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quinta-feira, 13 de julho de 2017

"Justiça" marxista

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Grupo feminista não quer igualdade prisional


O projecto que teve início em Brighton na costa sul da Grã-Bretanha gere um conjunto de centros que organizam instalações de reabilitação comunitária para as mulheres. A pressão política levada a cabo por este grupo milita de modo a que esta abordagem seja aplicada numa escala mais ampla, visto que o mesmo grupo alega que esta metodologia se revelou mais eficaz.

Um proporção significativa sofreu também violência séria e contínua, ou violência sexual, quer em idade adulta quer em idade infantil.
– Inspire Women’s Project, Executive Summary.

Qual seria, então, o argumento para que as mulheres evitassem ir para a prisão? Este artigo publicado no ano passado resume muito bem o argumento feminista. O próprio título, "Mães & Prisão: As Alternativas" (“Mothers & Prison: The alternatives”), começa mal desde o início visto que é injusto alegar que as mães merecem um estatuto especial na mesma sociedade onde os homens não têm direitos de custódia iguais.

A partir daqui, o artigo só piora. Tal como muitas feministas, os argumentos usados pelo grupo Inspire usam o truque da omissão quando tentam  justificar o tratamento desigual para os criminosos do sexo masculino e para as criminosas do sexo feminino. Os apoiantes desta política afirmam que as transgressoras femininas são tipicamente de ambientes familiares desfavorecidos e abusivos. Muito provavelmente estão correctas, mas o que elas deixam de fora é que isto resume o ambiente familiar de virtualmente todos os homens na prisão. Uma história de violência e negligência é frequentemente o que caracteriza a vida inicial dum transgressor criminal reincidente. De mesma forma, uma larga proporção dos homens nas prisões sofreram, ou ainda sofrem, de doença mental - precisamente o mesmo argumento que a Inspire usa para as transgressoras do sexo feminino.

Ponderar sobre estes tópicos é tocar numa questão que deu trabalho aos filósofos e comentadores através dos tempos. Qual é o propósito do castigo? Será para reformar os indivíduos, ou infligir um castigo que envolve um sentido de satisfacção dentro da sociedade mais alargada? Será que é para intimidar o criminoso, e, através do exemplo, intimidar os outros membros da sociedade?

Convém ressalvar que a maior parte dos casos que são apresentados como forma de apoiar o argumento feminista são o produto da própria boca da transgressora. É um cliché bem conhecido que todos os criminosos são peritos na construção de histórias emotivas. Se eles tivessem essa possivbilidade, virtualmente todos os homens das prisões iriam alegar terem sido "vítimas" e que o seu caso merece algum tipo de simpatia. As mulheres que usam este tipo de argumentação têm a vantagem de ser complicado andar por uma rua duma cidade sem ver um poster duma mulher a sofrer algum tipo de injustiça, consequência duma sociedade que é rápida em olhar para a mulher como vítima.

Custa £45,000 manter uma mulher na prisão durante o ano inteiro - ao mesmo tempo que 45% de todas as mulheres que foram libertas em 2010 sob regime de custódia voltaram a transgredir no espaço de 12 meses.
 – site do Ministério da Justiça

É difícil ver de que forma qualquer um destes exemplos que a Inspire e os apoiantes com a mesma filosofia usam podem, de alguma forma, ser útil para justificar o tratamento desigual entre homens e mulheres; o que quer que seja dito das transgressoras e do tratamento que elas merecem é tipicamente verdade em relação aos transgressores (homens).

Será houve algum conjunto de regras universais feitas para excluir alguns transgressores do tratamento normal? Se o criminoso tem uma história de vida triste, será que ele deve evitar a prisão? Ou será que uma história de doença mental é motivo para não se ir para a prisão? Se sim, então preparem-se para retirar 90% dos transgressores do sexo masculino das prisões e colocá-los dentro da população geral. Sem dúvida que a curto prazo isso iria poupar dinheiro, visto que o elevado custo de manter as mulheres na prisão é um argumento usado pelas feministas para conferir tratamento especial às mulheres. No fundo, este argumento falha o mesmo teste básico de todos os argumentos que militam por tratamento injusto visto: tudo o que possa ser dito das mulheres pode também ser dito dos homens transgressores.

No fundo, algumas pessoas podem debater se a sentença comunitária, em oposição à detenção, é uma "opção suave", e a maior parte da retórica emprega fraseologia tal como "duro esquema comunitário". Um teste simples seria oferecer a cada criminoso sentenciado a escolha de ir para a prisão ou cumprir uma sentença comunitária. É preciso levar em conta que quando chegar a altura do criminoso enfrentar a cadeia, normalmente ele já está suficientemente familiarizado com o sistema de justiça de forma a fazer uma decisão informada. Segundo os apoiantes dos esquemas-específicos-para-as-mulheres, os criminosos não revelariam qualquer tipo de preferência pela sentença comunitária em vez da prisão.

E mesmo que sejam encontradas diferenças na eficácia das sentenças comunitárias para os homens e para as mulheres, isso não mudaria nada. Se ficasse provado que a taxa de reincidência criminosa entre os homens que haviam cumprido uma sentença comunitária era mais elevada, as feministas iriam alegar que isso era uma evidência forte de que o serviço comunitário não era abordagem correcta para os homens. No entanto, se ficasse provado que a reincidência das criminosas era maior entre aquelas que haviam cumprido serviço comunitário, as feministas alegariam que isso era evidência de que as mulheres criminosas precisavam de um apoio maior. Não há forma de vencer esta lógica.

Uma experiência intelectual pode ser usada para esclarecer ainda mais o assunto. Imaginemos que era descoberto que durante os anos 70, na África do Sul, o governo havia declarado que os brancos iriam receber um tratamento diferente dos negros caso ambos levassem a cabo o mesmo crime. Poderia ser alegado que os brancos eram menos susceptíveis de se envolverem em actividades criminosas e que a minoria que se envolvia era tipicamente vitima das dificuldades e da pobreza. Mais ainda, medidas tais como a educação e o serviço comunitário pareciam ser mais eficazes do que a prisão entre os criminosos brancos. Será que serias capaz de viver com isso?


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Um dos propósitos do feminismo é separar as mulheres das consequências do seu próprio comportamento, elevando assim as mulheres para uma artificial posição de impunidade moral que só lhe faz mal. Esse é um dos propósitos do aborto. Agora, ficamos a saber que as feministas não querem que as mulheres sejam presas, mesmo que cometam exactamente o mesmo crime que os homens. Ou seja, as feministas querem "igualdade" de regalias com os homens, mas não querem igualdade de responsabilidade.

O propósito final disto, obviamente, não é ajudar as mulheres (porque pessoas a quem não são exigidas responsabilidades, mais cedo ou mais tarde, entram em rota de auto-destruição) mas sim destruir ainda mais os relacionamentos entre os homens e as mulheres, causando a que os homens comecem a olhar para as mulheres da mesma forma que todas as pessoas que foram vítimas de injustiça olham para quem beneficiou com a injustiça.



sábado, 14 de dezembro de 2013

Falsa alegação de violação destruiu a vida de um homem inocente

No dia 18 de maio de 2006, ao sair de sua cela e cruzar os muros da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, Heberson Oliveira, 30, achou tudo estranho. O sol estava alto, mas não era o calor que lhe incomodava.

