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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Duas mulheres espancam rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A exploração sexual das mulheres nos abrigos

Por Carey Roberts

Poucas pessoas estão cientes da forma como os abrigos para mulheres tiveram o seu início. Há quatro anos atrás, a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta surpreendente admissão no The Oregonian:

Na verdade, foi um pequeno grupo de lésbicas provenientes de Portland que se encontrava na linha da frente do movimento nacional das mulheres a disponibilizar um lugar seguro para as mulheres... Nós sabíamos que as fundações não iriam financiar uma lar para um grupo de lésbicas-de-bar sem abrigo. Apercebemo-nos que a linguagem que seria melhor entendida era uma de "mulher vítima de violência"

Isto levanta questões perturbadoras: O que é que ocorre nesses abrigos? Tal como a minha investigação desenterrou, muitos abrigos mais não são que campos de caça para as lésbicas que buscam formas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, de 35 anos e funcionária duma loja, foi para a  Bethany House em Falls Church, Va. em busca de aconselhamento legal. O abrigo referi-a para um advogado com o nome de Robert Machen para assistência pro bono. Segundo as palavras dela, "Aconteceu um dia que ele apareceu à  minha porta e exigiu sexo ou pagamento pelo aconselhamento legal disponibilizado." Pouco depois, eles começaram aos beijos e aos abraços. (...)

Mas não era só o advogado que se estava a aproveitar das mulheres vítimas de violência. Duas gerentes do lar, a senhora Veronica e a menina Liang, foram alvo de queixas contra elas devido a "avanços sexuais impróprios" sobre as mulheres do abrigo. As duas foram forças a pedir a demissão.

Noutro abrigo, uma antiga funcionária falou-me duma residente lésbica que regularmente acompanhava uma rapariga menor para o seu quarto. Quando a gerente do abrigo foi notificada do comportamento suspeito, a mulher visada acusou a empregada de "preconceito".

Noutra ocasião, uma revoltada mulher residente queixou-se à mesma gerente sobre actividades sexuais impróprias que ocorriam bem à frente das crianças. A gerente disse â mulher que "relaxa-se" e que encontra-se alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford viu-se dentro rum relacionamento fisicamente abusivo. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar com regularidade uma grupo de apoio dirigido pela YWCA Resolve Family Abuse Program. Em várias ocasiões, Crawford deu por si a falar com a directora do West Virginia Coalition Against Domestic Violence. Inicialmente, os avanços dela nada mais eram que elogios efusivos. Depois disto, seguiram-se abraços demorados. E foi então que um dia Crawford reparou que a directora da Coalition lhe estava a acariciar as costas.

Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha interesse nos avanços da directora. Pouco depois disto, Crawford deu por si a ser evitada. Anos mais tarde, quando Crawford fundou o seu próprio programa de aconselhamento para vítimas de abuso, ela continuou a ser rejeitada.

Em Houston a Turning Point patrociona festas para as residentes dos abrigos como forma de as ajudar a encontrar um novo namorado, Os médicos e os advogados locais são convidados a tomar parte das festas. Uma das mulheres engravidou enquanto se encontrava num abrigo, alegadamente depois duma dessas festas. Bobbi Bacha, da Blue Moon Investigations, questiona-se se tais eventos são apropriados para mulheres que estão a recuperar de relacionamentos abusivos, e preocupa-se que as mulheres estejam a ser levadas para a prostituição.

Uma mulher que passou tempo em dois abrigos revela de forma aberta que "muitas mulheres dos abrigos são lésbicas". Uma das tácticas de engate usadas por uma funcionária de abrigo era a de suavemente esfregar a mão da residente como forma de acalmar a sua dor. "Se tu te tornas sua namorada, vais ser muito bem tratada. Eu tinha 100% de certeza em relação a isto.", explicou a mulher de forma tímida:  www.vimeo.com/790290 .

Para que fique registado, muitas mulheres que trabalham nos abrigos acreditam que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legalizado, como tal,  quem é que as pode culpar pelo facto de viverem de acordo com o que acreditam?

Há também o caso da violação digital duma menina de 4 anos no Another Way em Lake City, Fla. por parte uma rapariga mais velha. Segundo uma antiga funcionária do abrigo, depois das duas raparigas terem sido descobertas, a "menina de 4 anos declarou que a menina de 8 anos tinha inserido o(s) dedo(s) dela dentro das suas partes privadas, e 'brincado' com ela."

