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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Duas mulheres espancam rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.



quinta-feira, 13 de março de 2014

O homem feminista é um perigo para as mulheres.

Brilhante sátira presente neste blogue.
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As mulheres que são perturbadas e oprimidas pelos homens estão a ser as primeiras a dar início ao confrontos físicos, normalmente pontapeando e esmurrando os abusadores masculinos; mas uma tendência preocupante em crescimento é que os homens estão a lutar de volta e, tal como diriam alguns misóginos, "a defenderem-se a eles mesmos". Os homens que practicam o feminismo começaram a tratar as mulheres como iguais e quando se chega ao momento das lutas, e embora existam muitas leis que punem os homens que o façam, eles continuam a fazê-lo.

Mas o que mais preocupa as feministas é a reacção que ocorre na internet; vídeos onde se vêem mulheres a atacar os homens e sendo nocauteadas logo de seguida quando os homens lutam de volta, estão a ser aplaudidos e louvados por uma larga maioria dos visualizadores. Uma das pessoas cuja atenção foi capturada por isto é Catherine Cockburn, da "Toronto Womyns Officer":

Isto é apenas mais uma das consequências de se viver numa sociedade pós-feminista. Se por acaso tu és uma mulher, e vais agredir um homem, certifica-te previamente que esse homem não é um feminista porque ele é mais susceptível de te tratar como igual, o que resultará em tu seres agredida como resposta.

(Estas "justificações" são encontradas por toda a
internet e em larga maioria os homens feministas são responsáveis por elas)
Cockburn aconselha as mulheres a evitar os homens feministas, e brevemente irá entrar com uma petição junto das autoridades de modo a que todos os homens feministas sejam registados tal como os criminosos sexuais e os pedófilos o são.

Não vale a pena discutir com um homem feminista do porquê eles nunca poderem agredir uma mulher. Primeiro, porque eles não têm masculinidade e são muito efeminados, e como tal, não dá para os envergonhar e dizer para eles "passarem a ser uns homens". Segundo, a emasculação e os homens feministas andam juntos. Não dá para ameaçar um homem emasculado porque ele já não tem mais nada a perder. Terceiro, e isto é o mais preocupante nos homens feministas, eles encontraram falhas morais como forma de justificar as suas acções quando estão a agredir uma mulher. As mais populares ou as semelhantes derivadas, são:

- "O homem tem permissão para exercer os seus direitos de legítima defesa"
- "Eu vou tratar as senhoras como senhoras quando elas começarem a agir como tal."
- "As mulheres quiseram igualdade, e com a igualdade chegam a igualdade nas responsabilidades e nas consequências"
- "Se vais agir como um homem, eu vou-te tratar como um homem!"

Se um homem te diz algo parecido com isto, ele é sem dúvidas um feminista, e eu apelo às mulheres para evitarem este tipo de homem e notificarem as autoridades competentes.

O vídeo que se segue mostra uma mulher lésbica que se defendia da misoginia e da homofobia quebrando o vidro da casa onde se encontrava, e esmurrando no nariz do dono antes de o provocar, incitando a que ele respondesse. O que esta mulher não sabia é que este era um homem feminista, e ele mostrou isso tratando a mulher como um homem, esmurrando-a na cabeça. O vídeo, que tem mais do que 500,00 visualizações, tem um taxa de aprovação de 83% (rácio entre o "Like" e "Dislike")


Desde que a comunidade Afro-Americana foi liberta pelo sufrágio feminino, ela tem tido uma série de "famílias" sem pai, ou matriarcados, que têm resultado no facto dos homens negros não terem sido educados por uma figura paterna sobre as condutas do cavalheirismo. Esse vazio é prontamente preenchido pelas ideias feminista de igualdade entre os homens e as mulheres.

No vídeo que se segue, que tem mais de 91% de aprovação e mais de 180,000 visualizações, uma mulher oprimida provoca repetidamente o homem, apesar dele tentar afastar-se dela.


