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sábado, 14 de dezembro de 2013

Falsa alegação de violação destruiu a vida de um homem inocente

No dia 18 de maio de 2006, ao sair de sua cela e cruzar os muros da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, Heberson Oliveira, 30, achou tudo estranho. O sol estava alto, mas não era o calor que lhe incomodava.

Aquele era seu primeiro dia de liberdade após dois anos e sete meses na prisão. Nem ele acreditava mais que isso um dia pudesse acontecer.

- Eu já tinha perdido as esperanças de sair da cadeia vivo. A minha cela já estava virando a minha casa - conta Heberson, quase cinco anos depois, sentado na cama tubular cor de vinho de seu irmão mais novo. Heberson Oliveira é o rosto de um silencioso drama brasileiro: o das vidas roubadas pela lentidão da Justiça. Foi preso em novembro de 2003, suspeito de ter estuprado uma menina de nove anos de idade. Ele negou ter cometido o crime e disse que sequer estava em Manaus na época em que tudo ocorreu.

Mesmo sem nenhuma prova material ou testemunhal que o incriminasse, foi indiciado, denunciado e transferido para a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). Só dois anos e sete meses depois de ter sido preso é que Heberson foi julgado e, finalmente, considerado inocente.

Mas a sentença que o pôs em liberdade não foi suficiente para lhe fazer um homem completamente livre. Heberson foi estuprado pelos “xerifes” da cadeia e contraiu o vírus da AIDS.

- Eu fui violentado lá dentro. Na hora do desespero, não vi quantos eram. Só queria que aquele sofrimento acabasse. Agora, essa doença vai me acompanhar pelo resto da vida. Eu estou condenado à morte. A Justiça roubou minha vida - desabafa tentando disfarçar o constrangimento evidente no queixo tremido.

Paradeiro

Para encontrar Heberson é preciso paciência. Depois que saiu da cadeia, ele morou durante algum tempo na casa de sua mãe, mas depois de três crises de depressão, se entregou às drogas e saiu de casa.Tentou alguns empregos, mas não se firmou em nenhum lugar.

- É difícil alguém oferecer emprego para um ex-presidiário e um aidético. Algumas pessoas me ajudaram, mas aí vieram as depressões. Eu vivo cuspido pela sociedade - diz chorando.

Heberson, que tinha o corpo firme e o rosto limpo antes da prisão, agora parece uma sombra. Emagreceu pela doença e pelo vício. A barba cresce e o cabelo encaracolado escapa pelas laterais de um boné esfarrapado. Dorme sob marquises, em terrenos baldios ou construções abandonadas na periferia de Manaus.

Quase todos os dias, ele vai à casa de sua mãe, Maria do Perpétuo Socorro, 51, em uma rua estreita e esburacada do bairro Compensa II, na Zona Oeste de Manaus. Caminha lentamente pelas ladeiras do bairro e, aos poucos, a gritaria na mercearia ao lado da casa de sua mãe vira cochicho. Atento, ele percebe que os olhos se voltam em sua direção; abaixa a cabeça e continua a andar.

Ao fim da tarde, Heberson deixa a casa da mãe. Carrega um saco plástico com roupas sujas e objetos catados na rua. Maria, pela janela, olha o filho indo embora mais uma vez, sem muito o que fazer. E Heberson, sem paradeiro definido, desaparece na rua sem saber quando ou se vai voltar.

Fonte: http://bit.ly/1bNfD4q



terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Violência doméstica: duas mulheres entornam molho picante nos olhos duma criança


Uma mãe e a sua amiga, que foram presas recentemente sob suspeitas de 1) amarrarem um adolescente, 2) forçá-lo a inalar marijuana e 3) entornarem molho picante nos seus olhos como forma de castigo, enfrentam agora acusações de abuso duma criança. O Sargento Policial de West Valley Police, Jason Hauer, afirmou:

Este não é o tipo de disciplina que esta criança deveria suportar. Claramente, isto é abuso.

O rapaz de 14 anos foi entretanto devolvido à custódia do seu pai, afirmou Hauer. A mãe, Robin Willette Rumsey, e a sua amiga Krista Jean Miller, foram presas na Terça-Feira sob acusações de múltiplo abuso de crianças e de colocar em risco a vida da criança.

Segundo Hauer, Rumsey, de 38 anos , e Miller, 33, deram início ao seu padrão de abuso contra o rapaz há cerca de dois anos atrás.  Logo no início ele foi punido com molho de tabasco nos seus olhos por partir um prato de vidro. Em outras ocasiões, as mulheres tentaram forçar o rapaz a fumar marijuana, atiraram alcool à sua cara, e retiveram-no preso no porão.

Rumsey e Miller viviam juntas numa casa que pertencia à mãe de Krista Miller, que afirma que ela foi despejada da casa por não conseguir pagar a renda, e que se mudou de volta para casa na Segunda-Feira.Marsha Christensen disse que não acredita nas acusações levantadas contra a sua filha adoptiva, Miller. " Ela não foi educada desta forma", declarou ela perante a KSL-TV.

Christensen disse que acredita que estas alegações de abuso de crianças foram fabricadas como parte da batalha de custódia da criança que decorre. No entanto, Hauer afirmou que os investigadores não obtiveram qualquer evidência da existência duma guerra em torno da custódia da criança.

Hauer disse ainda:

Este caso está cheio de mistérios. Existem ainda muitas questões que estão a aparecer para as quais eu não tenho qualquer resposta. Isso deve-se em parte pelo facto do caso ainda estar em andamento. As prisões foram feitas há dois dias e muito provavelmente isso foi apenas o início de outras alegações que entretanto irão surgir.

O caso encontra-se em investigação há seis meses, acrescentou Hauer.


* * * * * * *
Infelizmente para as crianças que sofrem violencia doméstica por parte de mulheres, as suas vidas não valem muito uma vez que esse tipo de violência não pode ser instrumentalizada em favor de alguma ideologia esquerdista.




sábado, 2 de fevereiro de 2013

Homem não consegue pagar pensão alimentícia a filho que não é seu. Adivinhem onde é que ele se encontra agora?