Eu relatei pela primeira vez este incidente na coluna do dia 22 de Julho, notando que Florida Coalition Against Domestic Violence nada tinha dito se queria ou não planos para investigar. Seis semanas depois, e ainda por parte da Florida Coalition. Isto é totalmente desmedido. Talvez se mais pessoas ligarem para a directora da FCADV, Tiffany Carr no número 1-850-425-2749 e exigirem uma mais, comecemos a ver o fim da exploração das mulheres e das meninas nos abrigos de refúgio.





Fonte: © Carey Roberts - http://bit.ly/1ytYGcp


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domingo, 19 de outubro de 2014

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.


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terça-feira, 29 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

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Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.


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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A violência doméstica contra as mulheres que não interessa às feministas

Os relacionamentos lésbicos têm os níveis mais elevados de violência doméstica (12.4pct), que é muito mais elevado do que a violência doméstica que ocorre nos casais. (4.3pct).

Um relatório por parte da "National Coalition of Anti-Violence Programs" reportou um aumento na ordem dos 125pct nas fatalidades resultantes de violência doméstica entre duplas lésbicas ou entre dois homens homossexuais em todo o país, e só no ano passado. 

Segundo Beth Leventhal da "The Network/La Red of Boston", "a violência física dentro da comunidade lgbt pode ser tão letal como nas comunidades heterossexuais.

Durante o ano passado, o "UCLA Center for Health Policy Research" publicou os resultados da pesquisa levada a cabo junto de 51,000 adultos da Califórnia. O UCLA apurou que 28pct das pessoas envolvidas num relacionamento homoerótico havia experimentado violência por parte do parceiro/a, comparados com os 17pct das pessoas em relacionamentos heterossexuais.

As taxas podem ser bem mais elevadas visto que uma dupla parede quase impenetrável é usada para manter as lésbicas agressoras afastadas e recolhidas no proverbial armário.

A primeira parede é a estigmatização invocada pelas próprias lésbicas que acreditam numa espécie de utopia homossexual, a crença feminista que defende que os relacionamentos mulher-mulher são inerentemente mais pacíficos, gentis e "puros", comparados com os relacionamentos homem-mulher. 


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Isto demonstra mais uma vez a hipocrisia do movimento feminista quando este se foca na violência proporcionalmente inferior (de homem para mulher), para deixar de lado a violência proporcionalmente mais comum (de mulher para mulher).

Isto demonstra também que a alegado "combate à violência contra às mulheres" é só uma fachada usada pelo movimento feminista;  na verdade, as feministas não se importam nada com a violência que as mulheres sofrem. O que elas fazem é usar esse discurso público para avançar com outro tipo de ideologias em privado.

Quem quer acabar com a violência que as mulheres sofrem, tem que lutar contra todo o tipo de violência que a mulher sofre (e não só contra aquele tipo de violência que pode ser instrumentalizado para fomentar uma guerra entre os homens e as mulheres).



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Romeu e Julieta segundo o feminismo

Fonte

 
Phyllida Lloyd, directora de cinema inglesa e responsável por filmes tais como Mamma Mia! e The Iron Lady, voltou a ser notícia depois de se queixar que as peças de Shakespeare têm mais papéis masculinos do que femininos.

A sua solução passa por aceitar este facto como algo imutável (uma vez que o autor da peça já morreu), e seguir tranquilamente com a sua vida sugerir que a União Europeia  aprove leis que forcem as companhias de teatro a empregar exactamente o mesmo número de homens e mulheres, o que exige um casting para os papéis "cego ao género" (isto é, o sexo dos actores não seria levado em conta para o casting, o que pode causar que a personagem de Romeu seja desempenhada por uma mulher, e a de Julieta por um homem):

Provavelmente a União Europeia legislará sobre isto brevemente . . . Acredito que alguém envergonhará as companhias de teatro. 
Deveria ser dito apenas que eles têm que ter uma propagação de emprego 50/50, e decidir mais tarde como fazer os papéis. Se isso significa um casting "gender-blind", alguns só com mulheres, outros só com homens, isto não é ciência espacial, e acho que eles poderiam-se divertir.
Sem surpresa alguma, Phyllida é uma lésbica, o que explica parcialmente o seu entusiasmo em distorcer os géneros no teatro. Mas as suas exigências estão de acordo com a ideia esquerdista de que o nosso sexo, como qualidade pré-determinada, deveria tornar-se irrelevante.

Isto leva-nos a Virginia Valian, académica americana; ela defende que as mulheres são impedidas de avançar mais na sua vida devido às suas qualidades femininas (especialmente as tendências maternais), mas aceita que tais qualidades têm algumas bases na Biologia. 
 
Qual é a sua solução, então? Ela acredita que, apesar de estar alicerçado na Biologia, o nosso sexo pode mesmo assim tornar-se irrelevante. O que nós temos que fazer, diz ela, é lutar contra o nosso sexo biológico da mesma forma que lutamos contra uma doença biológica.
Não aceitamos a Biologia como algo final. . . . Tomamos vacinas, somos inoculados, e somos medicados. . . . Proponho que adoptemos a mesma atitude em relação às nossas diferenças sexuais.
Ela não celebra as diferenças sexuais biológicas; ela quer erradicá-las como se elas fossem uma doença.  Note-se também a queixa comum de que a feminidade é um "destino biológico" (em vez de auto-criada).

Finalmente, a citação de Valian vem dum artigo de Christina Hoff Sommers que vale a pena ler. Nele discutem-se os esforços que a Suécia está a levar a cabo como forma de dissolver as distinções sexuais - incluindo a leitura que é feita nas escolas primárias de Estocolmo.
Contos de fadas clássicos como Cinderella e A Branca de Neve foram substituídos por contos de duas girafas do sexo masculino que tomam conta de ovos de crocodilo abandonados.
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Como é normal, o feminismo avança com a sua agenda 1) impondo leis sobre toda a sociedade, e 2) usando o "shamming" como forma de condicionar quem quer que resista.

Outra coisa que deve ser problemática para as feministas é saber que algumas das suas líderes consideram as naturais características femininas como algo que atrasa o "avanço" das mulheres. (Por "avanço" das mulheres entenda-se "avanço das mulheres segundo o feminismo") Ou seja, ser mulher é mau para o feminismo; o bom é ser homem (?).

Com uma mentalidade destas, não é de surpreender que o feminismo seja controlado por lésbicas.





quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Porque é que as feministas atacam a família? (Conclusão)

Esta é a segunda parte deste artigo. A primeira parte pode ser lida aqui.

As Marxistas-Feministas começaram a acreditar que, tal como a família era um aspecto do capitalismo, o capitalismo não poderia ser destruído sem a destruição da família. Para os Marxistas ortodoxos, este argumento não faz sentido nenhum. 

Segundo os termos Marxistas, o modo de produção Capitalista é a  'base económica subjacente' da sociedade e a família faz parte da 'superestrutura ideológica'. A base económica determina a superestrutura ideológica.

Portanto, o argumento de que não se pode destruir o capitalismo sem destruir a família está invertido; para um Marxista, não se pode destuir a família sem destruir o capitalismo; se o capitalismo cria a família, então mal o capitalismo desapareça, a família desaparecerá. O inverso não se aplica. Sem dúvida que os Soviéticos entendiam isto, mas as feministas dos anos 70 não haviam lido Marx de forma correcta, ou eram intelectualmente corruptas.

Numa entrevista concedida a Betty Friedan, a feminista francesa Simone de Beauvoir afirmou em 1976 que "mulher alguma deveria ter autorização para ficar em casa e criar os filhos . . . . porque se tal opção existir, demasiadas mulheres a optarão."

Houve outras frases com a mesma mentalidade:

"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)

"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).

Resumindo, o ataque à família levado a cabo pela segunda vaga feminista foi um evento pós-pilula e baseado numa má leitura da teoria Marxista. Embora o Marxismo tenha sido eventualmente derrotado na esfera internacional, o ataque Marxista à família nunca foi discutido. Só agora é que alguns estão a articular os problemas.

Lésbicas tomam conta do movimento feminista

Ao se tentar localizar as origens da Guerra às Famílias, outro factor importante a levar em consideração é a ascensão do radical lobby gay. No início dos anos 70 ocorreu um coup d'etat dentro do movimento feminista americano e inglês.

A "Lavender Menace" era um grupo de feministas radicais lésbicas que havia sido formado para protestar a exclusão das lésbicas e dos assuntos lésbicos do movimento feminista. 

A frase "Lavender Menace" foi originalmente usada em 1969 por Betty Friedan, presidente da NOW [National Organization of Women], para descrever a ameaça que a associação com o lesbianismo era para a NOW e para o emergente movimento feminista. Friedan, e outras feministas heterossexuais, temiam que a associação provocaria danos na habilidade das feministas de levar a cabo alterações politicas sérias, e o esteriótipo de lésbicas "machonas" e "com ódio aos homens" seria uma forma fácil de rejeitar o movimento. (Referência)

No entanto, eventualmente o lobby lésbico venceu a guerra, e as lésbicas passaram a dominar a NOW e o movimento feminista. Como Rene Denfeld comenta no seu excelente livro  “The New Victorians”, “Isto é como se a NAACP [National Association for the Advancement of Coloured People] tomasse a decisão de  dar prioridade aos temas gay só porque alguns negros são gays”.

Foi decidido rapidamente que a heterossexualidade era um instrumento capitalista socialmente construído, e que a única mulher emancipada - a única "verdadeira feminista" - era a lésbica. Num artigo bastante revelador, My crime against the lesbian state, a actriz Jackie Clune descreve como se tornou lésbica na universidade:

Havia por esta altura um crescente número de estudantes da classe operária como eu que se envolviam na politica estudantil. Havia demonstrações semanais, comícios, e moções anti-governamentais aprovadas nas UGMs. Estavamos zangadas com o tipo de coisas que a srª Thatcher instigava ...  Ao mesmo que crescia a minha consciência política, desenvolvi um crescente interesse pela política feminista. Foi por esta altura que me deparei com um ensaio da Adrienne Rich com o título "Compulsory Heterosexuality And Lesbian Existence".

Nele, Rich postula que a maior parte das mulheres são capazes de tomar a decisão em favor do lesbianismo se elas conseguirem superar a sua homofobia internalizada - o "conjunto de forças" - que elas experimentam em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo. Ela alega que a hegemonia heterossexual é uma prisão subtil mas convincente da qual a maior parte das mulheres se pode libertar através da força de vontade.


Para mim, o lesbianismo parecia-me na altura uma extensão lógica do meu pensamento feminista, e uma forma radical de derrubar a prescrição capitalista para as mulheres. Tomar o passo seguinte foi relativamente fácil para mim:  o ano de 1988 testemunhou resistência feroz por parte da comunidade gay à "carta branca" que o governo concedeu às autoridades em torno da "promoção" do homossexualismo nas escolas e nas universidades.

O ensaio de Clune é um bom exemplo da tendência política que ensinava que tem que se ser homossexual para se ser um bom radical; não se pode ser heterossexual e ser-se ao mesmo tempo um bom Socialista ou uma boa Feminista. Os jovens foram instados a envolverem-se em relacionamentos homossexuais de modo a que pudessem demonstrar as suas credências esquerdistas. Hanif Kureishi, na sua novela "The Buddha of Suburbia", toca neste assunto numa cena onde um jovem actor indiano bissexual pede ao seu amigo Socialista que o beije para demonstrar o seu compromisso com a causa Socialista.

Esta forma de pensar eventualmente desenvolveu-se até ao ponto de se tentar demonizar por completo a heterossexualidade. Foi neste clima que as frases loucas como as que se seguem foram produzidas:

A relação heterossexual é a pura e formalizada expressão de desprezo pelos corpos femininos. -  Andrea Dworkin

Numa sociedade patriarcal, todo o sexo heterossexual é uma violação para as mulheres uma vez que elas, como grupo, não são suficientemente fortes para dar consentimento significativo.  -  Catharine MacKinnon,citada em "Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies."

A instituição do sexo heterossexual é anti-feminista. Ti-Grace Atkinson, Amazon Odyssey (p. 86).

[A violação] nada mais é que um processo consciente de intimidação através do qual todos os homens mantêm todas as mulheres num estado de medo. -
Susan Brownmiller, Against Our Will p.6.


Quando uma mulher atinge o orgasmo com um homem, elas apenas está a colaborar com o sistema patriarcal, eroticizando a sua opressão.
Sheila Jeffrys.

No seu ensaio, Feminism's Third Wave, Angela Fiori descreve e heterofobia endémica nas universidades americanas dos anos 90:

As campanhas universitárias dos anos 90 em torno das violações dos encontros românticos [inglês: "date-rape"] não foram motivadas por uma preocupação genuína pelo bem estar da mulher, mas sim como parte dos esforços que visavam deslegitimar a heterossexualidade junto de jovens e impressionáveis mulheres, demonizando os homens como violadores.

