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domingo, 18 de junho de 2017

Feminismo priva as meninas do amor do pai

O escritor judeu Henry Makow revela como o feminismo destrói a relação entre o pai e a filha.

Por Henry Makow Ph.D.

A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

Pais e filhas

As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

Outra mulher disse:

Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

Mulheres que crescem sem um pai

Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir". (Vejam também este texto)

Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

As feministas compensam adoptando comportamento masculino.

Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é  medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

Quando lhes é negada a interacção com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava connosco.

Gloria Steinem:

O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

Germaine Greer:

O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

(De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.) 

O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a vadia. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

O establishment promove e propaga esta mentira

Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

Conclusão:

A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

A ascensão do Estado-Policial feminista

Por Henry Makow

Em 1931, a carreira de actor de Clark Gable recebe um forte impulso depois dele ter enfeitado Barbara Stanwyck no filme Night Nurse. Ele recebeu 10,000 cartas provenientes de mulheres ofegantes. Hoje em dia os super-heróis e as super-heroínas frequentemente atacam-se mutuamente nos filmes, mas se os homens e as mulheres comuns simplesmente se empurram um ao outro, eles podem ser presos sob acusação de "agressão doméstica".

Os homens arriscam-se a ir para a prisão, para além de arriscarem perder a família, a casa e o emprego, se por acaso eles discutirem com uma mulher. Esta é a consequência da imensamente difundida política de "tolerância zero", que classifica a agressão doméstica como qualquer contacto físico que ocorra, por mais inócuo que seja. A acusação é feita pelo governo, mesmo que nenhum dano tenha ocorrido.

Supostamente esta polícia protege as mulheres, mas o seu verdadeiro propósito é o de emascular os homens e perseguir os heterossexuais. Ela nada mais é que uma campanha da elite que tem como propósito degradar a sociedade, destruir a família e diminuir a população, tornando a heterossexualidade impracticável.

A zona perigosa

Todos os casais passam por momentos de stress, especialmente se têm filhos. Hoje em dia, a mulher que tem um acesso de raiva pode mandar o marido para a prisão simplesmente ligando para o 911. Para além disso, ela pode ter esta ameaça sobre a cabeça do seu marido. Medidas como esta fazem com que as forças policias fragilizem a liderança masculina.

Um marido chamou a sua esposa de "preguiçosa", e a vizinha disse que ela deveria "ensinar-lhe uma lição". Então, ela chamou a polícia e mentiu, dizendo que o marido a havia dado uma chapada. "Ela agora precisa de ajuda com as crianças e nós temos que viver longe um do outro," disse ele à saída do julgamento. "Ela está muito perturbada e arrependida pelo que fez."

Um advogado da Legal Aid disse que "as mulheres fazem falsas acusações como doidas". Não há pena legal por fazer isto. Um homem viu a sua esposa de direito comum a acusar-lhe como forma de o expulsar da casa. Da parte da trás do carro da polícia, ele viu-a sobre a relva com o seu namorado.

Outro homem ouviu a polícia a "bater-lhe a porta de casa" por volta das duas da manhã, depois dele ter terminado a relação com a sua namorada nessa mesma noite. Ela havia-o acusado de ter neutralizado os braços dela (quando ela o esta estava a agredir). Ele teve um conta legal bem robusta, e arriscou-se a perder o emprego. A maior parte destes casos são "congelados" (depois de muitas presenças no tribunal) porque a mulher não quer testemunhar ou o caso é resume-se à palavra dele contra a dela.

Bem vindos à Nova Ordem Mundial

Esta política faz com que as pessoas fiquem habituadas com a interferência policial dentro das suas vidas, e esta é a marca duma ditadura. Hoje em dia, ter uma discussão com esposa é um crime. "As paredes têm ouvidos", disse um casal. Eles foram presos depois dum vizinho ter ouvido vozes mais exaltadas. Uma testemunha confirmou que o casal nunca se chegou a tocar, mas a polícia ignorou isso por completo.

Este tipo de coisas faz com que as pessoas percam todo o respeito pela lei. "É suposto vivermos num país livre, mas já não é isso que sentimos", disse-me um homem. Esta política é uma aparência de funcionalidade que beneficia polícias, terapeutas, prisões, tribunais e advogados. Para além disso, este tipo de política aumenta a dimensão da burocracia e esta burocracia tem participação económica na nova ordem mundial da elite

Em Winnipeg, que é onde eu vivo, metade dos 1200 polícias encontra-se focada na violência doméstica. O chefe-policial Jack Ewatski disse o seguinte à Winnipeg Free Press:

Para mim, isto são estatísticas surpreendentes. Isto coloca um peso significativo na habilidade policial de vigiar outras áreas.

Mais de metade dos presos do sobrelotado "Remand Centre" são maridos. Instalações especiais estão a ser construídas numa penitenciária como forma de albergar mais 200 "domésticos". A maior parte destes homens ainda não foi condenada por nada.

Noventa e nove por cento triviais

No meu site www.zerotolerancesucks.com entrevistei cerca de 65 pessoas que foram acusadas de violência doméstica. A maior parte destas pessoas têm posses limitadas, e as suas discussões são normalmente sobre coisas triviais (e geralmente envolvem o alcool). Durante todo este tempo, só encontrei uma pessoa que se ajustava ao perfil de "mulher vítima de violência", e até ela quer a opção de poder ou não acusar o abusador porque ela sente que pode lidar com a situação.

Um veterano advogado, especialista em violência doméstica, confirmou que só 10% dos seus clientes se ajusta ao perfil de marido agressor crónico. A maior parte das pessoas chama a polícia só como forma de acalmar a situação tensa, mas ficam surpresas por serem presas, verem os seus dedos impressos, e serem posteriormente encarceradas. Isto causa a que faltem ao trabalho e percam o emprego.

"Por vezes, eu mereço uma chapada", disse um homem. "Ela deu-me uma, eu afastei-a do meu caminho e fui-me embora. Estamos bem e somos um casal normal. Tivemos uma noite complicada, mas ninguém se aleijou, e ninguém processou ninguém."

Não concordo e nem  encorajo a violência doméstica de qualquer tipo, mas a maior parte destes casos não deveriam envolver a polícia; a polícia só deveria intervir se por acaso alguém ficasse lesionado ou após uma queixa formal. (...) Quando dois homens lutam num bar, ocorre um processo de mediação e nenhuma acusação é feita se esta for a primeira ofensa. Porque é que os amantes são tratados de maneira diferente?

Por fim, eu só vi uma única dupla homossexual (duas lésbicas) em 20 visitas ao tribunal, embora a violência doméstica seja alegadamente bem comum entre os homossexuais. 

As mulheres são favorecidas mas também vitimizadas

Um advogado disse: "Quem decide tudo são as mulheres", e normalmente a polícia recusa-se a aceitar a acusação feita por um homem. Quando uma mulher mordeu o dedo do seu marido, o polícia perguntou-lhe "O que é que o seu dedo fazia na boca dela?" Foi dito a outro homem que "agisse como um homem."

No entanto, o sistema é caprichoso e com frequência as mulheres são vitimizadas. Uma mãe de 4 crianças, que recebia assistência social, deu uma chapada ao marido de direito-comum quando este disse que ele não se importava com as crianças. Ele empurrou-a contra a parede, e ela chamou a polícia. Ela foi presa. "Isto é o que acontece por se ser honesta," disse ela. "Nem sei o porquê de estar a ser alvo dum processo." 

Outra mulher deu uma chapada ao namorado quando ele fez pouco do facto dela estar grávida do filho dele. Ele chamou a polícia e ela foi presa. Custo legal: $1200. Outra mulher disse: 

O meu ex-namorado ligou-me da prisão, e em dois dias, ele estava cá fora e a perturbar-me outra vez. De que vale chamar a polícia? Não vale a pena o esforço.