Há mais de um ano que Frank Hatley agoniza numa prisão de South Georgia. O motivo? Ele foi incapaz de reembolsar o Estado pela assistência pública que o "seu" filho recebeu durante as duas últimas décadas. O problema é que ele não é o pai biológico do jovem, facto que a assistente especial do procurador-geral (bem como a Juíza) sabiam disso. Mas isso não impediu que ele fosse lançado na prisão.

Johnny Daughtrey (Cook County Sheriff) disse: 

Sinto-me mal por ele. Coloquem-se no seu lugar: se não fosse vosso filho, vocês haveriam de querer pagar pensão alimenticia?

Daughtrey afirmou que espera que a audiência da próxima Quarta Feira resolva a situação.

Hatley tem sido mantido na prisão do estado (em Adel) desde Junho de 2008, custando ao município entre $35 a $40 por dia. Mesmo depois de saber que ele não era o pai, Hatley pagou milhares de dólares que o estado disse que ele devia. Depois de perder o emprego e passar a ser um sem-abrigo, continuou a fazer os  pagamentos ordenados através do dinheiro que recebia do subsídio de desemprego.

A advogada de Hatley, Sarah Geraghty (Southern Center for Human Rights de Atlanta) afirmou que dois testes de paternidade independentes - um feito há 9 anos e outro feito há alguns dias - confirmaram que ele não era o pai biológico. Geragthy afirmou:

Este é um caso onde o zelo excessivo pela recuperação de dinheiro supera o senso comum. Que razão legítima poderá existir para o Estado perseguir o sr Hatley em busca de pensão alimentícia quando ele não tem filhos?

Segundo o advogado familiar Randall Kessler, que não está associado ao caso, para Hatley pode ser difícil livrar-se da ordem judicial. “Certamente que é injusto,” disse Kessler. “Mas ao mesmo tempo, ele está a lidar com uma ordem judicial válida.”

Russ Willard, porta-voz do Procurador Geral do Estado, disse que se Hatley conseguir mostrar durante a sua audiência que ele é um indigente, o Estado não se oporá à sua libertação. Willard disse ainda que Hatley poderia ter feito uma aplicação para o "Child Support Services" do Estado, requisitando que ele fosse aliviado das suas obrigações, mas ele não fez tal pedido.

Segundo os documentos judiciais, nunca foi dito a Hatley que ele poderia ter um advogado designado pelo Estado se ele não tivesse dinheiro para pagar um. Geraghty disse que só recentemente tomou conta do caso de Hatley depois do Xerife lhe ter pedido que falasse com Hatley acerca da sua situação. Geraghty afirmou que Hatley já havia pago um total de $9,524.05 em pensão desde Abril de 1995, mas os registos anteriores a esta altura não se encontram disponíveis.

A Mentirosa

Segundo os registos legais, durante os anos 80 Hatley teve um relacionamento com Essie Lee Morrison, que engravidou e afirmou a Hatley que ele era o pai. O casal nunca chegou a contrair matrimónio, e mais tarde ambos se separaram pouco depois de Travon ter nascido no ano de 1987.

No ano de 1989, Morrison requisitou assistência pública através do "Department of Human Resources" estadual. Depois disto, o Estado moveu-se para exigir a Hatley que reembolsa-se o custo dos subsídios conferidos a Travon, coisa que Hatley concordou, assumindo que o filho era realmente seu.

Mas no ano 2000, e segundo os registos legais, amostras de ADN de Hatley e Travon demonstraram que eles não tinham qualquer laço de parentesco. Com a ajuda do advogado da "Georgia Legal Services", Hatley foi a tribunal e foi aliviado da responsabildiade de pagar pensão alimentícia futura. No entanto, ele tinha ainda que lidar com o facto de ter sido um "pai caloteiro" [inglês: " deadbeat dad"] quando se pensava que ele era realmente o pai. 

O advogado de Homerville Charles Reddick, trabalhando como assistente especial do Procurador-Geral, preparou uma ordem exigindo a Hatley que pagasse os   $16,398 que ele ainda deve em em pensão.

A ordem de 21 de Agosto de 2001, assinada pela "Cook County Superior Court Judge" Dane Perkins, reconheceu que Hatley não era o pai de Travon, mas isso não impediu que ele pagassse quase $6,000. Mas durante o ano passado, Hatley perdeu o emprego, e passou a ser um sem abrigo (vivendo no seu carro). Mesmo assim, ele fez alguns pagamentos usando o dinheiro proveniente do subsídio de desemprego.

Mas por volta de Maio de 2008, aparentemente ele não havia pago o suficiente. Numa outra ordem judicial assinada por Reddick e aprovada pela Juíza Dana Perkins, foi apurado que Hatley se encontrava em falta, e, como consequência, foi colocado na prisão. Quando ele for liberto da prisão, elevai ter que continuar a pagar cerca de $250 por mês até a dívida estar saldada. 

Fonte

* * * * * * *
Fraude na paternidade é um dos actos mais nojentos e cobardes que pode ser feito contra um homem e contra a criança. Passar 20 anos a subsidiar o estilo de vida duma criança inocente, gerada com outro homem, é algo horrível, desmoralizador e verdadeiramente perturbador. O pior é que hoje em dia muitos homens encontram-se precisamente nessa posição - isto é, a suportar crianças que eles pensam serem suas quando não são.
Igualmente trágico é a crença de que a fraude na paternidade nunca ocorre:



O único motivo que leva a que esta questão (fraude na paternidade) não seja um tópico com mais visibilidade devido à óbvia gravidade da situação (imaginem uma criança saber que o homem que sempre viveu com ela não é o pai biológico) é o actual domínio cultural que o feminismo possui. Nesta nova atmosfera cultural onde nos encontramos imersos, o comportamento feminino menos louvável - qualquer que ele seja - nunca pode ser de responsabilidade sua. O Estado e o homem é que se vêem na obrigação de assumir as consequências do comportamento feminino.

