Mostrar mensagens com a etiqueta Cão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cão. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Violência doméstica: Adolescente encomenda morte da mãe e pede para pouparem o cão

Uma rapariga de 16 anos foi detida no norte da Rússia sob a acusação de ter contratado um amigo para matar a mãe, tendo-lhe dado instruções específicas para não ferir o cão da família no acto.

A adolescente, cujo nome não foi revelado, pediu a um amigo na sua cidade natal de Vorkuta para matar a mãe, de 34 anos, pela modesta quantia de 14 mil rublos (cerca de 358 euros), disse um porta-voz do tribunal local.

A rapariga, uma caloira na faculdade de medicina local, estava constantemente a discutir com a mãe, que a proibiu de sair com rapazes, alegando que assim não iria estudar.

No entanto, o amigo denunciou-a à polícia, que a deteve quando esta lhe entregava as chaves de casa. A rapariga esperava que a mãe tivesse uma morte rápida e sem dor, disse o Ministério Público, acrescentando que ela pediu especificamente para que o cão da família não fosse ferido.

Além disso, chegou a considerar encomendar a morte do pai, um mineiro, mas não avançou porque o salário deste era a sua única fonte de rendimento.

A adolescente está agora presa e enfrenta uma pena de prisão até 13 anos, sob a acusação de encomendar um homicídio.

Fonte

* * * * * * *

Dificilmente se encontraria uma notícia com tanto esquerdismo em tão poucas linhas:

  • Destruição da família: rebelião contra os pais. Contratou amigo para matar a mãe; não aceitou a autoridade da mesma quando ela lhe proibiu os encontros românticos.
  • Ambientalismo radical: vida do cão vale mais que a vida humana.
  • Feminismo: Protecção do criminoso quando este é uma fêmea. Nome dela não foi revelado. Se fosse um homem, o nome certamente que seria revelado. Palpita-me que as feministas ucranianas FEMEN não irão falar muito neste assunto.
  • Manipulação psicológica feminina: usar o homem para levar a cabo a violência que ela queria. Convém levar isto em conta sempre que o lobby feminista afirmar que os "homens são mais violentos que as mulheres." A verdade dos factos é que muita da violência que o homem leva a cabo é motivada pelas mulheres.
  • Hipocrisia: a rapariga esperava uma morte rápida e sem dor para a sua mãe. Porquê? O que é pior: matar alguém ou causar-lhe dor?
  • Irrelevância da figura paterna: a importância do pai dependia do seu papel como provedor. Se esta adolescente tivesse outra forma de rendimento a vida dele teria sido incluída na "encomenda".




sábado, 24 de março de 2012

Pitbull ataca quatro polícias. Mulheres-polícia fazem-se notar pela ausência.

Os agentes preparavam-se para fazer uma detenção, quinta-feira, num bairro da capital britânica, quando foram atacados por um pitbull. Quatro ficaram em estado grave.

VEJA O VÍDEO.

O animal acabou por ser abatido, depois de morder as pernas e os braços de cinco polícias, três dos quais ainda se encontram hospitalizados. Um deles deverá precisar mesmo de um transplante de pele.

Segundo os moradores do bairro onde aconteceu o incidente, o cão "era perigoso" e já tinha atacado outro cão.

Os agentes feridos participavam na operação Big Wing, de localização de suspeitos de crime em Londres.


* * * * * * * * *

O filme é sempre o mesmo: quando há uma situação perigosa e problemática, as "mulheres-polícia" fazem-se notar pela sua desconcertante mas previsível ausência.

Aparentemente as vozes que tanto gritam pela "igualdade" no acesso aos escritórios arejados e confortáveis, perdem a vitalidade feminista quando chega a altura de se disponibilizarem para enfrentar terroristas, animais potencialmente perigosos e manifestações públicas que podem causar danos físicos.

Façam um pequeno exercício: sempre que virem uma situação que pode resultar em danos físicos para os policias, esforcem-se para encontrar as "mulheres-polícia".

Descubra o gato a mulher polícia.



No entanto, embora elas estejam universalmente protegidas deste tipo de situações, as feministas exigem que mulheres que não fazem o mesmo treino físico, que não são colocadas nas mesmas situações de perigo e que não produzem o mesmo que os homens, recebam exactamente o mesmo ordenado no final do mês.

É isto que as feministas qualificam de "igualdade": fazer menos que os homens mas receber o mesmo que os homens.

"Venham-me prender, feministas."


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT