sábado, 17 de dezembro de 2016
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Dick Lamm e os 8 passos para destruir uma nação
O local da conferência estava preenchido pelas melhores e mais brilhantes mentes Americanas. Um brilhante professor universitário com o nome de Victor Davis Hansen falou do seu mais recente livro, "Mexifornia," explicando a forma como a imigração - tanto legal como ilegal - estava a destruir todo o Estado da Califórnia, e como ela (a imigração) iria marchar sobre todo o país e só parar quando tivesse destruído por completo o Sonho Americano.
Momentos mais tarde, Richard D. Lamm, antigo Governador do Colorado, levantou-se e fez um discurso assombroso sobre como destruir a América. A audiência ouviu enfeitiçada à medida que ele descrevia 8 passos através dos quais isto poderia ser conseguido. Ele disse:
Primeiro, para destruir a América, transformem o país num país bilíngue ou multilingue ou bicultural.
A História já demonstrou que nenhuma nação consegue sobreviver à tensão, ao conflicto ou ao antagonismo de duas ou mais línguas e culturas em competição. Para o indivíduo, é uma bênção ser bilíngue, mas para a sociedade, isso é uma maldição. O historicamente letrado Symour Lipset colocou as coisas desta forma:
Lemm continou dizendo: Segundo, para destruir a América,
Terceiro:
Lamm disse ainda:
Quarto, eu iria fazer do nosso grupo demográfico em maior crescimento o grupo com menos formação. Eu iria acrescentar uma segunda subclasse, não-assimilada, sem-formação e antagónica à nossa população. Eu iria fazer com que esta subclasse tivesse uma taxa de abandono escolar na ordem dos 50%.
O meu quinto ponto para destruir a América seria fazer com que as grandes fundações e o grande capital disponibilizassem imenso dinheiro a estes esforços. Eu iria investir na identidade étnica, e iria estabelecer o culto da "Vitimologia". Eu iria fazer com que as minorias pensassem que a sua falta de sucesso é culpa da maioria. Iria dar início a uma industria dos queixosos, culpando os falhanços da minoria na maioria da população.
O meu sexto ponto para a destruição do América seria incluir dupla-nacionalidade, e promover lealdades divididas; eu iria celebrar a diversidade e não a unidade. Eu iria colocar um ênfase acrescido nas diferenças e não nas semelhanças. Um pouco por todo o mundo, as pessoas estão mais activamente envolvidas no ódio mútuo, quando não se estão a matar uns aos outros. Uma sociedade diversa, pacífica e estável é algo contra a maior parte dos precedentes históricos.
As pessoas subvalorizam a unidade que é necessária para manter uma nação unida. Olhem para os antigos Gregos. Os Gregos acreditavam que pertenciam à mesma raça; eles tinham a mesma língua, a mesma literatura e adoravam os mesmos deuses. Toda a Grécia participava nos jogos Olímpicos. Um inimigo comum, a Pérsia, ameaçou a sua liberdade, no entanto estes laços não foram suficientes para superar dois factores: o patriotismo local e as condições geográficas que fomentavam as divisões políticas. A Grécia caiu.
"E. Pluribus Unum", de muitos, um. Nessa realidade histórica, se colocarmos um ênfase no "Pluribus" e não no "Unum", iremos balcanizar a América tal como aconteceu no Kosovo.
Seguidamente, eu iria fazer com que todos os tópicos estivessem para além do aceitável; faria com que falar contra a seita da "diversidade" fosse um tabu. Iria arranjar uma palavra semelhante ao significado que a palavra "herético" tinha no século 16 de modo a acabar com a discussão e paralizar o pensamento. Palavras tais como "racista" ou "xenófobo" acabam com a discussão e com o debate.
Havendo feito da América um país bilíngue/bicultural, havento estabelecido o multiculturalismo, tendo grandes fundações a financiar a doutrina da "vitimologia". seguidamente eu iria tornar impossível a tarefa de fazer cumprir as leis da imigração. Iria criar um mantra: Visto que a imigração foi boa para a América no passado, então a imigração deve ser sempre boa. Iria gerar um simetria em cada imigrante individual e ignorar o impacto acumulado de milhões deles.