Se uma mulher é suficientemente adulta para se entregar sexualmente a um homem que não é o seu esposo, ela tem que ser suficientemente adulta para arcar com as consequências dos seus actos. Atribuir a paternidade a um homem inocente  é cobardia e traição - e uma traição que não só afecta o homem, mas principalmente a criança.



sábado, 5 de janeiro de 2013

A terrível injustiça feita a Brian Banks

Fonte

No dia 8 de Julho de 2002, Brian Banks, um linebacker da "Beach Poly High" (16 anos, 1,93m de altura e 102 quilos de peso) sentia-se no ponto mais alto do mundo. Ele era um atleta fortemente requisitado por um certo número de universidades, incluindo a USC( que se havia comprometido a oferecer-lhe uma bolsa de estudo a 100%). Mas antes do dia terminar, o seu mundo seria transtornado por completo.

Pouco antes do meio dia, Brian dirigia-se para a sua escola, para falar das suas candidaturas universitárias, quando se encontrou com Wanetta Gibson, uma colega de 15 anos. Brian já a conhecia desde a "middle school" [ed: períodio intermédio da escola secundária]. Eles não se encontravam romanticamente envolvidos mas decidiram passar alguns minutos juntos numa alcova isolada da escola. "Beijamo-nos, acariciamo-nos, tocamo-nos, mas nunca tivemos qualquer tipo de relação sexual,” disse Brian. Antes de cada um seguir o seu caminho, Brian fez o erro de dizer algo a Wanetta que a deixou zangada.

Mais tarde nesse dia, Brian soube que algo se passava quando viu um certo número de polícias perto da sua escola. Pouco depois, ele viu Wanetta a sair da escola acompanhada pela policia. Brian nunca tinha tido problemas com a polícia, mas agora sentia que o seu coração iria sair para fora do seu corpo, de tanto bater.

A Mentira

Antes de Brian chegar, Wanetta havia dito à polícia que Brian a havia violado. Brian disse mais tarde que ela não queria que a sua família soubesse que ela era sexualmente activa. Wanetta disse que cruzou com Brian quando supostamente tinha saido da sua aula de História por volta das 11:45 a.m. (para se dirigir à casa de banho). Depois dela sair da casa de banho, Brian alegadamente agarrou nela, e empurrou-a para dentro do elevador, que supostamente subiu um andar.

Depois disto, Brian alegadamente forçou Wanetta a sair do elevador, arrastando-a através do hall e passando por dois lances de escadas até chegarem a uma alcova isolada. Supostamente foi aqui que Brian a violou durante cerca de 15 a 20 minutos. Wanetta alegou que Brian ejaculou dentro dela.

Brian foi preso e acusado - como adulto - de violação e sodomia forçada. Mais tarde, ele foi encarcerado. "Acreditamos que isto é um incidente isolado,'' declarou Jana Blair (policia de Long Beach), assegurando ao enervado público tanto a segurança da escola, como a veracidade da alegação de Wanetta Gibson.

Desde o princípio, Brian afirmou que o encontro romântico havia sido consensual, e que não havia ocorrido qualquer tipo de relação sexual. Menos de um mês depois da prisão de Brian, o co-director da escola onde, até algumas horas atrás, Brian era considerado uma estrela, declarou que Brian "não mais voltará à escola, independentemente do resultado do procedimento judicial."

Porquê? Mesmo que Brian fosse ilibado das acusações, o porta-voz da "Long Beach Unified School District", Dick Van Der Laan, disse que Brian havia violado as linhas orientadoras e o código disciplinar do distrito porque ele, alegadamente, havia tido uma relação sexual consensual em terreno escolar. Ninguém perguntou se Wanetta Gibson receberia o mesmo tipo de tratamento se mais tarde se apurasse que a sua alegação de violação era falsa.

A História de Wanetta Gibson Não Faz Qualquer Tipo de Sentido

Não houve testemunhas para a alegada violação, e a história de Wanetta não era coerente. Por exemplo, ela afirmou que Brian havia ejaculado dentro dela, mas não foi encontrado sémen algum - nem uma única molécula. Justin Brooks do "California Innocence Project" explicou:

Ela disse que limpou tudo com uma toalha de papel, mas isso é impossível.

De facto, não havia qualquer tipo de evidência física que suportasse a história de Wanetta Gibson. Justin Brooks explicou também que a logística da história de Wanetta não fazia sentido:

Para o Brian tê-la levado da casa de banho para o elevador, ele teria que passar por várias salas de aulas. Alguém teria visto ou ouvido algum tipo de luta.

A história de Brian - que o encontro havia sido consensual - era, na opinião de Brooks, "a única que fazia algum tipo de sentido."

Books conclui que Brian nunca deveria ter sido acusado. . . Houve um trabalho policial desleixado, e nem sei o nível de escrutínio que a acusação fez.

Um antigo promotor da "Los Angeles County", especializado em crimes sexuais, afirmou perante um repórter que, "o Promotor nunca deveria ter avançado com este caso; em vez disso, o mesmo deveria ter sido abandonado imediatamente" devido a ausência de qualquer tipo de evidência ADN e também devido às declarações inconsistentes de Wanetta em torno do que aconteceu.

1 Milhão e Meio de Dólares Para Wanetta Gibson

Depois da alegação de violação, os órgãos de informação entraram em contacto com a mãe de Wanetta Gibson, que afirmou estar irritada com a falta de segurança da escola.

Cheguei a um ponto onde já nem quero deixar as crianças ir para a escola. . . . Verdadeiramente, não existe um sítio seguro para elas. Seria de pensar que na escola estariam seguras, mas não foi isso que aconteceu.

A mãe de Gibson deu entrada a um processo legal contra o distrito escolar de Long Beach devido à suposta falta de segurança da escola que causou o suposto incidente envolvendo Wanetta. Chegou-se a um acordo antes do julgamento, e Wanetta recebeu 1 milhão e meio de dólares ($1.500 000), dividindo metade com o advogado e retendo $750,000.

Por outro lado, e como forma de pagar a advogada, a mãe de Brian viu-se forçada a vender a casa e o carro, bem como a pedir emprestado elevadas somas de dinheiro à família.

