Mostrar mensagens com a etiqueta Rothschild. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rothschild. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Rothschild exige que as nações ocidentais ataquem a Síria

Por Baxter Dmitry

Sir Evelyn de Rothschild apelou às nações ocidentais que se "unissem como um" como forma de "intervir" na Síria, derrubar Assad  e "trazer a Síria para o novo século". 

Descrevendo Assad como um "ditador brutal que tem que ser forçado a se ajoelhar" durante um discurso sombrio que ocorreu numa angariação de fundos no distrito financeiro da City de Londres, Rothschild exigiu que as nações ocidentais "derrubassem o regime de Assad" porque o mesmo está a "resistir à decência comum" e é uma ameaça aos nosso "valores corporativos".

Rothschild falou também do negócio familiar que teve origem quando cinco irmãos estabeleceram "o primeiro e o único sistema bancário verdadeiramente global", operando a partir de Londres, Paris, Viena, Nápoles e Frankfurt pouco antes do fim do século 19. Ele disse:

Estes cinco irmãos, trabalhando em conjunto como forma de partilhar informação e ideias, construíram um negócio extraordinário que superou limites e culturas.

Pouco depois de 200 anos mais tarde, estas ideias empresariais, que têm resistido ao tempo, encontram-se sob a ameaça de regimes despóticos que resistem à decência comum. Estes regimes são uma ameaça aos nossos valores internacionais e corporativos.


Sir Evelyn, um bilionário que se encontra casado com Lynn Forester de Rothschild, não explicou o porquê dos governos terem que seguir a sua exigência de mais guerras intervencionistas no Médio Oriente.

No entanto, já foi sugerido que ele está a advogar por uma invasão da Síria apenas e só porque esta nação é uma das cinco nações do mundo que não têm um banco central controlado pelos Rothschild.

No ano de 2000 existiam 8 nações que não tinham um banco central controlado pelos Rothschild, no entanto, o Iraque, a Líbia e o Afeganistão - depois da invasão levada a cabo pelas nações ocidentais - têm agora bancos centrais.

Será que a Síria será o próximo?

Fonte: http://bit.ly/2tAzoLT

* * * * * * *

Claro que o Médio Oriente tem outro regime controlado por ditadores que não parece estar sob ataques por parte de membros da família Rothschild. Porque será?

Oh, I see.
Enquanto as nações do médio Oriente (e do mundo) se sujeitarem ao dólar e aos Rothschild, os mesmos não serão alvos de ataques por parte do exército dos globalistas (o exército Americano). 

Quando, por outro lado, uma nação (como a Hungria ou a Rússia ou a Polónia) rejeita partes importantes da agenda globalista (tal como a invasão islâmica), a mesma é alvo de ataques pelos globalistas e por parte das agências "noticiosas"  por eles controladas.

A Líbia, embora longe dos padrões de alguns países Europeus, era um país relativamente estável e próspero. Mas, como a sua economia não estava totalmente sob o controle dos globalistas, os globalistas resolveram trazer a "democracia" até lá. E hoje, a Líbia é um país destruído, mas controlado e subjugado

Pelo menos têm "democracia"
------------------------------


- Minds.com
- Gab.ai
- Medium.com

domingo, 11 de junho de 2017

Estado Islâmico "aparece" nas Filipinas depois de Duterte se opôr aos banqueiros internacionais

Por Shepard Ambellas

A cidade Filipina com o nome de Marawi encontra-se actualmente sob ataque por parte do Estado Islâmico, e os militantes levantaram a sua bandeira sobre a cidade à medida que os soldados governamentais, a polícia, e os pessoas do público em geral lutam até à morte. Os militantes raptaram um padre Católico e dezenas de congregantes à medida que varriam a cidade, destruindo e queimando quase tudo o que se cruzava no seu caminho.

O chefe policial foi decapitado pelos extremistas Islâmicos depois de ter sido parado num ponto de controle. Em resposta ao cerco, o presidente Filipino Rodrigo Duterte declarou a lei marcial na zona de Mindanao durante os próximos 60 dias à medida que se espera que a batalha intensifique.

A invasão do Estado Islâmico chega depois do Presidente Duterte ter-se comprometido em Abril último a "erradicar todos os traços da criminalidade financeira dos Rothschild" do país depois de ter anunciado que não se irá mais sujeitar à chantagem financeira dos Estados Unidos ou dos Rothschilds. Eis o que reporta a Your News:

O presidente, que alega ter morto com as suas próprias mãos líderes de cartéis, não é pessoa que se deixa intimidar, e está agora determinado a colocar um ponto final na corrupção financeira que assola o seu país, prometendo "expulsá-los como abutres que são".

A "Asian Banking & Finance" reportou em Fevereiro último como os Rothschild haviam planeado estabelecerem-se nas Filipinas como forma de entrarem na região:

Na Ásia, os Rothschilds levam a cabo investimento bancário, banca privada, e serviços que envolvem capital de risco. Os Rothschilds colocaram os seus olhos sobre as Filipinas devido ao aumento do número de abastados no país.

A "Rothschild Singapore Ltd" recebeu permissão governamental para estabelecer agência representativa nas Filipinas, e ela irá adoptar o nome "Rothschild (Singapore) Ltd, Philippines".

O "Bangko ng Pilipinas", o banco central, afirmou que a agência se irá limitar a funções promocionais. No entanto, as agências representativas há muito que são usadas pelos bancos como precursores do estabelecimento de operações bancárias num país.

A "Rothschild Singapore" buscou autorização pela primeira vez (para fundar uma agência representativa) em Janeiro de 2011 o que foi visto como um voto de confiança para o potencial de gestão de riqueza nas Fiipinas.

Actualmente, só existem 3 países no mundo que ainda não se encontram subjugadas ao sistema bancário dos Rothschild:
1. Cuba
2. Coreia do Norte
3. Irão.
Para além disto, Duterte afirmou no Outono do ano passado que o ex-presidente Barack Obama é "um filho da p---", o que pode ter atraído mais animosidade contra ele.

Como consequência da violência levada a cabo pelo Estado Islâmico, o Presidente Duterte regressou mais cedo de Moscovo onde ele pediu um ligeiro empréstimo aos Russos como forma de comprar material bélico pesado mais moderno.

"Tenho que comprar [armas], portanto se você me puder disponibilizar um pequeno empréstimo," disse o Presidente Duterte a Vladimir Putin, que acenou a cabeça em concordância no encontro de Terça-Feira.

Duterte disse que as armas que ele encomendou aos Estados Unidos são de inferior qualidade que as armas do Estado Islâmico , e que ele preciso de poder de fogo para lidar com os extremistas. (...)

Fonte: http://bit.ly/2ruA6e0

* * * * * * *

Mais uma vez se confirma o ditado: "all war are banker wars". Todas as guerras são causadas pelos banqueiros. E note-se em quem concorda com esta frase:


O "Estado Islâmico" é um grupo terrorista composto por homens de várias nações, criado, financiado e defendido pelos globalistas como forma de os usar contra países que não se alinham com a vontade do bloco Anglo-Sionista. Por isso é que o "Estado Islâmico" só está activo em países que estão a agir contra a vontade desse dito bloco.

Soubemos há pouco tempo que o "Estado Islâmico" supostamente levou a cabo um ataque terrorista no Irão, mas, por exemplo, Israel, alegado "inimigo morta do islão", nunca foi alvo de ataques por parte do Estado Islâmico.

Nem Israel, nem a Arábia Saudita e nem qualquer país que esteja a adoptar comportamentos aprovados pela elite globalista será alguma vez alvo de ataques por parte do "Estado Islâmico" (a menos que tal ataque tenha como propósito uma militarização ainda maior da sociedade, como está a acontecer na Europa onde após cada ataque terrorista as elites "pensantes" avançam com mais polícias nas ruas como se isso fosse resolver o terrorismo islâmico).

(ACTUALIZAÇÃO)

Vasculhando pelo Mindsvi algo que se ajusta na perfeição ao que se sabe sobre os globalistas


...
Depois do Facebook ter apagado várias contas minhas (o que causou a perda da primeira página "Perigo Islâmico" que tinha, por essa altura, mais de 30,000 seguidores), irei gradualmente cortar com o uso dessa rede social totalmente globalista.  Devido a isso, este blogue vai continuar com a sua actividade normal (mas com mais posts), mas em vez de publicitar os posts no Facebook, os mesmos serão publicitados nos sítios linkados a seguir:


https://www.minds.com/LucasViriato https://gab.ai/LucasViriato || https://medium.com/@LucasViriato 

sábado, 29 de agosto de 2015

A Reserva Federal e a lista de presidentes assassinados

Por "Humans are Free"

No dia 4 de Junho de 1963, foi assinado um decreto Presidencial virtualmente desconhecido, a Ordem Executiva 11,110, com o poder de retirar ao Banco Rothschild o seu poder de emprestar,  com juros, dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos. Com uma simples assinatura, o Presidente Kennedy declarou que o banco privado com o nome de Reserva Federal, pertencente aos Rothschild, estaria brevemente fora de serviço.

A instituição com o nome de "Christian Law Fellowship" pesquisou de modo exaustivo este assunto dentro do Registo Federal e também dentro da Livraria do Congresso. Hoje podemos dizer com toda a segurança que esta Ordem Executiva nunca foi repelida, alterada, ou suplantada por uma Ordem Executiva posterior. Dito de forma simples, a Ordem Executiva 11110 ainda está válida.

Quando o Presidente John Fitzgerald Kennedy assinou este Ordem, devolveu ao governo federal dos Estados Unidos - especificamente ao Departamento do Tesouro - o poder Constitucional de criar e emitir a moeda - dinheiro - sem passar pelo privado Banco da Reserva Federal dos Rothschild.

A Reserva Federal

Um mito com o qual vivem os Americanos é a charada com o nome de "Reserva Federal". Para muitos é um choque descobrir que esta instituição não é uma agência do Governo dos Estados Unidos. O nome "Reserva Federal" foi criado para enganar, e ainda o faz; este banco não é federal e nem é propriedade do governo, mas é sim [um banco] privado.

Ele paga o seu próprio porte postal tal como qualquer outra companhia. Os seus empregados não se encontram dentro do serviço civil. A sua propriedade privada é mantida sob acções privadas, e encontra-se sujeito à tributação local. Como se sabe, o património governamental não está sujeito à tributação.

Este banco é um engenho que criou uma inimaginável fortuna privada, até mesmo para os financeiramente sofisticados. Ele permitiu que a elite imperial manipulasse a nossa economia em favor da sua agenda, e usasse o governo como executor dessa agenda. Essa elite controla os tempos, dita as regras dos negócios, afecta as nossas casas e virtualmente tudo aquilo que nos interessa.

