Mostrar mensagens com a etiqueta Homem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Homem. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Homem feminista descobre que as feministas não toleram diferenças de opinião

Por InsideMAN

Em Fevereiro último, Tanveer Ahmed, um psiquiatra e um comediante, e alguém que foi escolhido para ser uma das 2,000 celebridades masculinas para a campanha feminista White Ribbon (criada com o propósito de lidar com a violência contra as mulheres na Austrália), escreveu um artigo salientando o facto dos homens serem esquecidos no debate em torno da violência doméstica.

O artigo provocou uma ofensa junto das feministas, gerando uma furiosa e, em última análise, bem sucedida campanha para a sua demissão como embaixador da White Ribbon. A InsideMAN foi a primeira publicação do Reino Unido a reportar a história, e aqui Tanveer descreve nas suas palavras o que acontece quando um homem feminista se atreve a falar contra a irmandade. Este artigo apareceu pela primeira vez na edição imprensa da revista "The Spectator", Austrália.

**

Tenho sido consideravelmente enfraquecido desde que falei sobre o enfraquecimento dos homens. Vadeando pelas águas traiçoeiras, virulentas, e carregadas de estrogénio do feminismo moderno, aprendi que a guerra dos géneros são vistas por muitos como uma guerra do tudo-ou-nada, algo parecido ao poker ou à negociação de derivados.

Depois de escrever para o Australian durante o mês passado sobre a limitada discussão que existe em torno do enfraquecimento masculino no contexto da violência doméstica, fui vítima de uma orgia de abuso, ameaças e total má-representação dos meus pontos de vista. Estes ataques foram dissiminados nos órgãos mediáticos convergentes - online, sistemas móveis e pela televisão.

‘Fui chamado de misógino’

O artigo foi parcialmente uma resposta às minhas próprias experiências de ver parentes e pacientes que haviam sido violentos para os parceiros. Eu desprezava-os enquanto era criança e enquanto era adolescente, mas com mais maturidade e educação, vim a entender que a sublevação social que havia sido forçada sobre eles devido à migração era uma forma de humilhação.

Fui chamado de misógino e culpador de mulheres. Mensagens ameaçadoras foram deixadas no local onde exerço a minha profissão. Devido aos ataques públicos ao meu carácter, as enfermeiras do meu hospital psiquiátrico em Sydney ocidental chamaram-me à parte para aplicar sobre mim as técnicas de aconselhamento. "Você irritou algumas pessoas, doutor. Você está bem?" Este encontro ocorreu no preciso momento em que alguns pacientes reais ameaçavam causar danos a si próprios na enfermaria.

Depois de sugerir que a violência é uma expressão de stress subjacente, fui transformado num agressor de mulheres e misógino que ainda se agarrava ao patriarcado. Está tudo bem quando se tenta entender aqueles sancionados como vítimas bona fide oprimidos pelo poder, mas aqueles que são vistos como opressores privilegiados não têm o direito de serem alvo de acções de esclarecimento.

A saga recebeu mais atenção devido ao facto de eu estar intimamente associado ao movimento "White Ribbon", uma campanha onde os homens usam uma fita em forma de loop em torno do seu peito, e encorajam outros homens a não atacar as mulheres. A minha cara foi uma das cinco a estar presente nesta campanha.

Eu cheguei a ir para o Paquistão, há alguns anos atrás, como forma de expandir a campanha por lá, financiada pela AusAid. Encontrei-me com furtivos activistas masculinos na cosmopolita cidade de Lahore, com vítimas femininas na bastião do Sufismo em Multan, e com radicais que foram agitados  com a noção da violência contra a mulher chegar a ser estigmatizada na capital da madrasah do Paquistão, a cidade do deserto com o nome de Bahawalpur.

Uma ‘aparência de racionalidade’

Entretanto, as feministas Ocidentais continuam focadas em tópicos da elite tais como o pagamento das mulheres que fazem parte de conselhos directivos, ou os salários de actrizes milionárias de Hollywood, tal como lamentado pela Patricia Arquette durante os Óscares.

A polemista da Fairfax, Clementine Ford, descrita por Andrew Bolt como "uma feministas qualquer com tatuagens visíveis", criticou os meus pontos de vista por usar a mais engenhosa e mais privilegiada ferramenta do patriarcado, a "aparência de racionalidade". Ela ilustrou o ridículo do feminismo moderno quando este é criticado por ser um movimento com ódio aos homens escrevendo:

Não tenho tempo para os sentimentos coitadinho-de-mim dos homens.

Duas noites depois do meu artigo ter sido publicado, Tim Watts falou no Parlamento federal em favor da minha demissão. Eu observei surpreso com tudo isto. Uma tele-conferência de emergência foi levada a cabo com os administradores da White Ribbon. Eles exigiram uma declaração de esclarecimento, apenas para publicarem um comunicado de imprensa no dia seguinte delineando a forma como a CEO Libby Davies se encontrava chocada e lamentava os meus pontos de vista.

Eu não lamentava os meus pontos de vista, mas sim que eles haviam sido totalmente mal-representados. A contradição foi salientada ainda mais pelo conselheiro científico-chefe da White Ribbon da Austrália, o Dr Michael Flood, que havia co-escrito vários artigos por toda a região confirmando a fragilização dos homens como um factor em crescimento por trás da violência contra as mulheres.

Traidor de classe e colaborador

Um grupo Britânico que milita pelos direitos dos homens publicou uma história com o título ‘Global feminism goes into meltdown as male supporter reveals he has a mind of his own.’

Um grupo paralelo, e derivado, também chamado de White Ribbon (focado na violência contra ambos os sexos) e iniciado pela fundadora global dos abrigos para mulheres, Erin Pizzey, escreveu no seu site uma carta aberta de apoio. Fiquei a saber mais tarde que o movimento White Ribbon local se encontrava envolvido numa batalha legal com o site Canadiano por este usar o nome sem permissão. Senti-me como uma criança recém-adoptada no meio de discussões de divórcio.

As vítimas masculinas de violência enviaram-me as suas histórias de abuso e convidaram-me para falar na vindoura conferência em Toronto focada na masculinidade moderna - todas as despesas pagas. Vários académicos locais escreveram-me, sob condições estritas de anonimato, para me dizerem o quão difícil era falar abertamente e cientificamente em torno deste assunto nos seus departamentos.

O colega psiquiatra e escritor Marxista, o Dr Tad Tietze, disse-me que eu era visto por algumas secções da Esquerda como o "Tio Tom", termo usado para qualificar traidores raciais. Isto causou algum impacto porque a minha esposa e a minha família haviam feito piadas em torno do facto da minha crescente intolerância para com comida carregada de chilli ser um sinal de que eu me estava a tornar num coco: escuro por fora, branco por dentro.

Fui condenado por me fazer amigo de outros traidores da minha estirpe, Judeus com ódio a si mesmos, Negros domésticos e bananas - aquelas pessoas exteriormente Chinesas mas que estão desejosas por adoptar os maneirismos da classe média Branca como forma de suavizar a sua ascensão social.

O site da White Ribbon continuou a ser alvo de ataques com posts a exigir a minha demissão. Apesar o grupo ser sobre homens, as centenas de posts enraivecidos vinham exclusivamente de mulheres. No dia seguinte, a White Ribbon emitiu um comunicado afirmando que os apelos para a minha demissão eram tão persistentes que eu havia sido contactado para sair.

Num reviravolta final em perfeito acordo com a natureza totalitária de todo o episódio, para que eu fosse readmitido, eu teria que me submeter a um programa de recompromisso para garantir que os meus pontos de vista estavam de acordo com o movimento. Eu guardei a minha fita branca numa gaveta no porão, e timidamente voltei para o meu emprego, não mais como embaixador da causa, e voltei a escrever prescrições para drogas psico-activas.


Dr Tanveer Ahmed é um psiquiatra, comentador mediático, e autor
..................................................................................................

sábado, 9 de agosto de 2014

Qual é a diferença entre o ginocentrismo e o ginonormativismo?