Wanetta afirmou que tentou "revelar toda a verdade" e admitir a mentira . . . mas o advogado disse "Não digas nada. Tipo, nem fales. Deixa que eles façam o que têm a fazer."

Os Esteriótipos

Enquanto isso, Brian ficou na prisão durante um ano enquanto o seu caso serpenteava pelos tribunais. Brian enfrentava uma pena de 41 anos de prisão, se convicto; por esta altura a advogada levava a cabo esforços para o convencer a litigar um acordo. Finalmente, ela disse a Brian que ela havia obtido um acordo bastante favorável, urgindo para que Brian o aceitasse. O acordo resumia-se em ele não contestar as acusações de violação e rapto. Ela disse a Brian que isto provavelmente resultaria em 18 meses adicionais de prisão para além do ano que ele havia já cumprido.

Num caso envolvendo "ele disse/ela disse", onde as evidências não davam apoio às acusações levantadas pela suposta vítima, Brian disse que a advogada o tinha dito que, se o caso fosse para tribunal, ele perderia. E porquê? "Se tu fores para aquela sala de tribunal," Brian lembra-se dela dizer, "o júri automaticamente verá um enorme adolescente negro, e assumir automaticamente que és culpado."

Mais tarde, Justin Brooks (California Innocence Project) afirmou que, inquestionavelmente, o racismo desempenhou um papel no que aconteceu. Segundo Brooks, a primeira advogada de Banks disse ao adolescente que, uma vez que ele era grande, negro e jovem, o julgamento seria a sua palavra contra a dela [Wenetta]; devido a isto, disse a advogada, Brian deveria aceitar o acordo.

A "Escolha" Que Nunca Chegou a Ser

Brian, então com 17 anos, alega que a sua própria advogada negou o seu [do Brian] pedido para consultar os seus pais sobre o assunto do acordo, e que ele teve apenas 10 minutos para decidir. Brian sentou-se e chorou. Finalmente, decidiu que 18 meses era "muito melhor que 41 anos a prisão perpétua". Ele afirma:

Foi-me vendido um sonho.

Mas Brian não obteve os 18 meses que esperava. Em vez disso, Brian foi condenado a seis anos de prisão, seguidos de 5 anos de liberdade condicional, e um registo permanente como um criminoso sexual -- esta última como forma da sua comunidade estar sempre segura em saber onde é que Brian se encontrava. Para além disso, Brian seria forçado a usar um dispositivo de rastreamento GPS no seu tornezelo. Ele não tinha também permissão para viver a menos de ~610 metros (2,000 pés) duma escola ou dum parque; ele tinha um tempo de recolher obrigatório; ele não poderia sair do país sem autorização; ele não poderia sair do Estado sob nenhumas circunstâncias.

Justin Brooks afirmou:

No que se trata a este acordo, Brian recebeu mau aconselhamento legal. A advogada deveria ter levado as coisas até ao tribunal. Nem consigo imaginar alguém não levar isto até ao tribunal uma vez que Wanetta tinha proferido muitas declarações inconsistentes.

O sistema falhou.

Brian também se apercebeu rapidamente do mesmo:

A minha mãe vendeu a casa, o carro, e pediu emprestado dinheiro à família para pagar a advogada que nos representava, e tudo o que obtivemos foi um acordo . . . um acordo que destruiu a minha vida.

Brian passou mais de 5 anos atrás das grades por um crime que não cometeu. Cinco anos, no primor da vida, quando poderia estar a jogar futebol a nível universitário ou profissional.

Sem dinheiro, Brian tentou, sozinho, um recurso legal, mas não foi bem sucedido. Foi então que ele recorreu ao "California Innocence Project."

'Livre'

Mesmo depois do fim do seu encarcermento, Brian foi incapaz de levar uma vida normal.

Tenho estado desempregado desde que saí da prisão. Só tive um verdadeiro emprego, e foi a trabalhar num armazém. Para sobreviver, tive que viver com a minha mãe, depois com a minha namorada, e nos últimos 7 ou 8 meses, tenho vivido com o meu irmão.

Foi então que algo espantoso aconteceu. Em Março de 2011, e assim do nada, Wanetta Gibson entrou em contacto com Brian através do facebook, e disse que queria reconciliar a amizade. "Ela não exibiu qualquer tipo de remorso," afirmou Brian. Wanetta afirmou:

Pensei que eu e tu poderíamos deixar para trás o que aconteceu. O que passou, passou. Naquela altura, eu era imatura, mas hoje sou muito mais madura.

Brian ficou perplexo. Ele rapidamente fechou o portátil e pensou "O que foi que eu acabei de ver?". Brian pensou que alguém estava a pregar-lhe uma partida maldosa, mas ele manteve-se calmo.

Depois de ter recebido aquele pedido de amizade através do Facebook, entrei em contacto com ela. Quando nos encontramos frente a frente, o meu único propósito foi o de secretamente gravar retratação.

Wanetta concordou em encontrar-se com Brian e com um investigador privado, Freddie Parish. Porque é que Wanetta concordou em encontrar-se com Brian? Brian é de opinião de que ela tentava uma reconciliação. Uma fonte que trabalhou no caso afirmou:

Se vocês forem ler o que ela escrevia, essa é a única conclusão lógica [reconciliação]. Ela parece não ter ideia nenhuma daquilo que as suas acções haviam causado junto de Brian.

Quando ambos se encontraram, Brian contou-lhe tudo o que aconteceu na sua vida e ela, totalmente abstraída do sofrimento de Brian, tentou equivaler o que ele lhe contava relatando aquilo pelo que ela tinha passado.

Montando uma pequena câmera numa caneta, Freddie Parish, o investigador privado, teve a ideia de secretamente gravar Wanetta, e levá-la a retratar-se da acusação que ela lançou sobre Brian.

