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domingo, 18 de junho de 2017

Feminismo priva as meninas do amor do pai

O escritor judeu Henry Makow revela como o feminismo destrói a relação entre o pai e a filha.

Por Henry Makow Ph.D.

A maior parte das meninas recebe pouco amor da parte do pai, levando a que cresçam inseguras, desconfiadas em relação aos homens e frígidas; quem o afirma é Victoria Secunda, autora do livro "Women and their Fathers: The Sexual and Romantic Impact of the First Man in Your Life" (1992). O resultado disto são casamentos falhados, famílias destruídas, e um círculo vicioso de famílias sem um pai.

As conclusões de Secunda baseiam-se em entrevistas levadas a cabo a 150 filhas, 75 pais, e dezenas de fontes autoritárias. Uma vez que ela não é uma académica, Secunda escreveu um livro honesto e bastante útil. Uma vez que ela se identifica como feminista, o livro escapou à censura feminista e foi bem recebido, o que é irónico visto que o feminismo é largamente responsável pelos sintomas que ela descreve.

Pais e filhas

As meninas constroem o seu ideal romântico masculino tendo como base a relação com o seu pai, afirma Secunda. Uma mulher disse: "Quando eu crescer, será que irei alguma vez encontrar um homem tão doce e tão bom e tão gentil como o meu paizinho?" (pagina 105). As uniões estabelecidas pelas mulheres são "espelhos" da forma como se relacionavam com o pai:

Elas repetem instintivamente as coisas pelas quais passaram durante a sua infância, mesmo que tenham sido as piores coisas do mundo. É só isso que elas conhecem. Elas estão a tentar passar mais uma vez pela infância, mais uma chance de re-escrever a sua história emocional. (224)

Aos 3 anos de idade a menina quer-se casar com o Pai e quer a mãe fora do caminho. Um bom pai ajuda a sua filha entender que ele já é comprometido, e prepara-a para outro homem. Mas se ele sai da sua vida, a idealização do seu pai pode ficar congelada no tempo. (197)

A menina precisa do amor e da aprovação do pai; isto é como a luz solar e como a água para uma flor. Uma das mulheres disse em relação ao seu pai:

Sempre que eu me questionava se algum dia seria capaz de ter um namorado, ele dizia 'Tens dúvidas? Eu vou ter que os espantar com um cajado. Espera e verás.' A sua abordagem era a de tentar a que eu me sentisse bem comigo mesma. Eu acho que se os pais fizerem apenas isso, já é bom. (221)

Outra mulher disse:

Foi o meu pai que fez com que eu acreditasse em mim Lembro-me que a dada altura a minha mãe disse, "Não te armes em esperta porque dessa forma os rapazes não vão gostar de ti". Ao que o meu pai disse, "Falso! Ela irá, desta forma, ter rapazes mais inteligentes." (225)

Estas mulheres que sentem-se positivas em relação a elas mesmas e são capazes de encontrar parceiros que espelham o pai dedicado que tiveram durante a sua infância.

Mulheres que crescem sem um pai

Se a mulher não tem um pai confiante e acessível, quer seja por problemas de maturidade ou por divórcio, ela irá pensar que ela é, essencialmente, impossível de ser amada e irá procurar homens que negam as suas necessidades ou que a rejeitam. (224) Estas mulheres podem-se tornar sexualmente activas prematuramente, ou podem temer a intimidade mas o tema comum é "uma incapacidade de confiar, de acreditar que o homem não se irá embora".

Secunda diz ainda que a mulheres que têm dificuldades em atingir a gratificação sexual tiveram, em larga maioria, pais que se encontravam emocionalmente ou fisicamente ausentes durante a sua infância. (31). Compreensivelmente, a mulher tem que confiar antes de se "deixar ir". (Vejam também este texto)

Mulheres com pais ausentes sentem-se desenraizadas, e não têm a certeza de pertencerem em lugar algum. Eles fecham-se emocionalmente, e tendem a ter relacionamentos perturbados.

A maior parte destes filhas tendem a testar o homem das suas vidas, dando início a brigas, encontrando defeitos, esperando serem abandonadas, ou procurando por desculpas para elas mesmas abandonarem o relacionamento. (214)

As feministas compensam adoptando comportamento masculino.

Outro padrão que se manifesta nas mulheres com pai ausente (fisicamente ou emocionalmente) é  medo de dependerem de um homem, e é aqui que entra o feminismo:

Parece que quanto menos atenção masculina elas receberem durante a sua infância, mais elas se identificam com os homens e imitam os homens, mantendo os seus sentimentos escondidos e preferindo a provocação casual ou brincadeira emocional do que as intimidades da alma feminina. (212)

Quando lhes é negada a interacção com o pai, as mulheres tornam-se mais masculinas. Isto é uma forma de trazer o pai de volta: transformando-se naquilo que elas sentem falta. (212)

Dito de outra maneira, um bom pai afirma a essência feminina da filha, mas se ele é um pai ausente, ela compensa tornando-se masculina. Obviamente, isto fragiliza a sua capacidade de ter bons relacionamentos com os homens.

Muitas líderes da segunda vaga do feminismo são elas mesmas produto de lares destruídos. Marilyin French, autora do livro "The War Against Women", disse:

O meu pai nem chegou a existir como presença na minha vida.... Ele simplesmente não se importava connosco.

Gloria Steinem:

O meu pai vivia na Califórnia. Ele não nos telefonava mas ocasionalmente recebia cartas dele, e via para aí uma ou duas vezes por ano.

Germaine Greer:

O meu pai decidiu cedo na vida que a vida doméstica era insuportável. Isto deu à minha mãe a oportunidade de tiranizar as crianças e acrescentar os seus nomes na luta contra o meu pai.

