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domingo, 3 de junho de 2012

Esquerdista Nancy Pelosi paga mais aos homens do que às mulheres

A esquerdista Nancy Pelosi (D., Califórnia) recusou-se a responder a questões em torno da acusação de que os Democratas do Senado pagam mais aos homens do que às mulheres que fazem parte do staff. Ela pode ter evitado a pergunta porque a análise do Washington Free Beacon mostra que ela paga, e média, menos $26,606 por ano às mulheres.

Segundo dados salariais disponíveis ao público no site Legistorm, as funcionárias de Pelosi ganharam em média o salário anual de $96,394 (ano fiscal: 2011). Os empregados por sua vez receberam, em média $123,000 - uma diferença 27.6%.

O hiato é ainda maior se os cálculos forem feitos segundo os salários médios dos homens e das mulheres. Para as funcionárias de Pelosi, o salário médio anual em 2011 foi de $93,320, comparados com os $130,455 dos funcionários — uma diferença de 37,135, ou 40%

A equipa completa de Pelosi - tanto homens como mulheres - recebeu um salário médio anual de $108,150 e um salário médio de $114,662. Tendo como base as duas métricas, as mulheres recebem consideravelmente menos.

Fonte

* * * * * * *

Sem dúvida que as feministas americanas formarão um protesto firme e forte contra esta "guerra às mulheres" levada a cabo por uma das mulheres mais esquerdistas da recente história americana. E depois disso, canais de televisão e outros média entrevistarão as diversas mulheres que fazem parte da equipa senatorial da Pelosi e mostrarão ao mundo como a opressão machista levada a cabo pela . . . . Pelosi discriminou as mulheres.

Sem dúvida que é isso que vai acontecer, certo?

Claro que não.

A defesa dos "direitos das mulheres" por parte da esquerda militante é só fachada. A elite feminista sabe disso e os políticos esquerdistas também. As únicas que não sabem disso são as mulheres comuns que entregam a sua alma a um movimento que olha para elas como nada mais que carne para canhão.

Para as feministas: Vocês fazem a militância e as "marchas" pelos "direitos das mulheres" mas é a elite que fica com o poder e com o dinheiro. Literalmente, como se vê pela notícia relatada em cima. A vossa condição piora depois de receberem os tais "direitos" mas vocês nunca fazem a ligação entre os actos da elite e a vossa situação social. A culpa é sempre do "machismo" ou do "patriarcado" mas NUNCA da elite que vos controla.

Eu gostaria muito que as feministas que comentam aqui me explicassem o facto do partido mais esquerdista que os EUA viu nos últimos 10/20 anos pagar menos às mulheres do que aos homens. Paralelamente, seria bom que estas mesmas feministas tentassem harmonizar as suas respostas com a militância feminista que o partido de Pelosi frequentemente faz .

(Onde está a feminista Hillary Clinton quando as mulheres do seu próprio partido precisam dela?)


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Será que as feministas realmente querem direitos iguais?

É frequentemente afirmado que tudo o que o feminismo tenciona fazer é conferir direitos iguais às mulheres. Isto soa muito a "o feminismo quer dar às mulheres os direitos que os homens já possuem". Mas se os padrões de igualdade segundo o qual as feministas se regem são "os direitos que os homens já possuem", então pode-se afirmar que as feministas não buscam igualdade.

Embora seja um erro comum afirmar que o feminismo busca a "igualdade", está é uma mentira (ao estilo do nacional-socialista Joseph Goebbels) mais fácil de assimilar que a verdade inconveniente: o feminismo existe para conferir direitos especiais às mulheres à custa dos homens, das crianças, das outras mulheres e, de facto, à custa da sociedade como um todo.

Esta mentira indefensável - de que o feminismo "centra-se na igualdade" - tem sido construída em resposta à questão em si. No entanto, o PROPÓSITO do feminismo é mais facilmente revelado nos seus OBJECTIVOS do que no seu discurso político.

Tendo isto em conta, a pergunta aqui é: quais são os propósitos do feminismo?

  • 1) O feminismo glorifica a autonomia da mulher individual de tal forma que até romantiza a irresponsabilidade das mulheres.