'Não, Ele Não Me Violou'

"Não, ele não me violou"
Foi perguntado a Wenetta se Brian a havia violado, ao que ela respondeu, "Não, ele não me violou." Parish pensou consigo mesmo "wow! Conseguímos o que queríamos!" Mas ela também admitiu que estava preocupada com a possibilidade de ter que devolver os $750,000 pagos durante o processo legal levantado contra as escolas de Long Beach. Ela disse o seguinte a Brian:

Eu farei tudo o que for necessário para te ajudar, mas, tipo, ao mesmo tempo, o dinheiro que eles nos deram, digo, que me deram, não quero devolvê-lo.

Para além disso, Gibson temia a forma que a retratação afectaria a sua relação com os filhos.

Como forma de se ver o quão mal ela se sentia, e o quão madura ela estava agora, Wenetta mais tarde alegou que a retratação em si era uma mentira, e que Brian a havia oferecido $10,000 de suborno como forma de levá-la a afirmar que ele não a havia violado. Esta última acusação, tal como a anterior, não tinha qualquer tipo de plausibilidade uma vez que Brian não tinha dinheiro. "Foi revoltante," afirmou Brian perante um repórter televisivo.

Depois de tudo ter terminado, Brian contou o comentário "o que passou, passou" no programa de televisão de Jay Leno, e a audiência manifestou-se ruidosamente.

Verdadeiramente Livre

Armado com a retratação em vídeo, e ciente da ausência de qualquer evidência para as alegações de Wenetta, Justin Brooks convenceu o promotor distrital a analisar novamente o caso. Books disse:

Eu disse-lhes, 'Falem com ambos e vocês verão que ele está a dizer a verdade e ela está a mentir'. Não só ela não tinha qualquer tipo de credibilidade, como eles levaram a cabo a sua própria investigação.

Na audiência realizada no dia 24 de Maio de 2012, e perante o Juíz Mark C. Kim, o jurista que presidiu o caso original, o Promotor concordou com Brooks e convenceu o juíz de que a condenação de Brian deveria ser revertida. Brian curvou a cabeça. Não foram só lágrimas que caíam da sua face, mas sim rios de lágrimas.



Numa questão de dias, Brian Banks -- o miúdo que havia sido preso e cujo mundo havia sido virado do avesso quando tinha apenas 16 anos com base numa mentira; o miúdo a quem havia sido dito que nunca mais teria permissão para voltar à sua escola, mesmo que estivesse inocente; o miúdo que foi pressionado a aceitar um acordo judicial só porque era um jovem negro corpulento, e porque supostamemnte ninguém acreditaria nele; o miúdo que passou mais de cinco anos preso e forçado a usar um tipo de engenho de rastreamento que normalmente é colocado nos animais; o miudo que não conseguia arranjar um emprego desde a altura que havia saído da prisão, e como consequência via-se forçado a viver com amigos e familiares -- ESSE MIÚDO -- recebeu propostas para treinar na NFL [National Footbal Association] com os Seattle Seahawks, os San Francisco 49ers, os San Diego Chargers, e os Kansas City Chiefs.

Mike Shanahan, treinador dos Redskins, ligou para Brian pessoalmente e disse:

Falei com ele pelo telefone. Acho que quando uma pessoa passa pelo tipo de situação que ele passou, merece uma oportunidade para treinar para alguém. Considerando tudo o que ele passou, lendo apenas a sua história - não o conheço pessoalmente - liguei para ele e disse 'Adoraríamos ter-te aqui a treinar.' Para a semana ele vem cá treinar e por essa altura veremos em que tipo de forma ele se encontra.

Este miúdo merece uma oportunidade.

Para além disso, ele recebeu uma oferta não-solicitada do presidente e CEO dos Arizona Diamondbacks. Infelizmente, até hoje [ed: altura em que o texto original foi escrito] Brian não conseguiu ainda um contrato profissional na NFL. Durante o Verão, ele assinou com os Las Vegas Locomotives, da "United Football League"; jogou 4 vezes como linebacker antes de problemas financeiros forçarem a Liga a cancelar o resto da época.

Mas mesmo assim, Brian mantém de espirito positivo. Quando ele esteve presente no programa de Jay Leno, a primeira coisa que este jovem - que havia dito a 8 de Julho de 2002 que se encontrava "no ponto mais alto do mundo" - disse a Jay Leno foi que ele se encontrava "no ponto mais alto do mundo."

Um jornal declarou que "a Justiça eventualmente prevaleceu", mas será isto verdade?

Depois da Tempestade

Brian, hoje com 27 anos, diz que quer colocar tudo isto para trás e que não está a pensar em avançar com acções legais contra Wanetta.

Permaneci imbatido durante toda esta situação, e sei que se conseguir passar por isto e ter de volta a minha vida, serei capaz de atravessar o resto. Com esta renovada liberdade, promete-te e juro-te que farei grandes coisas.

O conhecido escritor desportista Rick Reilly escreveu:

Não te conheço, mas não me lembro de outra história que alternadamente me tenha dado vontade de esmurrar alguma coisa e abraçar alguém. A forma como Banks se segurou, sem amargura ou cólera, gracioso e corajoso, faz com que desejes que ele se candidate para o Senado Americano. Se fosse eu no lugar dele, eu estaria a bater com o pé no chão, agitando acções legais e gritando EU BEM TE DISSE que eu não o fiz!!!!

O Ministério Público de Los Angeles afirmou que não tem planos de acusar Wenetta Gibson pelas falsas alegações, afirmando que seria um caso difícil de provar. Brian Banks tentará obter $100 por cada dia que ele esteve injustamente preso - que perfará um total de $200,000. Isto é tudo o que a lei permite que ele receba. Segundo se sabe, Wenetta ficará com o dinheiro que obteve pela alegada violação. Existem evidências de que a maior parte do dinheiro foi gasto em coisas como carros e afins, portanto, mesmo que a escola distrital não tivesse à sua frente dificuldades legais para obter o seu dinheiro de volta, Wenetta encontra-se practicamente à prova de qualquer juízo.