Aquele era seu primeiro dia de liberdade após dois anos e sete meses na prisão. Nem ele acreditava mais que isso um dia pudesse acontecer.

- Eu já tinha perdido as esperanças de sair da cadeia vivo. A minha cela já estava virando a minha casa - conta Heberson, quase cinco anos depois, sentado na cama tubular cor de vinho de seu irmão mais novo. Heberson Oliveira é o rosto de um silencioso drama brasileiro: o das vidas roubadas pela lentidão da Justiça. Foi preso em novembro de 2003, suspeito de ter estuprado uma menina de nove anos de idade. Ele negou ter cometido o crime e disse que sequer estava em Manaus na época em que tudo ocorreu.

Mesmo sem nenhuma prova material ou testemunhal que o incriminasse, foi indiciado, denunciado e transferido para a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). Só dois anos e sete meses depois de ter sido preso é que Heberson foi julgado e, finalmente, considerado inocente.

Mas a sentença que o pôs em liberdade não foi suficiente para lhe fazer um homem completamente livre. Heberson foi estuprado pelos “xerifes” da cadeia e contraiu o vírus da AIDS.

- Eu fui violentado lá dentro. Na hora do desespero, não vi quantos eram. Só queria que aquele sofrimento acabasse. Agora, essa doença vai me acompanhar pelo resto da vida. Eu estou condenado à morte. A Justiça roubou minha vida - desabafa tentando disfarçar o constrangimento evidente no queixo tremido.

Paradeiro

Para encontrar Heberson é preciso paciência. Depois que saiu da cadeia, ele morou durante algum tempo na casa de sua mãe, mas depois de três crises de depressão, se entregou às drogas e saiu de casa.Tentou alguns empregos, mas não se firmou em nenhum lugar.

- É difícil alguém oferecer emprego para um ex-presidiário e um aidético. Algumas pessoas me ajudaram, mas aí vieram as depressões. Eu vivo cuspido pela sociedade - diz chorando.

Heberson, que tinha o corpo firme e o rosto limpo antes da prisão, agora parece uma sombra. Emagreceu pela doença e pelo vício. A barba cresce e o cabelo encaracolado escapa pelas laterais de um boné esfarrapado. Dorme sob marquises, em terrenos baldios ou construções abandonadas na periferia de Manaus.

Quase todos os dias, ele vai à casa de sua mãe, Maria do Perpétuo Socorro, 51, em uma rua estreita e esburacada do bairro Compensa II, na Zona Oeste de Manaus. Caminha lentamente pelas ladeiras do bairro e, aos poucos, a gritaria na mercearia ao lado da casa de sua mãe vira cochicho. Atento, ele percebe que os olhos se voltam em sua direção; abaixa a cabeça e continua a andar.

Ao fim da tarde, Heberson deixa a casa da mãe. Carrega um saco plástico com roupas sujas e objetos catados na rua. Maria, pela janela, olha o filho indo embora mais uma vez, sem muito o que fazer. E Heberson, sem paradeiro definido, desaparece na rua sem saber quando ou se vai voltar.

Fonte: http://bit.ly/1bNfD4q



terça-feira, 5 de novembro de 2013

A verdadeira cultura de estupro aflige os homens e não as mulheres.


Segundo evidências que levam em conta os incidentes que ocorrem dentro das prisões, mais homens que mulheres são vítimas de abuso sexual nos EUA. Dados provenientes do Departamento de Justiça Americano (DJA) revelam que em 2008 estima-se que 216,000 homens foram abusados sexualmente enquanto se encontravam na prisão. Fora das prisões o número total de violações foi de 90,479.

O DJA deu início a uma série de processos e regulamentações que visam controlar as elevadas taxas de violação que ocorrem nas prisões federais. Estudos recentes revelam que 4,5 porcento dos presidiários com 16 e 17 anos nas prisões adultas, e 4,7 porcento daqueles que se encontram nas prisões reportaram terem sido vítimas de abuso sexual.

As novas directrizes do DJA em relação à violação incluem separar aqueles com menos de 18 anos dos adultos, mas muitos críticos alegam que isto deixará muitos jovens em solitárias virtuais.

As modificações foram colocadas em práctica durante os últimos 10 anos depois do Congresso ter aprovado a "Prison Rape Elimination Act" (PREA). Segundo os termos da PREA, todas as instalações presidiárias têm que ter uma tolerância zero às violações que ocorrem por trás das grades. Procedimentos devem também ser colocados em práctica de modo a investigar as alegações de abuso sexual e melhorar o cuidado dirigido às vítimas.

O relatório apurou também incidentes onde as mulheres que trabalham nas prisões abusam dos prisioneiros masculinos.

O US News reportou que os estados que não coloquem em práctica as regulamentações perderão cinco porcento do financiamento federal para as prisões. Esses estados foram também avisados de que eles enfrentar tribunais civis devido a processos iniciados pelas vítimas de abuso sexual.




sábado, 26 de outubro de 2013

18 meses de prisão para Angela Maier é muito pouco

Assassina
Tribunal Austríaco apurou que duas mulheres grávidas perderam os seus filhos depois duma amiga invejosa ter envenenado as suas bebidas. A secretária Angela Maier, de 26 anos, estava desesperada por ter um filho seu depois de ter sofrido três abortos espontâneos. A mulher deprimida foi consumida de inveja depois de ficar a saber que a cunhada e a melhor amiga estavam grávidas.

Maier disse o seguinte ao tribunal de Klagenfurt (Áustria):

Não suportava a ideia delas terem filhos - que mais tarde cresceriam - enquanto o meu estava morto. O meu teria a mesma idade que os delas, mas em vezz disso, o meu estava morto enquanto os delas cresciam.

Maier, que sofria de depressão como consequência da sua perda e como consequência da perspectiva das amigas virem a ter filhos, cruelmente envenenou as futuras mães com um medicamento que havia sido prescrito a ela depois do seu aborto espontâneo. O tribunal ficou a saber como a mulher e a sua melhor amiga haviam engravidado na mesma altura, e como elas haviam feito compras de roupas de bebés juntas.

A amiga disse:

Pedi um copo de água e ela disse que tinha uma bebida especial para as mulheres grávidas que ela já não precisava. Passado pouco tempo comecei a sangrar e perdi o bebé. Quando descobri o que ela tinha feito, escrevi-lhe de votla e disse que ela era uma assassina. Não consigo perdoar o que ela fez.

Passados que estavam dois meses, Maier convidou a sua cunhada para uma visita, e voltou a fazer o mesmo - misturando o medicamento com chocolate quente, e "observando enquanto eu a bebia", afirmou a vítima junto do tribunal. O tribunal ficou a saber que ambas as mulheres sofreram um aborto espontâneo.

Mais tarde, Maier teve a sua própria filha, que tem agora 3 anos.

Dois anos mais tarde, consumida pela culpa pelo que havia feito (e depois de ter ficado a saber que ambas as mulheres se encontravam outra vez grávidas outra vez), Maier escreveu para as duas mulheres para se confessar.

