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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Alemanha: Ler noticias sobre imigrantes é "incitação racial"

Rainer Rahn, do partido AfD (Alternative für Deutschland) e membro do conselho da cidade de Frankfurt, foi processado pelo líder da facção de esquerda de “Die Linke”, Martin Kliehm, por "incitação racial". O "crime" de Rahn foi o de ler em voz alta 30 manchetes de jornais, revelando a consequência da violência levada a cabo pelos "refugiados".

Em declarações reportadas por agências noticiosas de Frankfurt, Martin Kliehm disse que o membro do AfD estava a tentar "incitar o povo contra os refugiados, contra os muçulmanos, e contra os migrantes". E devido a isso, ele processou-o.

O motivo por trás da acção de Rahm foi a sua crítica a Aydan Özoguz, oficial de migração do SPD. Özoğuz disse que "a cultura Alemão não existe" devido ao facto dela ter sido "influenciada por influências externas e pela migração". 

Mr. Rahn continuou, afirmando que se podem ver claramente os efeitos diários da imigração nas ruas. Foi então que ele leu 30 manchetes de jornais distintos, revelando os crimes (comprovados ou suspeitos) levados a cabo por estrangeiros, muçulmanos e migrantes.

Muitos vereadores abandonaram a sala enquanto Rahn lia as manchetes. O prefeito Uwe Becker foi mesmo ao ponto de chamá-lo de um embaraço, a que se seguiram aplausos.

Kliehm afirmou que Rahn estava a usar esta plataforma para "rebaixar refugiados e migrantes", chamando-os de criminosos e de serem inferiores. Ele acredita ainda que Rahm pode ter "perturbado a paz pública" com suas palavras. Por sua vez, Rahn disse à emissora de Frankfurt:
Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
Ele afirmou ainda que o processo estava nas mãos da justiça e as suas alegações serão investigadas, e que ele não estava minimamente preocupado. A única "incitação racial" que ocorreu foi quando o não-Alemão Özoğuz afirmou que a cultura Alemão não existe.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2BpS3vQ

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Primeiro a elite internacionalista força os "refugiados" para o coração da Europa, e depois tenta impedir (com relativo sucesso) que os Europeus falem livremente das consequências das acções desses mesmos "migrantes". 

Cada vez se torna mais óbvio que o influxo de imigrantes para a Europa não tem como propósito ajudá-los, mas sim usá-los como instrumento político nas mãos dos internacionalistas.

Como já dito anteriormente, o problema não são os refugiados, e nem os maometanos, mas sim os traidores Europeus que, ignorando o interesse do povo Nativo, os trouxe para a Europa como forma de ter um bloco votante firme contra os Nacionalistas.


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- Minds.com
- Medium.com

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Confissões de um ex-jornalista

Por Kiron Solari

Duvido muito que alguém tenha que ser lembrado que os média estão podres até ao tutâno; até as pessoas mais relutantes e de mente mais fechada estão a começar a aceitar isto como um facto. Mas apesar dos média serem amplamente condenados nos dias de hoje (agradecimento especial aos Alemães por trazerem de volta o termo “Lügenpresse”), poucas pessoas sabem ou entendem o que realmente acontece nas cozinhas jornalísticas, onde a vasta gama de mentiras diariamente disponibilizadas ao público são cozinhadas. No entanto, há formas de entrar lá - através de infiltração intencional ou, como no meu caso, por acidente.

Tenho um amigo de longa data - vamos-lhe chamar de Sven - que sempre conheci como um homem de bom coração e sincero. No entanto, esses traços estão também associados a assumir sempre o melhor das pessoas, e a ser um tanto ou quanto ingénuo. Devido a isto, ele acaba sempre por acabar em situações complicadas e por vezes perigosas.

Uma dessas situações foi quando, durante um breve período, ele passou por uma experiência como jornalista num popular jornal online. Durante esse período, ele mal manteve contacto, e eventualmente saiu da rede. Depois de ter passado um mês, ele voltou um homem diferente, e não para melhor. Tal como já expliquei, ele deixou o seu emprego, e fechou-se por completo (armado com nada mais que álcool) para lidar com a depressão resultante da profissão de jornalista.

Eu sei que isto soa muito "frágil" para muitos de vocês, e para mim também; os homens normalmente não mergulham em depressão e não bebem pra fugir dos problemas. Ao mesmo tempo que conferi ao meu amigo a clemência de ouvir os seus problemas, também reconheci a utilidade da sua experiência, e comecei a colocar-lhe questões em relação ao que ele viu durante o período em que ele esteve no tal emprego.

Vou, seguidamente, reportar-vos o que ele descobriu, mas não irei no entanto revelar o seu nome e nem o nome do seu antigo patrão; dado o país "livre" em que vivemos, isso pode-lhe causar problemas no futuro.

Quem te paga, é teu dono.

Sven juntou-se ao ramo do jornalismo para dizer a verdade às pessoas. Para crédito seu, ele realmente acreditava que estava a fazer exactamente isso. A sua primeira missão soava tão simples: falar com a pessoa, gravar a conversa, escrever o artigo, e publicá-lo. A realidade, no entanto, veio a ser diametricamente diferente: depois do recém-cozinhado jornalista voltou da sua primeira entrevista, foi imediatamente ordenado a que transcrevesse a gravação e enviasse a transcrição por email a gestor de conteúdo.

Passada que estava meia hora, Sven recebeu uma versão fortemente editada da transcrição, com partes que ele considerava cruciais a serem substituídas por chavões sem sentido ou removidas por completo. Quando ele se dirigiu ao gestor para vociferar a sua indignação, o gestor disse-lhe apenas que "Este homem não nos pagou para escrevermos um artigo que o atacava. Volta para a tua secretária!"

Este não foi o único caso, testemunhado por Sven, que revela o peso que o dinheiro tem dentro do jornalismo. Os seus numerosos colegas raramente escreviam conteúdo independente; eles estavam demasiado ocupados a publicar artigos pagos uns atrás de outros. Quando Sven perguntou se estes artigos deveriam ser marcados como "patrocinados", a única resposta que ele obteve foi um riso amargo.

Era muito frequente o gestor de conteúdo dirigir-se à sua mesa e dizer algo do tipo "Sabes que o homem sobre quem estás a escrever é um amigo íntimo do nosso patrão? Não estragues este artigo." Sven ficou também surpreso por ver tantas pessoas "entrevistadas" (normalmente, políticos) que nem se davam ao trabalho de falar com ele, referindo-o às suas secretárias ou aos seus assistentes. Uma destas pessoas chegou até a dar-lhe um discurso pré-escrito, e a dizer para ele "trabalhar" com ele, e avançar.

No entanto, Sven tem também um enorme sentido de justiça, e isto levou-lhe por várias vezes a 1) ignorar as "recomendações" que o gestor de conteúdo lhe dava, 2) desviar-se da historia oficial, e 3) permitir que pequenos vislumbres de verdade chegassem aos ouvidos do público. Por cada uma destas ocorrências, Sven foi chamado para o escritório do gestor de conteúdo, recebeu admoestações estritas, e viu o ordenado do mês a ser reduzido. E isto numa agência mediática que era suposta ser "neutra e objectiva"!

Padrões morais? Nunca ouvimos falar nisso.

Foi um choque enorme para Sven finalmente aperceber-se que os seus patrões eram seres sem consciência, que se prostituíam para quem pagasse mais. Foi um choque ainda maior descobrir a forma despreocupada com que os seus colegas tratavam as suas responsabilidades.

Jornalistas investigativos dependiam de informação que obtinham em  buscas no Google e nos posts do Twitter; editores e sub-editores usavam rumores e o diz-que-disse para escrever artigos mordazes; gestores de sites postavam qualquer tipo de conteúdo que capturava a sua atenção desde que fossem capazes de criar um título suficientemente chamativo para atrair pessoas. A verificação de factos practicamente não existia (a menos que alguém pagasse por isso).