"Não quero devolver [o dinheiro]"

Ela recebeu assistência pública durante um tempo, e os seus filhos ainda recebem. Inicialmente, Wenetta foi ordenada a pagar $600 por mês em pensão para os filhos, mas durante o ano passado [ed: 2011], os oficiais do distrito disseram que ela não tinha que pagar nada, citando uma falta de rendimento e emprego.

(....)


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Certamente que este tipo de notícia dificilmente será reportada nos blogues que sonham com uma imaginada "cultura de estupro".

Brian Banks: livre e honrado



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Manipulação psicológica coloca homem na cadeia durante 13 anos

Quando ela tinha 5 anos, a menina acusou um polícia reformado de San Antonio de violação. 13 anos depois, ela vem ao público afirmar que era tudo mentira.
 
 
 
Frank Navarijo passou treze, dos 20 anos a que foi condenado, na prisão.. A rapariga cujo nome não foi revelado foi considerada testemunha credível pelo promotor de Bexar.

Segundo a rapariga, hoje com 20 anos de idade, ela quer “emendar as coisas.” Os jornais locais reportaram que ela já havia alterado a sua história - mesmo antes do julgamento - mas que mesmo assim, testemunhou contra Navarijo.

Desde então, a rapariga disse que a sua avó a havia manipulado quando ela tinha 5 anos de modo a que ela testemunhasse contra o polícia porque a avó "o odiava". Poucos anos depois, a rapariga mudou a história e tem dito em privado (aos amigos) que as alegações que ela levantou contra o homem eram falsas.

Não se sabe bem o porquê dela ter demorado tanto tempo a alterar a sua história, mas a implicação do curso dos eventos é que ela esperou até estar longe da autoridade da avó. Nem o promotor nem a rapariga alertaram a avó de que ela estava a alterar a sua história. 

A rapariga afirma que a avó é manipulativa mas a acusação afirmou que, na altura, a rapariga parecia credível e que existiam "evidências cientificas" que suportavam  a alegação de violação.

Actualmente, o caso de Navarijo está a ser reavaliado de forma a que ele possa ser liberto.


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Tudo o que é preciso para transformar um cidadão respeitado e honrado num "pedófilo" e "violador" é uma falsa acusação duma mulher ou duma criança. As mulheres sabem disso, e aparentemente muitas crianças também estão bem cientes disso; só os homens é que ainda não perceberam que vivemos numa Nova Ordem Social onde ele tem todas as obrigações mas cada vez menos direitos.
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Homem passa 9 anos na prisão depois da filha mentir à polícia e alegar ter sido violada por ele

Título alternativo: "Machismo Opressivo Obriga Frágil e Indefesa Rapariga a Inventar História de Violações Como Forma de se Vingar do Pai [= Opressor Maligno]"

No ano de 2001, uma filha descontente - chateada pelo facto dos país se terem separado e zangada com o pai - afirmou à Washington State Police que o seu pai a havia violado por diversas vezes quando ela tinha 11 anos.

O pai, Thomas Edward Kennedy (hoje com 43 anos), negou as alegações, mas foi considerado culpado pelo júri de Washington e sentenciado a mais de 15 anos de prisão.

Hoje, com 23 anos, a filha - Cassandra Ann Kennedy - retratou a sua alegação de violação depois do pai ter passado mais de 9 anos atrás das grades.

A tdn.com em Washington revela:

Ela inventou tudo. Portanto, depois de estar mais de 9 anos na prisão, o seu pai foi liberto e as acusações contra ele retiradas.
Em Janeiro deste ano, a filha disse o seguinte à polícia:
Fiz uma coisa horrível . . . Não está certo alguém passar tempo neste lugar horrível por algo que não se fez.

Não é correcto.

* * * * * * *

Duas coisas:

  • 1. Sistema judicial feminista continua a fazer estragos na vida dos homens. Uma vida permanentemente marcada por um crime que não aconteceu. Quem pagará por ele? Aparentemente, ninguém.
  • 2. Segundo este artigo, a filha não será alvo de nenhum processo-crime porque - pasme-se! - "dar início a um processo contra ela pode impedir outras crianças de reportar casos de abuso sexual" (?!).

Ou seja, o facto dela ter violado a lei, e prejudicado a vida de alguém, é irrelevante: o que interessa é não impedir que mais crianças façam mais alegações (falsas?) no futuro próximo. O pequeno detalhe dum homem inocente ter passado quase 10 anos na prisão não parece ser importante. Pior, não só ele está inocente, como sabemos quem foi o culpado (ou a culpada) pelo facto dum inocente ter sido injustamente preso.

Como é que a promotora sabe que acusando as falsas alegações, as genuínas violações não serão reportadas?

Promotora pública que não quis acusar a culpada.

Agora, depois de "confessar" o crime, tudo o que a filha tem que fazer é chorar em frente ao pai para que este a perdoe e tudo fique "bem". Chama-se a isso "manipulação psicológica".

Pode-se dizer que este incidente em nada está relacionado com o feminismo, mas na minha opinião essa posição é falsa. Isto tem tudo a ver com o feminismo uma vez que se os papéis fossem inversos, o homem seria justificadamente acusado de mentir à polícia. Além disso, um dos propósitos das feministas é o de impedir que as mulheres sejam presas.

Conclusão:

As feministas nunca quiseram igualdade com os homens. O que elas querem é igualdade quando lhes convém, e tratamento preferencial sempre que possível.


sábado, 7 de janeiro de 2012

A história de 2 homens honrados

"Porém ele lhe disse: Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e homem honrado é: tudo quanto diz sucede assim, infalivelmente: vamo-nos agora lá; porventura nos mostrará o caminho que devemos seguir."
1 Samuel9:6


A Segunda Grande Guerra produziu vários heróis e vários homens honrados. Um desses homens foi Butch O'Hare, piloto-combatente a quem foram atribuídas missões no sul do Pacífico.

Um dia, todo o seu esquadrão foi enviado para uma missão. Depois de estar em pleno ar ele reparou que alguém se tinha esquecido de encher o tanque de combustível. como consequência disto, se ele prosseguisse com a missão, não teria combustível suficiente para voltar ao porta-aviões.

