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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Feministas Suecas envolvem-se sexualmente com "menores"

Feminista Sueca falando sobrre relações sexuais com os refugiados: "Todas nós fazemos isso."

O julgamento contra as assim-chamadas "Arboga-woman" chamou a atenção para a forma como as mulheres de meia-idade na indústria dos asilos estão a ter relações sexuais com as crianças refugiadas. "Todas nós fazemos isso", diz o testemunho duma mulher (que trabalha num dos asilos) no site esquerdista com o nome de “Blankspot”.

Este assunto havia sido previamente discutido em sites tais como Flashback, onde relações sexuais entre as que os utilizadores deram o nome de “Dye witches” e os refugiados infantis recebeu atenção extensa. Mas agora, é o muito bem conhecido site Comunista de Martin Schibby Blankspot a fazer o mesmo, fonte esta que já publicou um texto onde uma mulher esquerdista reportou anonimamente a forma como ela leva para casa as assim-chamadas "crianças refugiadas não-acompanhadas" directamente do Conselho de Migração.

Segundo o texto da mulher, relações sexuais entre as mulheres e os assim-chamados "refugiados" são imensas. No seu texto em torno duma das noites de sexo com "criança refugiada não-acompanhada", ela escreve:

Chega de estarmos no sofá. Se ele quiser, ele que se junte a mim na cama. Mando um SMS a uma amiga: "Socorro - tenho que levá-lo e fazer sexo na minha cama!" Resposta: "Tem calma. Todas nós fazemos isso. Esta é a forma como as coisas têm que ser feitas. Dá-lhe proximidade. Isso é o que tu podes fazer."

As pessoas envolvidas nos serviços sociais tendem a ser mulheres mais velhas que são ávidas defensoras do socialismo, do feminismo, do multiculturalismo, etc. Está a ser alegado agora que estes mulheres envolvem-se nos serviços sociais como forma de ter relações sexuais com os homens imigrantes [ed: E não só.] 

Algumas fontes noticiosas Suecas estão até a acusar estas mulheres de "explorarem adolescentes" com propósitos sexuais. Estas mulheres estão agora a ser chamadas de”Batikhäxor,” que é ocasionalmente traduzido para o inglês “Dye Witch.”

O julgamento de Johanna Moller, que ainda decorre, relativo a um duplo assassinato, trouxe o escândalo para as páginas principais dos jornais. Moller é acusada de mandar um refugiado Afegão matar o seu marido e o seu pai. Durante o julgamento foi alegado que era comum ela dar drogas e bebidas alcoólicas aos refugiados menores como forma de ter sexo com eles.

O site comunista com o nome de Black Spot publicou um artigo explosivo anónimo de uma assistente social onde ela declara que era comum existirem relações sexuais com os jovens refugiados. A colunista anónima disse que os homens se encontram "traumatizados" e que o sexo era "terapêutico" para eles.

A comentadora Sueca Ann Heberlein diz que ela conhece pessoalmente vários casos de assistentes sociais a terem sexo com jovens refugiados. Ela diz que conhece até casos de mulheres casadas que decidiram que preferiam ter sexo com jovens refugiados do que continuar com o casamento.

Muitas mulheres alistam-se para disponibilizarem a sua casa para abrigar "menores não-acompanhados" com o expresso propósito de terem relações sexuais com eles.

A maior parte destes "menores" são adolescentes ou têm vinte e poucos anos. Uma larga maioria destes "menores" não-acompanhados são homens. (A Suécia classifica refugiados com idade até aos 25 anos de "menor não-acompanhado".

E numa notícia relacionada, outra mulher Sueca foi exposta como levando a cabo danças para "crianças refugiadas", e de ter várias relações íntimas com eles, num centro de abrigo em Åmål. Enquanto isso, outra mulher dormiu com um refugiado menor na sua casa, e foi acusada de violação.

Fonte: http://bit.ly/2AAURWF

Para mais informação sobre mulheres e assistentes sociais a terem relações sexuais com refugiados, vejam este post no Reddit.

* * * * * * *

Estas são as palavras ditas por um homem Sueco comentando sob a alcunha de "Jack Burton" no site Zerohedge:

Na Europa [Ocidental], as mulheres tomaram conta da sociedade por completo. Os homens são piores feministas que as mulheres. É um facto confirmado que as mulheres são a maior parte das pessoas envolvidas em dar as boas vindas aos refugiados, a alimentar quem se encontra nas estações, a gerir os campos, a dar abrigo, e a levar a cabo manifestações em favor dos migrantes. A maior parte destas mulheres são solteiras e de meia-idade.

Observem os vídeos cuidadosamente e irão observar centenas de jovens homens migrantes e são sempre as mulheres brancas de meia-idade quem lhes está a dar pão, ou dar sopa. No campo para refugiados em Calais são mulheres de meia-idade quem está a manter os migrantes alimentados. Elas fazem-se presentes todos os dias para fazerem o que podem pelos milhares de jovens homens islâmicos.

Estas mulheres têm qualificações em feminismo e teoria da assistência social. Elas querem mais e mais migrantes visto que isso dá emprego a mulheres como assistentes sociais - mulheres esquerdistas e liberais cujos empregos são em assistência social e governamental.

Já coloquei aqui a história da mulher Sueca que se tornou amiga dum grupo de jovens migrantes num comboio Sueco. Eles beberam juntos, cantaram juntos, e ela passou a conhecê-los um pouco melhor. E depois ela foi violada por eles. E o que foi que ela fez? Ela permanece relutante em apresentar queixa devido ao facto "deles serem refugiados, e do facto eles poderem ter outro cultura, e a sua vida estar a ser tão difícil".

Isto é practicamente tudo o que é preciso saber sobre as mulheres na Europa.

Os homens Europeus têm que tomar o poder das mãos das mulheres esquerdistas antes que seja tarde demais. Senão, veja-se o seguinte video:


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- Minds.com
- Medium.com

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

O regresso da sexualidade pagã

By Eric Metaxas

Os progressistas sexuais alegam que estão a dar início a um "admirável mundo novo" repleto de liberdade, mas a sua "nova" moralidade é tão antiga como as montanhas.

Quantas vezes já ouviram os progressistas sexuais alegarem que aqueles de nós que defendem a moralidade sexual e o casamento tradicionais estão "do lado errado da história"? Mas como ressalva um livro recente, são os proponentes da revolução sexual que estão a abraçar uma moralidade sexual que a história deixou para trás há milénios - nas ruínas do Fórum Romano.

Sim, a civilização Ocidental está a atravessar por uma mudança cultural dramática; no espaço de alguns anos, a nossa sociedade mudou de forma fundamental o entendimento do casamento, abraçou a noção de que os homens podem-se transformar em mulheres, e está agora a promover a ideia de que homens adultos podem-se sentir à vontade para partilhar instalações sanitárias com jovens mulheres. Sem surpresa alguma, estamos também a observar esforços rumo à normalização da poligamia, pedofilia e incesto.

É precisamente em tempos como estes que temos que ter algum tipo de perspectiva histórica. E é precisamente por isso que o livro do pastor Luterano Matthew Rueger com o título de “Sexual Morality in a Christless World,” é cronologicamente apropriado. Nele, Rueger mostra como a moralidade sexual Cristã agitou o mundo pagão da Roma antiga. As noções do amor compassivo, da castidade sexual, e da fidelidade marital eram estranhos, e até chocantes para o povo dessa altura.

Citando estudiosos actuais, Rueger detalha a visão sexual do mundo Romano que durou centenas de anos. As mulheres e as crianças eram vistas como objectos sexuais; os escravos - homens e mulheres - poderiam esperar serem abusados sexualmente; a prostituição estava amplamente difundida; e o homossexualismo predatório era comum. A moralidade sexual Cristã [que limita a actividade sexual para o casamento entre um homem e uma mulher com idade para gerar filhos e filhas, cuidar do lar e ensinar os mandamentos Bíblicos à descendência] pode ter sido vista como repressiva para os licenciosos mas ela era um dom de Deus para as vítimas.

Rueger escreve que:

As alegações actuais de progressismo e avanços por via da aceitação de "visões sexuais dominantes em torno da sexualidade e do casamento [sic] homossexual" estão totalmente desinformadas.... A visão contemporânea em torno da sexualidade nada mais é que um renascimento duma visão do mundo antiga e muito menos compassiva.   

Mas ela é também o renascimento duma visão antiga e mais pobre do homem. Imaginem a reacção duma escrava pagã Romana que aprendia pela primeira vez que ela tinha valor - e não valor monetário como um bem para ser usado e descartado pelo dono - mas valor eterno visto que ela havia sido criada à Imagem de Deus.

Ou imaginem a dor de consciência sentida por um marido Romano infiel mal ele viesse a saber que Deus havia incarnado, tomado a forma dUm Homem, e que a maneira como ele cuidava do seu próprio corpo e do corpo dos outros era importante para Deus. Sem dúvida, que isto havia de ser importante.

Não podemos desviar o olhar e ignorar este renascimento profano da sexualidade pagã e da sua visão humilhante do ser humano. Mas também não podemos agitar as mãos temerosamente, ou desistir derrotados. Tal como Rueger salienta, Cristo e a Sua Igreja transformaram de maneira radical uma sexualidade mais cruel e mais caótica que a nossa.

Olhem para os crentes antigos que vieram antes de nós: Em vez de sucumbirem ou se acomodarem ao espírito da época, os novos convertidos da Igreja primitiva vieram a entender, tal como escreve Rueger, que "a moralidade Cristã fundamentava-se na pureza abrangente de Cristo e no amor auto-esvaziante... Os Cristãos já não poderiam viver como os Gregos ou como os Romanos. A sua visão do mundo e a visão que eles tinham deles mesmos eram totalmente distintas. Eles agora eram um com Cristo, de coração e alma."

Agora, escrever Rueger, a sua natureza distinta "não os irá poupar do sofrimento, mas sim convidar o sofrimento". É totalmente claro que o mesmo se aplica a nós nos dias de hoje. Será que iremos dobrar os nossos joelhos a esta renascida sexualidade pagã, ou será que iremos disponibilizar a liberdade e o plano de Deus para a sexualidade humana para um mundo que desesperadamente necessita dele?

Fonte: http://bit.ly/2seiaBU

* * * * * * *

Claro que o renascimento desta moralidade sexual pagã não é algo "orgânico" ou consequência natural dos eventos, mas sim acto consciente e planeado levado a cabo pela elite como forma de desorganizar e fragilizar as nações ocidentais. Depois de fragilizadas, e totalmente submissas (devido à sua aderência a escolhas sexuais inferiores e auto-destrutivas), a elite poderá "reinar" sobre elas como bem entender, sem se preocupar numa revolta popular por parte de quem se encontra focado no número de parceiros e parceiras sexuais é que já teve e pode vir a ter.

Por incrível que pareça, os limites que a civilização Cristã colocou no comportamento sexual (colocando de lado a sexualidade pagã), resultaram em liberdade, enquanto que os comportamentos sexuais que a civilização pós-Cristã está a promover sob a bandeira da "liberdade sexual", irão ter como consequência a perda da liberdade.
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. - João 8:34-36





domingo, 9 de novembro de 2014

Os 30 segundos que mudaram para sempre a vida de Kevin Ibbs

Por Anna Marshal

Devido a pressões exercidas por grupos feministas, em 1985 o parlamento Australiano Ocidental emendou de forma dramática a sua lei relativa à violação, começando por alterar o termo "violação" para "agressão sexual", e depois alargando de forma colossal a definição do que poderia ser considerado como "agressão sexual". Muitos actos que previamente não constituíam violação foram incluídos no novo Act.

O critério para agressão sexual foi alargado de forma a incluir qualquer tipo de penetração feita com qualquer objecto ou outra parte do corpo da pessoa, onde o consentimento não existia e não estava a decorrer. Não interessava se a força ou a ameaça não tivessem sido usadas. A pena para qualquer tipo de agressão sexual foi aumentada para quinze anos de prisão. Se por acaso algum tipo de força tivesse sido usada, acusação passaria a ser de agressão sexual agravada, podendo resultar numa pena de 20 anos de prisão.

O draconiano Act rapidamente enlaçou a sua primeira vítima. 

Na noite do dia 29 de Novembro de 1986, Kevin Ibbs, residente em Perth, estava a ter relações sexuais consentidas com Christine Watson. Watson, amiga íntima da esposa de Ibbs, Katrina Carter, vivia na mesma casa com Ibbs e Carter.

O acto sexual estava a decorrer com conhecimento total de Katrina Carter, que por essa altura também se encontrava dentro da casa.

Perto da altura em que Ibbs se aproximava da ejaculação, Watson subitamente mudou de ideia em relação ao seu consentimento (pelo menos foi isso que ela alegou mais tarde), e tentou empurrar Ibbs para longe de si. Ele continuou durante mais algum tempo.

Quando parou, era tarde demais; ele havia sido encurralado. Segundo a nova lei, Ibbs foi acusado de agressão sexual e declarado culpado.

O juiz ficou a saber que Ibbs havia continuado com o acto sexual durante mais 30 segundos sem o consentimento Christine Watson (facto que levou a que ele fosse mais tarde qualificado de "O Violador dos 30 Segundos"). O Juiz Geoffrey Kennedy sentenciou Ibbs a quatro anos de cadeia. [Detalhes do julgamento e do recurso]

Alguns anos mais tarde, Watson admitiu à polícia que todo o incidente havia sido orquestrado por Katrina Carter como forma de causar a que Ibbs fosse acusado de agressão sexual e levasse a que ele saísse da casa que eles partilhavam. Christine Elizabeth Watson a.k.a. Christine Elizabeth Wardle e Katrina Ann Carter foram mais tarde acusadas de conspirar para perverter o curso da justiça, e condenadas a sete meses de cadeia.

Em 2001, Ibbs foi finalmente absolvido, quatro depois de se ter apurado que ele havia sido alvo duma armadilha. Ibbs disse ao repórter David Weber (ABC) que não encontrou qualquer tipo de conforto nisso:

Sou o morto-vivo original - o tecido está no exterior mas não há nada no interior. E é isso. Isto já ocorre há tanto tempo que o veneno pura e simplesmente acabou com tudo.

Foi-lhe perguntado de que forma é que o tempo passado dentro da prisão o havia mudado:

Sempre que ocorre uma violação em alguma parte, esperamos que alguém bata à nossa porta. "Explique-me onde você esteve!" Já aconteceu as forças de intervenção forçarem a sua entrada; felizmente que eu estava a viver com o meu Tio e ele disse onde é que eu tinha estado. Eu não estava minimamente relacionado com o que tinha acontecido. O meu Tio disse, "Não, ele tem estado aqui o tempo todo". 

Ele falou do custo  da sua provação:

Custou-me um milhão e um quarto.... A minha vida - 14 anos - ninguém me pode devolver. Não vejo a minha filha há 14 anos. Fui arruinado como comerciante, e não sei como está a minha saúde.

Kevin Ibbs não recebeu qualquer tipo de compensação do Estado devido à sua prisão indevida.

Em Setembro e 2009. Kevin Ibbs cometeu suicídio; o seu corpo foi encontrado por baixo da  ponte Mandurah (WA).  Ele tinha 56 anos.







terça-feira, 21 de outubro de 2014

Promiscuidade feminina e felicidade matrimonial

Daily Mail

Segundo uma nova pesquisa levada a cabo pelo National Marriage Project, mais de metade das mulheres que só haviam tido relações sexuais com o marido actual sentiam-se bastante satisfeitas no seu casamento. Mas esta percentagem caiu para 42% mal as mulheres que haviam tido relações sexuais com pelo menos 2 parceiros, e caiu 22% para as mulheres que tinham tido 10 ou mais parceiros.

Com os homens, o seu número de parceiras sexuais não parece influenciar a felicidade que eles sentem dentro do casamento. Os pesquisadores disseram que o estudo mostrou que o sexo com muitos parceiros "pode ser arriscado" se a mulher está em busca dum casamento de qualidade. O mesmo estudo conclui:

Lembrem-se de que aquilo que vocês fazem antes de casar parece ter um impacto notável na vossa vossa futura vida matrimonial.

Os dados recolhidos foram apresentados no artigo 'Before 'I Do': What Do Premarital Experiences Have to Do with Marital Quality Among Today’s Young Adults?', e publicados na Universidade da Virginia.

O relatório, escrito por Galena K Rhoades e Scott M Stanley, defende que a primeira conclusão a ser retirada do estudo é "O que acontece em Las Vegas, não fica em Las Vegas". Segundo eles, isto significa que as nossas experiências passadas, especialmente no que toca ao amor, estão directamente associadas à nossa futura qualidade matrimonial.

Os pesquisadores disseram que as mulheres que tiveram mais parceiros sexuais tinham mais dificuldades em firmar-se no compromisso com o esposo uma vez que estavam cientes das alternativas. Eles acrescentaram também que quantos mais as pessoas passam por separações, mais susceptíveis elas são de terem uma "visão mais apodrecida do amor", o que pode afectar os relacionamentos futuros. O relatório diz:

Muitos da geração YOLO ("you only live once" = "Só Se Vive Uma Vez") acreditam que o que acontece na juventude não irá afectar o seu futuro, mas a nossa pesquisa revela algo totalmente diferente. Isto não significa que o sexo antes do casamento irá condenar o casamento, mas o sexo com muitos parceiros distintos pode ser arriscado para alguém que busca um casamento de qualidade.

Ter tido mais relacionamentos amorosos antes do casamento significa também ter mais experiências de separação. Uma história de múltiplas separações pode fazer com que as pessoas tenham uma visão mais pobre do amor e dos relacionamentos.

O estudo apurou também que os casais que haviam tido mais do que 150 convidados no casamento tinham uma qualidade matrimonial superior com o passar do tempo:

Somos de opinião de que isto centra-se no facto de se fazer uma declaração pública de compromisso e ter um apoio comunitário. Quanto mais apoio o casal tiver, mais eles serão capazes de navegar através das ocasionais águas conturbadas associadas ao casamento.

O estudo analisou os relacionamentos duma amostra nacional representativa na América composta por 1,294 homens e mulheres solteiros com idades entre os 18 e os 24. Os pesquisadores acompanharam-nos durante um período de cinco anos. Por essa altura, 418 estavam casados. Apenas 23% das pessoas que se casaram durante a pesquisa havia mtido sexo apenas e só com a pessoa com quem se tinham casado.

..

Este tipo de informação ressalva a importância de casar com uma mulher com um número de parceiros sexuais baixo ou igual a zero, especialmente para a maioria dos homens que não se enquadram dentro da definição de "macho alfa". Cada parceiro adicional que a mulher teve aumenta as probabilidades dela ser uma Viúva dum Alfa (ver mais embaixo), e apenas estar a ficar com um homem por não ter mais opções (e vir a qualificar o teu casamento de "insatisfatório").

Este tipo de informação é uma que as mulheres também têm que levar em conta. O custo do sexo fora do casamento é uma redução da felicidade matrimonial na ordem dos 21%, na eventualidade dela vir a sentir-se altamente realizada no casamento. E o custo da promiscuidade pré-matrimonial é uma redução na ordem dos 58%, na eventualidade de vir a existir felicidade matrimonial.

Isto não significa que o homem deve rejeitar automaticamente a mulher que já teve mais do que 10 parceiros sexuais; afinal, há 25% de hipóteses dela sentir-se feliz no casamento. No entanto, essas probabilidades não são suficientes para dar tranquilidade a um homem com a intenção de casar.

"Viúva dum Alfa" ou "Viuvez Alfa" é a descrição dum comportamento observado nas mulheres, e não algo criado com o propósito de assombrar os maridos com um estatuto sexual-social baixo.

O Steve já está comigo há 50 anos, e Ron há 47, mas nenhum deles é o homem com quem me casei, e nunca mais falei com eles desde que tinha os meus 20 anos. Ao mesmo tempo, não há a mínima dúvida que isso perturbou o meu casamento com o Olly, o homem que tem estado ao meu lado há 40 anos.

Dei por mim a pensar neles à medida que lia a pesquisa que nos informava que as mulheres que eram promiscuas antes do casamento eram mais infelizes no matrimónio do que as mulheres que entraram virgens para o casamento. A minha primeira reacção foi: porque é que as coisas são assim?

Eu sempre acreditei que um bocado de experiência, tanto no amor como no sexo, era algo benéfico para o nosso entendimento do que realmente queremos quando escolhemos um parceiro para toda a vida. Ter uma história a qual se referir - assentar sem ter uma ideia do que o mundo tem para oferecer - parece ser uma receita para o desastre e não para a satisfação.No entanto, não dá para negar que os meus antigos parceiros fizeram sentir a sua presença no meu casamento - chegando até a colocar em causa o meu compromisso.

Segundo Susan Nolen-Hoeksema, psicóloga de Yale e autora do livro Women Who Think Too Much, as mulheres, muito mais do que os homens, são muito mais susceptíveis do que os homens a pensar no rumo que a sua vida teria tomado se elas tivessem ficado com alguns dos parceiros mágicos da altura - se a excitação teria ficado, e se isso teria produzido um relacionamento muito mais satisfatório que o actual.

Da forma como eu vejo, estas fantasias são fantasmas poderosos, assombrando as zonas ocultas da nossa psique, prontos a manifestarem-se e a causar problemas, se lhes dermos essa chance. Certamente que o meu casamento fica assombrado quando, depois da primeira década de casamento com o Olly, pequenas coisas que na altura nada mais eram que imperfeições passaram a ter um significado maior.

Note-se que a Viuvez Alfa não se centra primariamente no sexo, embora seja aí que os fantasmas dos Alfas se formem. Mesmo depois de 40 anos de casamento, esta mulher ainda se encontra presa às memórias de dois homens em particular que causaram uma impressão duradoura na sua psique sexual; nem chegar a ser surpreendente que um deles a tenha deixado porque achava a fidelidade como algo "difícil".

E note-se que a insegurança masculina não é responsável pelo facto das mulheres literalmente colocarem em causa o seu compromisso de quase meio século devido a experiências sexuais passadas. O facto simples e facilmente observável é que mulheres com experiência sexual têm mais dificuldade em estabelecer uma ligação com o marido e viver de acordo com os compromissos matrimonias. Isto não quer dizer que é impossível ela fazer qualquer uma das duas, mas sim que isso é um desafio enorme para que ambas as partes têm que reconhecer e ultrapassar - especialmente a esposa.

Para o homem com intenções matrimoniais, a forma mais lógica de evitar este tipo de complicações é ignorar as mulheres com uma experiência sexual proibitiva, e focar a atenção nas mulheres castas

Fonte do comentário: http://bit.ly/1u1ljCc

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Quanto mais parceiros sexuais a mulher tem, menores são as probabilidades dela (e não o marido) se sentir satisfeita no casamento. A lógica leva-nos a inferir que a mulher que realmente quer um casamento de qualidade, guarda-se para o seu futuro marido. Como o feminismo defende não existir qualquer tipo de consequência negativa na promiscuidade feminina, nós podemos inferir também que e o feminismo não quer que a mulher tenha um casamento feliz.

