Por Moira Greyland
Eu nasci dentro duma família de famosos homossexuais pagãos no final
dos anos 60. A minha mãe era a Marion Zimmer Bradley, e o meu pai era o
Walter Breen. Entre os dois, eles devem ter escrito mais de 100 livros:
a minha mãe escreveu livros sobre a ficção científica e sobre a
fantasia (Mists of Avalon), e o meu pai escreveu livros sobre a
numismática: ele era um perito em moedas.
O que eles fizeram comigo é um assunto infelizmente público: é
suficiente dizer que ambos os meus pais queriam que eu fosse
homossexual, e estavam horrorizados com o facto de eu ser fêmea. A
minha abusou de mim desde os meus 3 aos 12 anos. A primeira vez que eu
me lembro do meu pai me fazer algo de violento, eu tinha cinco anos.
Sim, ele violou-me. Eu não gosto de pensar nestas coisas. Se querem
saber mais sobre as suas maldades com as meninas pequenas, e se por
acaso têm um estômago forte, googlem por "Breendoggle", que foi o escândalo
que QUASE o afastou para fora do mundo da ficção científica.
Mais profunda era a sua aversão pelo meu género, apesar dos seus muitos
relacionamentos com mulheres e com as vítimas femininas. Ele disse-me
sem rodeios que nenhum homem me haveria de querer porque todos os
homens eram secretamente homossexuais, mas que ainda não tinham aceite
a sua homossexualidade natural. Devido a isso, aprendi a agir duma
forma bem masculina e com a cintura bem fixa.
Vocês ainda podem observar traços da minha indoutrinação em favor da
rejeição da minha feminilidade na minha recusa absoluta em ceder, e na
minha franqueza, e na minha escolha de ser directora teatral durante a
maior parte da minha vida. Mas uma parte boa da minha franqueza é a
minha recusa em aceitar a noção de que "no fundo, no fundo, eu devo ser
um rapaz que nasceu no corpo duma rapariga".
Não sou. Sou uma rapariga
que foi atacada por ser uma rapariga, e alguém que tentou muito ser o
"rapaz" que eles queriam que eu fosse.
Basta dizer que eu não fui a única vítima de qualquer dos géneros.
Cresci a ver o meu pai a ter "romances" (na sua imaginação) com
rapazes, algo que era uma fonte de frustração para ele porque eles queriam sempre
dinheiro e comida como resultado do sexo a que eram sujeitos, mas não o
queriam a ele (OBVIAMENTE!).
Comecei a tentar fugir de casa quando tinha 10 anos, depois da minha
primeira tentativa de suicídio, e comecei intervir quando tinha 13
anos, quando disse à minha mãe e à sua companheira que o meu pai estava
a dormir com rapazes. Em vez de chamarem a polícia, algo que qualquer
ser humano decente faria, elas pura e simplesmente mudaram-no para o
apartamento delas, que eu dei o nome de "O Ninho de Amor", e elas
voltaram a viver na nossa casa familiar.
Claro que isso apenas piorou as coisas. Há já algum tempo que eu
surfava nos sofás dos meus directores da
Renaissance Faire, mas ninguém
poderia ficar comigo o tempo todo. Tal como pode ser imaginado, onde
quer que o meu pai estivesse, lá estavam rapazes adolescentes, drogas,
e não havia muita comida (embora eu não passasse fome durante a minha
adolescência visto que os livros da minha mãe haviam começado a vender
bem). Durante a minha adolescência vivi em todo o tipo de lugar, embora
tenha voltado a viver com o meu pai quando comecei a universidade.
Houve um dia em que ele trouxe um rapaz de 11 anos para ficar connosco
durante uma semana e com a permissão da sua mãe, algo que me deixou
horrorizada. Garanti que ele tivesse um quarto e uma cama onde dormir.
Quando vi o meu pai a pegá-lo de pernas para o ar, e a beijá-lo por
todo o lado, e quando vi os livros de pornografia de fora, chamei o meu
conselheiro, que já havia concordado em chamar a polícia se por acaso
visse alguma coisa a acontecer, e o meu pai foi preso.