Depois de informado, o líder da missão ordenou-o que voltasse ao porta-aviões, ordem que ele respeitou de modo relutante. Ele saiu da formação e voltou para o barco.

À medida que voava em direcção ao portador, ele viu algo que lhe congelou o sangue: um esquadrão de Zeros japoneses voava em direcção à base naval marítima de onde Butch tinha vindo. Os combatentes americanos não se encontravam presentes e o portador estava totalmente indefeso.

Butch não teria tempo de chegar perto do seu esquadrão e traze-los de volta a tempo de salvar o porta-aviões. Semelhantemente, ele não conseguia avisar a base naval do perigo eminente.

Só havia uma coisa a fazer. De uma forma ou outra, ele tinha que manter os Zeros longe da sua frota.

Deixando de lado todos os pensamentos de segurança pessoal, ele mergulhou na formação de aviões japonesa, atacando o inimigo surpreso, um avião de cada vez.

Butch entrelaçou-se na - agora - disforme formação inimiga e disparou em direcção ao maior número possível de aviões até que as suas munições acabaram.

Destemido, ele continuou o ataque. Mergulhou em direcção aos Zeros tentando, pelo menos, destruir uma asa ou uma cauda. Estava determinado em fazer o que fosse necessário para manter os Zeros longe dos barcos americanos.

Finalmente, o exasperado esquadrão japonês mudou de direcção.

Profundamente aliviado, Butch O'Hare e o seu esfarrapado avião cambalearam até ao porta-aviões. Quando chegou ao portador, reportou o ocorrido aos superiores. O filme da câmara montada no seu avião contou o resto da história. A mesma mostrou a extensão das corajosas tentativas de Butch levadas a cabo como forma de proteger a sua frota.

Devido a isto, ele foi reconhecido como um herói e foi-lhe dada uma das honras mais elevadas do país: a "Congressional Medal of Honor".

Hoje, o aeroporto O'Hare em Chicago recebeu o seu nome em tributo à sua coragem.

Easy Eddie.

Alguns anos antes de Butch O'Hare existiu um homem em Chicago com o nome de "Easy Eddie". Durante os anos da existência de Eddie, quem mandava na cidade era Al "Scarface" Capone e ele não era famoso por ser heróico. As suas façanhas era tudo menos dignas de louvor.

Ele era, em vez disso, conhecido por inundar a cidade de Chicago com álcool ilegal, prostituição e morte.

Easy Eddie era o advogado de Capone e havia bons motivos para isso. Ele era um excelente advogado. De facto, as suas manobras legais mantiveram o Big Al fora da prisão.

Como forma de demonstrar o seu reconhecimento, Capone pagava-lhe bem. Não só o dinheiro era imenso, como o eram os dividendos. Por exemplo, ele e a sua família ocupavam uma mansão murada que não só continha empregados a viver na mesma, como continha todo o tipo de conforto disponível na altura. A mansão era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro de Chicago.

Sim, Eddie vivia a vida luxuosa dum criminoso de Chicago e nem levava em consideração as atrocidades que ocorriam em seu redor.

No entanto, Eddie tinha um ponto fraco: um filho que ele muito amava.

Eddie certificava-se que o seu filho tinha tudo do bom e do melhor - as melhores roupas, carros e uma boa educação. Nada era retido e o dinheiro não era um problema.

Apesar do seu envolvimento no crime organizado, Eddie tentou ensinar ao filho a diferença entre o bem e o mal. Sim, Eddie tentou ensinar o seu filho a erguer-se acima do seu mundo sórdido. Ele queria que o filho fosse um homem melhor do que ele era.

No entanto, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que Eddie não poderia passar ao filho - duas coisas que ele havia sacrificado em favor da turba de Capone que ele não poderia passar ao filho: um bom nome e um bom exemplo.

Um dia, Eddie tomou uma decisão difícil. Oferecer um bom nome ao filho era mais importante que toda a riqueza que era despejada aos seus pés. Ele tinha que rectificar toda a maldade que havia feito. Ele tinha que se dirigir directamente às autoridades e revelar toda a verdade em torno do "Scarface" Al Capone.

Ele tentaria limpar o seu nome manchado e oferecer ao filho algo que se parecesse com integridade. Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a Turba (máfia de Capone e companhia). Mas mais que isto, ele queria ser um exemplo para o seu filho.

Ele queria fazer tudo de modo a que houvesse uma restauração e, esperançosamente, deixar um bom nome ao filho.

Então ele testemunhou.

No espaço dum ano, a vida de Easy Eddie acabou num tiroteio numa solitária rua de Chicago. Ele não só havia dado ao filho a melhor oferta que poderia dar, como havia pago por isso com o melhor que ele poderia oferecer.

. . . . .

Já sei o que estão a perguntar: "mas qual é a relação entre estas duas histórias?"

Só uma: Easy Eddie era o pai de Butch O'Hare.

Easy Eddie teve uma mudança de coração.

Ele decidiu ser um homem HONRADO.

No entanto, esta redenção custou-lhe a vida.

Mas ao fazê-lo de um modo tão altruísta, ele ensinou ao filho como ser um HERÓI.

Isto demonstra de um modo empírico a diferença que um pai honrado, ou a falta dum, pode fazer.

Lembrem-se disto sempre que alguém (feministas, principalmente) tentar destruir a estrutura familiar ou tentar minimizar a importância que um pai tem na vida do filho.





Mas, também, se padecerdes por amor da justiça, sois bem-aventurados
1 Pedro 3:14

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mulher que se divorciou do marido quando este foi injustamente preso tenta ficar com parte dos 4 milhões de dólares de compensação que este obteve

Homem que passou 25 anos preso por um crime que não cometeu está em perigo de perder os seus 4 milhões de dólares de compensação para a sua ex-mulher.

Steven Phillips, que foi liberto em 2008 quando cumpria prisão perpétua (e depois de testes de ADN demonstrarem que ele nunca poderia ter sido o culpado do crime), enfrenta uma batalha legal onde tenta manter o dinheiro que lhe foi dado pelo Estado devido à má decisão judicial.

Mas agora, a sua ex-mulher Traci Tucker, que se divorciou dele apenas 3 anos depois dele ter sido preso, iniciou um processo legal como forma de obter uma parte do dinheiro.

Ou seja, esta mulher tóxica viu-se livre do homem 3 anos depois dele ter sido preso (o que significa que ele foi um solteiro presidiário durante 22 anos), mas agora quer ficar com parte do dinheiro do homem que ela abandonou quando ele mais precisava dela. Fantástico.

Esta gananciosa diz que ele "deve-lhe" dinheiro que ela receberia de qualquer forma se eles tivessem divorciado de forma normal e tivessem que partilhar os bens. Mas Steven, de 51 anos, diz que ela tem vivido com outro homem há mais de 20 anos - ou seja, menos de 2 anos depois de pedir divórcio de Steven, ela já estava a viver com outro homem - e que ele nada tem a ver com ela.

O advogado de Steven, Tim McKenzie, descreveu a alegação da mulher como "ganhar a loteria 20 anos depois do divórcio". O advogado diz ainda:

O ponto fundamental aqui é que, quando as pessoas passam a ter dinheiro, toda a gente aparece do nada.
Philllips alega que, não só a sua ex-mulher raramente o visitou quando este estava preso, como as visitas pararam por completo depois de 3 anos de prisão. O casal divorciou-se em 1991.

Os advogados afirmam que Tucker, que tem um filho com o seu ex-marido, está a tentar fazer história ao tentar obter parte do dinheiro proveniente da prisão injusta.

O seu ex-marido, que consertava telhados, foi preso em 1982 devido a uma onda de crimes com a duração de dois dias que envolveu várias violações sexuais. Os investigadores descobriram mais tarde que o ADN encontrado pertencia a Sidney Alvin Goodyear. O mesmo, que morreu antes de Phillips ser liberto, levou a cabo outros ataques posteriormente.

Fonte

. . . . .

Há muitas palavras em português que são consideradas vulgares, chocantes e afins. Todas elas aparentam ser apropriadas para descrever a ganância desta mulher. Aparentemente não bastava ele ter que passar 25 anos por um crime que não cometeu; ele agora tem que lutar pelo SEU dinheiro com uma . . . .. "pessoa" que o abandonou mal ele foi encarcerado.

PIOR, não só ela o abandonou, como tem vivido com outro homem durante estes mais de 20 anos.

Escusado será dizer isto, mas de certeza que ela impediu o acesso do pai ao filho que ambos geraram. Isto é muito comum em mulheres indoutrinadas pelo feminismo: não só ficam com parte das posses do marido, como na eventualidade de existirem filhos, elas tentam que os mesmos não tenham qualquer tipo de relacionamento com o pai.

(Porque nada demonstra de forma conclusiva o amor que uma feminista tem pelos filhos do que impedir que estes tenham a presença paterna por perto. O dinheiro do ex-marido é suficientemente bom para pagar as contas, mas a presença do pai na vida dos filhos já não é bem vinda.)

Será que ela deve receber algo só porque gerou o filho do homem? Não sei, mas acho que não. Se sim, não deve ser o homem a pagar mas sim a entidade que pôs o inocente na prisão (o Estado). Se ela tem queixas, que as leve ao Estado.

Claro que ela não fará nada disso porque ela sabe que tem mais probabilidades de sucesso nos tribunais-ao-serviço-do-feminismo.

Esta mulher só tem coragem para levar a cabo este tipo de acção porque a sociedade, em si, não a condena. Em tempos idos, este tipo de gesto seria tratado da forma que merece: com repúdio e condenação geral.

Hoje, graças à estupidez feminista, as pessoas olham para isto, e acham "normal". O feminismo tornou a ganância feminina em algo normal e, pasme-se, esperado.

É precisamente por coisas como esta que é absolutamente imperioso levantar oposição forte e organizada contra o feminismo em particular - o esquerdismo no geral.

Steven Phillips: Estado roubou-lhe a vida; feminista tenta roubar-lhe o dinheiro.


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ex-jogador Zé Elias é detido por falhar pagamento à ex-mulher

O antigo jogador brasileiro Zé Elias foi detido esta quinta-feira, na cidade de São Paulo, na sequência de um processo em que é acusado de não pagar a pensão alimentícia à ex-mulher.

Na verdade, como a sua ordem de prisão já tinha sido decretada há alguns dias, o ex-futebolista do Corinthians, Santos [foto] Inter Milão, Bolonha, Olympiacos, Bayer Leverkusen, entre outros clubes, apresentou-se voluntariamente numa esquadra. Agora, para sair em liberdade, terá de obter um habeas corpus na justiça.

Diversos meios de comunicação brasileiros indicaram que Zé Elias deve mais de um milhão de reais (cerca de 450 mil euros) à ex-mulher. O antigo médio, que abandonou a carreira em 2009, alega não ter condições financeiras para proceder ao pagamento de 25 mil reais mensais (cerca de 11,2 mil euros) de pensão, valor determinado em tribunal em 2006, por altura da separação do casal.

Zé Elias, de 34 anos, é irmão do guarda-redes Rubinho, que representou o V. Setúbal em 2006 e cujos direitos desportivos pertencem agora ao Palermo – esteve emprestado ao Torino na época passada.

?Fonte?


Esta é mais uma notícia que nos faz ferver o sangue de raiva. Para que é que uma feminista precisa de 11 mil euros mensais? Nem que os filhos comessem caviar 10 vezes por dia, e andassem com roupas de marca diferente todos os dias, 11 mil euros por mês é um absurdo!

Mesmo que um homem não tenha condições para suportar a boa vida da feminista pagar a pensão, o sistema legal pervertido pelo feminismo não se interessa por isso. O que interessa é apenas e só o que as feministas acham que deveria ser.

Mas isto é só a ponta do iceberg. Para ficarmos com uma ideia do que o feminismo tem feito às famílias, e especialmente, aos homens, leiam este texto do blogue "Pensão Alimentícia: um roubo!"

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