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sábado, 17 de dezembro de 2011

Justiça climática com o dinheiro alheio

Uma vez que a teoria climática de que as emissões de CO2 estão a causar um aquecimento global entrou em colapso, e uma vez que os satélites provam que a América do Norte e a Europa absorvem mais CO2 do que a quantidade que emitem, quem é que poderia ainda estar interessado em roubar enormes quantidades de dinheiro aos países ocidentais e transferi-los para os países africanos em nome da absurdamente grotesca "compensação climática"?

Aparentemente, dois grupos estão interessados nessa "compensação": os políticos africanos e os esquerdistas ocidentais. A CNN, órgão de informação esquerdista, emitiu uma entrevista com um banqueiro africano com o nome de Sim Tshabalala onde este revela gostar da ideia de ficar com dinheiro que não lhe pertence.

Faz todo o sentido,” disse Sim Tshabalala durante a sua entrevista.

A sustentabilidade é importante a longe prazo.
Negociadores de todo o mundo viajaram para Durban (de avião e, desde logo, emitindo enormes quantidades de CO2) para discutir as alterações climáticas e encontrar formas de reduzir as emissões de CO2.

Tshabalala disse que é "importante" que os governos tomem a liderança no que toca às políticas a seguir, e apelou aos homens de negócios que sigam o exemplo gerando parcerias com outros órgãos da sociedade.

Nós, os banqueiros, vamos seguir o caminho que as autoridades indicaram após o COP17. Estamos prontos a dar apoio.

COP17 é o nome ameaçador dado a conferência que reuniu burocratas inúteis de todo o mundo, onde se discutiram as melhores formas de roubar "transferir" verbas monetárias dos países ricos (especialmente dos EUA) para os países que os esquerdistas acham que devem receber "compensações climáticas" em nome do não-existente e cientificamente ridículo "aquecimento global antrópico" (AGA).

Pode ser que um dia destes os órgãos de informação esquerdistas busquem o ponto de vista dos contribuintes americanos e europeus.

. . . . .

É sempre revelador ver um esquerdista a ser "generoso" com o dinheiro alheio.

Tsabalalalalalalalala acha bem que os contribuintes europeus e americanos trabalhem para ele.



domingo, 11 de dezembro de 2011

Justiça social no Zimbabwe: presidente negro vai "confiscar" terras na posse dos brancos e supostamente entregá-las aos negros


O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, de 87 anos, anunciou neste sábado (10/12) que vai confiscar todas as terras em posse de fazendeiros brancos no país e distribuí-las a zimbabweanos negros.

Num comunicado distribuído aos membros de seu partido, o Zanu-PF, Mugabe, que está no poder desde 1980 e já anunciou a vontade de continuar no cargo nas próximas eleições, disse que terminará o polémico processo de reforma agrária iniciado em 2000, devolvendo as terras a “seus verdadeiros proprietários”, de acordo com o jornal oficial The Herald.

"Polémico"? Isso era antigamente. Hoje em dia, na era do "hope and change" e do politicamente correcto, não há nada de "polémico" em roubar terras aos brancos e entregá-las aos negros. Só seria polémico se fosse o revert as pessoas roubadas forem negras e as os beneficiários forem brancos. Nesse caso, sim, já há "polémica".

"O Zimbabwe não poderá ter uma democracia real e durável enquanto as suas reservas naturais permanecerem nas mãos de estrangeiros e servirem os interesses e as economias estrangeiras", diz o texto assinado pelo ditador. Ou seja, segundo este ignorante socialista (pleonasmo) verdadeira democracia depende do furto baseado na etnia.

Actualmente, existem pouco menos de 200 propriedades rurais em posse de brancos no Zimbábue. Desde 2000, mais de 4 mil fazendeiros perderam suas terras e tiveram que deixar o país. Foi a partir daí que se intensificou uma grave crise económica e humanitária, com hiperinflação em desemprego em massa.

Ou seja, desde que o socialismo tomou conta do país, este mergulhou numa crise económica grave.

Ex-colónia britânica, o Zimbábue tem também uma das maiores taxas de infecção pelo vírus do HIV no mundo.

Desde 2009, após eleições permeadas por acusações de fraude, Mugabe se viu forçado a governar junto a seu rival político, Morgan Tsvangirai, líder do Movimento para a Mudança Democrática, uma coligação que promoveu certa estabilidade económica ao Zimbábue a década de crise financeira.

Entretanto, este socialista tem um recado para os Amigos do Ânus Alheio (AAA):

Essa não é a única polémica recente envolvendo o ditador do Zimbábue. Em Novembro, ele disse considerar "satânica" a proposta do primeiro-ministro britânico David Cameron de cortar ajuda financeira aos países que não reconhecem os direitos dos homossexuais.

"É ainda pior e satânico quando vemos um primeiro-ministro como Cameron declarar que os países que querem a ajuda britânica devem aceitar a homossexualidade", considerou o presidente.

Além disso, Mugabe se dirigiu directamente à comunidade gay: "Não se sintam tentados. Vocês são jovens. Se seguirem esse caminho, serão castigados de maneira severa". E acrescentou que aqueles que "escolhem esta opção sexual são piores que os porcos e os cachorros".

Assume-se, portanto, que não há nada de "satânico" em roubar e matar brancos como forma de confiscar as suas terras.

Esperamos ansiosamente que a comunidade internacional castigue de forma severa este socialista pelo seu racismo e pela sua homofobia. Será que ele não sabe que o esquerdismo defende os AAA ? Ainda há pouco tempo ficamos a saber que o socialista Obama vai usar dinheiro público para promover a homossexualidade EM TODO O MUNDO.

Não é "curioso" que, enquanto os socialistas não estão no poder, eles sejam totalmente a favor dos AAA mas quando chegam ao poder total (Mugabe) não se preocupem muito com esse "estilo de vida" ?

Até parece (dare I say it?) que a promoção da homossexualidade no ocidente é só uma manobra política até se chegar o poder.

Mas nós sabemos que não é nada disso. Os socialistas têm uma preocupação genuína com os homossexuais. Em caso de duvida, perguntem ao Mugabe.

Fonte


sábado, 5 de novembro de 2011

Colômbia: Comandante das FARC morto em operação militar

O principal chefe das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Alfonso Cano, foi morto durante uma operação militar no país sul-americano, informaram oficiais militares citados pelas agências internacionais.

O principal chefe das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Alfonso Cano, foi morto durante uma operação militar no país sul-americano, informaram oficiais militares citados pelas agências internacionais.

Em conferência de imprensa na sexta-feira, o ministro de Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzon, não referiu a morte de Alfonso Cano, informando apenas que a operação militar levada a cabo na região de Cauca, no sudoeste da Colômbia, registou duas mortes e quatro detenções.

A morte do chefe das FARC foi confirmada mais tarde, pelo presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que pediu a desmobilização da guerrilha.

"A morte de Alfonso Cano foi confirmada. Infligimos o maior golpe na história daquela organização", declarou o presidente durante uma declaração na televisão emitida durante a noite passada.

Juan Manuel Santos afirmou que "devemos insistir até que os colombianos possam ter um país em paz".

"A violência não é caminho. Desmobilizem-se", lançou o chefe de Estado.

Foi exibida uma foto do guerrilheiro, de olhos abertos e rosto deformado e sem a tradicional barba espessa.

No início de Julho, o chefe máximo da guerrilha das FARC, tinha escapado à terceira operação lançada pelas forças armadas para o capturar.

As operações contra Cano, desencadeadas há três anos, centraram-se numa extensa e abrupta área da cordilheira andina central, onde confluem os territórios das províncias de Tolima e Huila.

Alfonso Cano era o nome por que era conhecido Guillermo Léon Sáenz, um antropólogo de 62 anos que há quase 35 integrava os escalões de comando das FARC. Em 2008 ascendeu ao chefe máximo da organização substituindo o líder histórico Manuel Marulanda.

Depois da luta pela justiça social, segue-se a Justiça Divina.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ONU considera usar os soldados da paz para avançar com medidas climáticas

Escondam as vossas mulheres e os vossos filhos. A ONU está a considerar usar as forças de manutenção de paz como forma de aplicar as políticas que visam reduzir os conflitos causados pelo não-existente AGA (aquecimento global antropogénico).

O The Guardian reportou que um encontro especial do conselho de segurança das Nações Unidas (NU) pondera expandir a sua missão de manter a paz numa era de mudanças climáticas (como se "mudanças climáticas" fossem uma coisa recente e não uma constante).

Países que são (ou contém) pequenas ilhas , que, segundo a mitologia do aquecimento global, podem "desaparecer" devido à elevação dos mares, estão a forçar o conselho de segurança para que este intervenha para combater a ameaça que o aquecimento global (ou "mudanças climáticas) constituem à sua existência.

Entretanto, tem-se falado numa nova força de manutenção de paz focada no meio ambiente - capacetes verdes - que poderiam intervir em conflitos causados pela escassez de recursos.

Mas a Alemanha, que convocou o encontro, avisou que é prematuro esperar que concílio mergulhe no projecto que tem em vista a criação dos "capacetes verdes", ou adopte a área das "alterações climáticas" como uma prioridade.

Peter Wittig, o embaixador alemão para a ONU, disse o seguinte:

É demasiado cedo para se pensar seriamente numa acção do concílio no assunto das alterações climáticas. Isto claramente não está na agenda.

Um bom primeiro passo seria reconhecer a realidade das alterações climáticas e as suas inerentes implicações à paz e unidade internacional.

-Fonte-


Impressionante como as pessoas ainda acreditam no que esse grupo de charlatães e ditadores da ONU afirma. Com então os países pobres esperam que a ONU use seus violadores soldados como forma de resolver conflitos causados pela escassez de recursos? E isto porque supostamente os oceanos vão aumentar?

Muito bem. Quem é que vai pagar por isso? Os países "ricos"? Ou seja, os países pobres querem usar a ONU para levar a cabo a sua versão de "justiça social".

Quanto à questão do nível dos mares aumentar, ficam as perguntas: se isso é verdade, como é que se explica que o "profeta" do aquecimento global/mudanças climáticas, Al Gore, tenha comprado uma casa bem perto dos oceanos? Será que ele sabe algo que nós não sabemos?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

No departamento pela igualdade, mulheres recebem 8% mais que os homens

O seu papel é auto-evidente pelo seu título, mas parece que o Departamento Governamental pela Igualdade pode ter ido longe demais no processo de corrigir a "injustiça" na sua zona de influência. As suas funcionárias estão a ser pagas em média 7.8% mais do que os colegas masculinos. Por toda a Grã-Bretanha os homens em média ganham 10% mais do que as mulheres.

O departamento mais politicamente correcto da Grã-Bretanha, erigido para erradicar o sexismo por todo o Governo, tem também duas vezes mais funcionárias do que funcionários. Dos 107 funcionários, 65% são mulheres. Quando Harriet Harman, do partido Trabalhista, tomou a liderança do departamento, 56% dos empregados eram mulheres.

O MP Tory criticou o departamento pela aparente falta de entendimento do seu próprio lema, "Colocando a igualdade no centro do governo".

Um MP diz::

Isto destrói a credibilidade da agenda pela igualdade e diversidade se os burocratas do departamento pela igualdade estão-se a queixar duma representação desigual ao mesmo que praticam o reverso. É um óbvio caso de dualidade de critérios.
A estratégia Governamental em torno da igualdade avisa que "descriminação positiva não só não é aceitável, como é ilegal". No entanto desde 2008 que as diferenças entre os géneros quase que duplicou no Departamento Governamental pela Igualdade. Tornou-se um abismo debaixo da liderança da feminista Miss Harman.

Dados recolhidos a partir de 2008 revelam que por cada 7 empregos criados, 6 são para mulheres.

(Fonte)


As palavras tem sempre um significado diferente no esquerdismo. Para o resto do mundo, igualdade significa isso mesmo: igualdade. Para as feministas, igualdade significa "vingança" ou "justiça social".

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