(De Susan Mitchell. "Icons, Saints and Divas: Intimate Conversations with Women who Changed the World", New York: Harper Collins, 1997.) 

O feminismo é uma forma auto-perpetuante de compensar pela perda do pai. O propósito é o de "derrubar o patriarcado". A palavra "patriarcado" vem do Latim "pater", que significa "pai".

O feminismo, tal como o Comunismo, originou-se no esforço Maçónico-Judaico de derrubar a Deus bem como a ordem natural, e impor sobre a humanidade uma ditadura abrangente. O amor, especialmente para uma mulher, é um gesto de fé. O feminismo traumatiza as mulheres jovens com histórias de mulheres a serem sexualmente abusadas a cada 10 segundos. Para além disso, o feminismo ensina às mulheres que todas as injustiças têm origem na "desigualdade" dos sexos e que, como tal, a heterossexualidade tem que ser eliminada.

Muitas feministas são lésbicas e promovem o homossexualismo. Elas aprovaram leis que deprivam os homens das suas crianças e da sua propriedade. Os tribunais e a polícia frequentemente discriminam contra os homens.

A segunda vaga feminista, que é, como movimento, o maior inimigo da essência feminina, faz parte dum plano ocultista mais alargado que visa envenenar as fontes do amor e destruir de modo permanente a ecologia da espiritualidade humana. A sociedade sofre com a acidez resultante devido à perda do amor, charme, beleza, inteligência, modéstia e da graça feminina.

A donzela inocente é uma relíquia do passado; o que temos hoje é a vadia. As mulheres querem ficar jovens mas não lhes passa pela cabeça que a fórmula secreta pode ser a inocência.

O establishment promove e propaga esta mentira

Desde o ataque feroz da segunda vaga do feminismo, que teve início nos anos 60, que as taxas de divórcio triplicaram. Quase 50% das mulheres brancas que se casaram desde então, divorciaram-se. Em contraste, uma geração mais cedo (a geração dos anos 40) testemunhou apenas 14% de divórcios.

No ano de 2010, quatro em cada dez bebés nasceram foram do casamento. Um estudo que seguiu 1000 crianças de pais que se haviam divorciado entre 1976 a 1986 apurou que quase metade destas crianças não haviam visto o pai no ano anterior. (203) Esta situação parece promover o homossexualismo visto que os homens compensam pela perda do pai adoptando comportamento mais feminino ao mesmo tempo que as mulheres adoptam comportamento masculino, como se viu previamente.

Conclusão:

A responsabilidade do pai é a de construir na filha a capacidade de confiar nos homens, e desde logo prepará-la para um homem honrado. Isto envolve confirmar a sua identidade sexual como uma parceira atraente para um futuro marido. Os rapazes também sofrem com a perda do pai.

Mas há Um Pai que todos nós podemos conhecer, e Ele é Deus. Fomos feitos à Sua Imagem e a Sua Imagem está nas nossas almas. Homem em Latim é "vir", que tem a mesma origem da palavra "virtude". É tão simples como fazer sempre o que está certo. Neste contexto, "o que está certo" significa criar uma família feliz fundamentada em valores sãos, e possuir uma visão salutar da vida.

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Criminalidade e feminismo

Médico especializado em Psiquiatria do Adolescente pela Universidade de Paris XI

Ninguém nasce gostando de trabalhar. O gosto pelo trabalho só nasce depois que o adolescente é “obrigado” a trabalhar.  Mas, hoje, por causa da legislação de inspiração feminista (“contra os homens truculentos”), não se pode mais colocar os adolescentes para trabalhar.  Também não se pode mais corrigi-los, tudo em nome do feminismo “anti-macho-truculento” (“acho um absurdo aqueles pais, homens,  que batem nos filhos”). Então, por causa deste feminismo, não podemos mais corrigir os adolescentes truculentos ou preguiçosos (como  quase todo adolescente é durante determinada fase de sua vida ).

Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente -  ou seja, uma mente que só quer “curtir”, festas, sexo, agitação, aventura, experimentar novas sensações,  gangues, “disputa por quem faz mais coisa errada”,  comportamento sem compromisso, sem respeito à hierarquia, etc.

Esta historiazinha feminista de que “esporte” corrige isto, capoeira, “discussão sobre sexo e drogas”, “diálogo com os pais”, etc, é pura balela. O que modifica , de facto, uma mente adolescente, é a obrigação de trabalhar ou ocupar-se com algo útil, obrigação de aceitar ordens, obedecer hierarquias, disciplinar seus impulsos agressivos, aventureiros, sexuais. 

Esta “obrigação” é contrabalanceada,  nas famílias saudáveis (que quase não existem mais ), pelo amor ao pai (outro cuja autoridade e presença é descartada na família feminista de hoje). É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”. Já as mulheres modernas de hoje, as feministas, trabalham o tempo todo para tirar esta “autoridade” do homem, julgando-a machista e truculenta.

As mães, de modo geral, não conseguem instalar este mecanismo “disciplinar-laboral” na mente do adolescente. No máximo, uma mãe diz : “meu filho, vá trabalhar, vá estudar”. Aí o adolescente retruca : “não vou não, mãe; não quero, não gosto”. E aí a mãe responde : “então tá; mas fica aqui em casa, não saia não, vá ver TV, vá jogar videogame”. A mãe não tem autoridade ou energia máscula para corrigir este adolescente; para ela, se ele ficar em casa, vendo TV e videogame já está bom demais.

O problema é que, diferentemente de sua mãe, o adolescente ou a adolescente gostam  mesmo é de rua, e aí a coisa degringola.  Já aquele que tem um pai amoroso e rígido, depois que é “forçado” a trabalhar, ocupar-se, começa a gostar, pois a maioria dos seres humanos têm um “instinto obsessivo” que os faz gostar de realizar coisas, construir, fazer coisas certinhas, ver o resultado do próprio trabalho, etc.

É um “instinto laboral” que nos faz, enquanto seres humanos, termos gosto pela realização própria. Mas só descobre isto quem é obrigado a trabalhar. Se a pessoa não é jogada no trabalho, nunca vai descobrir este “prazer de realizar”, prazer de ser útil, prazer de construir, prazer de fazer a diferença para algo ou para alguém.

Nossos adolescentes de hoje, premidos pelo feminismo, pela ideologia e pelas leis feministas, já não têm mais contacto com este tipo de prazer, pois são deixados a seu bel-prazer. Deixados por conta própria, só buscam o próprio prazer, e a busca do próprio prazer, além de ser destrutiva a médio prazo, é algo que não alimenta a alma e não gera a verdadeira felicidade.

Infelizes, lá no fundo, entram numa busca cada vez mais frenética e arriscada pelo prazer, pela aventura, mas nunca alcançarão a verdadeira paz e a verdadeira felicidade com isto.

Sem ter o que fazer, os adolescentes enveredam-se pelo crime e a sociedade, sem vislumbrar solução para isto, parte para a correção na base da bala (sabe que “consultórios de psicologia” não resolvem isto; sabe que “centros  e programas governamentais para o adolescente” não resolvem isto; sabe que “aulas de capoeira”, de sexo, de drogas,  não resolvem isto; sabe que “juízes de menores e assistentes sociais passando a mão na cabeça deles e dizendo : “não faça isto , é errado, é feio”, não resolve isto; sabem que este tal de Estatuto do Adolescente não resolve isto ).

Daí surgem os grupos de extermínio, aumento de homicídios, para “corrigir” a invasão de zumbis (drogados) e adolescentes criminosos para todo  lado.   

* * * * * * *

Uma comentadora feminista, provavelmente perturbada pelo facto da ciência psicológica mostrar que as crianças geradas segundo o modelo feminista são mais  susceptíveis de ter problemas sociais (tal como era suposto acontecer), deixou na caixa de comentários o tradicional rol de mentiras feministas que eu gostaria de comentar a seguir.

Para maior comodidade, aconselho que se leia o comentário dela por inteiro antes de avançar com as minhas respostas.


A resposta da Rosalmos23 é a típica resposta feminista a um problema sério e grave: a propositada destruição da família por parte das feminazis. Vejamos os seus "argumentos":

Um médico 'especializado' em psiquiatria do adolescente, que não tendo nada de útil, nenhuma proposta para a juventude se apoia na misoginia e no sexismo para denegrir o feminismo.

O texto diz: "Só o trabalho, a obrigação, a ocupação, é capaz de corrigir os desvios de uma mente adolescente". Se isto não é uma proposta útil, então o que é? E também não deixa de ser curioso que a Rosalmos23 coloque "especializado" entre parentes quando ele é mesmo isso que ela coloca entre parentes. Ou será que ele perde a sua autoridade profissional mal aponta o seu dedo profissional aos males sociais que o feminismo causa?

Segundo: pelo que se sabe, não é crime "denegrir o feminismo" portanto não se entende de que forma é que esta linha de pensamento invalida o que o profissional alega.

Terceiro: enumerar as consequências lógicas da agenda feminista não é "misoginia" (ódio às mulheres) e nem "sexismo" (seja lá o que isso for na cabeça da Rosalmos23). Associar o feminismo com as mulheres é análogo a confundir nazis com os alemães, ou os brancos com o KKK. Atacar o nazismo não é um ataque aos alemães, da mesma forma que atacar o KKK não é um ataque aos brancos, e atacar o feminismo não é atacar as mulheres.

Naturalmente o 'especialista' baliza seu modelo de psiquiatria do adolescente nos ultrapassados moldes hierárquico-patriarcal, onde a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal.

Ele baseia-se na realidade empírica que uma família sem a figura paterna é mais susceptível de gerar filhos disfuncionais. Isto ou é verdade ou é mentira.




O Dr. Marcelo afirma que a figura paterna é importante para os filhos na medida em que uma má relação com ele (ou uma não-existente relação) torna a criança mais susceptível de olhar com desconfiança para outras figuras de autoridade. Como diz o Dr Marcelo, "É pelo “amor ao pai” que o adolescente aprende o “amor à autoridade”." Em lugar algum o Dr. Marcelo afirma que "a autoridade do homem deverá ser seguida por bem ou por mal".

E é claro, que justificar o seu modelo, a figura da mãe (da mulher) é apresentada como frágil e sem autoridade e o feminismo a causa de todos os males.

Não é que a mãe não tenha autoridade, mas sim que os adolescentes são mais susceptíveis de desobedecer às mães do que aos pais. A partir duma certa idade qualquer criança sabe que basta apelar às emoções e à chantagem emocional para obter da mãe aquilo que não conseque obter do pai. Isto não é "fraqueza" ou "fragilidade" da mãe, mas sim 1) a percepção que o adolescente tem da mãe e do pai, e 2) a natural empatia das mães pelos filhos que lhes tornam menos dispostas a discipliná-los.

mas Mães vem criando filhos sózinhas por esse mundo afora e tem formado cidadãos de bem.

Até 1996, 70 por cento dos presos nos centros de detenção juvenis estatais cumprindo sentenças de longo prazo haviam sido criados por mães solteiras. Setenta por cento dos nascimentos entre adolescentes, evasão escolar, suicídios, fuga de casa, delinqüência juvenil e assassinatos de crianças envolvem filhos criados por mães solteiras. Meninas criadas sem pais são mais sexualmente promíscuas e têm mais probabilidade de acabar se divorciando.
Um estudo de 1990 do Instituto de Políticas Progressistas, de linha esquerdista, mostrou que, depois de avaliar o factor das mães solteiras, desaparecia a diferença criminal entre brancos e negros.
Vários estudos apresentam números levemente diferentes, mas todos os cálculos são alarmantes. Um estudo citado na revista ultra-esquerdista Village Voice revelou que crianças criadas em lares de mães solteiras “têm probabilidade cinco vezes maior de cometer suicídio, nove vezes maior de abandonar o colégio, 10 vezes maior de usar drogas, 14 vezes maior de cometer estupro (para os meninos), 20 vezes maior de acabar na prisão e 32 vezes maior de fugir de casa”.
Com mais crianças nascendo, fugindo de casa, abandonando o colégio e cometendo assassinatos anualmente, estamos analisando um problema que não pára de aumentar. Mas, por mais que calculemos os números, a situação das mães solteiras é uma bomba nuclear na sociedade.
Muitos desses estudos, por exemplo, são da década de 1990, quando a percentagem de adolescentes criados por mães solteiras era mais baixa do que é hoje. Em 1990, 28 por cento das crianças abaixo de 18 anos estavam sendo criadas em lares onde havia só a mãe ou só o pai, quer divorciados ou nunca casados. Já em 2005, mais de um terço de todos os bebês nascidos nos EUA eram ilegítimos.
Isso representa imensos problemas sociais que ainda vão explodir com o tempo.

A tradicional resposta feminista à estes factos é pegar num exemplo da sua vida pessoal, onde uma mãe solteira conseguiu educar uma ou mais crianças de modo que estas se tenham tornado cidadãos produtivos dentro da sociedade (graças a Deus), e extrapolar isso para o resto do  mundo. O que as Rosalmos23 deste mundo não entendem é que os exemplos das suas vidas pessoais, embora válidos para elas, são irrelevantes para o grande esquema social.

Para se ver o ridículo do argumento "ah, mas eu conheço uma pessoa que..", veja-se a seguinte alegação: se eu disser que a classe média de Lisboa está a passar por dificuldades económicas devido às medidas de austeridade, será que este argumento é falsificado se alguém responder "eu conheço alguém da classe média de Lisboa que não está a passar dificuldade"?

Do mesmo modo, mesmo que a Rosalmos23 conheça 100 pessoas que tenham sido educadas por uma mãe solteira, e que posteriormente se tenham tornado indivíduos sem problemas emocionais ou problemas com a lei, isso não invalida o argumento base: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de ter problemas legais, sociais e psicológicos.

Famílias patriarcais tem criado filhos e muitos deles se desviam do caminho do bem.

Ninguém alegou que todas as famílias onde existe uma figura paterna geram filhos com uma forma de pensar normal e aconselhável (a evidência disso é o facto de muitas feministas terem sido educadas dentro duma família natural, mas pensarem as asneiras que pensam). A alegação do Dr Marcelo é que a falta duma figura paterna aumenta as probabilidades dos adolescentes de envolverem em actividades criminosas.

Nem as mães, nem as mulheres e nem o feminismo são culpados pela violência

Sem dúvida que o feminismo é responsável pelo aumento da violência visto que o feminismo promove a dissolução das famílias (remoção da figura paterna), o que aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em actividades marginais:

"A família nuclear tem que ser destruída . . . Qualquer que seja o significado final, a destruição da família é agora um processo revolucionário objectivo." Linda Gordon

"Não vamos conseguir destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." Robin Morgan

"De modo a que as crianças possam ser educadas com igualdade, temos que retirá-las das suas famílias e educá-las comunitariamente" (Dr. Mary Jo Bane, feminista e professora-assistente de educação na Wellesley College, e directora-adjunta do Center for Research on Woman da escola)

"O casamento tem existido para o benefício do homem; e tem sido também um método legalmente sancionado de controle das mulheres . . . . Temos que trabalhar para destruir-lo [o casamento]  . . . O fim da instituição do casamento é condição necessária para a emancipação das mulheres. Devido a isso, é importante encorajarmos as mulheres a abandonar os maridos e a evitar viver com homens . . . . Toda a história tem que ser re-escrita em termos de opressão das mulheres. Temos que regressar às antigas religiões femininas como a feitiçaria." ("The Declaration of Feminism," Novembro, 1971).


Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais.

A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social
.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ou seja, o movimento feminista é usado pelo aparelho de Estado para destruir a família, de modo a que a mesma entidade que financia o feminismo possa ocupar o papel paterno dentro da família, e "resolver" os problemas que ele mesmo criou. O feminismo é portanto co-responsável pelo aumento da criminalidade e delinquência.

isso é uma análise frívola das verdadeiras causas: o capitalismo selvagem,

Não sei o que é o "capitalismo selvagem", mas provavelmente deve ser a nova versão de "capitalismo", consequência directa das actividades esquerdistas levadas a cabo nos últimos 30/40 anos. Essencialmente, o que aconteceu é que os esquerdistas aperceberam-se que nunca conseguiriam destruir o capitalismo - por diversas razões, uma delas sendo o facto deste estar fortemente impregnado e estabelecido no mundo ocidental. Incapazes de destruí-lo, os esquerdistas infiltraram-se dentro do sistema e perverteram-no a partir do seu interior. Este novo "capitalismo" tornou-se, de facto, selvagem, desumano, violento e brutal. O que os esquerdistas não aceitam é que este novo capitalismo seja invenção sua.

a corrupção das classes dominantes

Rockefeller? George Soros? Ford Foundation? A família Rothschild? Bilderberg? Certamente que esta feminista nunca citará nenhuma destas organizações como "classe dominante corrupta" porque muitos deles são firmes apoiantes da agenda feminista.

Representantes da Igreja Católica afirmaram recentemente perante o governo que organizações estrangeiras com uma agenda aborcionista estão a pressionar os países sul-americanos de modo a que estes possam legalizar a práctica mortífera. Numa iniciativa inspirada na agenda de controle populacional da Fundação Rockefeller, e em outras organizações abastadas, o Senado está a considerar uma proposta de lei que visa eliminar as penais criminais impostas sobre o aborto. Uma representante da "Family and Life Ministry" da "Uruguayan Episcopal Conference", Gabriela Lopez, afirmou o seguinte perante o comité senatorial em torno da Saúde Pública:
Hoje em dia, muito poucas pessoas continuam na ignorância em torno da existência de interesses internacionais que visam impor o aborto nos países. Existem fundações internacionais por trás destas pressões - tais como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e muitas outras . . . que olham para o crescimento populacional como um problema de segurança.
A raiva feminista contra a "corrupção das classes dominates" é uma raiva selectiva; só é válida para os grandes grupos ou as grandes correntes sociais que não se alinham com a agenda marxista cultural.

a cultura de violencia

Como esta?

e do individualismo nas mídias, o sucesso a qualquer preço, a impunidade na justiça, o culto à 'lei de gerson' e etc, são os males que afligem esse mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue.

Resumindo, os responsáveis pela destruição da família não são as pessoas que têm dinheiro e autoridade estatal para fazer isso mesmo (feministas), mas sim o  "mundo fundado nos valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder", etc.  O problema, obviamente, é que se as famílias fossem de facto patriarcais, hierárquicas e onde houvesse autoridade paterna, este texto nem deveria existir visto não ocorreriam os problemas que originaram as palavras do Dr Marcelo.

Portanto, seguindo a Rosalmos23, os responsáveis pela remoção da figura paterna das famílias, e consequente aumento da criminalidade, são as instituições que lutam pela presença da figura paterna dentro das família. O feminismo, que abertamente milita para a destruição da família ("A família nuclear tem que ser destruída" Linda Gordon - Feminista) não pode ser de maneira nenhuma responsabilizado por aquilo que fez e diz que quer fazer.

Isto é clássico pensamento feminista: não assumir a responsabilidade pelas suas acções.

O feminismo questiona isso e luta pelos direitos das mulheres e por uma sociedade mais justa para todos.

Este argumento é também um argumento clássico entre as feministas. Logicamente falando, ninguém são e honesto quer lutar contra a "justiça" (dentro daquilo que as pessoas normais qualificam de "justiça"). Todos nós queremos que as pessoas sejam tratadas de forma justa e honesta. Conhecedoras desta forma de pensar presente na maioria das pessoas, as feministas usam este argumento ad nauseum sempre que alguém mais informado começa a listar os vários incidentes históricos onde as feministas agiram de forma que contradiz a sua alegada busca pela igualdade.

Essencialmente, o que elas querem é definir à priori que "feminismo" = "igualdade" ou "feminismo" = "justiça, e desde logo, invalidar as feministas que abertamente lutam pela supremacia feminina. Isto, obviamente, é análogo ao argumento do genuíno escocês, aludido por Antony Flew:
Imaginem Hamish McDonald, um escocês, sentado a ler o seu Glasgow Morning Herald onde ele vê um artigo que diz "Maníaco Sexual de Brighton Volta a Atacar." Hamish fica chocado e declara que "Nenhum escocês faria uma coisa destas." No dia seguinte ele encontra-se mais uma vez a ler o Glasgow Morning Herald e desta vez depara-se com um artigo em torno dum homem de Aberdeen [Escócia] cujas acções brutais fazem com que os actos do maníaco sexual Brighton pareçam cavalheirescas. Isto demonstra que Hamish estava errado na sua opinião, mas será que ele o admitirá? Nem por isso. Desta vez ele diz "Nenhum genuíno escocês faria tal coisa." [Fonte]
O problema para a Rosalmos23 é que o mundo já tem informação suficiente para saber que o feminismo não luta pela "igualdade" ou pela "justiça" mas - entre outras coisas - para separar a mulher das consequências dos seus actos. As feministas não querem igualdade; as feministas querem tratamento preferencial sempre que possível (por virtude de serem mulheres), e igualdade quando lhes interessa. 

Nenhuma feminista luta pela igualdade no dinheiro investido nas doenças que afectam cada um dos sexos porque isso não lhe interessa. (Nota: a Medicina investa muito mais dinheiro na pesquisa das doenças que afectam exclusivamente as mulheres do que naquelas que afectam exclusivamente os homens. Isto, note-se, numa sociedade "feita para os homens").

Semelhantemente, nenhuma feminista luta para que sejam criadas quotas universitárias de modo a que o número de homens e mulheres seja proporcional à sua presença na sociedade uma vez que elas estão perfeitamente satisfeitas com o facto das universidades terem mais mulheres que homens (e todos sabemos o porquê disso ocorrer).

Por fim, e em mais um exemplo claro de que as feministas não querem igualdade mas sim supremacia e tratamento preferencial, nós temos informação de que existem grupos feministas que lutam para um tratamento prisional distinto para as mulheres.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres)

Feminismo = movimento politico criado como arma de dessestabilização social.

Mulher = condição biológica inata moralmente neutra.