Maier foi condenada a 18 meses de prisão - 14 de pena suspensa - depois de apurar que ela era psicologicamente capaz mas que havia passado por momentos de depressão. A Juíza Michaela Sanin disse: "Você tirou maliciosamente a vida de dois bebés em gestação."

Fonte http://ow.ly/pXsiu

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Dezoito meses de prisão por ter morto dois seres humanos só é possível se o agente causador pertence ao sexo privilegiado. Se um homem desse medicamento abortivo a duas mulheres, e matasse os seus dois bebés, certamente que ele não seria condenado a 18 meses de prisão (e de certeza que não veria a maior parte da sua pena sendo colocada como "suspensa").

É por incidentes como este que nós podemos ver claramente que as alegações de "opressão machista", tão falada no mundo ocidental, não correspondem à realidade dos factos. Contrariamente ao que a esquerda política ideologicamente alega, a mulher ocidental (branca e da classe média) não se encontra em "opressão"

Se existem mulheres no mundo actual que de facto vivem num regime opressor, essas mulheres não se encontram no Ocidente mas sim no Oriente islâmico.





quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mulher fica surpreendida por ir para a prisão depois de violar a lei

Uma desculpa chorosa por parte duma professora não convenceram um juiz de Fresno County a deixá-la em liberdade depois dela ter admitido ter tido relações sexuais com um estudante. Megan Denman, de 30 anos, declarou-se culpada de seis acusações criminais depois de se terem passado apenas alguns meses desde o momento da sua prisão. Mas ela não contava ir para a prisão.

Denman veio para o tribunal sabendo que outras professoras na sua situação haviam evitado a prisão ou mesmo penas de prisão. Ela encontrava-se num estado emocional muito elevado durante a audiência, e a pior  parte veio quando soube que não teria a mesma sorte que as suas pares.

Os olhos de Megan Denman encontravam-se já cheios de lágrimas quando o deputado colocou as algemas nos seus pulsos, antes de a levar para uma longa viagem até a prisão de Fresno County - uma viagem que, segundo o advogado, veio como um choque para ela. Um repórter da Action News perguntou ao advogado Roger Nuttall:

Megan estava pronta para ir para a cadeia hoje?

Nuttall respondeu:

Acho que não, principalmente porque ela nem pensava em ir para a cadeia hoje.

Esta crença baseava-se numa sentença dada a antiga professora Nadia Diaz (Washington Union) há menos de dois meses atrás, depois dela ter tido uma relação sexual com um menor de 15 anos.  Diaz foi "condenada" a ficar em liberdade condicional e não recebeu tempo de prisão algum.

No caso de Denman, ela enfrentava 26 anos de prisão por ter tido uma longa relação sexual com um estudante. A antiga professora de ciências sociais tinha 28 anos quando tudo começou, e a vitima 16.

A Promotora Lara Clinton alegou que uma sentença de liberdade condicional provaria a existência dum padrão duplo para as professoras:

Acho que se estivéssemos a falar dum homem de 28 anos a ter relações sexuais com uma estudante de 16 anos que é uma criança e sua estudante, isso seria bastante repulsivo.

Mas a vítima não queria que Denman processada, e os psiquiatras afirmaram que é muito pouco provável que ela volte a repetir o crime. Para além disso, e como dito em cima, ela emitiu um pedido de desculpas muito emotivo ao juiz:

Encontro-me profundamente arrependida pelo desapontamento que causei aos meus colegas, aos estudantes, a mim própria, e ao meu marido. Todos os dias vivo com a culpa e com o ódio que tenho pelo que fiz.


A decisão final do juiz significa que ela levará essa culpa para a prisão.

Ficou agendado que Denman aparecerá de novo no tribunal no diz 30 de ABril. Ela nunca mais poderá trabalhar como professora, mas o juiz ordenou que ela não terá que se registar como agressora sexual

Fonte: http://ow.ly/p9Lr1

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O motivo que levou esta mulher a não contar cumprir tempo de cadeia prende-se com o facto das mulheres normalmente serem extremamente beneficiadas pelo sistema legal ocidental. (Isso talvez explique o porquê do comportamento de algumas mulheres.)

Claro que igualdade nas sentenças de prisão não é algo que interesse o movimento feminista, e como tal, elas fazem-se notar em casos como este pela sua ausência. Pior ainda, para além das mulheres já serem beneficiadas pela lei, as feministas querem que elas sejam ainda mais beneficiadas pelo facto de serem mulheres. Ou seja, as feministas "lutam pela igualdade", excepto quando não lutam pela igualdade.

O mais curioso do facto das mulheres receberem penas menores pelos mesmos crimes cometidos pelos homens é o facto do sistema legal "opressor e machista" - o mesmo que favorece as mulheres - estar totalmente (ou em grande parte) dominado por . . . . homens. Ou seja, são os homens que dão penas mais pesadas aos homens, e são os homens que dão penas mais leves às mulheres.

Estranha sociedade "opressora" a nossa onde os "opressores" se oprimem mutuamente, e as "oprimidas" são favorecidas pelos "opressores". Entendedores entenderão.





domingo, 19 de maio de 2013

Mulher deu à luz um bebé com 4,5 gramas de álcool no sangue

Recém-nascido com elevada taxa de alcoolemia encontra-se em perigo de vida e mãe arrisca-se a enfrentar consequências penais.

Na Polónia, uma mulher deu à luz um bebé com 4,5 gramas de álcool no sangue.

A mãe, de 24 anos, terá desmaiado numa loja de bebidas alcoólicas e foi transportada com urgência para o hospital, com uma taxa de 2,6 gramas de álcool por litro de sangue.

A mulher foi imediatamente internada e os médicos viram-se obrigados a realizar uma cesariana com urgência para conseguir salvar o bebé, atendendo ao elevado nível de álcool que a jovem tinha no sangue.

"Quando saiu, o seu coração [do bebé] batia muito pouco e tinha 4,5 gramas de álcool no sangue", conta Wokciech Zawalski, porta-voz do hospital local.

Na Polónia a taxa máxima de álcool no sangue permitida a um condutor é de 0,2 gramas por litro, pelo que o recém-nascido tinha um valor 23 vezes acima do permitido.

O bebé, que nasceu duas semanas antes do previsto, está inserido numa incubadora na unidade de cuidados intensivos e está a ser alvo de uma desintoxicação.

A mulher arrisca-se a perder a guarda do filho e a passar cinco anos na prisão por ter colocado a vida do bebé em risco.

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Homem não consegue pagar pensão alimentícia a filho que não é seu. Adivinhem onde é que ele se encontra agora?

Há mais de um ano que Frank Hatley agoniza numa prisão de South Georgia. O motivo? Ele foi incapaz de reembolsar o Estado pela assistência pública que o "seu" filho recebeu durante as duas últimas décadas. O problema é que ele não é o pai biológico do jovem, facto que a assistente especial do procurador-geral (bem como a Juíza) sabiam disso. Mas isso não impediu que ele fosse lançado na prisão.

Johnny Daughtrey (Cook County Sheriff) disse: 

Sinto-me mal por ele. Coloquem-se no seu lugar: se não fosse vosso filho, vocês haveriam de querer pagar pensão alimenticia?

Daughtrey afirmou que espera que a audiência da próxima Quarta Feira resolva a situação.

Hatley tem sido mantido na prisão do estado (em Adel) desde Junho de 2008, custando ao município entre $35 a $40 por dia. Mesmo depois de saber que ele não era o pai, Hatley pagou milhares de dólares que o estado disse que ele devia. Depois de perder o emprego e passar a ser um sem-abrigo, continuou a fazer os  pagamentos ordenados através do dinheiro que recebia do subsídio de desemprego.

A advogada de Hatley, Sarah Geraghty (Southern Center for Human Rights de Atlanta) afirmou que dois testes de paternidade independentes - um feito há 9 anos e outro feito há alguns dias - confirmaram que ele não era o pai biológico. Geragthy afirmou:

Este é um caso onde o zelo excessivo pela recuperação de dinheiro supera o senso comum. Que razão legítima poderá existir para o Estado perseguir o sr Hatley em busca de pensão alimentícia quando ele não tem filhos?

Segundo o advogado familiar Randall Kessler, que não está associado ao caso, para Hatley pode ser difícil livrar-se da ordem judicial. “Certamente que é injusto,” disse Kessler. “Mas ao mesmo tempo, ele está a lidar com uma ordem judicial válida.”

Russ Willard, porta-voz do Procurador Geral do Estado, disse que se Hatley conseguir mostrar durante a sua audiência que ele é um indigente, o Estado não se oporá à sua libertação. Willard disse ainda que Hatley poderia ter feito uma aplicação para o "Child Support Services" do Estado, requisitando que ele fosse aliviado das suas obrigações, mas ele não fez tal pedido.

Segundo os documentos judiciais, nunca foi dito a Hatley que ele poderia ter um advogado designado pelo Estado se ele não tivesse dinheiro para pagar um. Geraghty disse que só recentemente tomou conta do caso de Hatley depois do Xerife lhe ter pedido que falasse com Hatley acerca da sua situação. Geraghty afirmou que Hatley já havia pago um total de $9,524.05 em pensão desde Abril de 1995, mas os registos anteriores a esta altura não se encontram disponíveis.

A Mentirosa

Segundo os registos legais, durante os anos 80 Hatley teve um relacionamento com Essie Lee Morrison, que engravidou e afirmou a Hatley que ele era o pai. O casal nunca chegou a contrair matrimónio, e mais tarde ambos se separaram pouco depois de Travon ter nascido no ano de 1987.

No ano de 1989, Morrison requisitou assistência pública através do "Department of Human Resources" estadual. Depois disto, o Estado moveu-se para exigir a Hatley que reembolsa-se o custo dos subsídios conferidos a Travon, coisa que Hatley concordou, assumindo que o filho era realmente seu.

Mas no ano 2000, e segundo os registos legais, amostras de ADN de Hatley e Travon demonstraram que eles não tinham qualquer laço de parentesco. Com a ajuda do advogado da "Georgia Legal Services", Hatley foi a tribunal e foi aliviado da responsabildiade de pagar pensão alimentícia futura. No entanto, ele tinha ainda que lidar com o facto de ter sido um "pai caloteiro" [inglês: " deadbeat dad"] quando se pensava que ele era realmente o pai. 

O advogado de Homerville Charles Reddick, trabalhando como assistente especial do Procurador-Geral, preparou uma ordem exigindo a Hatley que pagasse os   $16,398 que ele ainda deve em em pensão.

A ordem de 21 de Agosto de 2001, assinada pela "Cook County Superior Court Judge" Dane Perkins, reconheceu que Hatley não era o pai de Travon, mas isso não impediu que ele pagassse quase $6,000. Mas durante o ano passado, Hatley perdeu o emprego, e passou a ser um sem abrigo (vivendo no seu carro). Mesmo assim, ele fez alguns pagamentos usando o dinheiro proveniente do subsídio de desemprego.

Mas por volta de Maio de 2008, aparentemente ele não havia pago o suficiente. Numa outra ordem judicial assinada por Reddick e aprovada pela Juíza Dana Perkins, foi apurado que Hatley se encontrava em falta, e, como consequência, foi colocado na prisão. Quando ele for liberto da prisão, elevai ter que continuar a pagar cerca de $250 por mês até a dívida estar saldada. 

Fonte

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Fraude na paternidade é um dos actos mais nojentos e cobardes que pode ser feito contra um homem e contra a criança. Passar 20 anos a subsidiar o estilo de vida duma criança inocente, gerada com outro homem, é algo horrível, desmoralizador e verdadeiramente perturbador. O pior é que hoje em dia muitos homens encontram-se precisamente nessa posição - isto é, a suportar crianças que eles pensam serem suas quando não são.
Igualmente trágico é a crença de que a fraude na paternidade nunca ocorre:



O único motivo que leva a que esta questão (fraude na paternidade) não seja um tópico com mais visibilidade devido à óbvia gravidade da situação (imaginem uma criança saber que o homem que sempre viveu com ela não é o pai biológico) é o actual domínio cultural que o feminismo possui. Nesta nova atmosfera cultural onde nos encontramos imersos, o comportamento feminino menos louvável - qualquer que ele seja - nunca pode ser de responsabilidade sua. O Estado e o homem é que se vêem na obrigação de assumir as consequências do comportamento feminino.

Se uma mulher é suficientemente adulta para se entregar sexualmente a um homem que não é o seu esposo, ela tem que ser suficientemente adulta para arcar com as consequências dos seus actos. Atribuir a paternidade a um homem inocente  é cobardia e traição - e uma traição que não só afecta o homem, mas principalmente a criança.



domingo, 28 de outubro de 2012

Não existe igualdade nas penas de prisão



Se és um criminoso condenado, a melhor coisa que podes ter a teu favor é o teu sexo. Um estudo recente levado a cabo pela professora assistente da Universidade de Michigan, Sonja Starr, apurou que, nos tribunais federais, os homens são alvo de penas de prisão mais longas, mesmo que eles tenham levado a cabo crimes iguais aos cometidos pelas mulheres.

O estudo reportou que, em média, os homens recebem penas de prisão 63% mais elevadas que as penas de prisão conferidas às mulheres.

Sonja Starr descobriu também que as mulheres que são presas por um crime, são significativamente mais susceptíveis de evitar acusação formal e condenação, e duas vezes mais susceptíveis de evitar encarceramento, se condenadas.

Outra pesquisa descobriu evidências do mesmo fosso entre os sexos, embora Starr afirme que a disparidade possa ser ainda maior do que a previamente suspeitado uma vez que outros estudos não levaram em conta os acordos feitos antes dos julgamentos e outros passos jurídicos dados pelos sistemas de justiça criminal antes das condenações.

Um estudo de 2009 sugere que esta diferença existe porque "os juízes tratam as mulheres de uma forma mais permissiva por motivos prácticos, tais como as acrescidas responsabilidades no cuidado de crianças."

[...]

Fonte

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Curioso que cuidar de crianças seja motivo suficiente para conferir às mulheres penas mais reduzidas, mas as mesmas crianças já não sejam razão suficiente para explicar a disparidade existente nos salários. Dito de outra forma: se alguém alega que um dos motivos que gera a diferença salarial entre homens e mulheres é o facto das mulheres serem as principais responsáveis pelas crianças e, devido a isso, escolherem ficar mais tempo junto dos seus próprios filhos, essa explicação não é suficiente.

Isto revela a tradicional duplicidade do esquerdismo: as mulheres são as principais responsáveis pelas crianças se a alternativa a isso é ir para a prisão, mas já não são as principais responsáveis pelas crianças se a alternativa é passar 9 horas fechada num escritório. As crianças parecem ser, assim, peões neste jogo de poder e nesta guerra cultural sem trincheiras.

Pondo de parte este tratamento preferencial dado à "mulher oprimida", seria importante saber se as mulheres sem filhos recebem penas de prisão análogas às recebidas pelos homens no geral. Não tendo neste momento qualquer forma de confirmar ou refutar esta hipótese, pode-se especular e afirmar que a disparidade provavelmente se mantém porque o que causa a que as mulheres recebam penas mais leves não é o facto de terem filhos mas o facto de serem mulheres.

Escusado será dizer isto, mas o movimento misândrico com o nome de "feminismo" não se envolve na luta pela "igualdade nas penas de prisão" porque o feminismo não têm em mente a igualdade entre os sexos, mas - entre outras coisas - tratamento preferencial para as mulheres. Pior ainda, este movimento que supostamente luta pela "igualdade" não tem problemas alguns em defender publicamente que as mulheres não deveriam ir para a prisão precisamente por serem mulheres.

Portanto, quando uma feminista fala em "igualdade entre homens e mulheres", ela não fala em igualdade de responsabilidades  entre os sexos, mas só na "igualdade" de privilégios. Para uma feminista, "igualdade" significa tratamento preferencial sempre que possível, e tratamento idêntico, se for proveitoso.

Outra coisa que convém notar é o que as feministas pensam das mulheres: quando as feministas se esforçam para separar a mulher das consequências dos seus actos (ao desenvolver esforços que visam prevenir que a mulher cumpra penas de prisão), não estão elas a dizer que as mulheres não devem ser responsabilizadas pelo que fazem? Se sim, então o que é que esse movimento realmente pensa das mulheres?
A mulher, segundo o feminismo




sábado, 18 de agosto de 2012

Justiça russa condena feministas que levaram a cabo crime de ódio contra Cristãos

Três membros da banda punk com o ofensivo (para as mulheres) nome de "Pussy Riot" [daqui em diante, apenas PRiot] foram sentenciadas a dois anos de cadeia por motivos de "hooliganismo motivado pelo ódio religioso". O veredicto pode ser recorrido em 10 dias.

A juíza do caso afirmou que o hooliganismo pode ser qualificado de crime quando as acções demonstram "desrespeito e desafio claro pelas normas aceites e pelos gostos de outrem", e quando "são levadas a cabo por um grupo numa conspiração." A juíza afirmou ainda que o "tribunal não confia no testemunho das rés" de que as suas acções não foram motivadas pelo ódio uma vez que "os seus gritos e cânticos foram considerados inquestionavelmente pelas vítimas como manifestações do seu ódio religioso."

As declarações das testemunhas que presenciaram a atitude das PRiot dentro da Catedral "Cristo o Salvador" (Moscovo), e que a qualificaram de "agressiva e insultuosa para os crentes", foram lidas enquanto os membros da banda ouviam. As advogadas de defesa Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich alegaram que o "protesto não foi anti-religioso mas sim político, feito como forma de chamar a atenção para as actividades da Igreja Ortodoxa durante a reeleição de Putin como presidente."

Por outro lado, o Ministério Público pediu 3 anos de prisão, alegando que a atitude das PRiot insultou todos os Russos Ortodoxos, e que as mulheres poderiam ser um perigo para a sociedade se não fossem enjauladas.

Um homem que normalmente prepara os cultos na igreja atacada, disse que as PRiot estavam vestidas de "forma imprópria" e "saltavam por todo o lado" à medida que gritavam "palavras blasfemas" (ex: "Maria, torna-te feminista!"). Para além disso, o homem disse que o propósito da banda era mesmo o de insultar os Cristãos.

Outro homem que também trabalha na igreja descreveu a luta física que ocorreu quando os guardas tentaram por término à performance, afirmando que as feministas "imitavam movimentos satânicos com as suas mãos" e que os congregantes "exigiram que a blasfémia terminasse."

Uma congregante Ortodoxa que trabalhou na catedral testemunhou que "as acções afectaram de modo profundo as suas convicções religiosas" ao mesmo tempo que outro homem disse que "sofreu danos morais."

Mais importante que isto, é o facto das testemunhas afirmarem que não ouviram as PRiot a gritar qualquer tipo de slogan político.

O vídeo do acto de ódio destas feministas pode ser visto aqui.



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Como é normal em situações onde os Cristãos são vítimas de ódio religioso, as feministas tentam de forma desesperada minimizar o ódio anti-Cristão que serviu da base às suas acções, ao mesmo tempo que tentam colocar estas satânicas "mulheres" sob o manto de "activistas pela democracia". Mas qualquer pessoa com 5 cm de cérebro se apercebe que esta tentativa está condenada ao fracasso. Elas foram condenadas por vandalismo MOTIVADO POR ÓDIO ANTI-CRISTÃO ("religioso") e não por se manifestarem contra Putin.

Tendo isto como base, de que forma é que as "cristãs" que se alinham com o feminazismo ficam no meio desta história? Se o movimento político, social e sexual com o qual tu te alinhas luta contra a fé que tu dizes professar, talvez seja a hora de escolheres uma a outra. Não há união entre feminismo e Cristianismo.

Outra coisa refutada pela notícia descrita em cima é o facto das feminazis afirmarem que o ódio das PRiot "era contra Putin e não contra os Cristãos". Se isto é assim, porque é que escolherem uma igreja para levar a cabo o seu ódio? Putin por acaso é padre? Putin tem algum cargo eclesiástico nesta igreja específica? Se isso aconteceu porque "a igreja apoiou Putin", então as PRiot poderiam ter escolhido muitas outras instituições que também deram apoio a Putin (bancos, músicos, etc).

Como é que elas sabiam que esta igreja específica deu apoio a Putin? Para além disso, seria muito mais lógico levar a cabo este tipo de iniciativas junto do local onde se encontra a presidência russa, e não numa pacífica igreja Cristã. Elas escolheram uma igreja porque, normalmente, os Cristãos não respondem de modo agressivo aos actos de violência motivados por ódio anti-Cristão. Mas talvez seja altura de mudar isso.

Por fim, por todo o mundo islâmico, mulheres muçulmanas são apedrejadas, violadas, queimadas, espancadas, decapitadas e outras coisas mais, mas as feministas ocidentais focaram-se que nem abelhas num caso onde as feministas foram condenadas (justamente) por levarem a cabo actos de vandalismo anti-Cristão. Este facto por si só demonstra o quanto as feministas realmente "se preocupam" com as mulheres, e como o seu movimento nada mais é que um movimento político anti-Cristão mascarado de "movimento das mulheres."

Mas se tu és feminista, por favor, continua dar o teu apoio a este movimento idiota. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas vão sendo apedrejadas em plena luz do dia e as tuas líderes - aquelas que te dizem o que pensar, como pensar, e como falar - nada fazem em relação a isso. Afinal de contas, é mais importante defender vândalos e promover o aborto do que salvar a vida de mulheres muçulmanas genuinamente oprimidas.




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quinta-feira, 7 de junho de 2012

A misândria do sistema legal

Duas histórias bastante reveladoras.

Homem inocente que esteve preso durante 17 anos - depois de ter sido erradamente condenado por violação - não só não terá qualquer tipo de compensação pelo tempo que esteve, como está na obrigação de pagar $111,000 por suporte infantil (pensão) em atraso.

Alan Northrop e o co-réu Larry Davis foram presos em 1993 pouco depois da violação duma mulher em Vancouver, Washington State. Em Julho desse ano o par recebeu sentenças superiores a 23 anos depois de terem sido condenados por violação em primeiro grau, rapto e roubo.

Mas numa reviravolta dramática no ano passado, e devido às recentes evidências de DNA que entretanto surgiram, o Ministério Público de Washington State foi forçado a retirar as sentenças que pendiam sobre ambos. Os testes de ADN mostraram que as células epidérmicas encontradas nas unhas da vítima pertenciam a outro (desconhecido) homem. Os homens foram ,devido a isso, colocados em liberdade depois de terem passado 17 anos na prisão.

Mas o alívio de Northrop foi de pouca duração. Segundo as leis de Washington, os ex-presidiários exonerados podem tentar iniciar processos legais devido aos danos causados, mas tais casos raramente são bem sucedidos uma vez que é preciso provar que houve má-conduta intencional por parte das forças policiais.

Em vez disso, Northrop ficou a saber que devia $111,000 em pensão infantil em atraso. Cerca de metade desse dinheiro pertence à mãe da criança e a outra metade ele deve ao estado (que ajudou a suportar a família enquanto ele esteve injustamente preso).


Alan Northrop: duplamente prejudicado pelo sistema legal misândrico.

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Em 2009 o bebé Alex Sutherland, 13 meses, foi encontrado morto no seu carrinho de bebé em frente a um ribombante fogo. Ele encontrava-se morto há pelo menos 3 dias e o seu pequeno corpo estava carbonizado e queimado. Ele havia sofrido de assaduras severas e tinha nódoas negras na cabeça e no corpo (indicando que era alvo de violência doméstica).

A sua mãe, Tracey Sutherland, 39 anos e uma antiga farmacêutica, foi encontrada a andar à chuva, de pijamas e a cheirar a álcool.

Ela foi sentenciada a 27 anos meses de "prisão".



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E esta é a sociedade que as feministas classificam de "machista", onde as mulheres alegadamente são tratadas abaixo de cão e "oprimidas" pelo "patriarcado".

Se isto é opressão, como será a supremacia e o tratamento preferencial?


domingo, 29 de abril de 2012

Governo descobre fraude de R$ 113 mil após mulher publicar fotos de viagem no Facebook

Andrea Raftis, 24, pediu benefícios ao governo inglês por ser mãe solteira de duas crianças que não tinha como sustentar – ela não teria nenhuma fonte de renda. Autoridades, no entanto, viram no Facebook fotos da mulher em uma viagem exótica ao Egipto, durante o período em que ela já recebia os benefícios. Segundo o jornal “The Sun”, ela embolsou cerca de 37 mil libras (cerca de R$ 113,6 mil) com o golpe.

Depois de encontrar as fotos no Facebook, as autoridades descobriram ainda que Andrea mora com o marido, Fawad Rahimi. Ele tem uma pizzaria e duas propriedades alugadas em uma região nobre de Londres. A mulher mora na cidade de New Malden, no condado de Surrey.

Ainda de acordo com o “The Sun”, as fraudes começaram em 2007. No tribunal de Croydon Crown, Andrea declarou-se culpada das duas acusações de fraude.

Ela foi condenada a oito meses de prisão, mas cumprirá a pena com 200 horas de serviço comunitário. Além disso, ela terá de devolver ao governo toda a quantia que embolsou.

Fonte

Cavalgando à custa do Estado.


sábado, 14 de abril de 2012

A inutilidade das prisões femininas

Mulher que guardou para si mais de £100,000 (158,768 dólares) conferidos pelo Estado foi "condenada" a pagar a sua dívida em 93 anos. Julie Kennedy terá 140 anos quando finalmente pagar a sua dívida aos contribuintes.

Durante mais ou menos 10 anos, ela ficou com cerca de £12,000 por ano afirmando perante as autoridades que era a única pessoa a criar os 4 filhos. Mas enquanto afirmava que lutava para ser mãe solteira, a desenvergonhada de 47 anos havia-se já reconciliado com o marido e o ordenado do mesmo pagava todas as dívidas da casa. Só Deus sabe o que ela fazia com o dinheiro que recebia do Estado.

No Tribunal de Northampton Crown Kennedy declarou-se como culpada por não ter notificado a mudança de circunstâncias e de modo concertado levar a cabo o acto fraudulento.

Durante o período compreendido entre Abril de 2002 e Maio de 2011, Kennedy ficou com £41,283 de apoio ao rendimento, £22,558 de subsídio de habitação, £4,130 não pagos de imposto municipal, e £36,497 de créditos do impostos relativos a crianças.

No total, isto dá £104,470 (€126,620) em pouco mais de 9 anos.

Mas apesar da dimensão da falcatrua, o juiz poupou-a da prisão "condenando-a" a pagar £22 (€26.66) por semana. Isto dá cerca de 35 dólares por semana!

Eis a retórica que o juiz usou para justificar esta "sentença":

O seu ex-marido havia regressado para casa , vivendo consigo, pagando as contas e practicamente suportando-a.

Muitos membros do público sentiriam que quem engana de modo a receber benefícios deve ir directamente para a prisão [obviamente], mas eu levei em conta que você parece ser a cuidadora principal duma criança de 6 anos, e li o relatório da pré-sentença relativo ao seu neto.

Ou seja, o juiz não a mandou para a prisão porque - supostamente - ela é a pessoa que toma conta do neto. O facto de ter burlando o Estado torna-se irrelevante.

Fonte

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Para quê manter a aparência legal quando se torna cada vez mais óbvio que as prisões não aceitam quem carregue consigo o par de cromossomas XX?

Há pouco tempo atrás ficamos a saber duma mulher que arrancou à dentada parte do queixo dum homem - causando a que ele ficasse permanentemente sem sensibilidade em certas partes dessa área - mas que mesmo assim foi poupada da prisão.

Agora ficamos a saber de outra mulher que burlou o Estado durante cerca de 10 anos mas que mesmo assim não vai ser presa. Que tipo de mensagem é que isto manda às mulheres?

Vocês são livres para fazer o que bem entenderem uma vez que, ao contrário do resto da sociedade, vocês não sofrerão as consequências dos vossos actos.

