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terça-feira, 3 de novembro de 2015

BBC: Apagando o Cristianismo da História

Por Joseph Pearce

Há alguns dias atrás tive a viscosa experiência de ouvir uma discussão com a duração de 40 minutos (transmitida pela BBC Radio) onde alegadamente se falava da história da Grã-Bretanha através da poesia. Descrevo a experiência de viscosa porque, depois de ter ouvido a discussão, senti como se tivesse sido coberto de visco, encontrando-me espiritualmente, intelectualmente e emocionalmente dentro duma lama de falsidades.

Passo a explicar.

Um amigo meu, que é poeta, enviou um link da celebração do "National Poetry Day" da BBC Radio - que ocorreu no dia 8 de Outubro - vista pelos olhos de poetas. Temendo o pior, resolvi mergulhar o dedo do pé na água, ou o ouvido nas ondas de rádio, embora inicialmente tenha sido de forma experimental. Vendo que a primeira discussão, que era sobre as raízes Celtas e Anglo-Saxónicas da Grã-Bretanha, deveria ser relativamente segura, estando ela tão longe do modernismo, tomei atenção para aprender mais.

Foi horrível.

Apresentado por Andrew Marr, o radiodifusor veterano que se descreve como um "esquerdista branco privilegiado" e como alguém que é resolutamente secular, isto é, não-religioso, eu deveria ter esperado o pior. Eis aqui o que Marr diz sobre as suas posições religiosas:

Sou eu religioso? Não. Será que eu acredito em alguma coisa? Não.

No entanto, visto que não é possível um ser humano não acreditar em algo, vamos analisar as coisas que ele realmente acredita. Havendo voltado as costas ao Presbiterianismo dos seus pais quando era um jovem homem, Marr envolveu-se com a Internacional Comunista quando se encontrava em Cambridge, ganhando a alcunha de “Red Andy.” Em 2006 ele declarou:

A BBC não é imparcial e nem é neutra. Ela é uma organização urbana financiada pelo Estado, com um número anormal de jovens, minorias étnicas e homossexuais. Ela tem um viés liberal [esquerdista], não tanto um viés partidário-político. Isto é melhor expresso como um viés cultural liberal [esquerdista].

Dito de outra forma, Marr estava a dizer de forma clara que a BBC tem um viés contra as populações rurais, contra os mais idosos, contra a maioria étnica, e contra os heterossexuais. Mais pertubador ainda, Marr parece ser um defensor do uso da força política, acrescentada à persuasão propagandista, como forma de levar a cabo uma engenharia social que produza o tipo de mundo no qual ele acredita:

E a resposta final, francamente, é o uso do poder do estado para coagir e reprimir. Pode ser da minha educação Presbiteriana, mas acredito de modo firme que a repressão pode ser um bom instrumento civilizador em prol do bem. Pisem em algumas crenças "naturais" durante algum tempo e podem quase que matá-las.


Pouco antes de dizer estas palavras, Marr falou da necessidade de tornar as pessoas "imunes aos antigos cânticos tribais", que, embora ele estivesse a falar ostensivamente do racismo, é mais do que sugestivo da necessidade de "educar" as pessoas para longe da moralidade tradicional e da religião na qual esta moralidade está enraizada. Poucas pessoas com o meu conhecimento de Política e de História irão duvidar que, mal o mesmo é desencadeado, "o uso vigoroso do poder do estado para coagir e para reprimir" será usado contra todos os grupos com os quais o governo não concorda.

Mais recentemente, Marr tem voltado a sua atenção para a História, ou melhor, para a História tal como ela é vista pelas lentes obviamente preconceituosas e enviesadas de Marr, apresentando o programa "History of the Word" - uma série que pretende examinar "a história da civilização humana." Escusado será dizer isto, mas esta não é a verdadeira História do mundo tal como vista objectivamente através dos olhos de gerações passadas que a fizeram e a moldaram, a larga maioria das quais havendo sido obviamente Cristãs crentes e practicantes, aderentes dos tais "antigos cânticos tribais" que Marr planeia erradicar. A "história" de Marr, tal como o "esboço da História" por parte de H. G. Wells, nada mais é que a obra dum vivisectionista grosseiro que pega em sujeitos vivos e mata-os em nome do "progresso".

