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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Richard Dawkins e o "racismo" dos Prémios Nobel


Os esquerdistas aprovaram as palavras de Richard Dawkins quando este qualificou os Católicos de pedófilos, no entanto ele está, agora, a ser qualificado de "racista" por ter dito algumas palavras críticas em relação ao islão.

Lembram-se dos dias em que Richard Dawkins se encontrava em modo de ataque frontal em relação a Bento XVI ? Um dos ataques mais idiotas publicados por ele foi um lançado no dia em que Bento XVI abdicou:

Sinto pena do Papa e de todos os padres Católicos. Imaginem ter tido uma vida desperdiçada e nenhuma actividade sexual.

Isto foi muito imaturo. Os pontos mais maldosos centravam-se nos seus planos de prender Bento XVI por alegado encobrimento dos padres pedófilos.

Enquanto Dawkins esteve na sua "cruzada" contra os Católicos, a Esquerda adorava-o, e devido isso, não deixa de ser curioso que a Esquerda tenha, agora, perdido o seu sentido de humor quando se apercebeu do novo alvo de Dawkins: o islão. Há alguns dias atrás, Dawkins colocou isto no seu Twitter:

O muçulmanos, no seu todo, têm menos Prémios Nobel que o Trinity College, Cambridge. No entanto, eles fizeram grandes coisas durante Idade Média.

Note-se que ele não acusou os muçulmanos mais velhos de serem cúmplices com o abuso de crianças, e nem tentou prendê-los. Para além disso, ele não se alongou em torno da vida sexual dos clérigos maometanos. Ele apenas declarou o que ele considera ser um facto inquestionável, nomeadamente, o atraso científico do mundo islâmico e a sua falta de sucesso no mundo actual.

É isto verdade? É falso? Cada um decide por si. No entanto, estas palavras em nada se comparam com o que ele disse sobre os Católicos. Mas, claro, não é desta forma que o esquerdista comum vê.

Martin Robbins, escrevendo para o New Statesman, publicou pontos de vista baseados em sentimentos que têm ecoado junto da Esquerda. Para Robbins, "Isto nada mais é que uma declaração sobre os muçulmanos - todos os muçulmanos - e é uma opinião espectacularmente preconceituosa". Ele acrescenta:

Quando Dawkins fala dos prémios Nobel obtidos pelos muçulmanos, ele não está só a criticar a religião; ele está a criticar um grupo de pessoas mais ou menos bem definidas numa área geográfica, associadas a um conjunto particular de etnias. Dawkins está a contribuir para um discurso carregado de conotação racial através do uso de factos dúbios, linguagem exagerada e inflamatória usada para os descrever.

Basicamente, e de um modo perturbador, ele começa a soar como alguém que faz parte de algum grupo da extrema-direita - muitos dos seus tweets estariam "em casa" no fórum Stormfront.

Independentemente dos motivos, temos que nos questionar do quanto ele quer avançar neste caminho antes que uma onda de opinião se volte contra ele de um modo firme.

Temos também que nos questionar do porquê Robbins e os seus amigos esquerdistas não se terem manifestado com a mesma "indignação" quando Dawkins lançava ataques infantis a Bento XVI e aos Católicos no geral.

Fonte: http://bit.ly/1cTTeSN

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Richard Dawkins descobriu agora que os esquerdistas valorizam mais o islão do que o ateísmo. Para o esquerdista, o multiculturalismo toma preeminência sobre o ateísmo, e como tal, Dawkins blasfemou contra a Esquerda ao classificar um dos seus grupos protegidos de cientificamente retrógrado (apesar disso ser um facto auto-evidente).

Inquestionavelmente, todos os idiotas úteis ateus que foram usados pela elite esquerdista para lançar ataques à Igreja Católica em particular - o Cristianismo no geral - descobrirão mais tarde o quão sem valor eles são (para os esquerdistas) quando o seu papel subversor estiver finalizado.
Algumas feministas e alguns gayzistas já começam a sentir isso. Só faltam os ateus militantes ateus.







domingo, 31 de março de 2013

O espírito de Nero


Professor da "Florida Atlantic University" (FAU), com o nome Deandre Poole, ensina uma aula com o nome de “Intercultural Communication” a partir dum livro escolar com o mesmo nome. Este livro fomenta uma práctica onde os estudantes escrevem o Nome do Senhor Jesus em letras enormes e pisam-No.

Ryan Rotela, estudante e aluno que segue esta aula (e que é um Mórmon devoto), recusou-se a pisar o Nome e queixou-se ao professor Poole, pedindo que "Nunca mais desse este exercicio uma vez que ele era ofensivo." Rotela disse também ao professor que faria queixas suas à universidade.

Foi então que, segundo Rotela, que a FAU respondeu suspendendo o professor suspendendo-o a ele (Rotela) da aula do professor Poole.

Mas as coisas ficam piores: segundo se sabe, a universidade está a desenvolver esforços para punir o aluno (e não o professor). Isto é obviamente questionável.

Uma pergunta importante é: Porque é que só um aluno achou questionável pisar o Nome de Jesus?

Não é fascinante que aqueles que negam o Senhor Jesus - desde os imperadores romanos, passando pelos muçulmanos, pela elite judaica dos primeiros 3 séculos, e acabando nos professores marxistas - tenham uma obsessão em forçar os outros a rejeitar simbolicamente o Nome do Senhor? Até parece que todos eles cantam do mesmo hinário.

Este é o tipo de "tolerância" que os pagãos e os militantes esquerdistas (ateus, feministas, activistas homossexuais, ambientalistas, etc) conferem aos Cristãos depois de terem sido bem sucedidos nas suas exigências de "respeito" e "tolerância".

Está a ficar cada vez mais óbvio que a genuína tolerância que a Civilização Ocidental Cristã conferiu aos pagãos e aos militantes esquerdistas pode ter sido um erro sério de proporções gigantescas, incluindo para os próprios pagãos e esquerdistas a quem foi conferida liberdade e que usam essa liberdade para destruir uma Civilização cuja construção durou mais de mil anos.

PS: Quais são as probabilidades deste mesmo professor pedir aos alunos que pisem no nome "Muhammad" ?

Fonte



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