Este parece ser um dos propósitos primários do feminismo: conceder às mulheres esquerdistas o poder de fazer o que acharem melhor sem que no entanto sejam responsabilizadas pelos seus próprios actos.

Isso explica em larga medida a utilidade do aborto (sexo sem consequências e sem responsabilidade).



sexta-feira, 6 de abril de 2012

Mordido pelo feminismo

Homem que teve parte do seu queixo arrancado à dentada pela sua namorada espera que a revelação pública do que ele passou encoraje outros homens vítimas de violência doméstica a fazerem o mesmo.

Antigo oficial da polícia Michael Pattinson precisou de cirurgia plástica depois da sua parceira Tracey Pattison ter rasgado parte considerável da carne da sua cara no Verão passado. O homem, com 41 anos, não só é atormentado por visões da cara da Tracey coberta com o seu sangue, como afirma sofrer com pesadelos constantes e vividos.

Apesar dele precisar de mais cirurgia como forma de reparar danos subcutâneos, os seus médicos já o notificaram que a perda de sensibilidade na sua cara - análogo a anestesia dental - será permanente. Pattinson revelou que, depois do ataque, viu-se forçado a alimentar-se através duma palhinha.

Quando regressou à cena do crime, e enquanto caminhava pelo jardim, reparou numa coisa que ele pensava ser um morango. Quando se aproximou e observou mais de perto, apercebeu-se, horrorizado, que o "morango" nada mais era que um pedaço da sua própria carne facial arrancada pela mulher no ano anterior.

Imaginem a surpresa de se depararem com o vosso próprio queixo. Quão perturbador não é isso? Todos os dias penso no que aconteceu. Foi demasiado estranho. Foi canibalismo. O cirurgião afirmou que, se a mulher tem mordido o meu pescoço, eu estaria morto.

Como polícia, eu já vi coisas horríveis durante o decurso das minhas funções, mas mesmo assim sempre que penso no que aconteceu comigo, figo perturbado.

Pensei que desmaiaria devido ao facto de estar a perder tanto sangue. Se eu voltasse para a casa e desmaiasse lá, ela poderia fazer comigo o que bem entendesse. Devido a isso, eu sabia que tinha que me dirigir aos meus vizinhos. Mal eles me colocaram dentro de casa, perdi os sentidos.

Pattinson, que foi polícia junto das forças de Durham e West Midlands e agora é taxista, afirmou que este incidente demonstra que não são só as mulheres que são vítimas de violência doméstica.
Os homens podem ser vítimas também. Espero que a minha história motive outros homens a tornarem públicos os casos de violência doméstica que ocorrem com eles. Espero que eles se apercebam que não há nada que ter vergonha.
Tracey, de 38 anos, admitiu o crime esta semana e foi condenada a 5 anos de cadeia sem redução de pena por bom comportamento.

Fonte

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Se acreditaste na parte que está a sublinhado, então ainda não conheces o feminismo.

Como seria de esperar, a mulher não foi para a prisão por ter arrancado o queixo dum homem. Se fosse é que seria de estranhar. Ela recebeu uma "pena" SUSPENSA de 9 meses adicionada a serviço comunitário não-remunerado.

Ou seja, arrancou à dentada o queixo dum homem mas mesmo assim não vai passar dia algum na prisão pelo que fez. Se fosse o contrário, o homem seria preso.

Esta é a "igualdade" que as feministas tanto querem.

Por motivos de saúde pública, a foto apresentada mostra a criminosa com os dentes ocultos.



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Homem passa 9 anos na prisão depois da filha mentir à polícia e alegar ter sido violada por ele

Título alternativo: "Machismo Opressivo Obriga Frágil e Indefesa Rapariga a Inventar História de Violações Como Forma de se Vingar do Pai [= Opressor Maligno]"

No ano de 2001, uma filha descontente - chateada pelo facto dos país se terem separado e zangada com o pai - afirmou à Washington State Police que o seu pai a havia violado por diversas vezes quando ela tinha 11 anos.

O pai, Thomas Edward Kennedy (hoje com 43 anos), negou as alegações, mas foi considerado culpado pelo júri de Washington e sentenciado a mais de 15 anos de prisão.

Hoje, com 23 anos, a filha - Cassandra Ann Kennedy - retratou a sua alegação de violação depois do pai ter passado mais de 9 anos atrás das grades.

A tdn.com em Washington revela:

Ela inventou tudo. Portanto, depois de estar mais de 9 anos na prisão, o seu pai foi liberto e as acusações contra ele retiradas.
Em Janeiro deste ano, a filha disse o seguinte à polícia:
Fiz uma coisa horrível . . . Não está certo alguém passar tempo neste lugar horrível por algo que não se fez.

Não é correcto.

* * * * * * *

Duas coisas:

  • 1. Sistema judicial feminista continua a fazer estragos na vida dos homens. Uma vida permanentemente marcada por um crime que não aconteceu. Quem pagará por ele? Aparentemente, ninguém.
  • 2. Segundo este artigo, a filha não será alvo de nenhum processo-crime porque - pasme-se! - "dar início a um processo contra ela pode impedir outras crianças de reportar casos de abuso sexual" (?!).

Ou seja, o facto dela ter violado a lei, e prejudicado a vida de alguém, é irrelevante: o que interessa é não impedir que mais crianças façam mais alegações (falsas?) no futuro próximo. O pequeno detalhe dum homem inocente ter passado quase 10 anos na prisão não parece ser importante. Pior, não só ele está inocente, como sabemos quem foi o culpado (ou a culpada) pelo facto dum inocente ter sido injustamente preso.

Como é que a promotora sabe que acusando as falsas alegações, as genuínas violações não serão reportadas?

Promotora pública que não quis acusar a culpada.

Agora, depois de "confessar" o crime, tudo o que a filha tem que fazer é chorar em frente ao pai para que este a perdoe e tudo fique "bem". Chama-se a isso "manipulação psicológica".

Pode-se dizer que este incidente em nada está relacionado com o feminismo, mas na minha opinião essa posição é falsa. Isto tem tudo a ver com o feminismo uma vez que se os papéis fossem inversos, o homem seria justificadamente acusado de mentir à polícia. Além disso, um dos propósitos das feministas é o de impedir que as mulheres sejam presas.

Conclusão:

As feministas nunca quiseram igualdade com os homens. O que elas querem é igualdade quando lhes convém, e tratamento preferencial sempre que possível.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Grupo feminista defende que nenhuma mulher deveria ir para a prisão

Quanto mais a agenda político-marxista com o nome de "feminismo" vai avançando, mais coisas como as que se lêem embaixo se tornam "comuns".

Este tipo de exigências por parte das feministas revela de forma óbvia o que é que elas querem dizer com a "igualdade".

Na verdade, as feministas não querem genuína igualdade mas sim tratamento preferencial sempre que possível, e igualdade quando lhes convém.

De acordo com uma reportagem da "Women’s Justice Taskforce", as mulheres não deveriam ser presas, mas sim servir com penas comunitárias.

A reportagem acrescenta que o foco deveria estar na saúde, no alojamento e no tratamento das dependências químicas como forma de reduzir novas ofensas.

Foi lançado um apelo para que uma directora da justiça feminina fosse escolhida como forma de "providenciar liderança e responsabilidade".

