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domingo, 30 de junho de 2013

Bento XVI e o papel do homem e da mulher na sociedade

Mark Richardson

No ano de 1997 o então Cardeal Ratzinger, mais tarde Papa Bento XVI, deu uma longa entrevista ao jornalista alemão Peter Seewald. Na entrevista, Joseph Ratzinger rejeitou a ideia de que os papéis sociais do homem e da mulher são intercambiáveis. 

Ele explicou a crença dos papéis intercambiáveis da mesma forma que eu [Mark Richardson] explico. Segundo Bento XVI, o homem moderno vê a liberdade como a liberdade para se auto-criar e auto-definir

Mas ser livre para se auto-criar envolver rejeitar partes importantes da nossa natureza.

O Cardeal Ratzinger descreveu a mentalidade modernista desta forma:
A ideia de que a "natureza" tem algum peso na nossa vida já não é mais aceitável; o homem tem que ter a liberdade para se modelar conforme os seus gostos. Ele encontra-se livre de tudo o que é garantido pela sua essência. Ele faz de si o que ele bem entende, é só desta forma é que ele é realmente "livre e emancipado".

Por trás desta forma de pensar encontra-se uma rebelião do homem contra os limites que ele tem, sendo ele um ser biológico. Essencialmente, é uma revolta contra o seu estatuto de criatura; o homem tem que ser o seu próprio criador - uma nova e moderna edição da tentativa imemorial de ser Deus, de ser como Deus.
O homem moderno acredita que ao desenvolver esforços neste sentido, ele está a maximizar a sua liberdade. É suposto ser este o argumento mais importante.

Mas que tipo de liberdade é esta? Segundo o ponto de vista tradicional, a minha identidade como homem conecta-me com a minha essência masculina que existe independentemente de mim como valor objectivo. Mas segundo a visão moderna, só existe uma identidade arbitrária e inventada que não me conecta a nada para fora de mim.

Parece que ao adoptar esta visão moderna, eu perco algo em vez de me tornar mais livre.

* * * * * * *
Essencialmente, o marxismo cultural, na sua fase de subversão ideológica, é uma revolta contra a ordem natural e - por implicação - uma revolta contra o Autor dessa ordem natural. As feministas que desenvolvem esforços para diluir as naturais distinções entre o homem e a mulher (porque para uma feminista, ser homem é um "privilégio" e desde logo, é necessário combater a masculinidade que se encontra nos homens em nome da mitológica e inexistente "igualdade"), estão, na verdade a lutar contra Deus.

Semelhantemente, os activistas homossexuais que usam do poder estatal para confundir as mentens mais impressionáveis em torno da sua identidade sexual, para além de serem idiotas úteis do marxismo cultural, são inimigos da ordem natural assim imposta pelo Criador.

É bem provável que se adoptarmos uma visão social mais próxima da mantida por Joseph Ratzinger, e olharmos para os inimigos dessa ordem natural como entidades que se querem colocar no lugar do Criador, a luta contra estes movimentos de subversão ideológica se torne mais fácil.

Uma coisa que é sempre bom levar em conta é que, como a auto-identificação e a auto-criação social é contra a ordem natural, esta forma de pensar está condenada ao fracasso e à sua auto-exterminação. Isto significa que os movimentos gayzistas e feministas têm o seus dias contados precisamente devido à sua estrutura auto-contraditória e anti-natural. Os arquitectos do marxismo cultural estão cientes disto; só os idiotas úteis desses movimentos é que ainda acreditam que a sua vitória final está para breve.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Romeu e Julieta segundo o feminismo

Fonte

 
Phyllida Lloyd, directora de cinema inglesa e responsável por filmes tais como Mamma Mia! e The Iron Lady, voltou a ser notícia depois de se queixar que as peças de Shakespeare têm mais papéis masculinos do que femininos.

A sua solução passa por aceitar este facto como algo imutável (uma vez que o autor da peça já morreu), e seguir tranquilamente com a sua vida sugerir que a União Europeia  aprove leis que forcem as companhias de teatro a empregar exactamente o mesmo número de homens e mulheres, o que exige um casting para os papéis "cego ao género" (isto é, o sexo dos actores não seria levado em conta para o casting, o que pode causar que a personagem de Romeu seja desempenhada por uma mulher, e a de Julieta por um homem):

Provavelmente a União Europeia legislará sobre isto brevemente . . . Acredito que alguém envergonhará as companhias de teatro. 
Deveria ser dito apenas que eles têm que ter uma propagação de emprego 50/50, e decidir mais tarde como fazer os papéis. Se isso significa um casting "gender-blind", alguns só com mulheres, outros só com homens, isto não é ciência espacial, e acho que eles poderiam-se divertir.
Sem surpresa alguma, Phyllida é uma lésbica, o que explica parcialmente o seu entusiasmo em distorcer os géneros no teatro. Mas as suas exigências estão de acordo com a ideia esquerdista de que o nosso sexo, como qualidade pré-determinada, deveria tornar-se irrelevante.

Isto leva-nos a Virginia Valian, académica americana; ela defende que as mulheres são impedidas de avançar mais na sua vida devido às suas qualidades femininas (especialmente as tendências maternais), mas aceita que tais qualidades têm algumas bases na Biologia. 
 
Qual é a sua solução, então? Ela acredita que, apesar de estar alicerçado na Biologia, o nosso sexo pode mesmo assim tornar-se irrelevante. O que nós temos que fazer, diz ela, é lutar contra o nosso sexo biológico da mesma forma que lutamos contra uma doença biológica.
Não aceitamos a Biologia como algo final. . . . Tomamos vacinas, somos inoculados, e somos medicados. . . . Proponho que adoptemos a mesma atitude em relação às nossas diferenças sexuais.
Ela não celebra as diferenças sexuais biológicas; ela quer erradicá-las como se elas fossem uma doença.  Note-se também a queixa comum de que a feminidade é um "destino biológico" (em vez de auto-criada).

Finalmente, a citação de Valian vem dum artigo de Christina Hoff Sommers que vale a pena ler. Nele discutem-se os esforços que a Suécia está a levar a cabo como forma de dissolver as distinções sexuais - incluindo a leitura que é feita nas escolas primárias de Estocolmo.
Contos de fadas clássicos como Cinderella e A Branca de Neve foram substituídos por contos de duas girafas do sexo masculino que tomam conta de ovos de crocodilo abandonados.
* * * * * * *
Como é normal, o feminismo avança com a sua agenda 1) impondo leis sobre toda a sociedade, e 2) usando o "shamming" como forma de condicionar quem quer que resista.

Outra coisa que deve ser problemática para as feministas é saber que algumas das suas líderes consideram as naturais características femininas como algo que atrasa o "avanço" das mulheres. (Por "avanço" das mulheres entenda-se "avanço das mulheres segundo o feminismo") Ou seja, ser mulher é mau para o feminismo; o bom é ser homem (?).

Com uma mentalidade destas, não é de surpreender que o feminismo seja controlado por lésbicas.





quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Organismo da mulher sofre mais com a bebida

Aparentemente as diferenças entre os machos e as fêmeas não são "construções sociais".

Elas nunca beberam tanto. Há 15 anos a proporção do consumo de bebida alcoólica era de duas mulheres para cada dez homens. Hoje, são oito para cada dez, segundo pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Dados de 2009 do Ministério da Saúde também colocam as capixabas em terceiro lugar no país no consumo de bebida alcoólica.

Competitividade, stresse e desinibição são alguns motivos para que cada vez mais mulheres afoguem suas mágoas no álcool, mas independentemente do motivo, o fato é que a saúde delas sofrem muito mais com a bebida do que a dos homens.

"As mulheres e os orientais, que incluem chineses, japoneses e coreanos, não possuem uma enzima no estômago que os homens têm com a função de degradar o álcool. Elas acabam absorvendo toda a quantidade, por isso são mais sensíveis", explica o gastroenterologista Fabiano Quarto.

As mulheres também têm mais chances de desenvolver cirrose hepática. Em homens, estima-se que o consumo de 60 a 80 gramas de álcool por dia por 5 anos é o necessário para desenvolver a doença. O que equivale, por exemplo, de 6 a 8 latinhas de cerveja. Já o limite das mulheres é de apenas 4 latinhas por dia pelo menos período. "Beber mais de 40 gramas de álcool por dia já traz risco de cirrose para as mulheres. Se for cachaça, são necessárias apenas duas doses (de 60ml) por dia", alerta o médico.

A bebida ainda torna a mulher mais susceptível a doenças inflamatórias e abrevia o surgimento de doenças, como problemas na tiróideo, diabetes, glaucoma e câncer de mama. Encher a cara - ainda que esporadicamente - aumenta também os riscos de acidentes de trânsito e de episódios de violência.

Os efeitos

1 hora
O corpo demora aproximadamente uma hora para se livrar de cada unidade de álcool e não há nada que se possa fazer para adiantar o processo. Beber café ou tomar banho frio pode deixar a pessoa mais acordada, mas não diminui a quantidade de álcool no sangue.

Ressaca
Além de todas as complicações que o álcool causa enquanto o indivíduo ainda está embriagado, ele ainda deixa seu efeito para o dia seguinte: enjoo, vómitos, diarreia, tontura, pensamento embaralhado, moleza e até um sentimento de tristeza são sintomas da ressaca

Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Feministas censuram a ciência

Em 2008 a Science Daily reportou um estudo levado a cabo pela Northwestern University que demonstrou que as raparigas possuem capacidades linguísticas mais elevadas que os rapazes, e que as diferentes habilidades nesta área parecem ser biológicas. Através de MRI (ressonâncias magnéticas) os pesquisadores descobriram que, quando comparados com os cérebros dos rapazes, os cérebros das raparigas trabalham mais e utilizam mais áreas durante as funções linguísticas . Isto levou os pesquisadores a concluir que o cérebro masculino é diferente do cérebro feminino.

Isto são más notícias para as feministas [e os activistas homossexuais] uma vez que elas insistem que o homem e a mulher são essencialmente iguais (colocando de lado as óbvias diferenças físicas) e que as distinções que existem entre um e outro são consequência da socialização, dos papéis de género e da discriminação. O cientista que afirmar o contrário, será punido pela polícia do pensamento. Provavelmente nós nunca saberemos o quanto a biologia influencia as distinções de género precisamente porque as feministas impedem quem quer que queira fazer pesquisas a esse nível.

Foi precisamente isso que aconteceu na Universidade de Harvard em 2005. Durante uma conferência académica, o então presidente de Harvard Larry Summers discutiu várias teorias que tentavam explicar o porquê de haver menos mulheres como professoras de matemática e ciência. Para além da discriminação de género, Summers fez flutuar a sugestão de existir uma diferente disponibilidade de aptidões no ponto mais alto - isto é, há mais homens que mulheres com as habilidades matemáticas e científicas de topo necessárias exigidas para se ser um professor de elite. Ele notou também que mais pesquisas seriam necessárias para explicar as discrepâncias de género.

Mas aparentemente, mais pesquisas é exactamente o que as feministas não querem. A mera sugestão de diferenças genéticas inatas causou que algumas feministas presentes entre a audiência saísse da sala a chorar. Uma professora com o nome de Nancy Hopkins disse que ela teve que sair da sala "senão eu teria desmaiado ou vomitado." (Embora Nancy Hopkins nunca tenha chegado a responder a Summers com um argumento científico, ela conseguiu reforçar o estereótipo de que as mulheres são demasiado emotivas para lidar com debates científicos e lidarão com situações complicadas chorando. Obrigado Nancy!)

Poucos meses depois, Summers foi forçado a abandonar a presidência da Universidade como forma de apaziguar as feministas histéricas, anti-ciência.

Previsivelmente, estudiosos que não são intimidados pelas feministas são ridicularizados e ostracizados. Em 2007, a cientista Louann Brizendine, neuropsiquiatra da "University of Califórnia San Francisco", publicou o seu livro The Female Brain, que tem como base mais de mil estudos em áreas como a genética, neuro-ciência e endocronologia. Depois de décadas de pesquisa, Brizendine concluiu que o cérebro masculino e o cérebro feminino são estruturalmente e hormonalmente distintos. Como tal, ela disse, "não há um cérebro unissexo; as raparigas chegam já estruturadas como raparigas, e os rapazes chegam já estruturados como rapazes."