Quando chegava a hora de escolher tópicos e de escrever artigos, a linha orientadora para todo o Establishment era simples: não causem a que as pessoas fiquem zangadas. E quando se diz "pessoas", não estamos a falar das pessoas comuns, que para o Establishment nem eram consideradas pessoas verdadeiras mas sim massa sem cara a quem se atiravam artigos e que, em troca, aumentavam as visualizações e o dinheiro que entrava.

Não, a identificação de "pessoas" estava reservada para as pessoas que realmente contavam. Isto incluía os representantes dos poderes estabelecidos, figuras públicas conhecidas, endinheirados com as mãos dentro do bolo político, e, claro, amigos pessoais o dono da companhia. Estas eram as pessoas protegidas, mimadas, e louvadas a qualquer custo; o resto das pessoas já não eram tratadas assim.

Escusado será dizer isto, mas dentro da companhia mediática, os políticos tinham tanto poder como os donos das bolsas; sempre que algo noticiável acontecia, os "protectores da verdade e da objectividade" começavam imediatamente a trabalhar de modo a distorcer os eventos duma forma desejável para aqueles que os tinham pela trela.

Eram publicados artigos de ataque contra opositores políticos e contra os indesejáveis; cortinas de fumaça eram erigida; factos eram omitidos, negados e mal-representados. Sven confessou-me mais tarde que o dia em que a sua companhia cobriu as eleições parlamentares foi o primeiro dia da sua vida em que ele passou a noite a beber. A ética jornalística, algo que os média adoram agitar aos quatro ventos, revelou-se como sendo uma farsa.

Na omelete mediática, tu és um ovo

O título diz tudo. Para as pessoas no topo das instituições mediáticas, o operário comum não é só um peão - ele é também um preservativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, a vida normal do jornalista é relativamente patética: mal pago, subvalorizado, ingrato e constantemente alvo de ordens superiores. Mudanças no staff na "cozinha" são bastante elevadas, e isto não é porque as pessoas estão a ser promovidas. Nesta área profissional, o termo "empregado veterano" normalmente significa pobre coitado que não tem alternativas e não se pode despedir.

Segundo Sven, muitos dos seus colegas trabalhavam o suficiente apenas para receber o ordenado, o que explica a negligência. Faces acinzentadas, bocas tensas, olhos de quem trabalhou muitos turnos, e atitudes amargas - faz-se o que for necessário para superar o dia de trabalho. Para além disso, as pessoas que se encontravam no topo evitavam qualquer responsabilidade pelo material publicado. Sempre que um leitor enervado ligava para os escritórios, e se queixava de algum artigo, a pessoa que escreveu o dito artigo era responsabilizada imediatamente, mesmo que o seu trabalho tivesse sido revisto e aprovado pela gerência antes de ter sido publicado. Afinal de contas, o que é que custa encontrar outro drone de escritório com habilidades de escrita quase-decentes?

No entanto, Sven também descreveu aqueles colegas que gostavam do seu emprego. Eles chegavam ao escritório com a Primavera nos seus passos, um sorriso a cobrir as suas faces, e um brilho malicioso no seu olhar. Estes eram os "talentosos", favoritos do patrão da empresa - pessoas insensíveis e frias que poderiam vender a própria mãe por um saboroso pedaço de fofoca, que eles iriam, posteriormente, espalhar por toda a internet.

Sempre que estes tinham chance de escrever um artigo de ataque, espalhar um rumor, ou destruir a vida de alguém, quase que poderíamos ver o seu interior a brilhar. Lembram-se de todos aqueles artigos presunçosos, mais-santo-que-tu, pseudo-intelectuais avançados por trapos tais como Salon, Dagens Nyheter e Huffington Post? Podes ter a certeza que eles são escritos por este tipo de pessoas. O que nos leva para o tópico seguinte.

Não é permitido pensamento errado.

Tal como provavelmente já se aperceberam há muito tempo, o campo mediático é enorme e acomoda uma vasta variedade de Kulturbolschewismus. No caso do Sven, não era só o caso de existir uma política empresarial baseada no medo, de denuncia e auto-censura, mas sim um plano real em operação. Ele disse-me que havia um fluxograma pendurado na redacção que explicava o que fazer quando se reportavam crimes e incidentes. Era algo do tipo:

O criminoso era um nativo (branco)?
    S = Reportar detalhadamente, amplificar.
    N = Ignorar os detalhes, minimizar.

A dada altura, Sven escreveu um artigo em torno do feriado nacional, mas o seu gestor de conteúdo recusou-se a aprovar a sua publicação devido ao facto do mesmo ser "demasiado patriótico", aconselhando-o em vez disso a "escrever de forma mais inclusiva" sobre a "participação das minorias no festival".

Qualquer coisa que louvasse o país e os seus habitantes indígenas era, sempre que fosse possível, indesejável e omitido, enquanto que qualquer artigo que gerasse auto-ódio, louvasse os habitantes de outros países (leia-se: Africanos e Muçulmanos) ou atacasse os nativos e o seu estilo de vida, era um sucesso automático e era rapidamente aprovado pela gerência.

Escusado será dizer isto, mas a redacção estava cheia de mulheres, dos seus animais de estimação cucks, e, claro, de Judeus. As primeiras desfrutavam de poder absoluto independentemente da sua posição; bastava uma simples queixa ao departamento de Recursos Humanos para que alguém fosse despedido; evidências não eram necessárias.

Os cucks, representados pelas criaturas de braço fino, cheias de piercing, com barba rala, e t-shirts do Che Guevara, estavam bem contentes com a forma como as coisas estavam a avançar, bebendo lattes e denunciado todos aqueles que expressassem ideias incompatíveis com a narrativa.

Os Judeus estavam no seu ambiente natural dentro da redacção, executando o seu papel tradicional de "intelectual arrogante" e obtendo promoções do nada. Um estudo posterior do site do jornal revelou que a maior parte dos artigos que atacavam os nativos, a sua cultura, e os seus valores eram escritos pelos Judeus.

Contratam-se mentirosos.

Portanto, para resumir: os média não estão cheios de pessoas boas, mas enganadas como muitos pensam. Pelo contrário, o establisment mediático tem um propósito e está bem ciente disso, e ele posiciona-se algures entre um oportunista sem escrúpulos e um leal cão amestrado do Estado. Na melhor das hipóteses, é falsamente patriótica ("que pais maravilhoso que temos aqui; vamos convidar mais imigrantes"), mas na pior das hipóteses, é abertamente hostil em relação à população indígena do país onde ele existe.

Mais ainda, os média permitem a consolidação e a auto-afirmação das forças globalistas - os governos traidores, os Judeus internacionais, as multinacionais, a indústria do entretenimento e assim por adiante - contra a população nativa cada vez mais desprivilegiada e cada vez mais em declínio.

Por fim, mas não menos importante, devido à ofuscação intencional dos crimes cometidos contra o Ocidente por parte dos imigrantes não-Brancos, os média são cúmplices dos mesmos e, se isto falhar, geradores da agitação pública com o propósito de colocar pressão sobre os tribunais de modo a que os criminosos possam sair livres. Para mim, só este último motivo é suficiente para mandar todos os jornalistas e todos os seus donos para a forca.

O ponto a reter é que os média não são de maneira nenhuma teus amigos, mesmo que os seus operacionais da camada mais baixa se encaixem na descrição de vítimas indefesas e não inimigos destruidores e nações. Os média têm que ser resistidos, expostos, e boicotados sempre que possível - até que comecem a sagrar dinheiro e se engasguem no seu próprio veneno.



~ http://bit.ly/2eJ5gqO



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O que é um Guerreiro da Justiça Social?

