Mostrar mensagens com a etiqueta Falsa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Falsa. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A falsa oposição e o falso nacionalismo

Por Henry Makow

O meu título original era "Confissões dum ingénuo". Desde os 18 aos 40 anos, eu fui um ardente nacionalista Canadiano e membro de vários grupos "nacionalistas", incluindo o "Comité para um Canadá Independente", de Mel Hurtig. No ano de 1968 eu organizei um discurso para Hurting na Universidade de Carleton. Em 1988, quando eu estava rico devido ao jogo "Scruples", contribui com cerca de $20,000 nos esforços que estavam a ser desenvolvidos para levantar oposição ao acordo de comércio livre devido à perda de soberania Canadiana.

O que vou dizer é contra-intuitivo, mas os grupos nacionalistas esquerdistas que apoiei eram uma fachada para a Nova Ordem Mundial (NOM) e os seus líderes eram, na verdade, internacionalistas. Mel Hurtig pertencia à facção Canadiana do "Royal Institute of International Affairs", de Arnold Toynbee. Abe Rotstein, co-presidente de Hurtig, tomou parte na Conferência Bilderberg de 1971.

Outros assim-chamados nacionalistas como Mel Watkins, Eric Kierans e Maud Barlow eram todos esquerdistas. A Esquerda serve de fachada para a Nova Ordem Mundial Comunista, isto é, o governo inchado ao serviço do Grande Capital. As massas são subornadas com "serviços sociais" e enganadas pelo conflito "Esquerda - Direita", mas ambos servem (trabalham) para os grupos com o monopólio financeiro mundial.

O partido socialista Canadiano, os Novos Democratas, é membro da Internacional Socialista, uma construção da Maçonaria Bancária. O seu logotipo é um punho e rosas vermelhas, símbolos Comunistas e Maçónicos.

O "Nacionalismo" no Canadá floresceu no rasto da Conferência Bilderberg de 1968, no Monte Tremblant. Um documento secreto proveniente da conferência esboçava um plano onde os financiadores Canadianos aparentariam serem os donos da área negocial Canadiana quando na verdade ela era controlada pelos bancários internacionais - isto é, os bancários Illuminati. O nacionalismo Canadiano foi outra psy op.

UM JOVEM EM BUSCA DE IDENTIDADE

Eu tinha 18 anos em 1968, e "em busca duma identidade." Eu buscava isso porque Deus e a religião me haviam sido retiradas. Para além disso, eles haviam também esvaziado o sexo (masculinidade) e a família. Ingenuamente, busquei a minha identidade junto da "comunidade". Inicialmente, investiguei Israel mas senti que havia algo de errado com o Sionismo. Depois disso, dediquei-me ao nacionalismo Canadiano, obtendo qualificações em Literatura Canadiana. Mal sabia que eu me estava a unir a uma oposição fictícia.

Depois da eleição de 1988 em torno do livre comércio da América do Norte, eu estive presente numa conferência de grupos nacionalistas esquerdistas em Otawa. Nós havíamos perdido. O propósito era decidir a estratégia para seguir em frente. Durante a conferência observei três coisas que pensei serem anormais:

1) Os amigos organizadores aqui em Winnipeg, que eram na verdade Comunistas que se haviam infiltrado dentro do movimento operário, não queriam que eu fosse. Achei estranho que activistas sinceros não quisessem incluir todo o seu talento (ou mesmo dinheiro) ao qual tivessem acesso.

2) Eu fiquei surpreso pelo comportamento dos professores esquerdistas e dos activistas durante a Conferência. Eles não pareciam zangados nem desapontados pela perda. Era exactamente o oposto. Havia um sentimento palpável de satisfação presunçosa. Eles estavam satisfeitos com a sua "actuação" e estavam contentes por poderem voltar para os seus locais e darem continuidade ao processo de enganarem os estudantes ingénuos. Estas pessoas piedosas ganham mais de $100K "lutando pelos pobres" e "lutando contra o establishment."

Finalmente,

3) Durante o encontro sugeri algumas acções militantes como forma de continuar a batalha contra o livre comércio. A presidente da reunião, Maude Barlow, que ainda é a presidente do "Concílio dos Canadianos", colocou-me de parte verbalmente, prometendo discutir o assunto pessoalmente mais tarde. Ela nunca me procurou. Quando eu entrei em contacto com ela, ela disse que estava demasiado atarefada. Eu havia sido "enganado" por uma profissional.

CONCLUSÃO:

Claramente os liberais e a "esquerda" socialista fazem parte da falsa oposição. Eles não representam as pessoas. Eles são Maçónicos e fazem parte do duplo passo Maçónico que termina no governo mundial controlado pelos banqueiros. O "establishment" é cúmplice na escravização da sociedade.

Semelhantemente, nos EUA e na Europa, todos os partidos políticos são dirigidos pela Maçonaria e governados pelo cartel Rothschild. Eu duvido muito que algum grupo ou individuo ganhe publicidade se não for uma marioneta. A nossa vida política e cultural pode ser comparada ao filme "The Truman Show", onde nós somos a personagem desempenhada por Jim Carey. Tudo é orquestrado e tudo está "sob controle".

Claramente, Ron Paul ajusta-se na perfeição ao papel de falsa oposição. Ele é Maçónico. A sua esposa é Maçónica, Estrela Oriental. As suas filhas são Maçónicas, Raparigas Arco-Iris.


"John Birch Society" faz um trabalho excelente mas aparentemente eles foram fundados pelos Rockefellers que fizeram um acordo muito bom com o fundador pela sua companhia de sumo de uva. 

O propósito da falsa oposição é usar a oposição e desencorajar qualquer movimento político de base genuíno de ser iniciado. A sua missão é combater batalhas triviais e distrair-nos da instalação sorrateira do governo mundial. Lembram-se do ano que os Republicanos passaram a tentar acusar Bill Clinton devido ao que aconteceu com Monica Lewinski? O governo paralisou por completo.

Será que temos verdadeiros líderes? Vocês podem reconhecê-los se eles forem marginalizados e feitos anátemas pelos órgãos de comunicação em massa. Os nossos verdadeiros líderes são as pessoas que eles atacam, arruínam, lançam na prisão ou matam.

Fonte: http://ow.ly/rldlw

* * * * * * *
Quem são os líderes mais criticados pelos média no vosso país? É bem provável que esses estejam genuinamente a trabalhar para o povo e fora do controle da elite financeira mundial.



sábado, 6 de julho de 2013

A vantagem de ser mulher


Mulher de STROOD, que causou a que a polícia perdesse mais de 250 horas após ela ter falsamente acusado um homem de a ter violado, foi "condenada" a pagar £500  à Polícia de Rent dólares como compensação.

Stacey Wallace, de 26 anos e proveniente de Humber Crescent, foi sentenciada a uma pena SUSPENSA de 2 anos depois de ter falsamente alegado ter sido violada por um homem quando fazia a caminhada para casa nas primeiras horas dum Sábado de Outubro do ano passado (depois de ter saído duma casa nocturna de Chatham).

A detective-policial Catherine Holmes, disse:

A violação é uma ofensa incrivelmente séria e a polícia irá sempre investigar de um modo minucioso as alegações, não deixando nada por analisar como forma de fazer justiça às vítimas deste tipo de crime apavorante.

Quando alguém falsamente alega ter sido violada, essa pessoa não só desperdiça uma quantidade enorme do tempo dos polícias, mas arruína a vida de pessoas. O crime de Stacey Wallace levou à prisão de um homem inocente, que teve que se submeter a um questionamento extensivo e onde amostras forenses íntimas foram retiradas dele.

As suas alegações resultaram no desperdício de 250 horas policiais, que poderiam ter sido usadas a ajudar genuínas vítimas de crimes.

Stacey Wallace alegou que 4 homens a haviam seguido em Rochester Bridge e que um dos homens a havia violado na ponte. O homem que foi retido sob prisão afirmou que haviam tido sexo consensual, e que ele havia dado a Wallace o seu cartão comercial. O mesmo cartão foi mais tarde encontrado no bolsa de Stacey Wallace.

Imagens de CCTV mostraram também Wallace e o homem a caminhar abraçados, e mensagens de texto revelaram que as suas alegações eram falsas.

Fonte

* * * * * * *
Tudo o que é preciso para transformar um homem respeitado na comunidade num "violador" é uma falsa acusação duma mulher. A partir daí, mesmo que ele seja ilibado das acusações, a sua vida nunca mais será a mesma. Que pena que as mulheres que usam a acusação de violação como arma contra um homem inocente não levem isso em consideração. Ou será que levam, e é esse mesmo o propósito - isto é, destruir a vida dum homem inocente?

Para além da insensibilidade em acusar um homem inocente (com quem teve sexo consensual) de a ter "violado", temos também mais um dado deste patriarcado opressor e "machista": a mulher, que causou o desperdício de 250 horas polícias, viu a sua pena suspensa, sendo forçada a pagar apenas £500.

Antigamente, antes do marxismo cultural tomar conta  da elite ocidental e de grande parte da população geral, qualquer pessoa veria que este tipo de medidas colocam as mulheres num patamar superior ao resto da sociedade. No entanto, as feministas, cuja subsistência financeira depende dum vitimismo histérico e misândrico, negam por completo o estatuto especial que a mulher detém no mundo ocidental, e alegam que elas, as mulheres, vivem sob intensa "opressão" do patriarcado.



segunda-feira, 4 de março de 2013

Elizabeth Jones - Mulher Tóxica

 
No dia 18 de Outubro de 2011 este blogue teve a oportunidade de disponibilizar um texto (tradução) do site "ManWomanMyth.Com" onde se falava das mulheres tóxicas. Sem surpresa, algumas vozes femininas levantaram-se contra o que o texto dizia sem, no entanto, fornecerem algum tipo de argumento lógico contra o que o texto revelava (ver secção de comentários).

Entretanto, uma das questões que pode ter pairado no ar é se, de facto, a análise feita pelo autor original do texto realmente se aplica no mundo real. Será que existem mulheres que de facto agem duma forma que pode ser considerada tóxica, usando, entre outras coisas, as acusações de violação como arma misândrica?

Aparentemente, sim, tal como se pode ver neste texto.


Elizabeth Jones, de 22 anos, foi sentenciada a 16 meses de prisão depois de ter mentido e ter afirmado que um homem a havia violado. Supostamente, ela levantou esta falsa acusação porque "não gostava dele." O homem foi preso, colocado em custódia e questionado durante 9 horas. O sistema de vigilância da casa onde Jones afirma ter sido atacada não deu apoio à sua história uma vez que, contrariamente ao que ela alegou, as imagens não a mostram a ser levada contra a sua vontade para lá. Jones admitiu ter tentado perverter o normal curso da justiça. A sua história é reportada aqui.

Esta foi a 11ª falsa alegação de violação de Elizabeth Jones em dez anos. Ela deu início ao seu rol de mentiras em 2004, quando tinha apenas 13 anos. Em 2009 ela recebeu uma detenção de 10 meses por ofensas similares. Entre 2005 e 2007 ele fez mais 8 alegações, investigadas pela policia, mas ela nunca foi acusada de nada.

O Juíz Derwin Hope afirmou que as suas ofensas haviam causado uma "experiência emocional terrível" no alegado atacante, bem com haviam feito um ataque bem no centro nevrálgico do sistema criminal.  Megan Topliss, advogada de defesa, afirmou que a sua cliente havia suportado uma infância perturbada (...).
 

Elizabeth Jones é mais uma mulher numa longa lista de mulheres que tem o horrível hábito de usar a acusação de "violação" para ganho próprio ou protecção do que resta da sua honra. A lista que se segue são apenas alguns exemplos - a ponta do iceberg:

Jayne Stuart fez 8 falsas acusações de violação, mas aparentemente nunca passou dia algum na prisão. Quatro dos homens foram ilibados nos tribunais, e cada uma das vítimas ficou com um estigma terrível. Depois da sua última falsa alegação, "o Judge Peter Bowers afirmou que era uma infelicidade que não existisse anonimidade para os homens."

Acusadora em série Emily Riker fez 4 alegações de violação, três só em 2010.

Uma mulher que havia já feito quatro falsas acusações de violação tinha como alvo homens britânicos que se encontravam de férias na ilha de Kos. Os jornais britânicos nem chegaram a imprimir o seu nome.

Outra mulher tentou destruir a vida dum homem só porque este não lhe deu uma cerveja.

Heather Brenner acusou um certo grupo de homens de a terem violado, grupo esse onde se encontrava incluído o seu próprio marido.

Michaela Britton fez uma larga série de alegações bizarras, incluindo a violação, contra um certo número de homens.

Uma falsa acusadora em série acusou David Jansen num caso amplamente publicitado: um entregador de pizza parou na remota cabana de David Jensen e viu uma mulher amarrada no sofá a falar sem sonoridade "Chama o 911!". Veio a saber-se mais tarde que 1) a mulher era adepta do "bondage" e 2) ela tinha uma história de fazer falsas alegações.

Kelly Walsh fez pelo menos duas falsas alegações contra homens diferentes.

John Grenier ficou preso durante 74 dias apesar das evidências mostrarem que a acusadora tinha uma longa história de falsas acusações reportadas em - pelo menos - meia duzia de registos policiais.

● Um homem na casa dos 40 ficou preso durante 1 ano depois de ter sido condenado por alegadamente ter abusado duma menina de 13 anos. O seu nome só foi ilibado depois terem surgido evidências de que a menina havia já feito outras falsas acusações - uma delas feita uns meses depois da acusaçao que ela fez ao homem na casa dos 40.

● Um homem condenado por violar uma mulher de 46 anos passou quase 4 anos na prisão, só tendo sido liberto quando a mesma acusadora acusou outro homem de crime semelhante e em circunstâncias semelhantes. A mulher afirmou que havia inventado a mentira da violação depois de terem tido sexo consensual como forma de evitar que o seu filho pensasse mal dela. O incidente ocorreu na mesma noite em que o companheiro de quarto do filho tentou acabar com o relacionamente que mantinha com ela.

* * * * * * *
O que fazer perante a proliferação de mulheres tóxicas? Parafraseando o que este texto diz, se queres minimizar as hipóteses de cair na rede duma mulher tóxica, eis aqui alguns passos que podes tomar:
 
1) Toma muito cuidado com quem te casas. Se não conseguires encontrar uma mulher que não esteja infectada com mentiras feministas, o melhor é ficares solteiro.

2) Nunca tenhas relações sexuais com mulheres que não conheças bem - por mais simpática e afável que ela seja. Tudo o que é preciso para destruir a vida de um homem é uma falsa acusação duma mulher ou duma criança.

3) No local de trabalho, evita ficar sozinho com uma mulher tóxica. Se tiveres um escritório próprio, deixa sempre a porta aberta quando uma mulher tóxica ficar sozinha contigo. Se estiveres para entrar num elevador, e vires que vais ficar sozinho com uma mulher tóxica, vai pelas escadas. Nunca dês boleias a mulheres tóxicas a menos que esteja sempre presente uma terceira pessoa.

4) Não é por acaso que não existe uma pílula masculina e a maior parte das crianças são concebidas sem o conhecimento (e aprovação) do pai. Estes dois pontos requerem ponderação mais alongada.

5) Se tens uma empresa, pensa bem antes de contratar uma mulher em idade para ter filhos (20-30). Se o fizeres, é provável que te tornes num ex-patrão. Não tenhas problemas em pensar assim, porque quando as mulheres estão na chefia duma empresa, elas pensam EXACTAMENTE o mesmo antes de contrarem  uma mulher em idade para ter filhos.

6) Faz um teste de paternidade para todos os teus filhos. Quanto mais cedo melhor. A tua mulher não levantará problemas se o teu propósito é ter o mesmo grau de certeza que ela tem. Se ela colocar objecção - mesmo de um modo passivo - e apelar ao argumento da "confiança" ("Não confias em mim?!!!") , então estás a lidar com uma mulher tóxica. Provavelmente um dos filhos que ela diz ser teu é de outro homem.

As coisas estão assim tão más?

Claro que não - espero eu. No entanto, tal como escrito em cima, a esmagadora maioria das mulheres ocidentais subscreve a muitos princípios do feminismo. Como tal, não prejudica nada estar preparado.



sábado, 28 de janeiro de 2012

Mulher acusa homem de violação porque este não se lembrava do nome dela

Uma mulher chamada Christine Jordan acusou falsamente um homem de "violação" devido ao facto dele não se lembrar do nome dela.

Em Janeiro último, Jordan teve um encontro romântico com o homem depois de o ter conhecido num autocarro. Cinco dias depois, Jordan viu o homem num pub mas ele não se lembrava do nome dela.

Devido a isto, a Jordan presenteou o homem com "um olhar maligno" antes de chamar a polícia.

No espaço de alguns minutos as forças policiais chegaram e prenderam o homem sob suspeitas de violação.

Aparentemente Jordan havia telefonado à policia alegando ter sido violada pelo homem. Segundo a sua "história", o homem alegadamente seguiu-a até a casa e forçou a sua entrada. Para grande desespero desta estúpida, a polícia apercebeu-se logo que esta "violação" nunca havia ocorrido.

Mas isso não impediu esta mentirosa de se agarrar à história como se a sua vida dependesse dela. A única coisa que mudou foi que, agora, o homem não se tinha forçado para dentro da sua casa.

Nicola Devas, advogado de acusação, disse:

A ré mentiu e mentiu e mentiu e foi apanhada nas suas mentiras. O pior é que mesmo depois de ter sido apanhado nas suas mentiras, ela continuou a mentir.

Ela agarrou-se ao que resta da sua alegação inicial porque não consegue aceitar o que aconteceu com ela.

O que aconteceu com ela é que ela foi vítima de mais um PUA ("Pick-Up Artist" = engatador "profissional"). Não podendo admitir que foi caçada por um profissional, e apercebendo-se que foi mais uma na sua lista e, desde logo, nada de especial na vida do homem, ela tenta acomodar essa dura realidade com o seu frágil ego.
O júri demorou menos de duas horas para chegar a um veredicto unânime : Jordan foi acusada de perverter o curso da justiça e será sentenciada no próximo mês.
Uma vez que o sistema legal ocidental (principalmente o Europeu) está nas horríveis mãos da ideologia nojenta que se dá pelo nome de feminismo, aguarda-se uma "pena dura" do tipo "300 horas de serviço comunitário" ou outra estupidez qualquer.

Fonte

. . . . . . . . . . .

Algumas apologistas da falsa violação insistem que as mulheres "nunca mentem em relação à violação". Afinal, que tipo de mulher se submeteria a um julgamento em torno duma violação?

Quem afirma estas coisas não conhece a forma de pensar duma igualitária, nem o quão brutais algumas mulheres podem ser depois de verem o seu frágil ego totalmente destruído (especialmente em assuntos que envolvam a sua sexualidade, beleza ou peso).

Vários sites online listaram já alguns dos motivos que levam a que uma mulher alegue ter sido "violada":

  • Namorado demorou demasiado tempo a ir comprar cigarros.
  • Homem recusou-se a dar uma cerveja.
  • Não gostar da quantidade de trabalho que o patrão lhe dava.
  • Homem atirou uma flor à falsa acusadora; ela alegou ter sido "violada".
  • Querer um dia de folga, alegar ter sido "violada" e causar que 3 homens fossem interrogados.
  • Não querer pagar o táxi.
  • Uma adolescente alegou ter sido "violada" como forma de reatar o namoro. A sua mentira resultou na condenação do ex-namorado e de mais 2 rapazes.
  • Mulher queria voltar para o namorado depois deste terminar tudo. Como tal, acusou-o de "violação". Mais tarde admitiu: "Só queria que ele sofresse pelo que havia feito".
  • Uma falsa acusadora alegou que queria que o seu ex-namorado "sentisse dor extrema".
  • Mulher mandou um homem para a prisão durante 5 ANOS porque disse que estava aborrecida.
  • Um rapaz de 18 anos foi retirado da sala de aulas e preso durante um mês por uma falsa denúncia por parte duma rapariga que ele nem conhecia.

  • Uma mulher alegou ter sido violada como forma de descarregar a raiva gerada depois dum incidente rodoviário.

  • Um homem recusou-se a pagar uma cerveja a uma mulher; esta vingou-se afirmando ter sido "violada".

Poderia continuar com a lista, mas acho que já se apanhou a ideia principal: mulheres tóxicas (feministas) não são de confiança.



ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT