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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Escola Primária Inglesa acusada de ser "demasiado Branca"

Por Graeme Paton

A Ofsted foi acusada de ser "politicamente correcta" depois de ter feito um downgrade a uma escola rural de topo efectivamente por ser demasiado Inglesa. O watchdog educacional sofreu repercussões por parte dos MPs [Membros do Parlamento] e dos pais depois da sua decisão de penalizar a escola primária de Middle Rasen(Lincolnshire) por não ter suficientes alunos negros ou asiáticos.

No seu relatório, os inspectores disseram que a escola ainda "não era proeminente" porque o desenvolvimento cultural dos alunos encontrava-se limitado "devido à falta duma experiência em primeira mão da composição diversa da sociedade Britânica". Este gesto seguiu-se uma agitação de inspecções por parte da Ofsted introduzidas depois do plano "Cavalo de Tróia" de Birmingham, que tinha como propósito impor valores islâmicos da linha-dura nas escolas estatais.

Actualmente é dito às escolas que coloquem os valores Britânicos fundamentais no centro do horário, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com as diferentes confissões religiosas e crenças. Mas as reformas já foram criticadas por terem um efeito de arrastamento nas escolas religiosas e nas escolas dominadas por alunos dum particular grupo étnico.Durante o mês passado, foi alegado que uma pequena escola Cristã dos Home Counties havia sido penalizada por não ter convidado líderes de outras religiões - tais como imãs - para liderar as assembléias.

Comentado este caso, Sir Edward Leigh, o MP Conservador para Gainsborough, disse que ele havia escrito para Nicky Morgan, Secretária para a Educação, "levantando uma objecção tenaz aos novos assim-chamados regulamentos para a "igualdade" que ela está a implementar nas escolas. Isto é um caso dum politicamente descontrolado. A escola primária de Middle Rasen é proeminente segundo qualquer tipo de padrão. O multiculturalismo é algo irrelevante em Lincolnshire, consequência do seu baixo número de minorias étnicas que já são bem vindas e já estão bem integradas nas nossas comunidades locais, tal como tem que ser."
 
A escola primária comunitária, que tem como base a pitoresca zona rural de Market Rasen, só tem 104 alunos com idades que vão dos 4 aos 11 anos. Ela recebeu uma avaliação "satisfatória" durante a sua última inspecção em 2012. O último relatório fez um upgrade à escola para "Bom" - a segunda marca mais elevada - por ter levado a cabo melhorias importantes, com uma equipa que criou "um ambiente onde a aprendizagem floresce".

Mas a escola perdeu a chance de ser classificada de "Proeminente" por ocasionalmente falhar ao não dar trabalho difícil e conferir aos funcionários chances de melhorarem as suas capacidades. Num gesto importante, a escola foi também alvo dum downgrade por limitar os alunos duma "experiência em primeira mão" da sociedade moderna. O relatório dizia:

A maioria dos alunos são Britânicos Brancos. Muito poucos pertencem a outros grupos étnicos, e actualmente nenhum aluno fala Inglês como língua adicional. A escola tem que ampliar o entendimento dos alunos em relação à diversidade cultural da sociedade Britânicamoderna , gerando oportunidades para que eles possam ter interacção em primeira mão com os seus pares que chegam até eles vindos de ambientes distintos da vizinhança imediata.

A escola tenta agora estabelecer parcerias com escolas do interior das cidades como forma de lidar com estas preocupações. Melonie Brunton, a professora-chefe, disse que as viagens escolares normalmente envolvem visitas ao campo, a quintas e jardins zoológicos, mas que agora ela encontrava-se focada em visitas a mesquitas e fábricas.

Os comentários da Ofsted foram criticados pelos pais. Jodie Miller, de 35 anos e com uma filha de 6 anos que frequenta a escola, disse:

Nós somos uma pequena comunidade rural em Lincolnshire e por aqui não há crianças de ambientes culturais distintos. A escola não pode andar pelas ruas, forçando as pessoas a entrarem nela.

Benjamin Bannan, de 33 anos e pai de duas crianças, disse:

É chocante que uma escola seja punida por ser demasiado Britânica. Isto não faz qualquer sentido. Nós haveríamos de receber bem as pessoas de outras culturas, mas por aqui não existem minorias étnicas.

O Reverendo Charles Patrick, que era o líder dos governadores por altura do relatório, disse:

Esta é uma zona rural, tal como 80% do país, e não temos muitos residentes não-Brancos. É provável que as coisas fossem diferentes se por acaso estivéssemos no centro de Londres, em Manchester ou algo assim.

A Ofsted negou que a escola tenha recebido um downgraded exclusivamente por um motivo só:

O relatório ressalva um pequeno número de áreas onde a escola deve tentar melhorar; não lhe foi negada a qualificação de "Proeminente" apenas e só devido ao desenvolvimento cultural dos alunos. Todas as escolas têm que ensinar aos seus alunos os valores Britânicos fundamentais, incluindo o respeito mútuo e a tolerância para com aqueles de outras confissões religiosas e crenças. Deste forma, os alunos estarão preparados para o futuro, para onde quer que eles vão.

* * * * * * *

O motivo que leva a que os líderes Ocidentais tentem "diversificar" as áreas de maioria Branca prende-se com o seu propósito de tornar essas mesmas zonas numa amálgama de etnias, confusa e desordenada, facilmente controlada pela elite. Esse plano de "diversificação" forçada, e genocídio étnico, pode ser lido neste texto.





sábado, 18 de janeiro de 2014

O verdadeiro propósito da "diversidade"

Por Henry Makow

Todos nós somos afectados pela "Diversidade" mas poucos entendem a sua natureza. Aviso: não é bonita. A "Diversidade" é uma modificação comportamental gigantesca a longo prazo que usa as minorias para deserdar a maioria. Em inglês, a "Diversidade" significa o reconhecimento das diferentes raças, religiões e "orientações sexuais".

No jogo duplo da Nova Ordem Mundial (NOM), a "Diversidade" é uma forma leviana de diluir e discriminar contra a maioria Branca, heterossexual e Cristã na Europa, Canadá, Austrália e Estados Unidos. Ao mesmo tempo que ela finge propor a "igualdade", o seu verdadeiro propósito é o de colocar um sentimento de culpa nos homens heterossexuais Brancos de modo a que eles possam ceder posições e poder.

O objectivo é o de preparar a América do Norte e a Europa para a sua inclusão num "governo mundial" dirigido pelo cartel financeiro sediado em Londres. O poder deste cartel é medido pelo facto de quase todas as instituições, sistemas educacionais e agências governamentais fornecerem "treino em diversidade" (isto é, indoutrinação política) aos seus funcionários. Apesar dos estudos revelarem que esses treinos não têm qualquer efeito benéfico na economia, todos os anos 8 mil milhões de dólares são gastos neles. Só a Toyota tenciona gastar essa verba toda nos próximos 10 anos.

Eis aqui um exemplo de shamming [ed: da palavra "shame", vergonha] feito aos Brancos numa dessas sessões. O exemplo específico encontra-se no texto com o nome  "Seeing Ourselves: Exploring Race Ethnicity and Culture" (1999) por Carl James. um dos participantes, como o nome Greg, diz o seguinte ao grupo: 

Quanto à minha raça, eu sou branco mas nunca tive que pensar muito nisso no passado. Eu não acho que isso tenha afectado as pessoas com quem eu me associei ou com quem falei. Os meus dois melhores amigos são um Negro e um Indiano (Canadiano). Fui criado numa família que não acredita no preconceito e sinto orgulho por isso. Se eu não gosto duma pessoa, isso deve-se à sua personalidade e não à sua raça ou herança cultural.

Seria de esperar que Greg visse as suas palavras aprovadas de uma forma clara, mas quem pensa assim não leva em conta a agenda oculta. O autor, um professor de "Diversidade", ataca o Greg por assumir que ele é "a norma". Greg falha ao não reconhecer o seu "privilégio racial," esse "conjunto de bens imerecido" que é o "legado colonial dos brancos". Os Brancos como o Greg negam "as formas através das quais eles produzem relações de domínio, quer seja ao nível social, como cultural e político." (p.44)

Ou seja, os Brancos oprimem os outros de forma natural. Isto tem toda a aparência de racismo. 

Como se pode ver, as sessões de "Diversidade" estão construídas para colocar sentimentos de culpa nos Brancos, especialmente nos homens, de modo a que eles possam abdicar do seu poder em prol de minorias agradecidas e que agem em conformidade, embora elas não o mereçam. Isto não só é uma fraude, como é perigoso visto que quem levanta objecções a esta agenda política comete suicídio profissional. Isto nada mais é que perseguição política.

Quero deixar bem claro que eu olho para a raça humana como uma família a quem Deus ama de forma igual. Tal como o Greg, acredito que as pessoas devem ser julgadas com base no seu mérito, independentemente da raça, género [sic] ou orientação sexual [sic]. Não tenho problemas com o facto das "minorias" obterem posições de poder, desde que elas o façam de modo justo. Aprecio a rica contribuição que os imigrantes fazem (eu cheguei ao Canadá quando era um bebé, em 1951).