Por Daryush Valizadeh

Os Guerreiros da Justiça Social [em inglês, "SJW" - Social Justice Warrior] acreditam numa ideologia esquerdista extremista que combina o feminismo, o progressismo, e o politicamente correcto num sistema totalitário que tenta censurar o discurso e promover estilos de vida marginais ao mesmo tempo que tentam activamente discriminar os homens - especialmente os homens brancos. Eles são o braço activista na internet do progressismo Ocidental que opera como um grupo vigilante de forma a garantir a conformidade e homogeneidade do pensamento esquerdista.

O verdadeiro entendimento de "Guerreiros da Justiça Social" ainda está em aberto, mas de forma geral, ele tornou-se num termo abrangente que caracteriza as feministas e os esquerdistas que de modo activo tentam resolver as alegadas injustiças da sociedade moderna, organizando-se em comunidades online como forma de disseminar propaganda, censurar o discurso, e punir os indivíduos, fazendo com que eles sejam expulsos dos seus empregos. Eles foram também bem sucedidos em se posicionarem nos escalões superiores das universidades, das organizações mediáticas e das industria de tecnologia.

Os Guerreiros da Justiça Social não olham para todos os seres humanos como iguais

Usando a hierarquia do "privilégio", os Guerreiros da Justiça Social calculam o valor dum ser humano com base nas alegadas injustiças ou maldades que esse grupo sofreu desde o tempo do homem ancestral, usando uma interpretação selectiva e estreita da História. Os Guerreiros da Justiça Social elevam os grupos que eles consideram terem recebido a menor quantidade de "privilégio" no passado, e depois usam o activismo da internet, sob a forma de multidões e purgas comunitárias, para atacar aqueles que são tidos como os que têm uma maior quantidade de privilégio.

A ideia do privilégio é tão essencial para a ideologia dos Guerreiros da Justiça Social que uma táctica comum de debate por eles usada é o de dizer "verifica o teu privilégio", que essencialmente tem o significado de "tens que parar de dizer o que dizes, ou mudar o que dizes, porque os teus ancestrais podem - ou não - ter feito coisas más às mulheres ou as etnias minoritárias."

Por exemplo, se um conhecido homem branco Americano diz uma piada sobre uma mulher negra lésbica e muçulmana, os Guerreiros da Justiça Social irão usar uma combinação de blogues, Youtube, e redes sociais como forma de revelar a sua identidade (publicar a sua informação pessoal, incluindo o local onde ele trabalha). Depois disto, irão pressionar a empresa do homem, inundando-a com chamadas e mensagens com o propósito de remover a sua fonte de rendimento, ao mesmo tempo que se dedicam a uma campanha de ataque em massa como forma de levar a que as suas contas online sejam suspensas.

O seu propósito final é o de silenciar todo o discurso com o qual eles não concordam, ou discurso que eles acham ofensivo, ao mesmo tempo que castigam o infractor através da remoção da sua fonte de rendimento.

À medida que eles vão crescendo em poder, o intervalo de discurso aceitável que poderá dar início a uma caça às bruxas por parte dos Guerreiros da Justiça Social vai ficando cada vez mais estreito, e aqueles que se encontram no ponto mais elevado da hierarquia do privilégio (os homens brancos) têm que falar de forma cuidada se por acaso não querem ser vítimas dum ataque por parte dos Guerreiros da Justiça Social.

Eles acreditam que o consenso é mais importante que a objectividade.

Os Guerreiros da Justiça Social não acreditam na objectividade. Em vez disso, o discurso e as ideias têm que ser analisadas de modo relativo segundo a fonte das mesmas e segundo o público-alvo. O sentimento duma declaração tem também que ser levado em consideração, coisa que pode ser afectada pelas notícias actuais, pela atmosfera cultural e pelas tendências populares. Por exemplo, consideremos a seguinte frase:

Os Asiáticos são nerds.

Se, depois dum tremor de terra ter ocorrido no Japão, um homem branco famoso dissesse esta frase no Twitter, uma punitiva caça às bruxas por parte dos Guerreiros da Justiça Social teria início. No entanto, se uma famosa utilizadora do Youtube, negra e lésbica, dissesse exactamente a mesma coisa, nenhuma acção contra ela seria tomada. Isto prende-se com o facto das mulheres negras se encontrarem num ponto baixo dentro da hierarquia de privilégio dos Guerreiros da Justiça Social, e, como tal, terem uma maior amplitude no discurso até que uma caça às bruxas seja iniciada contra si.

O homem branco, que está no topo da hierarquia do privilégio, não tem margem de manobra para fazer uma piada sobre raça alguma visto que ele não faz parte duma classe protegida pelos Guerreiros da Justiça Social. Ele seria considerado racista e intolerante, apesar do facto da declaração "Os Asiáticos são nerds" ter uma baixa ambiguidade, independentemente da raça ou do estatuto da pessoa que a disser.

Esta falta de objectividade por parte dos Guerreiros da Justiça Social é intencional e deriva do pensamento Marxista Cultural que alega que a objectividade e a noção do certo e do errado são menos importantes que o consenso. O motivo por trás disto prende-se com o facto do consenso ser facilmente obtido através da manipulação da narrativa - factos culturais, ideias e memes que fazem parte duma população específica. Se alguém consegue construir um consenso, manipulando a narrativa através do domínio dos média, ou através da rápida eliminação do discurso que se encontra em oposição ao que "tem" que ser acreditado, é possível subscrever algumas crenças mesmo que elas se encontrem em oposição a factos científicos confirmados ou contra o raciocínio básico.

A táctica dos Guerreiros da Justiça Social evoluiu devido à necessidade de manter a ideologia viva  num clima onde a ciência - e ciência com mais de 100 anos - contradiz a maior parte das suas ideias. Por exemplo, uma crença importante dos Guerreiros da Justiça Social é que, para além do seu corpo físico, não existem distinções entre os homens e as mulheres, que a evolução [sic] parou no pescoço dos seres humanos e deu a ambos os sexos cérebros idênticos. A biologia humana não dá qualquer tipo de apoio a esta noção [1] [2] [3], e como tal, sempre que uma pessoa tenta declarar perante uma audiência que os homens e as mulheres são diferentes, os Guerreiros da Justiça Social tentam uma das três:
(1) Censurar o discuro através de multidões descontroladas.
(2) Chamar a pessoa de "misógina" (e alguém com ódio às mulheres) como forma de impedir que a população geral leve em consideração a informação correcta que está a ser apresentada.
(3) Destruir os meios de subsistência da pessoa, entrando em contacto com o seu patrão, de modo a que ele seja menos capaz de exercer a sua liberdade de expressão.
Vocês irão encontrar com frequência a táctica do consenso a ser usada pelos Guerreiros da Justiça Social:

Como é que tu podes acreditar em X quando tantas pessoas acreditam em Y?

Como se sabe, o consenso é uma forma débil de analisar os factos e as escolhas morais. Era consenso [científico] acreditar que a Terra era achatada e que o sol girava em volta da Terra. Infelizmente, muitos bons homens foram presos ou executados por terem crenças que iam contra as crenças consensuais da altura, embora se saiba hoje que eles estavam certos. O consenso Americano apoiava a instituição da escravatura, mas isso não tornava esse consenso moralmente correcto. E não foi há muito tempo que o consenso defendia a segregação entre brancos e negros, mesmo no Norte dos Estados Unidos, onde a escravatura não era practicada. O consenso tem-se revelado como um método perigoso de validar ideias e comportamentos.

Os observadores irão notar que o controle de informação é um componente importante da ideologia dos Guerreiros da Justiça Social. Eles não têm outra escolha senão agir desta forma visto que as suas ideias não estão de acordo com a ciência e nem com a lógica. Devido a isto, os Guerreiros da Justiça Social construíram mecanismos através dos quais eles controlam o discurso que vai contra as suas crenças.

Ao controlar os argumentos ou as ideias que estão disponíveis para o público, eles têm maiores possibilidades de convencer os outros através da manipulação e da intimidação frontal da sua visão do mundo, como forma de gerar o consenso que eles precisam para afectar as mudanças sociais. Algumas pessoas tomam parte activa nas suas causas porque nunca entram em contacto com pontos de vista contrários, que normalmente são classificados de "discurso de ódio".

O mensageiro é mais importante que a mensagem

Uma parte importante do seu activismo depende dos sentimentos subjectivos e do valor atribuído às partes envolvidas. Antes duma Guerreira da Justiça Social tomar uma decisão em torno do certo e do errado, ela tem primeiro que saber a raça, sexo, e sexualidade dos participantes envolvidos, e só depois decidir de vai ficar furiosa ou não. Uma declaração ou uma ideia isolada não é suficiente para que se chegue a uma conclusão em torno da aceitabilidade da declaração ou da ideia. Por exemplo, levemos em consideração a frase que se segue:

O aborto não pode ser usado como forma de controle de natalidade.

Uma Guerreira da Justiça Social seria incapaz de reagir a esta declaração sem saber primeiro quem a disse. Se tivesse sido eu - um homem caucasiano -  a publicar esta frase num site famoso como a CNN, o ultraje seria imenso. A maior parte dos comentários iriam acusar-me de ter ódio pelas mulheres, e de querer controlar os seus corpos. Teria início uma petição com o propósito de impedir que eu voltasse a escrever para a CNN.

Por outro lado, se a mesma frase tivesse sido dito por uma feminista como Jessica Valenti, as respostas seriam mais calmas; ela receberia algum tipo de críticas e até algumas palavras de apoio por parte de pessoas que tentariam destruir a minha vida caso eu tivesse dito exactamente a mesma frase.

A pessoa que acredita no método cientifico não seria afectada pelo mensageiro: ela iria avaliar a declaração e tentar verificar se a mesma se fundamenta na lógica. Os Guerreiros da Justiça Social evitam tal tipo de comportamento objectivo.

Alguns grupos merecem mais a igualdade que outros grupos

Os Guerreiros da Justiça Social fazem um espectáculo gigantesco em torno da sua busca pela "igualdade", mas como a citação presente no livro Animal Farm declara:

Todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que outros.

As Guerreiras da Justiça Social não acreditam que o homem merece o mesmo tratamento que a mulher da mesma raça. Quando elas dizem "igualdade", o que elas têm em mente é a aplicação de benefícios especiais para grupos protegidos como forma de gerar uma igualdade fundamentada na subjectividade da sua percepção e dos seus sentimentos. Elas chegam ao ponto de alegar que as mulheres e os não-brancos não podem ser racistas contra os homens brancos. Se uma mulher negra qualifica um homem branco de "cracker", "honky", "redneck", "hick", ou "peckerwood", ela apenas está a corrigir males históricos e injustiças, e não a ser racista.

Uma vez que as Guerreiras da Justiça Social não têm uma forma objectiva de medir ou orientar a igualdade, a mesma só será atingida quando elas sentirem que essa igualdade foi atingida. O problema é que se essa igualdade alguma vez for atingida, isso irá destruir a necessidade da existência das Guerreiras da Justiça Social; isto significa que a busca pela igualdade é como a "guerra às drogas" ou "guerra ao terrorismo", isto é, uma guerra perpétua que nunca será vencida visto que, nas suas mentes, sempre irá surgir um grupo necessitado de algum tipo de privilégio e igualdade.

Se nós trocarmos a palavra "igualdade" pela palavra "poder", ficaremos com uma melhor percepção do que motiva o activismo dos Guerreiros e das Guerreiras da Justiça Social. Um teste simples que pode ser feito para se danificar por completo o argumento das Guerreiras da Justiça Social em torno da igualdade é perguntar-lhes o seguinte:

Vocês acreditam que a mulher negra é igual à mulher branca?

Elas irão contorcer-se bravamente, e olharão para os lados - para as suas amigas Guerreiras da Justiça Social -  como forma de saber o que elas pensam antes de dar uma resposta confusa, inconsistente com outras crenças por ela mantida.

Os Guerreiro da Justiça Social são máquinas de rotulagem de seres humanos

Se a censura não for possível, os Guerreiros da Justiça Social tentam destruir a reputação do infractor de discurso, qualificando-o de racista, misógino, verme, intolerante, xenófobo, homofóbico ou transfóbico. Esta é uma das suas mais fiáveis tácticas para colocar o público contra as pessoas com as quais elas não concordam devido ao peso  negativo que estes termos ainda carregam. Eu mesmo já fui qualificado com todos os nomes possíveis e imaginários, e o site sob a minha gestão - Return Of Kings - já foi denunciado pelos blogues mainstream que se alinham com as Guerreiras da Justiça Social, sendo posteriormente colocado na lista negra.

Embora actualmente os rótulos ainda sejam eficazes, as Guerreiras da Justiça Social estão a diluir o seu poder devido ao uso excessivo. Se a maioria dos homens são tidos como "misóginos", então o público perderá a sua sensibilidade em relação a este termo. Nós já estamos a ver algo nesse sentido à medida que as Guerreiras da Justiça Social se vêem forçadas a aumentar os rótulos para níveis criminosos. Uma táctica que tenho visto com relativa frequência actualmente é acusar os homens de "assédio sexual" quando na verdade tudo o que o homem fez foi flirtar com ela ou criticá-la.

Pior ainda, as Guerreiras da Justiça Social começaram a qualificar os homens de "violadores" tendo como base nada mais que alegações anónimas feitas na internet - mesmo que a suposta "vítima" nunca tenha reportado o "crime" à polícia. Para as Guerreiras da Justiça Social não interessa que não exista qualquer tipo de condenação através do normal processo legal, e que o rótulo de "violador" permaneça sobre os homens mesmo quando as autoridades policiais se tenham recusado a acusá-los.

Isto destrói por completo a presunção de inocência através da qual uma pessoa é inocente até prova em contrário - um direito básico usado desde o tempo dos Romanos e incluído na Declaração Universal dos Direitos Humanos. É possível que cheguemos a um ponto onde seja presumido que todos os homens são violadores, e sempre que eles disserem algo impróprio, isso seja usado para limitar a sua liberdade de expressão.

Pouco dispostos a debater de forma civilizada

Outra característica dos Guerreiros e das Guerreiras da Justiça Social é a sua falta de vontade em tomar parte em debates civis frente-a-frente, preferindo em seu lugar acções de grupo através do que eles chamam de "campanhas" ou "grupos de pressão". Incapaz de aceitar críticas ou de analisar evidências concretas, a Guerreira da Justiça Social que se encontre isolada irá tentar fazer-se de vítima" ("Pára de me atacar!", "Para de me provocar!", "Pára de me envergonhar!"), ou usar inúmeras falácias argumentativas. Estas tácticas são usadas como forma de ganhar tempo até que ela volte a ter o poder e a segurança do seu grupo mais alargado.

Os Guerreiros da Justiça Social evitam debater porque eles não têm as ferramentas lógicas necessárias para uma discussão objectiva. Se o teu sistema de crenças é mantido através da subjectividade, dos sentimentos, e do presumido valor dum indivíduo com base numa imaginária escala de privilégio, é impossível debater com alguém que usa factos. A falta de rigor educacional das comunidades dos Guerreiros da Justiça Social significa que eles e elas sentem-se mais confortáveis re-blogando conteúdo no Tumblr, ou partilhando imagens engraçadas, em vez de analisarem os dados científicos como forma de encontrarem evidências do que defendem.

Nas universidades, é normal as Guerreiras da Justiça Social obstruírem palestrantes que elas não conseguem refutar com factos. Para alguns observadores, este tipo de comportamento pode parecer o comportamento duma criança que coloca os dedos nos ouvidos e grita o mais alto que pode. Elas não têm escolha senão silenciar o discurso dos outros visto o seu próprio discurso ser incapaz de refutar os argumentos que se encontram contra a sua visão do mundo, e elas não terem o rigor intelectual para o fazer.

Ausência total duma moralidade fixa

Graças à subjectividade da sua ideologia, os Guerreiros e as Guerreiras da Justiça Social não têm estrutura moral ou qualquer tipo de virtude. O porquê disto ser assim é intencional visto que a acumulação de conhecimento, moralidade, e sabedoria do passado foi desenvolvida e promovida pelos homens brancos, e estes são vistos como os arautos da dor e do sofrimento das classes que os Guerreiros da Justiça Social querem "proteger".

Mesmo que Aristóteles, Seneca, Marco Aurélio, Tomás de Aquino, ou Henry David Thoreau tenham tido sabedoria valiosa que ainda continua a ajudar milhões de pessoas que vivem nos dias de hoje, a informação que deriva do seu trabalho tem que ser totalmente rejeitada porque eles eram homens brancos. Visto que durante os últimos séculos o homem branco tem estado na linha da frente do avanço da humanidade, especialmente depois do declínio dos impérios dos Egípcios, dos Persas, dos Mongóis e dos Otomanos, a rejeição da obra dos homens brancos exclui a maior parte da orientação moral que podemos usar para determinar o certo do errado.

Consequentemente, os Guerreiros da Justiça Social inventam o seu próprio código moral, embora o mesmo baseia-se no que eles sentem naquele preciso momento - o mesmo não servindo como linha orientadora por um período superior a um ou dois meses (sugerindo que o seu livro moral teria que ser escrito a lápis).

A maior excepção que eu encontrei para esta discriminação contra o homem branco é Steve Jobs, inventor do iPhone, dispositivo que os Guerreiros da Justiça Social preferem usar. A ironia em torno disto é que os Guerreiros da Justiça Social são contra o "capitalismo ganancioso", preferindo em seu lugar o socialismo e o capitalismo, sem levar em conta que iPhones são feitos por mão-de-obra barata em alguns países da Ásia onde alguns trabalhadores já se suicidaram precisamente nas fábricas onde os iPhones são construídos (devido às terríveis condições de trabalho lá existentes).

Os Guerreiros e as Guerreiras da Justiça Social são capazes de cobrir algumas áreas das suas crenças preferidas de modo a que o seu estilo de vida consumidor não seja colocado em causa.

As Guerreiras da Justiça Social não acreditam em Deus, não defendem a importância da familiar nuclear como a mais importante unidade dentro das organizações humanas, não têm qualquer sentido de comunidade local (em oposição às que apenas existem na internet). Em vez de lerem textos históricos para obterem algum tipo de orientação, elas lêem o Huffington Post, o Buzzfeed, e o Reddit. Uma considerável proporção das Guerreiras da Justiça Social obtém a sua informação em memes gráficos que partilham de modo entusiástico no Imgur e no Facebook.

Os Guerreiros da Justiça Social são pagãos que veneram as mulheres, as minorias, os homossexuais, e outros aspectos não-capitalistas, não-Católicos da humanidade. Uma vez que o seu sistema de crenças se baseia em tendências e sentimentos, os Guerreiros da Justiça Social irão rapidamente alterar o seu pensamento dum mês para o outro, dependendo do que se encontra "na moda" (ou não) nos seus forums de discussão.

Actualmente, o homossexualismo - na melhor das hipóteses, um estilo de vida, e na pior das hipóteses, uma sexualidade propagadora do vírus do HIV - parece estar no centro do seu activismo, especialmente agora que o "casamento" homossexual subitamente se tornou algo urgente ns EUA durante os últimos 5 anos. Algumas pessoas prevêem que a maior parte do seu activismo se centrará posteriormente no transsexualismo, o que nos leva a perguntar de que forma é que o movimento irá lidar com tantos grupos marginais todos eles batalhando por serem os "menos privilegiados".

Os Guerreiros da Justiça Social são pessoas confusas e declaradamente doentes mentais

Para além de admitirem terem sido intimidados e gozados na sua infância, muitos Guerreiros da Justiça Social abertamente admitem ter algum tipo de doença mental. Eles mesmos passaram a ser os intimidadores na internet, plataforma onde a força física, a coragem, ou uma identidade definida não são necessárias para se ser um activista eficaz. Embora eles estejam confusos em relação à forma como devem viver a sua vida, consequência da sua falta de valores, e muitos lidem com o suicídio, a auto-mutilação, ou outros problemas mentais que lhes impede de ler alguns artigos sem um “trigger warning” a agir como renúncia à realidade, eles não têm problemas em determinar como é que todas as pessoas da sociedade devem viver as suas vidas.

Não está claro o porquê deles responderem aos problemas presentes na sua vida desta maneira em vez de buscarem ajuda profissional, ou lerem artigos em torno de auto-ajuda, mas pode-se especular que eles tentam controlar as outras pessoas como forma de compensar a falta de controle que eles têm nas suas vidas. O activismo dos Guerreiros da Justiça Social é uma forma de tratamento para os seus problemas visto que eles podem-se focar nos alegados problemas das outras pessoas e não nos seus.

Um problema comum que os Guerreiros da Justiça Social têm é confusão em relação à sua identidade sexual ou em relação ao seu sexo biológico. A maior parte deles tomam conhecimento do activismo dos Guerreiros da Justiça Social quando ainda se encontram na sua adolescência e ainda não estão seguros em relação à sua preferência sexual. Mal eles são expostos aos escritos dos Guerreiros e das Guerreiras da Justiça Social, que apresentam teorias em torno da forma como o sexo não existe, algo biologicamente falso, e que a pessoa é livre para se colocar num caleidoscópio do género, incluindo em muitos tipos de homossexualismo e transsexualismo, o mais novo Guerreiro da Justiça Social mistura e consolida a sua identidade sexual de forma de buscar a aprovação dentro do seu mais recente grupo.

As Guerreiras da Justiça Social inventaram novos sexos e novas preferências sexuais, a mais popular delas sendo a panssexualidade - cuja definição varia conforme a Guerreira da Justiça Social com quem se fale, mas que é algo parecido com a bissexualidade. Outras invenções incluem coisas como polissexualismo, "genderqueer", pangénero, skoliosexual, e a mais curiosa delas todas, que assume um novo tipo de mamífero que a ciência ainda não descobri, o trigénero.

Embora muitas Guerreiras da Justiça Social sejam heterossexuais normais, elas desprezam qualquer sexualidade que tenha a sua origem nos homens heterossexuais. O homem heterossexual é alguém que exibe privilégio ofensivo sempre que classifica a beleza duma rapariga, sempre que prefere as mulheres mais magras, ou sempre que flirta com a mulher com quem quer ter sexo. No entanto, quando uma mulher faz o mesmo, eles apenas está a exibir o seu poder da sua sexualidade, e, como tal, tem que ser encorajada.

O impulso sexual masculino é considerado perigoso e opressivo para as mulheres, mas o impulso sexual das mulheres é maravilhoso, natural e merecedor de elogios firmes e  constantes. É importante notar que algumas Guerreiras da Justiça Social acreditam que o sexo pénis-na-vagina [PIV = "penis in vagina"] é uma forma de violação, mesmo que o sexo seja consensual. A masculinidade exibida pelos homens é perigosa, mas a masculinidade exibida pelas mulheres (rapar o cabelo, ganhar massa muscular, dizer asneiras, e tentar seduzir outras mulheres) é promovida. Mais uma vez, isto revela a subjectividade e a desigualdade do pensamento dos Guerreiros da Justiça Social. 

Como foi que os Guerreiros da Justiça Social se tornaram tão poderosos?

Só podemos especular sobre o porquê duma ideologia tão longe da ciência e dos valores Ocidentais se ter enraizado nos Estados Unidos [e em todo o Ocidente Cristão]. Uma teoria defende que esta ideologia é soma [bebida intoxicante usada durante rituais Védicos, tida como bebida dos deuses] para as pessoas desiludidas com a vida, ou pessoas que não conseguiram atingir os seus objectivos. É fácil para os derrotados da vida congregarem-se dentro duma ideologia que diz:

Tu falhaste porque te mantiveram subjugado sob o patriarcado do homem branco, e este homem ainda possui um privilégio invencível que faz com que ele roube o teu pão de cada dia e a tua felicidade.

Obviamente que é muito mais fácil culpar os outros ou fazer o papel de vítima como forma de resolver os problemas individuais da vida. Nos dias de hoje, o trabalho árduo não é valorizado pela sociedade tal como o era no passado, e como tal, quando se dá a alguém a chance de, por um lado, se esforçar ainda mais, e por outro, se juntar a uma turba intimidadora, não é difícil ver o porquê tantas pessoas (na ordem dos milhões) escolher a segunda opção. Para além disso, esta segunda opção é mais satisfatória para o seu ego, segundo o ponto de vista do poder.

Isto leva-nos a perguntar o porquê dos homens brancos heterossexuais tomarem parte do movimento dos Guerreiros da Justiça Social visto que isto seria semelhante a Judeus a aliarem-se à Nacional Socialista. A maior parte destes homens são tímidos, pouco confiantes, e com pouca massa muscular. Eles sofrem de ansiedade social e simplesmente querem fazer parte dum grupo que aumente as suas possibilidades junto das mulheres. Aparentemente os homens brancos estão a ajudar Guerreiras da Justiça Social, que rapidamente os acusariam de serem violadores, apenas e só para poderem ter algum tipo de gratificação sexual junto das mulheres.

Embora os homens sejam os alvos mais comum dos Guerreiros da Justiça Social, não é incomum eles voltarem-se contra um dos seus. Por exemplo, se uma mulher branca -  grupo protegido dentro da ideologia e da escala dos Guerreiros da Justiça Social - ofender um transsexual - que é ainda mais protegido dentro da mesma escala - os Guerreiros da Justiça Social atacam a mulher branca, mesmo que esses mesmos activistas a tenham defendido no passado (isto aconteceu com Laci Green, uma feminista protegida que por uma vez usou o termo "tranny" ["traveco"] e foi ameaçada de morte pelos Guerreiros da Justiça Social transsexuais).

Uma vez que o activismo dos Guerreiros da Justiça Social é subjectivo, estando à mercê dos ventos de mudança, um activista pode estar nas boas graças dos seus colegas hoje, mas ser ameaçado de morte amanhã.

Qual é o propósito dos Guerreiros da Justiça Social?

O seu propósito é o poder e o domínio da narrativa cultural do Ocidente como forma de construir um consenso que se alinha com a ideologia da extrema-esquerda. Visto que as suas ideias estão longe da ciência, da lógica e da racionalidade, isto exige um controle total da informação, como forma de propagar a sua imoral visão do mundo, e o silenciamento total daqueles que são contra esta mesma visão do mundo.

Ainda não é bem claro qual é o seu plano para o homem branco [heterossexual], que eles acreditam ser a desgraça do planeta Terra, mas não é disparatado prever que, com o crescimento das suas turbas - em tamanho, ódio e poder -, sejam levados a cabo actos de violência contra eles, algo que os levaria a serem classificados de terroristas segundo o FBI. Actualmente, as suas estratégias são intimidação [bullying], disseminação de propaganda, e a censura de opositores.

Uma das formas adoptadas com sucesso tendo em vista a realização dos seus planos tem sido a instalação de Guerreiros da Justiça Social em instituições proeminentes e comunidades. Actualmente, eles são moderadores activos de forums populares, líderes de grupos universitários, professores catedráticos, ou blogueiros populares e   entertainers com audiências enormes, o que lhes dá margem de manobra para propagar o seu activismo.

Algumas Guerreiras da Justiça Social, tal Zoe Quinn, atingiram posições de destaque tendo relações sexuais heterossexuais com homens com acesso a informação que elas queriam modular. Uma vez que a maior parte das feministas, progressistas, e esquerdistas simpatizam com a causa dos Guerreiros da Justiça Social, é fácil ver a forma como eles obtiveram uma quantidade surpreendente de influência nos Estados Unidos, permitindo que propagassem a sua mensagem.

Os Guerreiros da Justiça Social são uma ameaça aos valores do Ocidente

Os Guerreiros da Justiça Social utilizam a censura, discriminam contra o homem branco [heterossexual], e discordam com os direitos humanos básicos em relação aos procedimentos legais que já existem no sistema legal Ocidental há séculos. Eles são contra a liberdade de expressão conferida pela Constituição Americana, e não acreditam que todos os seres humanos foram criados iguais.

Eles rejeitam a ciência e erradamente aplicam rótulos, acusações e alegações criminosas contra todos aqueles que se atrevem a cruzar o seu caminho. Eles determinaram que alguns grupos devem ser elevados (em detrimento de outros) como forma de receberem mais benefícios e mais direitos em torno da liberdade de expressão, e têm sido bem sucedidos em silenciar o discurso daqueles com quem discordam através de caça às bruxas online.

Eles continuam a afectar todos os grupos, plataformas, e comunidades com quem eles entram em contacto. O seu propósito não é o de acrescentar valor ou criar algo de novo, mas sim o de controlar o fluxo de ideias e, consequentemente, o fluxo de pensamento. Os seus valores encontram-se em oposição aos valores do Ocidente.

As ideias dos Guerreiros da Justiça Social atingiram uma massa crítica nos Estados Unidos; os alunos universitários estão a receber uma lavagem cerebral por parte dos activistas envolvidos com os Guerreiros da Justiça Social, e até os estudantes das escolas primárias estão a ser expostos às suas ideias através de professoras simpatéticas com o feminismo (que lêem os mesmos sites que os outros activistas).

O que eu mais temo é que os seus esforços de censura e de domínio cultural se tornem mais onerosos à medida que eles consolidam as suas posições nas companhias mediáticas, nas universidades, em Silicon Valley, e até dentro da política. Se o teu sistema de crenças é contra o que os Guerreiros da Justiça Social fazem, é prudente tomares medidas como forma de te protegeres duma caça às bruxas visto não existirem evidências de que o seu poder será enfraquecido num futuro próximo.




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Hormonas e o voto feminino

Ao mesmo tempo que as campanhas avidamente buscam o voto feminino, há algo mais que pode aumentar as possibilidades dos candidatos presidenciais mas que está totalmente fora do seu controle: o ciclo de ovulação das mulheres. Sim, leram correctamente. Pesquisas recentes sugerem que os hormonas podem influenciar as escolhas de voto das mulheres de maneiras distintas, variando consoante o seu estatuto civil - isto é, se ela se encontra solteira ou se encontra numa relação séria.

Continuem a ler com cuidado. Embora o estudo vá ser publicado na publicação científica revista por pares Psychological Science, vários cientistas políticos que levaram o estudo expressam cepticismo em torno das suas conclusões.

Um pequeno pano de fundo: outros estudos apuraram que as mulheres são mais susceptíveis de votar do que os homens. Os dados actuais, e segundo o estudo, sugerem que as mulheres casadas favorecem o Governador Mitt Romney - numa diferença de 19% - do que o Presidente Barack Obama, ao mesmo tempo que Obama lidera as intenções de voto entre as mulheres solteiras - com um margem de 33%. Estudos prévios demonstraram que as atitudes religiosas e políticas podem ser influenciadas pelos objectivos reprodutivos.

Na primeira experiência deste mais recente estudo, Kristina Durante da Universidade do Texas (San Antonio) e os colegas levaram a cabo uma pesquisa através da internet  a 275 mulheres que não se encontravam a tomar contraceptivos hormonais e tinha ciclos menstruais regulares. Cerca de 55% encontravam-se num relacionamento sério, incluindo casamento.

Eles apuraram que as mulheres que se encontravam no período mais fértil do seu mês eram menos susceptíveis de ser religiosas se estivessem solteiras. e mais religiosas se estivessem num relacionamento. E um dado ainda mais controverso: 502 mulheres, também com períodos regulares e que não se encontravam a tomar contraceptivos hormonais, foram pesquisadas em relação às suas preferências de voto e em relação à uma variedade de tópicos políticos.

Os pesquisadores apuraram que durante o período fértil do mês, quando os níveis do hormona estrogénio se encontram no seu ponto mais alto, as mulheres solteiras parecem mais susceptíveis de votar em Obama e as mulheres em relacionamentos sérios parecem mais dispostas a votar  em Romney por uma margem de pelo menos 20%. Isto parece ser o factor condutor por trás das observações gerais dos pesquisadores: as mulheres solteiras são mais susceptíveis de votar em Obama enquanto que as mulheres em relacionamentos sérios inclinam-se mais por Romney.

Esta é a forma como Kristina Durante explica as observações:

Quando as mulheres estão a ovular, elas sentem-se mais "sexy" e desde logo, inclinam-se mais para atitudes mais liberais em torno do aborto e da igualdade no casamento. As mulheres casadas sentem a mesma explosão de hormonas, mas tendem a adoptar a posição contrária em relação a estes assuntos. Acho que elas estão a compensar  pelo aumento dos hormonas que as motivam a ter relações sexuais com outros homens. É uma forma delas se convencerem de que elas não são o tipo de mulheres que cede a tais impulsos sexuais.

 A pesquisa prévia de Durante apurou que as os ciclos de ovulação das mulheres também influencia os seus hábitos de compras, fazendo com que elas comprem roupas mais sexy durante a sua fase mais fértil.

Nós ainda temos os hormonas ovulatórios que têm o mesmo impacto no cérebro feminino das outras espécies. Queremos sexo e queremos fazê-lo com o melhor macho que conseguirmos encontrar. Mas isto tem custos elevados, especialmente para as mulheres que já se encontram num relacionamento sério.

Esta não é a primeira vez que os harmónios foram analisados à luz das intenções de voto. Durante o ano passado [2011] pesquisadores Israelitas que publicaram um estudo no  European Neuropsychopharmacology examinaram o hormona de stress com o nome de cortisol nos eleitores de Israel. Os níveis deste hormónio eram mais elevados nas pessoas pouco antes delas votarem do que nas mesmas pessoas depois de votarem.

Os estudo de Durante focado nas mulheres revelou que as atitudes liberais [esquerdistas] favorecem a igualdade social e tendem a ser menos associadas à religião organizada. O conservadorismo centra-se mais nos valores morais tradicionais e está ligado à maior participação na religião organizada.

Segundo Paul Kellstedt (professor-assistente de ciência política na Universidade Texas A&M), a parte mais controversa do estudo não é só que os ciclos hormonais estão ligados às preferências femininas pelos candidatos e ao comportamento eleitoral, mas também que as mulheres solteiras em ovulação são mais susceptíveis de terem uma atitude socialmente mais liberal, enquanto que as mulheres que estão num compromisso sério são mais inclinadas a adoptar uma atitude socialmente mais conservadora.

Kellstedt diz ainda que uma das maiores ressalvas que este artigo falha ao não mencionar é que os homens também têm alterações bioquímicas:

O leitor pode ficar com a impressão de que as mulheres são inconstantes e instáveis em formas que estão para além das suas preferências políticas, mas os homens não são propriamente Rochas de Gibraltar.

Kellstedt não estuda biologia mas ele já esteve envolvido em pesquisas que sugerem que as preferências políticas dos homens são ainda mais voláteis que as das mulheres.

Susan Carrol, professora de ciência política, de estudos de género e de estudos femininos na Universidade Rutgers, disse o seguinte num email:

Não há qualquer motivo para se esperar que os hormonas femininos afectem a forma como as mulheres votam da mesma forma que não há motivo para se pensar que variações nos níveis de testosterona são responsáveis pelas variações na performance de Obama e Romney durante os debates.

Carroll olha para a pesquisa uma que segue a tradição "longa e perturbadora de usar os hormonas femininos como desculpa para as excluir da política e de outras oportunidades sociais":

Antigamente pensava-se que as mulheres nunca deveriam ocupar a posição de Presidente dos Estados Unidos porque, Deus nos poupe, uma crise internacional poderia ocorrer durante o seu período!

Carrol afirma que uma mulher explicação para a divisão nas preferências de voto entre as mulheres solteiras e as mulheres casadas é a diferença no estatuto económico. Um perito deu mais poder a esta alegação: Israel Waismel-Manor, cientista político da Universidade de Haifa, e a pessoa que levou a cabo o estudo dos níveis do cortisol durante o ano passado.

Ele não tem a certeza de que este efeito hormonal que Durante apurou junto das mulheres não é real, mas ele disponibilizou também uma explicação alternativa: Algumas pesquisas já revelaram que as mulheres preferem "homens mais  masculinos" quando se encontram no seu período mais fértil do ciclo. Tanto Obama como Romney são atraentes, em boa forma física e ajustam-se ao tipo "provedor". Portanto, tanto um como o outro são ideias, dependendo da preferência das mulheres.

Assumindo que existe uma explicação hormonal, os efeitos podem-se cancelar uns aos outros visto que mulheres distintas podem-se encontrar em fases distintas no momento em que votam, e ambos os candidatos têm níveis de atractividade semelhantes, afirmou Waismel-Manor. O que faz falta é um tipo de pesquisa mais elaborado de modo a examinar esta questão duma forma mais profunda:

Mesmo que os dados apurados estejam correctos, existe a possibilidade deles não virem a ter um feito cumulativo junto do eleitorado.


* * * * * * *

Se as mulheres solteiras estão mais inclinadas a votar em partidos esquerdistas, enquanto que as mulheres casadas em partidos e políticos mais conservadores, isto pode explicar o porquê do esquerdismo militante fazer todos os possíveis para separar o homem da mulher. 

Para além disso, o facto da mulher solteira (com filhos ou não) ter tendência para votar em partidos e políticos mais dedicados ao aumento da influência do Estado não é surpresa alguma visto que se a mulher não depender do marido, ela irá depender do Estado.


"Poder" é dependência do governo, e "liderar" é seguir o que o governo manda,

Quando a mulher coloca de lado o marido, ela não fica "independente" mas sim dependente do Estado. A diferença é que enquanto o marido quer o seu bem, o Estado olha para ela como um número no meio de outros milhões. Para o esquerdismo, no entanto, isto é irrelevante visto que o mais importante é trazer mais e mais pessoas para o controle estatal (e isso é mais complicado quando a mulher tem um marido).

Nota final: apesar das palavras da feminista Susan Carrol, a CNN viu-se forçada a retirar o artigo do seu site.



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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Feministas censuram filme que visa proteger as crianças

Por Lauren Pringle

A censura não é comum na Argentina, no entanto um filme tornou-se alvo de censura prévia. O documentário Borrando a Papá (Apagando o Pai) iria estrear no dia 28 de Agosto, mas foi subitamente cancelado devido às críticas duma organização não governamental que criticou o lançamento do mesmo.

Dirigido por Ginger Gentile e Sandra Fernández Ferreira, e produzido pela San Telmo Productions (donos do blogue Filming in Argentina), Apagando o Pai fala do apuro dos pais que são "apagados" das vidas dos filhos depois dos divórcios, ou separados dos mesmos pelo tribunal familiar, que tem  tendência de julgar contra os pais e em favor das mães.

A que é que se deve a controvérsia em torno do divórcio? Segundo Ginger Gentile, o filme denuncia "os milhares de advogados e psicólogos que subsistem prologando os casos apresentados aos tribunais familiares",  bem como as organizações que recebem subsídios ao exagerarem as estatísticas em torno da violência doméstica. Os produtores do filme alegam que os recursos não estão a ser usados para protegr as verdadeiras vítimas da violência doméstica, mas sim para separar os pais cujos crimes têm sido falar Russo com o filho ou facto da mãe temer que "ele faça alguma coisa", como demonstram dois casos citados no documentário.

"Problemas técnicos" foram citados como a causa do cancelamento da estréia do documentário mas algumas semanas antes desta data, uma ONG havia dado início  a uma petição no site Change.org pedindo que o filme fosse censurado. Esta mesma ONG, bem como outras, fizeram pressão junto do conselho cinematográfico Argentino   (INCAA) - que financiou o filme -  para que este não desse permissão à exibição do filme.

Muitas das pessoas que exigiram a censura do filme foram entrevistas para o mesmo, e elas admitem que irão fazer todos os possíveis para impedir que os pais vejam os seus filhos. Essas pessoas querem também que a presunção de inocência seja revertida nestes casos. Nas palavras duma psicóloga:

Se eu digo que o pai é culpado, ele é culpado até ele provar o contrário.... Temos que alterar a constituição para que em casos como este o ónus da prova esteja do lado do pai.

Depois da estreia do filme ter sido cancelada, os produtores do filme organizaram as coisas de modo a que houvesse uma exibição pública do mesmo no dia 2 de Setembro, no Colegio Público de Abogados mas o mesmo foi cancelado poucos dias antes da exibição. Foram citadas "dificuldades técnicas" mas foram obtidos emails que mostravam que duas funcionárias governamentais, incluindo uma congressista, tinha pedido pessoalmente que o filme fosse proibido, citando como justificação o "foco errado". A congressista, Gladys Gonzalez, já debateu com Gentile na rádio, defendendo a sua posição e já recebeu uma avalanche de críticas no Twitter e no Facebook devido ao seu ponto de vista.

O caso chegou à imprensa, e várias agências noticiosas emitiram o seu comentário em relação ao tópico. Falando da oposição ao filme, o jornal Perfil afirma:

Elas dizem que não querem censurar o filme, mas só impedir a sua exibição. Isto é o mesmo que dizer que não querem que uma pessoa morra, mas só que deixe de respirar.

Ámbito Financiero comparou esta situação com "um acto de censura prévia". Ainda falando do assunto, a CineFreaks disse:

Nenhuma projecção cinematográfica deve ser censurada a pedido daqueles que ainda não o viram. Isto ajudou a que o debate fosse aberto em torno dum assunto há muito esquecido: os pais. 

Esta censura apenas causou a que o filme ganhasse mais popularidade e mais apoio um pouco por todas as redes sociais - tanto localmente como internacionalmente -ganhando mais de 17,000 Likes no Facebook, mais de 60,000 visualizações do trailer, 30 a 40 pais em sofrimento a entrar em contacto connosco diariamente, tal como mencionou o co-director Fernández Ferreira  numa entrevista para o jornal La Nación, que também falou na "enorme controvérsia". Na Argentina, este nível de cobertura mediática e seguimento através das redes sociais é algo novo em torno dum pequeno documentário.

Os produtores e os protagonistas do filme (pais e peritos) têm estado nas notícias televisivas e falar não só da censura mas também do negócio por trás dos casos de divórcio. Advogados, juízes e políticos têm também estado em contacto com os produtores do filme e com os peritos de modo a que se possa ver como é que o actual sistema pode ser mudado, visto que a reacção ao filme mostrou que existe uma massa crítica de famílias afectadas.

O apoio ao filme Apagando o Pai é muito maior que o número de pessoas que são contra ele, visto que a censura é altamente impopular na Argentina (durante a ditadura de 1973 a 1983, filmes e livros foram banidos do país). Para além disso, muitos pais começaram a falar mais sobre um problema que até há pouco tempo era tabu: que eles não conseguem ver os filhos depois dos divórcios porque os tribunais não obrigam que as mães permitam as visitas, ou porque eles foram vítimas de falsas acusações. Nos tribunais familiares as acusações não são investigadas porque não chegam a julgamento; em vez disso, a lei declara que uma acusação por parte da mãe tem que resultar na remoção do pai da casa por um período de 90 dias, que pode ser renovado de um modo indefinido.

Embora o filme se foque na Argentina, o mesmo demonstra que este tópico é mundial. Recentemente, a estrela de cinema de Hollywood Jason Patric levantou o tópico da alienação paternal, educando o público e fundando um ONG como forma de ajudar as famílias que se encontram em situações deste tipo: “Stand Up for Gus”.

O Artigo 14 da Constituição Argentina declara que todos os habitantes nacionais têm "o direito de publicar as suas ideias sem qualquer tipo de censura". Gentile disse:

É estranho, para mim, como produtora de filmes, ver comentários ao meu filme feito por pessoas que ainda não o viram.

Embora Borrando a papá, Apagando o Pai, ainda esteja inédito, os seus directores continuam a negociar com outras entidades tendo em vista a sua eventual exibição em cinemas, e afirmam que muitas organizações apresentaram-se dispostas a disponibilizar outras formas de visualização do mesmo. Quando o filme for exibido publicamente pela primeira vez, certamente que causará uma repercussão nos tribunais familiares ao alegar que as crianças têm o direito de amar ambos os pais.

(...)

* * * * * * *

A "revolução social" levada a cabo contra a familia natural tem raizes ideológicas, mas é mantida pelos interesses financeiros. As consequências desta revolução social são cada vez mais claras. No seu excelente ensaio ‘Divorce as Revolution’, Steven Baskerville descreve as implicações políticas e económicas mais abrangentes desta situação:

Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais. A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ao remover o pai, o Estado cria outros problemas que ele mesmo tem que resolver: pobreza infantil, abuso sexual de crianças, crime juvenil, e outros problemas associados a crianças que crescem sem um pai. Desta forma, a maquinaria do divórcio é auto-perpetuadora e auto-expansora. 

O divórcio involuntário é uma ferramenta maravilhosa que permite uma expansão infinita do poder governamental.


A crescente histeria em torno da "violência doméstica" parece ser largamente fomentada para atingir os mesmos propósitos. ‘Toda esta indústria da violência doméstica centra-se em retirar as crianças dos pais,’ escreve o colunista do Irish Times John Waters. ‘Depois de terem tirado os pais, eles vão tirar as mães.

Donna Laframboise do "National Post" do Canadá investiou os abrigos das mulheres vítimas de algum tipo de violência e concluiu que eles mais não são que ‘lojas de divórcio de uma só paragem’, cujo propósito não era proteger as mulheres mas promover o divórcio.

Estes abrigos, muitas vezes financiados pelo governo federal, emitem depoimentos contra os pais (sem chegar a vê-los) que são aceites pelos juízes como justificação para retirar os filhos; muitas vezes isto é feito sem evidências que confirmem as alegações.

Os pais são adicionalmente criminalizados através do fardo da pensão alimentícia, que são o combustível financeiro da maquinaria do divórcio, subscrevendo o divórcio unilateral e oferecendo a todos os envolvidos maiores incentivos para retirar as crianças da presença dos pais.

No Verão passado a revista Liberty publicou evidências documentais de que os "pais caloteiros" [inglês: ‘deadbeat dads’são, em larga medida, uma criação dos funcionários públicos e agentes da lei tendo em vista o aumento de criminosos para processar.

Conclusão:

Unindo todos estes elementos num só, o que começou como uma ramificação do radicalismo da era Comunista, cresceu, e passada que está uma geração, ela é hoje uma indústria internacional multi-bilionária e misândrica, um monstro que existe apenas e só para destruir a família. É contra isto que lutamos.

(Para ver no Youtube com legendas)




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