Tudo o que foi exposto em cima é apenas para reiterar e explicar o porquê de que eu já deveria esperar o pior mal me apercebi que o programa com 40 minutos sobre as raízes Celtas e Anglo-Saxónicas da Britanidade era apresentado por Andrew Marr. Eu já deveria saber que seria uma experiência viscosa e não deveria ter-me exposto à sua presença orgulhosa e preconceituosa. No entanto, por mais insano que possa parecer, apressei-me a entrar onde os anjos e os santos temeriam entrar, e paguei o doloroso preço.

Por mais incrível que possa parecer, a discussão conseguiu discutir a poesia Galesa e poesia Anglo-Saxónica sem mencionar o não-mencionável expletivo "Cristianismo", a palavra-C, o uso da qual é uma gaffe genuína que tem que ser excluída de toda a discussão educada, mesmo quando se fala do passado Cristão. Consequentemente, por exemplo, falou-se de Beowulf, embora com brevidade misericordiosa, sem qualquer referência ao facto desta história ser um conto de aviso, do ponto de vista do Cristão ortodoxo, sobre os perigos da heresia Pelagiana, e sem qualquer discussão sobre os significados numéricos que faziam uma ligação entre a morte auto-sacrificial de Beowulf com a Paixão de Cristo.

O grande poema Anglo-Saxónico com o nome de "The Ruin" foi modificado com o poder mágico do politicamente correto de uma discussão em torno da forma como os  caminhos de wyrd, isto é, a Providência de Deus, reduzem a nada a pompa e a circunstância do poder político secular, para algo que reflecte a angústia do homem moderno em relação à sua identidade cultural. (Não estou a brincar!) 

Como se isto não fosse suficientemente ridículo, lembro-me que o monge Anglo-Saxónico Caedmon foi falado sem qualquer referência ao facto dele ser um monge ou sem qualquer menção da palavra-C, embora a única obra sua ainda em existência seja um hino!

A nota final do absurdo, o coup de grace ou reductio ad absurdum, a cereja no topo deste bolo ridículo, foi a discussão em torno das "Canterbury Tales" de Chaucer. Em vez de olharem para a obra de Chaucer como uma defesa do realismo escolástico contra o proto-relativismo do nominalismo de Occam, os orgulhosos e preconceituosos prentenciosos informaram-nos, com triunfalismo arrogante, que Chaucer foi um "subversivo" porque ele escreveu em vernáculo e não em Francês (a língua da corte) e nem em Latim (língua da igreja).

Na sua queda para o banalismo final, toda a obra de Chaucer, que está cheia de moralidade Cristã robustamente ortodoxa, é reduzida para o nível de ideologia radical do século 21. Escusado será dizer isto, mas a discussão em torno das "Canterbury Tales" evita de forma deligente aquele outro expletivo não-mencionável, "peregrinação" (a palavra-P).

A minha experiência depois de ter sido envolvido com a lama viscosa que é esta obra de polémica anti-Histórica mascarada de conhecimento, lembra-me uma obra de literatura muito mais recente, o livro 1984 de George Orwell, onde os tiranos que estão no poder levam a cabo uma abordagem Maquiavélica da História onde aqueles que controlam o presente, também controlam o passado.

Nada disto se centra na verdade objectiva e nem em aprender as lições que os nossos ancestrais nos podem ensinar; isto centra-se em re-escrever a História à imagem do nosso politicamente correcto. Só desta forma é que o socialmente-arquitectado "Novo Homem", livre dos "antigos cânticos tribais" da religião, pode emergir das cinzas da História que os pseudo-historiadores criaram ao queimarem os livros politicamente incorrectos. Isto, e usufruindo de liberdade poética com as próprias palavras de Marr, é o uso vigoroso da História re-escrita como forma de coagir e reprimir. É a firme crença de que a repressão e a supressão da verdade sobre o passado "pode ser uma boa arma civilizadora em prol do bem."

"Pisem com força em certas crenças 'naturais' durante o tempo certo," disse Marr, "e vocês podem quase que matá-las". Depois de me inteirar da supressão politicamente correcta da verdade histórica por parte da BBC, tenho a inquietante suspeita que estou a testemunhar o Grande Irmão de Orwell a sorrir de forma benigna para mim com os seus amigáveis olhos psicopatas.

 -  http://bit.ly/1Mkp2hX



domingo, 23 de setembro de 2012

Efeitos do Marxismo Cultural na Grã-Bretanha

Fonte

Da sua prisão na Itália dos anos 1920, o Marxista Antonio Gramsci escreveu a sua visão para a Europa e como uma "longa marcha através das instituições" seria necessária para alterar a cultura.  Através das instituições, particularmente através dos média e do sistema de ensino, as massas seriam indoutrinadas com valores Marxistas Culturais.

Avançando para 2012, observamos que as ideias de hegemonia cultural de Gramsci confirmam-se na Grã-Bretanha uma vez que só agora os Marxistas culturais controlam a sociedade. A BBC e o nosso sistema de ensino promove valores que são anti-nacionais, anti-tradicionais, anti-religiosos [ed: anti-Cristãos mas nunca anti-islâmicos] mas, naturalmente, pró-esquerdismo e pró-multiculturais.

Com o dinheiro dos contribuintes, a BBC disponibiliza telenovelas vácuas tais como "The Eastenders", onde personagens de todas as nacionalidades bebem na  'Queen Vic' em perfeita harmonia multicultural. Onde estão os comentários politicamente incorrectos que seriam de esperar nos pubs?  Onde estão as piadas exageradas a roçar o racismo mas mesmo assim cheias de humor?

Na verdade, os pubs são um dos poucos bastiões da tradicional cultura britânica e a 'Queen Vic' não os representa ; no seu lugar, promove uma utópica agenda multicultural.

Na série Eastenders, onde estão os crimes levados a cabo pelos gangues ? [ . . . ] Onde estão os protestos muçulmanos a apelar por zonas controladas exclusivamente pela Sharia? Onde estão as minorias étnicas que não falam inglês e nem se integram na sociedade Britânica? Onde estão os estados [= zonas] onde os Brancos não são bem vindos?

Em lugar algum se vêem estas coisas porque os enredos centram-se no mito duma sociedade multicultural cujos valores comuns centram-se na cerveja, nos relacionamentos extra-conjugais, e nas idas à lavandaria.

Syed, o 'Muçulmano Homossexual' com origens imprecisas que a BBC colocou numa história gay lado a lado com um  inglês 'Gay' que, por coincidência, se chama Christian,  é o sonho da BBC dum país das maravilhas numa tentativa de normalizar o anormal,  promover estilos de vida minoritários e apresentar isso como os componentes centrais da Cultura Nacional.

A ideologia do multiculturalismo está a ser promovida pela BBC News de modo ainda mais óbvio. Jornalistas seleccionados a partir quotas feitas aos grupos minoritários, e "peritos" cuidadosamente escolhidos, dizem-nos que a imigração em massa é  "boa para a economia" e nós agora estamos numa crise económica.  Eles dizem que o facto de muitas cidades Britânicas não mais terem uma aparência Britânica  mais não são que "forças do mercado", e que isso está  a  "enriquecer" e a "diversificar".

As escolas do governo, que seguem as linhas orientadoras fornecidas pela BBC, são igualmente culpadas da hegemonia esquerdista e da podridão institucional.  Hoje em dia as crianças deixam as escolas com um melhor entendimento das alterações climáticas do que com um melhor entendimento da nossa religião.  A religião, quando ela é ensinada nas escolas, é apresentada como algo tão inconsequente como escolher um doce em vez de outro na "Haribo Pick n' Mix."

As instituições de qualquer sociedade saudável promovem sempre preferências como forma de instigar um sentimento de unidade nacional, e o Cristianismo encontra-se intimamente conectado com as nossas tradições e com a nossa constituição não-escrita.

Até nas aulas de História, as crianças aprendem mais acerca da fraude Comunista Martin Luther King do que o Rei Edward I, e mais sobre Nelson Mandela do que o Almirante Nelson. A Educação Estatal encontra-se sob um domínio esquerdista que milita contra a tradição e sistematicamente tenta multiculturalizar a nossa história nacional.

Quando eles chegam a ensinar às crianças os eventos e as  biografias das figuras Históricas Britânicas, normalmente há um desproporcional foco no monarca que matou as mulheres ou na forma como a Europa supostamente é responsável pela escravatura, opressão e a pobreza que existe no Terceiro Mundo. Isto não é História mas sim propaganda criada para fragilizar o nosso sentido de orgulho nacional e fragilizar a nossa identidade.
Crianças acorrentadas como escravos (!)
Um movimento popular de direita pode desafiar as certezas da arrogante elite esquerdista, expondo a sua preguiça intelectual quando eles criticam tudo o que não gostam de "extremista."  A direita tem que ser firme e aberta nas exigências e falar a verdade.
  • Nós queremos a repatriação dos poderes da União Europeia.
  • Nós queremos fechar as nossas fronteiras aos imigrantes uma vez que já temos imigrantes de sobra. De facto, nós queremos dar início a repatriação.
  • Nós queremos dar prioridade aos trabalhadores Britânicos no acesso aos empregos Britânicos.
  • Nós realmente achamos que o currículo escolar deveria colocar ênfase nas virtudes e nos feitos Britânicos.
  • Nós achamos que a BBC, que é subsidiada com o dinheiro dos contribuintes, deveria celebrar a nossa herança Cristã, Cultural e Étnica como algo que há centenas de anos tem guiado os Britânicos à grandiosidade, em vez de expulsar estes valores da arena pública e promover a agenda Comunista.
  • Nós achamos que , se tu vives no Reino Unido,  falar Inglês é obrigatório,

  • E nós realmente achamos que deveríamos ter o direito da liberdade de expressão sem que os Ditadores do Politicamente Correcto nos digam o que nós podemos dizer ou pensar.
 
Resumindo, queremos o nosso país de volta.
  • Queremos que os traidores sejam removidos do governo,
  • Queremos que os traidores dentro das nossas instituições sejam removidos,
  • Queremos que as nossas forças policiais sejam imunes às manobras políticas dos Marxistas Culturais e do lixo Britânico, 
  • Não queremos que os nossos excepcionais homens e mulheres das nossas forças militares  sejam usados para lutar em nome de interesses estrangeiros,
  • Não queremos que os nossos filhos recebam uma lavagem cerebral, aceitando a sua própria destruição Cultural e étnica levada a cabo por professores Marxistas Culturais que servem uma agenda e uma indústria de entretenimento que promove o homossexualismo e os relacionamentos mistos como algo a aspirar,
  • Não queremos que as nossas cidades se assemelhem ao Terceiro Mundo, como muitas já se assemelham,
  • Não queremos a crescente islamização do nosso país,

  • Não queremos que as nossas filhas sejam racialmente e culturalmente usadas para a prostituição, 
  • Não queremos que os nossos jovens sejam violentamente atacados e assassinados pelas alegadas minorias étnicas, e esquecidos pelos órgãos de informação com viés Marxista Cultural,
  • Não queremos que as pessoas da nossa Nação tenham que limitar a sua opinião e a sua liberdade de expressão devido ao medo que elas têm pelas leis raciais que os oprimem e dão poder às "minorias",
  • Não queremos que as nossas universidades sejam centros de indoutrinação Marxista, produzindo traidores anti-Brancos e anti-Britânicos,
  • Não queremos que grupos como  UAF, SWP e "Hope not Soap" tenham permissão para avançar violentamente com a sua propaganda Comunista nas nossas ruas, financiados pelos traidores do Parlamento.
A lista é literalmente infindável.

A classe operária Branca está farta. A classe operária Branca não subscreve ao mantra esquerdista da guerra de classes. Só os Comunistas subscrevem a esta ideologia anti-Brancos, anti-Nação e anti-Cristã. A classe operária Branca foi traída e está, gradualmente, a despertar.

Esta é a Nação que a classe operária Branca transformou na mais grandiosa Nação da Terra ; eles lutaram e morreram por esta nação, mas foram traídos como nunca haviam sido.

Grã-Bretanha, desperta.



quarta-feira, 18 de abril de 2012

Breivik e o punho fechado

A saudação que Breivik fez no tribunal de Oslo, um braço estendido com um punho fechado, foi vista como uma saudação de extrema-direita.

Breivik descrevia, aliás, o gesto no seu longo manifesto em que dava atenção à propaganda: era um “sinal de força, poder e desafio contra os tiranos marxistas da Europa”, esses que o arguido acusa de fomentar o multiculturalismo. “A nossa saudação não tem nada a ver com a saudação romana onde a palma está virada para baixo com os dedos juntos”, também usada pelos nazis, explicava ainda Breivik.

Mas a verdade é que o punho fechado evoca muitas vezes algo contrário ao que Breivik pretendia simbolizar. Porque o punho fechado é normalmente mais associado com o gesto dos atletas Tommie Smith e John Carlos, no pódio das Olimpíadas de 1968, em protesto pelo tratamento dados pelas autoridades americanas à sua população negra.

E o punho tem sido mais usado ao longo da História por grupos de esquerda e de defesa de grupos oprimidos, sublinha a emissora britânica BBC. Há punhos fechados em cartazes de sindicatos em 1917, em fotografias de anti-fascistas espanhóis nos anos 1930, e ainda no logótipo feminista do punho fechado dentro do símbolo do género feminino.

Breivik não é, no entanto, o primeiro acusado de assassínios políticos a usar este gesto em tribunal. A BBC lembra que Lee Harvey Oswald fez o mesmo depois de ter sido detido pela morte de John F. Kennedy, e Carlos “o Chacal”, também.

No fundo, o sinal é popular porque junta conotações de resistência, solidariedade, orgulho e militância num gesto simples, diz o psicólogo Oliver James. "É um modo de indicar que pretendes combater uma força poderosa, malévola e institucional, com a tua própria força - és um indivíduo que se sente ligado a outros indivíduos para lutar um 'statu quo' opressivo."

Fonte

* * * * * * *

Quando um terrorista muçulmano leva a cabo ataques ao ocidente, a imprensa esquerdista dedica-se a analisar as "causas" que motivaram o crime. No caso de Breivik, no entanto, os mesmos esquerdistas não parecem muito interessados em analisar o que ele alega serem as causas do seu ataque a vítimas inocentes.

Outra coisa "curiosa" deste incidente é que muitas pessoas que normalmente se levantam contra a pena de morte levada a cabo pelos americanos, pedem agora que Anders seja executado. Contrariamente ao que é normal, eu estou de acordo com eles: Anders deveria ser executado pelo que fez.


sábado, 3 de dezembro de 2011

BBC revela proliferação de ataques de "honra" mas esquece-se de mencionar a palavra "islão"

Vamos tornar as coisas bem simples. As famílias que ordenaram as execuções, bem como as vítimas, são quase todas islâmicas. Surpreendidos? Claro que não. As matanças de honra são práctica comum em muitas partes do mundo islâmico.

Uma vez que a Grã-Bretanha, tal como muitos outros países da Europa, resolveu importar uma considerável população islâmica não-assimilável, as prácticas religiosas e culturais dos seus países de origem sobrevivem nos países que eles actualmente colonizam.

Finalmente, o número de 2,823 ataques é quase de certeza uma subestimação uma vez que esse número foi adquirido após se terem consultado apenas 39 das 52 forças policiais da Grã-Bretanha.

Viram como em menos de 150 palavras vocês ficaram a saber a informação básica do assunto? Como cidadãos inteligentes e informados, vocês agora já podem ter uma discussão em redor deste tema.

É para isso que o jornalismo serve.

A propaganda, no entanto, tem como propósito outros fins. Ela está feita de modo a apresentar uma narrativa politicamente correcta mantida de um modo fanático, e intolerante de evidências contrárias. A propaganda é, portanto, deliberadamente feita para diminuir a qualidade da discussão ao eliminar informação relevante.

Entra a BBC. Na sua reportagem em torno do assunto em questão, este órgão de "informação" falhou ao não mencionar as palavras "muçulmano", "islâmico" ou "islão" uma única vez.

É assim que as sociedades se afundam: quando assuntos de profunda importância para o seu carácter, e até para a sua existência, são catalogadas como "indiscutíveis" pelas pessoas que definem os termos do debate público.

Claramente as pessoas que escreveram e editaram a história deveriam ser despedidas. Obviamente que não serão despedidas uma vez que a narrativa multiculturalista entorpecedora que exigiu a censura das evidências relevantes é, efectivamente, a narrativa dominante em toda BBC bem como em toda a elite governante esquerdista.

Que seja. Continuem a falar de problemas dentro do grupo ideológico que mais rapidamente cresce na Europa sem mencionar que grupo é esse. A qualidade da vossa discussão vai ser idiótica.

Mas vocês irão colher os frutos daquilo que plantaram.

Não se sabe bem que causou as suas mortes.

Fonte


Tal como dito várias vezes, por pessoas conhecedoras do assunto, o multiculturalismo é a ideologia da ignorância. Nós somos obrigados a fingir que não sabemos o que sabemos como forma de não "ofender" um dos grupos protegidos da esquerda política.

É óbvio que a BBC sabe qual é o grupo ideológico por trás das matanças de honra. Eles não são burros. Se fossem, estariam desculpados. Como disse o Senhor Jesus, "Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas, como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece." (João 9:41).

O politicamente correcto, construído pelos marxistas culturais como forma de substituir o "proletariado" por outros "grupos oprimidos", faz com que uma instituição com o expresso propósito de informar nada diga aos leitores que por trás de cada matança de honra se encontram um ou mais muçulmanos.

Eles nada dizem porque os muçulmanos desempenham um papel político importante por toda a Europa: eles são usados pela esquerda política como forma de reduzir a influência do Cristianismo e, desde logo, tornar a Europa mais susceptível de cair e ficar sob jugo totalitário esquerdista.

O que estes voluntariamente ignorantes esquerdistas não querem aceitar é que o islão não é uma religião mas um sistema político criado com o propósito de controlar as massas sob a bandeira da religiosidade. Isto significa que no islão, não há "laicismo"; tudo está directamente sujeito à lei de Alá, o deus islâmico. Não há separação de poderes.

Como dentro da lei islâmica não há liberdade de expressão, os esforços da BBC em levantar um escudo protector em redor dos muçulmanos vai ser visto, a longo prazo, como uma medida auto-destrutiva.

Quando/se o islão se tornar a lei da terra em Inglaterra (como já em em algumas partes), os órgãos de informação como a BBC vão ser "convidados" a modificar o seu conteúdo informacional de modo a que este esteja de acordo com o que os mullahs decretarem.

Claro que os arquitectos do marxismo cultural já sabiam que a coexistência entre muçulmanos e não-muçulmanos é impossível. O propósito da importação em massa dos muçulmanos foi mesmo o de servirem de martelo de destruição da vastamente superior civilização Judaico-Cristã.

Uma vez destruída a civilização ocidental, os marxistas esperam reconstrui-la de modo a que esta se sujeite "voluntariamente" à ditadura esquerdista.

Mas isto nunca vai acontecer e é fácil de se chegar a essa conclusão fazendo um pequeno leque de perguntas: se a sociedade e a identidade ocidental (baseada na moral Cristã) for destruída, quem é que vai reconstruir uma nova civilização? Quem é que se vai sacrificar por um futuro estado que visa colocar todos como "escravos voluntários" ?



sábado, 3 de setembro de 2011

Cães e Raposas "Assassinam" Pinguins

O que está explícito no trecho "jornalístico" é sintomático da religião que professa a origem não-sobrenatural da vida.

A BBC exemplificou o declínio do nível jornalístico com o artigo que tinha como título "Assassínio de pinguins provoca ajuda de atiradores". Só no terceiro parágrafo é que o leitor fica a saber que os "assassinos" são..... cães e raposas.

Os corpos mutilados dos animas, conhecidos como "fairy penguins", foram encontrados num parque nacional, perto do porto de Sydney.

Os suspeitos principais são cães e raposas. Com uma altura de 40cm, o mais pequeno dos pinguins claramente não é rival para inimigos tão agressivos.

Corpos mutilados?! Assassínio?! Por mais ridículo que possa parecer, este tipo de exagero tem vindo a crescer com o tempo à medida que os ambientalistas ficam mais desesperados para passar a sua mensagem.

Isto é uma estratégia usada no processo de equivaler a morte de animais com a morte de humanos, chegando ao ponto de classificar a natural natureza predatória de cães e raposas como um "assassínio".

Isto torna-se mais alarmante quando tais palavras recebem o estatuto de manchete num órgão de informação tão influente como a BBC.

Este tipo de semântica é sintomática de quem acredita (sem evidências) que o ser humano é o resultado do mesmo processo não inteligente que gerou todas as outras formas de vida existentes na Terra. Obviamente que um cão que mata um pinguim não é um "assassino", mas tal facto parece não afectar os religiosos ambientalistas (na sua esmagadora maioria, evolucionistas). Se duvidam que o ambientalismo é uma religião, vejam esta foto:

O ser humano é distinto das outras formas de vida, e por mais que os ambientalistas e os ateus tentem baixar o estatuto único da pessoa humana, isso não vai acontecer. Matar pinguins não é assassínio porque assassínio é matar um ser humano ilegalmente, não matar um animal.

O mais irónico disto tudo é que um ambientalista evolucionista é uma posição auto-contraditória (Vêr "Pode um darwinista ser um ambientalista?").

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

BBC move-se para silenciar os que questionam o aquecimento global


Os críticos da teoria do aquecimento global antropogénico (AGA) devem ter menos tempo de antena do que o lobby em favor do AGA. Quem o defende é a BBC. A mesma organização está em vias de publicar um relatório anunciando alterações nas "regras de imparcialidade".

Orwell deve estar agitado no seu caixão. "Regras de imparcialidade" que visam fazer exactamente o contrário é algo saído directamente dos escritos de George Orwell.

Os produtores e os realizadores vão ser compelidos a dar menos proeminência àqueles que se opõem à visão maioritária da comunidade científica. Sim, porque como nós sabemos, o consenso nunca se engana.

Segundo o Daily Telegraph, o relatório baseia-se fortemente numa revisão independente das emissões da BBC por parte de Steve Jones, professor de genética.

O mesmo Steve Jones aparentemente ilibou a BBC de algum bias na sua programação. Sim, porque quem melhor que um professor de genética para traçar linhas editoriais numa empresa de informação?

A conclusão principal feita a partir de casos onde há uma visão científica maioritária é que a BBC não deve dar tempo de antena aos críticos de consensos científicos.

Exacto. Que melhor forma de mostrar que a noção do AGA não tem nada a ver com a ciência?