Jessica Valenti, blogueira americana e escritora feminista, conhecida por ter fundado em 2004 o blogue feminista Feministing, alegou que o patriarcado está a usar a igualdade para oprimir as mulheres:

Actualmente, precisamos duma nova vaga de feminismo de modo a sermos mais iguais aos homens. Recentemente vi um vídeo no YouTube, que tem mais do que 500,000 visualizações, e muito mais "Likes" que "Dislikes", e inicialmente pensei que não era nada demais, que era um homem a esconder-se num armazém, defendendo-se do que eu pensei que fosse um homem agressivo a tentar agredi-lo. Mas depois olhei com mais atenção e vi que era uma mulher que estava a bater nele, e fiquei horrorizada pela forma como ele abusou dela, atirando-a literalmente para cima duma janela do vidro, ou a "defender-se", como diria um proponente da violação.

vídeo a que Valenti se refere tem mais do que 1 milhão de visualizações e uma taxa de aprovação na ordem dos 96%; o mesmo pode ser visto a seguir.
 

Valenti recomenda que as mães não amamentem os seus filhos de modo a que os rapazes não desenvolvam massa muscular (que no mundo industrializado de hoje é algo obsoleto e usado apenas para dominar e infligir violência nas mulheres), permitindo que as raparigas sejam iguais aos homens na força física, diminuindo assim as probabilidades dela ser violada. 

Isto já é um sucesso nas escolas, onde o sistema de ensino tem sido feminizado e padronizado de modo a que a raparigas possam, finalmente, competir com os rapazes, e ultrapassá-los, permitindo assim que todos possam trabalhar e aprender num ambiente seguro.




segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Qual é a maior ameaça que a mulher enfrenta hoje em dia?

Oprimida
Fonte

A colunista inglesa Esther Rantzen assistiu a um documentário televisivo que acompanhou o trabalho dos serviços de emergência, e ficou chocada com o comportamento das mulheres jovens:
O foco principal deste documentário chocante e desmotivador, filmado nos serviços de emergência em Blackpool, é o facto do maior perigo que as jovens mulheres, aqui na Grã-Bretanha, no ano de 2012, enfrentam não vir dum potencial estranho violento mas delas mesmas.
Ela continua:
Nunca como hoje houve tantas moças a paralisarem-se deliberadamente com bebedeiras, colocando-se a elas mesmas em perigo através das brigas e do porte de facas, e usando os punhos e linguagem ofensiva como armas. Tenho que perguntar, ecoando o tal policial e falando como mãe de filhas adolescentes, onde estão as mães destas raparigas brutalizadas e boçais?

Estas jovens mulheres parecem tão determinadas em se auto-destruírem que pergunto-me se elas alguma vez tiveram um exemplo cheio de amor, nomeadamente, a sua própria mãe.

...Será que isto acontece porque elas foram educadas a acreditar que as suas vidas não têm valor algum, o que lhes leva a ficar entorpecidas devido ao elevado consumo de álcool forte, gastando £100 por noite, se tiverem, bebendo 10 ou 12 copos de ‘Jager Bomb’ até vomitarem ou desmaiarem até  que sejam ajudadas?

...O mais chocante é a violência levada a cabo por estas raparigas. Elas não se ferem só a elas; elas ferem outras pessoas....O documentário da Channel 4 mostrou homens com sangue a escorrer pela cara abaixo, esfaqueados por mulheres que, segundo a polícia, andavam sempre com facas. ‘tal como telemóveis’, disse um policial, ‘nas suas bolsas’.
Esther Rantzen avança com um certo número de ideias como forma de explicar a ascensão desta cultura ladette. Gostei muito do seu instinto quando ela perguntou:
Será que é emancipação adoptar o comportamento dum homem bruto, violento e bêbado? O policial entrevistado pelo canal de TV disse que as bêbadas (inglês "binge drinkers") determinam-se a comportarem-se de forma pior que os homens. Se um homem tem 12 copos alinhados para beber, as mulheres tentarão acompanhá-lo.
Esta é a pergunta chave. O que é que significa ser uma "mulher emancipada"? O esquerdismo assume que o nosso sexo é uma camisa de forças, uma coisa que não escolhemos e que, portanto, limita a nossa autonomia. O esquerdismo assume também que os homens são um grupo privilegiado na sociedade, aqueles com  um padrão dourado de autonomia no estilo de vida..