Os votos de casamento nada valem para a mente feminista. A responsabilidade das mulheres para com os seus próprios filhos é irrelevante se tal responsabilidade infringir de alguma forma a autonomia da mulher.

Não é por acaso que as feministas promovem o aborto como um "direito"; uma vez que levar a gravidez até ao fim é sinal de responsabilidade, e como essa responsabilidade condiciona a autonomia feminina, as feministas forçam os governos a subsidiar a matança de bebés inocentes como forma delas não perderem a sua "preciosa" autonomia. O facto de todos os abortos terminarem com uma vida humana inocente é irrelevante para as feministas.

A própria estabilidade da sociedade tem um valor relativo se tal estabilidade entrar em conflito com a subjectiva "felicidade" da mulher individual.

  • 2) O feminismo quer que as mulheres ganhem o mesmo ordenado que os homens sem que elas tenham que produzir o mesmo que os homens.

Uma vez que as mulheres trabalham menos tempo que os homens (por várias razões que vão desde iniciar o trabalho mais tarde, perder horas de trabalho devido a doença , gravidez, ou voluntariamente tirar horas de trabalho para estar junto dos filhos, etc) a mulher mediana com 35 anos de idade trabalhou menos 10 anos (em horas) que os homens medianos com a mesma idade e na mesma profissão.

No entanto, as feministas exigem que as mulheres recebam o mesmo que os homens da mesma profissão apesar do facto das mulheres trazerem menos experiência, menos horas de trabalho e menos talento para o serviço (resultante do menor investimento na carreira profissional).

  • 3) As feministas afirmam que as mulheres são capazes de produzir os mesmos resultados que os homens em profissões tradicionalmente masculinas, mas ao mesmo tempo que defendem isto, elas fazem pressão política para que as leis e os requerimentos sejam alterados de modo a que mais mulheres sejam admitidas nas tais profissões que as feministas afirmam puderem ser levadas a cabo tanto por homens como por mulheres.

Ou seja, segundo as feministas, aquilo que as mulheres trazem para as forças polícias, para os bombeiros e para as forças militares é exactamente o mesmo que os homens trazem. No entanto, a noção de "igualdade" das feministas envolve perverter as leis e os testes físicos para que as mulheres possam ser polícias, bombeiras e soldados.

Se elas são igualmente capazes, porque é que se diminui o nível de exigência? Se isto não é feito com os homens que não conseguem atingir os níveis físicos que lhes dê acesso a estes postos, porque é que se deve fazer isso para as mulheres? Onde está a "igualdade" nisso?

Onde estão as feministas a fazer pressão politica para que os homens que não conseguem entrar nestes empregos entrem à mesma?

  • 4) O feminismo defende que as mulheres deveriam ter o DIREITO de combater na linha da frente das forças militares sem que no entanto tenham a OBRIGAÇÃO de o fazer - uma opção que os homens não têm.

Elas querem ser chamadas de "soldados" e "bombeiros" e "polícias" (e receber o mesmo que os homens) mas não querem passar pelas situações difíceis que os genuínos soldados, bombeiros e polícias passam. Isto não é igualdade em lugar nenhum do universo EXCEPTO na mente pervertida duma feminista.

  • 5) As feministas afirmam que, ao nível intelectual e emocional, as mulheres são tão fortes como os homens, mas afirmam ao mesmo tempo que as mulheres são vítimas de "violência doméstica" se os sentimentos delas não são rapidamente levados em consideração. Para além disso, as feministas afirmam que são vítimas de "assedio sexual" se descobrem no local de trabalho um calendário com uma mulher em bikini .

No entanto, se por acaso um homem estiver num local de trabalho maioritariamente feminino, ele não verá as imagens de homens semi-nus nos cartazes ou nas revistas feministas como uma forma de "assédio sexual".

Como diz um dos vídeos do site ManWomanMyth.com, quando um homem entra num local de trabalho, ele questiona-se sobre a forma como ele mais rapidamente se adaptará ao mesmo. Por outro lado, quando uma feminista entra num local de trabalho, ela tenta mudar o local de trabalho de modo a que o emprego esteja de acordo com os seus gostos.

Não é ela que tem que se ajustar às condições de trabalho, mas sim o trabalho que tem que se ajustar a ela.