No último minuto do seu discurso, o Governador Lamm limpou o suor da sua testa. Seguiu-se um profundo silêncio. Finalmente, ele disse:
Não houve aplausos. Um medo congelante subiu suavemente, tal como uma nuvem, e pairou por cima de todos os que se encontravam na conferência. Todos os Americanos que se encontravam naquela sala sabiam que tudo o que Lamm havia enumerado estava a proceder de forma metódica, silenciosa, sombria, mas no entanto difusa por todos os Estados Unidos de hoje.
A discussão tem sido suprimida. Mais de 100 línguas estão a rasgar os fundamentos no nosso sistema de ensino e da nossa coesão nacional. Todas as culturas bárbaras que practicam mutilação genital feminina estão em crescimento à medida que celebramos a "diversidade". Os empregos Americanos estão a fugir para o Terceiro Mundo à medida que as grandes empresas criam um Terceiro Mundo nos EUA.
Reparem no que está a acontecer na Califórnia e em outros estados: milhões de imigrantes em crescimento. Isto é remanescente do livro de George "1984." Nessa história, três slogans estão gravados no edifício do Ministério da Verdade: "Guerra é paz," "Liberdade é escravatura," e "Ignorância é força."
O Governador Lamm caminhou de volta para o seu assento. Todas as pessoas de conferência aperceberam-se que a nossa nação e o futuro desta grande democracia estão em perigo, e a piorar rapidamente. Se nós não pararmos este monstro da imigração no espaço de 3 anos, ele irá varrer a Califórnia como um fogo florestal e destruir tudo o que lhe atravessar no caminho - especialmente o Sonho Americano. (...)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Escola Primária Inglesa acusada de ser "demasiado Branca"
No seu relatório, os inspectores disseram que a escola ainda "não era proeminente" porque o desenvolvimento cultural dos alunos encontrava-se limitado "devido à falta duma experiência em primeira mão da composição diversa da sociedade Britânica". Este gesto seguiu-se uma agitação de inspecções por parte da Ofsted introduzidas depois do plano "Cavalo de Tróia" de Birmingham, que tinha como propósito impor valores islâmicos da linha-dura nas escolas estatais.
Actualmente é dito às escolas que coloquem os valores Britânicos fundamentais no centro do horário, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com as diferentes confissões religiosas e crenças. Mas as reformas já foram criticadas por terem um efeito de arrastamento nas escolas religiosas e nas escolas dominadas por alunos dum particular grupo étnico.Durante o mês passado, foi alegado que uma pequena escola Cristã dos Home Counties havia sido penalizada por não ter convidado líderes de outras religiões - tais como imãs - para liderar as assembléias.
Comentado este caso, Sir Edward Leigh, o MP Conservador para Gainsborough, disse que ele havia escrito para Nicky Morgan, Secretária para a Educação, "levantando uma objecção tenaz aos novos assim-chamados regulamentos para a "igualdade" que ela está a implementar nas escolas. Isto é um caso dum politicamente descontrolado. A escola primária de Middle Rasen é proeminente segundo qualquer tipo de padrão. O multiculturalismo é algo irrelevante em Lincolnshire, consequência do seu baixo número de minorias étnicas que já são bem vindas e já estão bem integradas nas nossas comunidades locais, tal como tem que ser."
Mas a escola perdeu a chance de ser classificada de "Proeminente" por ocasionalmente falhar ao não dar trabalho difícil e conferir aos funcionários chances de melhorarem as suas capacidades. Num gesto importante, a escola foi também alvo dum downgrade por limitar os alunos duma "experiência em primeira mão" da sociedade moderna. O relatório dizia:
A escola tenta agora estabelecer parcerias com escolas do interior das cidades como forma de lidar com estas preocupações. Melonie Brunton, a professora-chefe, disse que as viagens escolares normalmente envolvem visitas ao campo, a quintas e jardins zoológicos, mas que agora ela encontrava-se focada em visitas a mesquitas e fábricas.
Os comentários da Ofsted foram criticados pelos pais. Jodie Miller, de 35 anos e com uma filha de 6 anos que frequenta a escola, disse:
Benjamin Bannan, de 33 anos e pai de duas crianças, disse:
O Reverendo Charles Patrick, que era o líder dos governadores por altura do relatório, disse:
A Ofsted negou que a escola tenha recebido um downgraded exclusivamente por um motivo só:
* * * * * * *
O motivo que leva a que os líderes Ocidentais tentem "diversificar" as áreas de maioria Branca prende-se com o seu propósito de tornar essas mesmas zonas numa amálgama de etnias, confusa e desordenada, facilmente controlada pela elite. Esse plano de "diversificação" forçada, e genocídio étnico, pode ser lido neste texto.
sábado, 18 de janeiro de 2014
O verdadeiro propósito da "diversidade"
Qualquer pessoa que se posicione contra a indoutrinação da "diversidade" estando empregada numa grande companhia, está a cometer suicídio profissional, tal como você disse. Quando os líderes duma companhia não se importam com o que os seus gestores dizem em relação a manter um bom profissional, torna-se óbvio que eles trabalham para os banqueiros.
Sabe duma coisa interessante em relação ao treino em torno da "diversidade" na minha antiga companhia? Quando o requerimento para terminar o treino foi recebido por email, todos os homens do meu grupo receberam o email com insatisfação e com queixas. Todos eles odiaram-no! Há algo nos homens, bem dentro deles, que faz com que eles sintam repulsa por este lixo de treino em favor da diversidade. É ofensivo e insultuoso para a inteligência e honra dos homens assistir a este vídeo estúpido sobre a diversidade que fala com eles como se eles estivessem na primeira classe.
Sou um homem branco, casado e com fortes princípios Cristãos e tenho a sorte de ter uma esposa que me apoiou na minha decisão. Ela disse-me o quão orgulhosa ela está por eu estar disposto a perder todos os meus benefícios laborais devido aos meus princípios. - Gary
Mais um artigo perspicaz por parte do Henry que ressoou de maneira bem forte em mim. Sou um estudante na Austrália que teve o azar de estudar ciências sociais numa suposta universidade "Católica" aqui em Melbourne.
O meu azar é ainda maior visto que eu sou um dos dois homens da turma. Desde o primeiro dia que tive que ouvir palestra após palestra a atacar tudo o que era bom e decente ao mesmo tempo que louvavam tudo o que era feminista, anti-família e anti-Cristão (sim, isto numa universidade Católica!). (...)
Todas as minhas palestrantes são mulheres e todas elas são feministas militantes. Tive que manter os meus pensamentos para mim durante os primeiros dois anos (por mais difícil que tenha sido) mas tive que estabelecer limites durante uma leitura que nos foi apresentada, escrita por um activista homossexual, que colocava em causa a inocência das crianças. Escrevi que este tipo de coisas não ajudava a refutar os medos em torno da natureza pederasta de ALGUNS homossexuais.
A resposta (proveniente do chefe do departamento de sociologia) foi um discurso retórico com 200 palavras, qualificando-me de "homofóbico" e avisando-me de modo bem claro que este tipo de escrita não era aceitável. (O resto do meu trabalho mal foi mencionado.)
Tudo isto numa revista que estava estruturada para ser uma "resposta crítica" às leituras oferecidas.
Graças a Deus pela "diversidade" e pela "liberdade de pensamento"...... desde que tu penses como eles querem que tu penses.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Diversidade na natação (mesmo que alguém morra)
Num chocante caso de acção afirmativa fora de controle, oficiais duma importante cidade americana encontram-se a recrutar membros de minorias étnicas para serem nadadores-salvadores em piscinas públicas, mesmo que não sejam bons nadadores. Tudo isto é em nome da diversidade.
