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domingo, 23 de setembro de 2012

Cultura de estupro ou cultura de falsas alegações?

Rosie Dodd, de 20, tinha estado a beber quando conheceu 3 homens, de 25, 23 e 21 anos. Depois de ter começado a apalpar um deles quando se encontrava no autocarro, teve relações sexuais consensuais com todos eles, Depois de ter contado a uma amiga que se sentia "suja", mentiu à polícia e disse que havia sido "violada."

Os 3 homens, dois deles estudantes, sofreram um "pesadelo" durante o tempo em que foram intimamente examinados e apreendidos pela polícia. Mas depois das polícia se ter apercebido das inconsistências do testemunho de Rosie, ela admitiu ter inventado a questão da violação. Como resultado disso, ela foi colocada atrás das grades.

Nas redes sociais, Dodd tinha uma série de fotos suas ao lado de vários homens, aparentemente exibindo-os como troféus.

Enquanto a mandava para a prisão, o Juiz do tribunal em Nottingham, John Milmo, disse:

Nenhum destes homens havia alguma vez visto o interior duma cela. Se estas acusações tivessem seguido para julgamento, eles seriam injustamente acusados. Só passados 10 dias a seguir ao evento é que a polícia conseguiu falar consigo. Foi aí que você admitiu que as suas alegações eram totalmente falsas. Segundo sei, do seu ponto de vista era mais fácil dizer mentiras do que dizer a verdade. Não sei o porquê de você ter inventado estas alegações falsas.

Os eventos.

Nottingham - Em Junho passado, Rosie Dodd esteve a beber de forma descontrolada (8 vodkas) tendo acabado num casino onde se deparou com um dos seus muitos ex-namorados. Através dele, ela conheceu o trio, com quem, posteriormente, viajou de autocarro até uma casa na área de Clifton. Durante a viagem, Rosie começou a apalpar um dos homens e quando chegaram à casa, ele teve sexo consensual com os três.

Depois do evento, Rosie enviou um SMS à uma amiga alegando que se sentia "suja" com o que havia acontecido, e mais tarde alegou ter sido violada pelos três. Os homens, que não foram identificados, foram presos acusados de violação, e passaram 50 horas na prisão antes de terem sido libertos sob fiança.

Depois da investigação policial ter levantado suspeitas em torno do seu testemunho, Rosie não só admitiu ter tido sexo consensual com os três, como admitiu ter inventado a história devido ao facto de estar arrependida de ter dormido com os três.

No entanto, a polícia alegou que Dodd não só não mostrou qualquer tipo de arrependimento, como exibia no seu perfil nas redes sociais que ela estava "Num Relacionamento." Ela foi acusada de perverter a justiça, declarando-se posteriormente como culpada deste crime.

As Vítimas

O tribunal ficou a saber que uma das suas vítimas havia recentemente terminado a universidade, mas o que deveria ter sido um momento de celebração tornou-se num "pesadelo." Outra vítima, que também é um estudante, disse que a investigação médica que se seguiu foi "horrível", e que se sentiu envergonhado por ter que detalhar o sexo consensual que tiveram.

Um dos homens disse temer que os seus planos de ir trabalhar com crianças nos EUA seja prejudicado por este episódio, embora a polícia tenha alegado que todos os indícios desta investigação seriam removidos dos seus ficheiros. Nenhum deles tinha antecedentes criminais.

A detective Gina Farrell, que liderou a investigação, disse:

Nós levamos a sério todos as alegações de violação ou de assédio sexual, mas cedo se tornou óbvio que haviam inconsistência com o depoimento da Rosie. Os 3 homens acusados de violação estavam visivelmente afectados pelas acusações, mas Dodd não exibia qualquer tipo de remorso por aquilo que a que ela havia sido submetida. O tempo que os nossos oficiais investiram neste caso poderia ter sido gasto com alguém que realmente precisava da nossa ajuda.

O detective-inspector Stephen Waldram, chefe da Equipa Investigação de Violação local, disse:
Lembro a todos os que têm planos de levantar falsas acusações para pensarem duas vezes. Nós levamos a cabo investigações minuciosas e como tal, as suas mentiras serão expostas.

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Dificilmente ela ficará na prisão por todo o tempo da sentença, mas ao menos os 3 homens foram ilibados de mais esta tentativa de não assumir as consequências dos seus actos (tão comum hoje em dia). Aparentemente a cultura que existe é a da falsa acusação de violação ; "a cultura de estupro" só existe na mente de pessoas determinadas a colocar as mulheres num permanente estado de vítima.

[ACTUALIZAÇÃO - 26/12/2012: Presa por dois anos]

sábado, 16 de junho de 2012

Mulher ameaça homem com alegações de violência doméstica como forma de expulsá-lo de casa

Um antigo promotor de "Albany County District Attorney's Office" chamado William Conboy III, de 35 anos, e a sua esposa Kelly Conboy, de 33 anos, envolveram-se numa amarga batalha de divórcio e custódia quando Kelly Conboy reportou à polícia que o seu marido lhe tinha apertado o pescoço, lançado para o chão, pontapeado no pescoço arrastado a bota do seu pescoço até ao seu peito.

O marido alegou que todas estas acusações eram falsas.

Segundo o advogado do marido, as alegações de Kelly (a esposa) coincidiram com eventos importantes na disputa de custódia que se gerou com o divórcio. Kelly Conboy recebeu os papéis de divórcio no dia 19 de Dezembro de 2011. Os registos mostram que no mesmo dia, mas mais tarde, Kelly enviou um email ao "Assistant District Attorney", o principal promotor dos casos evolvendo crimes sexuais em Albany County. O email dizia:

Preciso de saber e falar com quem quer que está a tomar conto do meus caso ASAP. [ASAP = "As Soon As Possible" = o mais cedo possível]
Para além disso, só depois do juiz decidir que Kelly Conboy só poderia ter visitas supervisionadas com a sua filha é que ela oficialmente deu início ao processo contra o marido William Conboy. Ele tentou provar que as acusações eram falsas, mas, tal como a reportagem da WNYT declara, "como um jovem promotor, William Conboy sabia que ele se encontrava na difícil posição de ser forçado a provar uma negativa. Dito de outra foma, ele teria que provar que nada havia acontecido.."

O caso estava pronto para ir a tribunal, o júri havia já sido escolhido, mas o caso foi rejeitado mesmo antes das alegações iniciais. A testemunha-chave da acusação, a própria Kelly Conboy, recusou-se a estar presente no tribunal.

O advogado de William Conboy estava pronto para passar a gravação duma conversa que o marido havia tido com a esposa onde se ouvia a mesma a ameaçá-lo com uma falsa acusação. A raiva e a atitude vingativa da voz de Kelly Conboy são indescritíveis:

Kelly: Quero que saibas o que vai acontecer.

Bill: Ok

Kelly: Se tu não sais de casa até ao final do dia, vou ligar ao Departamento Policial de Alban, dizer que tu me agrediste, e pedir uma ordem de protecção contra ti para a próxima semana.

Bill: Vais inventar uma história qualquer e dizer que eu te agredi?

Kelly: Sim, sem dúvidas.

Bill: kel, porque é que farias uma coisa dessas?

Kelly: Porque é que eu faria uma coisa dessas? Para te por fora de casa. Essa é a razão.

A gravação foi mais do que suficiente para que todas as acusações contra Bill Conboy fossem rejeitadas. Segundo o advogado do marido, embora este não tenha planos de processar a sua esposa, isso pode já não estar dentro do seu âmbito de escolha uma vez que um promotor especial foi escolhido para rever o caso.

O advogado da Kelly Conboy afirmou o seguinte a um repórter:

Isto não foi um acto de vingança por parte da srª Mrs. Conboy. A razão pela qual ela resolveu não testemunhar prende-se com a sua crença de que isso apenas pioraria a sua relação com o sr Conboy e isso poderia ter um impacto negativo na filha de ambos.
Ele ressalvou que a gravação ocorreu depois da alegada violência doméstica e que a mesma "não prova que nada aconteceu".

O advogado disse ainda que a sua cliente mantém as suas alegações.

Fonte

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Resumindo, uma mulher vê-se na eminência de ter acesso limitado à sua filha, e como resultado disso, tenta usar o sistema legal como forma de expulsar o marido da sua própria casa e limitar o acesso deste à sua filha. Para seu azar, o marido gravou a sua conversa telefónica.

Esta estúpida estava disposta a mentir ao tribunal como forma de expulsar um homem da sua própria casa e manter a custódia da filha de ambos. Segundo algumas feministas, as mulheres não mentem em questões de violência doméstica ou abuso sexual.

Mais uma evidência forte de que uma mulher não precisa de ser uma militante feminista para usar o sistema legal misândrico para seu proveito. Da forma como as coisas estão construídas, o homem é considerado culpado até prova em contrário. Para ter o sistema legal, a imprensa e practicamente toda a sociedade do seu lado, tudo o que uma mulher tem que dizer é "ele agrediu-me" ou "ele violou-me". Nenhum evidência é necessária para confirmar esta alegação; basta a sua palavra.

E isto é na suposta sociedade que "oprime" as mulheres.


domingo, 29 de abril de 2012

Homem pagou pensão alimentícia durante 13 anos pensando que a filha era sua

Mulher que, durante 13 anos, causou a que o antigo parceiro acreditasse que ele era o pai da sua filha, foi presa. A mentirosa de 47 anos, que, como é comum quando o criminoso é uma criminosa, não pode ser identificada por nome, enganou o homem e ficou com cerca de 59.819 euros (79,237 dólares) seus, gastando a quantia em educação privada e prendas caras.

Quando ela compareceu perante o Caernarfon Crown Court (norte do País de Gales), admitiu 15 ofensas de engano. Apesar dos pedidos de clemência por parte da filha, o juiz disse que não tinha escolha senão condená-la a 20 meses de prisão:

Emocionalmente, os tentáculos da sua decepção espalharam-se para longe e para todo o lado. O apelo da sua filha, feito como forma de evitar que eu a mande para a prisão, é comovedor e pode-se entender o porquê dela o fazer. Mas o tribunal tem que levar a cabo o seu trabalho público de punir aqueles que se comportam de forma criminosamente errada como você se comportou durante um largo período de tempo.

Não sinto que possa concordar com aqueles apelos (...).

O juiz disse que a mãe, que é de Conwy county, e que tinha observado "todas estas tragédias a evoluir, tem que suportar uma responsabilidade pesado devido a isso".

O advogado do Ministério Público (MP) afirmou que a vítima e a acusada haviam-se conhecido durante os anos 90. Semanas depois do relacionamento ter terminado, ela ligou para ele e combinaram um encontro na casa dos pais dela. Aí, ela disse que estava grávida e mentiu afirmando que ele era o pai da criança por nascer.

O homem passou 3 dias com ela no hospital, esperando pelo nascimento. O representante do MP disse:

Ele pensava que tinha uma filha e imediatamente começou a tratá-la como tal. A sua família tratava-a como tal. O verdadeiro pai foi deixado fora da situação.
Pouco depois do nascimento da filha, o homem deu início a um relacionamento com outra mulher, que se tornou sua esposa e com quem ele teve filhos.
A fraude que ocorreu durante os anos privou-o (a si e a sua família) de largas somas de dinheiro que, de outro modo, poderiam usufruir.
Ele pagou o infantário, as despesas escolares, as despesas médicas e a dívida de 3,683 euros (4,876 dólares) da mãe. Só no ano de 2008 é que dois amigos mútuos - um deles sabendo a verdade desde a altura em que a mulher estava grávida - disseram toda a verdade à vítima.
Sem surpresa alguma, ele sentiu-se chocado e inerte.
Um dos amigos disse que, ainda na altura em que ela estava grávida, tinha testemunhado a acusada e a sua irmã discutindo - a irmã exigindo a acusada que dissesse à vítima que ele não era o verdadeiro pai. A acusada havia dito que a vítima tinha posses e como tal poderia sustentar a criança.
Ela [a acusada] tinha andado numa escola privada e como tal, queria que a criança tivesse o mesmo privilégio.
Ela queria presentes caros para a criança - agora com 13 anos - como forma dela se manter ao mesmo nível que os seus amigos escolares.

Depois da notícia bombástica, o teste de paternidade foi ordenado pelo tribunal.

Claramente ele passou por muito, inclusive ter que lidar com a muito séria falsa alegação feita pela acusada à polícia.
Elen Owen, advogada de defesa, disse que a sua cliente tinha muitas dívidas e como tal não estava em posição para pagar a dívida. A advogada disse ainda que a fraude não foi financeiramente motivada (?!!).

Quando o juiz perguntou à advogada o porquê da sua cliente ter feito o que fez, a advogada disse:

Porque ela estava numa montanha russa e não havia altura certa para revelar a verdade a alguém que pensava ser o pai da criança. Ela estava practicamente numa posição impossível no que toca a ser totalmente honesta.
Entretanto, a vitima, um homem de meia idade, esteva presente no tribunal. Depois da sentença, ele abandonou o tribunal juntamente com a sua esposa, recusando-se a tecer qualquer tipo de comentário.

Fonte

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Eventos como este geralmente passam por baixo do radar feminista e como tal, têm que ser os MRAs a divulgá-la.

Esta notícia encerra em si practicamente tudo o que há de mau com o sistema da pensão alimentícia, esquerdismo e ganância feminista.

Para começar, se a mulher tem 47 anos e a menina tem 13, isto significa que a mulher engravidou dele quando tinha 33/34 anos. Mesmo tendo essa idade, ela ainda variava de parceiro sexual como como quem troca de roupa. No espaço de 2/3 meses esta mulher conseguiu ter (pelo menos) 2 parceiros sexuais distintos sem que um deles soubesse da existência do outro (como parceiro sexual).

Depois de ter engravidado sabe-se-lá-de-quem, ela escolheu o parceiro sexual com melhores posses em detrimento do genuíno pai da criança. Ou seja, contrariamente ao que a advogada de defesa diz (e em oposição ao que um dos amigos da vítima disse) a motivação primária (e provavelmente, única) foi a financeira. Ela pôs as suas necessidades financeiras acima da verdade e dos sentimentos do homem . . . . durante 13 anos!

A advogada diz ainda que "não havia altura certa para revelar a verdade". Treze anos são 156 meses, 4680 dias e 112320 horas. Durante esse tempo nunca houve "uma altura certa"? Qual é a altura certa para se dizer a um homem que a criança que ele está a sustentar não é sua?

Aparentemente a mentirosa ainda acusou o homem de "falsa alegação" quando este exigiu um teste de paternidade. Mesmo na eminência de ver a sua mentira desmascarada ela tentou culpar o homem por a ter posto em causa.

Outra coisa que convém reparar é a fragilidade do homem perante as mulheres tóxicas. Confiar numa é receita para o desastre. Contrariamente ao que se aconselha ao homem actual - rodeado que está por um elevado número de mulheres subscritoras das mentiras feministas - o homem acreditou no que esta mulher lhe disse e pagou por esse erro durante mais de uma década (literalmente).

Talvez a solução para isto seja o pai requisitar um teste de paternidade logo na altura do nascimento da criança. Se a mulher oferecer algum tipo de resistência, então pode ser que a criança que ele pensa ser sua seja de outro homem.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Justiça do Rio condena mulher [tóxica] que enganou ex sobre paternidade

A Justiça do Rio condenou uma mulher a indemnizar, por danos morais, o ex-namorado que acreditava ser o pai de seu filho. A decisão, do dia 30 de Novembro, foi divulgada nesta Quarta-Feira pelo Tribunal de Justiça.

De acordo com o processo, o casal manteve um breve relacionamento e, posteriormente, o ex-namorado foi procurado porque seria pai da criança. Ele registou o bebé e passou a pagar uma pensão de R$ 100 por mês.

A mãe teria colocado empecilhos ao convívio entre o suposto pai e a criança. O homem resolveu pedir um exame de DNA, que provou que ele não era pai do bebé.

Na acção, a mulher alega que agiu de boa-fé já que não sabia que o ex não era o pai da criança. Ela, porém, não negou que manteve um relacionamento com outro homem enquanto namorava a vítima.

A 10ª Câmara Cível do TJ-RJ decidiu, por unanimidade, manter a decisão em primeira instância, mas reduziu o valor da indemnização de R$ 15 mil para R$ 10 mil.

"De facto, a questão não se resume ao pagamento de alimentos (...), mas no grande impacto que tal notícia exerce na vida de um homem, além do evidente envolvimento emocional do autor com a criança, em situação que se perpetuou por, pelo menos, três anos", disse o desembargador Gilberto Dutra Moreira na decisão.

A defesa da mulher ainda pode recorrer.

.....

Tanto feminismo numa só notícia.

  • PRIMEIRO, porque é que ela não disse ao homem que havia a hipótese dele não ser o pai?
  • SEGUNDO, porque é que ela não entrou em contacto com o OUTRO homem (quase de certeza um cafa/alfa) a exigir que ele assuma a paternidade?
  • TERCEIRO, que "boa-fé" é essa em que ela mente para um homem como forma de ficar com o dinheiro do mesmo?
  • QUARTO, se ela realmente acreditava que ele era o pai, porque é que ela levou a cabo esforços para impedir qualquer contacto entre o pai e a criança? Que tipo de mulher é esta que usa uma criança nos seus jogos psicológicos contra o próprio pai da mesma?

A falta de carácter deste mulher feminista ficou patente no seu romance com outro homem enquanto ainda estava com o alegado pai da criança. Este é o resultado de meio século de indoutrinação feminista.

A esmagadora maioria das mulheres de hoje têm uma forma de pensar muito semelhante a da mulher falada na notícia. Há muitas excepções, mas a maioria usa de todos os meios para levar a cabo os seus desejos, mesmo que para isso tenha que usar crianças inocentes, ou mentiras graves (ou o sistema legal).

Eis a mulher feminista no seu "melhor".

Aconselha-se a leitura deste blogue para se vêr como as mulheres tóxicas estão a destruir a família por motivos puramente egoístas.


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sedutora "loira e bonita" leva mangina à ruína

A paixão ardente de António, nome fictício, 57 anos, por uma brasileira "loura e bonita", de 28 anos, acabou por o levar à ruína. Em quatro anos ficou sem 160 mil euros, as poupanças da família, dois carros e a casa onde reside, no concelho de Porto de Mós, que estava paga e tem agora uma hipoteca. Sentindo-se burlado, apresentou queixa no Ministério Público.

"Dei-lhe tudo quanto me pediu, ela tem-me levado o dinheiro todo, mesmo depois de ter voltado para o Brasil, há dois anos", contou António ao CM, confessando que se apaixonou "perdidamente". "Acreditei que ela vinha para Portugal ter comigo, ela diz-me que vem no Natal e eu até já lhe paguei o bilhete de avião".

Desde finais de 2007, quando a conheceu através de um anúncio num jornal, António pagou várias cirurgias de aumento do peito à sua amada e comprou um café, em Leiria, para ela explorar com uma sobrinha, a quem pagou 20 mil euros pela festa de casamento com um português.

Mas o estabelecimento acabou vendido e o dinheiro usado para comprar uma loja de pronto-a-vestir, em Salvador da Baía, onde a jovem brasileira está a residir desde há dois anos.

Há alguns meses, ela veio a Portugal e comprou quatro mil euros em roupa, que António pagou, com o argumento de que "daria bom lucro no Brasil".

"Eu sei que é uma paixão maluca, o meu objectivo era ficar com ela, agora nem sei", conta António, adiantando que "ainda este mês lhe enviou "dinheiro para o Brasil, por ela lhe ter dito: "Se gostas de mim prova-o, arranja-me mais dinheiro".

Ao ver-se na penúria, abandonado pela mulher e pela filha, António admite a custo ter sido enganado. Já fez três queixas, por burla, no Ministério Público, desistindo das duas primeiras.

Fonte


Só demorou 4 anos para se aperceber que estava a ser burlado. Pelo menos ela não engravidou de outro homem e fingiu que este pobre coitado era o pai - forçando-o assim a pagar pensão alimentícia para o resto da sua vida.

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