-Fonte-


A frase "a BBC não deve dar tempo de antena aos críticos de consensos científicos" é uma das frases mais ignorantes que pode haver na língua portuguesa. Que seria da ciência se os cientistas não tivessem a liberdade para questionar os consensos? Quem determinou que o "consenso" está acima da liberdade de expressão e liberdade para criticar teorias?

Isto demonstra de forma bem óbvia que a noção do aquecimento global não tem nada a ver com a ciência; é uma ideologia política e religiosa que visa concentrar os recursos mundiais nas mãos duma minoria esquerdista não representativa.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Rússia aprende com os erros da Europa Ocidental

Saquem os lenços cá para fora. Os multiculturalistas da BBC derramam lágrimas pelo facto da Rússia se recusar em estender o tapete vermelho aos colonialistas.





Façamos o seguinte, ó ruandeses: se vocês não gostam das casas gratuitas fornecidas pela Rússia, porque é que não voltam para o Ruanda? Não se cospe no prato onde se comeu.

O blogue Political Cesspool está chocado com a liberdade de expressão existente na Rússia:

Foi incrível ouvir Konstantin Poltoranin, dos "Russian Federal Migration Service" afirmar na sua entrevista com a BBC:

"O que está em jogo é a sobrevivência da raça branca. Sentimos que aqui é a Rússia. Queremos nos certificar que a mistura de sangue ocorre da forma certa, por aqui, e não da forma que aconteceu na Europa Ocidental, onde os resultados não foram bons".

Nenhum burocrata veria a sua carreira política sobreviver depois de afirmar o que o russo afirmou, independentemente do número de pessoas que possam concordar com ele.

A intolerante devoção dos russos para a auto-preservação pode-lhes custar a riqueza multicultural que pode ser encontrada nas terras da BBC, onde historias coloridas como esta animam as notícias diárias:

Um zelador municipal traficava meninas com idades que podiam chegar aos 14 anos para dentro da Grã-Bretanha [GB] e obrigava-as que trabalhassem como prostitutas depois de ter colocado um feitiço vudu nelas.

É alegado que Anthony Harrison, de 32 anos, violou duas raparigas na GB depois delas terem sido sujeitas a um extraordinário ritual de magia negra africana por parte de um grupo que se dedica ao rapto.


Harrison tem muitos nomes falsos; ninguém sabe o seu verdadeiro nome. Ele chegou à GB proveniente da Nigéria no ano de 2003. Foi-lhe recusado asilo mas permitido licença indefinida como forma de poder ficar. O seu esquema contrabandeia para dentro da GB raparigas novas como forma de as vender como escravas sexuais.

Elas foram ensinadas a dizer às autoridades que o motivo pelo qual elas precisam de asilo é pelo facto de serem lésbicas, assegurando assim que os esquerdistas que controlam os serviços alfandegários anuam às suas exigências.

Foi dito que a cerimónia assustadora [feitiçaria sobre as miúdas] foi levada a cabo na Nigéria por um sacerdote Juju como forma de aprisionar as raparigas a uma vida de escravatura sexual.

Segundo o tribunal de Woolwich Crown, durante o ritual, uma rapariga de 16 anos foi levada a um santuário onde ela foi deixada nua por dois homens, e cortada em várias partes do corpo com uma navalha como forma do sacerdote recolher o seu sangue (que mais tarde foi colocado num caixão.

Num procedimento pouco diferente duma tortura, o cabelo da rapariga foi cortado, os seus braços foram presos às suas costas e ela foi forçada a deitar-se noutro caixão, nua, coberta de sangue.
A vítima alegadamente tinha que comer coração de galinha cru como procedimento que fazia parte do feitiço do sacerdote.

Ele alegadamente disse que ele tinha acesso à sua alma, e que se ela não obedecesse as suas ordens, ele poderia visitá-la nos seus sonhos e "matar a partir de dentro".

Se há coisa que os multiculturalistas aliados aos colonistas sabem fazer é matar a partir de dentro.

Os russos são uns racistas por não quererem que a Rússia se transforme nisto.


Fonte

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