Feministas que comentaram o livro da Drª Brizendine, e que não têm qualquer qualificação em neuro-ciência mas só uma fé de que a socialização é responsável por todas as diferenças de género, atacaram de modo selvagem o livro, qualificando-o de "lixo" e "assustador". Demonstrando a tradicional disponibilidade intelectual feminista para aceitar factos científicos, uma das feministas que comentou o livro alegou que "dei por mim a atirar o livro ao chão e a abandonar a sala, zangada e agressiva."

Com este nível de censura, não é surpresa o facto dos cientistas ocultarem as suas pesquisas que sugerem que os homens e as mulheres são distintos de forma inata. Podemos ter a certeza de que o livro The Female Brain nunca fará parte dum projecto de estudo nas universidades. Enquanto isso, os livros de sociologia e "estudos femininos" estão cheios de falsas alegações em torno dos sexos. A ciência legítima está a ser sacrificada no altar do politicamente correcto. A ideologia esquerdista com o nome de feminismo está a causar uma estagnação do conhecimento em torno das distinções genéticas.

Claro que nem todas as feministas rejeitam o que ciência demonstra em torno das distinções de género; o problema é que as suas vozes são abafadas pelas histéricas que abandonam salas, ou atiram livros ao chão, apenas e só porque não concordam com o que está lá escrito. No seu livro Professing Feminism, as professoras de estudos femininos Daphne Patai e Noretta Koertge descrevem a sua confrontação com uma colega feminista. A feminista estava zangada devido a mera sugestão de que os mães deveriam amamentar os seus próprios filhos visto que, citando a feminista zangada, "os homens também tem a capacidade de produzir leite."

Dada a atitude anti-ciência da comum feminista, podemos esperar pelo dia em que as feministas comecem a denunciar a ideia das mulheres terem ovários e os homens não.

Fonte


domingo, 2 de setembro de 2012

Brinquedo que as feministas tentaram censurar revela-se um sucesso económico


Lego, empresa dinamarquesa construtora de brinquedos, declarou que os seus lucros aumentaram para 2bn kroner (£212m), de 1.48bn kroner no primeiro semestre de 2011. As vendas aumentaram 24% para 9.1bn kroner. Segundo a AP, a companhia afirma que vendeu o dobro do conjunto "Lego Friends", superando as suas expectativas.

Joergen Vig Knudstorp, director-executivo da empresa, afirma:
Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.
Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.

Nos EUA, a organização SPARK - movimento que luta contra a sexualização de meninas e jovens mulheres - organizou uma petição com mais de 50,000 assinaturas exigindo que a Lego alterasse a sua estratégia de marketing.

A Lego afirma que a nova linha foi desenvolvida após pedidos feitos pelos pais das meninas em favor de conjuntos mais realistas e formas mais detalhadas, com cores vivas e oportunidade de desempenhar papéis.

A companhia não só afirmou que o resultado, até esta altura do ano, chega numa altura em que o mercado global dos brinquedos está em declínio, como afirmou que, devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado.

Vig Knudstorp disse que a primeira metade do ano 2012 "excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos. No entanto, ainda é muito cedo para fornecer estimativas nos resultados esperados para o ano inteiro uma vez que os meses finais do ano são cruciais para o nosso negócio."

A Lego disse, durante o ano de 2012, expandirá a sua capacidade em todas as áreas do seu negócio como forma de suprir as crescentes exigências. Para além disso, a empresa planeia contratar este ano mais 1,000 novos funcionários globalmente. A companhia, que não se encontra listada publicamente, conta com 10,000 funcionários em todo o mundo, e tem publicado os seus ganhos deste 1997.


* * * * * * *

Mais uma vez as feminazis estão do lado errado da decência, moralidade, biologia e liberdade de escolha. Essencialmente, se o histerismo feminista fosse levado a sério pela empresa fabricante, milhares de meninas veriam a sua felicidade reduzida pelo simples facto de não terem o análogo feminino dos brinquedos Lego. Isto demonstra mais uma vez que, longe de ser uma ideologia que "protege" o sexo feminino, o feminismo oprime-o e tenta usá-lo para fins meramente políticos.

Esta notícia revela que a empresa está contente com o sucesso do brinquedo, os pais e as mães estão contentes com a felicidade que as meninas agora têm ao brincarem com estes brinquedos - aliás, foram os pais e as meninas que pediram o brinquedo - e, obviamente, as meninas estão contentes. As únicas pessoas que estão desapontadas com o sucesso económico e social deste brinquedo voltado para as meninas, são as mesmas pessoas que afirmam "lutar" pelos direitos dessas mesmas meninas.

Uma das razões que leva as feministas a oferecer resistência a brinquedos que estão especialmente direccionados ao mercado feminino prende-se com a sua hilariante e totalmente ridícula crença de que o sexo e os comportamentos associados a ele não são, na sua esmagadora maioria, biologicamente inatos, mas aprendidos em sociedade ("socialização"). Para elas, o facto das meninas naturalmente preferirem um certo tipo de brinquedos (bonecas, etc) e os rapazes naturalmente preferirem outros (carros, soldados, etc), não é evidência de distinções inatas nos sexos mas sim consequência dos ensinamentos recebidos por ambos durante o seu desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que isto é falso ao fornecer evidências claras em torno das distinções biológicas, cerebrais, hormonais, emocionais e anatómicas entre os homens e as mulheres. No entanto, isto não impede as feministas de continuar com as suas mentiras e falsidades uma vez que elas estão perfeitamente à vontade para investir elevadas somas de dinheiro em propaganda enganosa. Isto prende-se com o facto do seu movimento ser financiado maioritariamente 1) pelos governos (com o dinheiro dos contribuintes), e 2) pelos grandes grupos globalistas (que usam o movimento feminista como arma de desestabilização social tendo em vista a subversão da cultura).

Finalmente, o motivo maior por trás da raiva feminista dirigida a este brinquedo provavelmente centra-se numa coisa muito simples: este movimento anti-mulher e anti-homem não quer de maneira nenhuma que as meninas se habituem a papéis que envolvem cuidar de crianças. O feminismo quer as mulheres fora de casa; como tal, brinquedos que colocam meninas a brincar com bonecas são um perigo para quem quer que as meninas cresçam a considerar essas funções como "opressoras", "machistas" ou "pouco dignas" para uma "mulher moderna.". [Curiosamente, andar com os seios à mostra nas marchas da vadias já é "digno"]

Por isso é que, apesar das meninas, os pais, as mães e os vendedores do brinquedo estarem perfeitamente satisfeitos com o mesmo (e o brinquedo poder vir a gerar empregos para, pelo menos, mais 1000 pessoas em todo o mundo), as feministas continuarão com a sua luta anti-mulher, tendo em vista a destruição (ou minimização) do natural e extremamente importante instinto maternal uma vez que tal instinto joga contra as suas intenções políticas.

Para as feministas, a felicidade da mulher não interessa; o que interessa é o que a mulher pode fazer pelo feminismo, mesmo que aquilo que a elite feminista decida seja exactamente o contrário daquilo que a esmagadora maioria das mulheres quer.





sábado, 1 de setembro de 2012

Jornalista turco: Jogos Olímpicos estão a destruir a figura feminina

Já há muito que se sabe que, com a excepção de algumas modalidades, as participantes femininas dos eventos desportivos têm uma aparência muito pouco feminina. O que não se sabia é que estas coisas não poderiam ser ditas.

Um colunista dum jornal turco foi duramente criticado depois de escrever um artigo onde ele defende que os Jogos Olímpicos (JOs) estão a destruir a figura feminina. O artigo - com o nome de "Womanhood is dying at the Olympics'" [A feminidade está a morrer nos Jogos Olímpicos] - foi escrito por Yuksel Aytug e foi publicado no jornal diário com o nome de Sabah - e no site do respectivo jornal.

No entanto, em pouco tempo o artigo espalhou-se pelo mundo inteiro ao afirmar que os JOs estavam a distorcer os corpos das mulheres, e que pontos extras deveriam ser conferidos às atletas que tivessem a forma mais feminina.

Segundo o Hurriyet Daily News, ele afirmou:
Com ombros largos, peitos lisos e ancas pequenas, elas são totalmente indistinguíveis dos homens. Os seus seios - símbolos da feminidade e maternidade - são achatados uma vez que são vistos como um impedimento para a velocidade.
Aytug afirmou ainda que a aparência de muitas atletas olímpicas era "patética".

Depois da publicação do artigo, Aytug foi duramente criticado através do Twitter, e mesmo pelas suas colegas.

Zoe Smith, de 18 anos, e que fez parte da equipa britânica que esteve presente nos JOs, sofreu abuso cibernético antes do evento. Depois de ter aparecido num documentário no início do ano, ela foi sujeita a abuso maligno através da internet, com trolls anónimos a afirmarem que ela tinha a aparência duma "lésbica" e dum "homem".


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A reacção histérica que se seguiu à publicação do artigo não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta que o que ele escreveu é a pura verdade.

"Mulheres"


domingo, 19 de agosto de 2012

Mulheres do parlamento britânico "pedem testosterona" para poderem "competir" com os homens

Um especialista da HRT afirma que prescreveu hormonas sexuais masculinos a mulheres da política inglesa como forma de as ajudar a "competir" com os homens. No entanto, tentativas dos jornais nacionais em encontrar uma MP (Member of Parlament) pronta a admitir ter tomado tais implantes falharam até agora.

As mulheres naturalmente produzem testosterona, mas em quantidades inferiores que os homens. Tal como os níveis dos hormonas femininos podem reduzir, o mesmo pode ocorrer aos níveis de testosterona nas mulheres. Os peritos afirmam que tal redução do hormona masculino nas mulheres pode resultar num menor impulso sexual, ao mesmo tempo que alguns estudos associaram esta queda com o decréscimo na confiança.

Escrevendo para a revista New Statesman, o Dr Malcolm Whitehead, que se especializa na terapia de substituição de hormonas, disse que foi contactado no seu escritório ("Harley Street Practice") por um certo número de mulheres MPs.
Já prescrevi implantes de testosterona a mulheres da política que querem competir melhor com os seus colegas masculinos durante as reuniões e debates parlamentares. Elas afirmam que os hormonas aumentam a sua assertividade e faz com que elas se sintam mais poderosas.
Instantaneamente, o relatório levantou especulações em torno de quem em Westminster pode ter tentado os implantes. A maior parte das MPs contactadas pelos jornais não admitiram tê-lo feito.

Margaret Beckett ("Environment, Food and Rural Affairs Secretary") disse ao Daily Mail que "As mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas."

O uso de suplementos de testosterona nas mulheres continua controverso. Alguns médicos afirmam que não existem consequências, mas outros dizem que pode ser prejudicial. Mulheres que possuem um desequilíbrio hormonal, resultando em níveis mais elevados de testosterona, sofrem de alguns sintomas como acne, obesidade e excesso de pêlo no corpo. No entanto, [supostamente] os implantes não elevariam os níveis para algo remotamente perto disto.


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Tal como nós (editor e comentadores) defendemos aqui no blogue MC , a Biologia supera a ideologia, e a natureza não se deixa domar pelo esquerdismo. Uma mulher não é nem nunca vai ser um homem; um homem não é nem nunca nem vai alguma vez ser uma mulher.

Se o sexo e o comportamento associado a ele fossem "construções sociais" - e não algo biológico e inato - não seria preciso tomar hormonas do sexo oposto para passar a ter comportamento associado a esse mesmo sexo; bastava algumas aulas de "como ser homem" ou "como ser mulher" para tal efeito. No entanto, como o comportamento associado ao sexo não é uma construção social, as mulheres que supostamente requisitaram hormonas masculinos viram-se forçadas a seguir tal medida como forma de poderem adoptar comportamentos mais análogos ao dos homens. Ou seja, a Biologia tem uma influência decisiva no nosso comportamento.

Esta notícia, para além de refutar mais mentiras esquerdistas em torno da identidade sexual, é uma tragédia de todo o tamanho uma vez que mulheres vêem-se forçadas a abandonar a sua natural feminidade como forma de poderem competir com os homens. A própria noção de mulheres a competir com os homens mostra que algo vai mal na sociedade actual uma vez que não é suposto as mulheres competirem com os homens, mas sim cooperarem com os homens.
E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora [e não "uma adversária" ou "uma competidora"] que esteja como diante dele.
Génesis 2:18
Se tu és uma mulher e te encontras numa posição - ou emprego - em que te vês forçada a abandonar a tua natural e - pelo menos para os homens - altamente valorizada feminidade como forma de fazeres um melhor trabalho, então esse trabalho provavelmente não está feito para ti. Se um grupo de mulheres inglesas se apercebe que não consegue competir com os homens no mundo da política, então se calhar elas estão no emprego errado. Mas, claro, nos dias de hoje, afirmar factos biológicos e médicos que refutam o esquerdismo é suficiente para sermos qualificados de "machistas" ou de termos "preconceito contra as mulheres".

Margaret Beckett diz que "As mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas." A resposta mais óbvia é: "Depende da actividade na qual as mulheres querem ser bem sucedidas." Claramente existem empregos que as mulheres, por virtude das suas naturais limitações biológicas (e não por falta de empenho, dedicação ou inteligência) nunca serão tão bem sucedidas como os homens.

O feminismo, ao colocar a mulher a competir com os homens em áreas onde os homens são biologicamente superiores, está a criar as condições propícias para o surgimento de mais uma legião de mulheres frustradas, confusas em relação à sua sexualidade e claramente infelizes. Acresce-se a isto que, a julgar pela recusa das MPs em revelar que tomaram hormonas masculinos, elas também não estão muito orgulhosas do que fizeram. Ou seja, publicamente defendem que "as mulheres não têm que ser como os homens para serem bem sucedidas", mas pela calada da noite recebem implantes hormonais masculinos.

Essa é a hipocrisia do movimento feminista..

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Biologia supera ideologia: mulheres preferem desportos mais femininos

Apesar de décadas de dispendiosas e agressivas tentativas de reconstruir as mulheres à imagem dos homens, elas ainda preferem desportos mais femininos tais como ginástica e patinagem artística.

Estudo recente levado a cabo por Erin Whiteside (Universidade do Tennessee) e Marie Hardin (Universidade Pennsylvania State) explora estas questões. Os resultados, publicados na "Communication, Culture & Critique", mostram que as mulheres preferem eventos desportivos condensados - tais como os Jogos Olímpicos - em vez de desportos com épocas mais longas.

Para além disso, quando chega o momento de assistir um evento olímpico em particular, as mulheres normalmente escolhem eventos que são vistos como tradicionalmente mais "femininos" tais como a ginástica e a patinagem artística.

Marie Hardin afirma:

A nossa pesquisa fornece algum discernimento sobre o porquê dos Jogos Olímpicos continuarem a ser tão populares entre as mulheres. A questão não se centra só no tipo de evento que está a ser exibido - embora isso possa ter o seu peso - mas também na forma como os Jogos são disponibilizados: em parcelas pequenas - que podem requerer apenas 10 minutos de compromisso para assistir a um empolgante evento desportivo - e durante uma altura do dia em que as mulheres sentem que podem fazer esse compromisso.
Virtualmente todas as mulheres inquiridas expressaram preferência pelos Jogos Olímpicos por motivos patrióticos mas também por motivos de ritmo. Whiteside explica:
As mulheres prefeririam o estilo condensado da cobertura, algo que elas descreveram como "fácil de acompanhar."
A frequência dos eventos durante os Olímpicos, bem como a omnipresente discussão em torno dos mesmos - desde a televisão à rádio - tornam-nos mais apelativos para as mulheres que, de outro modo, não se identificam como ávidas consumidoras de desporto e nem sempre tem tempo para se dedicar a assistir os desportos.

As mulheres que responderam ao inquérito preferiram desportos considerados mais femininos e não masculinos. De modo geral, elas não viram qualquer tipo de ganho em acompanhar o desporto feminino que exibe desempenho atlético que desafia os papéis de género - tal como o basquetebol. Em vez disso, elas expressaram um forte interesse em desportos tais como ginástica, ténis e patinagem artística.

Apesar dos programas que transformam as mulheres em amazonas - homens com seios - terem sido um falhanço total (e em vez de se tornarem fisicamente mais aptas e atraentes, as mulheres apenas se tornaram mais pesadas) não há qualquer tipo de sinal entre os políticos e entre os académicos de querem colocar um ponto final no financiamento da masculinização da mulher.

No entanto, a natureza não se importa muito com as atmosferas ideológicas dominantes e opressivas, e como tal, por mais que as feministas se tentem convencer do contrário, as mulheres querem ser mulheres e irão sempre ser mulheres.


Modificado a partir do original


sábado, 14 de julho de 2012

O sexo como "construção social"

E criou Deus o homem à Sua Imagem
à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.
Génesis 1:27

Por Pär StrömMuitas feministas alegam que as distinções que podem ser observadas entre os homens e as mulheres são ensinadas. Segundo elas, são as expectativas ambientais que pressionam os rapazes a agir como rapazes e as raparigas a agir como raparigas. Estas diferenças, dizem-nos elas, permanecem por toda a vida.
Não se nasce mulher; torna-se numa.
Simone de Beauvoir (1908-1986).
A teoria em torno do género como uma construção social chegou até a ser aceite politicamente [na Suécia]. O governo social democrata da altura colocou isso mesmo na sua declaração governamental de 2002. Isto encontra-se na declaração governamental Skr 2002/2003:140.
Apesar da longa história em torno do trabalho activo em prol da igualdade, a nossa sociedade continua caracterizada por uma estrutura de poder de género. No futuro, o nosso trabalho deve possuir uma direcção mais feminista. Isto significa que temos que estar cientes da estrutura de poder de género - que as mulheres são subordinadas e os homens superiores - e temos que estar preparados para mudar esta situação. Isto significa também que o governo tem que considerar o masculino e o feminino como "construção social", isto é, padrões de género criados externamente após o nascimento através da nossa educação, cultura, enquadramentos económicos, estruturas de poder e a nossa ideologia politica.
Quem estuda as pesquisas e os dados científicos, em vez de documentos políticos, encontrará diferenças significativas entre os sexos já na altura no nascimento. Estas diferenças genéticas controlam muitos dos traços que estão por trás do nosso comportamento diário.

Quais são as diferenças entre os sexos?

Um dos grandes nomes desta área é Simon Baron-Cohen, professor na Universidade de Cambridge na Grã-Bretanha. Cohen desenvolveu a assim chamada 'E-S Theory' [daqui para a frente, referida apenas como EST] onde 'E' significa empatia e S significa sistematização. Ser empático implica que uma pessoa conecta-se a outros seres humanos, entende-os e comunica com eles. Sistematização significa que uma pessoa analisa, entende e constrói sistemas - sistemas abstractos ou sistemas técnicos.

