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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Mário Soares

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A "História" não condena ninguém, mas Deus sim. As almas de todos os Portugueses que foram assassinados pelo exército armado dos internacionalistas certamente que clamarão contra aqueles que, colocando em causa 500 anos de história comum, resolveram (contra a vontade do povo) , entregar o país àqueles que, desde então, têm-se enriquecido com trabalho na nação.



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

"Ela recebeu os resultados do teste de paternidade há mais de 8 semanas, e tu não és o pai”

Por Drew Vox

Na Primavera de 2002 a minha vida mudou drasticamente. A minha mãe havia estado a batalhar contra o cancro há quase um ano, e em Maio de 2002 ela perdeu a batalha. Embora o meu pai não tenha estado totalmente ausente, eu diria que a minha mãe foi a maior responsável por me educar e educar o meu irmão.

Ela era a "mãe fixe" da vizinhança e era também uma das minhas maiores amigas. Era comum os meus amigos virem passar algum tempo comigo e acabarem por ficar na sala ou na cozinha a conversar com a minha mãe. Por essa altura eu pensei que perder a minha mãe aos 22 anos era a dor mais profunda que eu poderia alguma vez experimentar.

Eu estava errado.

Por altura em que a minha mãe foi diagnosticada, eu já estava a namorar com uma rapariga (vamos-lhe chamar de "Liz") há dois anos. Ela era tudo o que eu poderia querer numa mulher: tinha sentido de humor, era encantadora e generosa. Ela era também muito bonita e parecia ser honesta. Crescemos na mesma área e claro que conhecíamos a família um do outro. Eu não tinha dúvidas nenhumas que ela era tudo aquilo que eu queria numa parceira. Olhando para trás, tenho a sensação de que eu buscava estabilidade na minha vida, dado tudo que eu havia sofrido.

Poucos depois da minha mãe ter morrido, foi-me oferecida uma posição no departamento de Tecnologia de Informação num centro de distribuição localizado no Sul da Flórida. Isto deu-me a chance de avançar com a minha carreira bem como uma oportunidade de (tentar) avançar para além da minha dor.


Falei a hipótese de mudança com a Liz, e tomamos a decisão e tentar fazer com que a relação funcione à distância. Tomei também a decisão de lhe pedir em casamento logo na minha primeira visita e pedir-lhe que ela viesse viver comigo na Flórida. Foi isso que fiz, ela aceitou, e duas semanas mais tarde ela estava comigo na Flórida permanentemente.

Tudo correu bem durante dois meses, até ao momento em que recebi a notícia que mudou a minha vida de que ela estava grávida. Depois de muita deliberação, concordamos que seria melhor para nós (e para a criança ainda por nascer) voltar para o nosso estado para vivermos perto das nossas famílias. Afinal de contas, estávamos à beira de sermos pais jovens, e queríamos um sistema de apoio.

Também tomamos a decisão de adiar o casamento até o nascimento da criança. 

No final de 2002 mudamo-nos de volta para o nosso estado e em Abril de 2003 o nosso filho nasceu. A minha família ficou extática com o primeiro neto, e tal como todas as famílias, fez do pequeno rapaz o centro do seu universo. A Liz e eu raramente discutíamos e estávamos extremamente felizes com a nossa pequena família.

Tudo isto mudou no dia em que ela disse que já não me amava. Isto apanhou-me totalmente de surpresa e por mais que eu lhe tentasse convencer a reconsiderar as coisas, ela recusou. Continuei a pagar o nosso apartamento de modo a que ela e o nosso filho tivessem um lugar para viver, e passei a viver no sofá dum amigo. Numa das semanas que se seguiram consegui encontrar um apartamento para mim, e continuei a ver o meu filho durante os fins de semana.

No preciso momento em que me adaptava à minha nova vida, o golpe que se seguiu (o mais fatal de todos) foi lançado contra mim. A Liz ligou-me uma noite e disse-me que tinha algo de importante para falar comigo. Fiz planos para ir à casa ela no dia seguinte de modo a que pudéssemos falar. Eu ainda estava cego por mor e como tal, não tinha ideia nenhuma do que estava para acontecer.

No dia seguinte, enquanto conduzia para a casa da Liz, o meu telemóvel tocou. Era a minha tia Debbie, a mesma que havia assumido o papel maternal depois da morte da minha mãe.

“Drew, estás a caminho de falar com a Liz?” perguntou ela.

“Sim.......porquê?” respondi eu.

“Diz à Liz que falei com a mãe dela, e que eu sei da verdade.....e que ACHO BEM que ela te diga a verdade.”

Eu sei que por esta altura da história parece que eu estou totalmente alheio, mas eu honestamente não sabia o que estava a acontecer. Sentei-me para falar com a Liz, e ela procedeu dizendo que me havia traído antes de se mudar para a Flórida, e que havia a chance do filho não ser meu.

Embora eu tivesse motivos para estar preocupado, eu não estava. Afinal, o nosso filho parecia-se comigo e já me chamava de "papá". Não havia a mínima possibilidade dele não ser meu filho.

À medida que eu estava ali sentado a brincar com a criança, o telefone da Liz tocou. À medida que ela se levantava para atender o telefone, o meu telefone começou também a toar. Atendi e era a minha tia Debbie.

“Drew, falaste com a Liz?” perguntou ela.

“Falei. Ela disse que me traiu antes de ir para a Flórida e que há possibilidade do nosso filho não ser meu.”

Houve um silêncio do outro lado. De facto, houve demasiado silêncio. Hoje, olhando para trás, acho que sabia o que estava para vir a seguir.

“Drew…” respondeu ela. “A Liz está a mentir. Ela recebeu os resultados do teste de paternidade há mais de 8 semanas, e tu não és o pai.”

É difícil imaginar como duas pequenas frases podem destruir por completo o teu mundo, mas foi isso que aconteceu. O meu queixo caiu e eu deixei cair o telefone à medida que o meu filho estava a subir a minha perna e a dizer "papá", pedindo que eu o tomasse ao colo. Peguei-o ao colo e agarrei-o o mais próximo que pude de mim, e chorei.

Os três meses que se seguiram foram os piores da minha vida. Até esse ponto eu não tinha a certeza se acreditava que a depressão era algo real. Tal como aprendi, é real. Vou-me afastar por alguns instantes da minha história, e dizer a todas as pessoas que enfrentam depressão para, por favor, buscarem ajuda o mais rapidamente possível. A depressão é real e pode ser perigosa. Eu senti-me abandonado, enganado e totalmente destruído.

Por todo o sítio onde ia era seguido por uma nuvem negra de desespero. Eu chorava e soluçava durante o dia todo. Tinha um pesadelo recorrente onde eu estava a dirigir tendo ao lado o meu filho, e chocava numa árvore. Eu era ejectado do veículo e o mesmo ficava envolvido em chamas. Por mais que eu tentasse, eu não conseguia tirar o meu filho do veículo. Tudo o que eu podia fazer era assistir ele a ser queimado até à morte.

Por diversas vezes contemplei o suicídio, chegando até a amarrar uma corda à volta do meu pescoço e a ficar de pé sobre uma cadeira. Não sei bem porquê, mas posso dizer que estive próximo de não estar aqui hoje, a contar a minha história.

Os meus pais e membros familiares obviamente também que ficaram perturbados e naturalmente tiveram que retirar das paredes, e efectivamente apagar das nossas vidas, uma pequena pessoa maravilhosa. Em termos prácticos, o meu filho havia morrido. Eu perdi-o. Os meus pais perderam um neto.

Depois de 3 meses de depressão severa, a minha tristeza transformou-se em raiva. Ela era culpada de tudo, aquela vadia! E assim começou a minha busca por um advogado, embora eu não soubesse bem o que chamar a isto. Mas certamente que o que ela fez tinha que ser ilegal de alguma forma, certo?

Claro que não há recursos disponíveis para homens na minha posição, e como tal, comecei a ligar aleatoriamente para advogados e a explicar minha história. A minha elaboração em relação ao potencial de receber justiça rapidamente se transformou em desespero à medida que advogado atrás de advogado me foi dizendo que não estava interessado no meu caso. Não é ilegal, disseram-me eles. Não há caso legal estabelecido para este tipo de coisas no nosso estado.

Depois de ter ligado para todos os advogados das páginas amarelas, desisti e segui com a minha vida. Três meses mais tarde recebi uma chamada dum número que não conhecia. Atendi e o homem do outro lado apresentou-se e disse-me que havia ouvido o meu caso da boca dum colega seu. Embora ele nunca tivesse lidado com um caso como o meu, ele já havia lidado com casos semelhantes num estado próximo, e a sua licença permitia que ele exercesse advocacia no meu estado.

Ele simpatizou com a minha situação e disponibilizou-se a tomar conta do caso numa base de contingência.  Contratei-o imediatamente e ele disse-me que o que a Liz havia feito era, na verdade, fraude. Aparentemente há dois tipos de fraude:

1) Fazer uma declaração como se fosse verdadeira embora tu saibas que é falsa. (Por exemplo: vender um carro a outra pessoa depois de lhes teres dito que colocaste um motor novo, quando na verdade o motor já fez 150,000 milhas.)

e

2) Fazer uma declaração como se fosse verdadeira embora tu não saibas se é ou não verdadeira. (Ex: Dizer a um homem que ele é o pai da criança quando na verdade não sabes se ele é ou não pai da criança).

Durante as deposições, a sua defesa essencialmente foi que ela se embebedou durante uma festa, teve sexo com uma pessoa, mas que não se lembrava de nada. (Embora todas as suas amigas soubessem que ela sabia, nenhuma destas amigas teve o pensamento de me dizer que se calhar o filho não era meu.)

O que fazia deste argumento particularmente interessante é que, por essa altura, ela estava casada com o homem com quem ela me havia traído, e ela estava grávida de outro filho. Portando, ela estava a dizer que "Eu estava bêbada e nunca cheguei a consentir e nem sequer me lembro do sexo", mas no entanto ela casou-se com o homem que, segundo a declaração dela, a havia violado.

Durante os dois anos que se seguiram o advogado dela arrastou o caso usando todo o tipo de tácticas legais. Por essa altura eu havia voltado a casar e este caso estava a começar a causar problemas no meu casamento. Embora a minha, agora, ex-esposa me tenha apoiado durante o processo, ela sentiu que havia chegado a altura de cortar a ligação e seguir com a vida.

O meu caso acabou numa mediação e o meu advogado sugeriu que eu aceitasse um acordo; e foi isso que fiz.

A minha experiência foi horrível e nenhum homem deveria passar pelo que passei. Embora tenha sido bom que eu a tenha perseguido pelo que ela me fez, deixem-me deixar algo bem claro: a fraude na paternidade deveria ser uma ofensa criminal, e um crime doloso.

Decidi partilhar a minha história na esperança de que ela possa ajudar outra pessoa na minha posição. Pode ser que ela lhes dê forças para lutar, ou talvez lhes dê forças para seguir com a sua vida.

Título original: "The ultimate lie" - http://bit.ly/1P2acPj



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Homem feminista descobre que as feministas não toleram diferenças de opinião

Por InsideMAN

Em Fevereiro último, Tanveer Ahmed, um psiquiatra e um comediante, e alguém que foi escolhido para ser uma das 2,000 celebridades masculinas para a campanha feminista White Ribbon (criada com o propósito de lidar com a violência contra as mulheres na Austrália), escreveu um artigo salientando o facto dos homens serem esquecidos no debate em torno da violência doméstica.

O artigo provocou uma ofensa junto das feministas, gerando uma furiosa e, em última análise, bem sucedida campanha para a sua demissão como embaixador da White Ribbon. A InsideMAN foi a primeira publicação do Reino Unido a reportar a história, e aqui Tanveer descreve nas suas palavras o que acontece quando um homem feminista se atreve a falar contra a irmandade. Este artigo apareceu pela primeira vez na edição imprensa da revista "The Spectator", Austrália.

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Tenho sido consideravelmente enfraquecido desde que falei sobre o enfraquecimento dos homens. Vadeando pelas águas traiçoeiras, virulentas, e carregadas de estrogénio do feminismo moderno, aprendi que a guerra dos géneros são vistas por muitos como uma guerra do tudo-ou-nada, algo parecido ao poker ou à negociação de derivados.

Depois de escrever para o Australian durante o mês passado sobre a limitada discussão que existe em torno do enfraquecimento masculino no contexto da violência doméstica, fui vítima de uma orgia de abuso, ameaças e total má-representação dos meus pontos de vista. Estes ataques foram dissiminados nos órgãos mediáticos convergentes - online, sistemas móveis e pela televisão.

‘Fui chamado de misógino’

O artigo foi parcialmente uma resposta às minhas próprias experiências de ver parentes e pacientes que haviam sido violentos para os parceiros. Eu desprezava-os enquanto era criança e enquanto era adolescente, mas com mais maturidade e educação, vim a entender que a sublevação social que havia sido forçada sobre eles devido à migração era uma forma de humilhação.

Fui chamado de misógino e culpador de mulheres. Mensagens ameaçadoras foram deixadas no local onde exerço a minha profissão. Devido aos ataques públicos ao meu carácter, as enfermeiras do meu hospital psiquiátrico em Sydney ocidental chamaram-me à parte para aplicar sobre mim as técnicas de aconselhamento. "Você irritou algumas pessoas, doutor. Você está bem?" Este encontro ocorreu no preciso momento em que alguns pacientes reais ameaçavam causar danos a si próprios na enfermaria.

Depois de sugerir que a violência é uma expressão de stress subjacente, fui transformado num agressor de mulheres e misógino que ainda se agarrava ao patriarcado. Está tudo bem quando se tenta entender aqueles sancionados como vítimas bona fide oprimidos pelo poder, mas aqueles que são vistos como opressores privilegiados não têm o direito de serem alvo de acções de esclarecimento.

A saga recebeu mais atenção devido ao facto de eu estar intimamente associado ao movimento "White Ribbon", uma campanha onde os homens usam uma fita em forma de loop em torno do seu peito, e encorajam outros homens a não atacar as mulheres. A minha cara foi uma das cinco a estar presente nesta campanha.

Eu cheguei a ir para o Paquistão, há alguns anos atrás, como forma de expandir a campanha por lá, financiada pela AusAid. Encontrei-me com furtivos activistas masculinos na cosmopolita cidade de Lahore, com vítimas femininas na bastião do Sufismo em Multan, e com radicais que foram agitados  com a noção da violência contra a mulher chegar a ser estigmatizada na capital da madrasah do Paquistão, a cidade do deserto com o nome de Bahawalpur.

Uma ‘aparência de racionalidade’

Entretanto, as feministas Ocidentais continuam focadas em tópicos da elite tais como o pagamento das mulheres que fazem parte de conselhos directivos, ou os salários de actrizes milionárias de Hollywood, tal como lamentado pela Patricia Arquette durante os Óscares.

A polemista da Fairfax, Clementine Ford, descrita por Andrew Bolt como "uma feministas qualquer com tatuagens visíveis", criticou os meus pontos de vista por usar a mais engenhosa e mais privilegiada ferramenta do patriarcado, a "aparência de racionalidade". Ela ilustrou o ridículo do feminismo moderno quando este é criticado por ser um movimento com ódio aos homens escrevendo:

Não tenho tempo para os sentimentos coitadinho-de-mim dos homens.

Duas noites depois do meu artigo ter sido publicado, Tim Watts falou no Parlamento federal em favor da minha demissão. Eu observei surpreso com tudo isto. Uma tele-conferência de emergência foi levada a cabo com os administradores da White Ribbon. Eles exigiram uma declaração de esclarecimento, apenas para publicarem um comunicado de imprensa no dia seguinte delineando a forma como a CEO Libby Davies se encontrava chocada e lamentava os meus pontos de vista.

Eu não lamentava os meus pontos de vista, mas sim que eles haviam sido totalmente mal-representados. A contradição foi salientada ainda mais pelo conselheiro científico-chefe da White Ribbon da Austrália, o Dr Michael Flood, que havia co-escrito vários artigos por toda a região confirmando a fragilização dos homens como um factor em crescimento por trás da violência contra as mulheres.

Traidor de classe e colaborador

Um grupo Britânico que milita pelos direitos dos homens publicou uma história com o título ‘Global feminism goes into meltdown as male supporter reveals he has a mind of his own.’

Um grupo paralelo, e derivado, também chamado de White Ribbon (focado na violência contra ambos os sexos) e iniciado pela fundadora global dos abrigos para mulheres, Erin Pizzey, escreveu no seu site uma carta aberta de apoio. Fiquei a saber mais tarde que o movimento White Ribbon local se encontrava envolvido numa batalha legal com o site Canadiano por este usar o nome sem permissão. Senti-me como uma criança recém-adoptada no meio de discussões de divórcio.

As vítimas masculinas de violência enviaram-me as suas histórias de abuso e convidaram-me para falar na vindoura conferência em Toronto focada na masculinidade moderna - todas as despesas pagas. Vários académicos locais escreveram-me, sob condições estritas de anonimato, para me dizerem o quão difícil era falar abertamente e cientificamente em torno deste assunto nos seus departamentos.

O colega psiquiatra e escritor Marxista, o Dr Tad Tietze, disse-me que eu era visto por algumas secções da Esquerda como o "Tio Tom", termo usado para qualificar traidores raciais. Isto causou algum impacto porque a minha esposa e a minha família haviam feito piadas em torno do facto da minha crescente intolerância para com comida carregada de chilli ser um sinal de que eu me estava a tornar num coco: escuro por fora, branco por dentro.

Fui condenado por me fazer amigo de outros traidores da minha estirpe, Judeus com ódio a si mesmos, Negros domésticos e bananas - aquelas pessoas exteriormente Chinesas mas que estão desejosas por adoptar os maneirismos da classe média Branca como forma de suavizar a sua ascensão social.

O site da White Ribbon continuou a ser alvo de ataques com posts a exigir a minha demissão. Apesar o grupo ser sobre homens, as centenas de posts enraivecidos vinham exclusivamente de mulheres. No dia seguinte, a White Ribbon emitiu um comunicado afirmando que os apelos para a minha demissão eram tão persistentes que eu havia sido contactado para sair.

Num reviravolta final em perfeito acordo com a natureza totalitária de todo o episódio, para que eu fosse readmitido, eu teria que me submeter a um programa de recompromisso para garantir que os meus pontos de vista estavam de acordo com o movimento. Eu guardei a minha fita branca numa gaveta no porão, e timidamente voltei para o meu emprego, não mais como embaixador da causa, e voltei a escrever prescrições para drogas psico-activas.


Dr Tanveer Ahmed é um psiquiatra, comentador mediático, e autor
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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Kim Philby e a grande traição

Por

No crepúsculo da espionagem internacional, um nome mais do que outros invoca uma imagem de traição paciente e magistral, a insidiosa presença do inimigo no interior do santuário.

Independentemente do país que sirvam, espera-se que gerações de estagiários de espionagem e de  contra-espionagem saibam o seu nome: Philby. Por mais de meio século até aos dias de hoje, Harold Adrian Russell “Kim” Philby (1912-1988) continua a ser, tanto na história da espionagem bem como na literatura popular, a toupeira por excelência, o agente de penetração profunda que escavou o seu caminho até ao topo dos serviços secretos Britânicos como forma de disponibilizar os segredos mais bem guardados da Coroa à Rússia Soviética.

O choque da traição de Philby reverberou por todo o establishment Britânico, embora, em retrospectiva, o incidente nos diga mais da depravação social, cultural e espiritual de toda a elite governante do que apenas as explorações sórdidas dum espião.

Uma nova visão sobre esta notória história de espiões, A Spy Among Friends: Kim Philby and the Great Betrayal, salienta não só o trabalho concorrente de Philby pelo MI6 e pela KGB, mas examina também o rasto de vidas quebradas que ele deixou. Usando entrevistas e material de arquivo, o jornalista Ben McIntyre criou um relato cativante da forma e do porquê um Inglês da classe alta ter, com sangue frio, enviado imensos agentes Ocidentais para além da Cortina de Ferro e para a sua desgraça, ter trazido a infelicidade e a ruína para muitos conjugues, e ter destruído as carreiras dos seus colegas e dos seus amigos íntimos,

Philby foi um traidor com uma causa; ele não espiou pr amor ou pela emoção, mas sim porque ele acreditava sinceramente na criação dum futuro brilhante prometido pelo Comunismo. Começando em 1934, quando ainda era um recém-graduado do Trinity College de Cambridge e na altura em que foi recrutado pelos serviços secretos Soviéticos, até à sua dramática deserção em Beirute (em 1963), Philby manteve uma sólida fé interior na sua missão, uma crença que ele manteve até à sua morte.

A conversão juvenil de Philby ao Marxismo dificilmente foi algo de extraordinário - por toda a Europa do período entre as duas Grandes Guerras, a ideologia Comunista  estava en vogue junto dos intelectuais, e a União Soviética parecia ser uma experiência promissora para a criação duma nova sociedade. De facto, outros 4 colegas de turma de Philby iriam também jurar lealdade ao Centro de Moscovo, formando o grupo que recebeu o nome de The Cambridge Five, uma rede de agentes que ainda hoje é celebrada pela organização secreta que sucedeu a KBG, a SVR, como um exemplo duma infiltração de longo prazo.

A causa imediata para a atracção rumo ao Marxismo por parte das classes educadas do Ocidente pode ser encontrada na crise económica que afligiu primeiro a Grã-Bretanha, a América, e o Continente no início da década 30, com o consequente empobrecimento, instabilidade política e a ascenção do fascismo. 

Embora o privilegiado Philby e os seus amigos não tenham sido directamente afligidos pela depressão, a moda intelectual olhava para o materialismo dialéctico e para o revolucionário estado Socialista como resposta ao falhanço da civilização capitalista. A democracia liberal já se tinha revelado como uma fraude à medida que oligarcas vorazes expandiam as suas posses de maneira proporcional à miséria dos trabalhadores comuns. Sendo dificilmente uma sistema de pensamento que havia ascendido nas estepes Eurasianas, a tentação totalitária havia nascido das filosofias governantes do Ocidente moderno.

Nascido em Lahore [Paquistão], e havendo recebido o nome do herói do livro de Rudyard Kipling com o nome de "Great Game", Kim Philby era uma criança do Império Britânico. E estando  milhares de milhas longe de Punjab, Londres geria um empreendimento global fundamentado no liberalismo clássico de Locke, no poder científico-industrial, e na tradição marítima-comercial de Cartago, Atenas e Veneza. O largamente ausente pai de Philby, St. John Philby, havia construído a sua carreira como um altamente respeitado orientalista ao estilo de Lawrence da Arábia, e iria servir de "conselheiro" do Rei Ibn Saud.

O jovem Philby recebeu uma educação clássica, tendo visto a sua educação moldada em grande parte dentro das mais prestigiadas escolas públicas. Embora "Deus, Rei e Nação" possa ter sido o credo de serviço junto da elite administrativa do Império, poucos - se algum - destes homens realmente acreditava em Deus da forma que os seus ancestrais acreditavam, ao mesmo tempo que o rei e a nação se haviam tornado numa fachada retórica para os planos das predatórias dinastias banqueiras. Em vez disso, e tal como o melhor amigo de Philby e companheiro do MI6 Nicholas Elliott declarou, eles serviam "o rei, a classe, e o clube" - dificilmente uma fórmula inspiradora.

A vápida e auto-gratificante ideologia do liberalismo humanista do Iluminismo presente no Império, aliadas à doutrinas empiristas ainda mais consistentes de Hume, Bentham, e Darwin, haviam esvaziado as instituições sociais - e o Cosmos - de todo o significado transcendental. Não é de estranhar, portanto, que um jovem aristocrata como Philby tivesse buscado uma nova revelação junto do Marxismo, a narrativa de salvação dum reino terrestre tornado perfeito através da revolução do proletariado.

No seu trabalho secreto para o Partido, Kim Philby aplicou as conclusões lógicas dos princípios materialistas que a filosofia liberal haviam, em última análise, criado; ele buscou formas de destruir uma Grã-Bretanha já decadente a partir do seu interior como forma de materializar o alvorecer duma transformadora nova era. Tal como o ascético Ortodoxo Padre Seraphim Rose diagnosticou tão bem, o jovem radical só estava a consumar um processo que havia começado muito antes de por parte dos defensores da "liberdade" e da "razão".
O Liberal, o homem mundano, é o homem que perdeu a sua fé; e a perda da fé perfeita é o princípio do fim da ordem erguida com base nessa fé. Aqueles que buscam preservar o prestígio da verdade sem no entanto acreditar nela, estão a dar uma arma poderosa a todos os seus inimigos; uma fé meramente metafórica é suicida. O radical ataca a doutrina Liberal em todos os pontos, e o véu da retórica não é protecção contra o forte impulso da sua espada afiada. 
O Liberal, perante este ataque persistente, vai cedendo ponto a ponto, forçado a admitir a verdade das acusações contra ele sem ser capaz de contrapor esta verdade negativa e crítica com a sua verdade positiva; até que, depois duma longa e normalmente gradual transição , de repente ele acorda só para descobrir que a Antiga Ordem, sem defesa e aparentemente indefensável, foi derrubada, e que uma nova e mais "realista" - e mais brutal ordem tomou o seu lugar.
A espionagem é o negócio da traição, e até o momento em que os seus camaradas e amigos e agentes de Cambridge Guy Burgess e Donald Maclean fugiram para Moscovo em 1951, o negócio correu bem para Philby. Promovido depois da Segunda-Guerra para o papel de líder das operações anti-Soviéticas e depois enviada para  Washington  como o contacto do MI6, a toupeira amigável e laboriosa ganhou amigos com facilidade. Ele foi também nobilitado, a Ordem do Império Britânico, conferido pela Rainha Elizabeth. A menos que pensemos que a honra é uma mera aberração, convém lembrar o sentido lamento de Edmund Burke:
A era do cavalheirismo acabou. - A era dos sofistas, economistas e calculadores sucedeu-lhe; a glória da Europa está extinta para sempre.
Que Philby e Anthony Blunt, outro membro do Cambridge Five e Agrimensor das Imagens do Rei, tenham sido nobilitados antes da sua traição ter sido exposta por parte do MI5 perdoa-se, mas eles eram sintomas duma aflição mais profunda. Na nossa era, o cavalheirismo, tal como todo o outro valor digno, foi sistematicamente sujeito à lógica da inversão. De que outra forma é que se explica o facto de títulos nobres terem sido conferidos aos mestres da usura, fornecedores de anti-cultura, e estrelas da música rock dissolutas?

"Cambridge Five"
E o que dizer do “Sir” Jimmy Savile, disc-jockey da BBC e famoso confidente da Família Real, que durante décadas levou a cabo violações contra um número incontável de crianças um pouco por toda a Grã-Bretanha, ou o que dizer dàs várias dúzias de MPs [Membros do Parlamento Britânico] e oficiais do governo que estão agora a ser implicados a anéis de pedofilia e de assassínio de crianças? Muito para além da espionagem, este tipo de maldade tem o claro selo satânico; quem nos dera que Deus trouxesse à vida o Rei Artur e os seus cavaleiros como forma de varrer tal imundice da esverdeada e agradável terra da Inglaterra.

Guerreiro frio até ao fim, Philby demarcou o seu papel dúplice no confronto bipolar entre o capitalismo e o comunismo. No entanto, sem o conhecimento dos soldados rasos de cada um dos lados, o resultado planeado deste confronto dialéctico era a tirania universal. Tal como os Marxistas apelavam à inevitabilidade da História, também a superclasse plutocrática Ocidental - e de forma bem aberta através de teóricos tais como HG Wells e Aldous Huxley a Bertrand Russell e Zbigniew Brzezinski – propagou a supremacia da "ciência" como forma de justificar o seu desejo de poder total.

Comparativamente, o Estado Mundial tecnocrata, o sonho dum louco que ameaça transmutar-se para a realidade, faria com que o projecto Soviético parece-se uma brincadeira de crianças. Sem dúvida que Kim Philby era um traidor; níveis acima dele, criminosos muito mais grandiosos têm arquitectado a aniquilação da família, da herança nacional e religiosa, e a própria essência da identidade humana.

É aqui que se encontra a grande traição. 


* * * * * * *

Como todos os idiotas úteis, mal ele passou a viver dentro dele, Philby eventualmente ficou a saber da verdadeira natureza do Marxismo:

Mais tarde, a sua esposa Rufina Ivanovna Pukhova descreveu Philby como uma pessoa "desapontada de muitas maneiras" com o que ele viu em Moscovo. "Ele viu as pessoas a sofrer tanto," mas consolou-se alegando que "as ideias estavam certas mas estavam a ser levadas a cabo da maneira errada. A culpa era das pessoas que se encontravam a dirigir as coisas." Pukhova disse ainda que, "ele foi atingido pela desilusão, o que lhe trouxe lágrimas aos olhos. Ele disse 'Porque é que as pessoas vivem de forma tão má por aqui? Afinal, eles ganharam a guerra.'" Philby bebia muito e sofria de solidão e depressão; segundo Rufina, durante os anos 60 Philby tentou o suicídio cortando os seus pulsos.

A maior tragédia da vida de Philby (e de todos os idiotas úteis como ele) é que muito provavelmente ele nunca ficou a saber que quem criou, financiou e propagou o comunismo foi a mesma elite capitalista que controla o Ocidente. Philby, tal como a grande maioria dos Comunistas,  foi motivado a promover o Marxismo na sua luta contra o capitalismo, sem se aperceber que essa luta é uma fachada dialéctica que tem como propósito a concentração do poder nas mãos da mesma elite que criou essa guerra falsa.

Há sempre uma aparência "nobre" alegar que se vai retirar o poder do "grande capital" e entrega-lo ao auto-nomeado "representante do povo" - o governo - sem no entanto, se mencionar que esse "representante" é controlado pelo mesmo grande capital contra quem os Marxistas alegam estar a "lutar".

Por fim, e como dito várias vezes, a forma de combater os planos da elite capitalista tecnocrata é a reinstalação do Cristianismo como fundamento moral do Ocidente porque, como disse o Padre Rose, "O Liberal, o homem mundano, é o homem que perdeu a sua fé; e a perda da fé perfeita é o princípio do fim da ordem erguida com base nessa fé."

"Na verdade que já os fundamentos se transtornam; que pode fazer o justo?" - Salmo 11:3



terça-feira, 8 de abril de 2014

O porquê dos homens preferirem casar com mulheres castas

Quando ele se sente suficientemente forte para pensar no passado, as memórias de Andy Phillips em relação ao seu filho são dolorosas, tal como no passado eram preciosas. Há aquele emocionante num dia de Novembro de 1990 quando Jordan nasceu no Tameside General Hospital em Derbyshire, e foi colocado nos seus braços. Quando fecha os olhos e pensa nisso, Andy ainda consegue ver o pequeno Jordan a dar os primeiros passos. Andy lembra-se de lhe comprar o primeiro conjunto de bateria e ver, espantado, a forma como o pequeno rapaz imediatamente toca a música "Hey Jude!" dos Beatles.

Por cima de todas estas memórias felizes, no entanto, encontra-se o terrível dia, há dois anos, quando Jordan, então cim 21 anos, apareceu na casa de Andy (Telford, Shropshire) com um pedaço de papel no seu bolso de trás. Andy, de 43 anos, recorda:

Era um teste de ADN. Jordan disse que tinha algo para me contar. Fez uma pausa e disse: "Tu não és o meu pai"

Esse momento devastador deu início a dois anos infernais na vida de Andy, durante os quais ele batalhou para entender o porquê de ter sido terrivelmente enganado pela mãe do Jordan, Andrea Roberts (42 anos).

Forçado a pagar pensão depois de se ter separado de Andrea quando Jordan tinha 7 anos, Andy acredita que há já muitos anos que Andrea suspeitava que Jordan não era filho dele. E embora Andrea tenha concordado em pagar £19,000 como parte dum acordo legal feito nos instantes finais, depois dele ter dado início a um processo legal tendo em vista algum tipo de compensação por danos psicológicos a si causados por parte da mentira de Andrea, Andy afirma que não há vencedores nesta triste história - muito menos o Jordan, que tem andado para trás e para  frente na guerra entre os seus "pais".

De facto, o caso judicial causou uma tal mágoa a Jordan, hoje com 23 anos e baterista duma banda, que ele já não fala com o homem a quem ele dantes chamava de Pai apesar de Andy sempre dizer que o amava como um filho:

Ele não quer saber mais de mim. É como se eu o tivesse perdido duas vezes.

Embora Andy (engenheiro) esteja ainda a receber aconselhamento psicológico como forma de lidar com o trauma de ter descoberto que Jordan não é seu filho, Andrea diz que também ela sofreu, insistindo que não sabia ao certo se Jordan era filho de Andy ou não, e que só ficou a saber de certeza depois do teste de Outubro de 2011 ter revelado toda a verdade:

Eu tinha 18 anos. Nem acredito que o que aconteceu quando eu ainda era tão jovem ainda me atormenta até aos dias de hoje.

Numa carta sentida que ela enviou ao Andy depois dele ter descoberto a verdade há dois anos atrás, ela escreveu:

Quando eu tinha 18 anos, eu não tinha qualquer tipo de plano, mas [eu] era uma rapariga assustada, imatura e confusa, cujo próprio pai lhe havia virado as costas. Eu levava as coisas um dia de cada vez, e [eu] tentava fazer o que era o melhor para mim. Eu e tu estávamos juntos, e era assim que eu queria que ficássemos. Eu não queria magoar ninguém. [ênfase adicionado]

E em mais um episódio desta história, Andrea encontra-se agora num relacionamento com o pai biológico dde Jordan - um antigo amante dela.

O Princípio

Então como foi que as coisas chegaram a este ponto confuso e triste? Segundo documentos legais enviados ao Daily Mail, as sementes da mentira foram plantadas logo desde o início da relação entre o Andy e a Andrea.

Conheceram-se num pub em Glossop (Derbyshire) no verão de 1989 quando Andrea tinha 17 anos e Andy 19. Eles tinham andado na mesma escola integral na cidade mas mal se lembravam um do outro dos tempos da escola:

Ela aproximou-se de mim. Ela era muito bonita e conversadora. Começamos a sair juntos e eu sempre a acompanhava para casa. Eu era muito leal a ele, logo desde o início.

Mas Andy não era o único admirador de Andrea. Alguns meses depois de se terem tornado amantes, ela traiu Andy com o seu primeiro namorado, Paul Rothery, outro antigo aluno da "Glossop Comprehensive" que Andy conhecia de jogar futebol com ele no clube de jovens local. Por essa altura, Andy não ficou a saber da infidelidade da sua namorada. Andrea alega que o seu "encontro" com Paul foi um "incidente único".

Na carta que ela enviou ao Andy, ela disse que, embora ela suspeitasse que Paul pudesse ser o pai, "havia sempre a chance dele (Jordan) ser teu filho". [ed: os testes de ADN existem desde os finais dos anos 70, início dos anos 80]

Andrea estava grávida de vários meses quando disse a Andy sobre o bebé. Ele comprometeu-se a ficar com ela, o que gerou a ira do pai dela - um sargento-detective na  polícia de Greater Manchester -  bem como a ira dos seus próprios pais. Andy relata:

Eu sempre usava contraceptivos, e como tal, fui apanhado de surpresa; mas assumi que algo tinha falhado. Eu estava apaixonado por ela e nem questionei a possibilidade do filho não ser meu. Eu tinha um emprego estável e estava feliz por me tornar num pai. Mas o pai dela estava furioso e como tal, ela veio viver comigo e com os meus pais pouco antes do Jordan nascer.

Andy esteve presente no nascimento de Jordan, em Novembro de 1990, e lembra-se de ver Jordan a rastejar pela primeira vez. Os pais dele também adoravam o bebé:

Foi um momento espectacular e muito emotivo. Mas hoje em dia é muito difícil pensar nisso, sabendo que eu estava a cuidar do bebé de outro homem, e que ela nunca me disse que suspeitava que o Jordan não era meu.

Por meados de 1991, Andy havia poupado dinheiro suficiente para alugar uma pequena casa em Glossop para a sua pequena família. Ele pagou tudo, diz Andrea, enquanto Andrea cuidava do Jordan:

Eu só ganhava cerca de £300 por semana, mas estava feliz em suportá-los. Quando eu chegava a casa, depois do trabalho, levava o Jordan ao parque. As pessoas diziam o quanto que ele se parecia comigo, e como ela tinha os meus maneirismos. Não havia nada que me deixasse suspeito.

Mas ele sempre achou estranho a Andrea não ter tido interesse em casar ou ter mais filhos.

Olhando para trás, pergunto-me se isso não era porque ela nunca me amou. Se calhar nós só estávamos juntos porque eu fui o único que permaneci por perto durante o período em que ela estava grávida.

Mesmo que seja possível sentir simpatia pelo drama de Andrea, é muito mais difícil de sentir simpatia pelo comportamento que ela adoptou nos anos que se seguiram. Sem surpresa alguma, dado o segredo que ela escondia, o relacionamento deles lentamente se deteriorou:

Com relativa frequência, eu estava cansado depois do trabalho, e ficava em casa a tomar conta do Jordan. Ela começou a sair demasiadas vezes com as suas amigas.

No entanto, Andrea colocou a sua própria versão dos eventos nos documentos legais, afirmando que o temperamento de Andy causou uma divisão entre eles. Andy nega tudo isto e diz que - ameaçada por uma acção legal - esta foi uma tentativa desesperada de tentar manchar a reputação do antigo companheiro.

Eles separaram-se temporariamente em 1995, quando Jordan tinha 5 anos, mas no ano seguinte, Andy convenceu Andrea a dar mais uma chance à relação por amor ao Jordan. Em 1997, e depois dela voltar a dizer para ele se ir embora [da casa que ele havia comprado], ele saiu de casa e nunca mais voltou:

Era mais do que óbvio que ela não me queria por perto.

Começam os Pagamentos

A separação poderia ter apresentado uma chance de Andrea colocar as coisas em pratos limpos e revelar toda a verdade em torno da paternidade de Jordan, mas em vez disso, ela pediu ao Andy que lhe pagasse £120 por mês como pensão alimentícia, mesmo depois dela se ter casado com o mais novo namorado (1990), Rod Pryce. [Note-se que o argumento de que ela escondeu a paternidade do Jordan porque estava "assustada, imatura e confusa" já não cola desta vez.]

Poucos anos depois ela pediu ao Andy que aumentasse os pagamentos para £160 por mês, ameaçando que se queixaria à "Agência de Apoio à Criança" [Child Support Agency - CSA] caso ele não concordasse. Andy, que se recusou a pagar mais por acreditar que já estava a pagar o suficiente, disse:

Foi cruel da sua parte fazer-me passar por tudo isto sabendo que havia a possibilidade do Jordan não ser meu. Todos aqueles anos de engano são difíceis de serem perdoados. Durante os meus anos 20 e anos 30 tive isto a pairar sobre a minha cabeça.

Explicando o porquê de ter mantido a mentira por tanto tempo, Andrea escreveu na sua carta a Andy:

À medida que o tempo foi passando, comecei a pensar seriamente de que tínhamos que saber a verdade. Senti que o Jordan tinha o direito de saber, mas o tempo certo nunca parecia chegar. Mais do que tudo, eu estava assustada com a perspectiva de magoar o Jordan.

Mas se Andrea tinha suspeitas em torno da paternidade do filho, o pai biológico de Jordan, Paul Rothery, também as tinha. E em mais uma declaração legal disponibilizada como parte deste caso perturbador, disse que desde o princípio que a ideia de Jordan ser seu filho lhe passou pela cabeça. Houve uma altura, era Jordan ainda criança, que Paul - que vivia por perto - o viu a brincar no jardim e notou semelhanças físicas que o levaram a admitir:

Isto fez com que eu começasse a pensar que se calhar Jordan era meu filho.

Ele escreveu a Andrea, sem mencionar as suas suspeitas, mas ele diz que Andrea nunca lhe respondeu à cara. Foi só em 2011, depois do casamento com o padrasto de Jordan, Rob Pryce, se ter desmoronado, que eles finalmente se encontraram e discutiram o assunto.Alguns meses depois, contaram a Jordan dos seus receios e ele pediu logo que o assunto fosse resolvido com um teste de ADN.

Andy foi o último a saber. Por essa altura, ele estava casado com Mariya, hoje  com 33 anos, que ele conheceu há 10 anos e com quem se casou em 2007. O seu filho Joshua nasceu em Abril de 2011 e havia sido apresentado a Jordan como seu meio-irmão. Embora Andy se tenha mudado para Telford, que fica a duas horas de carro, Jordan às vezes vinha e passava lá a noite, chegando até por uma vez a trazer a sua namorada.

Não consigo perdoar a Andrea por não vir ela mesma, para me dizer. Nem consigo pensar no que Jordan passou por ter que me contar os resultados dos testes e visto que a sua mãe não tinha a coragem de ser ela a fazer isso.

Embora Andy tenha chorado quando soube da notícia, Jordan permaneceu calmo:

Ele já sabia da notícia há alguns meses, e como tal, eu questiono-me se ele já não tinha superado o seu momento de dor. Ele [Jordan] disse que isso não iria afectar a nossa relação, e que ele ainda me via como pai e que isso não iria mudar. Eu estava totalmente chocado mas eu disse-lhe o mesmo: que o amava e que ele seria sempre meu filho.

Mas Jordan retirou-se da presença de Andy, e depois de mais algumas visitas, parou de responder às suas chamadas e aos seus SMS.

Finalmente, eu liguei para o padrasto do Jordan, Rob, e perguntei-lhe se ele estava bem. Ele disse-me que ele apenas estava a tentar lidar com a situação.

Andrea tentou explicar o seu comportamento numa carta enviada a Andy ANTES dele ter dado início ao processo legal. Nessa carta, ela escreveu:

Eu só me posso culpar a mim mesma, mas eu desejava que, com tal idade, eu não tivesse que lidar com tal problema - sozinha. Eu não podia falar com ninguém, não tinha apoio e não tinha onde viver. Precisei da minha mãe e do meu pai mas eles não estavam lá para me ajudar. Devido a isso, eu tive que resolver as coisas sozinha. Tu e eu estávamos juntos e era assim que eu queria que as coisas ficassem. Por essa altura, eu não pensei a longo prazo e inocentemente pensei que poderíamos ser uma família. [ênfase adicionado]

Nos dois anos que já se passaram desde que ficou a saber a verdade, e afastado que está do convívio com Jordan, a dor de Andy transformou-se em raiva, e, sem surpresa, em amargura dirigida à Andrea:

Isto começou a devorar-me por dentro. Senti que não conseguia respirar de noite e nem conseguia dormir. Essa altura da minha vida foi horrível.

O sentido de injustiça de Andy tornou-se tão profundo que ele escreveu uma carta à CSA perguntando se ele poderia ter os seus pagamentos de volta. Ele calcula que os pagamentos somem um total de £4,894 e que ele pagou £2,760 adicionais, colocados na conta de Jordan durante os anos. Quando lhe foi dito que ele não pode ter de volta o seu dinheiro, ele decidiu seguir pela via legal.

Em retrospectiva, será que este foi um passo inteligente? Será que ele não previu que isso poderia ser doloroso para o seu filho? Admitindo que ele não levou em conta como isso poderia afectar a relação, Andy afirmou:

Eu queria justiça. Não estava interessado na vingança mas não conseguia viver cm o que ela me havia feito.

Visto que os tribunais do Reino Unido consideram o acto de educar uma criança como um privilégio, não é possível reclamar pagamentos de manutenção que tenham sido feitos a uma mãe mentirosa, mas só reclamar danos psicológicos como consequência da decepção.

O advogado de Andy, Roger Terrell, que se especializa na fraude na paternidade, afirma que tal número de alegações está a crescer rapidamente. Em Janeiro de 2013, naquele que se acredita ter sido o primeiro caso deste tipo, outro dos seus clientes, Richard Rodwell, recebeu £25,000 em danos depois de descobrir que o filho e a filha que havia criado não eram dele. Desde então, o Terrell foi contactado por dezenas de outros homens que de igual modo foram enganados; crê-se que um em cada 25 pais estão a criar filhos que não são seus.

Mas em casos como este, raramente há um final feliz. Andy descobriu através de documentos enviados ao seu advogado que seis meses depois dos testes de ADN, Jordan mudou o seu nome de Phillips para Pryce, segundo o ex-marido de Andrea e seu ex-padrasto. Andy comenta:

Isto foi incrivelmente doloroso. Eu ainda olhava para ele como o meu filho, e ainda teria um relacionamento com ele, se pudesse, mas o Jordan virou-se contra mim. Ele pensa que, ao tomar esta acção legal contra a sua mãe, eu o estou a castigar; mas ele é uma vítima, tal como eu o sou.

O relacionamento da Andrea com o pai biológico de Jordan foi o mais recente dado desta história. Mas tal como ela diz na sua declaração legal, "Não estaria correcto pensar que estamos a jogar o jogo da "Família Feliz" com o Jordan visto que isso está totalmente longe da realidade." Na sua declaração, Paul admite que:

Tem sido difícil gerar um relacionamento com o Jordan e isso é algo que está a demorar tempo.

E depois de tantos anos de segredos e mentiras, é difícil ver como é que as feridas se podem curar facilmente. Andy, que espera outro filho com a sua esposa, diz:

É como se uma grande parte da minha vida não tivesse sido o que eu pensava que era.

(...)

Daily Mail

* * * * * * * *
De forma bem concreta, esta história revela um dos grandes motivos que leva os homens a não querer casar com mulheres promiscuas (ou mulheres com um passado sexual "frutífero"). Este homem, Andy, envolveu-se com uma mulher promiscua e passou 20 anos da sua vida a pagar por um filho que não é seu, algo que ninguém no seu perfeito juízo qualificaria de "bom". 

Isto não quer dizer que casar com mulheres castas é garantia de não ser vítima de fraude, e nem quer dizer que não é possível uma mulher com um passado sexual promíscuo mudar o seu estilo de vida. O que isto quer dizer é que o homem é perfeitamente lógico e racional em usar o passado sexual da mulher para saber quais são as probabilidades dele vir a ser vítima de fraude no futuro.





sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Superior capacidade para a infidelidade


Quase todas as mulheres que traem o companheiro/marido nunca são apanhadas, embora 1/5 dos homens seja.

Embora as infidelidades de homens famosos como jogadores de futebol encham as manchetes dos tablóides, cada vez mais as mulheres traem os parceiros, mas não são apanhadas.

Uma pesquisa recente apurou que quase 100% das mulheres que trai o parceiro nunca é apanhada, mas os homens não são tão bons a cobrir os rastos (com 17% a admitir terem sido apanhados).

A pesquisa levada a cabo num site de encontros românticos para casados, descobriu que 95% das mulheres  e 83% dos homens confessou ter levado a cabo encontros ilícitos sem que o parceiro (ou a parceira) descobrisse.

UndercoverLovers.com questionou 3,000 homens e 3,000 mulheres se os seus parceiros sabiam que eles haviam sido infiéis, e verificou que em termos globais, em 89% das vezes o conjugue nunca soube de nada.

Segundo o Dr David Holmes, psicólogo na Manchester Metropolitan University, as mulheres estão a levar a cabo mais actos de infidelidade do que em qualquer outra era da história, mas elas comportam-se de forma totalmente diferente quando traem. Estudos recentes sugerem que perto de 20% dos homens e 15% das mulheres é infiel. O Dr Holmes diz:

As mulheres mentem melhor que os homens porque psicologicamente, elas são mais sofisticadas. Emocionalmente, elas  planeiam as coisas e constroem estratégias, enquanto que os homens são mais impulsivos.



A grande diferença é que as mulheres são melhores a esconder os seus casos de infidelidade.  Se olharmos para os dados da paternidade, mesmo usando dados conservadores, ficamos a saber que entre 8 a 15 porcento das crianças não foram geradas pelo homem que pensa que é o pai delas.

Emily Pope da Undercover Lovers, que possui mais de 650,000 membros, disse:
Muitos dos nossos membros, tanto masculinos como femininos, têm estado a namoricar há anos sem serem apanhados. Estudos já revelaram que as mulheres são melhores mentirosas que os homens, portanto não é surpresa alguma que as adúlteras sejam melhores que os adúlteros.

* * * * * * *
Por alguma razão as sociedades mais bem sucedidas da história do Homem exerciam um controle rígido sobre a sexualidade, especialmente sobre a sexualidade feminina.

Os comentários são mais ou menos o que seria de esperar. Eis três:







terça-feira, 1 de maio de 2012

Recém casada: "Amo o meu marido mas estou com vontade de dormir com um roqueiro"

"Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz:
Não cometi maldade." - Provérbios 30:20

Aparentemente existem acréscimos tácitos nos votos de casamento das mulheres modernas:

Casei-me recentemente e como tal deveria estar inundada de felicidade de recém-casada. No entanto, uma estrela de rock duma famosa banda de som alternativo quer ter um caso comigo.

Estou chocada e excitada, para dizer o mínimo. A minha consciência diz "Estás maluca?! Tu amas o teu marido e escolheste-o por algum motivo. Não estragues o que tens!"

No entanto oiço ao mesmo tempo uma voz que diz "Tu só tens uma vida, e existem milhares de mulheres que gostariam de ter a atenção deste homem."

Para todas as pessoas que teimam em negar a existência da hipergamia feminina, eis aí um exemplo clássico. Ela é recém-casada mas apenas e só por pensar que milhares de mulheres estão interessadas no homem que está interessada nela, ela está genuinamente a considerar ir avante com o adultério.

O dado que é realmente estranho com a hipergamia é que provavelmente ela nem tem um interesse genuíno na estrela de rock mas sim um forte interesse em partilhar com as amigas que uma estrela duma banda de música alternativa quer ter relações sexuais com ela.

Sem dúvida que o marido tem que se ver livre desta mulher mal fique a saber da história - e invariavelmente ele ficará a saber da mesma visto que isto não é algo que ela consiga manter para si, especialmente se ela contar a mulheres ("amigas") sempre desejosas de ver os relacionamentos das companheiras falhar - uma vez que, se ela está inclinada a "pular a cerca" tão cedo no casamento, é só uma questão de tempo até que ela o faça (se é que já não o fez).

Por alguma razão os últimos 1500/2000 anos da civilização ocidental - a mais bem sucedida civilização da história da humanidade - têm sido marcados por regras e limites à sexualidade humana, especialmente à sexualidade feminina.

Teste de paternidade, sempre.

Fonte


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Como funciona a manipulação psicológica

Alguns detalhes desta história tiveram que ser deixados de fora devido a sua natureza obscena.

Eu e a minha namorada temos ambos 30 anos e ambos temos bons empregos e bons salários. Estamos juntos há 5 anos.

Eu amo-a muito. Francamente, ela é a mulher mais bonita que eu alguma vez vi. Ela poderia facilmente ser uma modelo. Numa escala de 1 a 10, ela é um 10. Sempre que ela vai a rua recebe vários piropos - quer eu esteja junto a ela ou não.

Eu, por outro lado, não sou assim tão atraente embora não tenha dificuldade em arranjar mulher. Sou acima da média (7/10) e, embora eu me cuide, não sou suficientemente atraente para ser um modelo.

Em traços gerais, a nossa relação tem sido fantástica. Nenhum de nós foi infiel e ambos estamos muito apaixonados. Eu pelo menos amo-a muito muito muito.

No entanto, os últimos 6 meses têm sido stressantes. Temos trabalho muito, e embora tenhamos posto de parte uma quantidade razoável de dinheiro para comprar a nossa primeira casa, tem sido raro qualquer um de nós chegar a casa antes das 10 da noite.

Basicamente, temos estado exaustos e negligentes em relação à nossa intimidade sexual e a nossa relação. Isto tem acontecido estritamente devido ao tempo e ao cansaço. Os nossos sentimentos não se alteraram uma vírgula.

Avancemos até cerca de 2,5 meses atrás para a altura em que ambos fomos convidados para reuniões de amigos distintas em partes distintas do país. Foi uma grande oportunidade para ambos libertarmos um bocado da pressão acumulada depois de trabalharmos de forma tão árdua durante alguns meses.

No entanto, estávamos desapontados por não podermos estar juntos.

Demos um beijo de despedida um ao outro, cada um disse o quanto amava o outro e o quanto sentiria saudades.

E lá fomos nós para partes separadas do país.

A este ponto podemos dizer que tivemos fins de semanas BEM DIFERENTES. O seu envolveu ir a uma festa onde - segundo ela - um homem muito bem parecido se aproximou dela. Segundo a minha namorada, quase todas as mulheres da festa ficavam excitadas só de olhar para ele. Ela ficou muito contente que ele a tivesse aproximado.