Como consequência da proliferação de casos triviais, as mulheres que realmente se encontram em perigo são ignoradas. As activistas feministas não se preocupam com as mulheres que estão a "dormir com o inimigo" visto que elas (as feministas) usam as mulheres vitimizadas como forma de avançar com a sua agenda lésbica.

Um escárnio da justiça 

A política de tolerância zero é uma trivializarão dos princípios da justiça. Tem que ocorrer um crime genuíno (isto é, uma injúria) antes de alguém ser preso e encarcerado. Tem que existir a pressuposição de inocência, e têm que existir evidências para além da palavra duma pessoa.

A violência doméstica não era um problema antes das feministas e dos seus patrocinadores terem criado esse "problema".  Hoje em dia, também não é um problema. Por exemplo, segundo a "Canadian General Social Survey" de 1999, só 7% dos casados ou em união civil é que sofreram "algum tipo de violência"  nos 5 anos anteriores. Estes números estão virtualmente divididos entre homens e mulheres.

A taxa de homicídio de esposas no Canada é de 7 por cada 1,000,000. Nos Estados Unidos, a taxa de assassínio para as esposas/namoradas é entre 1 a 4/1000 de 1%, dependendo da raça. 

Conclusão:

Algo está fundamentalmente errado quando metade das forças polícias se encontra focada nas brigas conjugais. Os heterossexuais têm que acordar e sentir o cheiro do café; há mais de 40 anos que temos sido vítimas dum ataque, e não é acidental o facto do papel de esposa e de mãe ter sido estigmatizado, e os homens terem sido demonizados. Também não é acidental que, como ocorre com as pessoas com uma doença terminal, oiçamos muito pouca discussão sobre o nosso futuro colectivo.

A sociedade está a ser vítima duma campanha insidiosa, levada a cabo pela elite, tendo em vista a engenharia social e a perseguição política. Chegou a hora de dizermos à elite adoradora de Lúcifer, "Chega."

http://bit.ly/1Kpz7uF.



sábado, 28 de março de 2015

A revolta de Rebecca contra o feminismo

Por Rebecca

Já sou uma seguidora das suas palavras há já muito tempo. Visto que você era das poucas pessoas a expor o movimento feminista, tomei a decisão de lhe pedir um conselho. Sou uma mulher jovem - com 20 anos, para ser mais exacta; li o seu material a revelar o feminismo como uma revoltante obra de engenharia social e fico contente por ter lido o que li antes do feminismo me ter arruinado a vida.

Antes de encontrar o seu site, eu era uma feminista que já estava a seguir o caminho auto-destrutivo que é encorajado pela actual sociedade mainstream; nomeadamente, o de ser uma "mulher forte e independente" que coloca a sua carreira antes de tudo o resto, e assim por diante. Basicamente, eu era feminista normal, enganada e idiota útil. Agora que já li os seus maravilhosos artigos, passei a conhecer a verdade e tenho estado a limpar a minha alma da indoutrinação feminista que a sociedade me deu.

Por vezes os meus esforços param subitamente devido à forma como as mulheres femininas são vistas e tratadas nesta sociedade revoltante; todas as pessoas odeiam mulheres femininas, e sempre que há uma oportunidade de falar mal delas, toda a gente fala. As idióticas mulheres feministas constantemente agem como se elas fossem melhores que as mulheres tradicionais mais femininas; elas agem como se elas fossem mais espertas e, de forma geral, melhores, minimizando sempre os meus propósitos - tais como os de querer ser uma esposa e uma mãe, e querer criar uma família feliz e saudável. Uma feminista enganada qualificou as mulheres que tomam a decisão de ficar em casa a cuidar dos seus filhos de drenos, isto é, como pessoas que drenam os recursos da sociedade.

Os assim chamados "homens" actuais são igualmente maus e também se encontram sob uma lavagem cerebral idiótica. Também eles agem como se as mulheres que dedicam as suas vidas a criar uma família, e a educar crianças, fossem idiotas, de mentes fracas, cabeças no ar, e assim por adiante. Os homens actuais falam coisas más sobre as mulheres femininas mas ficarão impressionados e apoiarão as mulheres não-femininas, masculinizadas, feministas alfas que levaram uma lavagem cerebral e escolheram dedicar a sua vida à escravatura salarial --- oopss, digo, a serem independentes e a tentar construir uma carreira.

Por exemplo, os homens olham para as mulheres femininas, tradicionais, que ficam em casa e que se dedicam a educar os seus filhos e a serem boas esposas para homens fortes, como mulheres inferiores, perdas de tempo, estúpidas, preguiçosas e parasitas. Mas eles olham para as mulheres enganadas que se alistam nas forças militares ou que trituram as suas vidas em algum emprego (especialmente num emprego masculino) como tudo de bom que existe no mundo, maravilhosas, e tudo o que as mulheres têm que ser.

Os homens actuais gostam quando as mulheres agem como os homens; os homens também perseguem as mulheres alfa, masculinizadas, dominantes e feministas para relacionamento e para casamento.

Os homens tradicionais masculinos são também gozados e menosprezados pela sua hedionda sociedade - tanto pelos "homens" como pelas mulheres. Sempre que as criaturas modernas andrógenas se cruzam com um verdadeiro homem masculino, elas sentem a necessidade de atacar a essência da sua existência - desde a forma como ele anda (como um homem e não como um idiota efeminizado), até às suas crenças tradicionais. Tudo em redor dos homens masculinos é gozado e atacado, e os homens masculinos sofrem o inferno nesta sociedade feia, mas as mulheres femininas sofrem mais.

E por fim, temos os média a exibir de modo constante a narrativa das mulheres anti-femininas: programas de televisão, filmes, livros, vídeos de música, programas infantis, livros aos quadradinhos com heroínas feministas masculinizadas que lançam para bem longe o seu papel feminino e caracterizam-no como algo inferior. Ver as mulheres femininas a serem atacadas, menosprezadas, rebaixadas e desrespeitadas todos os dias e de todas as formas possíveis por parte dos simplórios enganados por vezes é tão difícil.

Devido a estas coisas, viro-me para si para ajuda espiritual, aconselhamento e encorajamento. Por favor, ajude-me a entender que os idiotas da sociedade actual - tanto os homens como as mulheres - estão errados e que a mulher tradicional feminina é um ideal maravilhoso que deve ser apreciado, amado e respeitado.

Por favor, ajude-me a elevar-me para cima da tóxica narrativa anti-feminina que circunda a sociedade actual, e ajude-me a entender que ela está errada e que o papel da mulher tradicional feminina, que dedica a sua vida a criar um lar e uma família com um homem forte, é um papel valoroso digno da admiração que teve no passado distante.

Por favor, ajude-me porque é tão desencorajador ouvir os idiotas rir de forma contínua sobre o quão "estúpidas" as mulheres são porque elas não se conformam com a insípida vida feminista de CARREIRA DINHEIRO TRABALHO DINHEIRO COMPETIR QUE NEM UM ROBÔ.

As suas palavras serão muito apreciadas!!

- http://goo.gl/Ls4aat


* * * * * * * *

Na verdade, a Rebecca não precisa de aconselhamento porque ela já se apercebeu da natureza satânica do feminismo; tudo o que ela precisa agora é de encontrar exemplos reais de mulheres femininas, tementes a Deus e que andam nos caminhos do Senhor, e as probabilidades dela se tornar totalmente imune ao veneno da sociedade aumentam.

