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terça-feira, 19 de julho de 2011

Rússia aprende com os erros da Europa Ocidental

Saquem os lenços cá para fora. Os multiculturalistas da BBC derramam lágrimas pelo facto da Rússia se recusar em estender o tapete vermelho aos colonialistas.





Façamos o seguinte, ó ruandeses: se vocês não gostam das casas gratuitas fornecidas pela Rússia, porque é que não voltam para o Ruanda? Não se cospe no prato onde se comeu.

O blogue Political Cesspool está chocado com a liberdade de expressão existente na Rússia:

Foi incrível ouvir Konstantin Poltoranin, dos "Russian Federal Migration Service" afirmar na sua entrevista com a BBC:

"O que está em jogo é a sobrevivência da raça branca. Sentimos que aqui é a Rússia. Queremos nos certificar que a mistura de sangue ocorre da forma certa, por aqui, e não da forma que aconteceu na Europa Ocidental, onde os resultados não foram bons".

Nenhum burocrata veria a sua carreira política sobreviver depois de afirmar o que o russo afirmou, independentemente do número de pessoas que possam concordar com ele.

A intolerante devoção dos russos para a auto-preservação pode-lhes custar a riqueza multicultural que pode ser encontrada nas terras da BBC, onde historias coloridas como esta animam as notícias diárias:

Um zelador municipal traficava meninas com idades que podiam chegar aos 14 anos para dentro da Grã-Bretanha [GB] e obrigava-as que trabalhassem como prostitutas depois de ter colocado um feitiço vudu nelas.

É alegado que Anthony Harrison, de 32 anos, violou duas raparigas na GB depois delas terem sido sujeitas a um extraordinário ritual de magia negra africana por parte de um grupo que se dedica ao rapto.


Harrison tem muitos nomes falsos; ninguém sabe o seu verdadeiro nome. Ele chegou à GB proveniente da Nigéria no ano de 2003. Foi-lhe recusado asilo mas permitido licença indefinida como forma de poder ficar. O seu esquema contrabandeia para dentro da GB raparigas novas como forma de as vender como escravas sexuais.

Elas foram ensinadas a dizer às autoridades que o motivo pelo qual elas precisam de asilo é pelo facto de serem lésbicas, assegurando assim que os esquerdistas que controlam os serviços alfandegários anuam às suas exigências.

Foi dito que a cerimónia assustadora [feitiçaria sobre as miúdas] foi levada a cabo na Nigéria por um sacerdote Juju como forma de aprisionar as raparigas a uma vida de escravatura sexual.

Segundo o tribunal de Woolwich Crown, durante o ritual, uma rapariga de 16 anos foi levada a um santuário onde ela foi deixada nua por dois homens, e cortada em várias partes do corpo com uma navalha como forma do sacerdote recolher o seu sangue (que mais tarde foi colocado num caixão.

Num procedimento pouco diferente duma tortura, o cabelo da rapariga foi cortado, os seus braços foram presos às suas costas e ela foi forçada a deitar-se noutro caixão, nua, coberta de sangue.
A vítima alegadamente tinha que comer coração de galinha cru como procedimento que fazia parte do feitiço do sacerdote.

Ele alegadamente disse que ele tinha acesso à sua alma, e que se ela não obedecesse as suas ordens, ele poderia visitá-la nos seus sonhos e "matar a partir de dentro".

Se há coisa que os multiculturalistas aliados aos colonistas sabem fazer é matar a partir de dentro.

Os russos são uns racistas por não quererem que a Rússia se transforme nisto.


Fonte

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