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quarta-feira, 18 de março de 2015

5 evidências de que as feministas querem o poder supremo

Por Anti-Feminist

É difícil as feministas terminarem uma frase sobre homens e/ou mulheres sem mencionar a palavra "violação" pelo menos uma vez. Esta palavra encontra-se no cerne da sua narrativa queixosa contra os homens, e a ideia de que a sociedade aprova o abuso sexual de mulheres por parte dos homens é o âmago das suas exigências em torno de mudanças nas políticas governamentais e políticas do ensino superior. No entanto, quando se começam a comparar os mitos feministas com os factos, a narrativa de violação do movimento revela-se como algo que de maneira alguma está relacionado com a violação.

1. Ignorar ou suprimir metade das violações, com base em quem é a vítima, não é oposição à violação.

A narrativa feminista em torno da violação afirma que a violação é uma arma de dominação patriarcal. No seu livro com o nome de "Against Our Will : Men, Women, and Rape", a feminista Susan Brownmiller declara a premissa desta forma:

Desde os tempos pré-históricos até hoje, acredito eu, a violação tem desempenhado uma função importante. Ela nada mais é que um processo consciente de intimidação através do qual todos os homens colocam as mulheres num estado de medo.

O problema com esta premissa é que a ciência revela que os homens são violados pelas mulheres com frequência quase idêntica à frequência com que as mulheres são violadas pelos homens.

Os homens são socialmente condicionados (muitas vezes através da vergonha) a suprimir o facto de que as suas próprias experiências de terem sido violados pelas mulheres realmente são violações. Também não ajuda o facto do governo ajudar esta supressão recusando-se teimosamente de chamar os abusos sexuais cometidos pelas mulheres por aquilo que eles realmente são. (...) Os estereótipos sociais levam as pessoas a olhar para a coação sexual masculina duma forma mais dura que a coação feminina.

Longe de permitir os homens que violem as mulheres, a sociedade usa estereótipos sexuais e dualidade de critérios legais como forma de permitir que as mulheres abusem os homens. Nós suspeitamos que estes números sejam baixos visto que somos socializados a pensar que as mulheres são incapazes de abusar sexualmente os homens, e também não nos importamos se elas assim façam.

Um estudo particularmente revelador demonstrou que entre os rapazes que se encontram em centros de detenção juvenil e que haviam sido vítimas de agressão sexual, 9 em cada 10 deles havia sido violado por funcionárias (mulheres), pese embora o facto das mulheres serem menos de metade do staff. Se levarmos em conta o facto da violação mulher-homem ser suprimida através do inato viés ginosimpatético e da propagada feminista, é bem provável que o número real de abusos sexuais levados a cabo pelas mulheres na população geral seja mais elevado - e não mais baixo - que aquele que as pesquisas actuais revelam, o que destrói por completo a ideia da violação ser um fenómeno homem-na-mulher.

Mais ainda, contrariamente às percepções populares e às desonestas narrativas carregadas de ódio por parte das feministas, as mulheres são, na verdade, as perpetradoras da maioria das agressões não-sexuais dentro dos relacionamentos, cometendo duas vezes mais violência doméstica não-recíproca que os homens, e são também, no geral, mais "controladoras e agressivas" que os homens. Dado este facto, é razoável assumir que até o número de agressões sexuais revelando taxas comparáveis dos abusos sexuais mulher-no-homem estejam demasiado baixos, e que de facto as mulheres estão a cometer a maioria das violações contra os homens, e que estas violações simplesmente não estão a ser entendidas, examinadas e tidas como violação.

Se por acaso colocarmos todas as violações em cima da mesa, as feministas querem varrer a maior parte dela para fora dessa mesma mesa com base em nada mais que o sexo das vítimas e dos perpetradores. Este programa sistemático levado a cabo pelas feministas, de se focarem nas vítimas femininas e nos homens violadores, não está de maneira alguma relacionado com a prevenção da violação, mas sim relacionado com a tentativa de instigar o medo nos homens devido ao factos destes serem uma casta vítima de ataques políticos.

2. Expandir o número de actividades consideradas como violação é uma forma de expandir o campo de oportunidades de vitimização da casta odiada. 

Conceitos sociológicos descaradamente supremacistas tais como "violação do olhar" (baixar os olhos é uma expectativa comum de uma casta inferior) são comuns nos círculos centrais do feminismo, mas normalmente estão debaixo do radar das pessoas inocentes que são normalmente tomadas pelo mito de que o feminismo é pura e simplesmente "igualdade".

Esta táctica absurda do feminismo, de instigar o medo e o ódio em metade da raça humana, estende-se até aos logotipos universitários de animais cujo sexo dificilmente pode
ser determinado, e um aumento da retórica em torno da "cultura de violação", porque, em homenagem a uma extensão Freudiana desmesurada, tinha a aparência dum pénis.

Obviamente, a premissa subentendida da narrativa em torno da "cultura de violação" é que a mera presença de masculinidade - imaginária ou não - é um problema que precisa duma solução visto que é alegado que ela promove uma cultura de abuso sexual das mulheres maciçamente por parte dos homens. Uma percepção que, segundo as pesquisas em torno da violação mostra, é fomentada pela intolerância sexista.

Esta percepção distorcida é promovida não só pelos elementos "marginais" ou "radicais" do feminismo, facilmente colocados de parte, mas sim pelo feminismo da corrente oficial que propaga um discurso de ódio perigoso juntos das mais elevadas esferas de poder, onde o mito "Uma em Cada Cinco" e as ultrajantes narrativas Dolchstoss, da exploração de raparigas por parte dos homens, justificam acções governamentais sistemáticas contra os homens.

3. Escolher a aplicação do consentimento revela uma agenda que tem como alvo a casta odiada.

Os esforços que visam construir o aspecto do consentimento nas agressões sexuais são fundamentais na estratégia do feminismo de instalar um padrão-duplo supremacista que visa os homens, explorando as percepções populares de que a violação é quase exclusivamente um fenómeno homem-na-mulher. Os esforços recentes de implementação de padrões de "consentimento afirmativo" nas universidades (tomem atenção ao vídeo onde a mentira "Uma em Cada Cinco" é usada como justificação) têm recebido muita atenção. No entanto, pode ser mais ilustrativo examinar as políticas de consentimento embriagado na forma como ele se aplica a uma variada gama de actividades consideradas como violação.

Todos nós estamos de acordo que uma pessoa adormecida, quer esteja desmaiada sob efeito de intoxicação ou apenas adormecida, não pode consentir a nada. Portanto, vamos estabelecer que isto é uma linha base comum, e focar a nossa atenção no consentimento consciente mas embriagado.

Uma coisa importante a levar em conta, como forma de entender a premissa subentendida da retórica feminista em torno do consentimento, é notar que a agressão sexual não é um unico crime onde o consentimento é um factor importante. Vamos examinar alguns destes crimes com o mesmo olhar que existe no conceito feminista de que uma pessoa embriagada não pode consentir.
  • Manter uma pessoa num lugar sem o seu consentimento é um crime com o nome de aprisionamento indevido. Se uma pessoa sóbria deixa uma pessoa bêbada dormir na sua casa, uma situação que presumivelmente a pessoa bêbada não pode consentir, será que a pessoa sóbria está a cometer um crime? Pensem nisso da próxima vez que derem uma festa e tomarem, à força, as chaves do carro dum amigo bêbado.
  • Transportar uma pessoa sem o seu consentimento é um crime com o nome de rapto. Se uma pessoa sóbria dá boleia a uma pessoa bêbada, algo que presumivelmente a pessoa embriagada não poderia consentir, será que a pessoa sóbria está a cometer um crime? Pensem nisso da próxima vez que derem boleia a um amigo bêbado até à sua casa.
  • Levar as posses duma pessoa sem o seu consentimento é um crime com o nome de roubo. Se uma pessoa sóbria deixa que uma pessoa bêbada pague uma refeição, ou a gasolina, a caminho de casa (provenientes dum jantar) - uma transferência de propriedade que a pessoa bêbada presumivelmente não pode consentir - é isso um crime? Pensem nisso da próxima vez que concordarem em ser o condutor designado.
Se a vossa resposta para todas estas questões foi "Claro que não!", esse é o ponto importante. Devido à influência da retórica feminista, a expansão da percepção pública do comportamento criminoso baseado na inabilidade da pessoa embriagada de consentir, só se aplica à agressão sexual. Isto é porque o foco feminista no consentimento embriagado escolhe a dedo o único crime que elas massajaram a nossa percepção de modo a que, contrariamente ao que revelam as evidências científicas, nós olhemos para ele como uma expressão colectiva do poder masculino contra as mulheres.

De todos os possíveis exemplos de bêbados conscientes a concordar com uma actividade que seria considerada criminosa sem um consentimento sóbrio e afirmativo, a violação é o único exemplo que o feminismo nos socializou a olhar como um que implica todos os homens, e só os homens. A violação é o único crime que interessa porque o verdadeiro propósito é implicar os homens. Esta é a lógica do ódio.

A preocupação aqui não é proteger as pessoas intoxicadas de trocas concordadas que elas estavam supostamante incapazes de consentir. O verdadeiro propósito da narrativa feminista em torno do consentimento é permitir acção governamental punitiva contra os homens como uma casta.

4. Suprimir o conhecimento em relação às falsas acusações de violação e suprimir as liberdades civis dos acusados.

As falsas acusações de violação são um tópico sensivel visto que ninguém quer rejeitar de modo sumário o sofrimento de vítimas genuínas de agressão sexual. Excepto, obviamente, aqueles que de modo sistemático suprimem o reconhecimento de metade das vítimas de violação, que são homens que foram abusados por mulheres. Mas nós já falamos disto.

Mas existem alguns factos perturbadores em relação às falsas acusações de violação. O argumento feminista dos "Dois Porcento", que se centra na raridade das falsas acusações de violação, já foi repetidamente refutado. Os números reais são claramente difíceis de obter, mas é bastante ilustrativo para o ponto em questão que mais de um terço das pessoas falsamente acusadas dum crime (e mais tarde exoneradas) haviam sido falsamente acusadas de violação, e que a esmagadora maioria destas condenações prendiam-se com acusações falsas (23%) ou com a identificação da pessoa errada (80%).

Com a ampla disseminação da tecnologia vídeo, as mulheres têm sido cada vez mais apanhadas no acto de falsamente acusar um homem inocente de agressão sexual por delitos tão horríveis como esperar que as passageiras paguem o táxi, ou simplesmente por fazer o seu trabalho como polícia. Note-se que não estamos a fazer uma generalização sexista e ampla em torno do carácter das mulheres. (...) O que estamos a alegar é que as falsas alegações de violação contra os homens são apoiadas por um viés cognitivo inato de proteger as mulheres (algo que afecta tanto os homens como as mulheres), exacerbado pela agressiva supressão feminista da genuína natureza não-sexualizada da violação e a dimensão das falsas acusações.

As mentiras feministas em torno das falsas acusações de violação são formas através das quais as feministas infantilizam as mulheres, usando os antigos estereótipos da donzela-em-apuros, e impedindo o desenvolvimento moral das mulheres como adultos maduros. O processo de supressão activa da realidade das falsas acusações de violação, visto que serve para encorajar as falsas alegações, causa exactamente o contrário do problema que alega tentar esclarecer.

Isto significa que, tal como vimos nas taxas de violação mulher-para-homem, as taxas de falsas acusações de violação contra os homens muito provavelmente são mais altas do que as pessoas razoáveis mas mal-informadas suspeitam.

5. Institucionalização do Poder Supremacista.

O propósito explícito de todos estes ataques sexistas, de todas as narrativas queixosas, e dos argumentos do movimento de ódio para a responsabilização colectiva dos homens, é o de justificar a acção governamental de marcar os homens como a casta de "violadores". Esta retórica feminista da "classe de violadores" isenta metade dos casos actuais de violadores ao mesmo tempo que cria uma lista de violadores falsamente acusados. O verdadeiro critério é puramente demográfico: membros duma casta de humanos odiada que é escolhida para castigo por parte dos membros da casta superior.

Os castigos com base nas castas é sancionado pela fragilização activa das liberdades civis, tais como a presunção da inocência, que tem sido pedra angular da justiça há séculos. Motivadas pelo discurso de ódio das mentiras feministas, a sociedade corrói estes princípios básicos da justiça, preferencialmente contra uma classe de seres humanos que, em contradição directa às narrativas feministas em torno do patriarcado, já sofre o maior viés calculado do nosso sistema de justiça.

A sistemática acção governamental que tem como alvo os homens, e a sua qualificação como violadores é, desde logo, justificada pelo conceito Dolchstoss, a teoria da Conspiração Patriarcal Global - um mito queixoso feminista central que progride apesar das pesquisas em relação à violência doméstica que provam que ela nada mais é que uma fantasia sexista.

Conclusão:

A obsessão feminista com a violência sexual de maneira alguma está relacionada com medidas que visam impedir a agressão sexual. Se assim fosse, as feministas não iriam suprimir conhecimento e rejeitar preocupações em torno das mulheres violadoras e dos homens que são vítimas. E de maneira alguma está também relacionada com a protecção das mulheres que são vítimas porque se assim fosse, as feministas iriam desenvolver esforços para averiguar se as acusadoras realmente são vítimas.

As feministas mentem-nos em torno da natureza da violação de modo a que só uma classe de seres humanos seja acusada, punida e aprisionada. A retórica em torno da "cultura de violação" claramente mais não é que ódio e uma forma de obter poder supremo.

- http://goo.gl/ZUNVvP



domingo, 21 de dezembro de 2014

Paglia: "As mulheres jovens não entendem a fragilidade da civilização"

Por Camille Paglia

O desaparecimento de Hannah Graham (aluna do 2º ano da Universidade de Virgina) há duas semanas atrás é o mais recente caso de raparigas-desaparecidas que frequentemente acabam em tragédia. Um antigo jogador de futebol [americano], de 32 anos e com 122 quilos e que havia fugido para o Texas, foi devolvido para a Virginia e acusado de "rapto com intenção de contaminar". Até agora, o destino de Hannah e o seu paradeiro continuam desconhecidos.

Reivindicações descontroladamente exageradas em torno de abuso sexual nas universidades Americanas estão a obscurecer o verdadeiro perigo que as jovens mulheres, muitas vezes distraídas que elas estão a olhar para os seus telemóveis ou iPods em lugares públicos, correm: o perigo do antigo crime sexual de rapto e assassinato. Apesar da propaganda histérica em torno da nossa "cultura de violação", a maior parte dos incidentes que ocorrem nas universidades, descuidadosamente descritos como agressões sexuais, não são casos de violação criminosa (envolvendo força física e drogas) mas melodramas imbecis que ocorrem nos encontros amorosos resultantes de sinais confusos e imprudência das duas partes.

As universidades deveriam-se limitar ao ensino académico e parar com a sua supervisão infantilizante sobre a vida amorosa dos estudantes, uma intrusão autoritária que roça a violação das liberdades civis. Os crimes genuínos deveriam ser reportados à policia e não aos mal-treinados comités de reclamação universitários. Demasiadas mulheres da classe média, educadas longe das áreas urbanas, parecem esperar que a vida adulta seja uma extensão dos seus protectores e confortáveis lares. Mas o mundo continua a ser uma selva. O preço das liberdades femininas actuais é a responsabilidade pessoal pela vigilância e pela auto-defesa.

Os códigos educacionais actuais, que acompanham a Esquerda liberal, estão a perpetuar as ilusões em torno do sexo e do género [sic]. A premissa Esquerdista básica, que descende do Marxismo, é que todos os problemas da vida humana resultam duma sociedade injusta e que as correcções e as afinações desse mecanismo social irão por fim materializar uma utopia. Os progressistas têm uma fé inabalável na perfectibilidade da humanidade.

Os horrores e as atrocidades da História foram editados para fora da educação primária e secundária, a menos que as culpas possam ser atribuídas o racismo, ao sexismo e ao imperialismo - toxinas embebidas nas estruturas externas opressoras que têm que ser esmagadas e reconstruídas. Mas o verdadeiro problema encontra-se na natureza humana, que a religião e a arte genuína olham como dividida numa guerra entre as forças das trevas e as forças da luz.

O liberalismo [= Esquerdismo] carece dum profundo sentido do mal - como também o carece o conservadorismo dos dias actuais, quando o mal é docilmente projectado para uma força política estrangeira em ascenção, unida apenas na rejeição dos valores Ocidentais. Nada é mais simplista do que o actual uso (pelos políticos e pelos especialistas) da qualificação caricatural de "os maus" atribuída aos jihadistas, como se a política externa Americana fosse um  roteiro cinematográfico descuidado dum filme de cowboys.

A ideologia de género que domina o mundo académico nega que as diferenças sexuais estejam enraizadas na biologia, e em vez disso, olha para elas como ficções maleáveis que podem ser revistas à vontade. A crença é de que as queixas e os protestos, reforçados pelos simpatéticos burocratas universitários e reguladores governamentais, podem e irão alterar de modo fundamental todos os homens.

Mas os crimes sexuais extremos, tais como a violação e o assassinato, emanam dum nível primitivo que até a psicologia práctica já não tem uma descrição. A psicopatologia, tal como o macabro Psychopathia Sexualis (1886) de Richard von Krafft-Ebing, era um campo central dentro da psicanálise primordial, mas a terapia actual transformou-se em conversa feliz, ajuste de atitudes e atalhos farmacêuticos.

Há um simbolismo ritualista em operação durante um crime sexual que a maior parte das mulheres não entende, e desde logo, não se pode proteger contra ele. É algo bem confirmado o facto das faculdades visuais desempenharem uma papel maior na sexualidade masculina, que justifica um maior interesse masculino pela pornografia. O perseguidor sexual ["stalker"], que é frequentemente um derrotado alienado consumido pelos seus falhanços, é motivado por um atávico reflexo de caça. Ele é chamado de predador precisamente porque ele transforma a sua vítima numa presa.

O crime sexual brota da fantasia, da alucinação, da desilusão e da obsessão. A mulher aleatória torna-se no bode expiatório duma raiva regressiva contra o poder sexual feminino: "Tu causaste a que eu fizesse isto." Os clichés  académicos em torno da "mercantilização" da mulher sob o capitalismo pouco sentido fazem aqui: é o estatuto biológico superior da mulher como a mágica criadora-de-vida que é profanado e aniquilado através do barbarismo do crime sexual.

Enganadas pelo optimismo ingénuo e pela promoção entusiástica manifesta através da expressão "You go girl!" durante a sua educação, as mulheres jovens não vêem o olhar do animal brilhando contra elas na escuridão.

Elas assumem que a carne exposta e a roupa sexy são uma declaração de moda sem qualquer mensagem que possa ser mal lida e deturpada por um psicótico.

Elas não entendem a fragilidade da civilização e o quão perto está a natureza selvagem.

Fonte: http://ti.me/1ro6Hf1



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Juíza Mary Jane Mowat diz o óbvio mas as feministas não concordam

As estatísticas em torno das condenações por motivos de violação não irão melhor "até que as mulheres parem de se embebedar"; quem o afirma é uma juíza reformada, e previsivelmente estas palavras já lhe valeram críticas por parte dos grupos feministas, alegando que as palavras da juíza reformada são "potencialmente prejudiciais".

A juíza Mary Jane Mowat, de 66 anos e que até recentemente trabalhou para a Oxford Crown Court, afirmou que era complicado assegurar as condenações quando as mulheres não tinham a certeza do que aconteceu devido ao facto de terem bebido demasiado.

Ela disse que os jurados deparam-se com uma tarefa impossível quando o caso se resume à palavra duma pessoa contra a palavra de outra. 

Falando para um jornal de Oxford, a juíza disse o seguinte

Serei ridicularizada por afirmar isto, mas as condenações por motivos de violação não irão melhorar até que as mulheres parem de se embebedar. É inevitável que seja a palavra duma pessoa contra a palavra doutra, e o ónus da prova é que tu tens que ter a certeza antes de emitir uma condenação.

Não estou a dizer que é correcto violar uma mulher que se encontra embriagada, e nem estou a dizer que é moralmente correcto aproveitar-se duma mulher bêbada.

O que se passa é que os jurados encontram-se numa posição onde têm à sua frente uma mulher que diz "Eu estava totalmente fora de mim, não me lembro do que estava a fazer, não me lembro do que disse, não me lembro de ter dado consentimento, mas sei que nunca o faria".


Quando um júri se depara com uma situação deste tipo, de que forma é que é suposto eles reagirem?

Katie Russell, que faz parte do grupo Rape Crisis England, descreveu os comentários dela de "potencialmente muito prejudiciais":

O ponto que ela e outras pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal deveriam deixar publicamente bem claro é que se uma mulher se encontra incapacitada por motivos de drogas ou álcool, então ela não é capaz de dar consentimento.

E a responsabilidade legal está do lado do réu visto que ele tem que demonstrar como é que ele procurou e obteve consentimento; não é função da sobrevivente ser obrigada a recordar todos os detalhes.

É importante lembrar que actualmente só uns estimados 15% daqueles que são sexualmente abusados é que escolhem reportar isto à polícia. 


* * * * * * * *

Quando o feminismo chega a um ponto onde ele já não consegue dar um único conselho comportamental que seja objectivamente benéfico para as mulheres, podemos deduzir imediatamente que este movimento é claramente maléfico para as mulheres. As palavras de Mary Jane Mowat são lógicas e sensatas: pessoas bêbadas têm dificuldade em se recordar dos detalhes, e quanto menos detalhes uma pessoa bêbada e que tenha sido sexualmente abusada souber, mais difícil é condenar o acusado.

Tal como disse a juíza reformada, o ponto não é o de culpar as mulheres pelo decorrido, mas sim dar maior peso ao seu testemunho por virtude dela se recordar dum maior número de detalhes, facilitando assim a condenação do acusado. Basicamente o que a ex-juíza está a dizer às mulheres é:

"Quantos menos dados o sistema legal tiver, mais difícil é condenar um criminoso. Quanto mais bêbadas vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o réu, Logo, evitem ficar bêbadas porque, em caso de violação, fica mais fácil condenar o violador."

Esta forma de pensar pode ser usada com qualquer pessoa, independentemente do sexo. Aos homens potenciais vítimas de assalto pode-se dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o ladrão, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de assalto, fica mais fácil condenar o ladrão."

Aos homens potenciais vítimas de agressão física podemos dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o agressor, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de agressão, fica mais fácil condenar o agressor."

Em nenhuma destas situações se está a minimizar o acto criminoso, e nem a "culpar a vítima".

Semelhantemente, não é preciso que "as pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal" deixem "publicamente bem claro" que se um homem está incapacitado por motivos de álcool ou bebida, ele é incapaz de se defender da mesma maneira que se defenderia se não estivesse alterado, porque isso já se sabe.

Do mesmo modo, o sistema legal ocidental sabe (ou deveria saber) que mulheres bêbadas não têm a capacidade normal para dar consentimento, mas isso é irrelevante para o que a ex-juíza disse..

O ponto não se centra nas capacidades femininas quando elas se encontram sob o efeito do álcool, mas sim que elas deveriam evitar o álcool para que as suas capacidades de decisão estejam intactas, e também para que, na eventualidade de algum acto criminoso, elas melhor se lembrarem dos dados que podem levar à captura e prisão do(s) criminoso(s).

Quem quer o bem das mulheres, segue o conselho da ex-juíza, mas quem não quer agir de forma responsável, segue a mentalidade feminista. Quem perde com isto são as mulheres visto que criminosos que poderiam ser mais facilmente identificados por uma pessoa sóbria, são deixados em liberdade (com o risco de voltarem a fazer o mesmo) porque a vitima não se lembra de detalhes importantes consequência à quantidade de álcool ingerida.

Pronta para testemunhar em tribunal




segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Os motivos por trás da falsa alegação de violação

A "National Organization for Women", as feministas radicais, e os departamentos de Estudos Femininos, frequentemente negam as falsas acusações de violação fazendo a pergunta ingénua, simplista e interesseira: "Porque é que uma mulher mentiria?"

Sabemos agora que existem vários motivos que levam a mulher a inventar uma mentira - quer seja deliberadamente quer seja em "desespero".

Um estudo levado a cabo pela "U.S. Air Force", “A Falsa Alegação de Violação na Comunidade Militar"(1983) investigou 556 casos de alegadas violações, e apurou uma taxa de falsas acusações na ordem dos 60%. 

Como parte do estudo, foi perguntado às mulheres o porquê delas fazerem uma falsa alegação, e estes foram alguns dos motivos dados pelas mulheres que admitiram terem feito uma falsa alegação:

Motivo Percentagem
Vingança 20%
Para compensar sentimentos de culpa ou vergonha 20%
Por pensar que estaria grávida 13%
Para esconder o adultério 12%
Para testar o amor do marido 9%
Desordem mental/emocional 9%
Para evitar a responsabilidade pessoal 4%
Por não ter pago algo ou extorsão 4%
Por pensar que teria contraído a doença venérea 3%
Outro motivo 6%

O estudo apurou que a maior parte das falsas acusações eram instrumentais - isto é, tinham um propósito. Se o propósito não era evitar a culpa, ou obter vingança, a falsa acusação servia, por exemplo, para dizer aos pais algo como, "Eu não saí por aí e engravidei. Eu fui violada." Ou para dizer ao marido, "Eu não tive um caso. Não foi culpa minha. Eu fui violada!"

Um artigo do Washington Post sem ligação com o estudo mencionado em cima, e com o título “Unfounded Rape Reports Baffle Investigators” [Falsas Alegações de Violação Confundem os Investigadores] (6/27/1992) apurou também uma vasta gama de motivos para acusar falsamente um homem de "violação". A ira contra o namorado era a mais comum.

Uma mulher mentiu e causou a que o namorado passasse 13 meses na prisão antes de reconhecer que havia mentido. Outra mulher acusou o rapaz que entrega os jornais de a ter "violado" sob ameaça de arma porque ela precisava de uma desculpa para explicar o facto de se ter atrasado a chegar ao trabalho. Nenhuma das mulheres foi acusada de coisa alguma, e nenhuma foi repreendida por ter mentido à polícia e por ter colocado na prisão um homem inocente.

Num caso recente ocorrido nos EUA, uma mulher admitiu ter feito duas falsas alegações de violação porque precisava de um dia de folga.

Todas as acusações de violação têm que ser levadas a sério visto que as violações genuínas ocorrem. Mas tem que ser feito um balanceamento entre as alegações do acusador e as sempre-frequentes negações do acusado. As mulheres que fazem uma falsa alegação de violação têm que receber a mesma sentença que a vítima masculina receberia se ele fosse condenado. Isto sem duvida que colocará travões nas falsas alegações de violação.




sexta-feira, 8 de novembro de 2013

As terríveis consequências da falsa acusação de violação

Modificado a partir do original

Uma vigília à luz de velas foi levada a cabo hoje em Surrey para lembrar a morte de dois melhores amigos que foram assassinados a sangue frio há 20 anos atrás. Amigos desde a escola primária, Christian Lussier e Paul McDaniel eram inseparáveis. "Eles eram uma equipa - estavam sempre juntos," afirmou a irmã mais velha de Lussie (Wendy Champam). "Eu não conseguia imaginar um sem o outro."

Tragicamente, os dois rapazes também morreram juntos.

No dia 11 de Setembro de 2013, John Joseph Arniel confrontou Lussier, de 16 anos, McDaniel, 15, e Richard Moisan, 17, num local por baixo da Ponte Bridge, onde ele disparou sobre todos eles. Lussier e McDaniel morreram no local, mas Moisan, que havia sido atingido na cara, sobreviveu. Ele foi também capaz de chamar o 911 e identificar Arniel como o atirador.

Arniel, então com 18 anos, foi atrás dos adolescentes porque a sua namorada lhe disse que Lussier a havia violado - uma alegação que a polícia analisou e apurou ser falsa antes da mulher retractar-se e confessar a mentira. Em Dezembro de 1993 Arniel declarou-se como culpado de duas instâncias de assassinato de segundo grau e uma tentativa de assassinato. Ele foi condenado a prisão perpétua sem qualquer hipótese de liberdade condicional por 20 anos. 

Embora 20 anos se tenham passado, Chapman afirmou que sente como se o seu irmão tivesse morrido ontem. O vazio nas respectivas famílias dos jovens assassinados nunca mais será preenchido.  Chapman disse que, "Isto nunca acaba. Ninguém supera uma coisa como esta. Nós nunca mais seremos os mesmos."

Recentemente, a família viu-se obrigada a reabrir as feridas durante a audiência de Armiel perante o Comité de Liberdade Condicional do Canadá. Cansada de lidar com o agressor, Chapman queria organizar algo que se foca-se nas duas vidas que foram perdidas - o seu irmão mais novo, inteligente, gentil e experiente em tecnologia, e o seu amigo engraçado e artístico. Chapman afirma:

Isto em nada está relacionado com o assassino, mas sim com as crianças que ele matou. Não queremos que os rapazes se tornem em mais um nome por baixo dum cabeçalho jornalístico em torno do assassino, ou num ficheiro num lugar remoto.
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Há já algum tempo que blogues como este têm se dedicado a listar exemplos das coisas horríveis que podem acontecer aos homens que são falsamente acusados de violação. É perturbante ver pessoas (homens mas principalmente mulheres) a trivializar as falsas acusações de violação alegando que elas são "raras". Infelizmente, as pessoas que fazem esse tipo de alegações têm algum tipo de interesses financeiro em jogo.

Essas mesmas pessoas falham ao não levar em consideração de que, embora uma pequena percentagem de alegações de violação podem ser decisivamente classificadas como "falsas", o mesmo pode ser dito das alegações de violação que podem ser conclusivamente classificadas como violações. De modo geral, ninguém pode confirmar uma ou a outra - até o estudo do Dr. David Lisak em torno da violação chega a esta conclusão.

Das acusações de violação que podem ser classificadas de modo conclusivo de uma forma ou outra, as falsas alegações de violação são uma percentagem substancial - uma percentagem inaceitável. Mas mesmo que as falsas alegações de violação fossem de facto raras, as consequências das falsas acusações de violação podem ser tão horríveis, que trivializá-las é uma afronta à decência.

Seguem-se alguns exemplos recentes onde podemos ver o quão horríveis as consequências da falsa acusação podem ser, mas antes disso um pequeno aviso. As histórias que se seguem são horríveis e nem todas as pessoas as podem ler. Se és uma pessoa que se deixa afectar de modo mais pessoal por histórias deste tipo, então fica o aviso.

As falsas acusações de violação podem ganhar vida própria e com relativa frequência, elas podem resultar em danos inimagináveis (até a morte) para homens e rapazes falsamente acusados de violação. Ao contrário da mentalidade esquerdista que permeia a nossa elite cultural, a tolerância em relação a violação não está "normalizada" na nossa cultura; a raiva e reacção violenta - até devido a alegações ainda por serem confirmadas - são comuns.

De certa forma, nós não somos muito melhores que a turba violenta de Duluth ou de milhares de outros locais, posando ao lado de uma foto macabra com um corpo morto a ser agitado ao vento, pendurado pelo pescoço, apenas e só porque uma mulher gritou "Violação!" Para a vítima, o julgamento acabou mesmo antes de ter começado; a acusação tornou-se a sua condenação e a sua sentença de morte. Tal como um advogado centrado nas liberdades civis afirmou, "Algumas pessoas consideram a violação como uma ofensa tão hedionda que eles nem consideram a inocência como uma defesa."

Eis aqui então alguns exemplos, e lembrem-se: foram avisados.

Renada Williams de Filadélfia convidou um homem para a sua casa para terem sexo, mas depois chamou um conhecido seu, bem como o seu irmão adolescente, e mentiu ao afirmar que o amante lhe havia violado. Os dois irmãos pontapearam a porta da casa da Williams e encontraram o amante nu no meio do quarto. Renada observou à medida que os irmãos aterrorizam e quase matavam o amante dela. Eles espancaram-no com as suas mãos, com um pedaço de madeira e com cordas. Seguidamente,   sodomizaram-no com uma vassoura depois de o alertarem de que ele "ficaria a saber qual era a sensação de ser violado". A vítima sofreu um colapso nos pulmões, costelas partidas - bem como outras lesões - e foi hospitalizado durante uma semana. A mulher declarou-se culpada e foi condenada a 23 meses de prisão. O adolescente está sob os cuidados do sistema prisional juvenil, ao mesmo tempo que se sabe que o irmão mais velho foi condenado entre 6 a 12 anos de prisão.

► Uma rapariga de 15 nos falsamente disse ao namorado que um homem de 18 anos a havia violado. A rapariga, o namorado e outro homem foram até ao apartamento do inocente jovem. Quando ele olho pelo buraco da sua porta para ver quem é que tinha tocado à campainha, um dos homens disparou através da porta, matando-o. O atirador fugiu mas o namorado da rapariga que fez a falsa acusação (que não fez o disparo) foi condenado a sete anos de prisão. A rapariga foi condenada com uma pena suspensa.

► Duas raparigas adolescentes mentiram para um homem de 19 anos que outro homem de 19 anos, Cory Headen, as havia violado. Devido a isso, o homem invadiu a casa de Headen e espancou-o até à morte com um taco de basebol enquanto ele dormia. Durante o julgamento, o juiz descreveu as adolescentes que acusaram Headen de violação de "estúpidas, bêbadas e raparigas imaturas" que passaram uma mensagem vil. O juiz condenou o assassino a sete anos de prisão, mas as raparigas que deram início ao fogo que levou à morte dum inocente aparentemente não sofreram qualquer tipo de condenação legal.

► John Chalmers, um proeminente homem de negócios de 47 anos, sofreu lesões cerebrais devastadoras devido às lesões causadas pelo ataque levado a cabo pelo irmão duma mulher. Chalmers foi falsamente acusado de ter violado a mulher, e como tal, o irmão dela espancou-lhe de tal forma que ele teve que "aprender tudo outra vez".

► Depois de ter estado em viagem durante algum tempo, Darrell Roberson chegou a casa de modo inesperado e encontrou a sua mulher, Tracy Roberson, e o amante dela, Devin LaSalle, juntos no camião deste último. Para encobrir a traição, Tracy Roberson falsamente disse que Devin a havia violado. Darrell Roberson disparou e matou  LaSalle. Nom volte-face inesperado, o júri recusou-se a acusar Darell Roberson, acusando no seu lugar a esposa. Tracy Roberson foi acusada, condenada e presa por cinco anos por homicídio involuntário. "A pessoa errada foi para a prisão," afirmou Jill Davis, advogada de Tracy Roberson.

► Felisha Hardison, de 25 anos e de Latrobe (Pennsylvania), juntamente com a sua mãe, pegaram num pequeno grupo de rapazes com idades compreendidas dos 19 aos 22, e levaram-nos até a casa de Cody Wightman (25 anos). Hardison e a sua mãe ficaram minivan enquanto os jovens pontapeavam a porta de casa de Wightman e davam início ao espancamento de Cody. A dada altura, eles atingiram-no com um martelo e causaram lesões nele, mas felizmente, Cody sobreviveu ao ataque relativamente incólume.  O ataque ocorreu porque Felisha disse aos jovens que Cody a havia violado. A policia disse que a acusação era falsa. Felisha Hardison,a sua mãe e quatro dos rapazes, declararam-se culpados em relação àquilo de que foram acusados. Veio-se a saber mais tarde que há algumas semanas atrás Felisha havia acusado outro homem de a ter violado. Ela declarou-se culpada dessa acusação também.

► Uma mulher de 23 anos de San Antonio instigou um assassinato ao mentir para o namorado dizendo que que havia sido violada numa tentativa de cobrir o facto dela o estar a trair. A vítima foi baleada perto restaurante Quiznos onde ele trabalhava. A falsa acusadora aceitou o acordo legal e agora encontra-se perante a possibilidade de ir para a prisão por 8 anos.

► A namorada de Regan Scott Derrick chegou a casa vomitando e a chorar, alegando que havia sido violada e roubada durante uma saída com as amigas. Regan reuniu um grupo de amigos e dirigiram-se a casa do alegado ladrão para reaverem os itens roubados. Eles invadiram a casa dos alegados ladrões, seguindo-se uma altercação violenta. Ninguém morreu mas Regan foi condenado por ferir com intenção. Para além disso, Regan disse que ficou "chocado e horrorizado" por ficar a saber que a sua namorada havia mentido.

► Uma turba vigilante queimou um acampamento cigano em Turim (Itália) depois de uma rapariga de 16 anos ter falsamente  alegado ter sido violada por dois homens. Ela escondeu o facto dela ter perdido a virgindade com o seu namorado Italiano..



terça-feira, 5 de novembro de 2013

A verdadeira cultura de estupro aflige os homens e não as mulheres.


Segundo evidências que levam em conta os incidentes que ocorrem dentro das prisões, mais homens que mulheres são vítimas de abuso sexual nos EUA. Dados provenientes do Departamento de Justiça Americano (DJA) revelam que em 2008 estima-se que 216,000 homens foram abusados sexualmente enquanto se encontravam na prisão. Fora das prisões o número total de violações foi de 90,479.

O DJA deu início a uma série de processos e regulamentações que visam controlar as elevadas taxas de violação que ocorrem nas prisões federais. Estudos recentes revelam que 4,5 porcento dos presidiários com 16 e 17 anos nas prisões adultas, e 4,7 porcento daqueles que se encontram nas prisões reportaram terem sido vítimas de abuso sexual.

As novas directrizes do DJA em relação à violação incluem separar aqueles com menos de 18 anos dos adultos, mas muitos críticos alegam que isto deixará muitos jovens em solitárias virtuais.

As modificações foram colocadas em práctica durante os últimos 10 anos depois do Congresso ter aprovado a "Prison Rape Elimination Act" (PREA). Segundo os termos da PREA, todas as instalações presidiárias têm que ter uma tolerância zero às violações que ocorrem por trás das grades. Procedimentos devem também ser colocados em práctica de modo a investigar as alegações de abuso sexual e melhorar o cuidado dirigido às vítimas.

O relatório apurou também incidentes onde as mulheres que trabalham nas prisões abusam dos prisioneiros masculinos.

O US News reportou que os estados que não coloquem em práctica as regulamentações perderão cinco porcento do financiamento federal para as prisões. Esses estados foram também avisados de que eles enfrentar tribunais civis devido a processos iniciados pelas vítimas de abuso sexual.




sábado, 6 de julho de 2013

A vantagem de ser mulher


Mulher de STROOD, que causou a que a polícia perdesse mais de 250 horas após ela ter falsamente acusado um homem de a ter violado, foi "condenada" a pagar £500  à Polícia de Rent dólares como compensação.

Stacey Wallace, de 26 anos e proveniente de Humber Crescent, foi sentenciada a uma pena SUSPENSA de 2 anos depois de ter falsamente alegado ter sido violada por um homem quando fazia a caminhada para casa nas primeiras horas dum Sábado de Outubro do ano passado (depois de ter saído duma casa nocturna de Chatham).

A detective-policial Catherine Holmes, disse:

A violação é uma ofensa incrivelmente séria e a polícia irá sempre investigar de um modo minucioso as alegações, não deixando nada por analisar como forma de fazer justiça às vítimas deste tipo de crime apavorante.

Quando alguém falsamente alega ter sido violada, essa pessoa não só desperdiça uma quantidade enorme do tempo dos polícias, mas arruína a vida de pessoas. O crime de Stacey Wallace levou à prisão de um homem inocente, que teve que se submeter a um questionamento extensivo e onde amostras forenses íntimas foram retiradas dele.

As suas alegações resultaram no desperdício de 250 horas policiais, que poderiam ter sido usadas a ajudar genuínas vítimas de crimes.

Stacey Wallace alegou que 4 homens a haviam seguido em Rochester Bridge e que um dos homens a havia violado na ponte. O homem que foi retido sob prisão afirmou que haviam tido sexo consensual, e que ele havia dado a Wallace o seu cartão comercial. O mesmo cartão foi mais tarde encontrado no bolsa de Stacey Wallace.

Imagens de CCTV mostraram também Wallace e o homem a caminhar abraçados, e mensagens de texto revelaram que as suas alegações eram falsas.

Fonte

* * * * * * *
Tudo o que é preciso para transformar um homem respeitado na comunidade num "violador" é uma falsa acusação duma mulher. A partir daí, mesmo que ele seja ilibado das acusações, a sua vida nunca mais será a mesma. Que pena que as mulheres que usam a acusação de violação como arma contra um homem inocente não levem isso em consideração. Ou será que levam, e é esse mesmo o propósito - isto é, destruir a vida dum homem inocente?

Para além da insensibilidade em acusar um homem inocente (com quem teve sexo consensual) de a ter "violado", temos também mais um dado deste patriarcado opressor e "machista": a mulher, que causou o desperdício de 250 horas polícias, viu a sua pena suspensa, sendo forçada a pagar apenas £500.

Antigamente, antes do marxismo cultural tomar conta  da elite ocidental e de grande parte da população geral, qualquer pessoa veria que este tipo de medidas colocam as mulheres num patamar superior ao resto da sociedade. No entanto, as feministas, cuja subsistência financeira depende dum vitimismo histérico e misândrico, negam por completo o estatuto especial que a mulher detém no mundo ocidental, e alegam que elas, as mulheres, vivem sob intensa "opressão" do patriarcado.



segunda-feira, 10 de junho de 2013

O livro de Katie Roiphe


A dada altura da sua vida Katie Roiphe foi de opinião de que o feminismo centrava-se na igualdade, mas enquanto estudava Harvard e em Princeton, ela descobriu que o movimento estava a ser usado para avançar com uma ideologia que caracteriza as mulheres como vítimas indefesas. 

No seu primeiro livro - "The Morning After" - Roiphe alegou que em muitas instâncias onde supostamente havia ocorrido uma violação nas instalações universitárias, as mulheres eram parcialmente responsáveis pelas suas acções.

Uma das questões usadas para definir o que tinha sido uma violação foi:
Alguma vez tiveste relações sexuais quando não querias, visto que tinhas recebido bebidas ou drogas por parte dum homem?
A pergunta levanta a questão do agente. Porque é que as mulheres não são responsabilizadas por tomar álcool ou drogas? O homem pode-lhe dar drogas, mas ela decide se aceita ou não. Se o feminismo assume que as mulheres não são vítimas indefesas e ingénuas, então elas têm que ser responsabilidades pela sua escolha de beber álcool ou tomar drogas. 

Se a capacidade de avaliação moral das mulheres está limitada e ela têm relações sexuais, nem sempre é culpa do homem, e nem sempre é violação. 

O livro de Katie Roiphe foi o resultado da sua frustração com o feminismo actual e com a hipocrisia da cultural moderna que idealiza a liberdade de expressão mas se recusa a tolerar qualquer tipo de crítica ao feminismo. 

No livro "The Morning After" Roiphe lança um olhar próximo pouco confortável à forma como essa intolerância se manifesta, fornecendo críticas penetrantes 1) à nossa vontade de legislar o amor e o desejo, 2) à nossa fixação com o consentimento, 3) e ao nosso medo irracional da imaginação humana (que é suposta se submeter às regras em torno do sexo e do género).

Fonte



segunda-feira, 4 de março de 2013

Elizabeth Jones - Mulher Tóxica

 
No dia 18 de Outubro de 2011 este blogue teve a oportunidade de disponibilizar um texto (tradução) do site "ManWomanMyth.Com" onde se falava das mulheres tóxicas. Sem surpresa, algumas vozes femininas levantaram-se contra o que o texto dizia sem, no entanto, fornecerem algum tipo de argumento lógico contra o que o texto revelava (ver secção de comentários).

Entretanto, uma das questões que pode ter pairado no ar é se, de facto, a análise feita pelo autor original do texto realmente se aplica no mundo real. Será que existem mulheres que de facto agem duma forma que pode ser considerada tóxica, usando, entre outras coisas, as acusações de violação como arma misândrica?

Aparentemente, sim, tal como se pode ver neste texto.


Elizabeth Jones, de 22 anos, foi sentenciada a 16 meses de prisão depois de ter mentido e ter afirmado que um homem a havia violado. Supostamente, ela levantou esta falsa acusação porque "não gostava dele." O homem foi preso, colocado em custódia e questionado durante 9 horas. O sistema de vigilância da casa onde Jones afirma ter sido atacada não deu apoio à sua história uma vez que, contrariamente ao que ela alegou, as imagens não a mostram a ser levada contra a sua vontade para lá. Jones admitiu ter tentado perverter o normal curso da justiça. A sua história é reportada aqui.

Esta foi a 11ª falsa alegação de violação de Elizabeth Jones em dez anos. Ela deu início ao seu rol de mentiras em 2004, quando tinha apenas 13 anos. Em 2009 ela recebeu uma detenção de 10 meses por ofensas similares. Entre 2005 e 2007 ele fez mais 8 alegações, investigadas pela policia, mas ela nunca foi acusada de nada.

O Juíz Derwin Hope afirmou que as suas ofensas haviam causado uma "experiência emocional terrível" no alegado atacante, bem com haviam feito um ataque bem no centro nevrálgico do sistema criminal.  Megan Topliss, advogada de defesa, afirmou que a sua cliente havia suportado uma infância perturbada (...).
 

Elizabeth Jones é mais uma mulher numa longa lista de mulheres que tem o horrível hábito de usar a acusação de "violação" para ganho próprio ou protecção do que resta da sua honra. A lista que se segue são apenas alguns exemplos - a ponta do iceberg:

Jayne Stuart fez 8 falsas acusações de violação, mas aparentemente nunca passou dia algum na prisão. Quatro dos homens foram ilibados nos tribunais, e cada uma das vítimas ficou com um estigma terrível. Depois da sua última falsa alegação, "o Judge Peter Bowers afirmou que era uma infelicidade que não existisse anonimidade para os homens."

Acusadora em série Emily Riker fez 4 alegações de violação, três só em 2010.

Uma mulher que havia já feito quatro falsas acusações de violação tinha como alvo homens britânicos que se encontravam de férias na ilha de Kos. Os jornais britânicos nem chegaram a imprimir o seu nome.

Outra mulher tentou destruir a vida dum homem só porque este não lhe deu uma cerveja.

Heather Brenner acusou um certo grupo de homens de a terem violado, grupo esse onde se encontrava incluído o seu próprio marido.

Michaela Britton fez uma larga série de alegações bizarras, incluindo a violação, contra um certo número de homens.

Uma falsa acusadora em série acusou David Jansen num caso amplamente publicitado: um entregador de pizza parou na remota cabana de David Jensen e viu uma mulher amarrada no sofá a falar sem sonoridade "Chama o 911!". Veio a saber-se mais tarde que 1) a mulher era adepta do "bondage" e 2) ela tinha uma história de fazer falsas alegações.

Kelly Walsh fez pelo menos duas falsas alegações contra homens diferentes.

John Grenier ficou preso durante 74 dias apesar das evidências mostrarem que a acusadora tinha uma longa história de falsas acusações reportadas em - pelo menos - meia duzia de registos policiais.

● Um homem na casa dos 40 ficou preso durante 1 ano depois de ter sido condenado por alegadamente ter abusado duma menina de 13 anos. O seu nome só foi ilibado depois terem surgido evidências de que a menina havia já feito outras falsas acusações - uma delas feita uns meses depois da acusaçao que ela fez ao homem na casa dos 40.

● Um homem condenado por violar uma mulher de 46 anos passou quase 4 anos na prisão, só tendo sido liberto quando a mesma acusadora acusou outro homem de crime semelhante e em circunstâncias semelhantes. A mulher afirmou que havia inventado a mentira da violação depois de terem tido sexo consensual como forma de evitar que o seu filho pensasse mal dela. O incidente ocorreu na mesma noite em que o companheiro de quarto do filho tentou acabar com o relacionamente que mantinha com ela.

* * * * * * *
O que fazer perante a proliferação de mulheres tóxicas? Parafraseando o que este texto diz, se queres minimizar as hipóteses de cair na rede duma mulher tóxica, eis aqui alguns passos que podes tomar:
 
1) Toma muito cuidado com quem te casas. Se não conseguires encontrar uma mulher que não esteja infectada com mentiras feministas, o melhor é ficares solteiro.

2) Nunca tenhas relações sexuais com mulheres que não conheças bem - por mais simpática e afável que ela seja. Tudo o que é preciso para destruir a vida de um homem é uma falsa acusação duma mulher ou duma criança.

3) No local de trabalho, evita ficar sozinho com uma mulher tóxica. Se tiveres um escritório próprio, deixa sempre a porta aberta quando uma mulher tóxica ficar sozinha contigo. Se estiveres para entrar num elevador, e vires que vais ficar sozinho com uma mulher tóxica, vai pelas escadas. Nunca dês boleias a mulheres tóxicas a menos que esteja sempre presente uma terceira pessoa.

4) Não é por acaso que não existe uma pílula masculina e a maior parte das crianças são concebidas sem o conhecimento (e aprovação) do pai. Estes dois pontos requerem ponderação mais alongada.

5) Se tens uma empresa, pensa bem antes de contratar uma mulher em idade para ter filhos (20-30). Se o fizeres, é provável que te tornes num ex-patrão. Não tenhas problemas em pensar assim, porque quando as mulheres estão na chefia duma empresa, elas pensam EXACTAMENTE o mesmo antes de contrarem  uma mulher em idade para ter filhos.

6) Faz um teste de paternidade para todos os teus filhos. Quanto mais cedo melhor. A tua mulher não levantará problemas se o teu propósito é ter o mesmo grau de certeza que ela tem. Se ela colocar objecção - mesmo de um modo passivo - e apelar ao argumento da "confiança" ("Não confias em mim?!!!") , então estás a lidar com uma mulher tóxica. Provavelmente um dos filhos que ela diz ser teu é de outro homem.

As coisas estão assim tão más?

Claro que não - espero eu. No entanto, tal como escrito em cima, a esmagadora maioria das mulheres ocidentais subscreve a muitos princípios do feminismo. Como tal, não prejudica nada estar preparado.



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Aprendendo a mentir como uma feminista


Olá. Eu sou Hugh Hess, e mais uma vez tenho ao meu lado a autora feminista Mary Hinch. Hoje ela vai-nos ensinar a mentir como uma feminista.

Ola, Mary, e bem vinda.

Obrigado Hugh, e se posso dizer, esta é a segunda vez que nos encontramos e tu ainda não me violaste nem me espancaste. Muito bem.

Ainda vamos a tempo.

De qualquer maneira, o que achas deste tempo agradável que tempos tido ultimamente?

Bem, quando se trata do recente tempo deixa-me dizer que as mulheres são as verdadeiras vítimas.

Esquece o que perguntei!

Com que então vai-nos ensinar mentir como uma feminista.

Sim, desde que, antes disso, eu tenha a hipótese de promover o meu último livro.

Outro livro? Se não me engano, acho que já escreveste para aí uns 200, não?

Na verdade, Hugh, já foram 223, mas eles são essencialmente todos iguais e como tal, entendo o porquê de teres perdido a conta. Ou isso, ou então tu tens uma péssima memória.

Deve ser da minha memória. Há muitos anos atrás um génio da lampada mágica deu-me a escolher entre ter uma memória longa ou um órgão sexual longo.

O que é escolheste?

Já não me lembro.

Mas, diz-me, qual é o tema do teu último livro?

A mesma lenga-lenga de sempre: como as mulheres são vítimas, como ser uma mulher é uma luta, como os homens são responsáveis por tudo de mau que existe ao mesmo tempo que as mulheres são responsáveis por tudo de bom que existe.

Já estou aborrecido. Qual é o título do livro ?

Chama-se "A Essência da Feminidade Feminina: O Percurso da Mulher Através da Feminidade e dos Seus Desejos Femininos. Um Livro Escrito por Uma Mulher Para as Mulheres".

"Para as Mulheres"? Então é bem provável que eu não goste do livro.

É provável que não. Não há mulheres nuas dentro do livro. E além disso, as livrarias não têm autorização para o vender aos homens.

Que pena. Venderias mais livros se colocasses fotos de mulheres nuas dentro do livro. Obviamente, desde que não sejam fotos tuas.

Isso é assédio! É uma falta de respeito não me achar atraente. Típico homem.

Peço desculpa.

Mentindo como uma feminista

Vamos lá então dar início à lição "Como mentir da forma que as feministas mentem". Diz-me, Mary, como é que mentes como uma feminista?

É fácil. Nós usamos a táctica de transformar pequenos montes em montanhas, especialmente em torno de assuntos que, na sua maioria, afectam as mulheres. Por exemplo, se uma mulher é violada, nós dizemos que quarenta mulheres foram violadas.

Portanto, as feministas exageram em torno do assunto da violação?

Constantemente. Nós também gostamos de exagerar quando falamos da violência doméstica que aflige as mulheres ao mesmo tempo que ignoramos por completo os homens que se encontram na mesma situação.

Porquê exagerar em torno da violência doméstica ou da violação? Qual é o propósito? Será isso para colocar as mulheres como vítimas e os homens como malignos?

Suponho que tenho que te explicar isto de forma que o teu pequenino cérebro masculino entenda.

Se não te importares.

Certamente que caracterizar as mulheres como vítimas e os homens como malignos é apenas uma pequena fracção do nosso objectivo. O objectivo maior é bem mais interessante, mas a melhor forma de sumarizar é dizer que tudo gira em torno vil metal.

Dinheiro? Como é que a feminista mediana, que propaga mentiras, ganha dinheiro com essas mentiras?

Ela não ganha. Sem ser da sua vontade, ela trabalha para aquelas que ganham. Elas usam a credulidade da mulher comum, bem como a sua enorme necessidade de estatuto de vítima, em seu favor.

De que forma?

Simplesmente alimentando as mentiras que conferem às mulheres o seu estatuto de vítima. A sua credulidade garantirá que elas acreditam nas mentiras sem as questionarem. A sua necessidade desesperada por estatuto de vítima garantirá que elas propaguem as mesmas mentiras junto de outras mulheres crédulas. Isto prossegue o seu curso e as mentiras propagam-se como um virus.

Mas quem é que ganha dinheiro com tudo isto?

Existem muitos grupos de mulheres, organizações de mulheres, e abrigos de violência doméstica que precisam de financiamento governamental. E é mais fácil obter fundos do governo se tu criares a impressão de que pertences a um grupo-vítima. É precisamente por isso que todas as feministas mentem para caracterizar as mulheres como vítimas.

O que é que a feminista comum ganha com essas mentiras?

Estatuto de vítima e uma desculpa pelos falhanços da sua vida. Repara, é mais fácil culpar uma mentira como o "telhado de vidro" como razão pelos seus falhanços do que admitir que elas não são tão boas como os homens têm que ser.

Agora sabemos o motivo por trás das mentiras e quem lucra com elas. Podes me dizer mais algumas mentiras que são usadas?

As feministas mentem em torno de tanta coisa que a lista de mentiras é demasiado grande para listá-las todas. Devido a isso, vou-me restringir às mentiras mais comuns.

Diferenças Salariais.

A mentira mais popular, e a minha favorita, é a mentira em torno das diferenças salariais.

Explica-a.

Típico homem. Sempre a precisar que lhe expliquem as coisas.

A mentira em torno das diferenças salariais é aquela que afirma que as mulheres recebem menos que os homens - às vezes menos 18%, às vezes menos 22%; sempre dependendo do nosso estado espírito no momento em afirmamos estas coisas. Obviamente que só podemos convencer mulheres crédulas de que isto é verdade se só usarmos as médias. Não digam a estas mulheres que, em média, o oceano só tem 91 centímetros de profundidade senão muitas mulheres crédulas afogarão quando tentarem viajar para outro país.

Então as mulheres são pagas de forma justa, e não existe diferença nenhuma no dinheiro que se recebe quando todos os factores são levados em consideração?

As únicas pessoas que acreditam na mentira das diferenças salarias são as pessoas que têm a cabeça cheia de lixo. É por isso que tantas mulheres acreditam nessa mentira.

Porque é que esta mentira é a tua favorita?

Eu gosto da maneira como pode ser usada para ignorar os problemas que os homens enfrentam na sociedade. Por exemplo, se alguém levanta uma questão em torno do que os homens têm que enfrentar na sociedade actual, nós podemos dizer "Isso pode ser discutido mal nós estejamos a receber o mesmo."

Também gosto dela porque é uma mentira que durará para sempre uma vez que, em média, as mulheres sempre receberão menos que os homens visto que os homens fazem os trabalhos mais sujos e mais perigosos, e que pagam mais, ao mesmo tempo que muitas mulheres escolhem fazer trabalhos mais fáceis onde podem ficar sentados sobre os seus traseiros. Para além disso, elas fazem grandes pausas nos empregos, e frequentemente molengam quando se dão ao trabalho de aparecer para trabalhar.

Telhado de vidro

Verdade. Tens algum outro exemplo?

Como ja disse há pouco, a mentira em torno do "telhado de vidro", que afirma que as mulheres são impedidas de chegar ao topo da sua carreira devido a existência duma invisível barreira. Esta mentira é usada pelas mulheres que não se importam assim tanto com a sua carreira, ao mesmo tempo que preferem ficar em casa a ver novelas, ocasionalmente dando a luz uma criança como forma de impedir que elas voltem a trabalhar. Elas podem assim dizer que foram impedidas de atingir o seu objectivo devido ao "telhado de vidro", ou, como é às vezes conhecido, "a rede dos amigos."

Essa mentira só é usada para esconder os seus fracassos?

Não. Às vezes as mulheres da politica usam essa mentira como forma de levar as mulheres crédulas a votar nelas, sendo a Hillary Clinton um exemplo perfeito. Ele repetiu de forma consistente que o telhado de vidro existia ao mesmo tempo que tentava ser a presidente dos EUA. Isto foi feito para que as mulheres mais crédulas sentissem que existia uma injustiça contra as mulheres que precisava de se reparada, e que só ela poderia fazê-lo.

Ironicamente, se o telhado de vidro realmente existisse, ela nunca se poderia candidatar a presidente dos EUA. Mas, claro, aqueles que têm a inteligência dum balde de medusas nem se aperceberam dsta ironia.

Violência Doméstica e Abuso Sexual

Que tipo de mentiras são usadas para exagerar nos números em torno da violação e da violência doméstica?

Quando estamos em dúvidas, usamos a mentira 1-em-4. Isto significa que usamos a estatística "uma em cada quatro". É por isso que as feministas dizem "uma em cada quatro mulheres sofrerá um abuso sexual" ou "uma em cada quatro mulheres sofrerá violência doméstica." Tudo mentira, mas "uma em cada quatro" é mais ameaçador. Certamente é mais ameaçador que a verdade.

As feministas parecem obcecadas com a violação. Porquê?

Porque é um crime que na sua maioria, afecta as mulheres, e é maioritariamente feito pelos homens. O problema para as feministas é que, não só a violação é um crime muito raro, como é na maior parte das vezes feito por alguém que a mulher conhece. É precisamente por isso que temos que mentir.

É um problema para as feministas o facto da violação ser um crime raro? De que forma?

Porque para as feministas, o mundo ideial seria um mundo cheio de violadores por todos os cantos, e mulheres sexualmente abusadas a amontarem-se nas ruas. De facto, a utopia feminista seria uma onde as mulheres só engravidariam através da violação e fizessem um aborto.

De que outras formas é que vocês mentem em torno da violação?

Basicamente, nós inventamos as mentiras à medida que vamos andando. A mentira mais recente é a de que 85% das violações não são reportadas à polícia, "facto" que foi amplamente propagado pelos órgãos de informação. Mas, claro, isto é um engenhoso monte de mentiras uma vez que não há forma de saber o que não é reportado. As mulheres seriam as primeiras a protestar se alguém disse que 85% de abuso infantil feito por mulheres não é reportado. No entanto, elas acreditam automaticamente quando essa estatística é usada contra os homens. É por isso que é tão fácil propagar as nossas mentiras e ninguém questioná-las. As mulheres são tão crédulas.

Entendo o que dizes.

Existem muitas outras mentiras, mas há uma coisa que tem que ser esclarecida: sempre que uma mulher disser alguma coisa que, de alguma forma, coloca as mulheres como vítimas, podes ter a certeza que ela está a mentir. E se ela cita uma estatística que fomenta o estatuto de vítima nas mulheres, de certeza que foi uma pesquisa manipulada que produziu a estatística desejada, ou a estatística será de alguma forma modificada.

Isso é muito trabalho nos esforços de se caracterizar as mulheres como vítimas.

Bem, Hugh, se vocês homens vivessem de acordo com o esteriótipo violento que nós feministas vos atribuímos, e começassem a cometer mais abusos sexuais, nós não teríamos de mentir. Portanto, enquanto vocês homens preguiçosos não se levantarem dos vossos traseiros, e começarem a fornecer o que nós feministas queremos - mais vítimas de violação - seremos obrigadas a continuar a mentir.

Achas que as vossas mentiras serão algum dia expostas?

Isso só acontecerá se as mulheres inteligentes se tornarem mais vocais, e começarem a questionar o que elas ouvem. Isso será o pior pesadelo das feministas.

Mas, felizmente, as mulheres inteligentes tendem a ficar caladas e raramente confrontam as feministas. Começo a ter suores frios quando penso na possibilidade das mulheres começarem a questionar o que elas ouvem em vez de deixarem as coisas tal como elas estão agora, e aceitarem cegamente tudo o que elas ouvem.

Bem, temos que terminar antes que a Mary desmaie. Gostaria de agradecê-la por nos ensinar a mentir como uma feminista. Obrigado pela entrevista, Mary.

Dispõe, Hugh. Bem, dispõe sempre que eu tiver alguma coisa para vender.



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