplamente por Hitler como forma de justificação para a perseguição e extermínio dos judeus europeus, ainda hoje se faz sentir, seja através da perigosa associação dos Protocolos ao mito do Priorado de Sião estabelecida por Lincoln, Baigent e Leigh ("O Sangue de Cristo e o Santo Graal", pp. 234-240), seja nos movimentos extremistas que ainda hoje reproduzem e divulgam este documento espúrio um pouco por todo o mundo islâmico como forma de propaganda anti-Israel, ou ainda em certos tipos de propaganda neonazi.

Nada disto é novo: o que espanta é que o Jorge Messias e os editores do "Avante!" ainda não saibam nada disto. Mas a suprema ironia é termos um documento forjado na Rússia czarista pelo antisemita Sergei Nilus, um documento composto com o fito de propaganda czarista e anti-revolucionária, a ser usado como uma referência verídica pelo periódico revolucionário e comunista "O Avante!".

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dalai Lama: Sou um marxista


O USA Today reportou que, normalmente, quando ouvimos falar do Dalai Lama, ele dá a voz a algum tópico pacifista ou compassivo. Devido a isto, Tsering Namgyal, jornalista radicado em Minneapolis, foi apanhado de surpresa pelas palavras do Dalai Lama a cerca de 150 estudantes chineses na Universidade local.

Segundo o jornalista, Dalai Lama disse:

No que toca a crenças socio-políticas, eu considero-me um marxista..... mas não um leninista.
Afinal de contas, a China busca legitimação do seu poder sobre o Tibete aos olhos da opinião mundial. Mas ao mesmo tempo, o líder budista é o símbolo global da resistência tibetana à ocupação chinesa.

Quando um estudante perguntou a Dalai Lama se isto não contradiz a sua filosofia, o mesmo respondeu:

Marx não era contra a religião ou contra a filosofia religiosa em si, mas sim contra as instituições religiosos que, durante o tempo de de Marx, estavam aliadas à classe governativa da Europa.

Só mesmo um esquerdista para tentar harmonizar o marxismo com a religião. Isto é o que Marx disse em relação à fé religiosa:

A religião é o suspiro [ou clamor] da criatura oprimida, o coração dum mundo sem coração, e a alma das condições sem alma. É o ópio do povo.

Dizer que Marx não era anti-religioso é ingenuindade..... mas também, que mais se poderia esperar do Dalai Lama?

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT