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domingo, 8 de dezembro de 2013

O verdadeiro Nelson Mandela


Com os média a transbordar de referências à "grandeza" de Nelson Mandela no dia à seguir à sua morte, um contraponto com o resto da história é sobejamente necessário. No final do texto estão algumas entrevistas em vídeo do missionário Sul-Africano Peter Hammond, que conta a verdadeira história de Mandela.

Caracterizado pelos média como um libertador, Mandela era um Marxista e um terrorista condenado. Hammond diz o seguinte em relação a Mandela:

Nelson Mandela admitiu [tudo] num tribunal aberto e declarou-se culpado de 156 actos de violência pública e terrorismo - e lembrem-se que ele era um advogado experiente. Ele era o líder da facção terrorista revolucionária do ANC [African National Congress] “Umkhonto we Sizwe.” Ele esteve por trás de diferentes operações: desde a conspiração de colocar bombas numa estação de comboio (que matou mulheres e crianças, e mutilou pessoas), bombas em centros comerciais, ataques a camponeses . . . tantos actos de violência.

Hammond prossegue afirmando que as descrições actuais fazem de Mandela um santo mas nunca dizem o porquê dele ter estado na prisão. Ele foi para prisão por um motivo justo e bom.

Nem mesmo a Amnestia Internacional quis pegar no seu caso porque ele não era um preso político. Ele teve um julgamento justo e uma sentença razoável. Ele teve o seu momento no tribunal e ele não era um preso político mas sim alguém que foi para a prisão por ter levado a cabo actos de violência.

Hammond conta como os crimes que Nelson Mandela levou a cabo na África do Sul, que lhe valeram uma prisão perpétua, seriam suficientes para ele ser receber a pena de morte nos Estados Unidos ou na Grã-Bretanha daqueles dias. Foi o clima político da altura que lhe valeu a libertação, associado ao revisionismo esquerdista que branqueou a sua vida anterior de violência. Se o legado de Mandela nos ensina algo é que a sua vida é um argumento em favor da pena de morte. Quando tais criminosos não são eliminados, há sempre a chance dos poderes políticos futuros serem suficientemente corruptos para os libertar - e os colocar em posições de poder.


À luz da verdade em torno de Mandela, Hammond pode dizer:

Estou surpreso que tantas pessoas o idolatrem e o elevem para uma posição de figura messiânica, o que revela que eles obviamente não conhecem o que ele ensina, o que ele acredita, o que ele faz, ou o seu apoio a alguns dos ditadores Marxistas mais radicais do nosso planeta.

Isto inclui muitos Cristãos:

Muitos Cristãos por ai espalhados idolatram Mandela só porque lhes foi dada informação errada, ou informação incompleta.

Quando Mandela adoeceu há cerca de um ano atrás, os média começaram a preparar a hagiografia que eles estão agora a publicar em torno do terrorista caído. Barack Obama aproveitou a oportunidade para fazer uma viagem até a África do Sul, falando nos direitos humanos em todos os lugares, invocando o nome de Mandela em todas as paragens e louvando o seu trabalho.

Um comentador esquerdista da NPR [órgão de informação estatal Americano] não se conseguiu conter, lamentando o facto de, durante a visita de Obama, Mandela estar demasiado doente para uma sessão fotográfica

O primeiro presidente negro dos Estados Unidos ao lado do primeiro presidente negro da África do Sul seria um momento poderoso.

Ou, como nós poderíamos dizer,"Um cripto-comunista amigo de terroristas ao lado de um comunista terrorista condenado seria um momento revelador."

Pouco depois do ataque terrorista de Boston, Obama declarou que esses actos seriam investigados como actos de terrorismo porque, "Sempre que bombas são usadas para atingir civis inocentes isso constitui um acto de terrorismo."

"Sempre . . . . "

No entanto, esta manhã, enquanto falava da morte de Mandela passados que estavam alguns minutos, o presidente Obama disse:

Perdemos um dos seres humanos mais influentes, corajosos e profundamente bons com quem qualquer um de nós algum dia partilhará tempo durante a sua estadia na Terra.

Há de facto um fosso no discurso público.

E sim, até muitos Cristãos ficarão confusos e encurralados. Muitos encontrar-se-ão encurralados pelo dilema apreendido gerado pela narrativa caiada de Mandela. Se os adversários criticarem-no publicamente, eles correm o risco de serem publicamente associados aos simpatizantes do apartheid e do racismo (tal como os actuais defensores [Americanos] dos direitos estaduais são indevidamente associados à escravatura e ao racismo).

No entanto, dar espaço de manobra a Mandela é dar espaço de manobra à sua ideologia Marxista e ao seu terrorismo. Isto soa como muitas outras decisões em torno do "mal menor" que tantas vezes nos são apresentadas.


Mandela morreu e apresentou-se perante o seu Criador. Veremos se Deus julga o assunto segundo a tese do "mal menor". Se quiserem saber mais acerca do Comunismo de Mandela basta ler o livro que ele mesmo escreveu que fez parte da montanha de evidências usadas contra ele no seu próprio  julgamento: "Como Ser um Bom Comunista".

A ler: O julgamento de Nelson Mandela



quarta-feira, 18 de abril de 2012

Breivik e o punho fechado

A saudação que Breivik fez no tribunal de Oslo, um braço estendido com um punho fechado, foi vista como uma saudação de extrema-direita.

Breivik descrevia, aliás, o gesto no seu longo manifesto em que dava atenção à propaganda: era um “sinal de força, poder e desafio contra os tiranos marxistas da Europa”, esses que o arguido acusa de fomentar o multiculturalismo. “A nossa saudação não tem nada a ver com a saudação romana onde a palma está virada para baixo com os dedos juntos”, também usada pelos nazis, explicava ainda Breivik.

Mas a verdade é que o punho fechado evoca muitas vezes algo contrário ao que Breivik pretendia simbolizar. Porque o punho fechado é normalmente mais associado com o gesto dos atletas Tommie Smith e John Carlos, no pódio das Olimpíadas de 1968, em protesto pelo tratamento dados pelas autoridades americanas à sua população negra.

E o punho tem sido mais usado ao longo da História por grupos de esquerda e de defesa de grupos oprimidos, sublinha a emissora britânica BBC. Há punhos fechados em cartazes de sindicatos em 1917, em fotografias de anti-fascistas espanhóis nos anos 1930, e ainda no logótipo feminista do punho fechado dentro do símbolo do género feminino.

Breivik não é, no entanto, o primeiro acusado de assassínios políticos a usar este gesto em tribunal. A BBC lembra que Lee Harvey Oswald fez o mesmo depois de ter sido detido pela morte de John F. Kennedy, e Carlos “o Chacal”, também.

No fundo, o sinal é popular porque junta conotações de resistência, solidariedade, orgulho e militância num gesto simples, diz o psicólogo Oliver James. "É um modo de indicar que pretendes combater uma força poderosa, malévola e institucional, com a tua própria força - és um indivíduo que se sente ligado a outros indivíduos para lutar um 'statu quo' opressivo."

Fonte

* * * * * * *

Quando um terrorista muçulmano leva a cabo ataques ao ocidente, a imprensa esquerdista dedica-se a analisar as "causas" que motivaram o crime. No caso de Breivik, no entanto, os mesmos esquerdistas não parecem muito interessados em analisar o que ele alega serem as causas do seu ataque a vítimas inocentes.

Outra coisa "curiosa" deste incidente é que muitas pessoas que normalmente se levantam contra a pena de morte levada a cabo pelos americanos, pedem agora que Anders seja executado. Contrariamente ao que é normal, eu estou de acordo com eles: Anders deveria ser executado pelo que fez.


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