É preciso muita força para manter um império, e este caso não é diferente. Os motivos de preocupação da liderança da "Reserva Federal" e dos seus benfeitores secretos parecem estar mais além da moeda e das taxas de juro.

Ordem Executiva 11,110

A Ordem Executiva 11,110 do Presidente Kennedy deu ao Departamento de Tesouro a autoridade explícita: "para emitir certificados de prata em troca de qualquer lingote de prata, ou dólares de prata padrões do Tesouro." Isto significa que para cada onça de prata dentro dos cofres do Departamento de Tesouro dos EUA, o governo poderia introduzir dinheiro novo em circulação tendo como base o lingote de prata fisicamente mantido lá.

Como resultado, mais de 4 mil milhões de Notas dos Estados Unidos foram colocadas em circulação com as denominações de $2 e $5. As denominações $10 e $20 das Notas dos Estados Unidos nunca chegaram a estar em circulação mas estavam a ser impressas quando Kennedy foi assassinado.

Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva Federal que estavam a ser usadas como a alegada moeda legal, eram contrários à Constituição dos Estados Unidos. Foram emitidas "Notas dos Estados Unidos" como a moeda livre de juros e de dívida suportadas pelas reservas de prata no Tesouro dos Estados Unidos.

Fizemos uma comparação entre as "Notas da Reserva Federal" emitidas pelo banco central privado dos Estados Unidos (o Banco da Reserva Federal, isto é, o Sistema da Reserva Federal) com uma "Nota dos Estados Unidos" do Tesouro. Americanos, emitidas pela Ordem Executiva do Presidente Kennedy.

Elas são muito parecidas, excepto que uma diz "Federal Reserve Note" na parte superior enquanto que a outra diz "Unites States Note". Para além disso, a Nota da Reserva Federal tem um selo verde e um número de série enquanto que a Nota dos Estados Unidos tem um selo vermelho e um número de série.

O Presidente Kennedy foi assassinado no dia 22 de Novembro de 1963, e as Notas dos Estados Unidos foram imediatamente retiradas de circulação, e as Notas da Reserva Federal continuara a ser a moeda oficial da nação. Segundo os Serviços Secretos dos Estados Unidos, 99% de todo o papel "moeda" em circulação em 1999 eram Notas da Reserva Federal.

Kennedy sabia também que se as Notas dos Estados Unidos fossem amplamente circuladas, elas iriam eliminar a demanda pelas Notas da Reserva Federal. Isto é um assunto económico simples. As USN [United State Notes] estavam suportadas pela prata enquanto que as FRN [Federal Reserve Notes] não se encontravam suportadas por nada de valor intrínseco.

A Ordem Executiva 11,110 deveria ter impedido que a dívida nacional atingisse o seu nível actual (virtualmente toda a dívida de $9 triliões de dívida federal foi criado desde 1963) se LBJ ou qualquer Presidente subsequente tivesse a tivesse executado.

Essa mesma Ordem teria permitido que o Governo dos Estados Unidos tivesse a habilidade para pagar a sua dívida sem recorrer aos Bancos da Reserva Federal e sem ser cobrado com  juros por criar novo "dinheiro". A Ordem Executiva 11,110 deu aos Estados Unidos, mais uma vez, a habilidade de criar o seu dinheiro suportado pela prata e por bens com algum valor.

Mais uma vez, e segundo a nossa pesquisa, apenas cinco meses depois de Kennedy ter sido assassinado, nunca mais foram emitidos "Silver Certificates" da Série 1958 e eles foram subsequentemente retirados de circulação. É provável que o assassinato de Kennedy tenha sido um aviso para os presidentes futuros para que estes não interferissem com o controle que o Banco da Reserva Federal dos Rothschild tem sobre a emissão de dinheiro.

É bem evidente que o Presidente Kennedy desafiou os "poderes que existem por trás dos Estados Unidos e do mundo da finança".

No dia 22 de Novembro de 1963 foi morto em Dallas, Texas, em circunstâncias extremamente estranhas. Phyllis Hall, enfermeira que fez parte das tentativas desesperadas que foram tomadas para salvar a vida do Presidente John F. Kennedy depois dele ter sido assassinado, alegou que ele foi atingido por "uma bala misteriosa". Existem também evidências fortes do envolvimento de Lyndon B. Johnson (o Presidente Americano que se seguiu) na conspiração de assassinato.

Lista de Presidentes assassinados

Abraham Lincoln trabalhou de forma valente para impedir que os Rothschilds se envolvessem no financiamento da Guerra Civil. Curiosamente, foi o Czar da Rússia que disponibilizou a assistência necessária contra os Britânicos e os Franceses, que se encontravam entre as forças motoras por trás da secessão do Sul e o seu posterior financiamento. A Rússia interveio ao disponibilizar forças navais para o bloqueio da União sobre o Sul em águas Europeias, e ao deixar bem notório para os dois países que se eles tentassem juntar-se `confederação com forças militares, teriam que ir para a guerra com a Rússia também.

Os interesses dos Rothschild foram mais tarde bem sucedidos através do seu agente Salmon P. Chase, Secretário do Tesouro, ao forçar um projecto de lei (o National Banking Act) pelo Congresso, criando o banco central fretado federalmente que tinha o poder de emitir Notas Americanas. Mais tarde, Lincoln avisou o povo Americano:

Os poderes financeiros predam sobre a nação em tempos de paz e conspiram contra a mesma em tempos de adversidade. Eles são mais despóticos que a monarquia, mais insolentes que a autocracia, mais egoístas que a burocracia. Vejo num futuro próximo o aproximar duma crise que me enerva, e causa a que trema pela segurança do meu país. As corporações foram entronizadas, uma era de corrupção se seguirá, e os poderes financeiros do país esforçar-se-ão para prolongar o seu reinado, trabalhando nos preconceitos das pessoas até que a riqueza seja acumulada em poucas mãos e a república seja destruída.

Lincoln continuou a luta contra o banco central, e algumas pessoas acreditam agora que foi o seu sucesso antecipado em influenciar o Congresso para limitar o Banco dos Estados Unidos só para os anos de guerra, que foi o factor motivador por trás do seu assassinato.

Nasce o mito do assassino solitário

Pesquisadores modernos descobriram evidências duma gigantesca conspiração que une as partes que se seguem com o Banco dos Rothschild: O Secretário de Guerra Edwin Stanton, John Wilkes Booth, os seus 8 co-conspiradores, e mais de 70 oficiais governamentais e homens de negócios envolvidos na conspiração.

Quando o diário de Booth foi descoberto pelas tropas de Stanton, o mesmo foi entregue a Stanton. Mais tarde, quando o mesmo foi tornado público durante as investigações, 18 páginas haviam sido arrancadas. Estas páginas, contendo os nomes citados em cima, foram mais tarde descobertos num sótão dum dos descendentes de Stanton.

Dentro da mala de Booth foi encontrado um código que o ligou directamente a Judah P. Benjamin, o gerente de campanha da Guerra Civil no Sul para a Casa dos Rothschild. Quando a guerra acabou, o chave do código foi encontrado na posse de Benjamin.

O assassino, caracterizado como um perturbado atirador solitário com uns poucos amigos radicais, escapou através de única ponte em Washington que não estava guardada pelas tropas de Stanton. "Booth" foi localizado, escondido numa celeiro perto de Por Royal, na Virgina, três dias depois de ter escapado de Washington. Ele foi baleado por um soldado chamado Boston Corbett que disparou sem receber ordens.

Ainda é um ponto de discussão se o homem morto era ou não Booth, mas o facto permanece que, quem que que ele tenha sido, ele não teve a oportunidade de se identificar. Foi o Secretário de Guerra Edwin Stanton que fez a identificação final. Algumas pessoas acreditam que foi usado um joguete e que o verdadeiro John Wilkes Booth escapou com a assistência de Stanton.

Mary Todd Lincoln, quando ficou a saber que o seu marido havia sido assassinado, começou a gritar, "Ó, aquela casa ["House"] maldita!" Os historiadores antigos eram de opinião que esta reacção espontânea era referência à Casa Branca, Actualmente, alguns acreditam que ela era dirigida a Thomas W. House, um "gun runner", financiador, e agente dos Rothschild durante a Guerra Civil, e um pessoa que se encontrava associado aos interesses anti-Lincoln e pró-banqueiros.

Andrew Jackson

Andrew Jackson foi o primeiro Presidente a oeste dos Apalaches, e ele foi único no seu tempo ao ser eleito pelos votantes sem qualquer apoio directo duma organização política. Ele vetou a renovação da Carta para o Banco dos Estados Unidos no dia 10 de Julho de 1832. Em 1835, o Presidente Jackson declarou o seu desdém pelos banqueiros internacionais:

Vocês são um antro de víboras. Quero-vos expulsar daqui, e juro pelo Deus Eterno que vos irei expulsar. Se as pessoas ao menos entendessem a total injustiça do nosso dinheiro e do nosso sistema bancário, haveria uma revolução antes do amanhecer.

Depois disto, seguiu-se uma tentativa de assassinato fracassa contra vida do Presidente Jackson, que mais tarde disseo ao seu vice-presidente Martin Van Buren:

O banco, Sr Van Buren, está a tentar matar-me.

Será que este foi o princípio dum padrão de intriga que iria assolar a própria Casa Branca durante as décadas que se seguiriam? Será que a sua morte, e a de Lincoln, estão unidas por um fio invisível aos banqueiros internacionais?

James Garfield

O Presidente James Abram Garfield, o nosso 20º Presidente, havia sido previamente Presidente da "House Commitee on Appropriations" e era perito em assuntos fiscais. (Depois da sua eleição, e entre outras coisas, ele nomeou dois colectores aduaneiros pouco populares para Nova York, o que causou a que dois senadores de Nova York - Roscoe Conkling e Thomas Platt - abdicassem dos seus assentos).

O Presidente Garfield declarou abertamente que quem quer que controlasse a oferta de moeda, iria controlar a vida empresarial e as actividades de todas as pessoas. Depois de apenas 4 meses como Presidente, o Presidente Garlfied foi baleado numa estação ferroviária no dia 2 de Julho de 1881. Mas uma coincidência.

O rasto de sangue continua

Durante os anos 70 e 80, o Congressista Larry P. McDonald liderou os esforços para se expor as fortalezas ocultas e as intenções dos interesses da banca internacional. Os seus esforços terminaram no dia 31 de Agosto de 1983 quando ele foi morto no momento em que o avião da Korean Airlines 007 dentro do qual ele se encontrava foi "acidentalmente" atingido quando se encontrava no espaço aéreo Soviético. Mias uma estranha coincidência.

O Senador John Heinz e o antigo Senador John Tower haviam feito parte de poderosos comités Senatorias bancários e financeiros, e eram críticos abertos da Reserva Federal e da "Eastern Establishment". No dia 4 de Abril de 1991, o Senador John Hein morreu num acidente de avião perto de Filadélfia. No dia seguinte, 5 de Abril de 1991, o antigo Senador John Tower foi morreu também num acidente de avião.

As coincidências não têm fim.

As tentativas de se auditar a Reserva Federal continuam a ser mal sucedidas. É virtualmente impossível gerar algum tipo de apoio para qualquer assunto que tem o benefício do blackout mediático. (A bizarra mas trágica realidade do povo Americano ter instituições mediáticas geridas e controladas é tópico para outra discussão).

Início da série

Durante vários anos, vários autores tentaram soar o alarme em relação à existência dum "governo sombra" que de facto governa a América. A maior parte das pessoas rejeitou estas "teorias da conspiração" e qualificou-as de extremistas e pouco realistas. No entanto, quando eu tive a oportunidade de almoçar com Otto von Habsburg, membro do Parlamento Europeu, ele fez duas declarações que cativaram a minha atenção. A primeiro foi:

A ignorância da América é sobrepujante

De facto, o contraste entre a consciência geral dos assuntos do mundo entre o Americano comum e o Europeu comum é espantoso.

Foi a segunda observação que realmente me provocou:

A concentração de poder na América é assustadora.

Como um executivo-sénior razoavelmente circunspecto, tendo passado três décadas dentro da finança internacional, e tendo visto a América como uma democracia representativa com base alargada, as suas observações chocaram-me, e isso motivou-me a fazer mais trabalho de casa. Os resultados dos meus inquéritos são perturbadores. 


(...)



sábado, 6 de junho de 2015

Marxismo Cultural: gerindo a quinta de formigas.

Por Anthony Migchels

Karl Marx sabia que estava condenado: 
‘Thus heaven I’ve forfeited / know it full well. 
My soul, once true to God, / is chosen for hell.’ *
(Esta tristeza profunda prolifera actualmente na destruição das vidas de milhões de pessoas sob o nome de "progresso".)

Moses Mordecai Marx Levi (‘Karl Marx’) foi um escritor-fantasma para os Rothschild. O Marxismo é oposição controlada contra o Capitalismo, criando o que se tornaria na dialéctica clássica Capitalismo vs Marxismo que a elite usa para que se chegue ao Governo Mundial através dum conflicto controlado.

O propósito do Marxismo é transferir o Monopólio Capitalista para as mãos do Estado, alegando que isto irá colocar um ponto final na Plutocracia, mas "ignorando" o facto do Estado estar e sempre ter estado nas mãos da tal Plutocracia. Na dialéctica, ambos os "protagonistas" têm atributos ocultos em comum, e tanto o Capitalismo como o Marxismo são Monopólios Materialistas Sem-Deus.

Do ponto de vista económico, Marx conseguiu esconder o facto do Capitalismo ser Usura e Comércio Bancário. Ele promoveu a ideia duma amorfa classe Capitalista, escondendo o facto da Finança (Usura) dominar de igual modo sobre o Comércio, sobre a Indústria, sobre a Terra e sobre o Trabalho. Naturalmente que um pequeno comerciante tem mais em comum com o operário do que com o banqueiro. 

No Ocidente, a implementação do Marxismo simplesmente não era uma opção e como tal, os seus estrategistas tomaram a decisão de, primeiro, subverter a sociedade antes de consolidar tudo num Estado Marxista Global. Consequentemente, o Marxismo transformou-se em Marxismo Cultural, encabeçado pela Frankfurter Schule.

Eles começaram a subverter tudo: a arte moderna, por exemplo, passou a ser um total lixo desalmado, algo totalmente diferente da maravilhosa e inspiradora arte dos anos 1800 e antes. Este ataque à estética degrada o nosso sentido do belo e reduz a nossa capacidade de distinguir o impróprio do inspirador.

Pior ainda, eles inventaram o Feminismo, mudando o problema da Plutocracia para o Patriarcado e colocando as mulheres [brancas] contra os homens [brancos]. O propósito principal é destruir a família, isolar os indivíduos, tornando-os mais vulneráveis ao controle top-down. Isto foi um sucesso total, visto que actualmente temos uma taxa de divórcio na ordem dos 50% e todos os anos há cada vez menos pessoas a casarem-se.

O Homolobby também faz parte disto tudo, visto que a sua agenda é a "emancipação sexual" - um excelente exemplo do aprisionamento das pessoas ao desejo sexual em vez de as inspirar a superá-los. O Feminismo, o Homolobby, a Pornografia e a "Emancipação" são UM, e eles têm um outro efeito-chave: assassinar a fertilidade. As taxas de fertilidade no Ocidente mal são suficientes para manter a população actual, e isto ajuda a agenda de despovoamento.

O outro lado desta moeda é a Imigração em Massa - substituindo os Brancos nas suas terras ancestrais. A Imigração em Massa é vendida como Multiculturalismo, que também faz parte do Marxismo Cultural. Todos estes lobbies têm os seus próprios rótulos "misógino", "homofóbico", "racista". Estes rótulos lucram com o sucesso do maior de todos os rótulos: "anti-semita".

Estes rótulos têm como propósito envergonhar e silenciar as vozes dissidentes, e colocar um ponto final no pensamento crítico e no ouvido atento por parte dos membros do lobby quando se deparam com um argumento coerente ("ah, ele é um misógino!") Isto fomenta um esprit de corps junto dos membros do lobby, baseado no vitimismo e no medo dos "racistas", etc.

A conexão com o rótulo anti-semita não é coincidência visto que todos estes lobbies, espalhados por todo o mundo, encontram-se dominados por Judeus. Tal como o mundo da Banca.

[ed: Em relação a este ponto, o Judeu Ben Shapiro diz: "A questão que mais me fazem, graças ao meu kippa, é o porquê dos Judeus votarem na Esquerda. A resposta é simples: a maior parte dos Judeus não se preocupa com o Judaísmo e nem com Israel. Eles preocupam-se com o esquerdismo secular, que é a sua religião.".]

 O ponto-chave a entender é que todos estes lobbies "protegem" as "minorias", alegando que elas são "oprimidas", mas na verdade, o que se passa é que a maioria está a ser alvo dum ataque. Por exemplo, as árvores de Natal são vistas como "não-inclusivas" só porque alguns poucos Judeus e muçulmanos podem achar isso "ofensivo".

Esta é a mentira por trás da "tolerância": só há tolerância para as minorias, e há tolerância zero para com a maioria, de quem se espera que saia do seu lugar e o dê aos outros. E desta forma, os Banqueiros dividem e conquistam à medida que caminhamos para o Governo Mundial.


(As mulheres, devido à sua natureza, são mais vulneráveis a histórias comoventes em torno de "vítimas" e são muito mais susceptíveis de ver o Irmão Grande como família. As mulheres  adultas da foto de cima beberam todas as mentiras com paixão, traíram os seus maridos e os votos matrimoniais ("divorciaram-se"), roubaram as crianças aos seus pais, e estão a agora a viver juntas como lésbicas. A maior parte das pessoas que olha para estas coisas assume que eles se estão a divertir, e poucos se apercebem que os pais estão em falta. E poucas pessoas pensam no que é que eles podem estar a sentir em relação a isto. O rapaz protege os seus genitais como um esforço fútil de resistir à emasculação)

- http://wp.me/pHHUn-13b.

* "E desde logo o céu perdi, e eu sei bem. A minha alma, a dada altura fiel a Deus, está escolhida para o inferno."



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A Casa dos Rothschild

Por Dean Henderson

No início do século 17, a família Rothschild aliou-se à Casa Holandesa de Orange para fundar o Banco de Amesterdão como o primeiro banco central privado do mundo. O Príncipe William de Orange casou-se para dentro da Casa Inglesa de Windsor, tomando a filha do Rei James II, Mary, como sua noiva. A Orange Order Brotherhood, que mais recentemente fomentou a revolta Protestante na Irlanda do Norte, colocou William III no trono Inglês onde ele governou tanto a Holanda como a Grã-Bretanha. Em 1694 William III aliou-se com os Rothschilds para dar início ao Banco de Inglaterra.

A Old Lady of Threadneedle Street - tal como o Banco de Inglaterra é conhecido - encontra-se rodeado por paredes com 9 metros de espessura. Três andares mais abaixo encontra-se a terceira maior reserva de barras de ouro. A maior reserva encontra-se por baixo do Banco da Reserva Federal de New York (controlado pelos Rothschild). Segundo o excelente filme "The Money Masters", a maior parte deste ouro foi confiscado de dentro dos agora-vazios cofres de Fort Knox como garantia de obrigações de dívida dos EUA às Oito Famílias que controlam o Banco da Reserva Federal.

A máfia financeira consolidou o seu controle sobre a reserva de ouro do mundo quando +/- 5 670.000.000 toneladas de ouro pertencentes ao Bank of Nova Scotia foi recuperado por debaixo da carnificina do World Trade Center. Um dia depois do 1 de Novembro de 2011, o o Mayor de New York Rudy Guliani despediu centenas de membros duma equipa de resgate que se encontrava no Ground Zero. Pouco tempo depois, ele foi nobilitado pela Rainha Isabel e nomeado "Homem do Ano" pela revista Time.

A "fixação" do [preço do] ouro diária em Londres ocorre no N. M. Rothschild Bank na City de Londres. Aqui, todas as manhãs, cinco bancos com ligações às Oito Famílias unilateralmente decidem o qual será o preço do ouro. A subsidiária Kleinwort Benson’s Sharps Pixley é uma das cinco empresas, e outra é a Mocatta Metals. Esta última é maioritariamente posse do Banco Standard Chartered - fundado pelo globalista Cecil Rhodes - cuja agência bancária do Dubai disponibilizou a Mohammed Atta o financiamento que ele precisou para levar a cabo a operação di dia 11 de Setembro de 2001.

Segundo dito pelo MP [Membro do Parlamento] Britânico Michael Meacher, num artigo para o The Guardian, Omar Saeed Sheikh - o homem que decapitou o jornalista Americano Daniel Pearl em 2002 - era um agente do MI-6. Ele afirma que foi Sheikh - a pedido do General Paquistanês do ISI [serviços secretos paquistaneses] Mahmood Ahmed - quem arranjou $100,000 para Mohammed Atta, provenientes da agência bancária no Dubai do banco Standard Chartered. A alegação de Meacher foi confirmada por Dennis Lomel - director do FBI para crimes financeiros - e por um artigo do dia 11 de Outubro de 2001 presente no The Times da Índia.

A Mocatta Metals é também um dos canais favoritos para o financiamento da Mossad.

Samuel Montagu, subsidiária do Midland Bank é o terceiro banco "fixador" do preço de ouro em Londres. Em 1999, Midland, com sede no Panamá - cheio de dinheiro proveniente da cocaína - foi comprada pela oligarquia Britânica  - controlada pelo HSBC- a antiga Hong Kong Shanghai Bank Corporation, onde ocorre lavagem de ópio e é actualmente o segundo maior banco do mundo. Midland está parciamente na posse da monarquia al-Sabah do Kuwait.

Os outros dois bancos que também estabelecem o preço do ouro são o Johnson Matthey e o N. M. Rothschild, ambos com conselhos-administrativos comuns com a  Anglo-American e o HSBC. A Anglo-American é a terceira maior empresa de mineiração e é controlada pelos Rothschilds e pela família Sul-Africana Oppenheimer. Esta última família é dona tanto da Engelhardt - que está practicamente na posse dum monopólio na refinição de ouro mundial - como também do monopólio de diamantes da DeBeers. O actual presidente da De Beers é Nicky Oppenheimer e em 1994 a sua empresa foi indiciada pelo Departamento de Justiça dos EU por "fixar preços". Até ao dia de hoje, os oficiais desta companhia não entram nos EUA temendo serem presos pelas autoridades Americanas.

Os Rothschilds controlam também a BHP Billiton e o Rio Tinto - as duas maiores empresas mineradoras - como também a Royal Dutch/Shell, BP e o Bank of America. Tal como afirmou George Blunden, Vice-Governador do Bank of England"O medo é o que faz com que o poder dos bancos tão aceitável. O banco é capaz de exercer a sua influência quando as pessoas estão dependentes de nós e temem perder os seus privilégios ou quando estão assustadas."

Mayer Amschel Rothschild vendeu mercenários Alemães do Hesse ao Governo Britânico como forma de combater os revolucionários Americanos, desviando o procedente para o seu irmão, Nathan em Londres onde o N.M. (Nathan e Mayer) Rothschild & Sons foi estabelecido. Mayer era um sério estudante da Cabala e deu início à sua fortuna com dinheiro desviado de William IX - administrador real da região Hesse-Kassel e um proeminente Maçom.

A Barings (controlada pelos Rothshild) financiou o comércio de ópio Chinês, o comércio de escravos Africanos, deu início à Compra do Louisiana. Quando vários estados falharam os pagamentos dos seus empréstimos, a Barings subornou Daniel Webster de modo a que ele fizesse referência às virtudes de se pagarem os empréstimos nos seus discursos; mas mesmo assim os estados permaneceram firmes; como tal, em 1842 a Casa Rothschild fechou a torneira dos empréstimos, mergulhando os Estados Unidos numa profunda depressão

Foi dito com frequência que a riqueza dos Rothschilds depende da bancarrota das nações. A certa altura, Mayer Amschel Rothschild chegou a dizer:

Não me interessa quem controla os assuntos políticos dum país, desde que eu controle a moeda.

Lucrando com o conflicto.

A guerra aumentou também a fortuna da família. A Casa Rothschild financiou a Guerra Prussiana, a Guerra da Crimeia, e a tentativa Britânica de tomar posse do Canal do Suez aos Franceses. Nathan Rothschild fez uma enorme aposta financeira em Napoleão na Batalha de Waterloo ao mesmo tempo que financiava a campanha peninsular do Duque de Wellington contra Napoleão. Tanto a Guerra Mexicana como a Guerra Civil Americana foram minas de ouro para a família Rothschild.

Uma biografia em torno da família Rothschild menciona um encontro Londrino onde "um sindicato bancário internacional" tomou a decisão de colocar o Norte dos Estados Unidos contra o Sul, como parte da estratégia "dividir e conquistar" O Chanceler Alemão Otto von Bismarck disse:

A divisão dos Estados Unidos em federações com força igual foi decidido muito antes da Guerra Civil. Estes banqueiros temiam que os Estados Unidos.... fossem perturbar o seu domínio financeiro sobre o mundo. A voz dos Rothschild prevaleceu.

Derek Wilson, biógrafo dos Rothschild, disse que a família foi a banqueira oficial Europeia do governo dos Estados Unidos através do precursor da Reserva Federal, o Banco dos Estados Unidos. Niall Ferguson, biógrafo familiar, nota "uma falha substancial e inexplicável" na correspondência dos Rothschild entre 1954 a 1850. Ele diz que as cópias das cartas enviadas pelos Rothschilds Londrinos, escritas durante o período da Guerra Civil, "foram destruídas após ordens dos sucessivos parceiros".

Caricatura Inglesa
No ponto mais alto da Guerra Civil Americana, tropas Francesas e Inglesas haviam rodeado os Estados Unidos.

Os Britânicos enviaram 11,000 tropas para o Canadá (controlado pela Coroa), o que deu refúgio aos agentes da Confederação. Napoleão III da França instalou o Arquiduque Maximiliano (membro da família Austriaca Habsburgo) como imperador-fantoche no México, onde as tropas Francesas se reuniram na fronteira com o Texas.