  • 6) Embora o feminismo mantenha que os homens e as mulheres são iguais, considera as mulheres moralmente acima dos homens.

O feminismo demonstra a sua fé na superioridade moral das mulheres quando:

. . .

A realidade dos factos é que as feministas apercebem-se que elas, as feministas (e NÃO as mulheres), não são iguais aos homens. Devido a isso, elas (as feministas) desprezam os homens pelo facto deles conseguirem ser o que elas (as feministas) nunca vão conseguir ser: independentes, capazes de resistir ao governo, capazes de liderar famílias, capazes de desbravar caminhos morais, empresariais e artísticos que beneficiam toda a sociedade (e não só os homens).

As feministas odeiam a natural superioridade dos homens (sobre as feministas e não sobre as mulheres) e como tal juntaram-se num movimento baseado no ódio como forma de fazerem pressão política tendo em vista a opressão dos homens - um conceito correctamente identificado como misandria.

Nenhuma feminista pode dar algum tipo de exemplo onde o feminismo fez pressão política tendo em vista algo remotamente parecido com a "igualdade". Embora as bocas das feministas estejam cheias de PALAVRAS como "igualdade" e "emancipação", o facto é que as acções das feministas tendem a conferir direitos especiais às mulheres, independentemente da irresponsabilidade ou imoralidade das mulheres envolvidas.

Conclusão:

Toda a propaganda proveniente das feministas em torno da "igualdade" é pura manobra de diversão dirigida aos mais incautos. O importante é relativizar o que elas dizem mas observar atentamente o que elas fazem e, especialmente, contra quem elas lutam (família, homens, bebés em gestação, etc). Levando isso em conta, fica auto-evidente que, longe de ser um movimento que busca a igualdade, o feminismo busca, sim, a supremacia feminina.


Modificado a partir do original


terça-feira, 13 de setembro de 2011

A resposta estática

Breve demonstração da supremacia da ideologia sobre as evidências e a ciência:
Surtos de cólera parecem estar a aumentar, mas um novo estudo descobriu que os mesmos não podem ser explicados pelo aquecimento global. . . . . O vibrião vive em águas perto da foz do rio - aumentando e diminuindo de tamanho consoante a variação do plâncton das plantas.

O plâncton é comido por pequenos crustáceos sob cujas conchas o vibriao se agarra. A superfície superior mais quente da água oceânica suprime o crescimento do plâncton, e como tal os cientistas assumiram que o surto de cólera diminuiria com o aquecimento global.

Portanto, a hipótese defendia que os surtos haveriam de diminuir com o aquecimento global. No entanto, observações subsequentes mostram que os surtos de cólera estão a aumentar.

A mente lógica e racional concluiria que provavelmente o aquecimento global não está a ocorrer, mesmo que seja possível que não haja relação entre os surtos de cólera e as temperaturas globais.

Mas como o que hoje em dia passa por "ciência" não permite que certos dogmas revelados pelo Consenso Divino sejam escrutinados (atenção, evolucionistas!), a conclusão é a de que a hipótese ("aquecimento global = diminuição dos surtos de cólera") deve estar errada. Pior, para se manter a ideologia intacta vai ser necessário construir uma nova hipótese que 1) aceite o aquecimento global e 2) acomode o aumento dos surtos de cólera.

Portanto, mesmo quando a "nova ciência" está errada, ela está certa. Deve ser aquela coisa da "auto-correcção" que os evolucionistas e os aquecimistas tanto falam ("sim, as observações não estão de acordo com a teoria, mas isso é a vantagem da ciência: auto-correcção!").

Na mente dos evolucionistas e dos proponentes do aquecimento global, a resposta é sempre estática; o que varia é a pergunta.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O silêncio esquerdista perante a homofobia islâmica

Para quem não está ainda familiarizado com os propósitos do marxismo cultural, olhando para a forma como os mesmos defendem e avançam com a agenda sodomita, seria de esperar eles se insurgissem com a violência islâmica dirigida aos homossexuais.
A comunidade gay de Tower Hamlets tornou-se no alvo dos extremistas.

Crimes homofóbicos aumentaram cerca de 80% desde 2007/2008 . . . Durante o ano passado, um grupo de 30 muçulmanos agitou um pub homossexual local - o "George and Dragon" - agredindo e abusando os clientes.