Mas a "Diversidade" não se centra na justiça e nem no enriquecimento da sociedade, mas sim na promoção artificial das minorias. Esta promoção não é feita para ajudar as minorias mas sim para minar e controlar a maioria [os homens Brancos Cristãos heterossexuais].

IRONIA

É irónico que os banqueiros tentem impor esta culpa sobre os Brancos quando os banqueiros são responsáveis pelo imperialismo e pelas guerras passadas e presentes. Eles foram ficando cada vez mais ricos através do negócio da escravatura, do tráfico do ópio, e eles controlam o crime organizado actual através dos seus agentes.

A população dos EUA é mais de 75% Branca e Cristã. O plano é o de reduzir os Brancos de modo a que eles sejam uma minoria por volta de 2050 ou antes. Espera-se que os Brancos adoptem uma atitude passiva e se tornem convidados na sua própria casa. Quando os Brancos se tornarem numa minoria, ninguém irá defender os seus direitos. Actualmente há mais 2 milhões de mulheres do que homens nas universidades americanas. Algum de vocês ouviu alguém falar em acção afirmativa para proteger os homens?

A "Diversidade" é practicamente inexistente na China, no Japão, em Israel, na Índia e na América Latina, locais onde os seus líderes têm a "permissão" para preservar as suas características raciais. Mas uma vez que os povos de origem Europeia têm noção de que têm direitos materiais, espirituais e políticos, eles são mais difíceis de ser absorvidos na Nova Ordem Mundial, e desde logo, são o alvo dos programas de "Diversidade".

Os donos dos bancos centrais usam a táctica "divide e conquista" como forma de demolir os quatro pilares da identidade humana: raça, religião, nação e família. Primeiro, eles fingiram defender os trabalhadores como forma de se verem livres do regime Czarista da Rússia. Depois, eles fingiram defender as mulheres e os homossexuais como forma de fragilizar os valores heterossexuais e a família. Agora, eles estão a enganar os Brancos de modo a que eles aceitem passivamente a discriminação e a redução do seu estatuto.

(...) Os (escolha um) Trabalhadores, os Judeus, os Negros, os homossexuais, as mulheres têm sido "oprimidos" há séculos. Deixem que os banqueiros coloquem os seus escolhidos (e as suas escolhidas) em lugares de poder.

CONCLUSÃO

O cartel dos bancos centrais é o verdadeiro "colonizador", e as pessoas de origem Branca Cristã são as vítimas de colonização; a "Diversidade" faz parte deste programa. Este mesmo cartel financeiro cria dinheiro usando o crédito nacional, e como resultado, a sociedade foi subvertida por um poder estrangeiro com uma agenda satânica. A nossa elite cultural é composta por traidores.... e nós fomos sujeitos a uma constante inundação de mentiras provenientes destes peões egoístas hipócritas.

Numa sondagem feita no dia 18 de Outubro de 2007 por parte do Toronto Globe e pelo Mail, 63% das pessoas responderam negativamente à pergunta "Você acha que as políticas multiculturais do Canadá têm sido um sucesso?" A amostra era composta por cerca de 11,000 pessoas e os leitores do Globe tendem a ser esquerdistas.

As pessoas do Ocidente têm o direito de manter a sua identidade nacional e de florescerem. Os imigrantes esperam integrar-se na sociedade ao mesmo tempo que preservam a sua herança; eles não esperam serem usados como forma de fragilizar a maioria. 

Devido a isso, não sejamos vítimas da táctica "divide e conquista" ao focarmos a nossa atenção e a nossa indignação nas minorias. Elas são tão manipuladas como nós o somos. Concentremos a nossa atenção nos banqueiros centrais e nos seus lacaios na política, no sistema de ensino, nos negócios e nos média.

(...)
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Alguns comentários presentes no original:

Muito obrigado pelo seu mais recente artigo sobre a Diversidade. Há bem pouco tempo eu fui despedido dum emprego governamental por me recusar a participar no programa de diversidade da empresa. Passei 12 anos nas mesmas instalações, recebi excelentes recomendações anuais, e conquistei o respeito dos meus colegas. O meu superior imediato, o gerente local e o gerente do programa tentaram todos convencer a companhia a não me despedir, mas sem sucesso.

Qualquer pessoa que se posicione contra a indoutrinação da "diversidade" estando empregada numa grande companhia, está a cometer suicídio profissional, tal como você disse. Quando os líderes duma companhia não se importam com o que os seus gestores dizem em relação a manter um bom profissional, torna-se óbvio que eles trabalham para os banqueiros.

Sabe duma coisa interessante em relação ao treino em torno da "diversidade" na minha antiga companhia? Quando o requerimento para terminar o treino foi recebido por email, todos os homens do meu grupo receberam o email com insatisfação e com queixas. Todos eles odiaram-no! Há algo nos homens, bem dentro deles, que faz com que eles sintam repulsa por este lixo de treino em favor da diversidade. É ofensivo e insultuoso
para a inteligência e honra dos homens assistir a este vídeo estúpido sobre a diversidade que fala com eles como se eles estivessem na primeira classe.

Sou um homem branco, casado e com fortes princípios Cristãos e tenho a sorte de ter uma esposa que me apoiou na minha decisão. Ela disse-me o quão orgulhosa ela está por eu estar disposto a perder todos os meus benefícios laborais devido aos meus princípios. - Gary

O Anthony diz:
Mais um artigo perspicaz por parte do Henry que ressoou de maneira bem forte em mim. Sou um estudante na Austrália que teve o azar de estudar ciências sociais numa suposta universidade "Católica" aqui em Melbourne. 
O meu azar é ainda maior visto que eu sou um dos dois homens da turma. Desde o primeiro dia que tive que ouvir palestra após palestra a atacar tudo o que era bom e decente ao mesmo tempo que louvavam tudo o que era feminista, anti-família e anti-Cristão (sim, isto numa universidade Católica!). (...) 
Todas as minhas palestrantes são mulheres e todas elas são feministas militantes. Tive que manter os meus pensamentos para mim durante os primeiros dois anos (por mais difícil que tenha sido) mas tive que estabelecer limites durante uma leitura que nos foi apresentada, escrita por um activista homossexual, que colocava em causa a inocência das crianças. Escrevi que este tipo de coisas não ajudava a refutar os medos em torno da natureza pederasta de ALGUNS homossexuais. 
A resposta (proveniente do chefe do departamento de sociologia) foi um discurso retórico com 200 palavras, qualificando-me de "homofóbico" e avisando-me de modo bem claro que este tipo de escrita não era aceitável. (O resto do meu trabalho mal foi mencionado.) 
Tudo isto numa revista que estava estruturada para ser uma "resposta crítica" às leituras oferecidas. 
Graças a Deus pela "diversidade" e pela "liberdade de pensamento"...... desde que tu penses como eles querem que tu penses.




domingo, 17 de novembro de 2013

Homem branco vence eleições depois de fazer os eleitores acreditar que ele era negro

Por Doug Miller

Dave Wilson dá uma risada quando fala da sua campanha eleitoral pouco ortodoxa. "Eu sabia que era um tiro no escuro," diz Wilson. "Mas, não, eu não contava ganhar."

Mesmo assim, ele concluiu que seria engraçado entrar na corrida eleitoral uma vez que estava farto do que ele qualifica de "travessuras" dentro do "Houston Community College System". Como um conservador Republicano branco a concorrer num distrito maioritariamente composto votantes negros e Democratas, as probabilidades eram fortemente contra ele.

Foi então que ele teve uma ideia, uma estratégia publicitária que os seus oponentes qualificaram de "nojenta": se um homem branco não tinha chances de vencer as eleições num distrito maioritariamente Afro-Americano, então Wilson levaria os vontantes a pensar que ele era negro. E aparentemente, resultou.

Num dos maiores percalços políticos em Houston neste período de eleições, Wilson - um activista que milita contra o movimento homossexual e um candidato marginal a mayor - emergiu como um vencedor surpresa sobre o incumbente Bruce Austin, que estava no poder há 24 anos. A sua margem de vitória extraordinariamente magra - apenas 26 votos a mais - foi quase de certeza influenciada pela sua campanha racialmente conotada.

"Sempre que um político fala, ele está a enganar os votantes," diz ele.

Wilson, um alegre causador de problemas políticos, imprimiu vários panfletos publicitários (enviado-os posteriormente por correio) onde implicou fortemente que ele era negro. Os seus folhetos de propaganda encontravam-se decorados com fotos de Afro-Americanos sorridentes - que ele admite ter encontrado em sites - com as palavras "Por favor, votem no nosso amigo e vizinho Dave Wilson."


Um dos seus utentes disse que ele era "Endossado por Ron Wilson," que os votantes mais antigos de Houston poderiam facilmente interpretar como uma declaração de apoio por um antigo representante do estado com o mesmo nome, e que é Afro-Americano. As letras pequenas por baixo da manchete diziam "Ron Wilson e Dave Wilson são primos," uma referência a um dos parentes de Wilson que vive em Iowa.

"Ele é um primo simpático," afirmou Wilson, suprimindo um riso. "Jogamos basebal na escola secundária. E ele deu-me o seu apoio político."

Bruce Austin tentou responder com os seus próprios panfletos mostrando a cara de Wilson, qualificando-o de "direitista fomentador de ódio", e afirmando que ele "propunha trazer de volta os gangues acorrentandos para limpar as auto-estradas." Mas a campanha de Wilson claramente apanhou-o de surpresa:

Eu não creio que isto seja bom. Não é bom para a democracia nem para o conceito de jogar de forma justa. Mas aparentemente esse não era o seu plano.

Austin disse ainda que tenciona pedir uma recontagem dos votos, mas numa era de votação electrónica, os analistas políticos afirmam que a vitória de Wilson muito provavelmente se manterá, o que lhe colocará no lugar para o qual foi eleito durante os próximos seis anos.

Fonte: http://ow.ly/qTfK1

* * * * * * *
Sempre engraçado ver um não-esquerdista a usar as armas esquerdistas contra os próprios esquerdistas. Certamente que Brian Austin não gostou de ser suplantando no seu próprio jogo, mas é bem provável que ele só se tenha mantido no poder durante estes últimos 24 anos devido à cor da sua pele.





domingo, 4 de novembro de 2012

E possível promover o racismo através do "anti-racismo"?

"anti-racismo" = anti-brancos
 
Fonte

Liverpool presenciou ontem à noite o evento Marxista Cultural, anti-branco, com o nome de  "Mobo Awards". O evento é descrito da seguinte forma:

O “Music Of Black Origin" (MOBO) foi estabelecido em 1995 por Kanya King e Andy Ruffell como forma de reconhecer e celebrar artistas que criam música "negra" e "urbana". "MOBO Awards" foi o primeiro evento europeu a premiar negros.

Eles dizem que aceitam artistas de todas as etnias desde que "executem música negra." O que eles querem dizer é que aceitam "artistas" brancos  (se é que podem ser chamados de "artistas") desde que sejam da variedade desmiolada e que estejam totalmente engolidos pela propaganda Multicultural suicida anti-brancos.

Este evento, que foi publicitado e promovido como "celebração" da cultura e música "negra", tem como propósito ser uma chapada na cara de todos os indivíduos da etnia branca, quer eles se apercebam ou não. 
 
O que o espectáculo diz é que, nós [a elite esquerdista], revestimos uma minoria étnica de tal forma que podemos chamar-te de racista apenas e só por teres uma opinião, e podemo-nos rir na tua cara visto termos-te condicionado de tal maneira que tu nem te apercebes que encorajamos-te que celebres a tua própria destruição.

Será que não existem prémios suficientes para este lixo de música? Claro que existem. E apesar de ser de opinião que todos estes estilos de música são uma total perda de tempo - e pouco mais que lixo - os prémios já existentes são de utilidade para todos. Portanto, qual é a necessidade dum evento exclusivamente para música "negra"?

A resposta é: receber poder.

Algumas pessoas dizem "Porque é que não podemos ter um evento com o nome Música com Origem Branca?" E embora este seja um argumento justo, se nós levarmos em conta a natureza do Marxismo Cultural, ficamos logo a saber que tal sugestão está totalmente fora de questão. O mesmo aplica-se a grupos como Associação dos Policiais Brancos, Associação dos Futebolistas Brancos, etc.  
 
O motivo pelo qual estes grupos nunca seriam considerados ou aprovados prende-se com o facto deles não se adaptarem à narrativa Marxista Cultural dos grupos "vítima", aplicada às minorias étnicas, e a qualificação de "opressores", aplicada a todos os brancos.

O mesmo ocorre com as "paradas de orgulho gay" que mais não são que eventos que visam dar poder à agenda militante homossexual, a mesmo tempo que qualificam de "opressor homofóbico" qualquer pessoa que se oponha a mesma. 

As minorias étnicas, a comunidade gay e as feministas, mais não são que versões modernas da antiga ideia Comunista de opressor-oprimido. Uma vez que os trabalhadores não se tornaram nos revolucionários Comunistas que eles tanto necessitavam, foi necessário criar um novo grupo como forma de os qualificar de "oprimidos" na esperança deles um dia se revoltarem e destruíram o antigo sistema, realizando assim a agenda Comunista. Sem"vítimas oprimidas" e sem um "opressor" a sua ideologia falha de forma mais do que óbvia.

Os prémios "Mobo" são uma manifestação disto mesmo. Eles - a elite esquerdista - criaram os seus revolucionários e agora estão a revesti-los de poder. Através dos média, da indústria de entretenimento e através da educação, eles caracterizaram, qualificaram e já definiram quem é o opressor.

E esse és TU.




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