O ministro da Justiça recebeu a reportagem com agrado e disse que iria considerar cuidadosamente as suas recomendações.

Fonte

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E as pessoas ainda se admiram da existência do movimento pelos direitos do homem. Dentro em breve, e por toda a Europa, os homens "apanhados" a clicar numa personagem sexy dos desenhos animados poderá ser alvo duma pena de 2 anos na prisão.

Por clicar num boneco com a forma duma mulher bonita.

E na prisão, sem dúvida que ele será agredido e abusado sexualmente. Tudo isto devido a uma lei promovida por feministas.

No entanto, nada disto aparentemente pode ser aplicado às mulheres. Elas podem roubar, assaltar, fazer falsas acusações, abusar e matar os seus filhos - ou outra coisa qualquer - mas elas não podem é ir para a prisão.

Isso nunca.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

As maníacas das cartas

(Obrigado ao AF pela notícia)

Eis aqui algumas das cartas femininas que o Maníaco do Parque recebeu quando já estava preso.

À medida que forem lendo as passagens listadas a seguir, lembrem-se que isto são cartas que algumas mulheres dirigiram a um homem que foi condenado por ter que violado, torturado e morto pelo menos 6 mulheres e atacado outras 9 durante o ano de 1998:

Cquote1.svg

Eu não sei o que fazer para te distrair. Mas eu tenho uma ideia: primeiro quero dizer que te desejo todas as noites. É muito bom. Te acho gostoso, meu fogoso. Você está juntinho comigo, dentro do meu coração.

Depois que chego em casa, queria você de corpo e alma, te amando. Te quero de qualquer jeito. Eu te amo do fundo do meu coração. Não perca a esperança, acredite em Deus, porque algum dia a gente vai se encontrar. Sei de seu comportamento doentio, por isso quero que fique calmo...

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Cquote1.svg Por enquanto, nossos beijos são assim. Mas quero te beijar de verdade. Acho que tens saudades. Eu te amo, te amo, te amo etc, te desejo, te quero de corpo e alma. E me perdoe por tudo que estou sofrendo. Sabe Francis, eu não me conformo, e choro. E eu preciso ser forte (...) Cquote2.svg
(Rita, 27 anos)
Cquote1.svg

Quero te dizer que estou morrendo de saudade, querendo você... Aih meu Deus como te desejo todas as noites. Eu durmo sozinha e querendo você aqui. Mas sei que é impossível. O certo é eu ir te ver. E como posso sentir. Que é meu?

Cquote2.svg
Cquote1.svg Francisco, não deixe a tristeza tomar conta de você e acabar com o brilho do seu olhar. Acredite em Deus, você não está e nunca ficará sozinho. Jesus te ama, sua mãe e seu pai também e, principalmente, eu... Cquote2.svg
(Adriana, 22 anos)
Cquote1.svg Depois que tudo aconteceu, tentei dar um fim a minha vida, mais uma coisa super interessante teve que acontecer, eu pensei muito e tive esperanças, acredite o mundo dá voltas, quando a gente menos espera algo de bom sempre acontece. Cquote2.svg
(Márcia, 18 anos – suposta ex)

O jornalista Gilmar Rodrigues publicou em 2009 o livro “Loucas de Amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais” onde tenta entender o porquê do maníaco ser desejado por tantas mulheres.

Ele ficou impressionado com as cerca de mil cartas de amor que o criminoso recebeu um mês após ter sido preso, em 1998.


Sim, de facto, é um "mistério" enorme a atracção que as mulheres têm por homens que elas vejam como poderosos.

Quando um serial killer recebe mil cartas femininas em menos de um mês, seria de esperar que a esquerdalha que controla os centros de estudo mundiais notasse algum tipo de padrão na psicologia feminina. Mas não.

Atenção que isto não é um fenómeno localizado: em TODO o mundo as mulheres sentem-se atraídas por vilões do calibre do maníaco do parque.

Este artigo fala-nos de mais exemplos onde mulheres tentam entrar em contacto com homens que se encontram encarcerados. Infelizmente as razões que o artigo sugere para este fenómeno são no mínimo ridículas. Mike Aamodt, psicólogo forense na Radford University diz:

Quando te associas a alguém mau, isso dá-te a hipótese de te considerares uma rebelde. Nós observamos este padrão na escola secundária onde os "mauzões" atraem raparigas.
Exacto. As mulheres enviam cartas a assassinos em série para se considerarem umas "rebeldes". Claro que se isto fosse verdade, os homens também enviariam dezenas de cartas a mulheres presas por matarem outras pessoas.

Não acontece, e portanto não é por questões de "rebeldia" que as mulheres enviam tais cartas.

Se tu tens uma vida aborrecida, isto dá-te um propósito.
Claro que o Mike não mostrou que só as mulheres "aborrecidas" é que enviam cartas aos assassinos e outros presidiários. Como dito em cima, se isto é verdade, porque é que os homens que estão aborrecidos não enviam cartas em igual número às presidiárias? Ou será que só as mulheres é que estão "aborrecidas"?

Diane Fanning, escritora de livros em torno do crime, não está surpresa. Ela diz que já viu milhares de cartas de amor a inundarem as caixas de correio dos criminosos sobre os quais ela escreve.

Muitas mulheres sabem que nunca hão-de ter uma hipótese com um uma estrela do cinema ou um estrela desportiva. Mas contacta um assassínio em série, e pode ser que ele responda.
As mulheres que entram em contacto com os criminosos também não sabem se ele vai ou não responder.

Fanning diz que é uma questão de "auto-estima".

Elas acreditam que não merecem alguém melhor que um rejeitado social. Elas olham para alguém que é odiado pelo mundo, e podem simpatizar.
Nenhuma evidência foi oferecida para esta posição. Como é que a Fanning sabe que as mulheres que escrevem as cartas acreditam que "não merecem alguém melhor"? Há centenas de homens que são rejeitados sociais mas estão fora das prisões. Porque é que estas mulheres não "simpatizam" com esses?

.....

Refutando a noção da "auto-estima" ou a noção de que "nunca irão ter uma hipótese com uma estrela de cinema" (e todas as outras desculpas esfarradas) a editora da Publishers Weekly, Bridget Kinsella, apaixonou-se por um presidiário depois de ler o seu livro de memórias ainda por publicar.

Será que Bridget Kinsella não tinha outras formas de se considerar uma rebelde? Será que ela tinha uma vida aborrecida? Será que ela não tinha hipóteses de conhecer estrelas desportivas ou vedetas do cinema? Ou será que ela achava que ela não merecia ninguém melhor que um assassino em série?

Oh, antes que alguém diga que só as mulheres sem chances de obter um homem de outra forma é que se dedicam a enviar cartas a homens condenados por crimes graves, eis uma foto da Bridget Kinsella:

Não é uma beleza por aí além, mas, a julgar pela sua aparência, não parece ser uma mulher com dificuldades em arranjar parceiros românticos em liberdade. Porque é que ela se apaixonou precisamente por um presidiário?

Como é que as feministas explicam esta tendência universal das mulheres se sentirem atraídas por presidiários?

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