Há no entanto uma coisa que a Rebecca falha em entender (que não afecta de maneira nenhuma a sua análise do feminismo): os homens não perseguem as mulheres masculinizadas para casamento, mas só para sexo casual. Normalmente, quanto mais a mulher adopta o comportamento masculino, mais promiscua ela se torna - muito porque muitas mulheres que adoptam o comportamento masculino erradamente pensam que os homens valorizam o sucesso sexual das mulheres da mesma forma que as mulheres valorizam os homens que conseguem ter sexo com muitas mulheres.

O facto dos homens terem uma rejeição universal por mulheres promiscuas é tão óbvio que até os homens esquerdistas preferem casar com mulheres femininas e castas (e não com as masculinizadas feministas que eles supostamente tanto "apoiam").



quinta-feira, 20 de março de 2014

Os Invencíveis

Por Blazej

Poucos ocidentais sabem da guerra mortífera que envolveu a Polónia e os seus antigos territórios (Ucrânia Ocidental e a Bielorrússia) depois da suposta "libertação" por parte dos "aliados" Soviéticos depois de 1944-45.

Um grupo de nacionalistas e Católicos convictos, a maior parte pertencente ao movimento de resistência AK (Armia Krajowa), decidiu que não iriam tolerar o comunismo ateu nas suas terras. Estes homens e mulheres, endurecidos para a batalha depois de terem passado vários anos a combater os Alemães, receberam apoio considerável por parte da população local. Entre 1944 e 1963 cerca de 200,000 Polacos lutaram na revolta anti-comunista.

Os Soviéticos delegaram enormes recursos para localizar e neutralizar estes combatentes, incluindo várias divisões da NKVD. Colaboradores Polacos foram também usados nesta guerra, embora seja importante ressalvar que muitos membros seniores da UB [a KVKD Polaca] eram comunistas Judeus.

No entanto, os "soldados proscritos", como eles são hoje conhecidos na Polónia, causaram danos consideráveis aos comunistas. O combate de guerrilha incluiu uma vasta gama de ataques militares contra as novas prisões comunistas, bem como contra as instalações de segurança estatal, contra as prisões para presos políticos, e contra campos de concentração instalados por todo o país. Eles salvaram presos políticos, atacaram unidades comunistas e executaram colaboradores e interrogadores particularmente perversos. Os lideres comunistas estavam tão preocupados com isto que anunciaram várias amnistias, todas elas nada mais que engodos para capturar e executar os combatentes - ou pelo menos para os lançar na prisão.

A revolta foi finalmente derrotada quando o país estava saturado com tropas comunistas Soviéticas e Polacas e se tornou claro que nenhum tipo de ajuda viria do ocidente. Os últimos tiros foram disparados no dia 21 de Outubro de 1963, 18 anos depois do fim da 2ª Guerra Mundial.

Durante toda a revolta, nenhum apoio veio da parte das democracias ocidentais; Truman e Churchil estavam decididos a respeitar o Acordo de Yalta, que deu aos Soviéticos largos territórios compostos previamente por países Cristãos democráticos. Qualquer chance de se destruir o comunismo para sempre morreu com o General Patton.

No entanto, todos aqueles que sobreviveram à guerra e ao regime comunista (é preciso não esquecer que os comunistas são extremamente vingativos) frequentemente declaravam a sua felicidade por terem tomado parte na luta, embora ela estivesse largamente condenada ao fracasso e tivesse sido, por fim, infrutífera. A sua atitude foi resumida numa citação do Prof. Henryk Elzenberg, um erudito catedrático que foi despedido por ser "politicamente incorrecto":

O sentimento de luta não deve ser medido pela probabilidade de vitória mas sim pelos valores em defesa dos quais a luta foi feita.

Na Polónia actual, largamente controlada por partidos comunistas e liberais, está a ficar cada vez mais difícil reter a memória destes bravos heróis que não queriam derrubar um poder maligno só para ser substituído por outro [do Nacional Socialismo para o Comunismo]. Por terem atacado os comissários Judeus durante a revolta, os média liberais caracterizam os "soldados proscritos" de anti-semitas.

Nenhum tipo de financiamento está a ser feito para o filme sobre estes heróis; o mesmo está a ser largamente subsidiado por donativos e tem como nome "Historia Roja". Não faltam verbas para a produção dum filme em favor do figurante Walesa, que chegou ao público este ano. Claramente, a elite Comunista/Maçónica tem as suas prioridades.

COMENTÁRIOS:

Muito obrigado por este último artigo. Como você sabe, tudo o que a juventude precisa é de encorajamento e de exemplos a seguir. Estes guerrilheiros Polacos anti-comunistas são chamados de "Os Invencíveis". O último foi localizado e morto no campo pelos comunistas há exactamente 50 anos atrás, em Outubro de 1963 - isto é, vinte anos depois da guerra.

Se por acaso querem compreender este fenómeno tão escarnecido pelos historiadores mainstream ocidentais, têm que admitir uma característica básica:  amor heróico, inflexível, irreprimível pela liberdade. Este formidável atavismo genético tornou possível que a nação pudesse viver entre duas culturas cruelmente antagónicas: A Teutónica Alemã e a Rússia imperial. Ambas guardam um rancor profundo e têm um medo mortal do nosso arraigado e profundo amor pela liberdade. Como sociedade, nós somos indisciplinados, e para ser honesto, não tenho qualquer orgulho nisso. Mas como nação, nós somos gigantes; um olhar para os Invencíveis é evidência suficiente.


Para mim, pessoalmente, o grande herói dos Invencíveis foi Witold Pilecki, o jovem que propositadamente se deixou prender pelas SS nas estradas da Varsóvia como forma de ser preso no campo da morte de Auschwitz. Se vocês conseguem acreditar nisto, ele foi lá por vontade própria.

Lá, ele construiu um movimento de resistência e escapou de lá para escrever o primeiro relatório em torno dos campos de concentração Alemães, submetido pelo exército de resistência polaca [Armia Krajowa] ao governo Britânico. Ele foi ao inferno e regressou, mas mais tarde foi capturado pelos comunistas; depois de torturas sádicas Witold Pilecki morreu no ano de 1948. Pouco antes da sua morte, Pilecki disse que as SS eram uma brincadeira de criança quando comparadas aos Soviéticos.

O corpo de Pilecki, juntamente com muitos dos seus camaradas, foi enterrado num local secreto, e sem qualquer documentação oficial. Durante este ano, os seus restos mortais foram provavelmente positivamente identificados numa vala comum não-identificada por trás da cerca do cemitério de Varsóvia. O herói terá brevemente, e finalmente, um enterro honroso.

Os Invencíveis foram heróis de verdade, de tamanho incompreensível para o homem moderno, mas mesmo assim, reais.

Liberdade acima de tudo. ZZ.





sábado, 18 de janeiro de 2014

O verdadeiro propósito da "diversidade"

Por Henry Makow

Todos nós somos afectados pela "Diversidade" mas poucos entendem a sua natureza. Aviso: não é bonita. A "Diversidade" é uma modificação comportamental gigantesca a longo prazo que usa as minorias para deserdar a maioria. Em inglês, a "Diversidade" significa o reconhecimento das diferentes raças, religiões e "orientações sexuais".

No jogo duplo da Nova Ordem Mundial (NOM), a "Diversidade" é uma forma leviana de diluir e discriminar contra a maioria Branca, heterossexual e Cristã na Europa, Canadá, Austrália e Estados Unidos. Ao mesmo tempo que ela finge propor a "igualdade", o seu verdadeiro propósito é o de colocar um sentimento de culpa nos homens heterossexuais Brancos de modo a que eles possam ceder posições e poder.

O objectivo é o de preparar a América do Norte e a Europa para a sua inclusão num "governo mundial" dirigido pelo cartel financeiro sediado em Londres. O poder deste cartel é medido pelo facto de quase todas as instituições, sistemas educacionais e agências governamentais fornecerem "treino em diversidade" (isto é, indoutrinação política) aos seus funcionários. Apesar dos estudos revelarem que esses treinos não têm qualquer efeito benéfico na economia, todos os anos 8 mil milhões de dólares são gastos neles. Só a Toyota tenciona gastar essa verba toda nos próximos 10 anos.

Eis aqui um exemplo de shamming [ed: da palavra "shame", vergonha] feito aos Brancos numa dessas sessões. O exemplo específico encontra-se no texto com o nome  "Seeing Ourselves: Exploring Race Ethnicity and Culture" (1999) por Carl James. um dos participantes, como o nome Greg, diz o seguinte ao grupo: 

Quanto à minha raça, eu sou branco mas nunca tive que pensar muito nisso no passado. Eu não acho que isso tenha afectado as pessoas com quem eu me associei ou com quem falei. Os meus dois melhores amigos são um Negro e um Indiano (Canadiano). Fui criado numa família que não acredita no preconceito e sinto orgulho por isso. Se eu não gosto duma pessoa, isso deve-se à sua personalidade e não à sua raça ou herança cultural.

Seria de esperar que Greg visse as suas palavras aprovadas de uma forma clara, mas quem pensa assim não leva em conta a agenda oculta. O autor, um professor de "Diversidade", ataca o Greg por assumir que ele é "a norma". Greg falha ao não reconhecer o seu "privilégio racial," esse "conjunto de bens imerecido" que é o "legado colonial dos brancos". Os Brancos como o Greg negam "as formas através das quais eles produzem relações de domínio, quer seja ao nível social, como cultural e político." (p.44)

Ou seja, os Brancos oprimem os outros de forma natural. Isto tem toda a aparência de racismo. 

Como se pode ver, as sessões de "Diversidade" estão construídas para colocar sentimentos de culpa nos Brancos, especialmente nos homens, de modo a que eles possam abdicar do seu poder em prol de minorias agradecidas e que agem em conformidade, embora elas não o mereçam. Isto não só é uma fraude, como é perigoso visto que quem levanta objecções a esta agenda política comete suicídio profissional. Isto nada mais é que perseguição política.

Quero deixar bem claro que eu olho para a raça humana como uma família a quem Deus ama de forma igual. Tal como o Greg, acredito que as pessoas devem ser julgadas com base no seu mérito, independentemente da raça, género [sic] ou orientação sexual [sic]. Não tenho problemas com o facto das "minorias" obterem posições de poder, desde que elas o façam de modo justo. Aprecio a rica contribuição que os imigrantes fazem (eu cheguei ao Canadá quando era um bebé, em 1951).

Mas a "Diversidade" não se centra na justiça e nem no enriquecimento da sociedade, mas sim na promoção artificial das minorias. Esta promoção não é feita para ajudar as minorias mas sim para minar e controlar a maioria [os homens Brancos Cristãos heterossexuais].

IRONIA

É irónico que os banqueiros tentem impor esta culpa sobre os Brancos quando os banqueiros são responsáveis pelo imperialismo e pelas guerras passadas e presentes. Eles foram ficando cada vez mais ricos através do negócio da escravatura, do tráfico do ópio, e eles controlam o crime organizado actual através dos seus agentes.

A população dos EUA é mais de 75% Branca e Cristã. O plano é o de reduzir os Brancos de modo a que eles sejam uma minoria por volta de 2050 ou antes. Espera-se que os Brancos adoptem uma atitude passiva e se tornem convidados na sua própria casa. Quando os Brancos se tornarem numa minoria, ninguém irá defender os seus direitos. Actualmente há mais 2 milhões de mulheres do que homens nas universidades americanas. Algum de vocês ouviu alguém falar em acção afirmativa para proteger os homens?

A "Diversidade" é practicamente inexistente na China, no Japão, em Israel, na Índia e na América Latina, locais onde os seus líderes têm a "permissão" para preservar as suas características raciais. Mas uma vez que os povos de origem Europeia têm noção de que têm direitos materiais, espirituais e políticos, eles são mais difíceis de ser absorvidos na Nova Ordem Mundial, e desde logo, são o alvo dos programas de "Diversidade".

Os donos dos bancos centrais usam a táctica "divide e conquista" como forma de demolir os quatro pilares da identidade humana: raça, religião, nação e família. Primeiro, eles fingiram defender os trabalhadores como forma de se verem livres do regime Czarista da Rússia. Depois, eles fingiram defender as mulheres e os homossexuais como forma de fragilizar os valores heterossexuais e a família. Agora, eles estão a enganar os Brancos de modo a que eles aceitem passivamente a discriminação e a redução do seu estatuto.

(...) Os (escolha um) Trabalhadores, os Judeus, os Negros, os homossexuais, as mulheres têm sido "oprimidos" há séculos. Deixem que os banqueiros coloquem os seus escolhidos (e as suas escolhidas) em lugares de poder.

CONCLUSÃO

O cartel dos bancos centrais é o verdadeiro "colonizador", e as pessoas de origem Branca Cristã são as vítimas de colonização; a "Diversidade" faz parte deste programa. Este mesmo cartel financeiro cria dinheiro usando o crédito nacional, e como resultado, a sociedade foi subvertida por um poder estrangeiro com uma agenda satânica. A nossa elite cultural é composta por traidores.... e nós fomos sujeitos a uma constante inundação de mentiras provenientes destes peões egoístas hipócritas.

Numa sondagem feita no dia 18 de Outubro de 2007 por parte do Toronto Globe e pelo Mail, 63% das pessoas responderam negativamente à pergunta "Você acha que as políticas multiculturais do Canadá têm sido um sucesso?" A amostra era composta por cerca de 11,000 pessoas e os leitores do Globe tendem a ser esquerdistas.

As pessoas do Ocidente têm o direito de manter a sua identidade nacional e de florescerem. Os imigrantes esperam integrar-se na sociedade ao mesmo tempo que preservam a sua herança; eles não esperam serem usados como forma de fragilizar a maioria. 

Devido a isso, não sejamos vítimas da táctica "divide e conquista" ao focarmos a nossa atenção e a nossa indignação nas minorias. Elas são tão manipuladas como nós o somos. Concentremos a nossa atenção nos banqueiros centrais e nos seus lacaios na política, no sistema de ensino, nos negócios e nos média.

(...)
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Alguns comentários presentes no original:

Muito obrigado pelo seu mais recente artigo sobre a Diversidade. Há bem pouco tempo eu fui despedido dum emprego governamental por me recusar a participar no programa de diversidade da empresa. Passei 12 anos nas mesmas instalações, recebi excelentes recomendações anuais, e conquistei o respeito dos meus colegas. O meu superior imediato, o gerente local e o gerente do programa tentaram todos convencer a companhia a não me despedir, mas sem sucesso.

Qualquer pessoa que se posicione contra a indoutrinação da "diversidade" estando empregada numa grande companhia, está a cometer suicídio profissional, tal como você disse. Quando os líderes duma companhia não se importam com o que os seus gestores dizem em relação a manter um bom profissional, torna-se óbvio que eles trabalham para os banqueiros.

Sabe duma coisa interessante em relação ao treino em torno da "diversidade" na minha antiga companhia? Quando o requerimento para terminar o treino foi recebido por email, todos os homens do meu grupo receberam o email com insatisfação e com queixas. Todos eles odiaram-no! Há algo nos homens, bem dentro deles, que faz com que eles sintam repulsa por este lixo de treino em favor da diversidade. É ofensivo e insultuoso
para a inteligência e honra dos homens assistir a este vídeo estúpido sobre a diversidade que fala com eles como se eles estivessem na primeira classe.

Sou um homem branco, casado e com fortes princípios Cristãos e tenho a sorte de ter uma esposa que me apoiou na minha decisão. Ela disse-me o quão orgulhosa ela está por eu estar disposto a perder todos os meus benefícios laborais devido aos meus princípios. - Gary

O Anthony diz:
Mais um artigo perspicaz por parte do Henry que ressoou de maneira bem forte em mim. Sou um estudante na Austrália que teve o azar de estudar ciências sociais numa suposta universidade "Católica" aqui em Melbourne. 
O meu azar é ainda maior visto que eu sou um dos dois homens da turma. Desde o primeiro dia que tive que ouvir palestra após palestra a atacar tudo o que era bom e decente ao mesmo tempo que louvavam tudo o que era feminista, anti-família e anti-Cristão (sim, isto numa universidade Católica!). (...) 
Todas as minhas palestrantes são mulheres e todas elas são feministas militantes. Tive que manter os meus pensamentos para mim durante os primeiros dois anos (por mais difícil que tenha sido) mas tive que estabelecer limites durante uma leitura que nos foi apresentada, escrita por um activista homossexual, que colocava em causa a inocência das crianças. Escrevi que este tipo de coisas não ajudava a refutar os medos em torno da natureza pederasta de ALGUNS homossexuais. 
A resposta (proveniente do chefe do departamento de sociologia) foi um discurso retórico com 200 palavras, qualificando-me de "homofóbico" e avisando-me de modo bem claro que este tipo de escrita não era aceitável. (O resto do meu trabalho mal foi mencionado.) 
Tudo isto numa revista que estava estruturada para ser uma "resposta crítica" às leituras oferecidas. 
Graças a Deus pela "diversidade" e pela "liberdade de pensamento"...... desde que tu penses como eles querem que tu penses.




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"A feminilidade salvou o meu casamento"

Por Rachel

Prefiro ficar em casa com as minhas duas filhas. Já tive alguns empregos, a maioria deles antes das minhas filhas nasceram, e odiei todos eles. Existia uma inveja subentendida e raiva entre as mulheres que eu não poderia suportar. À noite, eu passava mal depois de ter que lidar o dia todo com mulheres solteiras/divorciadas que, de modo literal, atacavam-me por coisas mínimas. Hoje sei que elas gostavam de me rebaixar sempre que podiam porque tinham inveja da minha beleza, juventude e da minha dedicação ao meu namorado (que é, hoje, o meu marido e pai das nossas duas filhas).

Para além disso, eu recusava-me a flirtar com os clientes ou usar roupa reveladora como forma de obter mais gorjetas. Elas foram rudes quando descobriram que eu só tinha namorado e estado com o meu namorado - elas não conseguiam compreender o porquê. Desde então, fiquei a saber que a maior parte das mulheres evita ou chama de "mentirosa" a mulher que lhes diz que só esteve com um homem em toda a sua vida. Uma empregada de bar (na casa dos 40-quase-50 e divorciada) aproximou-se de mim enquanto eu atendia um cliente, e começou a atacar-me verbalmente bem em frente ao cliente. Nessa noite saí em lágrimas e nunca mais regressei.

O único trabalho que gostei (e ainda gosto) foi o de limpar casas com a minha sogra. Ganhávamos um bom dinheiro (20 dólares à hora) e não havia conflito entre as mulheres visto que éramos só nós. A minha sogra é mais próxima a mim do que a minha mãe.

Algumas mulheres perseguem os patrões - eu nunca fiz isso, mas raramente encontro mulheres que são como eu. Encontrei um homem que tem o meu coração nas suas mãos e nenhum outro se pode comparar, e por isso, eu nem olho. Eu sei de mulheres que já dormiram com os seus patrões e elas derretem-se em choro de indignação quando se apercebem que não terão qualquer tratamento preferencial. Mais tarde ou mais cedo, elas abandonam o emprego.

Sempre me dediquei ao meu marido, mas eu tinha uma "concha" feminista que eu nem sabia que tinha até ler os seus artigos, Henry!

FEMINILIDADE

O meu marido e eu temos estado juntos desde que tínhamos 16 anos. Eu tenho 27 anos e o meu marido está à beira de fazer 28 anos. Encontrei o seu site quando me apercebi que não sabia o que era ser feminina. Senti vergonha de mim própria. Há já alguns anos, depois do nascimento da nossa primeira filha, que o meu marido e eu estávamos a ter problemas. O amor existia mas, depois das filhas nascerem, eu era horrível para ele. Separamo-nos muitas, muitas, vezes. Ele tornou-se distante e perdeu-se com outras mulheres. Eu culpava-o por tudo e eu era extremamente abrasiva e impossível de se viver lado a lado.

Comecei a ler os seus artigos há alguns meses, e mudei a minha forma de agir imediatamente. Não tive que mudar muito porque apercebi-me que capitular para ele, e adorá-lo, era o que eu QUERIA fazer - mas tinha medo de o fazer.

Apercebi-me da mudança imediata nele! Ele é, actualmente, totalmente dedicado a mim, e trata-me exactamente da forma que eu quero ser tratada. Tudo o que tive que fazer foi deixar ele ser o homem, e eu passar a ser a mulher. Há alguns dias atrás ele disse-me a coisa mais lisonjeira que alguma vez alguém me disse, e eu não tinha noção do quanto que isso era importante para mim até o ouvir. Ele não me chamou de bonita, nem me disse que estava mais magra. :) Ele disse que eu me estava a tornar numa boa esposa, e que ele me via a tentar e que isso fazia com que ele tivesse o desejo de me proteger e ficar ao meu redor. Tudo o que tive que fazer foi segui-lo e admirá-lo.

MASCULINIDADE

Também lhe mostrei os artigos do seu site em torno da liderança familiar. Ele disse que isso lhe abriu os olhos em torno da forma como ele esperava que eu me disponibilizasse e liderasse com ele, e ajudou-o a ver o porquê dele ficar tão frustrado comigo quando eu não PODIA me disponibilizar e ser a cabeça da família com ele. É como você diz no seu site, "Qualquer coisa com duas cabeças é um monstro!"

Eu estou a fixar-me no meu papel de dona-de-casa amada, e ele está a fixar-se como o líder da família, e isso nunca soube tão bem e tão natural.

Estou zangada por ter sido educada a competir com os homens e sentir que era oprimida por ser dona-de-casa, mas há apenas alguns meses atrás, era assim que eu me sentia. Espero incutir nas minhas filhas a nova natureza feminina que encontrei, e espero que não seja tarde demais para eu ser a melhor mãe e a melhor esposa que eu puder ser.

Acho que as mulheres estão aterrorizadas ante a perspectiva de serem rejeitadas pelos homens, e como tal, eles colocam de parte o que é natural. E com tanto apoio feminista em seu redor, deixar de seguir o que é natural nas mulheres é muito fácil.

Há também a óbvia repugnância que aparece quando as pessoas descobrem que tu te dedicas ao teu marido, e deixas que ele seja o líder da família. De modo literal, tu NÃO TENS PERMISSÃO para olhar, rendida, para o teu marido, e dizer o quando que tu o adoras sob pena de seres acusada de teres toda a tua vida centrada num homem e na família - como se isso fosse uma coisa má! Estou farta de ser tratada como uma pobre idiota desmiolada só porque a minha a família é o centro do meu mundo.

Henry, continue a dizer às mulheres para agirem como mulheres, e aos homens para agirem como homens! Se tudo correr bem, você receberá mais emails como o meu, revelando a forma como você abriu os olhos de alguma pobre feminista que estava à beira do divórcio só porque ela não sabia o que fazia de errado.

Não tenha ódio por todas as feministas! Nós fomos educadas desta forma, e eu nem sabia que havia outra forma de viver até encontrar o seu site. Continue a escrever e nós continuaremos a ler.

Fonte



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A falsa oposição e o falso nacionalismo

Por Henry Makow

O meu título original era "Confissões dum ingénuo". Desde os 18 aos 40 anos, eu fui um ardente nacionalista Canadiano e membro de vários grupos "nacionalistas", incluindo o "Comité para um Canadá Independente", de Mel Hurtig. No ano de 1968 eu organizei um discurso para Hurting na Universidade de Carleton. Em 1988, quando eu estava rico devido ao jogo "Scruples", contribui com cerca de $20,000 nos esforços que estavam a ser desenvolvidos para levantar oposição ao acordo de comércio livre devido à perda de soberania Canadiana.

O que vou dizer é contra-intuitivo, mas os grupos nacionalistas esquerdistas que apoiei eram uma fachada para a Nova Ordem Mundial (NOM) e os seus líderes eram, na verdade, internacionalistas. Mel Hurtig pertencia à facção Canadiana do "Royal Institute of International Affairs", de Arnold Toynbee. Abe Rotstein, co-presidente de Hurtig, tomou parte na Conferência Bilderberg de 1971.

Outros assim-chamados nacionalistas como Mel Watkins, Eric Kierans e Maud Barlow eram todos esquerdistas. A Esquerda serve de fachada para a Nova Ordem Mundial Comunista, isto é, o governo inchado ao serviço do Grande Capital. As massas são subornadas com "serviços sociais" e enganadas pelo conflito "Esquerda - Direita", mas ambos servem (trabalham) para os grupos com o monopólio financeiro mundial.

O partido socialista Canadiano, os Novos Democratas, é membro da Internacional Socialista, uma construção da Maçonaria Bancária. O seu logotipo é um punho e rosas vermelhas, símbolos Comunistas e Maçónicos.

O "Nacionalismo" no Canadá floresceu no rasto da Conferência Bilderberg de 1968, no Monte Tremblant. Um documento secreto proveniente da conferência esboçava um plano onde os financiadores Canadianos aparentariam serem os donos da área negocial Canadiana quando na verdade ela era controlada pelos bancários internacionais - isto é, os bancários Illuminati. O nacionalismo Canadiano foi outra psy op.

UM JOVEM EM BUSCA DE IDENTIDADE

Eu tinha 18 anos em 1968, e "em busca duma identidade." Eu buscava isso porque Deus e a religião me haviam sido retiradas. Para além disso, eles haviam também esvaziado o sexo (masculinidade) e a família. Ingenuamente, busquei a minha identidade junto da "comunidade". Inicialmente, investiguei Israel mas senti que havia algo de errado com o Sionismo. Depois disso, dediquei-me ao nacionalismo Canadiano, obtendo qualificações em Literatura Canadiana. Mal sabia que eu me estava a unir a uma oposição fictícia.

Depois da eleição de 1988 em torno do livre comércio da América do Norte, eu estive presente numa conferência de grupos nacionalistas esquerdistas em Otawa. Nós havíamos perdido. O propósito era decidir a estratégia para seguir em frente. Durante a conferência observei três coisas que pensei serem anormais:

1) Os amigos organizadores aqui em Winnipeg, que eram na verdade Comunistas que se haviam infiltrado dentro do movimento operário, não queriam que eu fosse. Achei estranho que activistas sinceros não quisessem incluir todo o seu talento (ou mesmo dinheiro) ao qual tivessem acesso.

2) Eu fiquei surpreso pelo comportamento dos professores esquerdistas e dos activistas durante a Conferência. Eles não pareciam zangados nem desapontados pela perda. Era exactamente o oposto. Havia um sentimento palpável de satisfação presunçosa. Eles estavam satisfeitos com a sua "actuação" e estavam contentes por poderem voltar para os seus locais e darem continuidade ao processo de enganarem os estudantes ingénuos. Estas pessoas piedosas ganham mais de $100K "lutando pelos pobres" e "lutando contra o establishment."

Finalmente,

3) Durante o encontro sugeri algumas acções militantes como forma de continuar a batalha contra o livre comércio. A presidente da reunião, Maude Barlow, que ainda é a presidente do "Concílio dos Canadianos", colocou-me de parte verbalmente, prometendo discutir o assunto pessoalmente mais tarde. Ela nunca me procurou. Quando eu entrei em contacto com ela, ela disse que estava demasiado atarefada. Eu havia sido "enganado" por uma profissional.

CONCLUSÃO:

Claramente os liberais e a "esquerda" socialista fazem parte da falsa oposição. Eles não representam as pessoas. Eles são Maçónicos e fazem parte do duplo passo Maçónico que termina no governo mundial controlado pelos banqueiros. O "establishment" é cúmplice na escravização da sociedade.

Semelhantemente, nos EUA e na Europa, todos os partidos políticos são dirigidos pela Maçonaria e governados pelo cartel Rothschild. Eu duvido muito que algum grupo ou individuo ganhe publicidade se não for uma marioneta. A nossa vida política e cultural pode ser comparada ao filme "The Truman Show", onde nós somos a personagem desempenhada por Jim Carey. Tudo é orquestrado e tudo está "sob controle".

Claramente, Ron Paul ajusta-se na perfeição ao papel de falsa oposição. Ele é Maçónico. A sua esposa é Maçónica, Estrela Oriental. As suas filhas são Maçónicas, Raparigas Arco-Iris.


"John Birch Society" faz um trabalho excelente mas aparentemente eles foram fundados pelos Rockefellers que fizeram um acordo muito bom com o fundador pela sua companhia de sumo de uva. 

O propósito da falsa oposição é usar a oposição e desencorajar qualquer movimento político de base genuíno de ser iniciado. A sua missão é combater batalhas triviais e distrair-nos da instalação sorrateira do governo mundial. Lembram-se do ano que os Republicanos passaram a tentar acusar Bill Clinton devido ao que aconteceu com Monica Lewinski? O governo paralisou por completo.

Será que temos verdadeiros líderes? Vocês podem reconhecê-los se eles forem marginalizados e feitos anátemas pelos órgãos de comunicação em massa. Os nossos verdadeiros líderes são as pessoas que eles atacam, arruínam, lançam na prisão ou matam.

Fonte: http://ow.ly/rldlw

* * * * * * *
Quem são os líderes mais criticados pelos média no vosso país? É bem provável que esses estejam genuinamente a trabalhar para o povo e fora do controle da elite financeira mundial.



sábado, 7 de dezembro de 2013

Alexandra Fox: "O local de trabalho não foi feito para as mulheres"

Depois de uma década no mercado de trabalho aqui em Londres, eu posso confirmar a veracidade do que a Mary disse no seu artigo. De modo particular, gostei do ponto onde ela diz que os patrões e as patroas têm medo de ameaçar os empregados mas colocam as empregadas "na linha" ameaçando-as constantemente do término do seu lugar de trabalho. Eis aqui, portanto, mais 5 razões do porquê as mulheres terem sido naturalmente criadas para colocar a educação das suas crianças como função prioritária:

1. As mulheres são muito mais vulneráveis que os homens à exploração e ao abuso no local de trabalho.

Primeiramente, porque as figuras autoritárias têm-na como alvos principais, e também porque a natureza inata da mulher impedem-na de ser tão assertiva como os homens. Enquanto que os homens exigem algum tipo de incentivo financeiro para trabalhar para além das horas normais, as mulheres fazem-no gratuitamente sem se que queixar (mas depois queixam-se junto das companheiras de apartamento). Enquanto que os homens irão frontalmente exigir um aumento e negociar de um modo confiante com o patrão pelo aumento, as mulheres continuarão a trabalhar por amendoins, esperando que o seu trabalho árduo seja um dia notado.