Muitos fregueses do pub disseram ao "SundayTelegraph" que já foram atacados e assediados pela juventude maometana local. Em 2008, um estudante de 20 anos - Oli Hemsley - foi deixado permanentemente paralisado depois dum ataque por parte de um grupo de jovens islamitas.

Apenas um dos agressores foi apanhado e enjaulado.

Incidentes como este revelam de forma clara as prioridades esquerdistas. Para eles, os muçulmanos são bem mais úteis para o avanço da sua agenda política do que a ínfima população homossexual.

As queixas feitas por parte dos homossexuais (e de outros grupos vítimas do ódio islâmico) normalmente são rejeitadas segundo a desculpa de não se querer ser um "islamofóbico".

Ou seja, o politicamente correcto, o multiculturalismo e a sede de manter os maometanos a votar à esquerda faz com que os líderes esquerdistas ignorem pessoas como o jovem homossexual Oli Hemsley, vítima do ódio muçulmano.

Para os esquerdistas, a ideologia está acima de tudo - mesmo acima da integridade física de grupos sociais que normalmente dão o seu apoio a partidos políticos esquerdistas. É por isso que o nominal apoio que o esquerdume dá aos homossexuais é apenas uma táctica para atacar o Cristianismo. Acabando de destruir o Cristianismo (na Europa), os esquerdistas vão-se descartar dos homossexuais.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Educação sexual perversa por parte das Nações Unidas

O estrago feito pela organização americana com o nome de NEA (National Education Association = Associação Nacional para a Educação) extende-se para além das costas americanas. Aparentemente esta organização tem usado a plataforma das Nações Unidas para promover uma "educação sexual" que faria a Madonna corar:

Sexo oral, masturbação e orgasmos tem que ser ensinados durante a educação.
Assim afirmou a Diane Schneider a uma audiência durante um painel que visa combater a "homofobia", a "transfobia". Schneider, que representava a NEA, o maior sindicato de professoras nos EUA, propôs uma educação sexual mais "inclusiva" nas escolas americanas contendo currículos baseados em heterossexuais "liberais" (= promíscuos) e expressões homossexuais.

Ela alegou que a ideia de uma educação sexual continua a ser um paradoxo se for baseada na abstinência ou se forem aulas que os alunos possam escolher não assistir. Portanto, de acordo com o marxismo cultural, nós não só temos que aceitar o que eles chamam de normal como tal, como ainda temos que celebrar "estilos de vida" manifestamente pouco saudáveis. Pior, a existência da possibilidade para não assistir a tais "aulas" é, segundo a senhora Diane, "um paradoxo".

Mas o que é que a "educação sexual" significa segundo os esquerdistas? Ora, nada mais que engenharia social:

Uma educação sexual compreensiva é a única forma de combater o heterossexismo e a conformidade de género.
"Heterossexismo" = normalidade.
Nós temos que tornar estes assuntos parte da agenda de todos os estudantes ..... Aqueles que se opõem à homossexualidade estão presos na caixa binária que a religião e a família criam.
Portanto, como forma de acabar com esta mentalidade "binária", esta marxista cultural visa a destruição da "religião" (= Cristianismo) e da família como forma de facilitar a aceitação da promiscuidade sexual. O seu propósito é mesmo esse: destruir a moralidade, o Cristianismo (e a família), promover a promiscuidade e a perversão.

Estas pessoas com esta mentalidade demoníaca já controlam as escolas americanas. Agora querem também controlar as escolas de todo o mundo.

Boa sorte em ensinar esta perversão nos países islâmicos!

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Nações Unidas ao serviço da homossexualidade e do marxismo cultural

domingo, 6 de março de 2011

Universidade deixa que homossexuais escolham os seus colegas de quarto

Então vejamos: o que é que as universidades podem fazer para seguir o "grande plano" do marxismo cultural, como proposto por Gramsci e pela escola de Frankfurt? Eis aqui uma ideia:

A maior universidade de New Jersey vai oferecer um programa de alojamento neutro no que toca ao género em 3 dos seus dormitórios que visam tornar a universidade mais inclusiva para os estudantes homossexuais.
Com início marcado para este Outono, estudantes gays, lésbicas ou transgénicos da Universidade Rutgers podem escolher um colega de quarto que seja homem ou mulher.
Os estudantes heterossexuais vão ter também permissão para viver em quartos com estudantes do sexo oposto. Os homens e as mulheres irão partilhar as casas de banho.

