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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mulher fica surpreendida por ir para a prisão depois de violar a lei

Uma desculpa chorosa por parte duma professora não convenceram um juiz de Fresno County a deixá-la em liberdade depois dela ter admitido ter tido relações sexuais com um estudante. Megan Denman, de 30 anos, declarou-se culpada de seis acusações criminais depois de se terem passado apenas alguns meses desde o momento da sua prisão. Mas ela não contava ir para a prisão.

Denman veio para o tribunal sabendo que outras professoras na sua situação haviam evitado a prisão ou mesmo penas de prisão. Ela encontrava-se num estado emocional muito elevado durante a audiência, e a pior  parte veio quando soube que não teria a mesma sorte que as suas pares.

Os olhos de Megan Denman encontravam-se já cheios de lágrimas quando o deputado colocou as algemas nos seus pulsos, antes de a levar para uma longa viagem até a prisão de Fresno County - uma viagem que, segundo o advogado, veio como um choque para ela. Um repórter da Action News perguntou ao advogado Roger Nuttall:

Megan estava pronta para ir para a cadeia hoje?

Nuttall respondeu:

Acho que não, principalmente porque ela nem pensava em ir para a cadeia hoje.

Esta crença baseava-se numa sentença dada a antiga professora Nadia Diaz (Washington Union) há menos de dois meses atrás, depois dela ter tido uma relação sexual com um menor de 15 anos.  Diaz foi "condenada" a ficar em liberdade condicional e não recebeu tempo de prisão algum.

No caso de Denman, ela enfrentava 26 anos de prisão por ter tido uma longa relação sexual com um estudante. A antiga professora de ciências sociais tinha 28 anos quando tudo começou, e a vitima 16.

A Promotora Lara Clinton alegou que uma sentença de liberdade condicional provaria a existência dum padrão duplo para as professoras:

Acho que se estivéssemos a falar dum homem de 28 anos a ter relações sexuais com uma estudante de 16 anos que é uma criança e sua estudante, isso seria bastante repulsivo.

Mas a vítima não queria que Denman processada, e os psiquiatras afirmaram que é muito pouco provável que ela volte a repetir o crime. Para além disso, e como dito em cima, ela emitiu um pedido de desculpas muito emotivo ao juiz:

Encontro-me profundamente arrependida pelo desapontamento que causei aos meus colegas, aos estudantes, a mim própria, e ao meu marido. Todos os dias vivo com a culpa e com o ódio que tenho pelo que fiz.


A decisão final do juiz significa que ela levará essa culpa para a prisão.

Ficou agendado que Denman aparecerá de novo no tribunal no diz 30 de ABril. Ela nunca mais poderá trabalhar como professora, mas o juiz ordenou que ela não terá que se registar como agressora sexual

Fonte: http://ow.ly/p9Lr1

* * * * * * *

O motivo que levou esta mulher a não contar cumprir tempo de cadeia prende-se com o facto das mulheres normalmente serem extremamente beneficiadas pelo sistema legal ocidental. (Isso talvez explique o porquê do comportamento de algumas mulheres.)

Claro que igualdade nas sentenças de prisão não é algo que interesse o movimento feminista, e como tal, elas fazem-se notar em casos como este pela sua ausência. Pior ainda, para além das mulheres já serem beneficiadas pela lei, as feministas querem que elas sejam ainda mais beneficiadas pelo facto de serem mulheres. Ou seja, as feministas "lutam pela igualdade", excepto quando não lutam pela igualdade.

O mais curioso do facto das mulheres receberem penas menores pelos mesmos crimes cometidos pelos homens é o facto do sistema legal "opressor e machista" - o mesmo que favorece as mulheres - estar totalmente (ou em grande parte) dominado por . . . . homens. Ou seja, são os homens que dão penas mais pesadas aos homens, e são os homens que dão penas mais leves às mulheres.

Estranha sociedade "opressora" a nossa onde os "opressores" se oprimem mutuamente, e as "oprimidas" são favorecidas pelos "opressores". Entendedores entenderão.





sábado, 2 de abril de 2011

Esquerdistas usam os muçulmanos como desculpa para a sua intolerância anti-Cristã

Este site informou-nos no ano passado que, não só os oficiais da escola "St. Peter Head Start" erraram ao terminar com as visitas do pai natal às salas de aulas, como erraram ao colocarem os somalis que vivem na comunidade sob intenso criticismo. Dois somalis de Mankato, que vivem na área num total de 23 anos, dizem que isto é muito injusto.

Fanah Adam, que tem tem filhos na escola , disse que o respeito pelas diferentes culturas e costumes é uma via de dois sentidos - um conceito que foi manchado aquando da proibição das visitas do pai natal alegadamente devido a queixas por parte de algumas famílias. Fanah Adam afirma que:

O pai natal e as tais famílias somalis não foram responsáveis pela decisão: os administradores da escola Head Start é que decidiram por si mesmos acabarem com as visitas.
Ahmed e Adam temeram que a reacção anti-Somali que se poderia gerar nos sites comentados e nos fóruns pudesse ser um terreno fértil para "crimes de ódio".

Dennis Jackson, o homem que desempenha o papel de pai natal nessa escola há quatro anos, foi notificado pelos directores da escola que as suas aparições poderiam ser contra os desejos de algumas pessoas. Não lhe foram dados mais detalhes.

Chris Marben, que coordena a agenda dos programas através da "Minnesota Valley Action Council", disse o seguinte:

Temos algumas famílias somalis no programa e nós estamos a respeitar os desejos das famílias.
Ela não disse quantas pessoas levantaram objecções à presença do pai natal e nem declarou se as famílias somalis se opuseram de modo específico a tais presenças.

Resumindo: os responsáveis pelo programa escolar natalício terminaram com as visitas do pai natal porque isso "poderia ofender" os pais muçulmanos que possuem filhos nas escolas. Quando consultados, esses mesmos muçulmanos declararam não ter problema nenhum com as visitas do pai natal. Daí se infere que os directores escolares provavelmente mentiram ao usarem os muçulmanos como desculpa para o término da visita natalícia.

Os esquerdistas estão sempre a inventar formas através das quais um grupo PODE ficar "ofendido" com símbolos Cristãos. Porque é que estes raivosos contra Cristo não se revelam de forma aberta em vez de usarem pessoas de outras confissões para esconderem a sua intolerância ao Cristianismo?

Nós sabemos que eles desprezam as sensibilidades religiosas (alheias) portanto, para quê esta pretensão de preocupação? Talvez porque seria difícil manter a aura de neutralidade religiosa em relação ao Cristianismo se a população se apercebesse do que, mesmo assim, é bastante óbvio: os esquerdistas na verdade não são contra a religião mas sim contra o Cristianismo. Sempre que virmos um esquerdista a falar da "guerra" entre a "religião" e a "ciência", ele está a falar do Cristianismo e não do Budismo, do Hinduísmo ou do Confucionismo.

A sua lógica é quase sempre a mesma: "tirem este símbolo Cristão daqui senão um membro de uma fé qualquer pode-se sentir ofendido por ele". Invariavelmente, são os esquerdistas que se ofendem com tais símbolos Cristãos, mas como não podem revelar a sua intolerância ao Cristianismo, eles usam um outro grupo qualquer como desculpa.

Veja-se o que a Associação dos Zangados com Deus (mais conhecida por Associação "Ateísta" Portuguesa) disse em relação à decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em permitir que as escolas da Itália (país com população maioritariamente Cristã) mantivessem crucifixos nas suas salas de aula:

A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), regozijou-se em Novembro de 2009, com a decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, proibindo os crucifixos nas escolas, considerando-os susceptíveis de perturbarem “as crianças de outros credos” e tendo, por isso, condenado a Itália.
Se forem vêr o que originou a que este caso chegasse ao Tribunal Europeu, constatarão que foi uma militante ateísta (e não o pai ou mãe duma criança "com outro credo") quem se insurgiu com a presença de símbolos cristãos numa sala de aula dum país de maioria Cristã.

(Podem vêr uma refutação à palhaçada dos militantes ateus neste post do Jairo)

Portanto, com acções como esta, os esquerdistas atraem o ódio da população Cristã contra o grupo que eles alegadamente estão a tentar "ajudar".

Esta mentalidade da "guerra de classes" é demoníaca e geradora de ressentimento, mas como sabemos, é esse o propósito do marxismo cultural.

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