Segundo a EST, e analisando a forma como o cérebro funciona, as pessoas podem ser divididas em 3 grandes grupos. Os tipos de cérebro são:
  1. O cérebro E onde a aptidão empática supera em muito a sua habilidade para sistematizar.
  2. O cérebro S onde a aptidão para sistematizar é maior que a sua aptidão para a empatia.
  3. O cérebro B onde as duas capacidades se encontram igualmente desenvolvidas.
Segundo o professor Baron-Cohen, o cérebro E é típico das mulheres e o cérebro S é típico dos homens. 1 Existem variações individuais e excepções mas o padrão geral é forte.

Outro pesquisadora que também possui um interesse pelo tópico é Annica Dahlström, professora emérita no departamento de química médica e biologia celular na Universidade de Gotemburgo. Ela dedicou 15 anos da sua vida a este assunto. No seu livro 'Gender is in the Brain' ["O Género Encontra-se no Cérebro"] ela reporta a complexa relação química entre os hormonas, o cérebro, e outros órgãos que, tanto antes como depois do nascimento, transformam os seres humanos em homens e mulheres.

Mesmo que existam discrepâncias individuais, Annica Dahlström afirma que existem coisas como características "femininas típicas", e características "masculinas típicas". Segundo Dahlström, em média as mulheres são:
  • Mais empáticas e preocupadas
  • Melhores na comunicação verbal e linguagem
  • Detectam mais nuances e detalhes com os seus olhos e ouvidos.
  • São mais sensíveis ao estado de espírito dos outro bem como aos sinais subtis
  • Podem fazer associações mais rápidas com informação guardada anteriormente
  • São melhores no multitasking [várias tarefas ao mesmo tempo]
Com os homens, no entanto, segundo Dahlström, eles:
  • Estão mais dispostos a correr riscos e a competir
  • São melhores a concentrar a sua atenção a um tópico de cada vez
  • São vastamente superiores no pensamento abstracto.
  • Possuem melhor visão tri-dimensional
  • São mais extremos (em ambas as direcções) no que toca a inteligência (embora a inteligência média entre os sexos seja a mesma)
Um terceiro pesquisador a levar em conta é Germund Hesslow, professor de neuro-ciência na Universidade de Lund. Ele afirma que as diferenças entre homens e mulheres encontram-se bem documentadas. Por exemplo, diz Hesslow, os homens, no geral, possuem uma habilidade superior para pensamento espacial e resolução de problemas matemáticos. Para além disso, os homens são mais agressivos e determinados no que toca a correr riscos.

As mulheres, diz Hesslow, são mais compassivas (especialmente com as crianças) e mais cuidadosas na escolha dos parceiros. Quando comparadas com os homens. as mulheres têm mais dificuldade em considerar relações sexuais breves. Tal como Dahlström, Hesslow também afirma que os homens exibem uma maior distribuição de inteligência que as mulheres.2

Eu poderia continuar a citar outros pesquisadores que documentaram as diferenças entre os sexos, mas em vez disso, vamos analisar o que as pesquisas dizem em tornos das causas dessas distinções.

Comportamento aprendido ou diferenças genéticas?

Pode-se dizer, portanto, que há distinções entre os sexos. Mas serão essas distinções aprendidas ou genéticas? Apesar do ambiente social ter influência, existe uma lista enorme de estudos científicos que ressalvam a enorme e significativa importância das diferenças biológicas entre os sexos. A Scientific American sumarizou a questão muito bem num artigo em torno do cérebro masculino e do cérebro feminino. Isto é que eles escreveram:
Durante a década passada, os investigadores documentaram uma surpreendente quantidade de variações [=diferenças] estruturais, químicas e funcionais entre o cérebro masculino e o feminino. 3
Analisemos um certo número projectos de pesquisa que demonstram que a genética encontra-se por trás de muitas das diferenças entre os sexos que podemos observar. Podemos começar na Suécia com Arne Müntzing, geneticista e professor de hereditariedade.

Ainda em 1976 ele estudou bebés com 12 semanas, que dificilmente poderiam ter sido influenciados pelos papéis de género [inglês: "gender roles"], e observou diferenças essenciais no comportamento dos rapazes e das raparigas. Müntzing escreveu:
Os rapazes ganham muito cedo um melhor entendimento da espacialidade, a posição dos corpos em relação aos outros. Esta é provavelmente a razão que leva a que, mais tarde, os rapazes se interessem mais que as raparigas em construções técnicas e problemas matemáticos.
As raparigas, por outro lado, buscam os problemas segundo um ângulo humano. Não é só o meio ambiente que leva a que as meninas coloquem os soldados de chumbo numa cama de algodão de modo a que eles estejam confortáveis e bem aquecidos. 4

No ano de 1999 a estudante de doutoramento Anna Servin - Instituto de Psicologia da Universidade de Uppsala - levou a cabo um estudo em 300 crianças. Este projecto foi feito em cooperação com pesquisadores e médicos do Hospital Huddinge Hospital. Servin detectou claras diferenças comportamentais presentes já aos 9 meses, diferenças essas que, posteriormente, aumentaram com o passar do tempo.

Ela escreveu na sua tese que é a quantidade de andrógenos (hormonas masculinos) que determina o comportamento da criança, incluindo coisas como o tipo de brinquedos com os quais a criança quer brincar.5

Esta é a forma como Anna Servin sumarizou as diferenças comportamentais entre os rapazes e as raparigas e a forma como estas características influenciam a escolha de brinquedos:
De modo geral, os rapazes possuem uma aptidão espacial; eles vêem e entendem como os vários tipos de construção funcionam e ficam mais satisfeitos com brinquedos de construção.
As meninas são melhor equipadas verbalmente e possuem um interesse maior nos relacionamentos. Como tal, escolhem brinquedos que estão de acordo com estas habilidades.

Fala a testosterona.

O professor Richard Udry - Universidade da Carolina do Norte - comparou os níveis de testosterona nos fetos femininos com a atitude e comportamento das mesmas pessoas 30 anos mais tarde. Ele verificou que há uma conexão entre o nível de testosterona durante a altura fetal e o nível de comportamento masculino/feminino nos seus 30 anos. O comportamento monitorizado nos adultos foi a sua atitude perante as crianças, casamento, trabalho, carreira e a sua aparência.