Por Jesse Powell

O que se segue são as definições de ginocentrismo e ginonormativismo dadas por Fidelbogen:
Ginocentrismo é a práctica de colocar a segurança, o conforto e o bem estar das mulheres no centro da preocupação social ou política, estruturando a vida no serviço objectivo de tais interesses. O ginocentrismo não avança mais do que isso, e NÃO inclui colocar o ponto de vista feminino no centro da nossa visão mundo. Isto quer dizer que o ginocentrismo não viola os limites do espaço interior ao exigir que a pessoa (especialmente os homens) pensem e sintam duma forma específica. De modo resumindo, o ginocentrismo não é totalitário. 
O Ginonormativismo vai mais além. Usando o ginocentrismo como fundamento, o ginonormativismo dá prioridade ao ponto de vista feminino hierarquicamente dentro da cultura, tanto a nível político como a nível interpessoal, pressionando os homens em particular a adoptar o sistema de valores feminino como componente autêntico da sua personalidade. Desta forma, o ginonormativismo é totalitário. Podemos entender o feminismo como um projecto ginonormativo reconhecendo ao mesmo tempo que ele nunca poderia iniciar as suas operações sem uma pré-existente base ginocêntrica na cultura tradicional. 
A ginonormativização faz parte imposição da supremacia feminina.
Embora eu não concorde com o ponto de vista de Fidelbogen em relação às relações entre os sexos - ele é um Men’s Rights Activist - acho que as definições de ginocentrismo e ginonormativismo listadas em cima fazem sentido. O ginocentrismo é equivalente ao patriarcado ao mesmo tempo que o ginonormativismo é equivalente ao feminismo.

Para reformular as coisas, "O patriarcado é a práctica de colocar a segurança, o conforto e o bem estar das mulheres no centro da preocupação social ou política, estruturando a vida no serviço objectivo de tais interesses."

Sim, isto soa bem e soa como uma descrição correcta do patriarcado. Certamente que era isto que o patriarcado deveria ser.

Note-se o ênfase que é colocado onde se lê "no serviço objectivo" das mulheres. Isto significa que os interesses das mulheres têm que ser servidos com base num critério objectivo, com base no que é realmente no melhor interesse das mulheres, e não com base no que as mulheres querem ou exigem. O homem é que determina o que é no melhor interesses das mulheres. O patriarcado centra-se na autoridade masculina servindo os interesses das mulheres, isto é, a autoridade masculina que melhor satisfaz as necessidades das mulheres.

Existe uma suposição vital subjacente à práctica do patriarcado de se focar nos interesses e nas necessidades das mulheres, e ela é a de que as necessidades das mulheres e as necessidades das crianças estão alinhadas. O propósito subjacente na elevação das mulheres é o de providenciar, proteger e nutrir as crianças. Se por algum acaso os interesses das mulheres e os interesses das crianças entrarem em rota de colisão, então o patriarcado colocar-se-á contra a mulher e do lado das crianças. Fundamentalmente, o patriarcado encontra-se ao serviço das crianças, e as mulheres são elevadas pelo patriarcado devido à sua associação com as crianças.

O patriarcado é ginocêntrico porque os homens são ginocêntricos. O patriarcado é a expressão dos desejos e da natureza dos homens. São os homens que criam e mantêm o patriarcado, e estabelecem as regras do sistema social patriarcal. Devido a isto, é óbvio que o patriarcado é uma expressão da natureza dos homens. Faz parte da natureza do homem ficar encantado com as mulheres, apaixonar-se pelas mulheres, achar as mulheres interessantes, buscar a aprovação das mulheres, olhar para si mesmo como alguém que é bom para as mulheres, ser heróico aos olhos das mulheres, ser admirado pelas mulheres, e controlar as mulheres.

Para os outros homens, os outros homens são companheiros, colaboradores e competidores, mas eles não são a base para um chamado superior em favor do qual os homens irão canalizar as suas energias. O homem não se irá sentir automaticamente protector em relação a outro homem só porque ele é um homem; isto prende-se com o facto de, numa situação normal, o homem ser independente e auto-suficiente para fazer as suas coisas.

Quando os homens trabalham juntos, mesmo onde existe uma hierarquia clara entre eles, os homens irão trabalhar juntos de modo a atingir um propósito comum exterior e para além deles mesmos. No entanto, quando o homem interage com uma mulher, ele irá automaticamente assumir um papel protector em relação à mulher, e será orientado rumo às maneiras através das quais ele pode prestar algum tipo de assistência à mulher visto que o homem irá assumir que a  mulher precisa da sua ajuda, da sua assistência, da sua orientação e do seu apoio. Neste sentido, o homem será automaticamente ginocêntrico visto que a sua orientação está voltada para o bem estar das mulheres e não para o bem estar de outros homens.

A estrutura social deve ser ginocêntrica porque a manutenção e o apoio da unidade familiar é a prioridade maior da sociedade, e dentro do ambiente familiar, as mulheres são as responsáveis primárias. São as mulheres que se encontram mais próximas das crianças, o que significa que o apoio às crianças deve ser canalizado em direcção às mulheres de modo a que elas usem os recursos a si conferidos para o bem estar das crianças.

Embora as crianças sejam as beneficiárias finais do sistema patriarcal, o apoio e a prioridade não podem ser directamente dirigidos às crianças uma vez que elas são incompetentes para decidir quais são as suas necessidades; para além disso, a maior parte das necessidades das crianças são emocionais e sociais e elas exigem um adulto que as disponibilize.

Se um sistema social desse prioridade para as necessidades e para os interesses dos homens, isso não faria sentido algum visto que essa situação iria canalizar recursos rumo ao sexo que menos contracto tem com as crianças (o que levaria a um desperdício de recursos). Só um sistema social ginocêntrico faz sentido visto que quando os recursos são canalizados para as mulheres, estes recursos efectivamente e eficientemente melhor servem os interesses das crianças.

No entanto, as coisas correm mal quando a sociedade deixa de ser ginocênctrica e passa a ser ginonormativa - quando a sociedade deixa de ser patriarcal e passa a ser feminista. Isto acontece porque, de modo a que o incentivo para disponibilizar os recursos se mantenha, a pessoa que disponibiliza os recursos tem, também, que ser a pessoa que determina como é que esses recursos irão ser usados. Na cultura ginocêntrica o homem age em prol da mulher, mas na cultura ginonormativa o homem opera sob a direcção da mulher.

Quando o homem opera com base nos seus valores e segundo a sua própria iniciativa, de modo a atingir os propósitos que ele estabeleceu para si mesmo, então a sua motivação para providenciar para as mulheres está segura e estabilizada. No entanto, se o homem está a agir segundo as directrizes das mulheres, de modo a providenciar para as mulheres segundo o que ela quer e de acordo com o que ela dá prioridade, então o homem tem um incentivo mínimo para prover para a mulher visto que os objectivos do homem só serão avançados quando acontecer que haja um alinhamento entre os objectivos dos homens e os objectivos das mulheres.

Para além disso, a mulher não saberá o custo que as suas exigências têm sobre o homem visto que não é ela que está a suportar o custo dos benefícios que ela deseja. Dito de outra forma, ela não será capaz de fazer um julgamento do quanto custa para o homem o que ela exige que o homem providencie. Existe também o problema da "borlista", onde a mulher pode fazer exigências ao homem que têm um benefício mínimo para ela mas um custo enorme para ele, visto que, para ela, o benefício é gratuito uma vez que é o homem a disponibilizá-lo.

Todos estes conflitos que nascem devido ao facto do provedor dos benefícios - o homem - não estar no controle da forma como o benefício é usado, levam a que os recursos e os investimentos dos homens, feitos e disponibilizados para a sua família, sejam desperdiçados. O homem sente então que este desperdício dos seus recursos nada mais é que um abuso para ele, e em resposta, pára de investir na sua família como forma de evitar ficar em desvantagem e passar a ser uma vítima.

O resultado final disto é que o sistema patriarcal sustêm o investimento dos homens nas mulheres e na vida familiar, permitindo que a sociedade prospere, enquanto que o sistema feminista destrói o investimento dos homens na vida familiar, levando à degradação e à deterioração da família [ed: Exactamente o que o feminismo quer].

O ginocentrismo é uma expressão natural do amor dos homens pelas mulheres, e é uma coisa saudável e positiva. O que é importante é que o homem retenha o controle da situação familiar de forma a que o seu sentido de liderança e de propósito dentro da família sejam mantidos.




quinta-feira, 13 de março de 2014

O homem feminista é um perigo para as mulheres.

Brilhante sátira presente neste blogue.
----
As mulheres que são perturbadas e oprimidas pelos homens estão a ser as primeiras a dar início ao confrontos físicos, normalmente pontapeando e esmurrando os abusadores masculinos; mas uma tendência preocupante em crescimento é que os homens estão a lutar de volta e, tal como diriam alguns misóginos, "a defenderem-se a eles mesmos". Os homens que practicam o feminismo começaram a tratar as mulheres como iguais e quando se chega ao momento das lutas, e embora existam muitas leis que punem os homens que o façam, eles continuam a fazê-lo.

Mas o que mais preocupa as feministas é a reacção que ocorre na internet; vídeos onde se vêem mulheres a atacar os homens e sendo nocauteadas logo de seguida quando os homens lutam de volta, estão a ser aplaudidos e louvados por uma larga maioria dos visualizadores. Uma das pessoas cuja atenção foi capturada por isto é Catherine Cockburn, da "Toronto Womyns Officer":

Isto é apenas mais uma das consequências de se viver numa sociedade pós-feminista. Se por acaso tu és uma mulher, e vais agredir um homem, certifica-te previamente que esse homem não é um feminista porque ele é mais susceptível de te tratar como igual, o que resultará em tu seres agredida como resposta.

(Estas "justificações" são encontradas por toda a
internet e em larga maioria os homens feministas são responsáveis por elas)
Cockburn aconselha as mulheres a evitar os homens feministas, e brevemente irá entrar com uma petição junto das autoridades de modo a que todos os homens feministas sejam registados tal como os criminosos sexuais e os pedófilos o são.

Não vale a pena discutir com um homem feminista do porquê eles nunca poderem agredir uma mulher. Primeiro, porque eles não têm masculinidade e são muito efeminados, e como tal, não dá para os envergonhar e dizer para eles "passarem a ser uns homens". Segundo, a emasculação e os homens feministas andam juntos. Não dá para ameaçar um homem emasculado porque ele já não tem mais nada a perder. Terceiro, e isto é o mais preocupante nos homens feministas, eles encontraram falhas morais como forma de justificar as suas acções quando estão a agredir uma mulher. As mais populares ou as semelhantes derivadas, são:

- "O homem tem permissão para exercer os seus direitos de legítima defesa"
- "Eu vou tratar as senhoras como senhoras quando elas começarem a agir como tal."
- "As mulheres quiseram igualdade, e com a igualdade chegam a igualdade nas responsabilidades e nas consequências"
- "Se vais agir como um homem, eu vou-te tratar como um homem!"

Se um homem te diz algo parecido com isto, ele é sem dúvidas um feminista, e eu apelo às mulheres para evitarem este tipo de homem e notificarem as autoridades competentes.

O vídeo que se segue mostra uma mulher lésbica que se defendia da misoginia e da homofobia quebrando o vidro da casa onde se encontrava, e esmurrando no nariz do dono antes de o provocar, incitando a que ele respondesse. O que esta mulher não sabia é que este era um homem feminista, e ele mostrou isso tratando a mulher como um homem, esmurrando-a na cabeça. O vídeo, que tem mais do que 500,00 visualizações, tem um taxa de aprovação de 83% (rácio entre o "Like" e "Dislike")


Desde que a comunidade Afro-Americana foi liberta pelo sufrágio feminino, ela tem tido uma série de "famílias" sem pai, ou matriarcados, que têm resultado no facto dos homens negros não terem sido educados por uma figura paterna sobre as condutas do cavalheirismo. Esse vazio é prontamente preenchido pelas ideias feminista de igualdade entre os homens e as mulheres.

No vídeo que se segue, que tem mais de 91% de aprovação e mais de 180,000 visualizações, uma mulher oprimida provoca repetidamente o homem, apesar dele tentar afastar-se dela.


Jessica Valenti, blogueira americana e escritora feminista, conhecida por ter fundado em 2004 o blogue feminista Feministing, alegou que o patriarcado está a usar a igualdade para oprimir as mulheres:

Actualmente, precisamos duma nova vaga de feminismo de modo a sermos mais iguais aos homens. Recentemente vi um vídeo no YouTube, que tem mais do que 500,000 visualizações, e muito mais "Likes" que "Dislikes", e inicialmente pensei que não era nada demais, que era um homem a esconder-se num armazém, defendendo-se do que eu pensei que fosse um homem agressivo a tentar agredi-lo. Mas depois olhei com mais atenção e vi que era uma mulher que estava a bater nele, e fiquei horrorizada pela forma como ele abusou dela, atirando-a literalmente para cima duma janela do vidro, ou a "defender-se", como diria um proponente da violação.

vídeo a que Valenti se refere tem mais do que 1 milhão de visualizações e uma taxa de aprovação na ordem dos 96%; o mesmo pode ser visto a seguir.
 

Valenti recomenda que as mães não amamentem os seus filhos de modo a que os rapazes não desenvolvam massa muscular (que no mundo industrializado de hoje é algo obsoleto e usado apenas para dominar e infligir violência nas mulheres), permitindo que as raparigas sejam iguais aos homens na força física, diminuindo assim as probabilidades dela ser violada. 

Isto já é um sucesso nas escolas, onde o sistema de ensino tem sido feminizado e padronizado de modo a que a raparigas possam, finalmente, competir com os rapazes, e ultrapassá-los, permitindo assim que todos possam trabalhar e aprender num ambiente seguro.




sábado, 18 de janeiro de 2014

O verdadeiro propósito da "diversidade"

Por Henry Makow

Todos nós somos afectados pela "Diversidade" mas poucos entendem a sua natureza. Aviso: não é bonita. A "Diversidade" é uma modificação comportamental gigantesca a longo prazo que usa as minorias para deserdar a maioria. Em inglês, a "Diversidade" significa o reconhecimento das diferentes raças, religiões e "orientações sexuais".

No jogo duplo da Nova Ordem Mundial (NOM), a "Diversidade" é uma forma leviana de diluir e discriminar contra a maioria Branca, heterossexual e Cristã na Europa, Canadá, Austrália e Estados Unidos. Ao mesmo tempo que ela finge propor a "igualdade", o seu verdadeiro propósito é o de colocar um sentimento de culpa nos homens heterossexuais Brancos de modo a que eles possam ceder posições e poder.

O objectivo é o de preparar a América do Norte e a Europa para a sua inclusão num "governo mundial" dirigido pelo cartel financeiro sediado em Londres. O poder deste cartel é medido pelo facto de quase todas as instituições, sistemas educacionais e agências governamentais fornecerem "treino em diversidade" (isto é, indoutrinação política) aos seus funcionários. Apesar dos estudos revelarem que esses treinos não têm qualquer efeito benéfico na economia, todos os anos 8 mil milhões de dólares são gastos neles. Só a Toyota tenciona gastar essa verba toda nos próximos 10 anos.

Eis aqui um exemplo de shamming [ed: da palavra "shame", vergonha] feito aos Brancos numa dessas sessões. O exemplo específico encontra-se no texto com o nome  "Seeing Ourselves: Exploring Race Ethnicity and Culture" (1999) por Carl James. um dos participantes, como o nome Greg, diz o seguinte ao grupo: 

Quanto à minha raça, eu sou branco mas nunca tive que pensar muito nisso no passado. Eu não acho que isso tenha afectado as pessoas com quem eu me associei ou com quem falei. Os meus dois melhores amigos são um Negro e um Indiano (Canadiano). Fui criado numa família que não acredita no preconceito e sinto orgulho por isso. Se eu não gosto duma pessoa, isso deve-se à sua personalidade e não à sua raça ou herança cultural.

Seria de esperar que Greg visse as suas palavras aprovadas de uma forma clara, mas quem pensa assim não leva em conta a agenda oculta. O autor, um professor de "Diversidade", ataca o Greg por assumir que ele é "a norma". Greg falha ao não reconhecer o seu "privilégio racial," esse "conjunto de bens imerecido" que é o "legado colonial dos brancos". Os Brancos como o Greg negam "as formas através das quais eles produzem relações de domínio, quer seja ao nível social, como cultural e político." (p.44)

Ou seja, os Brancos oprimem os outros de forma natural. Isto tem toda a aparência de racismo. 

Como se pode ver, as sessões de "Diversidade" estão construídas para colocar sentimentos de culpa nos Brancos, especialmente nos homens, de modo a que eles possam abdicar do seu poder em prol de minorias agradecidas e que agem em conformidade, embora elas não o mereçam. Isto não só é uma fraude, como é perigoso visto que quem levanta objecções a esta agenda política comete suicídio profissional. Isto nada mais é que perseguição política.

Quero deixar bem claro que eu olho para a raça humana como uma família a quem Deus ama de forma igual. Tal como o Greg, acredito que as pessoas devem ser julgadas com base no seu mérito, independentemente da raça, género [sic] ou orientação sexual [sic]. Não tenho problemas com o facto das "minorias" obterem posições de poder, desde que elas o façam de modo justo. Aprecio a rica contribuição que os imigrantes fazem (eu cheguei ao Canadá quando era um bebé, em 1951).

Mas a "Diversidade" não se centra na justiça e nem no enriquecimento da sociedade, mas sim na promoção artificial das minorias. Esta promoção não é feita para ajudar as minorias mas sim para minar e controlar a maioria [os homens Brancos Cristãos heterossexuais].

IRONIA

É irónico que os banqueiros tentem impor esta culpa sobre os Brancos quando os banqueiros são responsáveis pelo imperialismo e pelas guerras passadas e presentes. Eles foram ficando cada vez mais ricos através do negócio da escravatura, do tráfico do ópio, e eles controlam o crime organizado actual através dos seus agentes.

A população dos EUA é mais de 75% Branca e Cristã. O plano é o de reduzir os Brancos de modo a que eles sejam uma minoria por volta de 2050 ou antes. Espera-se que os Brancos adoptem uma atitude passiva e se tornem convidados na sua própria casa. Quando os Brancos se tornarem numa minoria, ninguém irá defender os seus direitos. Actualmente há mais 2 milhões de mulheres do que homens nas universidades americanas. Algum de vocês ouviu alguém falar em acção afirmativa para proteger os homens?

A "Diversidade" é practicamente inexistente na China, no Japão, em Israel, na Índia e na América Latina, locais onde os seus líderes têm a "permissão" para preservar as suas características raciais. Mas uma vez que os povos de origem Europeia têm noção de que têm direitos materiais, espirituais e políticos, eles são mais difíceis de ser absorvidos na Nova Ordem Mundial, e desde logo, são o alvo dos programas de "Diversidade".

Os donos dos bancos centrais usam a táctica "divide e conquista" como forma de demolir os quatro pilares da identidade humana: raça, religião, nação e família. Primeiro, eles fingiram defender os trabalhadores como forma de se verem livres do regime Czarista da Rússia. Depois, eles fingiram defender as mulheres e os homossexuais como forma de fragilizar os valores heterossexuais e a família. Agora, eles estão a enganar os Brancos de modo a que eles aceitem passivamente a discriminação e a redução do seu estatuto.

(...) Os (escolha um) Trabalhadores, os Judeus, os Negros, os homossexuais, as mulheres têm sido "oprimidos" há séculos. Deixem que os banqueiros coloquem os seus escolhidos (e as suas escolhidas) em lugares de poder.

CONCLUSÃO

O cartel dos bancos centrais é o verdadeiro "colonizador", e as pessoas de origem Branca Cristã são as vítimas de colonização; a "Diversidade" faz parte deste programa. Este mesmo cartel financeiro cria dinheiro usando o crédito nacional, e como resultado, a sociedade foi subvertida por um poder estrangeiro com uma agenda satânica. A nossa elite cultural é composta por traidores.... e nós fomos sujeitos a uma constante inundação de mentiras provenientes destes peões egoístas hipócritas.

Numa sondagem feita no dia 18 de Outubro de 2007 por parte do Toronto Globe e pelo Mail, 63% das pessoas responderam negativamente à pergunta "Você acha que as políticas multiculturais do Canadá têm sido um sucesso?" A amostra era composta por cerca de 11,000 pessoas e os leitores do Globe tendem a ser esquerdistas.

As pessoas do Ocidente têm o direito de manter a sua identidade nacional e de florescerem. Os imigrantes esperam integrar-se na sociedade ao mesmo tempo que preservam a sua herança; eles não esperam serem usados como forma de fragilizar a maioria. 

Devido a isso, não sejamos vítimas da táctica "divide e conquista" ao focarmos a nossa atenção e a nossa indignação nas minorias. Elas são tão manipuladas como nós o somos. Concentremos a nossa atenção nos banqueiros centrais e nos seus lacaios na política, no sistema de ensino, nos negócios e nos média.

(...)
----------------------

Alguns comentários presentes no original:

Muito obrigado pelo seu mais recente artigo sobre a Diversidade. Há bem pouco tempo eu fui despedido dum emprego governamental por me recusar a participar no programa de diversidade da empresa. Passei 12 anos nas mesmas instalações, recebi excelentes recomendações anuais, e conquistei o respeito dos meus colegas. O meu superior imediato, o gerente local e o gerente do programa tentaram todos convencer a companhia a não me despedir, mas sem sucesso.

Qualquer pessoa que se posicione contra a indoutrinação da "diversidade" estando empregada numa grande companhia, está a cometer suicídio profissional, tal como você disse. Quando os líderes duma companhia não se importam com o que os seus gestores dizem em relação a manter um bom profissional, torna-se óbvio que eles trabalham para os banqueiros.

Sabe duma coisa interessante em relação ao treino em torno da "diversidade" na minha antiga companhia? Quando o requerimento para terminar o treino foi recebido por email, todos os homens do meu grupo receberam o email com insatisfação e com queixas. Todos eles odiaram-no! Há algo nos homens, bem dentro deles, que faz com que eles sintam repulsa por este lixo de treino em favor da diversidade. É ofensivo e insultuoso
para a inteligência e honra dos homens assistir a este vídeo estúpido sobre a diversidade que fala com eles como se eles estivessem na primeira classe.

Sou um homem branco, casado e com fortes princípios Cristãos e tenho a sorte de ter uma esposa que me apoiou na minha decisão. Ela disse-me o quão orgulhosa ela está por eu estar disposto a perder todos os meus benefícios laborais devido aos meus princípios. - Gary

O Anthony diz:
Mais um artigo perspicaz por parte do Henry que ressoou de maneira bem forte em mim. Sou um estudante na Austrália que teve o azar de estudar ciências sociais numa suposta universidade "Católica" aqui em Melbourne. 
O meu azar é ainda maior visto que eu sou um dos dois homens da turma. Desde o primeiro dia que tive que ouvir palestra após palestra a atacar tudo o que era bom e decente ao mesmo tempo que louvavam tudo o que era feminista, anti-família e anti-Cristão (sim, isto numa universidade Católica!). (...) 
Todas as minhas palestrantes são mulheres e todas elas são feministas militantes. Tive que manter os meus pensamentos para mim durante os primeiros dois anos (por mais difícil que tenha sido) mas tive que estabelecer limites durante uma leitura que nos foi apresentada, escrita por um activista homossexual, que colocava em causa a inocência das crianças. Escrevi que este tipo de coisas não ajudava a refutar os medos em torno da natureza pederasta de ALGUNS homossexuais. 
A resposta (proveniente do chefe do departamento de sociologia) foi um discurso retórico com 200 palavras, qualificando-me de "homofóbico" e avisando-me de modo bem claro que este tipo de escrita não era aceitável. (O resto do meu trabalho mal foi mencionado.) 
Tudo isto numa revista que estava estruturada para ser uma "resposta crítica" às leituras oferecidas. 
Graças a Deus pela "diversidade" e pela "liberdade de pensamento"...... desde que tu penses como eles querem que tu penses.




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"A feminilidade salvou o meu casamento"

Por Rachel

Prefiro ficar em casa com as minhas duas filhas. Já tive alguns empregos, a maioria deles antes das minhas filhas nasceram, e odiei todos eles. Existia uma inveja subentendida e raiva entre as mulheres que eu não poderia suportar. À noite, eu passava mal depois de ter que lidar o dia todo com mulheres solteiras/divorciadas que, de modo literal, atacavam-me por coisas mínimas. Hoje sei que elas gostavam de me rebaixar sempre que podiam porque tinham inveja da minha beleza, juventude e da minha dedicação ao meu namorado (que é, hoje, o meu marido e pai das nossas duas filhas).

Para além disso, eu recusava-me a flirtar com os clientes ou usar roupa reveladora como forma de obter mais gorjetas. Elas foram rudes quando descobriram que eu só tinha namorado e estado com o meu namorado - elas não conseguiam compreender o porquê. Desde então, fiquei a saber que a maior parte das mulheres evita ou chama de "mentirosa" a mulher que lhes diz que só esteve com um homem em toda a sua vida. Uma empregada de bar (na casa dos 40-quase-50 e divorciada) aproximou-se de mim enquanto eu atendia um cliente, e começou a atacar-me verbalmente bem em frente ao cliente. Nessa noite saí em lágrimas e nunca mais regressei.

O único trabalho que gostei (e ainda gosto) foi o de limpar casas com a minha sogra. Ganhávamos um bom dinheiro (20 dólares à hora) e não havia conflito entre as mulheres visto que éramos só nós. A minha sogra é mais próxima a mim do que a minha mãe.

Algumas mulheres perseguem os patrões - eu nunca fiz isso, mas raramente encontro mulheres que são como eu. Encontrei um homem que tem o meu coração nas suas mãos e nenhum outro se pode comparar, e por isso, eu nem olho. Eu sei de mulheres que já dormiram com os seus patrões e elas derretem-se em choro de indignação quando se apercebem que não terão qualquer tratamento preferencial. Mais tarde ou mais cedo, elas abandonam o emprego.

Sempre me dediquei ao meu marido, mas eu tinha uma "concha" feminista que eu nem sabia que tinha até ler os seus artigos, Henry!

FEMINILIDADE

O meu marido e eu temos estado juntos desde que tínhamos 16 anos. Eu tenho 27 anos e o meu marido está à beira de fazer 28 anos. Encontrei o seu site quando me apercebi que não sabia o que era ser feminina. Senti vergonha de mim própria. Há já alguns anos, depois do nascimento da nossa primeira filha, que o meu marido e eu estávamos a ter problemas. O amor existia mas, depois das filhas nascerem, eu era horrível para ele. Separamo-nos muitas, muitas, vezes. Ele tornou-se distante e perdeu-se com outras mulheres. Eu culpava-o por tudo e eu era extremamente abrasiva e impossível de se viver lado a lado.

Comecei a ler os seus artigos há alguns meses, e mudei a minha forma de agir imediatamente. Não tive que mudar muito porque apercebi-me que capitular para ele, e adorá-lo, era o que eu QUERIA fazer - mas tinha medo de o fazer.

Apercebi-me da mudança imediata nele! Ele é, actualmente, totalmente dedicado a mim, e trata-me exactamente da forma que eu quero ser tratada. Tudo o que tive que fazer foi deixar ele ser o homem, e eu passar a ser a mulher. Há alguns dias atrás ele disse-me a coisa mais lisonjeira que alguma vez alguém me disse, e eu não tinha noção do quanto que isso era importante para mim até o ouvir. Ele não me chamou de bonita, nem me disse que estava mais magra. :) Ele disse que eu me estava a tornar numa boa esposa, e que ele me via a tentar e que isso fazia com que ele tivesse o desejo de me proteger e ficar ao meu redor. Tudo o que tive que fazer foi segui-lo e admirá-lo.

MASCULINIDADE

Também lhe mostrei os artigos do seu site em torno da liderança familiar. Ele disse que isso lhe abriu os olhos em torno da forma como ele esperava que eu me disponibilizasse e liderasse com ele, e ajudou-o a ver o porquê dele ficar tão frustrado comigo quando eu não PODIA me disponibilizar e ser a cabeça da família com ele. É como você diz no seu site, "Qualquer coisa com duas cabeças é um monstro!"

Eu estou a fixar-me no meu papel de dona-de-casa amada, e ele está a fixar-se como o líder da família, e isso nunca soube tão bem e tão natural.

Estou zangada por ter sido educada a competir com os homens e sentir que era oprimida por ser dona-de-casa, mas há apenas alguns meses atrás, era assim que eu me sentia. Espero incutir nas minhas filhas a nova natureza feminina que encontrei, e espero que não seja tarde demais para eu ser a melhor mãe e a melhor esposa que eu puder ser.

Acho que as mulheres estão aterrorizadas ante a perspectiva de serem rejeitadas pelos homens, e como tal, eles colocam de parte o que é natural. E com tanto apoio feminista em seu redor, deixar de seguir o que é natural nas mulheres é muito fácil.

Há também a óbvia repugnância que aparece quando as pessoas descobrem que tu te dedicas ao teu marido, e deixas que ele seja o líder da família. De modo literal, tu NÃO TENS PERMISSÃO para olhar, rendida, para o teu marido, e dizer o quando que tu o adoras sob pena de seres acusada de teres toda a tua vida centrada num homem e na família - como se isso fosse uma coisa má! Estou farta de ser tratada como uma pobre idiota desmiolada só porque a minha a família é o centro do meu mundo.

Henry, continue a dizer às mulheres para agirem como mulheres, e aos homens para agirem como homens! Se tudo correr bem, você receberá mais emails como o meu, revelando a forma como você abriu os olhos de alguma pobre feminista que estava à beira do divórcio só porque ela não sabia o que fazia de errado.

Não tenha ódio por todas as feministas! Nós fomos educadas desta forma, e eu nem sabia que havia outra forma de viver até encontrar o seu site. Continue a escrever e nós continuaremos a ler.

Fonte



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Três características do homem-feminista


Fiz este texto ao meu amigo Hinz por conta de uma notícia que ele havia compartilhado no Facebook onde denunciava a incoerência do discurso feminista.

Diante de um palpiteiro que apareceu lá para falar, achei por interessante compartilhar algumas impressões a respeito do homem feminista. Segue o texto:

Prezado Lucas Hinz, muito vale analisarmos o vergonhoso fenômeno do homem-feminista. Algumas coisas devem ser questionadas. Por questionar, refiro-me a verdadeira arte de questionar, cuja questão procura uma resposta e não apenas um caguete mental para tentar justificar absurdos.

Algumas coisas precisam ser notadas a respeito do homem-feminista:

1. O homem-feminista é histérico

Histérico é pessoa que não pensa ou opina com residência fixa na realidade, mas com base na imaginação. O histérico imagina um cenário e, tomando-o como se fosse realidade, argumenta sobre as maiores absurdidades.

Os mais antenados sabem que a cultura do estupro é a maior das histerias feministas. No Brasil, a pena informal para o estuprador é a morte. Informal porque, embora não haja pena de morte no país, os próprios bandidos da cadeia matam o estuprador. O estuprador é tão baixo e odiado que sequer bandido os deixa impune com a vida. E temos também que a população não lamenta a morte deles.

2. O homem-feminista é idiota


O homem que replica o discurso precisa ser questionado, afinal, estamos falando de um homem que defende vadiagem feminina. Vocifera o homem-feminista que a mulher tem o direito de se vestir como ela quiser. Ok, nem os conservadores são contra revogar este direito. Contudo, o homem-feminista faz uma confusão idiota. Uma coisa é você ser a favor da pessoa se vestir como lhe convém, outra, diferente, é apoiar o jeito vulgar da mulher se vestir.

O homem-feminista é tão idiota que confunde esses dois detalhes. Por defender o direito da mulher se vestir e até agir como vadia, ele defende que a mulher efetivamente adote tal estilo de ser. Isso é algo implícito que está presente no contexto do homem que apóia as feministas.

Prezando pelo valor da mulher, o homem de verdade não será a favor da mulher se tornar vulgar ou vadia. Apoiará e elogiará sobretudo as mulheres honradas. Quanto as vadias/vulgares, o homem de verdade respeitará o direito delas agirem conforme lhe convierem, mas isso não significa ser a favor de tal conduta. Ser contrário a X, não consegue perceber o homem-feminista-idiota, não implica ser a favor de proibir X.

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Simples, básico, mas o homem-idiota precisa comprar o pacote inteiro e exagerar sobre qualquer vírgula ou ponderação que diga o contrário ao que suas "amigas" defendem.

Patético, o homem-feminista precisa gritar aos 7 ventos para mostrar, orgulhosamente, que é um homem amestrado e idiota.

Em suma, o homem-feminista aplaude a conduta das vadias e exagera contra qualquer um que as critique (lembrando que criticar não é o mesmo de proibir); o homem sensato criticará o comportamento de vadiagem e vulgaridade e enaltecerá o perfil da mulher respeitosa e honrada.

3. O homem-feminista e a imbecilidade que o acompanha fomentam a cultura do estupro que dizem combater

Não se iluda jovem Hinz, as feministas são as maiores promotoras da cultura do estupro. O feminismo vulgarizou as mulheres. Foi sobre o feminismo que cresceu os aplausos à promiscuidade.

Quanto mais promiscuo for um ambiente, mais banalizado os atos sexuais serão e menor será o valor da mulher (valor que o homem-feminista nega lhe dar, pois aplaude o discurso da vadiagem).

Somemos a promiscuidade "convidativa" com a cultura do sexo banalizado e teremos um ambiente propício para oportunistas abusadores. Gente imoral que se aproveita de um ambiente imoral para agir.

Quem está criando uma cultura do estupro é quem está incentivando a banalidade e a vulgarização, isto é, as feministas e os homens-feministas.

A propaganda que eles fazem contra essa "cultura do estupro" é, na realidade, a famosa tática do pega ladrão. Culpados, gritam "pega ladrão" bem alto na intenção que ninguém perceba que os ladrões são eles.

Caro Hinz, não dá para, sendo imoral, defender a moralidade. Isso é hipocrisia e enganação.



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Homem feminista acusado de assédio sexual


Empregado dum abrigo para mulheres em Las Vegas - um tal de Benedetto Vitale - foi preso por falsificação, conduta imoral e coerção sexual depois de terem emergido alegações de que ele tentou pressionar uma mulher a ter relações sexuais com ele.

Segundo informações locais, a polícia do norte de Las Vegas prendeu um homem sobre quem recaem suspeitas de ter coagido uma mulher a ter actos sexuais num local sem fins lucrativos com o nome de, ironicamente, Safe Nest. A polícia disse que a vítima teria que levar a cabo horas de serviço comunitário depois de ter sido condenada por infracções rodoviárias.

Quando a mulher de 24 anos se apresentou nas instalações, em 4208 Arcata Way, ela falou com o director da mesma, Benedetto Vitale, 59 anos, que, segundo a polícia, tentou aliciar a mulher a levar a cabo actos sexuais com ele como forma de reduzir ou eliminar as horas a que ela havia sido condenada.

A Safe Nest, tal como dito em cima, é uma agência sem fins lucrativos cujo propósito de existência é ajudar vítimas de violência doméstica. Ser feminista é um requerimento necessário para se trabalhar nestes lugares, portanto, pode-se deduzir que Vitale, apesar de ser um homem. se identificava publicamente como um.

Em alguns casos, um homem que se declara como "feminista" pode mais facilmente ter acesso a um maior número de mulheres - especialmente mulheres particularmente fragilizadas, como as que se dirigem aos abrigos.

Embora não seja um dado sobejamente conhecido, os abrigos para mulheres não estão cheios de donas de casa convencionais que vivem cheias de medo do esposo, mas sim de mulheres disfuncionais que têm dificuldade em ter a sua vida organizada. Muitas delas dependem de químicos - o que lhes fragiliza ainda mais - e têm problemas com a Lei. Estes condicionantes tornam estas mulheres naquilo que se pode qualificar de "alvos fáceis" para os predadores - especialmente lésbicas -, e os predadores tendem a gravitar em redor de ambientes ricos em presas.

Em vez de manter a ideologicamente importante, mas sobejamente irrealista, noção de que a maioria das mulheres que precisam do apoio e dos serviços dos abrigos são vítimas dos homens no geral, seria mais útil reconhecer que elas são apenas os mais disfuncionais e vulneráveis elementos do seu sexo.. Embora elas necessitem de apoio humanitário básico, os seus interesses não são atendidos quando elas são usadas como veículo de promoção da agenda política feminista.

Na verdade, em muitos casos, elas estariam mais seguras e em melhor companhia, na presença dum membro masculino da sua própria família do que nas mãos dos empregados feministas dos abrigos.

sábado, 11 de agosto de 2012

O homem feminista

Existe um curioso grupo de homens que gravita em torno das páginas e blogues feministas virtualmente concordando com tudo o que as feminazis alegam em relação à "opressão" que sofrem no mundo ocidental. Estes homens cantam do mesmo hinário que as feministas e, juntamente com elas, apontam o dedo acusador aos MRAs (Men's Rights Activist).

Estes homens, normalmente conhecidos por "manginas" (que é união do termo "man" com "vagina"), são normalmente muito vocais nas críticas que lançam às iniciativas que os MRAs fazem na defesa dos direitos dos homens - e dos bebés em gestação - e nos ataques que eles [os MRAs] lançam ao feminazismo.

As feministas normalmente alegram-se por ver homens nas suas fileiras, provavelmente aceitando a noção de que estes homens realmente pactuam com a sua misandria. As duas histórias que se seguem podem levantar um bocado do véu por trás da atitude dos "homens feministas".


Será que todos os homens feministas são predadores sexuais, pedófilos e violadores?

Começo a pensar que todos aqueles que se identificam como "homens feministas", e certamente aqueles que fazem dessa identidade a sua carreira, deveriam ser colocados em alguma lista de vigia do FBI.

Hugo Schwyzer é o mais recente mangina a ser exposto como alguém incapaz de mantê-lo dentro das calças - pelo menos quando mulheres vulneráveis se encontram disponíveis para um macho beta. Ter relações sexuais com as estudantes normalmente seria qualificado de ponto alto do emprego, pelo menos segundo os meus olhos anti-feministas. Mas quando o homem que tem sexo com as estudantes subscreve a noção de que "as estruturas de poder tornam o consentimento impossível", e outras coisas igualmente idiotas, então as suas acções são as de um violador confesso.

Como parte do seu papel como um mangina a tempo inteiro, Hugo esteve, de modo entusiástico, a organizar as jovens fêmeas para que estas tomassem parte nas "marchas das vadias". Mais um benefício do emprego, sem dúvida. [Logo isto deveria levantar suspeitas em relação aos seus propósitos.]

Isto é assustadoramente remanescente do comportamento de outro homem feminista de renomeDavid Futrelle - e do seu uso da bloguesfera como forma dissimulada de arranjar "encontros" com as suas leitoras - algumas sendo claramente vulneráveis, perturbadas mentalmente ou mesmo menores.

Este é o homem que qualificou a fantasia dum adulto a violar um rapaz de "terna e erótica", e que passou a maior parte do início da sua carreira como apologista da violação estatutária e alguém que negava acusações de abuso sexual de crianças.

Isto também traz a nossa memória o blogueiro infame Kyle Payne, que usou a sua identidade de homem feminista de renome como forma de arranjar um emprego como conselheiro estudantil - e subsequentemente, filmar-se a ele mesmo enquanto violava uma das suas alunas que se encontrava desmaiada (numa altura em que ele ainda não conseguia ter encontros românticos). O fervoroso activista anti-pornografia está agora de volta à prisão por posse de pornografia infantil durante o período em que se encontrava em liberdade preventiva.

Há já algum tempo que se sabia desconfiava que o feminismo masculino era apenas uma estratégia de acasalamento dos machos ómega sexualmente frustrados. Se a isto adicionarmos o ódio que estes homens brancos e de classe média nutrem por si mesmos, temos aí uma receita para tragédias em potência.

Fonte


Kyle Payne Explica Como Usou da Sua Identidade de "Homem Feminista" Para Abusar Sexualmente de Mulheres e Crianças

Provavelmente vocês lembram-se do Kyle Payne. Antes de David Futrelle adoptar a sua personalidade ‘Manboobz’, Kyle provavelmente era o mais famoso blogueiro reconhecido como "homem feminista." Ele tornou-se ainda mais famoso, ou infame, quando, durante o tempo em que ele trabalhava como conselheiro estudantil, ter sido condenado judicialmente por ter fotografado os seios duma jovem mulher (quando ela se encontrava inconsciente e ao seu "cuidado"). Presumivelmente, ele molestou-a mas não há evidências disto.

O seu papel de conselheiro estudantil a vítimas de abuso sexual foi em larga medida adquirido através da reputação cuidadosamente construída como um "homem feminista" cibernético.

De modo mais ou menos surpreendente, passar algum tempo na prisão por ter abusado sexualmente duma rapariga ao seu "cuidado" não preveniu Kyle de voltar à sua posição de blogueiro pró-feminista e activista anti-pornografia imediatamente após ter sido libertado da prisão. No entanto, a sua carreira de blogueiro pareceu chegar ao fim quando ele foi apanhado em flagrante pela segunda vez - mas desta vez na posse de pornografia infantil - enquanto se encontrava em liberdade condicional. Sem dúvidas que isto foi o fim, certo?

Errado. Kyle está de volta.

Escusado será dizer isto, mas ele é um mangina diferente. Ele mudou. Desta vez, o seu feminismo é mesmo a sério. Agora é que é mesmo a sério! Por exemplo, ele agora foi capaz de contar uma história reprimida do modo como ele foi sexualmente abusado quando era criança, e como isto inexoravelmente e fatalmente transformou-o em alguém abusa sexualmente de crianças desmaiadas. Como se sabe, todos os rapazes que foram sexualmente abusados mais tarde tornam-se eles mesmos abusadores. É mais ou menos como ser mordido por um vampiro ou por um lobisomem.

Embora alguns possam considerar o segundo regresso aos dias de blogueiro pró-feminista como ligeiramente ofensivo, pelo menos ele foi forçado a admitir publicamente que o seu feminismo anterior era uma farsa. De facto, ele levou a cabo um importante serviço público ao explicar de modo detalhado como os predadores sexuais e os pedófilos exploram a identidade de "homem feminista" como forma de se envolverem em situações onde eles podem mais facilmente abusar de jovens mulheres que se encontram emocionalmente vulneráveis.

É importante levar estes incidentes em conta como forma de entender outros "homens feministas" e proteger as vidas de mulheres vulneráveis:

O meu trabalho contra a violência sexual e a minha reputação como um "bonzinho" pró-feminista cumpriram dois propósitos inter-relacionados:

1) Fui capaz de explorar a coragem que testemunhei entre outros sobreviventes, e tomá-la como minha coragem também (em vez de lidar com as minhas próprias experiências de abuso sexual);

2) Distraí-me da vergonha de fantasiar as mulheres como objectos sexuais, e no caso da minha vítima, agi em conformidade com essas fantasias.

Não é coincidência o facto de ter estado presente em dois eventos feministas anti-pornografia (em Boston e Austin), ter estabelecido uma presença online como blogueiro pró-feminista e anti-pornografia, e ter-me tornado num ávido fá da atletismo feminino, durante os 19 meses que passaram entre a altura que cometi a minha ofensa e o momento em que fui condenado pelos tribunais.

O meu envolvimento com o feminismo não foi uma charada total, mas uma larga parte do mesmo foi um serviço que fiz a mim mesmo ao mesmo tempo que explorava a confiança que tinha adquirido por parte dos outros. Eu tinha uma ideia bem clara da forma como queria que a minha história fosse contada, e como tal, tentei controlar a narrativa.

Claro que a verdadeira questão é: como é que alguém pode esperar que tal história faça algum sentido? Um homem que se aproveita sexualmente das mulheres, que objectifica as mulheres e as raparigas através da pornografia online, mas que ao mesmo tempo se preocupa muito com o feminismo? Tal homem é um hipócrita, um mentiroso e uma bomba relógio. Gostaria de ter tido a coragem de revelar as minhas próprias incoerências, lidar com estas contradições extremas nos meus valores, e demonstrar algum tipo de integridade.


Resumindo: dois homens feministas usaram da confiança que as feministas lhes tinham disponibilizado para abusar sexualmente das mesmas mulheres que haviam depositado neles a sua confiança. Pior ainda, esta exploração não foi só de mulheres mas também de menores - embora esta última tenha sido (supostamente) apenas e só pela internet.

Mas, num sinal claro da credulidade quase infantil das feministas, pelo menos um destes mesmos homens feministas voltou para o seu lugar de "homem feminista", e, aparentemente, as feministas receberam-no de braços abertos. As feministas estão tão desesperadas pela aprovação masculina que não têm problemas em aceitar pedófilos, violadores e predadores sexuais no seio meio, desde que estes homens se identifiquem como "feministas".

Claro que os motivos que levam a elite feminista a "perdoar" este tipo de homens feministas são bem mais sinistros. Da forma como as coisas estão, mesmo que estes "homens feministas" voltem a abusar de mulheres vulneráveis (o mais provável), isso apenas reforçará a sua semântica em torno da "maldade inata" do homem. De qualquer das formas, a elite feminista dificilmente será prejudicada pelas suas acções uma vez que estes predadores aparentemente escolhem mulheres mais abaixo da hierarquia (e não as líderes).

Por outro lado, se estes homens se "emendarem" e lutarem lado a lado com as feministas contra o que eles definem como "machismo", o seu movimento ideológico ganha mais "respeitabilidade" e as acusações de misandria são resvaladas apontado para os homens nas suas fileiras: "Como é que nós feministas podemos odiar os homens se temos homens a lutar ao nosso lado pelos mesmos objectivos?"

De qualquer forma, o que importa retirar destas histórias é a forma como alguns homens feministas se podem envolver no activismo feminista, não porque acreditam genuinamente nos seus princípios, mas sim como forma de estar perto de mulheres que, de outro modo, dificilmente teriam acesso.

Em Portugal temos pelo menos um "homem feminista" envolvido no activismo feminista, mas dele falaremos mais tarde.


domingo, 3 de junho de 2012

Qual é o preço da reputação dum homem?

Exactamente 13 dólares, a julgar pela atitude das 4 mulheres que se podem ver no vídeo.

Portanto, contrariamente ao que as feminazis alegam, existe um considerável número de mulheres que usa a falsa acusação de violação como forma de obter algum tipo de vantagem sobre um ou mais homens.

Estas quatro estúpidas que se encontravam no táxi estavam dispostas a destruir a vida de um homem por uns míseros 13 dólares. 13 dólares!

Se este homem não tivesse um sistema de gravação de imagens no interior do seu táxi, provavelmente daqui há alguns anos (passados na prisão) uma das 4 mulheres ficaria com "peso na consciência" e revelaria que foi tudo uma "brincadeira de mau gosto".

O pior é que para além de mentirosas, estas quatro mulheres são burras. É possível um homem tentar violar 4 mulheres ao mesmo tempo?

Juntem mais este incidente à já-de-si-longa lista de motivos que levam uma mulher a alegar que foi "violada":

  • Namorado demorou demasiado tempo a ir comprar cigarros.
  • Homem recusou-se a dar uma cerveja.
  • Não gostar da quantidade de trabalho que o patrão lhe dava.
  • Homem atirou uma flor à falsa acusadora; ela alegou ter sido "violada".
  • Querer um dia de folga, alegar ter sido "violada" e causar que 3 homens fossem interrogados.
  • Não querer pagar o táxi.
  • Uma adolescente alegou ter sido "violada" como forma de reatar o namoro. A sua mentira resultou na condenação do ex-namorado e de mais 2 rapazes.
  • Mulher queria voltar para o namorado depois deste terminar tudo. Como tal, acusou-o de "violação". Mais tarde admitiu: "Só queria que ele sofresse pelo que havia feito".
  • Uma falsa acusadora alegou que queria que o seu ex-namorado "sentisse dor extrema".
  • Mulher mandou um homem para a prisão durante 5 ANOS porque disse que estava aborrecida.
  • Um rapaz de 18 anos foi retirado da sala de aulas e preso durante um mês por uma falsa denúncia por parte duma rapariga que ele nem conhecia.

  • Uma mulher alegou ter sido violada como forma de descarregar a raiva gerada depois dum incidente rodoviário.

  • Um homem recusou-se a pagar uma cerveja a uma mulher; esta vingou-se afirmando ter sido "violada".

Poderia continuar com a lista, mas acho que já se apanhou a ideia principal: mulheres tóxicas (feministas) não são de confiança.



domingo, 29 de abril de 2012

Homem pagou pensão alimentícia durante 13 anos pensando que a filha era sua

Mulher que, durante 13 anos, causou a que o antigo parceiro acreditasse que ele era o pai da sua filha, foi presa. A mentirosa de 47 anos, que, como é comum quando o criminoso é uma criminosa, não pode ser identificada por nome, enganou o homem e ficou com cerca de 59.819 euros (79,237 dólares) seus, gastando a quantia em educação privada e prendas caras.

Quando ela compareceu perante o Caernarfon Crown Court (norte do País de Gales), admitiu 15 ofensas de engano. Apesar dos pedidos de clemência por parte da filha, o juiz disse que não tinha escolha senão condená-la a 20 meses de prisão:

Emocionalmente, os tentáculos da sua decepção espalharam-se para longe e para todo o lado. O apelo da sua filha, feito como forma de evitar que eu a mande para a prisão, é comovedor e pode-se entender o porquê dela o fazer. Mas o tribunal tem que levar a cabo o seu trabalho público de punir aqueles que se comportam de forma criminosamente errada como você se comportou durante um largo período de tempo.

Não sinto que possa concordar com aqueles apelos (...).

O juiz disse que a mãe, que é de Conwy county, e que tinha observado "todas estas tragédias a evoluir, tem que suportar uma responsabilidade pesado devido a isso".

O advogado do Ministério Público (MP) afirmou que a vítima e a acusada haviam-se conhecido durante os anos 90. Semanas depois do relacionamento ter terminado, ela ligou para ele e combinaram um encontro na casa dos pais dela. Aí, ela disse que estava grávida e mentiu afirmando que ele era o pai da criança por nascer.

O homem passou 3 dias com ela no hospital, esperando pelo nascimento. O representante do MP disse:

Ele pensava que tinha uma filha e imediatamente começou a tratá-la como tal. A sua família tratava-a como tal. O verdadeiro pai foi deixado fora da situação.
Pouco depois do nascimento da filha, o homem deu início a um relacionamento com outra mulher, que se tornou sua esposa e com quem ele teve filhos.
A fraude que ocorreu durante os anos privou-o (a si e a sua família) de largas somas de dinheiro que, de outro modo, poderiam usufruir.
Ele pagou o infantário, as despesas escolares, as despesas médicas e a dívida de 3,683 euros (4,876 dólares) da mãe. Só no ano de 2008 é que dois amigos mútuos - um deles sabendo a verdade desde a altura em que a mulher estava grávida - disseram toda a verdade à vítima.
Sem surpresa alguma, ele sentiu-se chocado e inerte.
Um dos amigos disse que, ainda na altura em que ela estava grávida, tinha testemunhado a acusada e a sua irmã discutindo - a irmã exigindo a acusada que dissesse à vítima que ele não era o verdadeiro pai. A acusada havia dito que a vítima tinha posses e como tal poderia sustentar a criança.
Ela [a acusada] tinha andado numa escola privada e como tal, queria que a criança tivesse o mesmo privilégio.
Ela queria presentes caros para a criança - agora com 13 anos - como forma dela se manter ao mesmo nível que os seus amigos escolares.

Depois da notícia bombástica, o teste de paternidade foi ordenado pelo tribunal.

Claramente ele passou por muito, inclusive ter que lidar com a muito séria falsa alegação feita pela acusada à polícia.
Elen Owen, advogada de defesa, disse que a sua cliente tinha muitas dívidas e como tal não estava em posição para pagar a dívida. A advogada disse ainda que a fraude não foi financeiramente motivada (?!!).

Quando o juiz perguntou à advogada o porquê da sua cliente ter feito o que fez, a advogada disse:

Porque ela estava numa montanha russa e não havia altura certa para revelar a verdade a alguém que pensava ser o pai da criança. Ela estava practicamente numa posição impossível no que toca a ser totalmente honesta.
Entretanto, a vitima, um homem de meia idade, esteva presente no tribunal. Depois da sentença, ele abandonou o tribunal juntamente com a sua esposa, recusando-se a tecer qualquer tipo de comentário.

Fonte

* * * * * * *

Eventos como este geralmente passam por baixo do radar feminista e como tal, têm que ser os MRAs a divulgá-la.

Esta notícia encerra em si practicamente tudo o que há de mau com o sistema da pensão alimentícia, esquerdismo e ganância feminista.

Para começar, se a mulher tem 47 anos e a menina tem 13, isto significa que a mulher engravidou dele quando tinha 33/34 anos. Mesmo tendo essa idade, ela ainda variava de parceiro sexual como como quem troca de roupa. No espaço de 2/3 meses esta mulher conseguiu ter (pelo menos) 2 parceiros sexuais distintos sem que um deles soubesse da existência do outro (como parceiro sexual).

Depois de ter engravidado sabe-se-lá-de-quem, ela escolheu o parceiro sexual com melhores posses em detrimento do genuíno pai da criança. Ou seja, contrariamente ao que a advogada de defesa diz (e em oposição ao que um dos amigos da vítima disse) a motivação primária (e provavelmente, única) foi a financeira. Ela pôs as suas necessidades financeiras acima da verdade e dos sentimentos do homem . . . . durante 13 anos!

A advogada diz ainda que "não havia altura certa para revelar a verdade". Treze anos são 156 meses, 4680 dias e 112320 horas. Durante esse tempo nunca houve "uma altura certa"? Qual é a altura certa para se dizer a um homem que a criança que ele está a sustentar não é sua?

Aparentemente a mentirosa ainda acusou o homem de "falsa alegação" quando este exigiu um teste de paternidade. Mesmo na eminência de ver a sua mentira desmascarada ela tentou culpar o homem por a ter posto em causa.

Outra coisa que convém reparar é a fragilidade do homem perante as mulheres tóxicas. Confiar numa é receita para o desastre. Contrariamente ao que se aconselha ao homem actual - rodeado que está por um elevado número de mulheres subscritoras das mentiras feministas - o homem acreditou no que esta mulher lhe disse e pagou por esse erro durante mais de uma década (literalmente).

Talvez a solução para isto seja o pai requisitar um teste de paternidade logo na altura do nascimento da criança. Se a mulher oferecer algum tipo de resistência, então pode ser que a criança que ele pensa ser sua seja de outro homem.



ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT