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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Mário Soares

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A "História" não condena ninguém, mas Deus sim. As almas de todos os Portugueses que foram assassinados pelo exército armado dos internacionalistas certamente que clamarão contra aqueles que, colocando em causa 500 anos de história comum, resolveram (contra a vontade do povo) , entregar o país àqueles que, desde então, têm-se enriquecido com trabalho na nação.



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Feminismo levou Thomas Ball ao suicídio

Helen Smith revela a forma como o feminismo desvaloriza o sofrimento masculino.

Imaginem, se forem capazes, que uma rapariga de 16 anos tenta obter justiça através do sistema legal depois de lhe ter sido negado um aborto. Ela é empurrada dum lado para o outro - à medida que houve frases como "temos pena, miúda" - até que um dia, levada ao desespero, ela leva a cabo uma auto-imolação em frente a um tribunal.

Imaginem o que aconteceria nos média: a história rapidamente se transformaria numa tempestade de fogo e a MSNBC e a CNN colocariam a notícia em rodapé de hora em hora. Paralelamente, o New York Times entrevistaria feministas famosas que não perderiam a oportunidade para recolher dividendos deste "acto político corajoso" e as suas implicações para as liberdades individuais das mulheres.

Agora falemos do que realmente aconteceu. Thomas James Ball, homem de New Hampshire com 58 anos, imolou-se em frente a um tribunal porque "estava farto de ser castigado" pelo sistema de tribunal de família "por ser um homem".

Apesar da sua horrível morte pública, o homem obteve pouca atenção por parte dos órgãos de comunicação; houve apenas alguns activistas na internet e algumas fontes noticiosas - tais como a International Business Times and the Keene Sentinel - que pegaram na notícia. Até a Wikipedia retirou a sua página em torno do homem.

Basicamente, o último gesto de Ball foi tratado pelos média tradicionais como um incidente envolvendo um maluco solitário sem qualquer tipo de relevância política. A diferença entre estes dois casos centra-se naquilo que os média americanos consideram realmente importante: raparigas e mulheres são importantes; homens e rapazes, nem tanto.

Christina Hoff Sommers tinha razão: a guerra contra os rapazes e contra os homens ainda está bem forte. Thomans Ball sabia disso. Ele enviou uma longa carta ao Keene Sentinel explicando as queixas que tinha contra o sistema judicial e contra a sociedade que desvaloriza os homens. Como geralmente acontece quando um homem se queixa, as suas palavras foram classificadas de queixume e não de problemas genuínos.

Como um do meus comentadores ressalvou num dos posts que escrevi em torno desta situação, quando uma mulher aproveita-se do facto do marido estar a dormir para o queimar até à morte, o gesto não só é visto como um aviso em torno da violência contra as mulheres, como é também imortalizado num filme premiado com o título de "The Burning Bed".

Mas quando um homem como Thomas Ball suicida-se por imolação, o gesto não é visto como um aviso em torno da forma como os homens são tratados de forma injusta pelo sistema legal. Em vez disso, algumas "almas compassivas" olham para o incidente como mais um aviso em torno das necessidades das mulheres.

Será que os homens tem algum valor para estas "feministas" ou será que elas sentem prazer com o sofrimento masculino? Eu acho que a última hipótese tem mais peso.

Alguns pundits e comentadores afirmam que Ball não merece qualquer tipo de compaixão e nem merece ser tratado como um ícone dos direitos dos homens uma vez que ele pode ou não ter sido enxovalhado pelo tribunal familiar. Afinal, ele chegou a esbofetear a sua filha de 4 anos - cortando o seu lábio - quando ela se recusou a obedece-lo depois de 3 avisos verbais.

Isto não é positivo mas não justifica o tempo de cadeia, a prisão ou a remoção da filha da sua presença. Se isto justifica essas medidas, então existem muitas mulheres por aí que merecem o mesmo tratamento. Tremo só de pensar nisto.

Mas independentemente de pensarmos que o Thomas Ball foi um homem bom, ou um homem mau, ou um maluco, isso é irrelevante. O que interessa é que a morte de Ball - e a reacção a ela - deveriam ser um aviso para a forma como os homens e os rapazes são tratados numa sociedade que desvaloriza a sua existência.

  • A taxa de suicídio entre os homens é muito superior do que entre as mulheres, mas ninguém se importa com isso.
  • Os homens são tratados de forma injusta pelos tribunais mas ninguém pestaneja.
  • Eles são vítimas das atitudes femininas durante a sua vida, mas as pessoas apenas dizem "é a vida".
  • Quando eles finalmente agitam um bocado o jogo e começam com a auto-imolação, mais uma vez, os média e a sociedade dizem apenas "e depois?"
Será que conseguimos ficar impávido e serenos e não fazer nada em relação ao tratamento que os homens e os rapazes da nossa sociedade recebem? Quando penso na foto do sr Ball, em chamas nos degraus do tribunal, acho que a única resposta tem que ser um resoluto "Nem pensar!"