Níveis elevados de testosterona durante a fase fetal correspondiam a comportamentos menos femininos e atitudes menos femininas.6
 
Os ftalatos são um grupo de compostos químicos que inibem os hormonas sexuais. Oito pesquisadores da Universidade de Rochester descobriram que os rapazes que são expostos aos ftalatos durante a fase fetal irão brincar de uma forma menos masculina com outros rapazes.7 Análogo a isto. Sete pesquisadores da Universidade de Cambridge concluíram que elevados níveis de hormona sexual masculino - testosterona - durante a fase fetal resultará num comportamento mais masculino durante as brincadeiras. 8
 
Um grupo de pesquisadores americanos e britânicos concluiu que o nível de testosterona durante a fase fetal determinará o quão interessada em sistematização a criança mais tarde ficará. Quanto maior for o nível de testosterona, maior será o interesse em sistematização. 9
 
Uma quarta pesquisa determinou que meninas que sofrem de "Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder" - isto é, níveis anormais da hormona masculina testosterona - irão preferir brinquedos de construção e brinquedos de transporte mais do que as outras meninas. Para além disso, elas irão brincar de forma mais dura e agressiva..10
 
Desde a mais tenra idade que os rapazes se encontram mais interessados em objectos mecânicos enquanto que as raparigas nutrem um interesse maior por caras. Um projecto de pesquisa mostrou que as raparigas com um ano de idade demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para a cara da mãe. Quando se mostravam filmes às crianças com 1 ano, as meninas demoravam mais tempo que os rapazes a olhar para os filmes que exibiam uma cara, enquanto que os rapazes demoravam mais tempo a observar filmes que exibiam carros.11
 
Será possível que estas crianças de 1 ano tenham sido influenciadas pelas expectativas do mundo à sua volta em torno dos papeis de género? De modo a investigar esta crença, estes pesquisadores continuaram com o trabalho e levaram a cabo um estudo similar em crianças com 1 dia de vida.

As crianças poderiam escolher entre olhar para a cara duma mulher ou olhar para dispositivo móvel mecânico que, na sua cor, tamanho e forma, lembrava a cara. Os resultados demonstraram que os bebés masculinos dedicavam mais tempo a olhar para o dispositivo móvel enquanto que as bebés femininas devotavam a maior parte do tempo a olhar para a cara.

O professor Simon Baron-Cohen da Universidade de Cambridge apurou também que as meninas com 12 meses de idade possuem uma resposta mais empática aos problemas alheios que os rapazes com a mesma idade.12

Há algum tempo atrás o hormona feminino dietilestilbestrol foi usado para tratar as mulheres que haviam tido abortos espontâneos consecutivos. Isto viabilizou alguns interessantes projectos de pesquisa. Entre outras coisas, ficou demonstrado que os rapazes que nasciam de mulheres que haviam recebido o em cima mencionado tratamento - isto é, que haviam recebido hormonas femininos - demonstravam comportamento mais "feminino" e mais empático. Por exemplo, quando comparados com outros rapazes, eles demonstravam um maior interesse em brincar com bonecas.13
 
Outra pesquisa foi levada a cabo nos rapazes nascidos com a deformação IHH, significando que os seus testículos eram pequenos e, desde logo, produtores de quantidades menores de testosterona. Os estudos mostraram que estes rapazes eram piores que outros rapazes na sistematização de formas espaciais. 

Adicionalmente, existem rapazes que nascem com o AI Syndrome, condição que deixa os rapazes não-receptivos aos andrógenos (hormona sexual masculino) Eles são piores na sistematização espacial. Ao mesmo tempo, as raparigas nascidas com Congenital Adrenal Hyperplasia Disorder, que, como dito em cima, resulta em níveis anormais de andrógenos (masculinos), são mais inteligentes na sistematização espacial que as outras raparigas.14
 
Existe também um projecto de pesquisa que demonstra como o nível de testosterona determina o nível de riscos económicos na idade adulta. Entre outras coisas, os pesquisadores estabeleceram que as mulheres que escolhem uma carreira na área das finanças possuem níveis de testosterona superiores, quando comparadas com outras mulheres.15

O periódico sueco Illustrerad Vetenskap (Ciência Ilustrada) escreveu recentemente
Pesquisas recentes mostram que os homens possuem 6,5 vezes mais massa encefálica cinzenta que as mulheres, enquanto que elas possuem 10 vezes mais massa encefálica branca que os homens. Isto pode explicar o porque dos homens serem melhores, por exemplo, em matemática, enquanto que as mulheres são melhores nas línguas.

Homo Sapiens é um animal.


Estudos em torno do mundo animal são interessantes uma vez que os animais dificilmente podem ser influenciados pelas normas sociais e papéis de género humanos. Se a natureza criou [sic] os animais de modo a que os sexos sejam distintos por motivos biológicos, porque é que os homo sapiens seria uma excepção? Seguem-se alguns projectos de pesquisa com os animais interessantes.

Um estudo usou um certo número de macacos a quem foram dados um certo número de brinquedos. Eles encontravam-se entre bonecas, camiões e brinquedos genericamente neutros como livros com pinturas. 

Os pesquisadores observaram como os machos passavam mais tempo a brincar com os brinquedos "masculinos" enquanto que as fêmeas passavam mais tempo que os machos a brincar com os brinquedos "femininos"

Ambos os sexos passaram o mesmo tempo em redor dos livros com imagens e em redor de outro brinquedos genericamente neutros.17
Outro projecto expôs os fetos fêmea dos macacos aos andrógenos (hormonas sexuais masculinos). Mais tarde, e nas suas brincadeiras, estas fêmeas exibiram um comportamento mais masculino que as demais fêmeas.18

Uma terceira pesquisa levada a cabo por um terceiro grupo de cientistas ofereceu paus como brinquedos aos macacos e observou como as fêmeas, de forma bem clara, brincavam com os paus como se os mesmos fossem bonecas, algo que os machos fizeram em escala muito menor.19

Num quarto projecto os pesquisadores deram dois tipos de brinquedos aos macacos - veículos com rodas e brinquedos de peluche. Os machos demonstraram um forte e persistente interesse nos veículos enquanto que as fêmeas não demonstraram qualquer tipo de interesse por nenhum dos brinquedos.20
Um quinto estudo em torno dos macacos demonstrou como, em larga escala, os machos focaram-se nos carros enquanto que as fêmeas preferiram as bonecas.21

Experiências foram também levadas a cabo com ratos. As fêmeas injectadas com testosterona à nascença aprenderam mais rapidamente a navegar pelo labirinto que as fêmeas sem o hormona. Elas atingiram também uma proficiência final superior que as fêmeas que não receberam o hormona masculino. O labirinto testava a aptitude espacial.22

Em jeito de conclusão podemos determinar que a alegação "o género é uma construção social" é um mito. Peço desculpa se perturbamos a tua paz celestial , cara Simone de Beauvoir, mas tu estavas errada. Tu nasceste para ser uma mulher!

Qual dos géneros possui os génios?

Antes de terminar este capítulo, gostaria de falar nas diferenças genéticas entre os sexos que possuem um peso enorme no debate em torno da igualdade. Como mencionei anteriormente, os homens e as mulheres possuem a mesma inteligência média mas a inteligência é mais dispersa entre os homens. Isto significa que há mais tolos e génios entre os homens enquanto que as mulheres se encontram a meio da escala.

Esta amplitude pode ser considerada como desinteressante do ponto de vista da igualdade. Afinal, o facto da inteligência média entre ambos os sexos ser basicamente a mesma não é o mais importante?

Mas consideremos o facto de existirem muitas situações onde o foco se encontra completamente nos extremos e particularmente no extremo mais elevado: os génios. A maior amplitude masculina implica com lógica matemática que há mais génios entre os homens do que entre as mulheres. O que é que isto significa para a composição genética dos, por exemplo, prémio Nobel?

Do ponto de vista puramente estatístico é, portanto, normal que haja mais laureados entre os homens em áreas que exijam mais inteligência. Isto foi também ressalvado por Annica Dahlström23 e Germund Hesslow,24 que, por sua vez, provocou respostas violentas. Mas a realidade é o que é independentemente do que cada um pensa dela.

O facto das mulheres serem compensadas por terem entre si menos tolas do que o número de menos inteligentes entre os homens não recebe muita atenção mediática porque os menos inteligentes raramente se encontram no foco dos holofotes. Mas isto provavelmente contribui também para o facto de haver menos mulheres nas camadas mais baixas da sociedade tais como as prisões ou entre os sem abrigo.

Referências:

  1. 'The Essential Difference: The Truth about the Male and Female Brain', Simon Baron-Cohen, 2003
  2. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN.se op-ed page (available online, date n/a)
  3. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  4. 'Varför är vi olika? kvinna and man, svart and vit, kropp and själ', Arne Müntzing, 1976
  5. Article 'Hormoner styr hur barn leker', Aftonbladet. Available online, date n/a
  6. Article 'Biological limits of gender construction', American Sociological Review, Vol 65, No 3, pp 443-457
  7. Article 'Prenatal phthalate exposure and reduced masculine play in boys', International Journal of andrology
  8. Article 'Fetal Testosterone Predicts Sexually Differentiated Childhood Behavior in Girls and in Boys', Psychological Science
  9. Article 'Foetal testosterone and the child systemizing quotient', European Journal of Endocrinology, vol 155
  10. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  11. Article 'HisBrain, HerBrain', ScientificAmerican, May 2005, 'Human sex differences in social and non-social looking preferences at 12 months of age', Svetlana Lutchmaya, Simon Baron-Cohen
  12. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  13. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  14. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  15. Article 'Risky Business - Women Have Higher Testosterone In Financial Careers', Science 2.0, 24 August 2009
  16. Article 'Lär sig flickor and pojkar olika?' Illustrerad Vetenskap, 16 March 2011
  17. Article 'His Brain, Her Brain', Scientific American, May 2005
  18. Handbook of social psychology, Volume 1, page 639, Susan T Fiske, Daniel T Gilbert, Gardner Lindzey
  19. Article 'Young female chimpanzees appear to treat sticks as dolls', 20 December 2010, PhysOrg.com
  20. Williams CL and Pleil KE. 2008. 'Toy story: Why do monkey and human males prefer trucks? Comment on 'Sex differences in rhesus monkey toy preferences parallel those of children', Hassett, Siebert an Wallen
  21. Alexander G and Hines M. 2002. 'Sex differences in response to children's toys in nonhuman primates, Evolution and Human Behavior'
  22. Paper 'The Essential Difference: the male and female brain', Phi Kappa Phi Forum 2005 (Special issue on the Human Brain)
  23. Article in DN Debatt, 'Långt färre kvinnliga än manliga genier'. Available online, date n/a
  24. Article 'Omöjlig kamp för att uppnå likhet mellan könen', DN Debatt. Removed from the web but copies still available - search for the title, date n/a


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Rapazes preferem carros desde a mais tenra idade

"E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou."
Génesis 1:27

Estudo revela que os rapazes gravitam em direcção aos carros enquanto que as raparigas rumam em direcção às bonecas a partir do momento que conseguem gatinhar.

Pesquisadores de "City University" colocaram uma gama de brinquedos a cerca de um metro de 90 crianças com idades entre os nove meses até aos 36 meses. Posteriormente gravaram o tipo de brinquedos com os quais eles brincavam e durante quanto tempo.

Eles puderam verificar que os rapazes passavam a maior parte do tempo a brincar com os carros e com as bolas, enquanto que as raparigas passavam a maior parte do tempo com as bonecas.

Os pesquisadores disseram que o estudo sugere que existe um "viés intrínseco" nas crianças rumo aos brinquedos típicos de cada género.

Eles apresentaram os seus achados na conferência anual da British Psychological Society.

Uma das pesquisadoras, Sara Amalie O'Toole Thommessen, disse:

Ficou bastante óbvio que mesmo as crianças mais jovens se dirigiam aos brinquedos e às cores relacionados ao género.

Os rapazes dirigiram-se à bola e ao carro preto enquanto que as raparigas se dirigiram ao urso de peluche e à boneca.

A equipa disse que este estudo foi o primeiro a verificar diferenças tão consistentes e estáveis na escolha dos brinquedos em crianças com idades inferiores a 18 meses.

Outra pesquisadora, Dr Brenda Todd, disse:

Ficámos surpresos por encontrar tais diferenças tão cedo.

As crianças com esta idade já estão sujeitas a um grande nível de socialização, mas estes achados são consistentes com a ideia um viés intrínseco nas crianças em favor de escolhas relativas a um certo tipo de brinquedos.

Fonte


Mais dados:

Boys like cars, girls like dolls


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