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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Manipulação psicológica coloca homem na cadeia durante 13 anos

Quando ela tinha 5 anos, a menina acusou um polícia reformado de San Antonio de violação. 13 anos depois, ela vem ao público afirmar que era tudo mentira.
 
 
 
Frank Navarijo passou treze, dos 20 anos a que foi condenado, na prisão.. A rapariga cujo nome não foi revelado foi considerada testemunha credível pelo promotor de Bexar.

Segundo a rapariga, hoje com 20 anos de idade, ela quer “emendar as coisas.” Os jornais locais reportaram que ela já havia alterado a sua história - mesmo antes do julgamento - mas que mesmo assim, testemunhou contra Navarijo.

Desde então, a rapariga disse que a sua avó a havia manipulado quando ela tinha 5 anos de modo a que ela testemunhasse contra o polícia porque a avó "o odiava". Poucos anos depois, a rapariga mudou a história e tem dito em privado (aos amigos) que as alegações que ela levantou contra o homem eram falsas.

Não se sabe bem o porquê dela ter demorado tanto tempo a alterar a sua história, mas a implicação do curso dos eventos é que ela esperou até estar longe da autoridade da avó. Nem o promotor nem a rapariga alertaram a avó de que ela estava a alterar a sua história. 

A rapariga afirma que a avó é manipulativa mas a acusação afirmou que, na altura, a rapariga parecia credível e que existiam "evidências cientificas" que suportavam  a alegação de violação.

Actualmente, o caso de Navarijo está a ser reavaliado de forma a que ele possa ser liberto.


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Tudo o que é preciso para transformar um cidadão respeitado e honrado num "pedófilo" e "violador" é uma falsa acusação duma mulher ou duma criança. As mulheres sabem disso, e aparentemente muitas crianças também estão bem cientes disso; só os homens é que ainda não perceberam que vivemos numa Nova Ordem Social onde ele tem todas as obrigações mas cada vez menos direitos.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

O herói de 12 anos

Um rapaz de 12 anos foi louvado pela sua bravura depois de sofrer queimaduras horríveis quando salvava a vida da sua avó. 

Seth Cutright ficou com queimaduras graves por toda a sua cara, corpo e braços depois dum aquecedor de propano ter explodido na sua casa, Vernonia, Oregon. Seth disse que sentiu cheiro de gás pouco antes da sua avó, Rose Cutright, ter acendido um cigarro. A explosão resultante incendiou a casa - e a avó Rose - e causou a que Seth se apressa-se a pegar nela e a carregá-la para fora da casa em chamas.

Seth disse à Komo News que sentiu o cheiro de gás pouco antes da casa explodir.

Foi tipo, "Boom!" - um flash luminoso bem em frente a ti. A minha avó estava em fogo, mas não totalmente, só um bocado. . . . . Carreguei a minha avó até para fora, e deitei-a no chão. Depois dirigi-me ao vizinho do lado e disse "Chamem uma ambulância"

Os dois familiares encontram-se agora a recuperar das lesões no "Oregon Burn Centre".

Os pais de Seth foram entrevistados pela Komo News, e o pai - Roger - afirmou perante as câmaras "Amo-te muito. Estou orgulhoso de ti. Tu és o meu herói.".



Fonte
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Violência doméstica: mulher espanca avó até à morte

Uma idosa de 92 anos foi espancada até à morte pela sua própria neta depois da pensionista descobrir que as suas poupanças estavam a ser roubadas pela assassina.

Daisy Myring foi encontrada no seu quarto a chorar depois de Sheila Jones a ter atacado com um banco. A viúva morreu horas depois.

Jones, mãe de duas crianças, iniciou o ataque horas antes da srª Myring a visitar devido a suspeitas de que Jones estava a retirar dinheiro da sua conta.

A pensionista, registada como invisual e portadora de problemas coronários, tinha 4 visitas diárias por parte de profissionais. No entanto, Sheila Jones tomava conta dela na sua casa, em Brownhills, West Midlands.

Foi dito pela acusação que Jones tinha acesso à conta da sociedade construtora da srª Myring. Ela (Sheila Jones) esbanjou £7,200 (+/- 8,420 €) do dinheiro da viúva em televisões, férias e prendas para os filhos.

Por altura da sua morte, em Maio último - um ano depois dos furtos terem início - a srª Myring tinha só £48 (+/- 56 €) em seu nome.

Assassina.


No dia Internacional da Violência Doméstica é sempre bom lembrar que "violência doméstica" não é sinónimo de "homem bate/mata a mulher". As feministas querem de facto identificar a violência doméstica como algo que só aflige as mulheres (e daí poderem exigir mais verbas ao Estado como forma de levarem avante a sua ideologia política) mas a violência doméstica é algo que aflige homens, mulheres e crianças.

As mulheres não tem monopólio do sofrimento da violência doméstica da mesma forma que o agressor nem sempre é um homem.

Vêr também:

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