Ela não tinha nada planeado, mas todos bebiam bastante durante a festa e ela acabou na cama com ele . . . . DURANTE A MAIOR PARTE DO FIM DE SEMANA.

Quando ela voltou, ela era a namorada mais cuidadosa que poderias imaginar. Eu ainda estava demasiado cansado para ter relações sexuais com ela, mas ela foi literalmente uma mulher stepford durante as meses que se seguiram. Estupidamente pensei que isso acontecia porque ela havia sentido saudades minhas e que me amava muito.

Avancemos mais alguns dias até ao momento em que ela começou a chorar e a dizer que não poderia suportar continuar a viver uma mentira. Isto, claro, motivado pelo facto de ter descoberto que estava grávida. Não há a MÍNIMA possibilidade do filho ser meu.

Ela agora é a mulher mais arrependida e mais assustada que poderias ver. Ela até me pediu para agredir-lhe fisicamente só porque ela está tão zangada e chateada por me ter traído. Ela fará QUALQUER coisa que eu queira só para as coisas voltarem a ser como eram.

Por acaso até é um bocado perturbador. Ela está assustada e literalmente a tremer perante a possibilidade de eu deixá-la.

Se eu for honesto comigo mesmo, acho que a maior parte do seu medo centra-se no bebé. Ela chora porque não se pode vêr livre dele [isto é, matar o bebé] e está cheia de medo em mantê-lo e criá-lo sozinha.

Eu fiquei literalmente entorpecido e de coração partido.

Eu virei-me para ela e disse que, antes de podermos avançar, eu precisava da verdade. Isto é, ou ela me revelava practicamente todos os segundos do que aconteceu durante esse fim de semana ou eu ia-me embora. Não só eu sabia que isto era uma espada de dois gumes, como sabia que a realidade e os factos poderiam destruir-me. Mas eu sou uma daquelas pessoas que não pode não saber.

Os factos eram eram tão horríveis que me deixaram literalmente enjoado. Eu cheguei mesmo a vomitar. Basicamente, a minha namorada foi a estrela pornográfica pessoal deste homem.

Eis alguns factos:

  • Foi o sexo mais agressivo que ela alguma vez experimentou e ela adorou todos os minutos do mesmo. Foi o melhor que ela já teve.
  • Ela teve vários e poderosos orgasmos durante o seu fim de semana na cama.
  • Eles não usaram qualquer tipo de protecção (obviamente).
  • Ele deu-lhe algumas palmadas (não com muita força). Basicamente, ele ensinou o BDSM à minha namorada durante esse fim de semana. Fantástico.
  • Ele gravou algumas cenas com a câmara do seu telemóvel. Portanto, algures por aí há um vídeo da minha namorada a agir como uma estrela pornográfica num reles quarto de hotel.

Portanto, Reddit, não é que eu não tenha pensado nas implicações da minha pergunta, mas de certeza que o meu coração foi destroçado.

Devido ao que se passou, neste momento tenho uma namorada que está grávida dum modelo masculino BDSM, e que está tão arrependida do que fez que fará qualquer coisa que eu lhe diga de modo a que eu possa superar o que se passou e ficar com ela.

Basicamente, posso lhe tratar como bem entender, desde que nunca a deixe. Posso odiá-la para o resto da minha vida desde que nunca a abandone.

Há já algum tempo que falávamos em casar e ter filhos e ela está desesperada que eu me comprometa a isso. Ela não só continua a prometer que vai passar o resto da sua vida a compensar-me, como afirma que vai ser a esposa mais perfeita alguma vez poderia querer.

Nem sei o que pensar agora. Sinto-me como se todos os nervos do meu corpo tivessem sido alvo de um curto-circuito, deixando-me totalmente dormente.

O meu primeiro instinto foi fazer as malas e ir-me embora logo após ela sair para o emprego. Não sou o tipo de homem para criar o filho de outro homem, especialmente agora que sei como ele foi concebido.

Temos mais 2 meses de arrendamento da casa e eu posso facilmente mudar-me para um outro canto do país, com o emprego que tenho. Estou muito grato por esse facto uma vez que posso ir-me embora e nunca mais falar com ela ou ouvir falar dela.

O único problema é que estou terrivelmente apaixonado por ela. Sinto que nunca vou superar este amor. Estou hesitante.

O que achas, Reddit? É possível superar uma situação semelhante a esta? Eu simplesmente não posso criar o filho do outro gajo. Não posso.

O meu pensamento está disperso. Pensamentos racionais seriam muito bem vindos agora.


Sinceramente, não sei qual é o problema em tomar uma decisão num caso deste.

Não são ainda casados e mal ela se encontra longe dele, engravida de outro homem. Qual é a dificuldade em ver que ela não serve para ele, nem para qualquer outro homem honesto e sincero?

Este jogo psicológico que ela está a levar a cabo só vai funcionar se ele quiser. Toda esta atitude de "eu faço tudo o que quiseres" vai terminar mal ela se encontre com o anel no dedo e tenha o nome dele.

Tudo o que ele vai fazer é passar a mensagem de que a sua auto-estima é tão reles que nem se deixa afectar pelo facto da sua namorada ter sido rodada por um "pick up artist" durante um fim de semana. E todos sabemos o que as mulheres pensam de homens com baixa auto-estima.

Como dizem os comentadores da notícia, ela quer alguém que cuide do filho; ela não se importa com os sentimentos dele. Pior, embora ela tenha agido como se tivesse sentido mal pelo que fez (manifesto pela sua mudança de atitude quando voltou do fim de semana), é bem provável que ela só tenha revelado a verdade apenas e só porque a biologia seguiu o seu curso e ela engravidou.

Que garantia tem ele de que ela admitiria a verdade se não tivesse engravidado?

Outra coisa que convém notar é que ela não teve tempo para se fartar do "caso" de fim de semana. Uma vez que ela gostou tanto do outro homem, que garantia tem o namorado que ela não sentirá "saudades" e irá em busca dele?

Claro que isto nem leva em conta o facto dela ter posto a vida dele em risco ao ter relações sexuais sem protecção com um homem que é claramente um "profissional". Ela foi egoísta até ao extremo sem levar em conta as consequências dos seus actos.

Agora que ela engravidou, quer que um dos inocentes nesta história (o outro é o bebé) fique PRESO a uma mulher que agiu como uma "actriz" pornográfica durante um fim de semana com um homem que mal conhecia.

Repito: qual é a dificuldade em tomar uma decisão?



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mulher descobre que não é boa ideia trair namorado tatuador. Actualização: FALSO?

ACTUALIZAÇÃO: 29/11/2011 - 22:44

Segundo um blogue americano, a notícia é falsa?


O tatuador Ryan Fitzgerald foi alvo dum processo legal no valor de $100,000 por parte da sua ex-namorada Rossie Brovent depois desta descobrir que, em vez de tatuar nas suas costas cenas das Crónicas de Narnia, o namorado tatuou uma imagem onde se vê um monte de excremento rodeado de moscas.

Aparentemente Ryan descobriu que Rossie o havia traído com um seu amigo de longa data (grande amigo!). Em vez de a confrontar, ele agiu como se nada se passasse ao mesmo tempo que planeava a vingança.

Originalmente, Rossie tentou processar o ex-namorado Ryan por motivos de ataque, mas o engenhoso tatuador tinha antecipado este passo. Devido a isto, ele embebedou-a com vinho e tequilla e causou que ela assinasse um formulário de consentimento onde ela declarava que o design seria "segundo o critério do artista".

Não há feed-back por parte da Rossie se a ilícita noite de paixão com o amigo de Ryan valeu a pena.

Moral da história: mulheres, nunca enganem o vosso namorado se ele for um tatuador.

Uma tatuagem de m . . . . .


Em relação às tatuagens.

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