domingo, 28 de setembro de 2014
"A minha filha esquerdista tem medo de passar por zonas predominantemente negras"
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Como o comunismo do Congresso Nacional Africano prejudica os negros
Há já algum tempo que ouvimos falar em redistribuição de terras. Quando estamos em ano de eleições, os políticos prometem apressar o processo de redistribuição de terras, e embora até hoje as tentativas tenham falhado, parece que é uma questão de tempo até que, por um método ou por outro, os brancos sejam expulsos das suas terras. Há já algumas décadas que a redistribuição de terras para os negros tem sido discutida - inicialmente por parte dos terroristas do CNA, e depois por parte da sua ala política, e desde então, por todos os partidos que tentam agradar a maioria negra. Logo, ela não é nova nem recente.
Embora os membros moderados do CNA tenham prometido reformas que ainda não se materializaram, a ala negra nacionalista radical do CNA continua a usar a sugestão da expropriação em massa das terras como forma de manter o seu feitiço sobre a maioria negra. De facto, Julius Malema disse à BBC que apoiava a expropriação de terras, que idolatrava Robert Mugabe, e quando foi perguntado se estava certo os brancos estarem a ser mortos nas suas terras, ele respondeu:
Mesmo assim, enquanto falava das críticas em torno da lentidão da reforma agrária, o Secretário-Geral do CNA Gwede Mantashe, que se referiu a Julius Malema como um cruzamento entre Hitler e Estaline (nós preferimos compará-lo a Kaganovich), assegurou recentemente aos agricultores Sul-Africanos que o governo não iria seguir o exemplo de Mugabe:
"Compensação" é a palavra-chave.
Certamente que seguir o modelo imposto no Zimbabwe seria uma receita para o desastre. O Zimbabwe, tal como o Uganda que expropriou as terras aos Indianos e aos Ingleses, encontra-se actualmente arruinado graças às suas violentas e caóticas reformas agrárias - algo que o secretário geral Gwede Mantashe reiterou esta semana enquanto assegurava aos agricultores Sul-Africanos que as suas terras não seriam tomadas à força. Mantashe disse:
Durante a entrevista Mantashe disse também que os agricultores brancos não têm "nada a temer". Bem, é bem provável que os agricultores brancos nada tenham a temer do actual governo - feliz em manter o status quo desde que o dinheiro continue a fluir - mas o mesmo não pode ser dito das empoderadas massas Marxistas, convencidas de que é seu direito de nascença possuir as terras da África do Sul.
É a opinião deste site [EKP] que o processo de expropriação já teve início - e não é devido à possessão igualmente dividida que Mantashe e, antes dele, o ministro Nkwinti, o propuseram, mas porque os agricultores estão a vender, as pessoas estão a partir, as famílias estão a ser chacinadas, e um medo palpável está a ser instigado nos brancos por todo o país por parte dos negros.
63% de pequenos agricultores questionados por Johannes Coetzee declararam que se fossem compensados em 1/4 do valor das suas terras, e lhes fossem dados visas para abandonar o país, eles abandonariam a África do Sul. Alguns estavam com tanto medo de falar que eles, e de modo literal, pediram-nos que apagássemos as mensagens mal nós tivéssemos usado a informação. Isto assume que alguns destes negros iria de alguma forma obter a habilidade para hackear um conta de email. Os negros deste país mal conseguem escrever os seus nomes, algo confirmado pelo analfabetismo existente nas comunidades rurais.
Mesmo assim, isto é o que o medo faz às pessoas; faz com que elas abandonem as suas terras por um punhado de rands, desde que haja uma forma de sair, imaginando a existência de hackers negros dispostos a obter acesso ilegal às suas contas de email. Psicologicamente, os agricultores estão prontos para a redistribuição de terras. E isto é triste porque sem os agricultores, nós não iremos comer. A maior parte de nós sempre pode arranjar alguma coisa para comer noutro sítio, mas os negros que vivem nos distritos e nas comunidades não podem. Sem os agricultores brancos, estes negros irão morrer à fome.
Estes negros não conseguem ver isso porque eles estão cegos com o ódio que lhes é alimentado pelos média marxistas e pelos agitadores comunitários. Em vez de reconhecerem a realidade da situação, eles são manipulados pelas politicas de vitimização e incitados ao ódio e à violência. Lembrem-se: estes negros estão a ser usados como instrumentos de destruição.
Laura Oneale escreve que os relatórios do CNA indicam que cerca de 13% de todas as terras pertencem aos negros, quando uma previsão mais acertada ficaria mais perto dos 50%. Há cerca de 15 anos atrás havia cerca de 60,000 agricultores na África do Sul, mas hoje esse número dificilmente chega aos 30,000. A comunidade agrícola continua a ser uma preocupação constante e cada vez mais terras estão a ser apropriadas através de acções ilegais e duvidosas. A intensificação dos assassinatos dos agricultores e a implementação de factores económicos abrangentes contribuem para este desastre.