“Sinceramente, tenho um bocado de medo da água e como tal, queria superar esse medo," afirmou o estudante secundário Jesus Jimenez. Ele não cresceu fazendo viajens para as piscinas com os pais, mas mesmo assim, ele gosta da ideia de ser nadador-salvador.
“É bom ter a satisfação de saber que se alguém se encontra em apuros, tu podes salvá-lo em qualquer altura," afirmou ele.
Se ele for escolhido para ser nadador-salvador, outros membros do staff das piscinas trabalharão com ele durante todo o Verão como forma de melhorar as suas habilidades como nadador.
Quem diz da natação, diz de qualquer outra actividade ou área social onde há uma disproporcional ausência de membros de algumas minorias étnicas (universidades, posições de liderança em empresas, bancos, política, etc). O racismo pode explicar parte desta ausência, mas o motivo maior são as escolhas levadas a cabo por esses mesmos membros dessas etnias.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Como funciona o Marxismo Cultural nas universidades
Eu sou actualmente um estudante do segundo ano a frequentar uma universidade esquerdista americana. O "Politicamente Correcto" circula de forma descontrolada na faculdade - como eu sei que circula de igual modo em muitas outras universidades do mundo ocidental. Como todos nós sabemos, o batalhão PC (Politicamente Correcto) Esquerdista abomina discussões abertas e é precisamente por isso que eu escrevo este texto. Ao documentar o Modus Operandi das instituições actuais controladas pelos marxistas culturais, espero honestamente ser capaz de influenciar outros estudantes com a mesma visão que a minha - demasiado intimidados para falar abertamente - e conduzi-los na direcção certa.
Este ensaio é uma breve exposição das minhas experiências até ao dia de hoje. Nas secções que se seguem, escreverei mais sobre as minhas interacções com o corpo directivo da faculdade, com outros estudantes, e escreverei também mais sobre os métodos draconianos através dos quais os estudantes são indoutrinados, intimidados e, por fim, atraídos para a visão Marxista [cultural] do mundo.
Fomentando uma Cultura de Depravação.
Aquando do nosso primeiro dia na universidade, eu e os outros caloiros (cerca de 600 estudantes) tomamos parte dum seminário mandatório no auditório da faculdade. O tópico (surpresa!) era a "diversidade" e como nós tínhamos que "abraçar" este fenómeno. A palestra foi conduzida por um homem negro corpulento, que usou o humor e a inteligência para suavizar a mensagem.
O palestrante mostrou-nos um vídeo em particular - dum filme de comédia - onde um homem experimentava vários tipos de roupas "masculinas" numa tentativa de ter uma aparência menos feminia. Eventualmente, o homem do clip pára de se esforçar, coloca sobre si roupagem homo-erótica, sai do sítio onde está e toma parte duma parada homossexual. Enquanto os outros estudantes riam-se com a cena o homem negro explicou-nos que não havia problemas em ser diferente (anormal). Ele concluiu afirmando que cada um de nós, independentemente da raça, sexo, preferência sexual, ou crença, "melhorava as pessoas à sua volta".
No dia seguinte tomamos parte duma apresentação com o nome de "Sex Life", liderado por uma lésbica "especialista" em saúde. Naturalmente, ela promoveu a cultura do sexo casual (inglês: "hook-up culture") e disse maravilhas dos "benefícios" de se tomar parte em váris actos sodomisticos. Nenhuma menção foi feita às doenças que ameaçam os jovens estudantes que adoptam este estilo de vida, e nenhuma menção foi feita aos méritos de se abster do hedonismo Marxista, prefindo no seu lugar construir uma família.
Não; esta apresentação foi feita com o expresso propósito de me corromper e corromper os meus colegas universitários - isto sem qualquer tipo de protesto do corpo directivo, do clero ou dos profissionais médicos da faculdade.
Normalizando os Desvios.
Cerca de um mês após o início do ano escolar, o grupo activista homossexual da faculdade celebrou a sua semana anual “Coming Out Week”. [ed: "Coming out" = assumir publicamente o seu homossexualismo e/ou "sair do armário"]. Durante uma semana, decorações com arco-íris cobriram o centro principal da faculdade, muitos rapazes vestiram-se como raparigas (e vice-versa), e um pregador homossexual veio até à universidade para "refutar" as passagens Bíblicas que condenam o homossexualismo. Como sempre, não houve qualquer tipo de protesto. Os estudantes pareciam concordar que ser homossexual é completamente normal, ou pelo menos nada digno de se levantar oposição.
Quando eu tentei convencer vários estudantes de que tal comportamento não é normal, foi-me dito "Qual é o problema? Há pessoas que gostas de rapazes enquanto outras gostam de raparigas". Parecia que este era o consenso entre a maioria dos estudantes. As suas mentes foram corrompidas de tal forma pelo sistema educacional Marxista que são incapazes de distinguir o comportamento natural e saudável do comportamento anti-natural e prejudicial.
Para além disso, e durante o Outono, o nosso grupo "Young Feminist" leva a cabo o seu "Slut Walk" anual [ed: Marcha das Vadias] onde a promiscuidade é promovida entre os jovens.
O local onde estudo foi sufocado pelo esquerdismo da linha dura e uma pequena minoria de pervertidos tomou conta do discurso. É uma pena que isto tenha ocorrido porque quem sofre com isto são os estudantes normais da faculdade. Como cereja no topo do bolo, a minha universidade adoptou uma legislação contra o "discurso de ódio", que proíbe o uso de linguagem crítica dirigida às minorias, aos homosexuais e aos outros "grupos oprimidos". Obviamente, o único grupo que não está protegido pelas leis do "discurso de ódio" é o grupo dos estudantes brancos.
Atacando a História e os Valores Americanos
Durante alguns feriados - Dia de Colombo, Dia de Acção de Graças ("Thanksgiving"), etc - os vários grupos da "diversidade" levam a cabo seminários/apresentações em torno da forma como estes feriados injustamente celebram actos da "maldade do homem branco." O grupo Africano, o grupo Latino, e alguns outros grupos menos proeminentes, espalham pela faculdade panfletos publicitando os seus eventos, onde - supostamente - se "revelará a verdade" (sobre o Dia de Colombo e os outros feriados).
Com relativa frequência, a nossa faculdade recebe um palestrante convidado que nos fala do racismo, do aquecimento global, da grandeza de Obama, ou dos méritos da diversidade. Todos os grupos da "diversidade" - desde aqueles que fomentam a depravação sexual até aqueles que promovem uma mensagem contra os brancos - são tornados viáveis devido ao "concílio da diversidade" da faculdade, do qual falarei num próximo ensaio.
Esta mentalidade anti-brancos foi visivelmente má durante as recentes eleições presidenciais. Uma esmagadora maioria do local onde estudo é esquerdista, e desde logo, vota no partido Democrata. Depois de eu ter votado, falei com raparigas brancas, estudantes do primeiro ano, que se econtravam particularmente alegres por terem votado no Obama. Depois de lhes ter dito que havia votado no Mitt Romney (devido à raiva que sentia contra o presidente actual), perguntei-lhes dos motivos que lhes levaram a votar no Obama. Uma delas disse que temia que Romney "proibisse o aborto", ao mesmo tempo que outra afirmou, "Sou mulher e como tal, eu tinha que votar no Obama..."
Aparentemente, muitas jovens mulheres erradamente acreditaram nas alegações feitas pelos órgãos de comunicação de que Romney era contra as mulheres e contra os seus direitos. Fiquei chocado ao ouvir estas mulheres justificarem as suas decisões com base na tolerância do candidato para a matança de bebés! Isto é, suponho, o quão baixo nós caímos.
Mais tarde, uma festa - consequente dos resultados das eleições - foi levada a cabo na zona central da faculdade. Por lá encontrava-se uma larga multidão, e eu ouvi muitos estudantes discutirem o "racismo" de Romney e os males que ele instalaria se por acaso se tornasse presidente. Havia uma ridicularização maciça levada a cabo contra os apoiantes de Romney, que eram qualificados de “ignorantes pacóvios, vítimas de lavagem cerebral" (quão irónico!).
Sempre que era anunciado que Obama havia vencido um estado, os estudantes manifestavam-se de forma efusiva como se a sua equipa favorita tivesse vencido a Super Bowl. Algumas das reacções mais caóticas foram levadas acabo pelos estudantes Africanos e Latinos - que nem sequer podiam votar. (...)
Quando Obama foi finalmente anunciado como vencedor, os estudantes enlouqueceram - arrancando todos os banners com a imagem de Romney e decapitando imagens suas presentes em cartazes de tamanho real. Este tipo de comportamento foi levado a cabo principalmente pelos estudantes brancos - muito provavelmente numa tentativa de limparem as suas almas devido ao "privilégio do homem branco" e devido à escravatura.
O que me surpreendeu de forma impactante foi a facção demográfica que apoiava Obama de forma mais vigorosa, e criticava Romney: as jovens mulheres brancas. Eram elas que pareciam mais jubilantes - mais ainda que os estudantes que pertenciam às minorias. Foram elas que acreditaram piamente nos mitos levantados contra os Republicanos, para além de acreditarem muitas esperanças numa recuperação económica liderada por Obama.
Tal como sabemos, elas tornaram-se num alvo particular dos Marxistas culturais quando estes se aperceberam do seu potencial como "classe oprimida". Havendo enganado as mulheres brancas com as mentiras da Esquerda, as taxas de natalidade dos brancos vão continuar a diminuir e, consequentemente, eles tornar-se-ão cada vez mais demograficamente irrelevantes.
...
Este ensaio serve como uma visão global das minhas observações. Tenho ainda que cobrir as mentiras esquerdistas que são ensinadas dentro das salas de aula, para além das formas através das quais o Marxismo Cultural manipula a mente dos mais jovens. Na minha próxima edição, escreverei mais sobre o "concílio da diversidade" da minha faculdade e os métodos que eles usam para amordaçar a discussão e intimidar os estudantes.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Diversidade na sinalização
O conceito da diversidade na Sinclair Community College engloba a aceitação, inclusividade, compromisso, e respeito mútuo entre os estudantes, os funcionários, os administradores, e entre os membros da comunidade no geral.
Embora talvez não tenha sido necessária a suspensão dos trabalhos, estamos firmes no nosso propósito de criar um ambiente inclusivo e não-discriminador.
Fonte
terça-feira, 6 de março de 2012
"Diversidade cultural" atinge casas de banho inglesas
Um dos benefícios do multiculturalismo é o de permitir que os contínuos (inglês: "janitor") da Universidade de Swansea (US) se mantenham ocupados, e, desde logo, assegurando assim os seus empregos. No entanto, parece que eles têm-se mantido demasiado ocupados.
Depois das mesmas terem sido encontradas num estado lastimoso, os responsáveis pela US colocaram sinais um pouco por todo o lado mostrando aos alunos a forma correcta de usar as instalações sanitárias
As imagens mostram a forma adequada - bem como a forma incorrecta - de usar a sanita.
Os responsáveis culparam as "diferenças culturais" por trás da forma como as casas de banho são usadas pelos alunos estrangeiros. Uma porta-voz pela universidade disse:
Os posters foram produzidos para lidar com as diferenças culturais que, infelizmente, estavam a causar danos e questões em torno da higiene.Um dos estudantes disse:A Universidade de Swansea é uma campus multicultural e os posteres informativos foram feitos de modo a serem usados tanto nas casas de banho masculinas como nas femininas.
A maior parte de nós considerou os posters como algo engraçado até que nos apercebemos que não eram uma anedota.Esta última frase aplica-se que nem uma luva ao conceito do multiculturalismo no geral. A maior parte das pessoas provavelmente gosta da ideia do multiculturalismo até lhes ser dito o que realmente isso é, e qual é o seu propósito final - a destruição da coesão interna da superior civilização ocidental.
Perguntas dirigidas as multiculturalistas militantes que possam ler este blogue: não será etnocêntrico desta universidade insistir que os estudantes provenientes do 3º Mundo usem as instalações sanitárias segundo o conceito Ocidental de saneamento?
Não deveria esta escola "abraçar a diversidade" mesmo que isso implicasse ter instalações sanitárias semelhantes a países como a Libéria ou Coreia do Norte? Ou será que o multiculturalismo deixa de existir quando se fala no uso que se deve dar à sanita?
Coisas que se aprendem na escola primária nas sociedades normais, aprende-se nas universidades nas sociedades controladas pelo esquerdismo. Bem, pelo menos os alunos estão a aprender alguma coisa.
terça-feira, 12 de julho de 2011
“Pluralismo” como desculpa para promover o secularismo radical na Europa
Será que ele não sabe que quem defende tal ideologia auto-contraditória tem em vista APENAS E SÓ a destruição da cultura cristã? Se não é esse um dos mais propósitos do multiculturalismo, porque será que o mesmo só é promovido no ocidente, tradicionalmente o bastião do cristianismo mundial?
Onde estão os multiculturalistas do mundo islâmico, por exemplo? Porque é que os promotores do "pluralismo" no ocidente não levam a sua mensagem para o oriente (bem mais monolítico) e anunciam a sua "boa nova" por lá?
Não o fazem porque não há cultura cristão dominante por lá, portanto, não há necessidade.
Hilary WhiteROMA, Itália, 5 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Diz-se que o infame Caso do Crucifixo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos é um exemplo do uso crescente da doutrina do “pluralismo” para suprimir as expressões públicas de convicções religiosas na Europa.Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu de Direito e Justiça (CEDJ), uma organização de proteção aos direitos civis, disse para a revista católica italiana Il Consulente RE na semana passada que o caso é só um exemplo do problema.Puppinck e o CEDJ estão também de olho nas tentativas do governo radicalmente secularista da Espanha de atacar os fundamentos cristãos desse país usando o “pluralismo”, notando o começo de um novo currículo cívico secularista nas escolas em que “não se permite” a objeção religiosa.Ele disse que esse currículo está na mesma escola filosófica que motivou o recente incidente em que o governo espanhol multou uma rede de televisão em 100 mil euros por ousar (http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/07/rede-de-televisao-da-espanha-e-multada.html) criticar as paradas de orgulho gay.“Sim, é a mesma mentalidade, que força os estudantes e não permite opiniões diferentes. O pluralismo, promovido como meio de descristianizar a cultura espanhola, exige que você aceite todas as condutas, mas exclui a possibilidade de juízos morais”.O CEDJ trabalha em grande parte no Conselho da Europa e no Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) em Estrasburgo, e esteve profundamente envolvido no caso Lautsi versus Itália em que o TEDH decidiu que crucifixos fossem removidos das escolas públicas italianas, de forma contraditória, na base da liberdade religiosa.Puppinck notou a ironia do tribunal “garantindo liberdade religiosa por meio da medida de impedir… o exercício da religião!” Ele disse que a decisão indica um dos dois maiores “desafios” que a sociedade ocidental enfrenta hoje: o islamismo militante e o secularismo.Ele notou que 21 países, (http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10072303.html) quase metade dos 47 países membros do Conselho da Europa, têm protestado contra a decisão ou estão apoiando a Itália no recurso. O apoio desses países, disse ele, mostra que a iniciativa de “certos juízes de impor um modelo ocidental secular na Europa inteira foi golpeado por uma oposição sem precedente”.“Aliás, vinte e um países defenderam publicamente a legalidade da presença de Cristo na sociedade. Esse é o aspecto mais importante da situação”.Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comVeja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10080509