Se colocarmos estas duas ideias lado a lado, o resultado é a ideia de que as mulheres são emancipadas quando elas conseguem provar que o sexo não importa, e que elas podem competir com o estilo de vida masculino. Se a masculinidade está grosseiramente associada à bebedeira e à violência, então isso torna-se na medida com a qual medir a "emancipação."

Contra isto, Esther Rantzen correctamente afirma algo decidamente não-esquerdista, nomeadamente, que existem qualidades femininas que são ao mesmo tempo inatas e admiráveis, e que fornecem "limites" (isto é, orientação) para o comportamento feminino:
Se uma mulher se torna numa banshee então algo correu mal. Quando observo a minha filha com o seu novo filho, confirmo a minha ideia de que as  mulheres são, instintivamente educadoras [inglês: "nurturers"] e que nós naturalmente respondemos à ternura.

As jovens mulheres presentes neste documentário parecem ter perdido esse instinto e, com isso, ter perdido todos os seus limites, expondo sem vergonha a sua pele a estranhos agarradores e bêbados, e vomitando sem vergonha. Com sorrisos arrogantes, elas gabam-se do quanto elas beberam,  proclamam nunca terem tido uma ressaca, ou alegam que ser esfaqueada por uma amiga foi um "acidente resultante da bebedeira."

Que tipo de mães elas se tornarão? Será que há esperança para os nossos filhos? Pode ser que sim; se eles tiverem exemplos, pode ser que sejam capazes de mudar o seu comportamento e a sua maneira de pensar.

A reveladora série da ITV com o nome de Ladettes To Ladies mostrou raparigas como estas, bebendo e a seguir vomitando, usando todas os palavrões do vocabulário, lutando e tendo encontros sexuais inconsequentes, ao mesmo tempo que acreditam  que provaram que a elas mesmas que podem ser "tão boas como os homens".
* * * * * * *

É trágico que o zeitgest cultural tenha indoutrinado o sexo complementar a subscrever a errónea mas ideologicamente útil noção de que validação feminina vem não das suas inatas capacidades maternais, mas sim da imitação do comportamento masculino - seja ele bom comportamento ou mau comportamento. A verdade dos factos é que nenhuma sociedade normal, funcional, operacional exige que as mulheres "se provem" da mesma maneira que os homens têm que se "provar".

Para além disso, se estas mulheres "querem ser iguais aos homens",  podem sempre levar a cabo funções tradicionalmente masculinas tais como trabalhar na construção civil, nas docas ou nas minas. (Curioso que este tipo de "validação" nunca seja propagado junto das hostes do sexo complementar).

Colocando de lado a errada noção de que a mulher tem que se provar perante a sociedade imitando o comportamento masculino, não deixa de ser perturbadoramente curioso o facto de muitos intelectuais britânicos actuais não se aperceberem que a destruição da figura feminina, levada a cabo por vários grupos esquerdistas, com especial ênfase no nojento movimento feminista, faz parte da agenda marxista tendo em vista a subversão da sociedade.

Como ficamos a saber noutro post, tudo o que é preciso para destruir uma raça e uma civilização é a recusa feminina em ser uma fiel mãe e esposa. A elite esquerdista que promove e glorifica junto das mulheres o comportamento acima descrito, fá-lo precisamente porque está ciente que daí se gerará um caos social que nos levará a uma crise e, consequentemente, a uma subversão das forças políticas e, por fim, à entrega do poder total à elite não-representativa.

Concluindo, e respondendo à pergunta que serve de título do post, a maior ameaça que a mulher "emancipada" enfrenta hoje em dia é ela mesma. O lobby feminista pode não gostar da responsabilização do comportamento feminino, mas, francamente, as evidências ao nosso dispor não nos permitem muita margem de manobra.

Moças de família, prontas para casar.


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