Embora os projectos de reforma agrária estejam a ser lentos, apelar para uma alteração acelerada iria criar um desastre para o governo do CNA à medida que a nação mergulha na ruína financeira. Tem que haver um esclarecimento do porquê as reformas agrárias implementadas anteriormente terem falhado. Colocar um peso acrescido sobre a comunidade agrária e sobre a sua habilidade de produzir comida resultaria num colapso catastrófico da indústria e numa escassez alimentar e na fome - tal como aconteceu no Zimbabwe.
Porque é que as zonas agrícolas na posse dos negros têm uma produtividade inferior do que as zonas agrícolas na posse dos brancos? Para além das razões óbvias, pode-se sempre apontar para a falta de experiência e para a falta de perícia na gestão de fazendas e de negócios. Alguns negros gostam da ideia de ser dono duma zona agrícola até o momento em que eles vêem o que é preciso para fazer as coisas funcionarem.
As políticas de reforma agrária tiveram início nos anos 90, e o seu propósito era o de alterar as "desigualdades" da lei da era do Apartheid, altura em que não era permitido aos negros possuir terras na África do Sul. Há dez anos atrás um artigo em torno do falhanço da redistribuição das terras foi capa dos jornais quando Solomon Mokwena exibiu orgulhosamente o seu equipamento agrícola, apesar do facto dele não o usar. As autoridades locais compraram as terras a um agricultor branco e deram-nas a agricultores negros desfavorecidos. Mokwena e mais 200 agricultores deram início a uma cooperativa agrícola.
Para resumir a história, Mowena disse aos média que as máquinas que lhe haviam sido dadas só foram usadas uma vez, em 2002, e desde então nunca mais foram usadas para arar. Ele explicou que uma falta de financiamento para comprar material essencial, tais como sementes e gasolina, continuava a ser um problema. Será que é isto que nós queremos que ocorra em larga escala?
Desde que a redistribuição de terras teve início há cerca de 18 anos atrás, estima-se que cerca de 90% das zonas agrícolas na posse de negros encontram-se sem produtividade. Isto é algo alarmante se levarmos em conta que os agricultores têm o fardo de produzir alimento suficiente para alimentar toda a nação.
Durante a era inicial dos anos 90, quando a reforma agrária teve início, mais de 80% das terras para uso comercial estavam na posse de agricultores brancos. O governo do CNA havia prometido redistribuir 1/3 das terras até ao final de 2014, mas até hoje só foram distribuídas menos 8% das terras. Jacob Zuma admitiu que a politica de reforma agrária na África do Sul é uma das promessas mais arrebatadoras feitas ao povo negro - depois do fim do Apartheid - que não havia ocorrido tal como planeado.
Na nossa opinião, as estratégias anunciadas pelo governo para a implementação a reforma agrária mais não eram que um jogo político, e a redistribuição das terras para os negros pobres foi pouco mais que um truque político. Os negros aperceberam-se disso e estão, agora, a usar de tácticas de intimidação para forçar os agricultores a sair das suas terras. Quer seja através da expropriação, reforma ou através do medo e do assassinato, os Sul-Africanos brancos estão a ser forçados para fora das suas terras.
domingo, 8 de dezembro de 2013
O verdadeiro Nelson Mandela
Com os média a transbordar de referências à "grandeza" de Nelson Mandela no dia à seguir à sua morte, um contraponto com o resto da história é sobejamente necessário. No final do texto estão algumas entrevistas em vídeo do missionário Sul-Africano Peter Hammond, que conta a verdadeira história de Mandela.
Caracterizado pelos média como um libertador, Mandela era um Marxista e um terrorista condenado. Hammond diz o seguinte em relação a Mandela:
Hammond prossegue afirmando que as descrições actuais fazem de Mandela um santo mas nunca dizem o porquê dele ter estado na prisão. Ele foi para prisão por um motivo justo e bom.
Hammond conta como os crimes que Nelson Mandela levou a cabo na África do Sul, que lhe valeram uma prisão perpétua, seriam suficientes para ele ser receber a pena de morte nos Estados Unidos ou na Grã-Bretanha daqueles dias. Foi o clima político da altura que lhe valeu a libertação, associado ao revisionismo esquerdista que branqueou a sua vida anterior de violência. Se o legado de Mandela nos ensina algo é que a sua vida é um argumento em favor da pena de morte. Quando tais criminosos não são eliminados, há sempre a chance dos poderes políticos futuros serem suficientemente corruptos para os libertar - e os colocar em posições de poder.
