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terça-feira, 29 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

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Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.


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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mulher fica surpreendida por ir para a prisão depois de violar a lei

Uma desculpa chorosa por parte duma professora não convenceram um juiz de Fresno County a deixá-la em liberdade depois dela ter admitido ter tido relações sexuais com um estudante. Megan Denman, de 30 anos, declarou-se culpada de seis acusações criminais depois de se terem passado apenas alguns meses desde o momento da sua prisão. Mas ela não contava ir para a prisão.

Denman veio para o tribunal sabendo que outras professoras na sua situação haviam evitado a prisão ou mesmo penas de prisão. Ela encontrava-se num estado emocional muito elevado durante a audiência, e a pior  parte veio quando soube que não teria a mesma sorte que as suas pares.

Os olhos de Megan Denman encontravam-se já cheios de lágrimas quando o deputado colocou as algemas nos seus pulsos, antes de a levar para uma longa viagem até a prisão de Fresno County - uma viagem que, segundo o advogado, veio como um choque para ela. Um repórter da Action News perguntou ao advogado Roger Nuttall:

Megan estava pronta para ir para a cadeia hoje?

Nuttall respondeu:

Acho que não, principalmente porque ela nem pensava em ir para a cadeia hoje.

Esta crença baseava-se numa sentença dada a antiga professora Nadia Diaz (Washington Union) há menos de dois meses atrás, depois dela ter tido uma relação sexual com um menor de 15 anos.  Diaz foi "condenada" a ficar em liberdade condicional e não recebeu tempo de prisão algum.

No caso de Denman, ela enfrentava 26 anos de prisão por ter tido uma longa relação sexual com um estudante. A antiga professora de ciências sociais tinha 28 anos quando tudo começou, e a vitima 16.

A Promotora Lara Clinton alegou que uma sentença de liberdade condicional provaria a existência dum padrão duplo para as professoras:

Acho que se estivéssemos a falar dum homem de 28 anos a ter relações sexuais com uma estudante de 16 anos que é uma criança e sua estudante, isso seria bastante repulsivo.

Mas a vítima não queria que Denman processada, e os psiquiatras afirmaram que é muito pouco provável que ela volte a repetir o crime. Para além disso, e como dito em cima, ela emitiu um pedido de desculpas muito emotivo ao juiz:

Encontro-me profundamente arrependida pelo desapontamento que causei aos meus colegas, aos estudantes, a mim própria, e ao meu marido. Todos os dias vivo com a culpa e com o ódio que tenho pelo que fiz.


A decisão final do juiz significa que ela levará essa culpa para a prisão.

Ficou agendado que Denman aparecerá de novo no tribunal no diz 30 de ABril. Ela nunca mais poderá trabalhar como professora, mas o juiz ordenou que ela não terá que se registar como agressora sexual

Fonte: http://ow.ly/p9Lr1

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O motivo que levou esta mulher a não contar cumprir tempo de cadeia prende-se com o facto das mulheres normalmente serem extremamente beneficiadas pelo sistema legal ocidental. (Isso talvez explique o porquê do comportamento de algumas mulheres.)

Claro que igualdade nas sentenças de prisão não é algo que interesse o movimento feminista, e como tal, elas fazem-se notar em casos como este pela sua ausência. Pior ainda, para além das mulheres já serem beneficiadas pela lei, as feministas querem que elas sejam ainda mais beneficiadas pelo facto de serem mulheres. Ou seja, as feministas "lutam pela igualdade", excepto quando não lutam pela igualdade.

O mais curioso do facto das mulheres receberem penas menores pelos mesmos crimes cometidos pelos homens é o facto do sistema legal "opressor e machista" - o mesmo que favorece as mulheres - estar totalmente (ou em grande parte) dominado por . . . . homens. Ou seja, são os homens que dão penas mais pesadas aos homens, e são os homens que dão penas mais leves às mulheres.