Os planos do feminismo para os homens

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Che Guevara - O fracassado

Fonte

Aqui uma boa foto para estampar em camisetas, com todo o charme do "Che".























Che – O mito macabro
por Ipojuca Pontes
"Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo"
"Che" Guevara em carta familiar

No próximo dia 23 de outubro, em sessão especial, o Senado Federal vai prestar homenagem à memória do mitológico Ernesto "Che" Guevara. Como se sabe, há 40 anos o "Che", tentando levantar uma revolução comunista nas selvas da Bolívia, foi capturado por pequena tropa comandada pelo capitão Gary Prado, do Exército boliviano e logo depois executado pelo tenente Mario Téran - não sem antes implorar pela vida: "Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto".

O requerimento para a estranha celebração política é de autoria do obscuro senador José Nery (PSOL-PA) - que responsabilizou o "imperialismo ianque" pela morte do aventureiro mas cuja desgraça, sabe-se, foi urdida pela vontade de Moscou, Fidel Castro e o PC boliviano – e tem a aprovação de outro político esquerdista, Tião Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado.

Como registrei no meu livro "Politicamente Corretíssimos" (Toopbooks, Rio, 2003), o mito Guevara não corresponde nem de longe à realidade dos fatos. Salvo pela "revolução cubana" – efetivada, em parte, pela inação dos Estados Unidos que abandonaram o sargento Fulgêncio Batista e no início ajudaram Fidel Castro nas escaramuças de Sierra Maestra - a vida do cruel revolucionário foi um completo fracasso: na órbita familiar, no amor, à frente de ministério e banco, como comandante, "diplomata" e guerrilheiro, para não falar no "ideólogo do foquismo" - sua trajetória humana e social tributa larga soma de erros e equívocos que nem mesmo os biógrafos mais entusiastas (entre eles, Jon Lee Anderson) conseguem dissimular.

Com efeito, filho de mãe "possessiva" e produto de um lar "excêntrico", desde cedo o "Che" só fez acumular fracassos. Por exemplo: quando, como estudante, aspirava (em Córdoba/Argentina) realizar casamento "burguês" com a prima rica Chinchina Ferreyra, que o repudiou; ou como presidente do Banco Nacional Cubano, levando a moeda e a economia da ilha à completa insolvência; ou ainda como ministro da Indústria de Cuba, quando fracassou miseravelmente ao lado de Fidel, na obtenção de 10 milhões de toneladas de açúcar que nem de longe atingiu; e nas frustradas negociações com a Nomenklatura soviética em que pedia ajuda para industrializar Cuba e teve como resposta um sonoro "não"; e na sua doentia pretensão de criar o "homem novo" e a "sociedade nova" – enfim, em tudo que o desastrado guerrilheiro colocou as mãos, só demonstrou elevado grau de incompetência e insensatez.

No levantamento dos sucessivos fracassos de Guevara, propositadamente escondido pelos criadores de mitos, o que chama atenção, no terreno em que se dizia "especialista", é a sua derrota para os 100 mercenários do Coronel Mike Hoare nas planícies do Congo, em 1965. Vale a pena lembrar.

Excluído da vida política e administrativa de Cuba pelos russos, que sustentavam com bilhões de dólares o banquete de "la revolución" e não o queriam por perto, Guevara saiu mundo afora. Sua idéia era criar "um, dois, muitos Vietnãs" para debilitar o "imperialismo ianque". Julgando oportuno e financiado por Ben Bella (leia-se "petróleo argelino") e contemplado com armas chinesas, rumou para o Congo (ex-belga) e se juntou às tropas rebeldes de Laurent Kabila, o jovem aspirante a ditador que, por sua vez, queria derrubar o governo de Moise Tshombe e tomar o seu lugar.

Com 127 guerrilheiros cubanos e 3 mil soldados congoleses bem armados, Guevara se internou nos charcos do país africano e tentou derrubar Tshombe. Seus objetivos no Congo eram, pela ordem, privar as fontes financeiras do governo provenientes das minas, obrigar a Bélgica a reconhecer o novo Estado revolucionário, controlar os minerais estratégicos para benefício do bloco socialista e, mais tarde, levar sua guerrilha até Angola.

Diante da ameaça, Tshombe contratou os serviços do Coronel Mike "Mad" Hoare, mercenário sul-africano, especialista em guerra de movimento nas selvas. Conforme registra o historiador Miguel A. Faria, em "Escape of from lost paradise" (Hacienda Publishing, 2002), as derrotas dos guerrilheiros do "Che" no Congo, foram "desmoralizantes". Na batalha pela hidrelétrica de Bendela, por exemplo, Hoare eliminou boa parte do exército congolês e botou os guerrilheiros cubanos a correr.

Na batalha de Fizi Baraka, nas proximidades do Lago Tanganica, Hoare encurralou Guevara e suas tropas, atacando-as pela retaguarda, de madrugada, destruindo o serviço de comunicação e o centro de abastecimento da guerrilha. No entrechoque fatal, Hoare eliminou 125 soldados congoleses e deixou pelo chão mais de 600 feridos.

O "Che", que tinha prometido aos seus comandados "devorar" com as próprias mãos os adversários vencidos, bateu célere em retirada. No seu próprio diário sobre a experiência militar do Congo ("Passagens da guerra revolucionária: Congo" - Record, Rio, 2005), diz que a experiência foi um "fracasso absoluto" e justifica a clamorosa derrota pela "indisciplina" dos soldados congoleses - que, por sinal, diga-se de passagem, eram também canibais, pois comiam o fígado e o coração dos inimigos.

(Depois da fuga humilhante, irritado com a derrota incontornável, o "Che", vendo um dos seus guerrilheiros em conversa íntima com uma africana, ordenou que o comandado ficasse de joelhos e, em seguida, deu-lhe malvadamente um tiro bem no meio da testa).

Numa carta dirigida à primeira esposa, Hilda Gadea, o carrasco que de arma em punho matou vários presos políticos na prisão de La Cabaña, e que era movido pelo ódio como fator de luta, escreveu: "Querida velha. Estou na selva cubana, vivo e sedento de sangue".

É uma figura assim, transformada em santo pela eficiente máquina de propaganda marxista, que o Senado Federal, em detrimento dos verdadeiros heróis, vai homenagear.

É o fim!



Ipojuca Pontes é jornalista, cineasta e escritor, nasceu em Campina Grande, na Paraíba, e ao longo de sua carreira conquistou mais de trinta prêmios nacionais e internacionais. Foi também Secretário Nacional da Cultura no governo Fernando Collor de Mello.




Publicado no site "MídiaSemMáscara
Segunda-Feira, 15 de Outubro de 2007.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Executado no Texas por violação de menina de 7 anos

Um homem condenado por ter violado e estrangulado uma menina de sete anos em 1999 foi executado na quarta-feira no estado do Texas, nos Estados Unidos.

Guadalupe Esparza, de 46 anos, foi executado por injecção letal, tendo sido declarado morto às 18h21 locais (23h21 em Lisboa).

O latino-americano forçou a entrada, durante a noite, no apartamento onde a menina Alyssa Maria Vasquez vivia, tendo-a raptado, violado e estrangulado.

O corpo da menina foi encontrado num terreno próximo de casa, horas depois desta ter sido dada como desaparecida em Junho de 1999.

Esta foi a terceira execução nos Estados Unidos esta semana.


Os comentários desta notícia no Facebook são bem reveladores: em cerca de 60 comentários, todos se colocaram do lado da justiça americana em executar um homem que raptou, violou e estrangulou uma menina de 7 anos.

Não houve uma única pessoa que dissesse "acho que a pena excedeu o crime".


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

As maníacas das cartas

(Obrigado ao AF pela notícia)

Eis aqui algumas das cartas femininas que o Maníaco do Parque recebeu quando já estava preso.

À medida que forem lendo as passagens listadas a seguir, lembrem-se que isto são cartas que algumas mulheres dirigiram a um homem que foi condenado por ter que violado, torturado e morto pelo menos 6 mulheres e atacado outras 9 durante o ano de 1998:

Cquote1.svg

Eu não sei o que fazer para te distrair. Mas eu tenho uma ideia: primeiro quero dizer que te desejo todas as noites. É muito bom. Te acho gostoso, meu fogoso. Você está juntinho comigo, dentro do meu coração.

Depois que chego em casa, queria você de corpo e alma, te amando. Te quero de qualquer jeito. Eu te amo do fundo do meu coração. Não perca a esperança, acredite em Deus, porque algum dia a gente vai se encontrar. Sei de seu comportamento doentio, por isso quero que fique calmo...