Mas isso já nós sabemos





domingo, 31 de agosto de 2014

Mulher que "só" teve 18 parceiros sexuais chocada por descobrir que os homens não se querem casar com ela

Por Wintery Knight

A Sunshine Mary linkou-se a um post do Reddit escrito por uma mulher "progressista" de 32 anos que se encontra surpreendida com o facto de que dormir com 18 homens diferentes em 15 anos não ser atraente para homens com intenção de casar:
Os meus pais são imigrantes de primeira geração. Tenho um irmão mais novo e uma irmã mais nova. Na minha família eu sempre fui a rebelde: com relativa frequência eu desafiava os meus pais. A minha família era muito severa no que toca aos encontros românticos e os meus irmãos normalmente seguiam o que eles diziam. No entanto, eu desafiava as normas. Como consequência, o meu irmão e a minha irmã foram muito reprimidos sexualmente enquanto que eu perdi a minha virgindade com 17 anos (com o meu namorado de então). 
O meu irmão e a minha irmã seguiram o tradicional percurso matrimonial indiano: ele não teve qualquer tipo de relacionamento sexual até à noite de núpcias, casando-se com a idade de 25 anos (casamento combinado), e a minha irmã (que nunca havia beijado um rapaz) casou-se recentemente com um rapaz indiano que conheceu no nosso Templo (ela tinha 24 anos e ambos os pais aprovaram o casamento). 
Vivo em L.A. [Los Angeles], cidade onde tanto homens como mulheres se casam um bocado mais tarde, no entanto eu passei os meus anos 20 com o sentimento de que, de alguma forma, eu havia estragado tudo. Segui o percurso errado, e como tal, a linha temporal dos meus "momentos-importantes-de-vida" estavam desligada. Até com os meus amigos mais progressistas as coisas começaram lentamente no início, quando eu tinha 27 anos...... um post de noivado no Facebook, um convite para um casamento - as coisas estavam a acontecer. As pessoas que eu conhecia estavam a dar início à fase seguinte das suas vidas e a dizer "Aceito". 
Durante toda a minha vida eu nunca cheguei a ter relacionamentos com homens indianos; eu só me relacionava exclusivamente com homens brancos. No entanto, hoje apercebo-me mais do que tudo que os homens com quem eu me relacionava nunca me levaram a sério. Eles nunca olharam para mim como alguém com quem eles eventualmente se casariam. Para eles, eu nada mais era que uma diversão exótica; quando me apercebi disto, fiquei magoada até as partes mais íntimas do meu ser. 
Eu nunca rejeitei os homens indianos para os provocar ou algo assim. Eu fiz o que a maioria das minhas amigas brancas fazia, pensando que eu era igual a elas. Mas isto não poderia estar mais longe da verdade. A maioria dos homens com quem me relacionei queria casar com uma mulher branca. 
Actualmente tenho 32 anos e parece que todas as pessoas da minha família passaram por cima de mim. Eu também quero uma família e um casamento, no entanto as minhas probabilidades de encontrar alguém esfumaram-se. Na minha idade, obter um casamento combinado ou encontrar um homem indiano que queira casar comigo está fora de questão. A maioria dos homens indianos normalmente casa-se bem cedo, e normalmente com uma rapariga indiana que conhecem aqui, ou então voltam para Índia para ter um casamento arranjado. 
Os meus pais tentaram inscrever-me num site matrimonial, mas os homens que conheço por lá ficariam desanimados com a minha história (eu bebo, como carne, não sou virgem). [...] A maioria dos meus relacionamentos foram de longa duração, e eu só estive com 18 homens (tendo começado a minha actividade sexual com a idade de 17 anos).
Ela só teve relacionamentos sexuais estáveis com 18 homens em 15 anos! Isso não muito, certo? Vejamos o que a Sunshine Mary tem a dizer sobre isto:
No entanto, quanto mais eu penso nisto, mais me parece que artigos como este são uma coisa boa porque revelam a mentira. As feministas venderam um carta de bens às mulheres - que elas podem viver como os homens, ter sexo como os homens, e voltar a viver como mulheres quando bem lhes apetecer. 
Nós rimo-nos com mulheres como esta, e afirmamos coisas como "Será que ela não sabia que as coisas acabariam assim?" Não, ela não sabia. E isto acontece porque quando se tem 17 anos, não se pensa muito (especialmente neste cultura de adolescência prolongada). E quando te dizem desde a tenra idade que, como rapariga, é o teu destino Obter Tudo Exactamente Quando Tu Quiseres, certamente que é desorientador dares por ti na casa dos 30 sem marido algum e sem a perspectiva de algum dia vir a ter algum, e com a realização de que o teu emprego e o teu apartamento solitário não são tão enriquecedores como ser uma esposa e uma mãe o teria sido. 
[...] Pessoalmente, não sinto qualquer tipo de alegria com o sofrimento desta mulher. Não acho que um Cavaleiro Branco deva agir de forma a salvar esta mulher visto que ela deve sofrer as consequências naturais das suas decisões, mas não me alegro sabendo que a sua vida terá este destino. 
No entanto, o que a maioria de nós parece não entender é que as mulheres jovens fazem escolhas terríveis porque é-lhes dito desde que são jovens que essas escolhas são boas. Algumas raparigas são capazes de resistir a essa mensagem (que satura todos os aspectos dos média e das escolas) mas a maioria delas não é, e elas não desenvolvem a  sabedoria necessária até quando já é tarde demais.
(...)
Deixem-me dizer o que vai acontecer ao homem que se casa com uma mulher que passou os seus anos 20 a envolver-se com homens bonitos que não tinham qualquer interesse em casar, e que nem demonstraram qualquer habilidade para proteger, prover e liderar em tópicos morais/espirituais.

Ela ter-se-á convencido de que é mais bonita do que realmente é visto que, na sua mente, ela merece um homem tão atraente quanto ela. Que outro critério ela poderá ter para julgar os homens para além da aparência? Nenhum.

Portanto, não recomendo a homem algum a casar com esta mulher tal como ela se encontra actualmente. O que os homens precisam num casamento é afeição, respeito, afirmação e aprovação. Uma mulher com este passado não terá a confiança e a vulnerabilidade que um homem com intenção de casar quer. A única forma de remediar esta confiança destruída é um longo período de castidade. Ela tem que escolher formar um relacionamento com um homem que seja um bom protector/provedor/líder moral/espiritual, e essa é a única forma de reparar os estragos causados pela promiscuidade sexual (se é que algum dia podem ser reparados).

O homem pode sentir o quanto que a mulher confia nele, e o quão vulnerável ela é, através da forma como ela confia nele e o encoraja nos seus planos. Se a mulher o manda abaixo constantemente, chamando-lhe nomes, e inventado desculpas do porquê ela não ter que se preocupar com as necessidades e sentimentos dele, então isso é a o seu passado promíscuo a vir ao de cima. Mulheres virgens que tiveram um bom relacionamento com o pai não menosprezam os homens dessa forma; elas escolhem homens bons que estão a fazer coisas boas, e encorajam-nos.

A minha recomendação para as mulheres é que elas se apercebam de que estão a fazer más escolhas em relação aos homens, e ter um atitude negativa em relação aos homens que escolhem nada mais é que olhar no espelho e assumir que elas são problema. A solução é, portanto, encontrar um bom homem e trabalhar de forma árdua para ser submissa e sua apoiante, mas de forma casta.

Parem de escolher homens com motos; parem de escolher ateus; parem de escolher bêbados; parem de escolher homens que são a favor do aborto e do "casamento" homoerótico. Parem de escolher homens que querem um governo de maiores dimensões. Pura e simplesmente, parem.

Este é o conselho que daria a esta mulher. Escolham homens que podem fazer o trabalho que os homens fazem dentro dum casamento. Descubram quais são os planos dos homens, e apoiem-no nas habilidades necessárias para o seu plano. Casem-se com ele.


* * * * * * *
Uma coisa que o autor do texto não comentou é a forma como esta mulher indiana aparentemente não entende o porquê de não ter muitas hipóteses de se casar com quem quer que seja. Os motivos que ela usa como justificação para os homens lhe rejeitarem é o facto dela beber, comer carne e não ser virgem, e não o facto dela ter dormido com 18 homens diferentes em 15 anos (!).

Ou seja, para esta mulher, aparentemente os homens dão mais importância à carne que uma mulher come (se come), ou ao facto dela beber, mas os homens não dão assim tanta importância ao facto dela se ter entregue sexualmente a vários homens num curto espaço de tempo. (OBS: quer seja curto ou longo, é irrelevante. O motivo da rejeição masculina centra-se no número de parceiros sexuais)

Este desconhecimento na natureza masculina vai-lhe sair caro, mas certamente que com 15 anos de experiência sexual, ela já deveria saber que a forma mais rápida de perder um homem honrado é dando-lhe aquilo (sexo) que as mulheres castas só dão após um compromisso sério e exclusivo ter sido firmado (isto é, depois do casamento).

Mas nem tudo são más notícias para as mulheres promiscuas......






domingo, 17 de agosto de 2014

Guerra fria entre as mulheres

Quão agressivas são as mulheres? Quando há três décadas atrás a antropóloga Sarah B. Hrdy pesquisou a literatura existente, concluiu que "a componente competitiva da natureza da mulher permanece anedótica, sentida de maneira intuitiva, mas ainda não confirmada pela ciência.” A ciência avançou muito desde então, tal como nota a Drª Hrdy na sua introdução para a edição mais recente de "Philosophical Transactions of the Royal Society" inteiramente dedicada ao tópico da agressividade feminina. Ela atribui a "espantosa" quantidade de novas evidências parcialmente às melhores técnicas de pesquisas e parcialmente à entrada de tantas mulheres nos ramos científicos anteriormente dominados pelos homens.

A existência de competição entre s mulheres pode parecer óbvio para qualquer pessoa que já esteve num refeitório duma escola secundária ou num bar de solteiros, mas analisar isso mesmo tem sido difícil visto que essa mesa competição tende a ser subtil e indirecta (e muito menos violenta) que a variedade masculina. Agora que os pesquisadores têm olhado para as coisas de uma maneira mais atenta, eles afirmam que esta "competição intrassexual" é o factor mais importante que explica a pressão que as jovens mulheres sentem para atingir padrões de conduta sexual e de aparência física.

As antigas dúvidas em torno da competitividade feminina derivavam parcialmente da análise das probabilidades reprodutivas das antigas sociedade onde imperava a poliginia, onde alguns homens eram deixados solteiros devido ao factos dos machos dominantes terem múltiplas esposas. Devido a isso, os homens tinham que competir por uma chance de se reproduzirem, enquanto que virtualmente todas mulheres estavam seguras que se reproduziriam.

Mas mesmo nessas sociedades, as mulheres não eram troféus passivos nas mãos dos homens vitoriosos visto que elas tinham os seus próprios incentivos para competirem umas com as outras como forma de obterem os parceiros mais desejáveis e mais recursos para os seus filhos. E hoje que as maior parte das pessoas vive em sociedades monogâmicas, a maior parte das mulheres enfrenta as mesmas probabilidades que os homens. De facto, elas enfrentam probabilidades mais duras em alguns locais, tais como em muitas universidades visto que as mulheres são mais que os homens.

A jovem mulher

Para se ver a forma como as estudantes reagiam à presença duma rival, os pesquisadores trouxeram um par de rivais para o laboratório da McMaster University, para o que era ostensivamente uma discussão em torno da amizade feminina.

Mas a verdadeira experiência começou quando outra jovem mulher entrou na sala, perguntando onde é que ela poderia encontrar um dos pesquisadores.

Esta última mulher havia sido escolhida pelas pesquisadoras - Tracy Vaillancourt e Aanchal Sharma - porque tinha as qualidades físicas consideradas atraentes para os homens, isto é, "relação cintura-quadril baixa, pele clara, e seios enormes." Às vezes ela usou uma t-shirt e jeans, mas noutras ocasiões usou blusa justa e uma saia pequena.

Quando ela usou jeans, a jovem mulher atraiu pouca atenção e nenhum comentário negativo por parte das estudantes, cujas reacções estavam a ser secretamente gravadas durante a presença da jovem assistente e depois dela sair da sala. Mas quando ela usou a pequena saia e a t-shirt justa, virtualmente todas as estudantes reagiram com hostilidade. Elas olharam para ela dos pés à cabeça, reviraram os olhos, e por vezes exibiram sinais de raiva. Uma das estudantes perguntou, descontente, "Mas que [obscenidade] é esta?"

A maior parte da agressividade, no entanto, acontecia depois dela sair da sala. As estudantes riram-se dela e atribuíram-lhe motivos, Uma das estudantes sugeriu que ela estava vestida daquela forma para fazer sexo com o professor. Outra disse que os seios dela "estavam quase a saltar para fora."
Os resultados da experiência mostram evidências de que esta forma de agressão indirecta ao estilo "rapariga má" é mais usada pelas adolescentes e pelas jovens mulheres do que as mulheres com mais idade, visto estas últimas terem menos motivos para colocar em desvantagem as suas adversárias uma vez já casadas Outros estudos demonstraram que quanto mais atraente for a rapariga ou a mulher, mais provável ela é de ser vítima da agressão indirecta de outras mulheres.

A Drª. Vaillancourt, actualmente psicóloga na Universidade de Otawa, afirmou:

As mulheres são de facto muito capazes de comportamento agressivo umas com as outras, especialmente para com as mulheres que elas vêem como rivais. (...) A pesquisa demonstra também que a supressão da sexualidade feminina é feita por outras mulheres, e não necessariamente pelos homens.

A estigmatização da promiscuidade feminina - isto é, o "slut-shamming" - é frequentemente atribuída aos homens, que têm um incentivo natural para desencorajar as esposas de se afastarem, mas este mesmo incentivo natural leva-os também a encorajar as outras mulheres a serem promíscuas. A Drª  Vaillancourt afirmou que as experiências, bem como outras pesquisas, sugerem que o estigma da promiscuidade feminina é imposto sobretudo pelas mulheres:

O sexo é desejado pelos homens. Consequentemente, as mulheres limitam o acesso a ele como forma de manter a vantagem na negociação deste recurso. As mulheres que fazem do sexo algo prontamente disponível colocam em causa a posição de poder de todo o grupo, e é por isso que muitas mulheres não toleram as mulheres que são, ou são vistas, como promíscuas.

A agressão indirecta pode ter consequências psicológicas nas mulheres que são ostracizadas on sentem-se pressionadas para atingir padrões impossíveis - tal como a moda do corpos magros presente em muitos países modernos. Estudos demonstraram que a forma corporal ideal das mulheres é mais magro que a média - e mais magro do que aquele que os homens qualificam de corpo ideal. Esta pressão é tida como consequência dos corpos ultra-magros das modelos que se encontram nas revistas e na televisão, mas Christopher J. Ferguson, psicólogo na "Stetson University", e outros pesquisadores dizem que ess pressão é o resultado da competição entre as mulheres, e não das imagens dos média:

De certo modo, os média reflectem as tendências que estão a decorrer na sociedade, mas não as criam.

O Dr. Ferguson diz ainda que a insatisfação das mulheres em relação aos seus corpos não está relacionada com o que elas vêem na televisão, e nem foram elas influenciadas pelos programas de televisão mostrados nas experiências de laboratório: ver as actrizes esbeltas da série "Scrubs" não induziu maiores sentimentos de inferioridade do que ver a não-tão-esbelta actriz principal da série “Roseanne.”

Mas o Dr. Ferguson apurou que as mulheres eram mais susceptíveis de se sentirem piores quando elas se comparavam com as mulheres do seu círculo social, ou mesmo quando se encontravam na mesma sala com uma mulher desconhecida - tal como a assistente do Dr. Ferguson quando este levou a cabo uma experiência com estudantes universitárias. Quando ela usou maquilhagem e um elegante traje de negócios, as estudantes ficavam menos satisfeitas com os seus próprios corpos do que quando a assistente usava calças alargas e não usava maquilhagem. E estas estudante sentiam-se ainda piores se se encontrasse um homem atraente na sala. O Dr. Fergunson afirma:

A competição sexual entre as mulheres parece aumentar devido a circunstâncias que tendem a ser particularmente comuns ns sociedades afluentes.

Nas povoações tradicionais, as pessoas casam-se cedo e com alguém de perto, mas os homens jovens e as mulheres jovens das sociedades modernas são livres para adiar o casamento à medida que fazem uma busca alongada e extensa por uma melhor opção. A consequência disto é mais competição visto existirem muito mais rivais - e já não há qualquer dúvida científica de que ambos os sexos estão nesta competição para ganhar..


* * * * * * *

Portanto, sempre que as feministas levarem a cabo manifestações contra a "limitação da sexualidade" da mulher, ou outro argumento-palha qualquer, convém ressalvar que a pessoa mais susceptível de querer "limitar" a sexualidade da mulher é outra mulher. Se os homens "limitam" a sexualidade de alguma mulher, é porque essa mulher já é dele - esposa, filha ou outra menina ao seu cuidado.

Por outro lado, as mulheres vêem com bons olhos a limitação da sexualidade feminina porque isso aumenta o seu poder de negociação junto dos homens: os homens querem sexo, e estão dispostos a trocar o fruto do seu trabalho por sexo (junto da mulher que eles olhem como digna disso).

Isto implica que as feministas que promovem a promiscuidade junto das mulheres, estão, na verdade, a fragilizar o seu poder de negociação junto dos homens, visto elas estarem a dar gratuitamente o que eles querem (sem que eles tenham que prescindir de nada seu). Para os homens promíscuos o feminismo é uma dádiva. Para as mulheres, uma tragédia.

O slut-shamming é, portanto, feito pelas mulheres e não pelos homens; se as feministas querem acabar com o slut-shamming, o melhor que têm a fazer é mudar a psicologia da mulher. (Boa sorte).





sexta-feira, 25 de abril de 2014

O papel da competição feminina dentro do feminismo

Um rápido exercício de associação: o que é que vos vem à mente quando ouvem as palavras "competitividade, agressividade, violência"? Se por acaso pensaram na palavra "macho" ou "homem", muito provavelmente vocês não estão sozinhos. Os traços listados em cima são frequentemente atribuídos à masculinidade. Após análise mais apurada ficamos imediatamente a observar que a competitividade, agressividade e a violência masculina é normalmente dirigida a outros homens (nos campos de batalha, nos campos desportivos, nos locais de trabalho, nos bares, ou nas estradas).

Há já muito tempo que se notou na existência de competição intra-sexual entre os machos, e que essa competição é feita para obter a atenção e o favor reprodutivo das fêmeas. Influenciados por essa forma de pensar (e também pelo facto de que, até recentemente, a maior parte dos pesquisadores serem homens), a maior parte das pesquisas em torno da competição intra-sexual focou-se na luta levada a cabo pelos homens como forma de obter o acesso sexual às mulheres. Só nos anos 80 é que a ciência começou a investigar de forma mais apurada o mesmo fenómeno do outro lado da divisão sexual: a competição feminina por um macho adequado.

Uma vasta gama de estudos recentes demonstrou de forma convincente que a visão tradicional das mulheres como passivas e não-competitivas está errada. As mulheres, sabe-se agora, estão envolvidas na sua própria competição, disputando agressivamente por uma posição na batalha que lhes permita conquistar um macho adequado.

A competição intra-sexual irá ter como preocupação primária os traços que são atraentes para o sexo oposto. O psicólogo Americano descobriu durante os anos 80 que a competição intra-sexual toma duas formas primárias: auto-promoção e a desvalorização da concorrência. Os homens demonstram e promovem as suas habilidades físicas e o seu status, traços masculinos favorecidos pela maioria esmagadora das mulheres (hipergamia), enquanto que as mulheres tendem a promover a sua juventude e a sua atractividade física, traços femininos favorecidos pelos homens (coreogamia - do grego “kore“, para mulher jovem solteira, donzela, sugerindo uma mulher atraente núbil, e, claro, -gamia, que significa fertilização, ou reprodução, do grego gamos, que significa "casamento").

Os homens tentam depreciar os seus rivais atacando a força física e robustez económica (ou falta delas) dos seus adversários enquanto que as mulheres tendem a criticar a idade, a aparência e a castidade (ou a falta dela) das suas oponentes.

Tomando como base o trabalho pioneiro de David Buss, os pesquisadores canadianos Anthony Cox e Maryanne Fisher descobriram há alguns anos atrás outras duas tácticas frequentemente usadas na competição intra-sexual: 1) manipulação dos companheiros/as e 2) manipulação da concorrência.

A manipulação dos companheiros envolve tentar terminar a corrida quando já estamos na liderança e antes dos nossos concorrentes chegarem ao nosso nível. Por exemplo, se o companheiro duma mulher lhe visita com frequência no local de trabalho, e ela frequentemente tem por perto a presença duma colega de trabalho atraente e solteira, é possível que a mulher se sinta motivada para pedir ao companheiro que deixe de visitá-la no seu emprego.

A manipulação da concorrência é o mesmo que afirmar que um dado filme não vale o preço que se paga para vê-lo. Isto pode ser conseguido falando mal do filme (por exemplo, quando as mulheres falam mal de um homem por quem nutrem uma atracção, fazendo com que as outras mulheres "desistam" dele) ou aumentando o preço do bilhete (como quando um homem gasta uma soma imensa de dinheiro com uma mulher, desencorajando outros homens com um status económico aparentemente inferior de tentarem a sua sorte com essa mulher).

Segundo Joyce Benenson, pesquisadora do "Emmanuel College" em Boston, a competição entre as mulheres têm três características únicas:

1. Uma vez que elas têm que proteger os seus corpos do dano físico (como forma de não interferir com a gravidez actual ou futura), as mulheres dependem mais de agressividade oculta dirigida às outras mulheres (por trás de ginástica verbal ou escondida dentro dum grupo) e não através do confronto físico.

2. As mulheres muito atraentes e com status elevado precisam de menos ajuda e de menos protecção por parte das outras mulheres, e desde logo, estão menos motivadas em investir noutras mulheres (que representam competição em potência). Consequentemente, a mulher que se tenta distinguir ou promover, ameaça as demais mulheres e irá, devido a isso, encontrar hostilidade por parte delas.

Segundo Benenson, uma forma comum através da qual as mulheres lidam com a ameaça representada por uma mulher extremamente poderosa ou bonita é insistindo em padrões de igualdade, uniformidade, e partilha para todas as mulheres do grupo, e fazendo os possíveis para que estes atributos se tornem requerimentos normativos para a própria definição de feminidade. Isto faz com que as características únicas da mulher bonita/jovem/casta se diluam dentro de grupo, e outros requerimentos arbitrários sejam colocados no seu lugar - requerimentos esses que as demais mulheres podem também "possuir", elevando artificialmente o seu status aos seus próprios olhos (mas não aos olhos dos homens).

3. Em casos extremos, as mulheres podem-se proteger de potenciais competidoras através da exclusão social.

Se uma mulher bonita aparece na vizinhança (ou na escola, ou no clube), todas as outras mulheres podem-lhe virar as costas, levando a que ela (a mulher bonita) se retire da cena, e desde logo aumentando as chances das demais mulheres de captar a atenção dos homens.

Mais Estudos

Um certo número de estudos reforçaram ainda mais a ideia da "competição feminina". Por exemplo, Jon Maner e James McNulty (Florida State) descobriram que os níveis de testosterona das mulheres aumentaram quando elas, sem saberem, cheiraram camisas de mulheres jovens em ovolução (supostamente em preparação para competição agressiva).

Os pesquisadores Canadianos Aanchal Sharma e Tracy Vaillancourt revelaram a forma como as mulheres julgam e condenam as outras mulheres com base na aparência organizando um estudo de modo a que as participantes interagissem com uma jovem mulher que fazia o papel de assistente de pesquisas. Algumas das participantes viram a assistente vestida com roupas bastante reveladoras enquanto outras participantes viram-na vestida com jeans e uma t-shirt. Os pesquisadores analisaram então as respostas dadas à assistente durante o encontro e depois dela ter abandonado o local.

Resultado: A assistente foi unanimemente criticada quando usou as roupas mais reveladoras, e largamente ignorada quando usou roupas menos reveladoras. Estes resultados confirmam um dado importante da competição intra-sexual feminina: as mulheres mais atraentes (isto é, aquelas que têm mais daquilo que os homens mais apreciam - juventude, castidade, beleza) são mais susceptíveis de enfrentar hostilidade e pouca cooperação por parte das outras mulheres porque a sua presença ameaça o acesso das demais mulheres ao prémio sexual (os homens).

Um palco central para a competição entre as mulheres é o próprio comportamento sexual. Estudos sociais demonstraram que as mulheres tendem a criticar e a rejeitar as mulheres cujo comportamento é visto como sexualmente promíscuo. Há pouco tempo atrás a pesquisadora Zhana Vrangalova e as suas colegas da "Cornell University" inquiriram 750 estudantes universitárias acerca do seu comportamento e das suas atitudes em torno do sexo. Depois disso, as participantes leram uma pequena descrição duma hipotética pessoa (do seu próprio sexo) que havia tido 2 parceiros sexuais (não-permissiva) e de outra hipotética mulher que havia tido 20 parceiros sexuais (permissiva). Posteriormente, as participantes avaliaram esta potencial amiga segundo vários items relativos à amizade.

Os resultados mostraram que as mulheres envolvidas na pesquisa, independentemente da sua própria experiência sexual, tinham uma preferência sobrepujante pela hipotética mulher com apenas 2 parceiros sexuais. Segundo os pesquisadores, isto prende-se com o facto das mulheres quererem manter os seus parceiros (o que é mais complicado se ele tem interacção constante com amigas promiscuas), e não querem obter algum tipo de estigma social: se uma mulher tem o hábito de conviver com uma mulher que se sabe ser promiscua, existe o perigo real desse rótulo se agarrar a ela também, e ela ver o seu valor marital reduzido (quando se fala em casamento, os homens têm uma preferência natural por mulheres com nenhuma ou pouca experiência sexual).

Este estudo, bem como outros, alinham-se com a observação de que as mulheres são as principais executoras de normas estritas e por vezes cruéis em torno da aparência e do comportamento sexual feminino. Por exemplo, o bárbaro ritual da mutilação genital feminina (que ainda é practicado em alguns países islâmicos) está construído para fazer da menina um "bom material matrimonial" para os homens. Tendo em vista esse fim, a clitoridectomia reduz a sua habilidade de desfrutar do sexo, e consequentemente reduz a probabilidade dela enganar o marido. Coser a abertura vaginal, que é frequentemente feito depois do corte vaginal, reduz a possibilidade dela vir a ter sexo antes do casamento, e, mais uma vez, beneficia os interesses do futuro marido. Mesmo assim, esta cerimónia é gerida, executada e forçada pelas mulheres (normalmente as mães ou as avós).

Outro exemplo: amarrar os pés das meninas foi um costume na China por mais de mil anos até que foi ilegalizado no princípio do século 20. Este costume antigo (que envolvia partir os dedos da bebé, dobrá-los e amarrá-los ao pé durante anos) era valorizado porque as mulheres com pés pequenos eram sexualmente mais desejadas e porque os pés pequenos da esposa eram evidência da riqueza do marido ("Sou tão rico que a minha mulher não precisa de trabalhar. Na verdade, ela nem pode trabalhar"). Também neste caso, as principais executoras deste costume eram as mães e as avós.

A explicação para este fenómeno depende da presunção de que ter sexo com uma mulher (e desde logo ter acesso ao seu útero) é um recurso biológico desejável e raro para os homens. Para as mulheres em idade de conceber, reduzir a "oferta" de mulheres em idade de conceber aumenta o poder feminino na economia das relações. Logo, para as mulheres é benéfico colocar em práctica o conservadorismo sexual mesmo que isso signifique ostracizar e manipular as mulheres vistas como promiscuas. Pela mesma lógica, as mães e as avós têm um forte incentivo para garantir que as suas filhas (que carregam os seus genes) se tornem atraentes para os homens, mesmo que isso signifique causar sofrimento inicial e mutilação.

Feminismo

A psicologia feminista, no entanto. alega que a competição entre as mulheres é primariamente motivado não pelos imperativos biológicos mas sim pelos mecanismos sociais. Segundo este argumento, a agressiva competição entre as mulheres prende-se principalmente com o facto das mulheres, nascidas e criadas numa sociedade dominada pelos homens, internalizaram a perspectiva masculina (o "olhar masculino") e adoptarem-na como a sua. A visão masculina das mulheres como objectos sexuais torna-se assim numa profecia que se cumpre a ela mesma. Quanto mais as mulheres são levadas a considerar a validação masculina como a única fonte de força, valor, conquista e identidade, mais elas são levadas a batalhar umas com as outras pelo prémio.

Olhando para as coisas segundo esta perspectiva, a interpretação feminista disto tudo alega que muitas mulheres encontram-se rodeadas pelo que Karl Marx chamou de "falsa consciência." Segundo Marx, o operário da fábrica que foi convencido de que o seu inimigo é outro operário buscando por um emprego, tem uma falsa consciência porque não entende que o seu verdadeiro inimigo é o dono da fábrica que coloca os operários uns contra os outros como forma de subjugar ambos e enriquecer através do seu trabalho. Segundo este argumento, muitas mulheres recusam-se a ver que a verdadeira ameaça às suas conquistas, ao seu poder, ao seu valor e à sua identidade não são as outras mulheres, mas o establishment masculino que controla as suas vidas.

De qualquer das formas, a competição feminina tem um preço e não só ao nível político. Esta competição produz muito do stress que interfere com a felicidade de muitas mulheres, especialmente das mais jovens. Alguns estudos demonstram que, comparadas com os homens, as mulheres tendem a ser mais sensíveis à informação emocional e elas são melhores a descodificar mensagens sociais e interpessoais habilmente codificadas. Para além disso, o sentido feminino do valor próprio baseia-se mais na opinião que ela julga que as amigas têm dela. Esta combinação de percepção - e sensibilidade - apurada em relação às pistas sociais deixa as mulheres mais vulneráveis à agressão interpessoal.

Por exemplo, o pesquisador Christopher Ferguson (Stetson Universit, Flórida) e os seus colegas, perguntaram às participantes para assistir dois programas de televisão (um com uma mulher esbelta e outro com uma mulher gorda) e interagir com uma mulher (com roupa atraente ou casual). Eles apuraram que o estado de espírito e a imagem própria das participantes não era afectado pelos programas de TV mas afectado de um modo significativo pelos encontros reais. Interagir com mulheres atraentes vestidas com roupas vistosas levou as participantes a sentirem-se deprimidas e negativas em relação ao seu próprio corpo, especialmente se esses encontros se realizaram na presença de homens atraentes.

A tendência para se envolver em competição intra-sexual parece fazer parte do nosso hardware genético e é um traço da nossa herança cultural. Não é fácil mudar os nossos genes e os nossos hábitos sociais, e certamente que isso não acontecerá da noite para o dia. Mas o primeiro passo para a alteração dos hábitos é a realização dos mesmos. Tendo isso em fim, os homens têm que se questionar se "conquistar a rapariga" vale o sangue derramado e os narizes partidos, enquanto que as raparigas podem reflectir se o objectivo de obter o homem (e o seu esperma e os seus recursos) justificam as tácticas competitivas de manipular, envergonhar ou ostracizar as outras mulheres, bem como a dor que isso lhes causa.

Modificado a partir do original

* * * * * * *

Uma parte relevante do artigo tem uma ligação directa com o movimento feminista:

Segundo Benenson, uma forma comum através da qual as mulheres lidam com a ameaça representada por uma mulher extremamente poderosa ou bonita é insistindo em padrões de igualdade, uniformidade, e partilha para todas as mulheres do grupo, e fazendo os possíveis para que estes atributos se tornem requerimentos normativos para a própria definição de feminidade

Portanto, o ódio das feministas ao slut-shamming, ao fat-shamming, e aos ataques feitos às mães solteiras promiscuas (bem como os seus ataques à recusa masculina de colocar as mulheres menos atraentes ao mesmo nível que as mais bonitas) nada mais são que estratégias de competição intra-sexual entre as mulheres; é a luta das mulheres com menor poder de atracção contra as mulheres com maior poder de atracção

(Na foto ao lado vê-se como isso é feito: existem mulheres com seios bonitos e outras com seios menos atraentes; as feministas removem essa natural distinção, e dizem que TODOS os seios são bonitos. Isso faz com que as mulheres com seios genuinamente bonitos vejam a sua vantagem reduzida, e as mulheres com seios menos atraentes sejam colocadas (artificialmente) ao mesmo nivel que as primeiras.)

Tendo como base este conhecimento, qualquer pessoa pode facilmente reformular qualquer argumento esquerdista em torno duma "guerra às mulheres" como, na realidade, uma guerra das mulheres derrotadas contra as mulheres bem sucedidas. É a guerra das promiscuas e menos atraentes contra as castas e bonitas.

A beleza desta reformulação do argumento é: que mulher é que gostaria de fazer parte do grupo das derrotadas (promiscuas e menos atraentes) e não do grupo das vencedoras (bonitas e castas)? Que mulher quer pertencer ao grupo inferior e não ao grupo no topo?

Isto leva-nos também a inferir que as mulheres com um valor marital baixo (menos bonitas, promiscuas, etc) enveredam pelo feminismo como um mecanismo social que visa, ao mesmo tempo, reduzir a competição feita pelas mulheres com um valor marital mais elevado, e aumentar as suas escolhas sexuais e o seu acesso aos recursos masculinos.

Elevar o status das mulheres vistas como maritalmente inferiores, ao mesmo tempo que se ataca as mulheres com um valor marital elevado, é um dos grandes objectivos do feminismo. É por isso que para a feminista comum a promoção da castidade sexual é um perigo para ela - não porque ela (a feminista) veja algo de fundamentalmente errado nisso, mas sim porque ela está bem ciente que se os homens valorizarem as mulheres castas, a esmagadora maioria das mulheres em idade para casar verá o seu valor marital reduzido de forma colossal.

Como forma de evitar essa desvalorização, as feministas defendem que ser casta é "anormal", e que o "bom" é ser-se promiscua. Desta forma, um elevado número de mulheres vê o seu valor marital artificialmente elevado, e as mulheres castas observam como um dos seus pontos mais fortes é desvalorizado (o que faz com que muitas mulheres enveredem pela promiscuidade, reduzindo assim o seu valor marital - tal como as feministas querem). 

O feminismo não se centra, portanto, numa guerra contra as mulheres, e nem tem em vista proteger a mulher do "patriarcado maligno"; para além de tudo o resto, o feminismo é (também) uma guerra ENTRE as mulheres. Todas as queixas em torno da "igualdade", todos os juízos morais, todo o combate ao slut-shamming e todo o combate ao patriarcado nada mais são que palavras vazias que as derrotadas da vida emitem como forma de poderem ter algum tipo de chance na sua luta contra as mulheres mais bonitas e mais desejáveis.



sábado, 30 de novembro de 2013

Quando menores se envolvem em actividade sexual "consensual", porque é que só os do sexo masculino são legalmente acusados?

Uma história perturbante chega-nos de Oregon. Um homem de 18 anos encontra-se na prisão, acusado de ter abusado sexualmente de 4 raparigas da escola secundária. Ele admite ter tido relações sexuais com elas, mas afirma que todas elas foram consensuais. Para além disso, ele afirma que as acusações levantadas contra ele não são justas, uma vez que todas as raparigas eram menores quando os alegados crimes ocorreram, mas ele também era menor. No entanto, ele foi legamente acusado e elas não.

Falando da partir do local onde se encontra preso, ele afirmou:

E eu tomei parte em actividade sexual com estudantes demasiado novas para dar o seu consentimento. Bem, eu também era demasiado novo para dar o meu consentimento. Portanto, se eu sou demasiado novo para dar o meu consentimento, e elas são demasiado novas para dar o consentimento, porque é que só eu é que devo assumir a responsabilidade pelo que fizemos?

Ele diz que passaram-se meses depois que os alegados crimes ocorreram, e ele nunca ouviu falar de algum tipo de problema em relação a isso. Só quando ele fez 18 anos é que alguns detectives vieram ao seu trabalho e prenderam-no onde ele se encontrava. Consequentemente, ele foi despedido.

Walter (o nome do rapaz) diz que teme ir para a prisão, e está preocupado com o facto de que, se for considerado culpado, ele se tenha que registar como agressor sexual. E mesmo que seja ilibado, as acusações permanecerão com ele para o resto da sua vida. Ele disse que tem estado na prisão há já duas semanas e ainda não falou com um advogado.
..

Tudo isto é o seu lado da história. Até pode ser que ela as tenha, de facto, violado. Mas se o que ele diz é verdade, isto lembra-nos o infame caso da Milton Academy, que ocorreu em  Massachusetts há já alguns anos, quando uma jovem de 15 anos teve relações sexuais com vários rapazes menores no balneário dos rapazes. Todos eles tinham 16 anos. Os rapazes, e só os rapazes, foram expulsos e acusados de violação, e obrigados pelo tribunal a pedir desculpas públicas à rapariga e à sua família, e forçados a executar serviço comunitário.

Alan M. Dershowitz, professor de Direito e advogado de defesa cuja filha frequentou a Milton Academy, disse o seguinte:

Como critério de acusação, eu nunca vi uso mais sem sentido que este. A ideia de que estes jovem devem ser catalogados de 'violadores' ao mesmo tempo que a rapariga  é definida como 'vítima' é um absurdo.

Leiam as linhas que se seguem, se querem sentir o vosso sangue ferver. Os rapazes de 16 anos foram forçados a ler a desculpa à rapariga e à família, em tribunal aberto, como parte do seu acordo legal.  Um dos rapazes foi forçado a ler o seguinte:

Não passa um dia desde o incidente sem que eu deseje ter tido mais respeito por ti, por mim e por todos os envolvidos. Entendo que ao tomar parte do incidente eu coloquei-me numa situação perigosa que nenhum de nos alguma vez imaginou.

Outro rapaz leu:

Todos os dias arrependo-me muito do que aconteceu. Todos os dias eu penso no quão magoada tu deves estar, e em como deve estar perturbada a tua família. Mais do que tudo neste mundo, eu gostaria de poder voltar o tempo atrás. . . . Tudo o que posso fazer agora é pedir as minhas desculpas sinceras e genuínas pelas minhas acções e desejar-te felicidades na vida.

A família da rapariga permaneceu no tribunal ouvindo tudo de cara fechada enquanto os rapazes eram publicamente castrados da sua masculinidade.

Fonte

* * * * * * *

"Quando menores se envolvem em actividade sexual "consensual", porque é que só os do sexo masculino são legalmente acusados?" Ora, porque, no fundo no fundo, as mulheres (e os tribunais) sabem que os homens são responsáveis pelo comportamento feminismo. É dever dos homens  exercer algum tipo de controle sobre o comportamento feminino, e isso é algo bem embutido na psicologia feminina - isto é, elas sabem que os homens devem ter algum poder e autoridade sobre elas e sobre o que elas fazem.

O problema é que a cultura actual rejeita a noção do homem como controlador dos actos femininos, mas espera que ele continue a responsabilizar-se pelo mesmo comportamento sobre o qual ele não tem autoridade.

Quando uma mulher bebe e tem um acidente rodoviário, ela é 100% responsabilizada pelas consequências, mas se ela bebe, e tem sexo CONSENSUAL com um homem, e se arrepende posteriormente (vergonha), a "culpa" é dele (pela vergonha dela, e não pelo sexo). A "vergonha" da mulher tem unm preço, e esse preço tem que ser pago pelos homens.

Deve ser também por isso que a violência doméstica entre mulheres receba tão pouca publicidade, mas a proporcionalmente inferior violência doméstica de homens para mulheres receba tanta atenção.

Se a mulher actual puder culpar um homem pelo seu mau comportamento, ela assim o fará.

É também por isso que a cultura de vitimismo do feminismo é tão bem sucedida entre as mulheres. Essencialmente, o feminismo é atribuir aos homens a culpa de todo o mal que ocorre (e supostamente ocorreu) com algumas mulheres, mesmo que esse "mal" seja inteiramente causado pelas escolhas voluntárias das mulheres:
  • "Eu bebi, e dormi com vários homens. Onde estavam os homens para me impedir disto? Maldito patriarcado!"
  • "Faltei várias vezes ao emprego e outra pessoa foi promovida no meu lugar. A culpa, obviamente, não é minha, mas sim dos homens que não me impediram de faltar tanto. Vou processar a empresa!"
Mudando de assunto (e daí talvez não), uma jovem mulher levou a cabo um acto sexual em público (com um homem), mas depois, envergonhada com o que VOLUNTARIAMENTE fez, disse que foi "violada". Aparentemente o homem é culpado pela vergonha que ela sente e como tal, ele tem que pagar por isso. Abençoada tecnologia que permitiu que as fotos circulassem por todo o mundo antes dum juiz (ou juíza) poder perder tempo a ler os documentos legais da "acusação".

Um pouco por todo o mundo, existem mulheres envergonhadas pelo que fizeram no passado, buscando um homem a quem atribuir culpar. Esse homem podes muito bem ser tu.

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