2. Hierarquia Natural.

Eu já trabalhei em posições directivas e sempre me senti pouco à vontade em dar ordens aos homens. Os homens que eu geria eram sempre simpáticos e respeitadores, mas eu sentia sempre que havia algo de errado. Num dos empregos onde tínhamos um patrão tirânico, os homens que eram meus subalternos acabavam sempre por me proteger das invectivas do patrão. Claramente, quando os teus subalternos têm que ocupar o papel protector, todo o conceito de hierarquia no emprego torna-se ridículo.

3. Mulheres como Patroas.

As mulheres no seu estado natural nâo são tão eficazes como patroas, e as mulheres que são bem sucedidas neste papel de liderança têm que se tornar - e são sempre vistas como - desagradáveis [inglês: "bitches"]. Eu [Alexandra] não sou contra as mulheres no mercado de trabalho - elas podem ser funcionárias dedicadas e trazer muitos talentos ao negócio. Mas eu certamente que sou contra as mulheres em posições de poder porque isso pura e simplesmente não funciona. Tanto os homens como as mulheres declaram que preferem ter homens como patrões, e não mulheres.

4.  Romance / Exploração Romântica.

As tendências embutidas no ser humano são mais fortes que qualquer legislação governamental politicamente correcta, e qualquer lei em torno da forma como as pessoas devem agir não nos diz nada da forma como elas irão agir. As pessoas agem tal como a natureza tenciona, e como tal, para além das complicações em torno do poder que as mulheres sentem, existem também as complicações dos inevitáveis romances dentro do escritório.

Um cenário bastante comum hoje em dia é o facto de mulheres jovens com educação universitária entrarem no local de trabalho determinadas a ter uma "carreira bem sucedida", tal como foram indoutrinadas e levadas a acreditar que isto [carreira bem sucedida] é o Santo Graal da sua existência, mas a sua biologia tem outros planos e elas rapidamente se apaixonam por um superior, normalmente o seu patrão ou chefe.

Muitas destas raparigas entram no local de trabalho sem terem crescido com um pai ou com um pai ausente. Devido a isto, não só elas estão a tentar preencher a sua necessidade actual duma relação matrimonial, como têm também uma não-resolvida necessidade por um pai. Consequentemente, com estas duas grandes necessidades na sua vida, elas irão desenvolver relacionamentos pouco saudáveis com a figura autoritária com quem passam tanto tempo. As raparigas solteiras que foram educadas por um pai presente e atencioso são menos susceptíveis de se sentirem atraídas pelas figuras autoritárias do emprego. O problema é que há cada vez menos raparigas a crescer com um pai presente e atencioso. [Obrigado, feminismo.]

A figura autoritária pode ser casada ou solteira, velha ou jovem, eles podem-se envolver numa relação física ou não, mas todas estas situações têm um tema comum - elas passaram a ser um facsmile do casamento. Essas relações baseiam-se na dominância e na autoridade do homem, e na subordinação e lealdade da mulher em retorno pela  protecção dele. O patrão desfruta da atenção duma jovem de olhos arregalados e como tal, encoraja-a, tratando-a como "especial" - favorecendo-a acima dos outros funcionários, buscando a sua opinião em torno dos assuntos, promovendo-a para posições acima das suas capacidades, e assim por diante, e em compensação ela retorna estes favores com a lealdade completa, despejando toda a sua energia no trabalho, fazendo tudo o que ele a pede, estando sempre disponível para ele, etc.

Estas mulheres nunca pensariam em ter este tipo de compromisso com um homem de fora do local de trabalho - passando o dia todo com ele, satisfazendo todas as suas vontades, demonstrando total lealdade a ele - mas não vêem qualquer tipo de problema em se cometerem desta forma a um patrão porque, afinal, é "trabalho", e como tal, é independência, empoderador, e totalmente aceite pela sociedade.

Os homens nesta situação, quer estejam casados ou solteiros, irão certamente ter outros relacionamentos fora do local de trabalho, olhando para a situação dentro do trabalho como um pequeno bónus divertido, mas para as raparigas - a biologia feminina sendo o que é - esta relação fará com elas se dediquem totalmente a ele e não sejam capazes de olhar para outro homem.

Isto é a versão moderna do cenário do homem casado com a amante - o caso clássico do homem não querer se comprometer com o "seu caso paralelo", mas não a querer também perder. Devido a isto, ele cria um estado intermédio (limbo), e motiva-a a ficar lá dentro. Enquanto que a amante de outras eras exigiria jantares dispendiosos e presentes caros, a mulher moderna é enganada com promessas de promoção e títulos laborais imaginativos.

As histórias morais que envolvem as amantes podem ser igualmente aplicadas às sonhadoras jovens mulheres carreiristas; elas devotam os melhores anos da sua vida a um homem fútil em troca de excitação efémera, mas à medida que a sua juventude se desvanece e o interesse dele vai diminuindo, elas acabam com nada mais que um coração partido. Mais ainda, normalmente pelo menos as amantes poderiam adquirir algum tipo de bem colateral duradouro por parte do Sr Casado, em termos de presentes lucrativos e até propriedades - mas as "mulheres trabalhadoras" frequentemente dissipam os seus ordenados com items de moda fúteis e saídas nocturnas obscurecidas. Devido a isto, quando as suas "carreiras profissionais" esmorecerem, elas acabam com nada mais que uma bolsa vazia e uma ressaca.

5. O "trabalho" é chato para as mulheres.

A Mary está certíssima: as mulheres estão a ser enganadas a usar a sua beleza e o seu charme para beneficiar os lucros das corporações (e o ego dos patrões) em vez de beneficiarem a elas mesmas e o seu futuro. A ironia disto tudo é que, por mais danosos que sejam os relacionamentos românticos no emprego, sem eles, a maior parte das mulheres qualificaria o emprego de "enfadonho".

Eu já tive muitas conversas com muitas mulheres trabalhadoras, e a quantidade de tempo que se gasta a discutir trajectórias laborais é menor que 5%. A grande maioria de todas as conversas de todas as jovens mulheres em todo o lado centra-se nos homens. E discutir as tensões que podem existir no local de trabalho é o tipo de coisa que as mulheres gostam de falar e dissecar por horas, semanas, eternidade, etc..

Mais uma vez, as legislações e os polemicistas académicos dizem uma coisa - que as mulheres são ambiciosas, motivadas pelas suas carreiras e com uma necessidade enorme de se sentirem realizadas com o seu emprego - mas a realidade diz algo totalmente diferente, isto é, que 95% das mulheres acha o trabalho chato, e que elas são primariamente motivadas pelos relacionamentos - primeiro os homens e depois as crianças. Se elas não chegarem à parte das crianças, elas fixam-se na parte dos homens; elas não se transcendem subitamente para trabalhadoras mecanizadas e voltadas para a carreira por mais que as feministas assim desejem.

Eu não estou a defender que as mulheres não podem/não devem ter carreiras profissionais, mas sim que elas deveriam primeiro satisfazer os seus instintos mais fundamentais. Dizer que elas deveriam ter uma carreira profissional quando elas não têm um relacionamento estável é como dizer a uma pessoa que nada come há meses para ir trabalhar numa mercearia. Esperar que mulheres jovens e solteiras não desenvolvam sentimentos por homens competentes com quem trabalham diariamente é como esperar que um funcionário esfomeado duma mercearia não coma nada enquanto trabalha dentro da mercearia.

A mensagem social dirigida às mulheres de que os seus instintos biológicos são uma "construção social criada para as oprimir" não vai fazer com que esses instintos desapareçam, mas sim que elas os tentem satisfazer de formas cada vez mais insalubres.

Há 50 anos atrás, a maior parte das raparigas jovens atraentes estava fora do alcance dos homens casados - elas ou eram casadas ou se encontravam a trabalhar temporariamente até se casarem. Não havia nenhum influxo maciço no mercado de trabalho de jovens mulheres disponíveis sem qualquer tipo de perspectiva de casamento. Qualquer civilização sã rapidamente reconheceria isto como uma receita para o desastre, mesmo para as esposas e para os filhos destes homens à medida que ele era atraído (mesmo que seja "apenas" emocionalmente) para estas novas distracções brilhantes no seu local de trabalho.

A realidade dos factos é que se nós colocarmos mulheres jovens perto de homens heterossexuais durante um certo período de tempo, sentimentos românticos serão gerados. As pessoas podem controlar o que elas fazem, mas elas não podem controlar o que elas sentem, e apaixonar-se pode ser tão torturante e devastador para as perspectivas das mulheres solteiras e para as esposas e os filhos dos homens, como um caso extra-conjugal.

Para além disso, com a atomização e fracturação da família e das relações sociais, as pessoas investem ainda mais nos relacionamentos nos locais de trabalho visto que essas relações podem até ser o único bastião de estabilidade nas suas vidas turbulentas, particularmente nas vidas turbulentas das mulheres. Isto é uma situação instável e perigosa visto que esta "estabilidade" pode ser removida num piscar de olhos - ao ser despedida, ou ao ser apenas e só transferida para outro departamento.

Quando as mulheres investem o seu tempo a gerar relacionamentos sérios e famílias, elas recebem de volta o que elas precisam - amor, segurança, companheirismo, apreciação, etc. Quando elas investem nos locais de trabalho, elas não recebem nada disto, e como tal, elas instintivamente tentam preencher o vazio com aparelhamentos românticos e amizades com as colegas. Mas tudo isto é uma miragem e uma ilusão, algo evidenciado pelo que acontece quando o romance murcha, ou quando as amigas conseguem um novo emprego, ou, claro, quando elas são despedidas.

Os engenheiros sociais destruíram o casamento e a família, apenas e só para verem as pessoas instintivamente tentarem recriar isso de volta nos locais de trabalho - onde a cultura corporativista pode lucrar com isso.

É uma situação muito triste, e quanto mais cedo as mulheres particularmente começarem a acordar para a realidade, melhor todos nós ficaremos.




domingo, 1 de dezembro de 2013

O desejo de aceitação como factor determinante do comportamento feminino


Por Alexandra Fox 

As mulheres jovens não se comportam de uma maneira promiscua porque gostam disso, ou porque elas querem dinheiro ou benefícios laborais; elas fazem isso porque elas querem o que a mulher sempre quis: ser aceite. E a ensurdecedora mensagem social dos dias de hoje é que elas só serão aceites através da sua promiscuidade. Isso é "bom", "sofisticado", "emancipador" e, acima de tudo, confirmador da única característica feminina válida nos dias de hoje: a sua sensualidade. Se uma mulher consegue que um estranho bêbado vá para a cama com ela, isso significa que ela é bem "sensual", certo? Afinal, homens bêbados não vão para a cama com uma qualquer, pois não?

A mulher actual acredita, ao mesmo tempo, que o sexo não significa nada - que se pode ter sexo com quem se quiser, a qualquer altura, e em qualquer lugar - mas ao mesmo, o sexo é tudo. Hoje em dia não chega ser linda ou bonita. Estes termos parecem ultrapassados. O que as mulheres usam de modo específico para se avaliarem umas as outras é a sua "sensualidade" - apelo sexual. É por isso que hoje em dia temos meninas de 13 anos a dispensar favores sexuais a rapazes nas festas, e é por isso que temos mulheres com formação superior a enveredar por carreiras em lap-dancing.

A identidade feminina foi tão distorcida e destruída pelo Marxismo Cultural que as mulheres olham para si como utilitários sexuais - disponíveis para quem as quiser usar. Não há qualquer tipo de pré-condição para isto - não se requer conexão emocional, respeito ou amor. Elas nem precisam de desfrutar. Como diz no seu artigo, a coisa mais importante nisto tudo é que elas se "apoderem do acto", e que elas o usem como uma forma distorcida de "emblema de desonra".

O programa "Girls" (HBO) confirma que as mulheres jovens são ensinadas a celebrar o facto de serem destroços emocionais, de serem promiscuas, de estarem cheias de DST e de não terem qualquer tipo de perspectiva marital ou profissional. O programa funciona da seguinte maneira: é dito às mulheres para executar coisas que são claramente autodestrutivas e que de modo literal as deixam doentes. Depois disso é-lhes dito que isso dá-lhes a aparência de serem "cool".

Semelhantemente, a pílula contraceptiva é, ao mesmo tempo, considerada "um direito da mulher" e um cancerígeno. Para além disso, vários estudos fazem a ligação entre o cancro da mama e o aborto, e demonstram como o aborto é uma ameaça maior para a saúde da mulher do que levar a gravidez até ao fim.

Apesar disto tudo - e apesar de todas estas coisas serem destrutivas para a mulher - as mulheres continuam a executá-las visto que, acima da saúde, felicidade e sanidade, as mulheres querem ser aceites. Os engenheiros sociais sabem disto e é precisamente por isso que criaram o feminismo e não o homenismo. Teoricamente, o desejo dos engenheiros sociais de destruir da estrutura familiar poderia ter usado a retórica feminista junto dos homens:

"Homens! Não sacrifiquem os melhores anos da vossa vida como um escravo das vossas mulheres e dos vossos filhos. Não trabalhem de forma excessiva em prol desses parasitas. Vocês têm o direito de desfrutar da vossa juventude e da vossa liberdade. Vocês foram escravizados pelo matriarcado!!!"

Os engenheiros sociais não fizerem isto porque eles sabiam que não haveria de funcionar. Isto funcionaria com as mulheres porque, psicologicamente, elas são mais facilmente penetráveis e é mais fácil levar-lhes a acreditar em algo. (Isto não é sexismo mas neurociência; é mais fácil vender algo a uma mulher, é mais fácil hipnotizá-la e é mais fácil treiná-las para serem escravas "MK Ultra" visto que alguns factos da neurologia feminina a tornam mais sugestionável e menos resistente).

Para além disto, as mulheres actuais estão tão cheias duma insegurança tóxica em torno do seu poder de atracção que precisam de sinais sexuais constantes para se assegurarem que os homens ainda as consideram atraentes (isto é, que elas ainda valem alguma coisa). Elas fingem ter um "elevado desejo sexual" mas se investigarmos as coisas de forma mais aprofundada, elas alegremente irão admitir que "gosto de ter muito sexo porque isso me faz sentir desejável e desejada".

Elas não gostam de sexo duma forma particular; elas gostam - precisam - da ideia de alguém as desejar.

E é nesse ponto em que nos encontramos hoje; gerações inteiras de meninas com auto-estima destruída, incapazes de olharem para elas mesmas de outra forma que não como os receptáculos sindicalizados da luxuria de bêbados desconhecidos. Só podemos esperar que as raparigas 1) comecem a ver a forma como isto destruiu as gerações anteriores, 2) comecem a colocar em causa a "sabedoria" feminista, e 3) comecem a reclamar as suas vidas, a sua saúde e a sua dignidade. 




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