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segunda-feira, 4 de março de 2013

Elizabeth Jones - Mulher Tóxica

 
No dia 18 de Outubro de 2011 este blogue teve a oportunidade de disponibilizar um texto (tradução) do site "ManWomanMyth.Com" onde se falava das mulheres tóxicas. Sem surpresa, algumas vozes femininas levantaram-se contra o que o texto dizia sem, no entanto, fornecerem algum tipo de argumento lógico contra o que o texto revelava (ver secção de comentários).

Entretanto, uma das questões que pode ter pairado no ar é se, de facto, a análise feita pelo autor original do texto realmente se aplica no mundo real. Será que existem mulheres que de facto agem duma forma que pode ser considerada tóxica, usando, entre outras coisas, as acusações de violação como arma misândrica?

Aparentemente, sim, tal como se pode ver neste texto.


Elizabeth Jones, de 22 anos, foi sentenciada a 16 meses de prisão depois de ter mentido e ter afirmado que um homem a havia violado. Supostamente, ela levantou esta falsa acusação porque "não gostava dele." O homem foi preso, colocado em custódia e questionado durante 9 horas. O sistema de vigilância da casa onde Jones afirma ter sido atacada não deu apoio à sua história uma vez que, contrariamente ao que ela alegou, as imagens não a mostram a ser levada contra a sua vontade para lá. Jones admitiu ter tentado perverter o normal curso da justiça. A sua história é reportada aqui.

Esta foi a 11ª falsa alegação de violação de Elizabeth Jones em dez anos. Ela deu início ao seu rol de mentiras em 2004, quando tinha apenas 13 anos. Em 2009 ela recebeu uma detenção de 10 meses por ofensas similares. Entre 2005 e 2007 ele fez mais 8 alegações, investigadas pela policia, mas ela nunca foi acusada de nada.

O Juíz Derwin Hope afirmou que as suas ofensas haviam causado uma "experiência emocional terrível" no alegado atacante, bem com haviam feito um ataque bem no centro nevrálgico do sistema criminal.  Megan Topliss, advogada de defesa, afirmou que a sua cliente havia suportado uma infância perturbada (...).
 

Elizabeth Jones é mais uma mulher numa longa lista de mulheres que tem o horrível hábito de usar a acusação de "violação" para ganho próprio ou protecção do que resta da sua honra. A lista que se segue são apenas alguns exemplos - a ponta do iceberg:

Jayne Stuart fez 8 falsas acusações de violação, mas aparentemente nunca passou dia algum na prisão. Quatro dos homens foram ilibados nos tribunais, e cada uma das vítimas ficou com um estigma terrível. Depois da sua última falsa alegação, "o Judge Peter Bowers afirmou que era uma infelicidade que não existisse anonimidade para os homens."

Acusadora em série Emily Riker fez 4 alegações de violação, três só em 2010.

Uma mulher que havia já feito quatro falsas acusações de violação tinha como alvo homens britânicos que se encontravam de férias na ilha de Kos. Os jornais britânicos nem chegaram a imprimir o seu nome.

Outra mulher tentou destruir a vida dum homem só porque este não lhe deu uma cerveja.

Heather Brenner acusou um certo grupo de homens de a terem violado, grupo esse onde se encontrava incluído o seu próprio marido.

Michaela Britton fez uma larga série de alegações bizarras, incluindo a violação, contra um certo número de homens.

Uma falsa acusadora em série acusou David Jansen num caso amplamente publicitado: um entregador de pizza parou na remota cabana de David Jensen e viu uma mulher amarrada no sofá a falar sem sonoridade "Chama o 911!". Veio a saber-se mais tarde que 1) a mulher era adepta do "bondage" e 2) ela tinha uma história de fazer falsas alegações.

Kelly Walsh fez pelo menos duas falsas alegações contra homens diferentes.

John Grenier ficou preso durante 74 dias apesar das evidências mostrarem que a acusadora tinha uma longa história de falsas acusações reportadas em - pelo menos - meia duzia de registos policiais.

● Um homem na casa dos 40 ficou preso durante 1 ano depois de ter sido condenado por alegadamente ter abusado duma menina de 13 anos. O seu nome só foi ilibado depois terem surgido evidências de que a menina havia já feito outras falsas acusações - uma delas feita uns meses depois da acusaçao que ela fez ao homem na casa dos 40.

● Um homem condenado por violar uma mulher de 46 anos passou quase 4 anos na prisão, só tendo sido liberto quando a mesma acusadora acusou outro homem de crime semelhante e em circunstâncias semelhantes. A mulher afirmou que havia inventado a mentira da violação depois de terem tido sexo consensual como forma de evitar que o seu filho pensasse mal dela. O incidente ocorreu na mesma noite em que o companheiro de quarto do filho tentou acabar com o relacionamente que mantinha com ela.

* * * * * * *
O que fazer perante a proliferação de mulheres tóxicas? Parafraseando o que este texto diz, se queres minimizar as hipóteses de cair na rede duma mulher tóxica, eis aqui alguns passos que podes tomar:
 
1) Toma muito cuidado com quem te casas. Se não conseguires encontrar uma mulher que não esteja infectada com mentiras feministas, o melhor é ficares solteiro.

2) Nunca tenhas relações sexuais com mulheres que não conheças bem - por mais simpática e afável que ela seja. Tudo o que é preciso para destruir a vida de um homem é uma falsa acusação duma mulher ou duma criança.

3) No local de trabalho, evita ficar sozinho com uma mulher tóxica. Se tiveres um escritório próprio, deixa sempre a porta aberta quando uma mulher tóxica ficar sozinha contigo. Se estiveres para entrar num elevador, e vires que vais ficar sozinho com uma mulher tóxica, vai pelas escadas. Nunca dês boleias a mulheres tóxicas a menos que esteja sempre presente uma terceira pessoa.

4) Não é por acaso que não existe uma pílula masculina e a maior parte das crianças são concebidas sem o conhecimento (e aprovação) do pai. Estes dois pontos requerem ponderação mais alongada.

5) Se tens uma empresa, pensa bem antes de contratar uma mulher em idade para ter filhos (20-30). Se o fizeres, é provável que te tornes num ex-patrão. Não tenhas problemas em pensar assim, porque quando as mulheres estão na chefia duma empresa, elas pensam EXACTAMENTE o mesmo antes de contrarem  uma mulher em idade para ter filhos.

6) Faz um teste de paternidade para todos os teus filhos. Quanto mais cedo melhor. A tua mulher não levantará problemas se o teu propósito é ter o mesmo grau de certeza que ela tem. Se ela colocar objecção - mesmo de um modo passivo - e apelar ao argumento da "confiança" ("Não confias em mim?!!!") , então estás a lidar com uma mulher tóxica. Provavelmente um dos filhos que ela diz ser teu é de outro homem.

As coisas estão assim tão más?

Claro que não - espero eu. No entanto, tal como escrito em cima, a esmagadora maioria das mulheres ocidentais subscreve a muitos princípios do feminismo. Como tal, não prejudica nada estar preparado.



sábado, 2 de fevereiro de 2013

Homem não consegue pagar pensão alimentícia a filho que não é seu. Adivinhem onde é que ele se encontra agora?

Há mais de um ano que Frank Hatley agoniza numa prisão de South Georgia. O motivo? Ele foi incapaz de reembolsar o Estado pela assistência pública que o "seu" filho recebeu durante as duas últimas décadas. O problema é que ele não é o pai biológico do jovem, facto que a assistente especial do procurador-geral (bem como a Juíza) sabiam disso. Mas isso não impediu que ele fosse lançado na prisão.

Johnny Daughtrey (Cook County Sheriff) disse: 

Sinto-me mal por ele. Coloquem-se no seu lugar: se não fosse vosso filho, vocês haveriam de querer pagar pensão alimenticia?

Daughtrey afirmou que espera que a audiência da próxima Quarta Feira resolva a situação.

Hatley tem sido mantido na prisão do estado (em Adel) desde Junho de 2008, custando ao município entre $35 a $40 por dia. Mesmo depois de saber que ele não era o pai, Hatley pagou milhares de dólares que o estado disse que ele devia. Depois de perder o emprego e passar a ser um sem-abrigo, continuou a fazer os  pagamentos ordenados através do dinheiro que recebia do subsídio de desemprego.

A advogada de Hatley, Sarah Geraghty (Southern Center for Human Rights de Atlanta) afirmou que dois testes de paternidade independentes - um feito há 9 anos e outro feito há alguns dias - confirmaram que ele não era o pai biológico. Geragthy afirmou:

Este é um caso onde o zelo excessivo pela recuperação de dinheiro supera o senso comum. Que razão legítima poderá existir para o Estado perseguir o sr Hatley em busca de pensão alimentícia quando ele não tem filhos?

Segundo o advogado familiar Randall Kessler, que não está associado ao caso, para Hatley pode ser difícil livrar-se da ordem judicial. “Certamente que é injusto,” disse Kessler. “Mas ao mesmo tempo, ele está a lidar com uma ordem judicial válida.”

Russ Willard, porta-voz do Procurador Geral do Estado, disse que se Hatley conseguir mostrar durante a sua audiência que ele é um indigente, o Estado não se oporá à sua libertação. Willard disse ainda que Hatley poderia ter feito uma aplicação para o "Child Support Services" do Estado, requisitando que ele fosse aliviado das suas obrigações, mas ele não fez tal pedido.

Segundo os documentos judiciais, nunca foi dito a Hatley que ele poderia ter um advogado designado pelo Estado se ele não tivesse dinheiro para pagar um. Geraghty disse que só recentemente tomou conta do caso de Hatley depois do Xerife lhe ter pedido que falasse com Hatley acerca da sua situação. Geraghty afirmou que Hatley já havia pago um total de $9,524.05 em pensão desde Abril de 1995, mas os registos anteriores a esta altura não se encontram disponíveis.

A Mentirosa

Segundo os registos legais, durante os anos 80 Hatley teve um relacionamento com Essie Lee Morrison, que engravidou e afirmou a Hatley que ele era o pai. O casal nunca chegou a contrair matrimónio, e mais tarde ambos se separaram pouco depois de Travon ter nascido no ano de 1987.

No ano de 1989, Morrison requisitou assistência pública através do "Department of Human Resources" estadual. Depois disto, o Estado moveu-se para exigir a Hatley que reembolsa-se o custo dos subsídios conferidos a Travon, coisa que Hatley concordou, assumindo que o filho era realmente seu.

Mas no ano 2000, e segundo os registos legais, amostras de ADN de Hatley e Travon demonstraram que eles não tinham qualquer laço de parentesco. Com a ajuda do advogado da "Georgia Legal Services", Hatley foi a tribunal e foi aliviado da responsabildiade de pagar pensão alimentícia futura. No entanto, ele tinha ainda que lidar com o facto de ter sido um "pai caloteiro" [inglês: " deadbeat dad"] quando se pensava que ele era realmente o pai. 

O advogado de Homerville Charles Reddick, trabalhando como assistente especial do Procurador-Geral, preparou uma ordem exigindo a Hatley que pagasse os   $16,398 que ele ainda deve em em pensão.

A ordem de 21 de Agosto de 2001, assinada pela "Cook County Superior Court Judge" Dane Perkins, reconheceu que Hatley não era o pai de Travon, mas isso não impediu que ele pagassse quase $6,000. Mas durante o ano passado, Hatley perdeu o emprego, e passou a ser um sem abrigo (vivendo no seu carro). Mesmo assim, ele fez alguns pagamentos usando o dinheiro proveniente do subsídio de desemprego.

Mas por volta de Maio de 2008, aparentemente ele não havia pago o suficiente. Numa outra ordem judicial assinada por Reddick e aprovada pela Juíza Dana Perkins, foi apurado que Hatley se encontrava em falta, e, como consequência, foi colocado na prisão. Quando ele for liberto da prisão, elevai ter que continuar a pagar cerca de $250 por mês até a dívida estar saldada. 

Fonte

* * * * * * *
Fraude na paternidade é um dos actos mais nojentos e cobardes que pode ser feito contra um homem e contra a criança. Passar 20 anos a subsidiar o estilo de vida duma criança inocente, gerada com outro homem, é algo horrível, desmoralizador e verdadeiramente perturbador. O pior é que hoje em dia muitos homens encontram-se precisamente nessa posição - isto é, a suportar crianças que eles pensam serem suas quando não são.
Igualmente trágico é a crença de que a fraude na paternidade nunca ocorre:



O único motivo que leva a que esta questão (fraude na paternidade) não seja um tópico com mais visibilidade devido à óbvia gravidade da situação (imaginem uma criança saber que o homem que sempre viveu com ela não é o pai biológico) é o actual domínio cultural que o feminismo possui. Nesta nova atmosfera cultural onde nos encontramos imersos, o comportamento feminino menos louvável - qualquer que ele seja - nunca pode ser de responsabilidade sua. O Estado e o homem é que se vêem na obrigação de assumir as consequências do comportamento feminino.

Se uma mulher é suficientemente adulta para se entregar sexualmente a um homem que não é o seu esposo, ela tem que ser suficientemente adulta para arcar com as consequências dos seus actos. Atribuir a paternidade a um homem inocente  é cobardia e traição - e uma traição que não só afecta o homem, mas principalmente a criança.



domingo, 29 de abril de 2012

Homem pagou pensão alimentícia durante 13 anos pensando que a filha era sua

Mulher que, durante 13 anos, causou a que o antigo parceiro acreditasse que ele era o pai da sua filha, foi presa. A mentirosa de 47 anos, que, como é comum quando o criminoso é uma criminosa, não pode ser identificada por nome, enganou o homem e ficou com cerca de 59.819 euros (79,237 dólares) seus, gastando a quantia em educação privada e prendas caras.

Quando ela compareceu perante o Caernarfon Crown Court (norte do País de Gales), admitiu 15 ofensas de engano. Apesar dos pedidos de clemência por parte da filha, o juiz disse que não tinha escolha senão condená-la a 20 meses de prisão:

Emocionalmente, os tentáculos da sua decepção espalharam-se para longe e para todo o lado. O apelo da sua filha, feito como forma de evitar que eu a mande para a prisão, é comovedor e pode-se entender o porquê dela o fazer. Mas o tribunal tem que levar a cabo o seu trabalho público de punir aqueles que se comportam de forma criminosamente errada como você se comportou durante um largo período de tempo.

Não sinto que possa concordar com aqueles apelos (...).

O juiz disse que a mãe, que é de Conwy county, e que tinha observado "todas estas tragédias a evoluir, tem que suportar uma responsabilidade pesado devido a isso".

O advogado do Ministério Público (MP) afirmou que a vítima e a acusada haviam-se conhecido durante os anos 90. Semanas depois do relacionamento ter terminado, ela ligou para ele e combinaram um encontro na casa dos pais dela. Aí, ela disse que estava grávida e mentiu afirmando que ele era o pai da criança por nascer.

O homem passou 3 dias com ela no hospital, esperando pelo nascimento. O representante do MP disse:

Ele pensava que tinha uma filha e imediatamente começou a tratá-la como tal. A sua família tratava-a como tal. O verdadeiro pai foi deixado fora da situação.
Pouco depois do nascimento da filha, o homem deu início a um relacionamento com outra mulher, que se tornou sua esposa e com quem ele teve filhos.
A fraude que ocorreu durante os anos privou-o (a si e a sua família) de largas somas de dinheiro que, de outro modo, poderiam usufruir.
Ele pagou o infantário, as despesas escolares, as despesas médicas e a dívida de 3,683 euros (4,876 dólares) da mãe. Só no ano de 2008 é que dois amigos mútuos - um deles sabendo a verdade desde a altura em que a mulher estava grávida - disseram toda a verdade à vítima.
Sem surpresa alguma, ele sentiu-se chocado e inerte.
Um dos amigos disse que, ainda na altura em que ela estava grávida, tinha testemunhado a acusada e a sua irmã discutindo - a irmã exigindo a acusada que dissesse à vítima que ele não era o verdadeiro pai. A acusada havia dito que a vítima tinha posses e como tal poderia sustentar a criança.
Ela [a acusada] tinha andado numa escola privada e como tal, queria que a criança tivesse o mesmo privilégio.
Ela queria presentes caros para a criança - agora com 13 anos - como forma dela se manter ao mesmo nível que os seus amigos escolares.

Depois da notícia bombástica, o teste de paternidade foi ordenado pelo tribunal.

Claramente ele passou por muito, inclusive ter que lidar com a muito séria falsa alegação feita pela acusada à polícia.
Elen Owen, advogada de defesa, disse que a sua cliente tinha muitas dívidas e como tal não estava em posição para pagar a dívida. A advogada disse ainda que a fraude não foi financeiramente motivada (?!!).

Quando o juiz perguntou à advogada o porquê da sua cliente ter feito o que fez, a advogada disse:

Porque ela estava numa montanha russa e não havia altura certa para revelar a verdade a alguém que pensava ser o pai da criança. Ela estava practicamente numa posição impossível no que toca a ser totalmente honesta.
Entretanto, a vitima, um homem de meia idade, esteva presente no tribunal. Depois da sentença, ele abandonou o tribunal juntamente com a sua esposa, recusando-se a tecer qualquer tipo de comentário.

Fonte

* * * * * * *

Eventos como este geralmente passam por baixo do radar feminista e como tal, têm que ser os MRAs a divulgá-la.

Esta notícia encerra em si practicamente tudo o que há de mau com o sistema da pensão alimentícia, esquerdismo e ganância feminista.

Para começar, se a mulher tem 47 anos e a menina tem 13, isto significa que a mulher engravidou dele quando tinha 33/34 anos. Mesmo tendo essa idade, ela ainda variava de parceiro sexual como como quem troca de roupa. No espaço de 2/3 meses esta mulher conseguiu ter (pelo menos) 2 parceiros sexuais distintos sem que um deles soubesse da existência do outro (como parceiro sexual).

Depois de ter engravidado sabe-se-lá-de-quem, ela escolheu o parceiro sexual com melhores posses em detrimento do genuíno pai da criança. Ou seja, contrariamente ao que a advogada de defesa diz (e em oposição ao que um dos amigos da vítima disse) a motivação primária (e provavelmente, única) foi a financeira. Ela pôs as suas necessidades financeiras acima da verdade e dos sentimentos do homem . . . . durante 13 anos!

A advogada diz ainda que "não havia altura certa para revelar a verdade". Treze anos são 156 meses, 4680 dias e 112320 horas. Durante esse tempo nunca houve "uma altura certa"? Qual é a altura certa para se dizer a um homem que a criança que ele está a sustentar não é sua?

Aparentemente a mentirosa ainda acusou o homem de "falsa alegação" quando este exigiu um teste de paternidade. Mesmo na eminência de ver a sua mentira desmascarada ela tentou culpar o homem por a ter posto em causa.

Outra coisa que convém reparar é a fragilidade do homem perante as mulheres tóxicas. Confiar numa é receita para o desastre. Contrariamente ao que se aconselha ao homem actual - rodeado que está por um elevado número de mulheres subscritoras das mentiras feministas - o homem acreditou no que esta mulher lhe disse e pagou por esse erro durante mais de uma década (literalmente).

Talvez a solução para isto seja o pai requisitar um teste de paternidade logo na altura do nascimento da criança. Se a mulher oferecer algum tipo de resistência, então pode ser que a criança que ele pensa ser sua seja de outro homem.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Justiça do Rio condena mulher [tóxica] que enganou ex sobre paternidade

A Justiça do Rio condenou uma mulher a indemnizar, por danos morais, o ex-namorado que acreditava ser o pai de seu filho. A decisão, do dia 30 de Novembro, foi divulgada nesta Quarta-Feira pelo Tribunal de Justiça.

De acordo com o processo, o casal manteve um breve relacionamento e, posteriormente, o ex-namorado foi procurado porque seria pai da criança. Ele registou o bebé e passou a pagar uma pensão de R$ 100 por mês.

A mãe teria colocado empecilhos ao convívio entre o suposto pai e a criança. O homem resolveu pedir um exame de DNA, que provou que ele não era pai do bebé.

Na acção, a mulher alega que agiu de boa-fé já que não sabia que o ex não era o pai da criança. Ela, porém, não negou que manteve um relacionamento com outro homem enquanto namorava a vítima.

A 10ª Câmara Cível do TJ-RJ decidiu, por unanimidade, manter a decisão em primeira instância, mas reduziu o valor da indemnização de R$ 15 mil para R$ 10 mil.

"De facto, a questão não se resume ao pagamento de alimentos (...), mas no grande impacto que tal notícia exerce na vida de um homem, além do evidente envolvimento emocional do autor com a criança, em situação que se perpetuou por, pelo menos, três anos", disse o desembargador Gilberto Dutra Moreira na decisão.

A defesa da mulher ainda pode recorrer.

.....

Tanto feminismo numa só notícia.

  • PRIMEIRO, porque é que ela não disse ao homem que havia a hipótese dele não ser o pai?
  • SEGUNDO, porque é que ela não entrou em contacto com o OUTRO homem (quase de certeza um cafa/alfa) a exigir que ele assuma a paternidade?
  • TERCEIRO, que "boa-fé" é essa em que ela mente para um homem como forma de ficar com o dinheiro do mesmo?
  • QUARTO, se ela realmente acreditava que ele era o pai, porque é que ela levou a cabo esforços para impedir qualquer contacto entre o pai e a criança? Que tipo de mulher é esta que usa uma criança nos seus jogos psicológicos contra o próprio pai da mesma?

A falta de carácter deste mulher feminista ficou patente no seu romance com outro homem enquanto ainda estava com o alegado pai da criança. Este é o resultado de meio século de indoutrinação feminista.

A esmagadora maioria das mulheres de hoje têm uma forma de pensar muito semelhante a da mulher falada na notícia. Há muitas excepções, mas a maioria usa de todos os meios para levar a cabo os seus desejos, mesmo que para isso tenha que usar crianças inocentes, ou mentiras graves (ou o sistema legal).

Eis a mulher feminista no seu "melhor".

Aconselha-se a leitura deste blogue para se vêr como as mulheres tóxicas estão a destruir a família por motivos puramente egoístas.


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