Mãe = aquela que tem filhos

Das três, em lado algum vimos o Dr Marcelo a culpar as últimas duas; todos os seus argumentos dirigiram-se exclusivamente ao movimento politico com o nome de feminismo.

Culpar o feminismo ( e em última análise, as mães, as mulheres) pela sociedade violenta, individualista em que vivemos só demonstra que o machismo está vivo e tem seus defensores entre aqueles que deveriam trabalhar pela saúde mental dos jovens

Ou seja, segundo esta feminista, quando o Dr Marcelo revela que a falta duma figura paterna - algo que o feminismo quer - aumenta a probabilidade dos adolescentes se envolverem em problemas com a lei, isso não é "trabalhar pela saúde mental dos jovens". Para a Rosalmos23, é perfeitametne aceitável identificar as causas das criminalidade juvenil, desde que essas causas não estejam minimamente relacionadas com o feminismo.

Aparentemente, só é "trabalhar pela saúde mental dos jovens" quando as causas da delinquência juvenil podem ser - de alguma forma ou outra - associadas aos "valores patriarcais de autoridade, hierarquia, domínio, poder, discriminação, violencia que ainda hoje são os valores que a sociedade segue."

mas só conseguem enxergar as mulheres e mulheres feministas como culpadas por esse estado de coisas e não conseguem analisar a situação da sociedade de maneira isenta

Mas foi exactamente isso que o Dr Marcelo fez: ele identificou o problema (criminalidade) e listou uma causa provável (ausência da figura paterna). Depois disso, ele fez ligação entre a ausência do pai e as ideologias que abertamente militam para a remoção do pai da família. A análise do Dr Marcelo não só está correcta, como está de acordo com o que outros pesquisadores de outros países já apuraram: crianças que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolverem em problemas com a lei.

Outra coisa a levar em conta é o entendimento do termo "isenta"; dentro do feminismo, por "isenta" entenda-se "de forma que não culpe as feministas". Segundo se sabe, quem culpa as feministas de algo (mesmo que se cite uma feminisita para demonstrar a veracidade dessa alegação) não está a ser "isento".

apenas procura um culpado e esse 'culpado' é claro, para os machistas, são as mães e as feministas.

Não são só os machistas que identificam o feminismo (e não as mães) como uma das causas do aumento da criminalidade; são vários estudos sociais levados a cabo por todo o mundo.

O feminismo nunca matou ninguem, o machismo mata todo dia.

Será?


Conclusão:

A resposta histérica da Rosalmos23 é a resposta clássica das feministas. Ela não oferece qualquer tipo de refutação aos argumentos do Dr Marcelo mas em lugar disso usa a tradicional histeria do "machismo" e do "patriarcado" para silenciar as vozes que criticam o feminismo.

O Dr Marcelo tem toda a razão no que diz: verdadeiramente, a ausência duma figura paterna pode ser o factor com mais peso no desenvolvimento emocional das crianças. Jovens rapazes que crescem sem uma figura paterna são mais susceptíveis de se envolver em actividades criminosas.

Sabendo-se disto, e como o feminismo tem sido bem sucedido na destruição da familia natural, é perfeitamente lógico associar o feminismo com o aumento dos homicídios.

As feministas podem não gostar das conclusões, mas elas não tem como disputar os factos.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Justiça condena homem a pagar indemnização à filha por não lhe ter dar dado amor

Numa decisão inédita, o Supremo Tribunal de Justiça brasileiro deu razão a uma mulher de 38 anos que deverá agora receber 80 milhões de euros por "abandono afectivo".

Luciane de Oliveira Souza, 38 anos, quis mostrar "que não se deixa uma pessoa abandonada, rejeitada" e avançou para a justiça para obter uma compensação desse abandono de que acusa o pai.

"Ele nunca esteve presente na minha vida", repete a professora, 12 anos depois de ter sido conhecida a sentença do tribunal, que condenou Antimónio Carlos Jamas dos Santos a pagar o equivalente a 80 milhões de euros por abandono afectivo.

"Eu sentia falta de ele se importar comigo, de ir buscar-me, conhecer-me, saber mais sobre mim, sobre as minhas coisas, de assistirmos a um filme juntos, conversarmos, comermos juntos uma vez por outra. Uma criança sente falta dessas coisas", recorda.

Luciane Souza relembra também que tentou que o pai estivesse presente no seu casamento, mas que "não houve essa aproximação".

O pai recusou-se a falar à imprensa brasileira, mas o seu advogado já anunciou que vai recorrer da decisão do Supremo, alegando que foi a mãe da filha que impediu os contactos.

Fonte

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Uma mulher pode matar o filho que carrega no seu ventre impunemente, mas um homem é obrigado a pagar pelo facto duma mulher SENTIR que o pai deve ser financeiramente punido pelos anos que esteve ausente. Isto é a misandria institucionalizada (aquela que as feministas alegam não existir mas que secretamente esperam que exista).

Se esta mulher de 38 anos acha que está feita justiça com esta decisão, então não era o amor do pai que ela queria. O amor dum pai não tem preço.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Homem passa 9 anos na prisão depois da filha mentir à polícia e alegar ter sido violada por ele

Título alternativo: "Machismo Opressivo Obriga Frágil e Indefesa Rapariga a Inventar História de Violações Como Forma de se Vingar do Pai [= Opressor Maligno]"

No ano de 2001, uma filha descontente - chateada pelo facto dos país se terem separado e zangada com o pai - afirmou à Washington State Police que o seu pai a havia violado por diversas vezes quando ela tinha 11 anos.

O pai, Thomas Edward Kennedy (hoje com 43 anos), negou as alegações, mas foi considerado culpado pelo júri de Washington e sentenciado a mais de 15 anos de prisão.

