domingo, 4 de novembro de 2012

E possível promover o racismo através do "anti-racismo"?

"anti-racismo" = anti-brancos
 
Fonte

Liverpool presenciou ontem à noite o evento Marxista Cultural, anti-branco, com o nome de  "Mobo Awards". O evento é descrito da seguinte forma:

O “Music Of Black Origin" (MOBO) foi estabelecido em 1995 por Kanya King e Andy Ruffell como forma de reconhecer e celebrar artistas que criam música "negra" e "urbana". "MOBO Awards" foi o primeiro evento europeu a premiar negros.

Eles dizem que aceitam artistas de todas as etnias desde que "executem música negra." O que eles querem dizer é que aceitam "artistas" brancos  (se é que podem ser chamados de "artistas") desde que sejam da variedade desmiolada e que estejam totalmente engolidos pela propaganda Multicultural suicida anti-brancos.

Este evento, que foi publicitado e promovido como "celebração" da cultura e música "negra", tem como propósito ser uma chapada na cara de todos os indivíduos da etnia branca, quer eles se apercebam ou não. 
 
O que o espectáculo diz é que, nós [a elite esquerdista], revestimos uma minoria étnica de tal forma que podemos chamar-te de racista apenas e só por teres uma opinião, e podemo-nos rir na tua cara visto termos-te condicionado de tal maneira que tu nem te apercebes que encorajamos-te que celebres a tua própria destruição.

Será que não existem prémios suficientes para este lixo de música? Claro que existem. E apesar de ser de opinião que todos estes estilos de música são uma total perda de tempo - e pouco mais que lixo - os prémios já existentes são de utilidade para todos. Portanto, qual é a necessidade dum evento exclusivamente para música "negra"?

A resposta é: receber poder.

Algumas pessoas dizem "Porque é que não podemos ter um evento com o nome Música com Origem Branca?" E embora este seja um argumento justo, se nós levarmos em conta a natureza do Marxismo Cultural, ficamos logo a saber que tal sugestão está totalmente fora de questão. O mesmo aplica-se a grupos como Associação dos Policiais Brancos, Associação dos Futebolistas Brancos, etc.  
 
O motivo pelo qual estes grupos nunca seriam considerados ou aprovados prende-se com o facto deles não se adaptarem à narrativa Marxista Cultural dos grupos "vítima", aplicada às minorias étnicas, e a qualificação de "opressores", aplicada a todos os brancos.

O mesmo ocorre com as "paradas de orgulho gay" que mais não são que eventos que visam dar poder à agenda militante homossexual, a mesmo tempo que qualificam de "opressor homofóbico" qualquer pessoa que se oponha a mesma. 

As minorias étnicas, a comunidade gay e as feministas, mais não são que versões modernas da antiga ideia Comunista de opressor-oprimido. Uma vez que os trabalhadores não se tornaram nos revolucionários Comunistas que eles tanto necessitavam, foi necessário criar um novo grupo como forma de os qualificar de "oprimidos" na esperança deles um dia se revoltarem e destruíram o antigo sistema, realizando assim a agenda Comunista. Sem"vítimas oprimidas" e sem um "opressor" a sua ideologia falha de forma mais do que óbvia.

Os prémios "Mobo" são uma manifestação disto mesmo. Eles - a elite esquerdista - criaram os seus revolucionários e agora estão a revesti-los de poder. Através dos média, da indústria de entretenimento e através da educação, eles caracterizaram, qualificaram e já definiram quem é o opressor.

E esse és TU.




1 comentário:

  1. Sou iniciante nessa área de estudos, então meu conhecimento é superficial, até demais. Bom, estava lendo isso ontem , e percebi no fato relatado, uma conexão entre a solução comunista da politização da arte para combater a estetização da politica. Um dos problemas é que olhando o presente parece que os revolucionários se apoderaram dos 2 lados da suposta luta.


    http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/560/390

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