À luz da verdade em torno de Mandela, Hammond pode dizer:
Isto inclui muitos Cristãos:
Quando Mandela adoeceu há cerca de um ano atrás, os média começaram a preparar a hagiografia que eles estão agora a publicar em torno do terrorista caído. Barack Obama aproveitou a oportunidade para fazer uma viagem até a África do Sul, falando nos direitos humanos em todos os lugares, invocando o nome de Mandela em todas as paragens e louvando o seu trabalho.
Um comentador esquerdista da NPR [órgão de informação estatal Americano] não se conseguiu conter, lamentando o facto de, durante a visita de Obama, Mandela estar demasiado doente para uma sessão fotográfica
Ou, como nós poderíamos dizer,"Um cripto-comunista amigo de terroristas ao lado de um comunista terrorista condenado seria um momento revelador."
Pouco depois do ataque terrorista de Boston, Obama declarou que esses actos seriam investigados como actos de terrorismo porque, "Sempre que bombas são usadas para atingir civis inocentes isso constitui um acto de terrorismo."
"Sempre . . . . "
No entanto, esta manhã, enquanto falava da morte de Mandela passados que estavam alguns minutos, o presidente Obama disse:
Há de facto um fosso no discurso público.
E sim, até muitos Cristãos ficarão confusos e encurralados. Muitos encontrar-se-ão encurralados pelo dilema apreendido gerado pela narrativa caiada de Mandela. Se os adversários criticarem-no publicamente, eles correm o risco de serem publicamente associados aos simpatizantes do apartheid e do racismo (tal como os actuais defensores [Americanos] dos direitos estaduais são indevidamente associados à escravatura e ao racismo).
No entanto, dar espaço de manobra a Mandela é dar espaço de manobra à sua ideologia Marxista e ao seu terrorismo. Isto soa como muitas outras decisões em torno do "mal menor" que tantas vezes nos são apresentadas.
Mandela morreu e apresentou-se perante o seu Criador. Veremos se Deus julga o assunto segundo a tese do "mal menor". Se quiserem saber mais acerca do Comunismo de Mandela basta ler o livro que ele mesmo escreveu que fez parte da montanha de evidências usadas contra ele no seu próprio julgamento: "Como Ser um Bom Comunista".
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O genocídio dos brancos sul-africanos
Há um relatório no Daily Mail em torno da situação na África do Sul que revela algumas estatísticas perturbadoras em tornos dos agricultores Afrikaner.
Só no mês passado ocorreram 25 assassinatos de proprietários rurais brancos e mais de 100 ataques. Enquanto isso, os grupos de protestos Afrikaner alegam que mais de 4,000 agricultores brancos foram assassinados desde que Nelson Mandela chegou ao poder.No ano passado, o presidente sul-africano Jacob Zuma foi filmando a cantar um canção que continha a frase "Disparem Sobre o Boer".
No encontro centenário do Congresso Nacional Africano (ANC, em inglês) que decorreu no ano passado, Zuma foi filmado a cantar uma assim-chamada "canção de luta" chamada de "Kill de Boer" ("Boer" é o antigo nome dado à maioria da população branca Afrikaner). À medida que os membros séniores do ANC aplaudiam ao ritmo da música, Zuma cantou:
Eles irão fugir
Atirem sobre o Boer
Atirem contra eles.
Eles irão fugir
Atirem contra o Boer
Vamos atingi-los
Eles irão fugir
O Cabinet irá disparar contra eles
Com a metralhadora
O Cabinet irá disparar contra eles
E o rival político de Zuma, Julius Malema, fala abertamente dos seus desejos de expulsar os agricultores Afrikaner para fora das suas terras:Com a metralhadora"
Malema, para além de querer a nacionalização das lucrativas minas sul-africanas, quer também que todas as terras pertencentes aos agricultores brancos sejam confiscadas sem que haja lugar a qualquer tipo de compensação. De uma forma ameaçadora, Malema, de 32 anos, que caracteristicamente usa uma boina e tem um grande apreço por relógios da marca Rolex, prometeu este mês que o seu novo partido irá tirar as terras que estão nas mãos dos brancos - sem qualquer tipo de compensação - e entregá-las aos negros. Elz afirmou que "Nós precisamos das terras que foram tiradas ao nosso povo, e nós não iremos pagar por elas".
É interessante que Malema alegue que as terras foram tiradas ao seu povo.
Os habitantes originais da África do Sul eram os caçadores e colectores Khoisan. Em 1652, quando chegaram ao continente africano, os Afrikaners estabeleceram-se na parte ocidental da África do Sul, tomando o lugar dos Khoisan. O povo Xhosa (grupo étnico ao qual pertencem Nelson Mandela e Desmond Tutu) haviam entretanto avançado para a costa Este, empurrando eles mesmos os Khoisan para fora das suas terras.
Os próprios Xhosa foram eles mesmos empurrados ainda mais para o oeste devido à pressão colocada sobre eles pela migração dos Zulos.
Dito de outra forma, os Xhosa tomaram as terras dos Khoisan e os Zulos tomaram as terras dos Xhosa numa séria de migrações.
O artigo do Daily Mail fala também da comunidade Afrikaner que se encontra em Kleinfontein. Este é um lugar onde os Afrikaneres podem viver sem medo do crime violento:
Mais importante ainda, num país onde ocorrem 60 assassinatos todos os dias, não há roubo armado, assassinatos ou violação em Kleinfontein. ‘Uma idosa pode levantar dinheiro duma caixa registadora aqui sem qualquer tipo de medo,’ afirmou Marisa Haasbroek, residente local e mãe de duas adolescentes e a minha guia durante a manhã.
‘É seguro, tranquilo e pacífico.'
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista
De modo geral, o chefe da Genocide Watch, o Dr. Gregory Stanton, explicou que as poderosas forças comunistas tencionam também abolir a propriedade privada e esmagar todos os potenciais resistentes.
Segundo os peritos e os números ofciais, pelo menos 3,000 camponeses brancos, conhecidos por Boers, foram brutalmente massacrados durante a última década. Muitos mais, incluindo crianças - e até as crianças mais pequenas - foram também violadas ou torturadas de modo tão selvagem que meras palavras não podem expressar o horror. E o problema só está a piorar, afirmam os observadores das organizações dos direitos humanos presentes na África do Sul.
O governo sul-africano, dominado pela Congresso Nacional Africano (ANC = African National Congress) que tem um forte apoio comunista, respondeu à crescente onda de assassinatos racistas negando o fenómeno, alegando de modo pouco plausível que muitos dos ataques simplesmente são crimes regulares. Apesar das críticas ferozes, as autoridades pararam de registar as estatísticas que poderiam disponibilizar uma imagem mais correcta do que realmente está a acontecer na chamada "Nação Arco-Íris".
Em muitos casos, os assassinatos são simplesmente qualificados de "assaltos", e ignorados. Devido a isto, é seguro afirmar que os números em volta dos assassinatos certamente são mais elevados do que aqueles que as entidades oficiais admitem. Entretanto, múltiplas fontes reportam que as forças policiais estão muitas vezes envolvidas nos assassinatos ou, pelo menos, nas manobras que visam esconder a realidade dos eventos ("cover-ups")
Um sul.africano exilado nos EUA declarou à "The New American" que, quando as vítimas são capazes de se defender, e os perpetradores capturados, muitos deles costumam estar afiliados ao ANC ou à sua facção jovem.
Os peritos não estão a acreditar na ocultação dos factos feita pelo governo. "Estamos cada vez mais convencidos que os assassinatos de camponeses [brancos] não são acidentais," declarou o Dr. Stanton da Genocide Watch durante a sua missão de averiguação dos factos no mês passado. Ele acrescentou ainda que era bem óbvio que os massacres não eram crimes comuns principalmente devido à barbaridade usada contra as vítimas.
De facto, os analistas mais honestos concedem que as milhares de matanças brutais, e as dezenas de milhares de ataques, fazem parte dum padrão mais abrangente. E segundo o Dr. Stanton, que esteve envolvido no movimento anti-Apartheid da África do Sul e tem décadas de experiência na análise de genocídios e usurpação comunista, a tendência aponta para um futuro conturbado para esta nação.
“Este tipo de coisas é o que eu já observei em outros genocídios," disse ele dos assassinatos dos camponeses brancos, listando vários exemplos tais como uma vítima que foi abandonada com uma Bíblia aberta sobre ela, ou outras vítimas que foram torturadas, desventradas, violadas ou pior.
Falando em Pretória num evento organizado pelo grupo anti-comunista Transvaal Agricultural Union, o Dr. Stanton atacou os esforços que são feitos no sentido de desumanizar os brancos sul-africanos caracterizando-os de "colonos." Esta qualificação tem como propósito construir em torno dos Afrikaner - descendentes de imigrantes da Europa do Norte que chegaram ao país há séculos atrás - uma imagem de pessoas que não pertencem ao país.
Este foi o processo que foi levado a cabo contra os Arménios Cristãos que viviam na Turquia, explicou Stanton. O fenómeno da desumanização ocorreu também contra o povo Judeu na Alemanha que se encontrava debaixo do regime Nacional Socialista, muito antes de Hitler implementar a "Solução Final."
Os peritos defendem que, infelizmente, a África do Sul pode ser a próxima na linha. Stanton declara:
Stanton acrescentou que a situação na África do Sul já passou esta fase [desumanização]. A próxima fase antes do extermínio, que começou há já alguns anos, é a logística para o levar a cabo.
A Genocide Watch levantou o alerta para a África do Sul da fase 5 para a 6 - a 8ª fase é a negação depois do facto - quando o então líder da ANC Youth League Julius Malema começou a cantar abertamente uma canção racista que incitava o assassínio de camponeses brancos sul-africanos:
Descrito pelo grupo anti-genocídio como um "racista marxista-leninista", Malema foi também citado afirmando que "todos os brancos são criminosos" e ameaçando tirar as terras dos camponeses brancos das suas mãos à força. Depois dos seus apelos ao genocídio terem chegado aos ouvidos da comunidade internacional, o Tribunal Supremo Sul Africano declarou que a canção que incitava a matança dos brancos, era discurso de ódio ilegal.

Surpreendentemente, o presidente sul-africano e membro do ANC, Jacob Zuma, começou este ano a entoar a mesma canção em público. Desde então, o número de camponeses brancos sul-africanos assassinados têm aumentado todos os meses. Outros oficiais governamentais séniores têm apelado abertamente para a "guerra."
O Dr Stanton declara que "Este é o tipo de conversa que, obviamente, não só é pré-genocídio, como vem antes dos crimes contra a humanidade." Stanton apelou a todos a não esquecer que somos todos membros da raça humana.
Stanton explicou ainda a lógica do progresso até ao genocídio onde também há a "polarização" onde a população-alvo - camponeses brancos, neste caso - e até os moderados são caracterizados como "o inimigo." E o fenómeno é cada vez mais aparente na África do Sul, levando a Genocide Watch a classificar a África do Sul como estando já na fase final do genocídio..
A questão em torno da distribuição das terras, que se tornou num dos pontos-chave nesta progresso descendente, é também uma das maiores preocupações. A minoria branca ainda é dona da maioria das terras sul-africanas, apesar do ANC prometer redistribui-las aos negros. Mas a redistribuição que já ocorreu - como por exemplo, no Zimbabwe - resultou num falhanço total.
Apesar do registo das atrocidades até agora, alguns extremistas, incluindo elementos do governo dominado pelo ANC, tencionam agora ficar com as terras dos brancos o mais rapidamente possível, chegando ao ponto de algumas facções argumentar que isso deveria ser feito sem qualquer tipo de compensação. Para além disso, a agenda comunista, tal como em todo o lugar onde a redistribuição coerciva ocorreu, tem planos ainda mais vastos. O Dr Stanton, que alega já ter vivido em países comunistas, avisa:
Entretanto, o governo sul-africano está a desenvolver esforços para desarmar os já-de-si-afligidos camponeses brancos, retirando-lhes assim a sua última linha de defesa. Naturalmente, e como tem sido consistente através de toda a História, o desarmamento é sempre um precursor necessário para o totalitarismo e até o eventual massacre do grupo-alvo. De facto, as armas nas mãos dos cidadãos são normalmente a última fronteira até à escravatura total e até mesmo o extermínio.
No seu site, a Genocide Watch ressalvou o seguinte:
O exilado que falou com a TNA disse que muitas das armas confiscadas aos brancos foram mais tarde encontradas nos horriveis locais do crime. Até a mera possessão de uma arma "não registada" ou "não licenciada" - obter uma licença tornou-se bastante difícil, senão impossível - pode resultar em cadeia. Na África do Sul, especialmente para um camponês branco, ir para a cadeia, com as violações generalizadas e as infecções HIV a serem a norma, é practicamente uma sentença de morte.
O Dr. Stanton prometeu aos Afrikaners que visitaria a embaixada dos EUA e colocaria o assunto em cima da mesa perante os líderes mundiais. No entanto, ele apelou para que eles não abdicassem das suas armas e que continuassem a resistir a "ideologia" comunista proposta por muitos líderes políticos e partidários que agora dominam o coercivo aparato do governo da nação.
As Nações Unidas definem um genocídio como "a destruição deliberada e sistemática, no seu todo ou parcial, de um grupo étnico, racial, religioso ou nacional." No entanto, o termo inclui ainda acções que estão para além da simples matança. Segundo a ONU, entre os crimes que podem ser classificados de genocídio incluem-se:
- actos que: visem causar dolo a membros dum grupo minoritário específico,
- infligir à minoria - e de modo deliberado - condições que resultam na sua destruição total ou parcial,
- buscar ou prevenir nascimentos entre os grupos-alvo,
- e transferir de modo coercivo as suas crianças menores para outros
Obviamente, esta não seria a primeira vez que uma tragédia similar ocorria na zona Sul do continente africano. Quando o ditador marxista Robert Mugabe tomou o poder no Zimbabwe (conhecida previamente como "Rodésia", e um dos países mais abastados do continente) ele deu início a uma guerra impiedosa contra a população branca e contra os seus oponentes políticos. O país rapidamente mergulhou num caos e em fome generalizada quando o regime Mugabe "redistribuiu" as terras e a riqueza existente entre os seus amigos e parceiros políticos que, obviamente, nada sabiam de agricultura.
O regime matou dezenas de milhares de vítimas, e alguns estimam que milhões tenham morrido como consequência directa das políticas marxistas de Mugabe. Os brancos que se recusaram a abandonar a propriedade durante a "redistribuição", foram frequentemente torturados e mortos pelo regime ou pelos seus esquadrões da morte. Com Mugabe ainda no controle, o trágico sofrimento do Zimbabwe continua a piorar, mas o tirano assassino ainda é visto com bons olhos pelos oficiais seniores do ANC.
Nem todos os sul-africanos - especialmente os citadinos - estão convencidos que está a ocorrer um genocídio no seu país, ou que um se aproxima. De facto, a vasta maioria dos negros e dos brancos apenas quer viver em paz uns com os outros. Para além disso, há outros problemas mais sérios a serem resolvidos pelo governo sul-africano.
No entanto, virtualmente todos concordam que, sem uma solução, a situação precária da "Nação Arco-Íris" vai continuar a decair - de má para pior. Muitos activistas que buscam atrair a atenção das pessoas para este assunto apelam aos governos europeus e aos EUA que comecem imediatamente a aceitar os refugiados brancos mais vulneráveis provenientes da África do Sul.
Há menos de 5 milhões de brancos a viver no país, 10% da população, uma queda abismal se levarmos em conta que há algumas décadas atrás os brancos eram quase 1/4 da população total. Os analistas afirmam que fornecer-lhes asilo vai ser politicamente duro, parcialmente porque isso levantaria o véu sobore os mitos da elite em torno de Nelson Mandela e do seu partido ANC, como sendo "heróicos" e "combatentes pela liberdade."
Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação da elite ocidental raramente reportam a calamidade que se aproxima. E quando resolverem contar a verdade aos seus leitores, pode já ser tarde demais.
sábado, 8 de setembro de 2012
Onde está a condenação internacional ao racismo sul-africano?

O porta-voz da SAA, Kabelo Ledwaba, afirmou que o programa de treino para cadetes estava a ser publicitado online como uma iniciativa que visava ajustar a demografia entre os pilotos com a composição demográfica do pais no geral.
Apenas 15% dos pilotos da SAA são negros, e isto inclui indianos e os coloridos. Os restantes são brancos, e 91% são homens.
Ledwaba disse que a SAA aceitaria pilotos brancos masculinos quando aparecessem vagas que não pudessem ser preenchidas com pessoas de outras raças.
Foi perguntado o porquê das candidaturas dos brancos estarem a ser rejeitadas de modo consistente. Um pai irritado ligou ao jornal Beeld para se queixar do facto do seu filho, que tinha licença de piloto comercial e cumpria os critérios educacionais e físicos, ter sido rejeitado apenas e só por ser branco.
Tomando as palavras do pai como base para a sua investigação, o jornal enviou candidaturas falsas à SAA. Depois da informação ter sido cruzada e verificada, o jornal apurou que o formulário online havia sido programado para rejeitar aplicações provenientes de brancos.
* * * * * * *
Como seria de esperar, não há condenação internacional a este óbvio caso de racismo uma vez que o grupo étnico/ideológico que está a ser discriminado não faz parte dos "grupos protegidos" da esquerda militante. No mundo ocidental actual, o homem branco, heterossexual, Judeu ou Cristão (ou mesmo ateu), é um cidadão de segunda , embora ele tenha sido o arquitecto dessa mesma civilização.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
África do Sul: criminosos admitem ter afogado criança de 12 anos em água a ferver

Os três homens entraram na casa da família Viana em Wakerville, Joanesburgo, a 1 de Outubro de 2011 com o objectivo de assaltarem a residência e vingarem-se da forma como a sua patroa, Geraldine Viana, 42 anos, os tratava.
O jardineiro da família, Patrick Petrus Radebe, 24 anos, o filho da sua empregada doméstica, Sipho Mbele, 21, declararam-se na terça-feira culpados de três acusações de homicídio e uma de violação cada. David Motaung, de 20 anos, declarou-se culpado da acusação de roubo.
O jornal Beeld relata os três abandonaram o tribunal sul-africano de volta às suas celas de sorriso nos lábios.
Segundo o contado pelos três acusados esta terça-feira em tribunal, Tony Viana, de 53 anos, chegou a casa, foi atacado com um taco de golfe e uma catana e ordenaram-lhe que abrisse o cofre da residência. Tony foi então amarrado e a mulher e o filho, que chegaram a casa pouco depois, foram amarrados em quartos separados.
Mbele violou então Geraldine enquanto Radebe a segurava, colocando-se em cima da sua cara. A mãe de Amaro foi depois violada por Radebe. Depois mataram-na com um tiro na cabeça com a arma do marido, que teve o mesmo destino.
Como eram conhecidos da família, os três acusados chegaram à conclusão de que iriam ser identificados por Amaro, de apenas 12 anos. "Fomos à casa de banho e abrimos a torneira. Fomos buscá-lo [ao Amaro] e pusemos-lhe uma mordaça porque ele estava a chorar. Depois metemos-lhe a cabeça dentro da banheiro, sabendo que ia afogar-se", disse o trio nos seus depoimentos.
As provas forenses indicam que Amaro foi afogado em água a ferver. Os seus pés e mãos estavam atados.
O cão da família foi esventrado porque ladrou muito durante o ataque.
A sentença será conhecida a 6 de Setembro.

* * * * * * *
Sinceramente não sei o porquê dos portugueses ainda ficarem neste país totalmente imerso no ódio racial contra os brancos. Será que eles não se apercebem que o seu tempo por lá acabou? Não é possível viver lado a lado com pessoas que te odeiam por seres como és (branco, negro, chinês, indiano, cigano, etc) - e não por causa daquilo que acreditas ou aquilo que fizeste.
Tal como as coisas estão, citando o blogue Dextra, "Eles contam com o silêncio de toda a grande média ocidental e com o apoio velado ou explícito de toda as classes conversadeiras nas academias, na imprensa, nos governos esquerdistas e nas ONGs ocidentais que, pelo menos desde os anos 60, fomentam o ressentimento e o ódio dos negros e outros grupos não brancos contra os eurodescendentes."
Isto faz parte da agenda marxista tendo em vista a nivelação da cultura mundial ao mínimo denominador comum. Os agentes marxistas não fazem isto porque se preocupam com os negros, mas sim como forma de destruir a identidade e a superior civilização Ocidental - tradicionalmente mais difícil de se submeter às mentiras esquerdistas.
Dito de outra forma: como não conseguem fazer a revolução com os brancos/Cristãos/Judeus/heterossexuais/etc, eles [os engenheiros marxistas] buscam outros "oprimidos" com os quais possam fazer aquilo que um dos líderes da Escola de Frankfurt tinha em mente quando perguntou: "Quem nos livrará da civilização ocidental?"
Foi uma longa espera mas parece que já há um leque enorme de "oprimidos" prontos a fazer isso mesmo.
segunda-feira, 26 de março de 2012
O genocídio aprovado pelo esquerdismo
Isto foi um gesto reprovável, desumano e merecedor da pena de morte por parte de quem levou a cabo tal acto de desrespeito pela Imagem de Deus presente no homem.
Como a vítima pertencia a um dos grupos protegidos dos marxistas culturais - e os agressores eram brancos - houve um clamor nacional em torno de crime - clamor esse que perdurou por alguns anos. Durante as eleições presidenciais de 2000 o evento foi desenvergonhadamente usado por motivos políticos - pelos esquerdistas, claro.
No entanto, quando as etnias são invertidas e um homem branco (Cristão, de preferência) é morto por um membro dum dos grupos protegidos da esquerda politica (minorias étnicas - excepto os cubanos e os vietnamitas na América, por votarem nos republicanos - homossexuais, feministas, etc) o silêncio impera.
Quando um grupo de negros acorrentou um agricultor branco sul-africano a uma carrinha e o arrastou pelas estradas até à morte, não houve um clamor semelhante ao clamor que houve quando James Byrd foi assassinado. Fora da sua vizinhança imediata na África do Sul, practicamente ninguém estava ciente do crime.
Eis aqui mais uma estatística: ele foi apenas mais uma das milhares de vítimas brancas da limpeza étnica que está a ser feita na África do Sul. Este processo tornou-se tão flagrante que o líder da facção juvenil do Congresso Nacional Africano reconheceu implicitamente que o regime actual leva a cabo medidas de controle político do processo.
Ele chega a dizer coisas como:
Todos os brancos são animais . . . . . Vamos reaver as nossas terras. Sem compensação.Apesar de palavras tão óbvias, segundo o esquerdista comum, isto não é racismo. Por definição, os não-brancos são biologicamente incapazes de levar a cabo actos racistas.
Palpita-me que ele justifica estes actos com frases como "justiça redistributiva contra o opressor histórico" ou outra desculpa marxista qualquer.
O marxismo é muito apelativo às massas porque o mesmo usa uma falha comum em todos nós: permite-nos justificar os nossos falhanços apelando às supostas más acções de outros.
Se és negro e não tens dinheiro, é porque o homem branco de "oprime". Se és mulher e achas que é "injusto" tomar conta dos teus próprios filhos enquanto o teu marido trabalha para te sustentar e para sustentar os filhos que tu dizes serem dele, então estás a ser "oprimida" por ele.
Se és homossexual e sentes-te mal pela natureza dos actos que levas a cabo com dezenas de outros homens, então estás a ser "oprimido" pela heteronormalidade. Temos que destruir a sociedade para acabar com a "opressão".
Este tipo de pensamento não faz sentido nenhum para quem pensa de forma tradicional mas o revolucionário usa-se dela para juntar num só os ódios humanos e direccioná-los contra os grupos "burgueses": os conservadores Cristãos, o homem branco, os "ricos", etc.
É exactamente por isto que os racistas sul-africanos sentem-se à vontade para atacar os brancos. Enquanto eles usarem de retórica marxista para justificar os seus actos, a comunidade ocidental nada fará para por término ao genocídio do homem branco na África do Sul.
Modificado a partir do original
Entretanto, fica aqui um vídeo gráfico e perturbador.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Negro sul-africano: "A nossa vida era melhor durante o apartheid"
O repórter esquerdista irlandês Fergal Keane (BBC) ouve da boca dum local que a vida dos negros era melhor durante Apartheid e que as coisas apensas ficariam melhores se o governo que suportava o Apartheid voltasse ao poder.
- Fergal: Josef, alguma vez pensas se a vossa vida ficará melhor?
- Josef: Se calhar a minha vida melhoraria se o Partido Nacionalista voltasse ao poder, e não o ANC.
- Fergal: Não acredito em ti. Fala a sério. Esse era o governo do homem branco que vos oprimia, que vos tratava de um modo terrível. De certo que tu não acreditas nisso?
- Josef: Mas em termos de emprego, eles não nos oprimiam. Nós não fazíamos um grande esforço por um emprego naquela altura.
- Este blogue é totalmente contra todas as políticas e ideologias que promovam e defendam a descriminação racial, quer sejam de brancos contra os negros, quer sejam dos negros contra os brancos (ou entre qualquer outra etnia).
Julius Malema, líder juvenil sul-africano: "Matem os brancos!"
sábado, 4 de junho de 2011
Julius Malema, líder juvenil sul-africano: "Matem os brancos!"

Julius Malema disse aos seus seguidores que os lavradores brancos tem que ser tratados como criminosos por roubarem as terras dos negros.
Segundo o The Telegraph, o instigador de genocídio Julius Malema defende que as tentativas governamentais de transferir as terras para as mãos dos negros através de negociações com os brancos falharam, e como tal, Malema apela a confiscações semelhantes às levadas a cabo pelo ditador socialista Robert Mugabe.
A pergunta que se impõe é: porque carga de água as terras tem que ser transferidas para as mãos dos negros? Pior, porque é que o Estado tem que levar a cabo essa manobra? Ou o homem branco está proibido de possuir terras em África? Se é assim, pode-se dizer o mesmo dos negros na Europa e nos outros países de maioria branca? Ou só é racismo quando é feito pelo homem branco?
Julius Malema demonstra qual é a ideologia política que o inspira:
Temos que tomar as terras sem pagar por elas porque os brancos tomaram as terras sem pagar por elas.Eu não sei em que mundo o Malema vive, mas a isso chama-se "consequências de guerra". Se um país faz guerra com outro e perde, o país vencedor fica com os espólios. Todas as tribos africanas sabem e operam segundo esse princípio, mas Malema aparentemente não aprendeu História.
O sistema de venda voluntária, compra voluntária falhou.Portanto, como o normal sistema económico falhou (e os negros não possuem capacidade económica e vontade de rentabilizar as terras), Malema apela ao sistema económico que tanto sucesso tem tido nos últimos 100: o colectivismo.
Estamos todos de acordo que eles roubaram a terra. Eles são criminosos e como tal tem que ser tratados como tal.Portanto, um homem branco que seja o descendente de uma família que se mudou para a África do Sul no século 18 é um "criminoso" porque ele possui um pedaço de terra em África.
Rodésia, o predecessor do Zimbábue, era um país razoavelmente abastado conhecido como o "Celeiro de África". Foi então que a justiça social chegou e as quintas foram confiscadas. O homem branco foi removido do poder abruptamente e as suas possessões agrícolas nacionalizadas.As palavras de Malema mostram que ele é um servo fiel de Karl Marx e companhia. Mas como é que um líder africano continua a associar-se a uma ideologia tão destrutiva como o socialismo? A História responde.Hoje em dia o país sofre de falta de alimentos e desemprego na ordem dos 95%, para além duma uma taxa de inflação envolvendo números demasiado grandes para se compreender. No entanto, o ditador socialista vive bem, muito graças à ajuda internacional que recebe dos mesmos "bem-feitores" que pressionaram a Rodésia a mergulhar no seu caixão.
Depois da Segunda Grande Guerra, os comunistas soviéticos voltaram a sua atenção para África e "educaram" gerações de líderes africanos em favor da revolução violenta. O que nós vêmos agora são o fruto de indoutrinação que perdura há gerações.
Nunca nos podemos esquecer dos propósitos de Lenine e Gramsci no intuito de causar caos social em todo o mundo de modo a que as pessoas implorem pelo totalitarismo socialista como forma de "restaurar a ordem".