Um dos responsáveis pelo projecto (Joan Carbone) disse que a ideia ganhou forma depois de ter conversado com estudantes homossexuais, lésbicas e transgénicos.

fag-flag.jpg
A nova bandeira da Universidade Rutgers

O que se passa aqui é a normalização da anormalidade como forma de destruir a instituição do casamento. Com o marxismo cultural, a norma torna-se obsoleta e as perversões ganham "direitos" e projectos de acomodação. Os promíscuos vêem as suas preferências acomodadas, mas não se apercebem que são apenas peões no grande esquema da vida.

A sexualização dos jovens e a normalização da homossexualidade são medidas que visam destruir a estrutura familiar e o Cristianismo. Os engenheiros do marxismo cultural sabiam que a sua revolução nunca ganharia forma enquanto existisse uma forte cultura cristã, e como tal, determinaram-se a construir formas de erradicar tal ideologia da sociedade.

É segundo esse prisma que temos que olhar para "medidas" como a que a notícia de cima reporta.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A agenda do marxismo cultural

O movimento esquerdista é a soma de tudo o que é anti-Bíblico, anti-civilização, anti-casamento e anti-social.

Façam um pequeno exercício: Tentem pensar em todas as ideologias e crenças que são contra o que a Bíblia diz. Agora juntem todas essas ideologias num único movimento. Isso é o esquerdismo actual.

Pensem no aborto, no auto-destrutivo comportamento homossexual, no multiculturalismo e nos movimentos ambientalistas radicais. Tudo isso são facetas duma mesma guerra; batalhas do mesmo confronto.

Esta guerra não começou em 1968, nem em 1918. Não começou com Gramsci nem com Marx e Engels. Também não começou com Darwin, nem com Malthus, nem Hume, nem com o Iluminismo e muito menos começou na Arábia há 1400 anos atrás. Estas figuras foram apenas peões nas mãos de alguém.

Esta guerra começou no Jardim do Éden quando Satanás pôs em causa o que Deus disse com as palavras "Será que Deus disse mesmo 'não comereis de toda a árvore do jardim?'". Desde então, ele tem usado pessoas, instituições e eventos para minar e destruir as estruturas sociais que Deus estabeleceu.

Os cristãos correctamente usam a unidade e a coerência da Revelação Bíblica como evidência em suporte da tese que a Bíblia tem Uma Fonte Única (Deus). Ora, os inimigos da civilização têm sido bastante consistentes na sua luta contra a Bíblia.

Primeiro tentaram destruir-nos de fora. Atacaram o casamento, a família e o cristianismo. Falharam. Como não conseguiram - tal como os revolucionários não conseguiram subverter a civilização ocidental a partir de fora - eles agora entram no acampamento inimigo e minam as estruturas internas dos seus adversários ideológicos.

Agora temos pessoas dentro da civilização ocidental que usam lugares de autoridade para promulgar ideologias que visam destruir o ocidente.

O vídeo colocado em baixo é bastante informativo sobre as intenções do esquerdismo, e como esse esquerdismo se tem transformado ao longo dos anos, embora o seu propósito seja sempre o mesmo.


Se és cristão, lembra-te duma coisa:

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. - Efésios 6:12


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Os mandamentos gramscianos

Qualquer semelhança com o Sócrates ou o Lula da Silva ou o Obama é pura coincidência.


  • Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
Isto explica o porquê dos esquerdistas insistirem em medidas falhadas como o preservativo ou promoverem o sexo em idades cada vez mais baixas.
  • Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
Deste forma, aquilo que a população ouve é só a versão que os esquerdistas querem. Isto explica também o ódio irracional que os esquerdistas tem contra a Fox News, apesar de controlarem todos os outros órgãos de informação nos EUA.
  • Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
Isto explica a necessidade dos esquerdistas em promoverem etnias como forma de destruir a coesão nacional. Nos EUA é normal os esquerdistas tentarem a todo o custo incitarem os afro-americanos contra os brancos, os hispânicos contra os brancos, as mulheres contra os homens, os judeus contra os cristãos, os muçulmanos contra os cristãos, e muitas outras formas de divisão social.
  • Destrua a confiança do povo em seus líderes;
Ronald Reagan, o mais carismático presidente americano do século 20, foi constantemente atacado durante a sua presidência. Hoje, cerca de 20 anos depois de deixar a Casa Branca, ainda há esquerdistas que afirmam que ele foi um "péssimo presidente" (Keith Olbermann).
  • Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
Hugo Chavez.
  • Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
Por isso e não só que as economias socialistas sempre foram um antro de podridão e ineficiência.
  • Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
CGTP.
  • Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
Malmoe.
  • Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
Esta guerra aos valores morais é característica universal do comunismo. Uma sociedade moralmente avançada não cai tão facilmente no engodo do comunismo.
  • Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
Por isso é que os esquerdistas americanos tanto lutam para tornar as armas ilegais, pese embora seja um direito constitucional americano ter armas na sua posse.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Multiculturalismo força vítimas de abuso sexual a não tomarem medidas

Liberalism claims to encompass many causes, but there is only one cause in the end. Since 9/11, this cause has been advanced by supporting Muslims. When an alleged commitment to the welfare of women gets in the way of sucking up to the Religion of Peace, feminism goes overboard faster than you can say Juanita Brodderick. Useful idiots in Israel provide more proof:
Two activists have exposed a disturbing phenomenon that they say is an open secret within the "peace camp": female "peace" activists are routinely harassed and raped by the Arabs of Judea and Samaria with whom they have come to identify. They say the phenomenon has gotten worse lately and that many foreign women end up as wives of local Arabs against their will, but cannot escape their new homes.
Roni Aloni Sedovnik, a feminist activist, penned an article in News1 — an independent website run by respected investigative reporter Yoav Yitzchak — under the heading "The Left's Betrayal of Female Peace Activists Who were Sexually Assaulted."
"A nauseous atrocity has been going on for a long time behind the scenes at the leftists' demonstration at Bil'in, Naalin and Sheikh Jarrah [Shimon HaTzaddik]," she writes. "A dark secret that threatens to smash the basic ideological values upon which the demand to end the occupation of the Territories rests."
It turns out, she explains, that when female peace activists from Israel and abroad come out to Judea and Samaria and demonstrate against the Israeli "occupation," they are assaulted sexually by the Arab men whom they have come to help. These are not isolated incidents, Aloni-Sedovnik stresses. Rather, this is an "ongoing and widespread" phenomenon that includes verbal and physical abuse. She accuses the 'peace' camp of purposely covering up the trend so as not to offend "the Palestinians and their heritage, which sees women as sexual objects."

Activists who manage to escape their rapists instead of being kept as slaves are encouraged not to press charges, so as not to undermine the grand struggle against oppression. Once again we see that leftists have zero moral credibility.


Tal como seria de esperar, os esquerdistas não se preocupam com as mulheres e com o seu sofrimento. Para eles o mais importante é colocar os palestinos numa boa luz de forma a poderem usar o seu não-existente ou auto-infligido "sofrimento" como arma política dirigida a Israel.

Agora imaginem pessoas com esta mentalidade a controlarem os destinos da política internacional. O que dizer de pessoas que pactuam com o sofrimento de mulheres como forma de não perturbar o avanço da ideologia esquerdista?

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Cometer crimes e ser transsexual = não ser preso

Eis como evitar ir para a prisão num mundo controlado pelos marxistas culturais:
Um traficante de droga transsexual evitou ir para a prisão porque o juiz determinou que ir para a cadeia afectaria os seus planos de avançar com a operação da mudança de sexo.
É isso aí, pessoal. Se queres evitar ir para a cadeia em Inglaterra, inventa uma história qualquer de teres que mudar o teu sexo.
Ian Morris (41 anos), que mudou o seu nome para Jean em 2009, tem agendado para a semana tratamentos hormonais subsidiados pelo Estado.
Não tentem entender os motivos que levam um Estado a subsidiar a alteração de sexo dum cidadão.
Ele estava a ser julgado depois da polícia ter interceptado quase 2 quilos de cetamina (droga alucinogénica) que lhe havia sido enviada para o seu apartamento.

Os advogados do senhor Morris apelaram ao Juíz Mark Horton que o poupasse da prisão devido à sua operação de mudança de sexo. Segundo os advogados, o senhor Morris teria um tempo "difícil" na prisão se fosse encarcerado como um homem.

O Juíz concordou e suspendeu a sentença de onze meses atribuída ao sr Morris.

Este caso não é único:
Em Julho, um transsexual que fazia download de pornografia infantil foi poupado uma estadia na prisão porque o Juiz decidiu que a prisão seria uma experiência "pavorosa" para si.

Engenharia social primeiro, justiça depois. Os marxistas culturais estão a usar o seu controlo do sistema legal para tornar o mundo num "freak show".

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Polícia inglesa ao serviço do marxismo cultural

Esta notícia é do mais bizarro que já se ouviu. Bizarro para nós que não dançamos ao ritmo da música marxista cultural.

Há cinco instituições da cultura ocidental que impedem (ou atrasam significativamente) o avanço o comunismo:

  • 1. O Judaico-Cristianismo
  • 2. A família nuclear
  • 3. A lei romana
  • 4. A filosofia grega, na sua busca pela verdade
  • 5. O patriotismo.
Esta notícia é uma instância onde os líderes esquerdistas da Inglaterra usam as forças policiais para colocarem a população totalmente dependente da "protecção" estatal, atacando a lei civil (muitas delas baseadas nas leis romanas). Para os marxistas culturais, é mais importante que o ladrão não se aleije quando viola a santidade da propriedade alheia, do que o bem estar dos cidadãos obedientes à lei.
Residentes das povoações de Surrey e Kent foram ordenados pela polícia a remover o arame das suas janelas uma vez que isso poderia aleijar os ladrões.
Não, não leram mal. É isso mesmo que a polícia fez. Efectivamente o que as autoridades estão a dizer aos cidadãos é "não se defendam!".

Obviamente que os cidadãos locais estão furiosos com tal medida, uma vez que torna criminosos aqueles que tentam-se defender dos verdadeiros criminosos.

Os locais haviam reforçado as suas janelas com arame cruzado depois duma série de assaltos, mas a polícia comunitária proibiu os locais de o fazer uma vez que isso seria "perigoso" e poderia levar os criminosos a pedir compensações se se "aleijam".
'Dangerous': Police have told villagers that wire mesh protecting their windows could hurt burglars and lead to lawsuits
Sim, "perigosas". Segundo a polícia, os pobrezinhos dos larápios poderiam-se magoar e dar entradas a processos crime contra os donos da casa.
Residentes furiosos criticaram as forças polícias uma vez que tentam proteger os criminosos.
"Tentam"? Eles não "tentam"; esse é o objectivo deles: destruir a validade dos costumes e leis que tornaram o Ocidente não-marxista a área mais próspera do globo.

Um dos moradores, desconhecedor da agenda marxista cultural, afirma:
Reforcei as minhas janelas com arame, mas foi-me dito pela polícia que eu tinha que ter cuidado porque os ladrões poderiam-me processar se eles se aleijassem.

Quer dizer, o que é que nós fazemos? Deixamos que eles nos roubem?

É ridículo que a lei os proteja embora eles a estão a violar.

É isto que o marxismo cultural faz a uma sociedade: protege os criminosos e pune os que obedecem a lei. Isto, essencialmente, torna a lei uma farsa. Lei passa a ser o que os engenheiros sociais qualificam de "lei".

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Tarnac 9

Original de Orlando Braga


Tenho a convicção de que 99% dos portugueses nunca ouviu falar da organização Tarnac 9, pela simples razão de que os me®dia portugueses a ignoraram sistematicamente. E se porventura, no meio da espiral do silêncio que impera nos nossos me®dia , alguém ouviu falar do assunto porque os me®dia o mencionaram, terá sido tão de passagem que provavelmente não ficou em memória.

Naturalmente que não tenho a mínima dúvida de que os militantes da esquerda radical, como é o caso do Bloco de Esquerda, sabem perfeitamente o que é o Tarnac 9 e o que ele significa; mas se fizerem uma consulta aos blogues dos mais proeminentes esquerdistas radicais da nossa praça, não encontrarão uma única referência ao assunto. O segredo é a alma do negócio.


No Outono de 2008, a polícia francesa invadiu literalmente a vila de Tarnac, perto de Limoges, no coração de França, prendendo um grupo de jovens franceses de classe média/alta e com idades entre os 22 e os 34 anos. Esse grupo de jovens dedicou-se à insólita actividade de sabotar as linhas de caminho de ferro franceses, em mais de 160 actos de sabotagem. O líder do grupo, Julien Coupat, escreveu um ensaio que pode ser lido em inglês e com o título “A Insurreição Que Chega” (The Coming Insurrection), de que falarei noutro postal.

Quais são as influências ideológicas do grupo terrorista Tarnac 9? Desde logo e em primeiro lugar, temos o marxismo cultural através de Foucault, Derrida, Deleuze. Mas não só: através da adesão às ideias de Georges Bataille, o grupo assimilou a dialéctica de Hegel, Karl Marx, Freud, Nietzsche e o seu amado Marquês de Sade.

Reparem bem: jovens licenciados de 22 a 30 anos, meninos do papá e cheios de dinheiro no bolso — a esquerda caviar radical que tem a sua correspondência em Portugal no Bloco de Esquerda. Não se trata de gente pobre e desempregada: trata-se de jovens da classe média / alta.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cantores portugueses apoiam terrorista esquerdista

Henrique Raposo
Músicos portugueses estão a apoiar um terrorista italiano que fugiu para o Brasil. O costume: como é de extrema-esquerda, Cesare Battisti não é "terrorista". É apenas "ativista". A esquerda é fofinha e não faz mal a ninguém.

I. "Hoje Battisti, amanhã tu", este é o nome da música de José Mário Branco e Manuela de Freitas, que junta Tim, Paulo de Carvalho, João Gil, Virgem Suta, Camané, Aldina Duarte e Amélia Muge. O título da notícia é reveladora da mentalidade deste grupo: Cesare Battisti , que foi condenado pelo assassínio de várias pessoas, é apresentado como um mero activista . É como se o PAC (Proletários Armados pelo Comunismo) fosse uma ONG pacífica.

É como se Cesare Battisti fosse um inofensivo e fofinho servidor da Greenpeace ou assim. Meus amigos, o PAC andou a matar gente e a explodir coisas no tempo das Brigadas Vermelhas, e Cesare Battisti está condenado pela justiça de Itália e França. Não estamos a falar dos tribunais da Coreia do Norte ou do Sudão. Estamos a falar do estado de direito de duas democracias.

II. Este caso voltou à tona, porque Lula decidiu sair da Presidência com um bang: concedeu o estatuto de "refugiado político" a Battisti, infringindo assim o direito internacional . Este é, portanto, um ato fora da lei. Mas isso é amendoim torrado. O que me importa é ver - pela enésima vez - a arrogância moral da esquerda.

Se Cesare Battisti fosse um tipo de extrema-direita, o governo Lula teria enviado um porta-aviões para entregar o homem em Roma. Mas como Battisti é de extrema-esquerda, calma, camaradas, que o Berlusconi não se fica a rir. Cesare Battisti matou pessoas inocentes e tentou destruir uma democracia e um estado de direito com o objetivo de instalar um regime comunista.

Para Lula e para os cantores portugueses, parece que só interessa a parte do "instalar um regime comunista". A parte das vítimas e da violência é conversa mole. A esquerda, mesmo quando é extrema, está acima do bem e do mal.

III. Meus amigos, um terrorista, um homem que usa violência política tem de ir para a cadeia, seja ele de direita ou de esquerda. Mas, como salienta Reinaldo Azevedo, a esquerda continua a acreditar que a cadeia é apenas para o inimigo .

Por isso, Lula acha que Cesare Battisti é somente um "refugiado político", uma espécie de budista (com fuzil escondido na batina). Por isso, os nossos músicos acham que o homem é apenas um "ativista" perseguido pelas suas opiniões (esqueçam lá os atos provados em tribunal). Caramba, estamos em 2011, e ainda temos músicos portugueses a proteger um terrorista de extrema-esquerda. Nunca vamos sair de 1975?

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