Daphne Patai e Christina Hoff Sommers descreveram como as feministas académicas, particularmente as dos "Estudos Femininos", criaram um ambiente análogo ao de uma seita religiosa:

Se a situação da aula é muito heteropatriarcal - uma classe com cerca de 50 ou 60 alunos onde poucos eram feministas - eu defino a minha função como uma de recrutamento. . . . . persuadindo os alunos que as mulheres vivem sob opressão." (Professors Joyce Trebilcot of Washington University, citada em "Who Stole Feminism")

A caça às bruxas dos anos 90 em torno dos rituais satânicos foram, de modo similar, outra tentativa de demonizar os homens, a família e a heterossexualidade, e dividir as existentes famílias felizes como forma de fomentar os divórcios e fomentar a indústria que "protege as crianças." Este foi talvez o ponto mais alto do movimento anti-família feminista de inspiração Marxista.

Essencialmente, estas foram as origens ideológicas da guerra contra as famílias e os pais. As consequências desta revolução social são cada vez mais claras. No seu excelente ensaio ‘Divorce as Revolution’, Steven Baskerville descreve as implicações políticas e económicas mais abrangentes desta situação:

Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais. A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ao remover o pai, o Estado cria outros problemas que ele mesmo tem que resolver: pobreza infantil, abuso sexual de crianças, crime juvenil, e outros problemas associados a crianças que crescem sem um pai. Desta forma, a maquinaria do divórcio é auto-perpetuadora e auto-expansora.

O divórcio involuntário é uma ferramenta maravilhosa que permite uma expansão infinita do poder governamental.


A crescente histeria em torno da "violência doméstica" parece ser largamente fomentada para atingir os mesmos propósitos. ‘Toda esta indústria da violência doméstica centra-se em retirar as crianças dos pais,’ escreve o colunista do Irish Times John Waters. ‘Depois de terem tirado os pais, eles vão tirar as mães.

Donna Laframboise do "National Post" do Canadá investiou os abrigos das mulheres vítimas de algum tipo de violência e concluiu que eles mais não são que ‘lojas de divórcio de uma só paragem’, cujo propósito não era proteger as mulheres mas promover o divórcio.

Estes abrigos, muitas vezes financiados pelo governo federal, emitem depoimentos contra os pais (sem chegar a vê-los) que são aceites pelos juízes como justificação para retirar os filhos; muitas vezes isto é feito sem evidências que confirmem as alegações.

Os pais são adicionalmente criminalizados através do fardo da pensão alimentícia, que são o combustível financeiro da maquinaria do divórcio, subscrevendo o divórcio unilateral e oferecendo a todos os envolvidos maiores incentivos para retirar as crianças da presença dos pais.

No Verão passado a revista Liberty publicou evidências documentais de que os "pais caloteiros" [inglês: ‘deadbeat dads’] são, em larga medida, uma criação dos funcionários públicos e agentes da lei tendo em vista o aumento de criminosos para processar.

Conclusão:

Unindo todos estes elementos num só, o que começou como uma ramificação do radicalismo da era Comunista, cresceu, e passada que está uma geração, ela é hoje uma indústria internacional multi-bilionária e misândrica, um monstro que existe apenas e só para destruir a família. É contra isto que lutamos.

Para a maior parte das mulheres (e homens) do mundo, a ideia de que elas estariam melhor sem as suas famílias parece um absurdo. O facto do movimento feminista se ter colado [à cultura] desta forma é uma peculiaridade da Historia. Se não tivesse sido a influência do Marxismo, e a emergência da agenda dos direitos dos homossexuais, isto não teria acontecido.

Estas ideias têm permissão para avançar sem receber críticas porque, como comentou Pizzey, tudo é feito em segredo. Não há verificação da realidade, o que resulta no facto do irrazoável rapidamente se tornar razoável. Se combinarmos isto com o desprezo arrogante pela democracia exibido por pessoas como  Beauvoir, temos presente um mecanismo que estabelece políticas dementes sobre aqueles que não as querem.

Só agora que os sintomas desta doença se tornaram publicamente visíveis na forma de crianças mortas é que nos endireitamos e começamos a reparar no que estava a acontecer.

Há já muito tempo que o movimento feminista merece um escrutínio. Como afirmou um juiz americano, "A luz do Sol é o melhor desinfectante".



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Homem feminista acusado de assédio sexual


Empregado dum abrigo para mulheres em Las Vegas - um tal de Benedetto Vitale - foi preso por falsificação, conduta imoral e coerção sexual depois de terem emergido alegações de que ele tentou pressionar uma mulher a ter relações sexuais com ele.

Segundo informações locais, a polícia do norte de Las Vegas prendeu um homem sobre quem recaem suspeitas de ter coagido uma mulher a ter actos sexuais num local sem fins lucrativos com o nome de, ironicamente, Safe Nest. A polícia disse que a vítima teria que levar a cabo horas de serviço comunitário depois de ter sido condenada por infracções rodoviárias.

Quando a mulher de 24 anos se apresentou nas instalações, em 4208 Arcata Way, ela falou com o director da mesma, Benedetto Vitale, 59 anos, que, segundo a polícia, tentou aliciar a mulher a levar a cabo actos sexuais com ele como forma de reduzir ou eliminar as horas a que ela havia sido condenada.

A Safe Nest, tal como dito em cima, é uma agência sem fins lucrativos cujo propósito de existência é ajudar vítimas de violência doméstica. Ser feminista é um requerimento necessário para se trabalhar nestes lugares, portanto, pode-se deduzir que Vitale, apesar de ser um homem. se identificava publicamente como um.

Em alguns casos, um homem que se declara como "feminista" pode mais facilmente ter acesso a um maior número de mulheres - especialmente mulheres particularmente fragilizadas, como as que se dirigem aos abrigos.

Embora não seja um dado sobejamente conhecido, os abrigos para mulheres não estão cheios de donas de casa convencionais que vivem cheias de medo do esposo, mas sim de mulheres disfuncionais que têm dificuldade em ter a sua vida organizada. Muitas delas dependem de químicos - o que lhes fragiliza ainda mais - e têm problemas com a Lei. Estes condicionantes tornam estas mulheres naquilo que se pode qualificar de "alvos fáceis" para os predadores - especialmente lésbicas -, e os predadores tendem a gravitar em redor de ambientes ricos em presas.

Em vez de manter a ideologicamente importante, mas sobejamente irrealista, noção de que a maioria das mulheres que precisam do apoio e dos serviços dos abrigos são vítimas dos homens no geral, seria mais útil reconhecer que elas são apenas os mais disfuncionais e vulneráveis elementos do seu sexo.. Embora elas necessitem de apoio humanitário básico, os seus interesses não são atendidos quando elas são usadas como veículo de promoção da agenda política feminista.

Na verdade, em muitos casos, elas estariam mais seguras e em melhor companhia, na presença dum membro masculino da sua própria família do que nas mãos dos empregados feministas dos abrigos.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mulheres enojadas com as marchas das vadias

Desde o início que as marchas das vadias se revelaram um circo sem qualquer tipo de sentido tendo em conta a forma como as mesmas surgiram. Para além dos normais ataques a todos os homens (como se todos os homens fossem violadores), ao Cristianismo e especialmente à Igreja Católica, as marchas falharam em mostrar como as mesmas de alguma forma foram eficientes no combate às violações. Lembrem-se que era esse o propósito: ensinar os homens (todos os homens) a não violar mulheres.

Mas há uma distância enorme entre o que elas falam (propaganda) e a forma como as feministas agem. Devido à forma ridícula e claramente misândrica como elas se comportam, algumas mulheres ainda não totalmente imersas nas mentiras feministas resolveram verbalizar o seu desgosto pelas marchas.




Mas afinal, o que é que causou a que estas (e outras) mulheres se revoltassem contra o espírito das "marchas da vadias"? Não foram estas marchas especialmente feitas para o bem das mulheres? As fotos seguintes talvez sirvam de evidência.

Antes de continuar, tenho que pedir desculpas aos leitores que correctamente não usam e nem aprovam o tipo de linguagem vulgar presente nas marchas das vadias. No entanto, o impacto total das marchas das vadias depende em muito daquilo que elas dizem de si mesmas. O nojo que nós sentimos de algumas expressões e atitudes aqui presentes têm que ser dirigidas às feministas que usam estas marchas como formas de intimidação e marketing.

Começamos com uma foto que demonstra o quão baixo um homem [mangina] pode descer no seu propósito de promover o esquerdismo a todo o custo.