Hoje, com 23 anos, a filha - Cassandra Ann Kennedy - retratou a sua alegação de violação depois do pai ter passado mais de 9 anos atrás das grades.

A tdn.com em Washington revela:

Ela inventou tudo. Portanto, depois de estar mais de 9 anos na prisão, o seu pai foi liberto e as acusações contra ele retiradas.
Em Janeiro deste ano, a filha disse o seguinte à polícia:
Fiz uma coisa horrível . . . Não está certo alguém passar tempo neste lugar horrível por algo que não se fez.

Não é correcto.

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Duas coisas:

  • 1. Sistema judicial feminista continua a fazer estragos na vida dos homens. Uma vida permanentemente marcada por um crime que não aconteceu. Quem pagará por ele? Aparentemente, ninguém.
  • 2. Segundo este artigo, a filha não será alvo de nenhum processo-crime porque - pasme-se! - "dar início a um processo contra ela pode impedir outras crianças de reportar casos de abuso sexual" (?!).

Ou seja, o facto dela ter violado a lei, e prejudicado a vida de alguém, é irrelevante: o que interessa é não impedir que mais crianças façam mais alegações (falsas?) no futuro próximo. O pequeno detalhe dum homem inocente ter passado quase 10 anos na prisão não parece ser importante. Pior, não só ele está inocente, como sabemos quem foi o culpado (ou a culpada) pelo facto dum inocente ter sido injustamente preso.

Como é que a promotora sabe que acusando as falsas alegações, as genuínas violações não serão reportadas?

Promotora pública que não quis acusar a culpada.

Agora, depois de "confessar" o crime, tudo o que a filha tem que fazer é chorar em frente ao pai para que este a perdoe e tudo fique "bem". Chama-se a isso "manipulação psicológica".

Pode-se dizer que este incidente em nada está relacionado com o feminismo, mas na minha opinião essa posição é falsa. Isto tem tudo a ver com o feminismo uma vez que se os papéis fossem inversos, o homem seria justificadamente acusado de mentir à polícia. Além disso, um dos propósitos das feministas é o de impedir que as mulheres sejam presas.

Conclusão:

As feministas nunca quiseram igualdade com os homens. O que elas querem é igualdade quando lhes convém, e tratamento preferencial sempre que possível.


sexta-feira, 2 de março de 2012

É importante desmotivar a monopaternidade

"Eu consigo criar o meu filho sozinha. Quem é que precisa dum pai?"

Os filhos precisam dum pai porque, por melhor que a mãe seja, ela nunca vai ser um pai.

Um estudo levado a cabo na Austrália - em torno do comportamento dos rapazes que cresceram sem um pai - é elucidativo.

Os rapazes são mais inclinados para a violência se cresceram sem uma figura paterna. O estudo, levado a cabo pelo "Melbourne Institute of Applied Economic and Social Research" na "Faculty of Business and Economics", verificou que a presença duma figura paterna durante a adolescência dos rapazes servia de força de controle em relação ao comportamento desviante e actividades de risco.

Embora se tenha determinado que a presença envolvente e interacção entre os pais (homens) e os rapazes é benéfica, não ficaram explicados os benefícios positivos que as crianças que cresceram com os pais obtêm.

A Professora Deborah Cobb-Clark, Directora de Melbourne Institute disse:

A sensação de segurança gerada pela presença dum modelo masculino na vida do jovem tem efeitos protectores na criança, independentemente do nível de interacção entre a criança e o pai.

Os pais não só fornecem exemplos masculinos às crianças, como podem influenciar as suas preferências, valores e atitudes - ao mesmo tempo que lhes fornecem uma sensação de segurança e aumentam a sua auto-estima.

A sua presença aumenta também o nível de supervisão paterna em casa, o que pode levar à redução do comportamento delinquente. [...]

O nosso estudo incluiu pais residentes e não-residentes, pais biológicos e pais adoptivos e a sua influência no comportamento adolescente. Descobrimos que os jovens envolvem-se em mais delinquência na ausência duma figura paterna nas suas vidas.

O comportamento das raparigas adolescentes tem uma relação menor com isto, o que pode ser atribuído aos menores níveis de assumpção de riscos presente entre as fêmeas.

Adicionalmente, verificou-se que pertencer a famílias com rendimentos mais elevados não resolve o problema associado à delinquência juvenil.

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Rapazes que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo actividades mais violentas. Mais uma evidência contra a noção de que basta uma mãe para a criança ter um desenvolvimento emocionalmente estável.

Curiosamente, o estudo alega que as raparigas não são afectadas pela ausência duma figura paterna. Mas isso deve-se à métrica usada para se determinar esse dado: comportamento delinquente.

Quando os estudos alargam as variáveis mensuráveis de modo a incluir outro tipo de comportamento desviante, existe uma ligação muito forte entre o nível de promiscuidade da rapariga e a presença (ou ausência) dum pai.


As raparigas que crescem sem um pai são mais susceptíveis de levar a cabo comportamento sexual de risco do que as raparigas que cresceram com um pai ou com uma figura paterna.

Mulheres adolescentes com idades entre os 15 e os 19 educadas num lar onde não havia figura paterna são significativamente mais susceptíveis de se envolverem em sexo pré-matrimonial do que mulheres adolescentes que cresceram em famílias compostas por um pai e uma mãe.

(Billy, John O. G., Karin L. Brewster and William R. Grady. "Contextual Effects on the Sexual Behavior of Adolescent Women." Journal of Marriage and Family 56 (1994): 381-404.)

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Portanto, rapazes que crescem sem um pai tendem a ser mais violentos e raparigas que crescem sem um pai tendem a ser sexualmente mais promiscuas. Olhando para estes dados, não é lógico defender a monopaternidade como modalidade familiar saudável e aconselhável.


domingo, 16 de outubro de 2011

Patriarcado leva mulheres a escolher os melhores empregos

Eis aqui algo que fará as feministas acobardarem-se com medo. Estudos demonstram que muitas mulheres seguem os passos do pai quando escolhem um emprego.

Exacto; os homens são os responsáveis pelo facto das mulheres se interessarem por empregos bem remunerados. Não é o feminismo, nem os "estudos femininos", nem os programas governamentais que visam "dar poder às mulheres" mas sim os homens (nesta caso, o pai).

Para ser justo, o estudo não fornece o número exacto nem o motivo exacto, mas há uma tendência cultural notável especialmente com pais envolvidos na vida das filhas.

Porque é que isto é importante? Porque, tradicionalmente, os "empregos masculinos" são melhor remunerados devido ao esforço físico, melhores qualificações e maior ênfase na matemática e na ciência.

Durante todo o tempo em que algumas mulheres se queixaram de "estarem barradas de alguns empregos" a resposta estava bem à sua frente: passem mais tempo com o vosso pai, confrontem-no em relação aos empregos e ele vai-vos ajudar.

Embora a figura do pai biológico tenha sido destruída e horrivelmente desvalorizada na cultura moderna, aqueles sortudos que têm a presença do pai por mais do que dois fins de semana por mês têm maiores hipóteses de ter carreiras profissionais bem sucedidas.

Quanto mais o pai se envolveu na vida das filhas, mais elas desenvolveram melhores interesses profissionais. E sabem que mais? As filhas entraram em áreas similares à do pai. Quem esperaria tal coisa?

Isto demonstra o impacto positivo que um pai responsável tem na vida duma criança - especialmente na vida da filha. As crianças precisam de um bom pai e enquanto o pai for o ganha-pão da família, as crianças buscarão a sua opinião na altura de escolherem uma profissão.

A remoção do pai da vida familiar e a sua "substituição" pela pensão alimentícia (ou pelos subsídios estatais) aumentam o risco da sociedade perder uma boa funcionária na próxima geração.

Conclusão:

Manter o pai envolvido na vida dos filhos tem, a curto prazo, o condão de proporcionar um ambiente mais positivo para as crianças, e a longo prazo, a possibilidade de gerar um membro útil e produtivo para a sociedade (quem tem melhores empregos, ganha mais dinheiro, e, desde logo, pode investir mais na economia).

Modificado a partir do original


Claro que para as feministas, desejosas que colocar as crianças sob a alçada do Estado - essa entidade com um historial enorme e "positivo" na educação de crianças - a remoção do pai é um passo fundamental na sua guerra à família natural.

Quanto menos tempo as filhas passarem com o pai, maiores serão as probabilidades delas caírem no engodo e na mentira do feminismo (na sua contínua guerra contra o homem). Quem tem evidências familiares de que o homem não é inimigo das mulheres, nunca irá adoptar como ideologia de vida uma filosofia política baseada precisamente nessa não existente inimizade do homem em relação às mulheres.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Qual é a importância de um pai na família?

Lucas 1:17
E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar, ao Senhor, um povo bem disposto

Qual é a importância do pai para os seus filhos? Primeiro que tudo, o papel de um pai na família foi dada por Deus, mas à medida que a sociedade se torna mais ateísta, as famílias têm sido redefinidas de forma a tornar o papel do pai num papel sem importância ou desnecessária. Numerosos estudos têm mostrado as consequências disto.

Entre 1960 e 1990 (nos EUA) a percentagem de crianças a viver longe do pai duplicou para 36%. Estudos mostram que é pior para a criança perder o pai devido a um divórcio do que perder o pai devido a um falecimento. A falta de um pai é um dos factores contributivos para o início prematuro da actividade sexual. O suicídio juvenil, que tem uma taxa mais elevada num lar sem um pai, triplicou desde 1960.

Estudos sobre a performance estudantil mostra que os resultados decresceram em 75 pontos desde 1960. Esta queda está ligada à falta de um pai em casa.

Rapazes criados sem um pai são mais susceptíveis de ter problemas com as autoridades. Isto talvez explique o porquê dos afro-americanos estarem desproporcionalmente representados em taxas de crimes nos EUA: a maioria dos afro-americanos cresce em lares onde o pai é uma figura ausente. Quando se comparam estes dados com os euro-americanos que cresceram sem um pai, a taxa de criminalidade é semelhante. Isto mostra a importância de um pai na família.

De acordo com vários estudos, crianças sem um pai são mais susceptíveis de serem vítimas de abuso infantil.

Um estudo que demorou 26 anos a estar completo mostrou que um dos factores mais importantes para a criança desenvolver empatia é o envolvimento paterno na família.

Um outro estudo mostrou que 90% das crianças que frequentam a igreja com os pais permanecem activamente envolvidos na congregação.

Se nenhum dos pais vai à igreja juntamente com eles, apenas 40% permanecem fiéis à congregação. Se apenas o pai vai com a criança à igreja, 80% permanece fiel.

Conclusão: O design para o casamento ideal como Deus sempre quis (um homem + uma mulher) tem uma importância fulcral para o desenvolvimento da criança. O homem, na sua tradicional folia de querer fazer as coisas à sua maneira, acha que o casamento pode ser um homem com outro homem, ou uma mulher com outra mulher, ou mesmo um homem com mais do que uma mulher. Outros acham que o pai não é importante para o desenvolvimento social da criança.

As prisões um pouco por todo o mundo dizem o contrário.

Temos que admitir que nós não podemos melhorar o design original imposto por Deus para um casamento funcional.

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