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Cquote1.svg Por enquanto, nossos beijos são assim. Mas quero te beijar de verdade. Acho que tens saudades. Eu te amo, te amo, te amo etc, te desejo, te quero de corpo e alma. E me perdoe por tudo que estou sofrendo. Sabe Francis, eu não me conformo, e choro. E eu preciso ser forte (...) Cquote2.svg
(Rita, 27 anos)
Cquote1.svg

Quero te dizer que estou morrendo de saudade, querendo você... Aih meu Deus como te desejo todas as noites. Eu durmo sozinha e querendo você aqui. Mas sei que é impossível. O certo é eu ir te ver. E como posso sentir. Que é meu?

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Cquote1.svg Francisco, não deixe a tristeza tomar conta de você e acabar com o brilho do seu olhar. Acredite em Deus, você não está e nunca ficará sozinho. Jesus te ama, sua mãe e seu pai também e, principalmente, eu... Cquote2.svg
(Adriana, 22 anos)
Cquote1.svg Depois que tudo aconteceu, tentei dar um fim a minha vida, mais uma coisa super interessante teve que acontecer, eu pensei muito e tive esperanças, acredite o mundo dá voltas, quando a gente menos espera algo de bom sempre acontece. Cquote2.svg
(Márcia, 18 anos – suposta ex)

O jornalista Gilmar Rodrigues publicou em 2009 o livro “Loucas de Amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais” onde tenta entender o porquê do maníaco ser desejado por tantas mulheres.

Ele ficou impressionado com as cerca de mil cartas de amor que o criminoso recebeu um mês após ter sido preso, em 1998.


Sim, de facto, é um "mistério" enorme a atracção que as mulheres têm por homens que elas vejam como poderosos.

Quando um serial killer recebe mil cartas femininas em menos de um mês, seria de esperar que a esquerdalha que controla os centros de estudo mundiais notasse algum tipo de padrão na psicologia feminina. Mas não.

Atenção que isto não é um fenómeno localizado: em TODO o mundo as mulheres sentem-se atraídas por vilões do calibre do maníaco do parque.

Este artigo fala-nos de mais exemplos onde mulheres tentam entrar em contacto com homens que se encontram encarcerados. Infelizmente as razões que o artigo sugere para este fenómeno são no mínimo ridículas. Mike Aamodt, psicólogo forense na Radford University diz:

Quando te associas a alguém mau, isso dá-te a hipótese de te considerares uma rebelde. Nós observamos este padrão na escola secundária onde os "mauzões" atraem raparigas.
Exacto. As mulheres enviam cartas a assassinos em série para se considerarem umas "rebeldes". Claro que se isto fosse verdade, os homens também enviariam dezenas de cartas a mulheres presas por matarem outras pessoas.

Não acontece, e portanto não é por questões de "rebeldia" que as mulheres enviam tais cartas.

Se tu tens uma vida aborrecida, isto dá-te um propósito.
Claro que o Mike não mostrou que só as mulheres "aborrecidas" é que enviam cartas aos assassinos e outros presidiários. Como dito em cima, se isto é verdade, porque é que os homens que estão aborrecidos não enviam cartas em igual número às presidiárias? Ou será que só as mulheres é que estão "aborrecidas"?

Diane Fanning, escritora de livros em torno do crime, não está surpresa. Ela diz que já viu milhares de cartas de amor a inundarem as caixas de correio dos criminosos sobre os quais ela escreve.

Muitas mulheres sabem que nunca hão-de ter uma hipótese com um uma estrela do cinema ou um estrela desportiva. Mas contacta um assassínio em série, e pode ser que ele responda.
As mulheres que entram em contacto com os criminosos também não sabem se ele vai ou não responder.

Fanning diz que é uma questão de "auto-estima".

Elas acreditam que não merecem alguém melhor que um rejeitado social. Elas olham para alguém que é odiado pelo mundo, e podem simpatizar.
Nenhuma evidência foi oferecida para esta posição. Como é que a Fanning sabe que as mulheres que escrevem as cartas acreditam que "não merecem alguém melhor"? Há centenas de homens que são rejeitados sociais mas estão fora das prisões. Porque é que estas mulheres não "simpatizam" com esses?

.....

Refutando a noção da "auto-estima" ou a noção de que "nunca irão ter uma hipótese com uma estrela de cinema" (e todas as outras desculpas esfarradas) a editora da Publishers Weekly, Bridget Kinsella, apaixonou-se por um presidiário depois de ler o seu livro de memórias ainda por publicar.

Será que Bridget Kinsella não tinha outras formas de se considerar uma rebelde? Será que ela tinha uma vida aborrecida? Será que ela não tinha hipóteses de conhecer estrelas desportivas ou vedetas do cinema? Ou será que ela achava que ela não merecia ninguém melhor que um assassino em série?

Oh, antes que alguém diga que só as mulheres sem chances de obter um homem de outra forma é que se dedicam a enviar cartas a homens condenados por crimes graves, eis uma foto da Bridget Kinsella:

Não é uma beleza por aí além, mas, a julgar pela sua aparência, não parece ser uma mulher com dificuldades em arranjar parceiros românticos em liberdade. Porque é que ela se apaixonou precisamente por um presidiário?

Como é que as feministas explicam esta tendência universal das mulheres se sentirem atraídas por presidiários?

terça-feira, 28 de junho de 2011

Todos os que são contra a pena de morte deveriam vêr o vídeo

Fonte

Os psicopatas ucranianos Viktor Sayenko (esquerda) e Igor Suprunyuck, que em 12 de julho de 2007 filmaram a sessão de tortura com um martelo e uma chave de fenda a que submeteram um senhor de 48 anos que sofria de câncer: imagens para nunca mais se esquecer.

Há um artigo na Wikipédia sobre a história dos monstros que perpetram a barbaridade inominável que se vê no vídeo abaixo: http://en.wikipedia.org/wiki/Dnepropetrovsk_maniacs -- o artigo também está disponível em português: http://pt.wikipedia.org/wiki/Man%C3%ADacos_de_Dnepropetrovsk
O que fazer com pessoas assim? Prisão perpétua? Casa e comida pelo resto da vida às custas do contribuinte para elementos que não valem o ar que respiram?
Eu queria ver um destes esquerdistas abestados que se opõe à pena de morte explicando para a esposa do homem sendo seviciado nesta filmagem que a vida dos psicopatas responsáveis por isto é sagrada e que eles devem continuar vivos, sim senhor.


O Vídeo perturbador está no artigo original.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cantores portugueses apoiam terrorista esquerdista

Henrique Raposo
Músicos portugueses estão a apoiar um terrorista italiano que fugiu para o Brasil. O costume: como é de extrema-esquerda, Cesare Battisti não é "terrorista". É apenas "ativista". A esquerda é fofinha e não faz mal a ninguém.

I. "Hoje Battisti, amanhã tu", este é o nome da música de José Mário Branco e Manuela de Freitas, que junta Tim, Paulo de Carvalho, João Gil, Virgem Suta, Camané, Aldina Duarte e Amélia Muge. O título da notícia é reveladora da mentalidade deste grupo: Cesare Battisti , que foi condenado pelo assassínio de várias pessoas, é apresentado como um mero activista . É como se o PAC (Proletários Armados pelo Comunismo) fosse uma ONG pacífica.

É como se Cesare Battisti fosse um inofensivo e fofinho servidor da Greenpeace ou assim. Meus amigos, o PAC andou a matar gente e a explodir coisas no tempo das Brigadas Vermelhas, e Cesare Battisti está condenado pela justiça de Itália e França. Não estamos a falar dos tribunais da Coreia do Norte ou do Sudão. Estamos a falar do estado de direito de duas democracias.

II. Este caso voltou à tona, porque Lula decidiu sair da Presidência com um bang: concedeu o estatuto de "refugiado político" a Battisti, infringindo assim o direito internacional . Este é, portanto, um ato fora da lei. Mas isso é amendoim torrado. O que me importa é ver - pela enésima vez - a arrogância moral da esquerda.

Se Cesare Battisti fosse um tipo de extrema-direita, o governo Lula teria enviado um porta-aviões para entregar o homem em Roma. Mas como Battisti é de extrema-esquerda, calma, camaradas, que o Berlusconi não se fica a rir. Cesare Battisti matou pessoas inocentes e tentou destruir uma democracia e um estado de direito com o objetivo de instalar um regime comunista.

Para Lula e para os cantores portugueses, parece que só interessa a parte do "instalar um regime comunista". A parte das vítimas e da violência é conversa mole. A esquerda, mesmo quando é extrema, está acima do bem e do mal.

III. Meus amigos, um terrorista, um homem que usa violência política tem de ir para a cadeia, seja ele de direita ou de esquerda. Mas, como salienta Reinaldo Azevedo, a esquerda continua a acreditar que a cadeia é apenas para o inimigo .

Por isso, Lula acha que Cesare Battisti é somente um "refugiado político", uma espécie de budista (com fuzil escondido na batina). Por isso, os nossos músicos acham que o homem é apenas um "ativista" perseguido pelas suas opiniões (esqueçam lá os atos provados em tribunal). Caramba, estamos em 2011, e ainda temos músicos portugueses a proteger um terrorista de extrema-esquerda. Nunca vamos sair de 1975?

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