Por aquela ofensa, ele recebeu pena suspensa de três anos. No entanto,
a notícia espalhou-se e um homem que lhe havia dado um lugar para ficar
em Los Angeles apercebeu-se que o seu filho tinha idade para ser um
alvo, e começou a fazer perguntas. Isto resultou na prisão do meu pai
devido a 13 acusações PC 288 A, B, C, e D. (Basta dizer que isto são
vários tipos de ofensas sexuais forçadas que nunca deveriam ser
cometidas a alguém, muito menos a uma criança!)
Ele morreu na prisão em 1993, depois das minhas informações iniciais de
1989. Deve ser notado que, longe de ser um transgressor iniciante, a
sua primeira prisão havia ocorrido em 1948, quando ele tinha 18 anos.
Tal como pode ser imaginado, embora a minha mãe estivesse perfeitamente
ciente dos crimes do meu pai, e também o estivesse a minha "madrasta",
ninguém acreditou em mim até ao momento em que ele foi condenado; fui
ignorada e qualificada de "histérica". Mais uma vez, tudo isto é
público: a fria indiferença da minha mãe e a pretensão de total
ausência de responsabilidade por parte da minha madrasta são doentias nelas mesmas. As palavras dela deveriam ser suficientes; ela sabia o que ele
queria fazer.
Em altura algum tentei fazer justiça com as minhas mãos; devido à minha
estrutura moral, eu era a protectora dos outros, e eu amava muito o meu
pai. Portanto, embora eu tivesse pensado que poderia perdoar o meu pai
pelo que ele me fez, de maneira nenhuma cheguei a pensar que era
responsabilidade minha perdoar o que ele havia feito a
outras pessoas
- e a sua última vítima não havia sido uma prostituta, mas uma criança
que havia ficado gravemente ferida.
De qualquer das formas, da mesma forma que a minha família se havia
fechado em redor do meu pai para o proteger, mais recentemente eles voltaram-se a fechar em redor dum meu parente masculino, que está a ser
acusado de abusar os filhos do seu ex-namorado, que ele vê como seus
"netos" visto que ele "adoptou" o seu pai como seu "filho". Sim, eu sei
que tudo isto é doentio de se ler, e eu peço perdão.
Mais uma vez, eu fui marginalizada e chamada de "maluca", e "histérica"
porque, afinal de contas, porque é que uma pessoa com um longa
historial de abuso de menores continuaria a fazer isso? Tal como eu fiz
quando acusei o meu pai, mudei de casa. Fiz um relatório policial, tal
como o fizeram os meus estudantes, que estavam horrorizados com o que
ele havia dito dos seus "netos".
Deve ser levado em conta que os amantes de rapazes não olham para o que
fazem como um "abuso". Para eles, é sexo, e eles olham para esse sexo
como "consensual", e qualquer objecção será certamente varrida pelos
orgasmos que certamente serão produzidos; é uma pena que estes
orgasmos calem a boca destes rapazes-vítimas e os convençam de que eles
"devem" ser homossexuais (independentemente dos casamentos
heterossexuais posteriores e dos filhos resultantes).
Aparentemente, 33 acusações de pedofilia feitas contra o meu parente
sem nome não é suficiente e ele irá apostar tudo nisso. Nada disto é da
minha conta; fiz o que pude, e é fácil entrar em contacto comigo se por
acaso quiserem que eu testemunhe.
Perdoem-me o meu fatalismo, mas os
agressores sexuais não param e é bem provável que haja mais vítimas. Ou
alguém se chega à frente, ou ele irá violar outra vez, ou talvez, visto
que ele é bem velho, ele irá morrer antes de sofrer as consequências.
Entre o tempo das denúncias relativas às prevaricações do meu pai e o
tempo das prevaricações do meu parente masculino sem nome, tirei um
curso Bacharelato em Performance Musical, e tinha uma carreira como
harpista de casamento e como cantora; depois casei-me e tive filhos;
depois tirei um Mestrado em Performance Musical; e desde 2007 que só
tenho ensinado canto e harpa, e dirigido óperas em duas companhias de
ópera que fundei: uma no sul da Califórnia, e outra no norte. Também
fiz um álbum de música Celta. No entanto, sempre me senti insatisfeita
com a minha carreira; os artistas precisam de contar a sua história, e
a minha era razoavelmente feia para ser contada.
Mas estupidamente regressei para o Norte da Califórnia. A minha amada
esposa do meu primo estava a morrer de cancro e eu queria fazer parte
duma família, pensado que depois da morte do meu pai, o seu mal tinha
morrido com ele.
Enganei-me.
Em Junho último, uma blogueira com o nome de
Deirdre Saoirse Moen
perguntou-se se havia alguma verdade nos rumores em torno dos meus
pais, e eu disse que sim, que ambos me haviam abusado, tal como haviam
abusado o meu irmão, tal como haviam abusado uma VASTA gama de outras
crianças. E eu enviei-lhe dois poemas que eu havia escrito relativos a
este assunto, numa altura em que eu não havia ventilado em público o
que eles me haviam feito.
Ela colocou os meus emails e os meus poemas no seu blogue, o que
rapidamente alcançou 92 países do mundo, para minha grande surpresa.
Fui inundada com cartas de sobreviventes de abuso sexual, e tentei
responder a todas elas com simpatia e com calor humano (o que, de certa
forma, me abalou emocionalmente duma forma que não consigo descrever).
Todas as pessoas queriam enviar dinheiro, mas eu pedi-lhes que o
enviasse para a RAINN (Rape Abuse Incest National Network), e houve até
autores antológicos associados à minha mãe que pegaram todo o dinheiro
dos seus direitos autorais e deram para à obras de caridade. Houve
pessoas que queimaram cópias do seu livro porque não eram capazes de os
vender e lucrar com o mal gerado por ela. Houve outras pessoas ainda
que apagaram as suas obras dos seus Kindles e dos seus iPads.
O motivo que dei, e que ainda defendo, para não ter falado disto é: sei
que muitas pessoas valorizam os livros da minha mãe, e eu não os queria
prejudicar ou perturbar as suas vidas. Daí o meu choque e embaraço pela
forma como a história se propagou. Ironicamente, os sobreviventes que
beneficiaram dos seus livros encontraram mais força em lutar contra o
abuso do que ficar do seu lado, e como tal, a minha admiração por eles
perdura!
Naturalmente, há um debate enorme em relação a ela e em relação ao meu
pai. Todas as vezes que surgia alguém a duvidar da minha história,
outras 100 surgiam para silenciar os que me colocavam em dúvida. Os
arrepiantes activistas da "idade de maioridade" também apareceram, e
foram igualmente silenciados.
Para minha grande surpresa, as pessoas
acreditaram em mim.
Depois de ver o que havia acontecido com a filha de Woody Allen, eu não
tinha qualquer outro tipo de expectativa que não uma execução virtual
pública se por acaso eu me atrevesse a falar. Mas de certa forma, a
minha mãe "protegeu-me" com as SUAS PALAVRAS. Ela havia testemunhado,
maliciosamente, no momento que foi acusada de me ter abusado, que
"as
crianças não têm zonas erógenas", e nem se preocupou em negar que me
havia amarrado a uma cadeira, e de me ter atacado com um alicate,
alegando que me iria tirar os dentes. Com a sua admissão fria, ninguém
poderia deixar de lado NADA.
De qualquer das formas, desde que a verdade veio ao de cima, os temas
pedofílicos dos seus livros tornaram-se óbvios para as pessoas que
haviam, no passado, olhado para eles como história ou como licença
artística conferida a um autor de ficção. Com a ajuda editorial da
minha mãe, o meu pai havia escrito um livro apologético do sexo entre
adultos e menores com o título de
"Amor Grego" sob o pseudónimo
“J.Z.
Eglinton.” De repente, ninguém poderia questionar o que sempre havia
sido óbvio para mim.
O homossexualismo
Então, o que foi que mudou desde Junho último? Desde que falei
(juntamente com outras pessoas) sobre o meu familiar sem nome em
Novembro último, e depois da minha decisão de não entrar em contacto
com a minha família devido à sua resposta, comecei-me a aperceber que
se calhar o homossexualismo dos meus pais ERA o assunto em cima da mesa.
Sem surpresa alguma, eu havia sido educada para ser totalmente
tolerante. Há alguns anos atrás li Satinover, que acreditava que os
homossexuais eram, em larga escala, "pansexuais", isto é, que
preferiam ter sexo com TODAS as pessoas de QUALQUER idade e de QUALQUER
género, e a não se limitarem a uma só pessoa; ele olhava para isso como
um problema moral e ético, e não como uma "orientação" sexual.
Vocês nem sabe o número de lésbicas que simplesmente odeiam os homens,
ou que foram violadas por um, e não podem sequer pensar em sexo com um
homem devido a isso. Para mim, a pesquisa em torno do homossexualismo
era quase como um segredo culpado: eu a pensar no impensável. Afinal de
contas, o homossexualismo sempre me havia sido apresentado como um
estado natural: Eu estava "agarrada" e era uma "puritana" porque, apesar
dos pedidos da minha mãe para "experimentar de outra formas", e "como é
que eu poderia saber que eu era heterossexual?", eu pura e simplesmente
não conseguia fazer de mim uma lésbica.
As minhas observações em relação às crenças do meu pai e da minha mãe
são estas: visto que todas as pessoas são naturalmente homossexuais, é
o establishment heterossexual
que prende as pessoas e, desde logo, as limita. A actividade sexual
levada a cabo em tenra idade facilitará a que essa pessoa tenha vontade
de ter actividade sexual com qualquer pessoa, o que irá, ao mesmo tempo, instalar a
utopia, eliminar a homofobia e ajudar as pessoas a
tornarem-se na pessoa que "realmente são".
Isso irá também destruir a odiada família nuclear, com o seu paternalismo, sexismo, ageism
(sim, para os pedófilos, isto é um assunto sério) e todos os outros
"ismos". Se um número suficiente de crianças for sexualizada enquanto é
suficientemente jovem, então imediatamente o homossexualismo
tornar-se-á "normal" e aceite por todas as pessoas, e as antiquadas
noções de fidelidade irão desaparecer
Visto que o sexo é integrado como parte natural de todas os
relacionamentos, as barreiras entre as pessoas irão desaparecer e, à
medida que a "cultura heterossexual" segue os caminho dos dinossauros,
a utopia irá aparecer. Tal como a minha mãe dizia, "As crianças são
levadas a acreditar que não querem sexo."
Sim, eu sei que a estupidez desta tese particular não tem limites, e as
consequências reais são a existência de pessoas com 40 anos a receber
terapia devido ao abuso sexual, muitos, muitos mas muitos suicídios, e
vidas arruinadas para TODAS as pessoas. Mas alguém tinha que o dizer.
Será que alguém vai ouvir?
Havia seis desconhecidos durante o julgamento do meu pai, que não
testemunharam, e duas vítimas, que testemunharam. Eu ainda estou em
contacto com uma das vítimas. Há alguns anos atrás ele foi silenciado de forma tão feroz
pelos fãs da minha mãe, que até hoje ele ainda não
é totalmente capaz de falar abertamente sobre isto. Não sei do destino
de todos os seis desconhecidos, mas sei que um deles morreu aos 40 anos
com desordem alimentar, nunca tendo sido capaz de falar sobre o que lhe
aconteceu.
Sei também que pelo menos uma das pessoas que se encontrava na lista
dos 22 nomes que dei à polícia, como potenciais vítimas, suicidou-se no
ano passado. Sei também dum certo número de vítimas do meu pai que não
testemunharam porque o amam. Como nota pessoal, eu posso entender o
porquê: entre os meus dois pais, ele era, de longe, o mais gentil.
Afinal de contas, ele apenas era um violador em série. A minha mãe era
um gélido monstro violento cuja voz contorcia o meu estômago.
A madrasta e Katy Faust
Uma nota breve em relação à minha "madrasta": depois de passar 22 anos com a minha mãe, hoje em dia ela nega que
alguma vez tinha sido homossexual. Então ela nasceu o quê? Será que ela nasceu homossexual e agora
vive em "negação" da sua "verdadeira natureza", como diriam os
homossexuais, ou será que ela apenas estava enfatuada pela minha mãe,
que fez o que as pessoas famosas fazem, e aproveitou-se da sua
inocência e da sua infantilidade emocional?
Ela tinha 26 anos quando se envolveu com a minha mãe, mas disse-me que
sentia como se tivesse sido "abusada" por ela. Eu não posso usar essa
palavra para ela porque ela tinha 26 anos. Mas ela REALMENTE chamava a
minha mãe de "mãezinha" e a maior parte do conteúdo do seu
relacionamento era uma tentativa dela provar que ela era "uma filha
melhor" que eu.
Esta era uma competição que, para mim, estava morta desde o início: eu
sou filha biológica da minha mãe. Isto é uma realidade biológica. Dar
orgasmos a minha mãe não faz da minha madrasta uma filha melhor, mas
sim faz dela uma pessoa néscia. E tal como pode ser visto agora, ela
DEVE ser a "melhor filha" porque eu pus a boca no trombone. Hoje em
dia, eu não falo com ela.
No mês de Março deste ano conheci a Katy Faust, uma das "filhas de homossexuais" que deu entrada a um relatório
amicus
ao Supremo Tribunal em oposição ao "casamento" homossexual. Nós
trocamos correspondência, e eu deixei a Califórnia. Ainda estou zonza
com a morte das últimas partes da minha negação. O homossexualismo
É o problema. A crença de que ter sexo com todas pessoas irá, de alguma forma, curar os problemas e não criá-los,
É o problema.
Devido a isto, comecei a falar contra o "casamento" homossexual, e ao
fazê-lo, alienei até os meus mais fortes apoiantes. Afinal de contas,
eles precisam de olhar para os meus pais como criminosos sexuais
malucos, e não homossexuais que estão a seguir as suas fortes
convicções éticas e a tentar criar a utopia segundo a sua fantasia
totalmente ridícula. Eles não têm a vontade de aceitar que, se calhar,
o homossexualismo pode resultar na destruição das crianças e até dos
adultos que insistem em ficar no seu encalço.
Para todas as pessoas bem-intencionadas que acreditam que estou a
extrapolar a partir da minha experiência para toda a comunidade
homossexual, gostaria de explicar o porquê disto ser assim: Tendo como
base o tempo que passei dentro da comunidade homossexual, os valores
que eles têm são totalmente distintos;
a sua pressuposição é de que
TODAS as pessoas são homossexuais e que elas apenas estão "dentro do
armário", e que experiências sexuais em tenra idade irão impedir a
criança homossexual de ficar no armário, e isso causará a que toda a
gente fique feliz.
Se por acaso duvidam de mim, pesquisam "idade de consentimento",
twinks", "ageism", e os escritos de NUMEROSOS autores da Esquerda que
acreditam que a sexualidade precoce é, de alguma forma, "benéfico" para
as crianças.
Devido à minha longa experiência com a comunidade BDSM
("bondage/discipline", Sado-Masoquismo) a minha crença é de que o
homossexualismo é uma questão de GRAVAÇÃO (inglês: "impriting"), da
mesma forma que as fantasias BDSM o são. Para o practicante do BDSM, a
práctica contínua é sexualmente excitante, e naturalmente que o mesmo
acontece com o homossexual.
No entanto, daquilo que tenho visto, nem uma nem a outra produzem algum
tipo de cura. A minha mãe tornou-se lésbica porque foi abusada pelo pai
dela. O meu pai foi violado por um padre, e olhava para isso como o
único amor que ele alguma vez experimentou. Existem muito poucas
pessoas que são exclusivamente homossexuais, mas muito mais pessoas que
têm relacionamentos com pessoas de AMBOS os sexos, tal como aconteceu
com os meus pais e outras pessoas da minha família.
O que distingue a cultura homossexual da cultura heterossexual é a
crença de que o sexo em tenra idade é bom, e a firme certeza (e não
pensem por um segundo que eles NÃO sabem disto) de que a única forma de
criar outro homossexual é levar a que o rapaz tenha experiências
homossexuais ANTES dele ser "arruinado" pela atracção por uma rapariga.
Se por acaso vocês não vêem problemas com isto, e pode ser que isso
aconteça, isto é algo que têm que levar em consideração. Se por acaso
acham que estou errada, então isso é privilégio vosso, mas tomem
atenção para o VASTO número de histórias de abuso sexual E de
transgenerismo que aparecerão destes "casamentos" homossexuais. As
estatísticas em torno do abuso sexual que ocorre junto das crianças
criadas por homossexuais já são astronomicamente elevadas quando
comparadas com o que acontece com as crianças criadas por
heterossexuais.
Obviamente que a minha perspectiva é desconfortável para as pessoas
esquerdistas junto das quais fui criada: eu "tenho permissão" para ser
vítima de abuso por parte de ambos os pais, "tenho permissão" para ser
vítima de violência hedionda. Mas eu NÃO TENHO PERMISSÃO para culpar o
seu homossexualismo pela sua disposição em aceitar o sexo com todas as
pessoas de qualquer idade.
Mas nada disso me irá atrasar. Vou continuar a falar publicamente sobre
isto. Há já muito tempo que tenho ficada calada. O "casamento"
homossexual nada mais é que uma forma de gerar crianças à imagem dos
seus "pais", e dentro de 10 a 30 anos, os sobreviventes irão falar.
Até lá, eu vou falando.
Moira Greyland
-
http://wp.me/p2ENJm-qv
* * * * * * * * *
Sem dúvida que nenhum membro da comunidade homossexual terá forças para
a intimidar, especialmente se levarmos em contra tudo o que dois
membros dessa mesma comunidade já lhe fizeram (a mãe lésbica e
feminista Marion Zimmer Bradley e o pai homossexual condenado por
pedofilia Walter Breen). O que ela nos diz neste texto revela de forma
cabal o porquê dos casos de abuso de menores serem proporcionalmente e
estatisticamente mais elevados junto dos practicantes do homoerotismo.
Tenho a leve suspeição de que a revolta contra os homofascistas no
Ocidente fará com que até o Estado Islâmico pareça misericordioso.
Lembrem-se duma coisa: o pêndulo histórico volta SEMPRE para o seu
lugar inicial. Quando se tornar claro que a aceitação do
homossexualismo necessariamente exige a aceitação do abuso sexual
amplamente disseminado de crianças, não haverá misericórdia.
Existe um motivo bem sólido do porquê o homossexualismo ter sido historicamente categorizado dentro do "
Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais"; é uma desordem mental que tipicamente emana de algum tipo abuso infantil.
Isto não significa que todos os homossexuais são pessoas malignas ou
pessoas inclinadas a abusar de crianças. O que a senhorita Greyland
está a dizer é que eles são, de facto, vítimas inocentes,
independentemente do quão orgulhosos eles possam estar da sua
vitimização passada. Mas o facto permanece de que existe uma conexão
clara entre o abuso infantil e a desordem mental, e se por acaso não
concordam com isto, podem sempre falar com Moira Greyland, e dizer que
ela nada sabe do que fala.
Isto disponibiliza também uma resposta óbvia para todos aqueles que
perguntam "Porque é que tu és contra o casamento homossexual?" Porque
sou contra o abuso sexual de crianças. Se banir o "casamento"
homossexual salvar UMA SÓ criança de ser vítima de abuso sexual, então
isso é um imperativo moral.