Os ignorantes da foto de cima não sabem (ou não querem saber) do ódio que o movimento feminista tem pelos homens. Eis o que a doente mental Valerie Solanas diz:

Subsistem ainda fêmeas com mente cívica, responsáveis, em busca de emoções fortes e prontas a subverter o governo, eliminar o sistema monetário . . . . e destruir o sexo masculino.
Robin Morgan acrescenta:
Sinto que o ódio aos homens é um acto político nobre e viável, e que os oprimidos possuem o direito de ódio de classes contra a classe que os oprime.
Andreia Dworkin diz:
Quero ver um homem espancado até sangrar e com um salto alto enfiado na sua boca, tipo uma maçã enfiada na boca dum porco.
Germaine Greer:
Acho que a testosterona é um veneno raro.
Catherine MacKinnon:
Toda a actividade sexual, mesmo a consensual entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra a mulher.
Marilyn French:
Todos os homens são violadores e é isso que eles são.

Tendo isto em conta, de que forma é que o feminismo"liberta" os homens?

Continuamos com mais uma demonstração do "respeito" que a esquerda militante tem pelo Cristianismo. Espero ansiosamente que as feministas "Cristãs" condenem este gesto cristofóbico ao mesmo tempo que espero que as feministas levem a cabo iniciativas semelhantes em mesquitas.


Como não poderia deixar de ser, as feministas fazem apelos à violência contra o "machismo" (seja lá qual for a definição semanal de "machismo"):

Obviamente que se os papéis estivessem invertidos, e um grupo de homens apelasse à violência conta o feminismo, esses mesmos homens seriam publicamente condenados pelos seus actos. Agora, as "oprimidas" feministas não tem problemas nenhuns em fazer isso.

Antes que alguém diga que o ataque é a machismo e não aos homens, basta lembrar que o machismo não pode ser combatido com pedras.


Em baixo, mais um "homem" que foi "liberto" pelo feminismo.



A foto seguinte é mais um ataque ao Cristianismo.



A foto de cima é referência à estupidez aborcionista que declara que o bebé que se encontra no útero feminino faz parte do corpo da mulher. Se o bebé realmente fizesse parte do corpo da mulher, o sistema imunitário da mãe nunca consideraria o bebé como alguém distinto de si. Como é isso que acontece, então o corpo da mulher é distinto do corpo do bebé.



Não é degradante ser mulher (excepto se for feminista) e nem é degradante ser homem. O que é degradante é um homem tentar ser o que nunca vai ser, e uma mulher tentar ser o que nunca vai ser (um homem).


Palavras para quê?



O uso de crianças numa marcha onde estão presentes mulheres em trajes menores é algo condenável. No entanto, como isso foi levado a cabo por membros da esquerda militante, está tudo "bem".




Tal como defende o lobby gay, que diz que oposição à agenda homossexual é evidência de homossexualismo enrustido, aparentemente algumas feministas pensam que todos nós temos algo de feminista dentro de nós.


Quão apropriado que algumas feministas façam o símbolo de adoradoras de Satanás. Ela provavelmente nem sabe o que símbolo significa.

"Liberdade para as banhas" é uma frase interessante? "Liberdade" para o quê mesmo? Para ser gorda? Ela já tem essa liberdade. Existe alguma lei contra as gordas? Se elas se queixam do estereótipo da mulher esquelética, que é publicitado pelos média como um "ideal de beleza", as feministas que se zanguem com os seus amigos esquerdistas homossexuais uma vez que são eles que controlam o mundo da moda e são eles que criam a ilusão de que os homens gostam de mulheres com aparência de rapazinhos esfomeados, quando isso é falso.


Levando em conta que o feminismo promove o aborto, e como todos os abortos matam um ser humano, é seguro dizer que o feminismo tem as mãos cobertas de sangue inocente. Quem escreveu este cartaz ou é burra ou acha que os bebés não são humanos enquanto não saem do útero.



Ou seja, usa a sala de aula para indoutrinar os alunos.



O governo não é dono do útero EXCEPTO se o governo pagar o aborto. Ai, sim, o governo já se pode intrometer no útero das feministas.

Repetindo o que foi dito em cima, o útero da mulher é dela mas o bebé que se encontra no útero é outro ser humano distinto.



Sim, a feminista pode escolher manter os joelhos unidos como forma de evitar a gravidez. Mas, como se sabe, afirmar que as pessoas devem modificar o seu comportamento como forma de evitar um certo tipo de consequências é algo anátema para as feministas. Para elas, não é a mulher que deve evitar ter relações sexuais como forma de evitar a gravidez, mas o resto da mundo é quem tem que pagar para que ela não se veja forçada a assumir a responsabilidade do seu comportamento.

Isso também é feminismo.



Demasiado nojento para comentar.


Só que ser feminista não é um "favor a si mesma" mas sim um favor à elite globalista que usa a psicologia feminina para destruir a família. Quanto mais feminista for uma sociedade, mais infeliz vai ser a mulher.


Sem surpresa alguma, a militância feminista e o lesbianismo andam (literalmente) de mãos dadas. Isto não deveria ser surpresa algum se levarmos em conta que para muitas feministas o acto íntimo entre um homem e uma mulher é uma forma de "opressão" para a mulher.



Exacto. O corpo da mulher só pode ser tratado como um objecto nas marchas das vadias.




Por acaso, define. Uma mulher que anda com o sutiã e os seios à mostra no meio da rua revela problemas de carácter.


Então o mangina tem que falar com as organizadoras das marchas das vadias e dizer que elas não têm nada que andar com roupas reveladoras uma vez que isso é "tratar as mulheres como um objecto".


Não se entende bem como é que andar com os seios à mostra vai reduzir os abusos sexuais das mulheres.


Não só é feio como é clinicamente auto-destrutivo e perigoso para a mulher. Além disso, como se pode ver no vídeo, é muito vergonhoso.




Isto é o mesmo que dizer "sou judeu e sou nazista".



Mas.....a marcha não se chama "marcha das VADIAS" ?


Como disse o Edu Testosterona, "chamem-me quando fizeram uma marcha pela alfabetização".


Hipócritas são aqueles que fazem uma marcha como o nome de "marcha das vadias" mas depois não querem ser chamadas de vadias.



Frase curiosa, se levarmos em conta que mais em cima se via um cartaz que dizia "nem santa nem vadia; mulher".

Coerência não parece ser algo que as feministas gostem de seguir.



Depende sempre da "história" que se quer fazer. Além disso, será que este cartaz está a apelar às mulheres que sejam "mal comportadas" como forma de "fazerem história"? Que tipo de mensagem isto passa às meninas?


Com um aspecto e atitude destas, não é de estranhar que esteja sozinha.


Ficamos a saber que a feminista de amarelo usa os joelhos como suporte para outro tipo de "actividades", e a feminista ao seu lado pensa que o aborto é um privilégio das ricas.

Primeiro, não se sabe como é que a feminista de amarelo pensa combater o abuso sexual declarando ao mundo o que faz quando está de joelhos. Será que, quando souberem o que ela faz quando está de joelhos, os violadores pensarão duas vezes em lhe violar ?

Segundo, mesmo que "as ricas" tenham mais posses para matar o próprio filho, isso não torna essa práctica moralmente correcta. Em séculos passados só pessoas com algumas posses é que possuíam escravos. Isto não muda a natureza do acto em si?

É irrelevante se as ricas abortam mas as pobres não. O que interessa é que o aborto é a matança dum ser humano inocente, quer seja feito por uma rica ou por uma pobre.



E....? Como é que esta cetácea feminista combate o "machismo" e os abusos sexuais declarando ao mundo a satisfação que obtêm na sua vida sexual?


Eis aqui algumas imagens dos "privilégios" dos homens:




Claro que o mangina não sabe disto. O professor da universidade não lhe disse, e como tal ele não sabe. Tudo o que ele sabe é que homem = demónio e mulher = anjo.

Conclusão:

Como esperado, a marcha das vadias foi mais um momento de intimidação e não algo que de forma genuína visasse acabar com os abusos sexuais contra as mulheres. Estas marchas seriam mais correctamente entendidas se elas tivessem um título que melhor as qualificasse:

  • Marcha da intimidação
  • Marcha da irresponsabilidade
  • Marcha das infantis
  • Marcha das mulheres que não querem aceitar que actos geram consequências.

etc, etc.

Tal como se mostrou no início, estas marchas estão a ficar tão estúpidas e tão ridículas que até outras mulheres estão a ficar fartas delas. Será que isto pode ser o princípio do fim? Esperemos bem que sim.

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