Estranha sociedade "opressora" a nossa onde os "opressores" se oprimem mutuamente, e as "oprimidas" são favorecidas pelos "opressores". Entendedores entenderão.





quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Richard Dawkins e o "racismo" dos Prémios Nobel


Os esquerdistas aprovaram as palavras de Richard Dawkins quando este qualificou os Católicos de pedófilos, no entanto ele está, agora, a ser qualificado de "racista" por ter dito algumas palavras críticas em relação ao islão.

Lembram-se dos dias em que Richard Dawkins se encontrava em modo de ataque frontal em relação a Bento XVI ? Um dos ataques mais idiotas publicados por ele foi um lançado no dia em que Bento XVI abdicou:

Sinto pena do Papa e de todos os padres Católicos. Imaginem ter tido uma vida desperdiçada e nenhuma actividade sexual.

Isto foi muito imaturo. Os pontos mais maldosos centravam-se nos seus planos de prender Bento XVI por alegado encobrimento dos padres pedófilos.

Enquanto Dawkins esteve na sua "cruzada" contra os Católicos, a Esquerda adorava-o, e devido isso, não deixa de ser curioso que a Esquerda tenha, agora, perdido o seu sentido de humor quando se apercebeu do novo alvo de Dawkins: o islão. Há alguns dias atrás, Dawkins colocou isto no seu Twitter:

O muçulmanos, no seu todo, têm menos Prémios Nobel que o Trinity College, Cambridge. No entanto, eles fizeram grandes coisas durante Idade Média.

Note-se que ele não acusou os muçulmanos mais velhos de serem cúmplices com o abuso de crianças, e nem tentou prendê-los. Para além disso, ele não se alongou em torno da vida sexual dos clérigos maometanos. Ele apenas declarou o que ele considera ser um facto inquestionável, nomeadamente, o atraso científico do mundo islâmico e a sua falta de sucesso no mundo actual.

É isto verdade? É falso? Cada um decide por si. No entanto, estas palavras em nada se comparam com o que ele disse sobre os Católicos. Mas, claro, não é desta forma que o esquerdista comum vê.

Martin Robbins, escrevendo para o New Statesman, publicou pontos de vista baseados em sentimentos que têm ecoado junto da Esquerda. Para Robbins, "Isto nada mais é que uma declaração sobre os muçulmanos - todos os muçulmanos - e é uma opinião espectacularmente preconceituosa". Ele acrescenta:

Quando Dawkins fala dos prémios Nobel obtidos pelos muçulmanos, ele não está só a criticar a religião; ele está a criticar um grupo de pessoas mais ou menos bem definidas numa área geográfica, associadas a um conjunto particular de etnias. Dawkins está a contribuir para um discurso carregado de conotação racial através do uso de factos dúbios, linguagem exagerada e inflamatória usada para os descrever.

Basicamente, e de um modo perturbador, ele começa a soar como alguém que faz parte de algum grupo da extrema-direita - muitos dos seus tweets estariam "em casa" no fórum Stormfront.

Independentemente dos motivos, temos que nos questionar do quanto ele quer avançar neste caminho antes que uma onda de opinião se volte contra ele de um modo firme.

Temos também que nos questionar do porquê Robbins e os seus amigos esquerdistas não se terem manifestado com a mesma "indignação" quando Dawkins lançava ataques infantis a Bento XVI e aos Católicos no geral.

Fonte: http://bit.ly/1cTTeSN

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Richard Dawkins descobriu agora que os esquerdistas valorizam mais o islão do que o ateísmo. Para o esquerdista, o multiculturalismo toma preeminência sobre o ateísmo, e como tal, Dawkins blasfemou contra a Esquerda ao classificar um dos seus grupos protegidos de cientificamente retrógrado (apesar disso ser um facto auto-evidente).

Inquestionavelmente, todos os idiotas úteis ateus que foram usados pela elite esquerdista para lançar ataques à Igreja Católica em particular - o Cristianismo no geral - descobrirão mais tarde o quão sem valor eles são (para os esquerdistas) quando o seu papel subversor estiver finalizado.
Algumas feministas e alguns gayzistas já começam a sentir isso. Só faltam os ateus militantes ateus.







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