Só na 11ª hora, em 1863, é que um envio de dois navios de guerra Russos por parte do Czar Alexandre II salvou os Estados Unidos duma re-colonização. Nesse mesmo ano, o Chicago Tribune escreveu de forma contundente, "Belmont (August Belmont era um agente dos Rothschild Americanos, e tinha um cavalo Triple Crown nomeado em sua honra) e os Rothschild... que têm estado a comprar os títulos [bancários] de guerra dos confederados".

O Presidente Abraham Lincoln - agora bem ciente do plano do Banco dos Estados Unidos controlado pelas Oito Famílias - contrariou os banqueiros internacionais emitindo Greenbacks do US Treasury. Os banqueiros de Londres ficaram furiosos. Salmon Rothschild falou de forma depreciativa do Presidente dos Estados Unidos da seguinte forma:

Ele rejeita todo o tipo de acordo. Ele tem a aparência dum camponês e só consegue contar histórias de bar.

Lincoln foi pouco depois assassinado por John Wilkes Booth, que foi rapidamente retirado do Teatro Ford por membros duma sociedade secreta com o nome de Knights of the Golden Circle. A neta de Booth escreveu mais tarde This One Mad Act, onde ela detalha os contactos que Booth teve com "Europeus misteriosos" pouco antes do assassinato de Lincoln.

O Barão Jacob Rothschild tinha a mesma opinião dos cidadãos Americanos. A dada altura ele comentou com o Ministro Americano para a Bélgica Henry Sanford sobre o meio milhão de Americanos que morreu durante a Guerra Civil:

Quando o paciente está desesperadamente doente, tentamos medidas desesperadas, até uma sangria.

Salmon e Jacob apenas estavam a continuar com a tradição familiar. Algumas gerações antes, Mayer Amschel Rothschild gabou-se da sua estratégia de investimento:

Quando as estradas de Paris estão cheias de sangue, eu compro.

As Famílias

Os filhos de Mayer Rothschild eram conhecidos como "Os Cinco de Frankfurt". Amschel dirigia o banco familiar de Frankfurt com o seu pai, ao mesmo tempo que Nathan dirigia as operações em Londres. O seu filho mais novo Jacob abriu uma loja em Paris enquanto Salomon dirigia uma filial em Viena e Karl dirigia a filial em Nápoles. O autor Frederick Morton estimou que por volta de 1859 os Rothschilds valiam mais de $10 mil milhões. A velha máxima "dinheiro gera dinheiro" certamente que se aplica. Pesquisadores acreditam que a fortuna actual dos Rothschild excede os $100 trilhões.

Os Warburgs, os Kuhn Loebs, os Goldman Sachs, os Schiffs e os Rothschilds levaram a cabo casamentos entre si, criando uma feliz família banqueira. A família Warburg  - que controla o Deutsche Bank e o Banque Paribas - deram o nó com os Rothschilds em 1814 (em Hamburgo), enquanto que a "powerhouse" do grupo Kuhn Loeb Jacob Schiff partilhava as instalações com os Rothschilds em 1785. Schiff imigrou para a América em 1865, juntou forças com Abraham Kuhn e casou-se com a filha de Solomon Loeb.

Loeb e Kuhn casaram-se com as irmãs uns ds outros, e a dinastia Kuhn Loeb ficou consumada. Felix Warburg casou-s com a filha de Jacob Schiff. Duas filhas de Goldman casaram-se com dois filhos da família Sachs, gerando a Goldman Sachs. Em 1806, Nathan Rothschild casou-se com a filha mais velha de Levi Barent Cohen, um importante financiador Londrino. A família Cohen fazia agora parte do clube.

Actualmente, os Rothschild controlam um extenso império fnanceiro, que inclui participações maioritárias em quase todos os bancos centrais do mundo. O Clã Edmond de Rothschild é dono do Banque Privee SA em Lugano, Suiça, e o Rothschild Bank AG de Zurique. A família de Lorde Jacob Rothschild é dona da poderosa Rothschild Italia em Milão. Eles são membros do exclusivo Club of the Isles, que disponibiliza capital para a Quantum Fund NV, de George Soros. A Quantum levou a cabo "matanças" durante o ano de 1999, destruíndo as moedas da Tailândia, Indonésia e Rússia. Soros era um acionista maioritário na Harken Energy pertencente a George W. Bush.

A Quantum NV controla $11-14 mil milhões em activos e opera  partir da ilha Holandesa de Curacao, à sombra das gigantescas refinarias Royal Dutch/Shell e Exxon Mobil.  Curacao foi recentemente citada pela OECD Task Force no tópico do Money Laundering como uma enorme nação de lavagem de dinheiro das drogas. O grupo Club of Isles que financia a Quantum é liderada pelos Rothschilds e inclui a Rainha Elisabete II bem como outros ricos aristocratas Europeus e Nobreza Negra. O financeiro Suíço fugitivo Marc Rich, cujos interesses empresariais foram recentemente tomados pela máfia Russa Alfa Group, faz também parte da rede Soros. Rich foi perdoado pelo Presidente Clinton na parte final da sua estadia na Casa Branca.

Ligações com o dinheiro das drogas não é nada de novo para os Rothschilds. A N. M. Rothschild & Sons estava no epicentro do escândalo do BCCI mas evitou as luzes da investigação quando um armazém cheio de documentos convenientemente ardeu por inteiro, precisamente durante a mesma altura que o Banco da Inglaterra (controlado pelos Rothschild) fechava o BCCI. O Banco da América (dos Rothschild) providenciou o dinheiro inicial para a fundação do BCCI.

Provavelmente o maior repositório actual para a riqueza dos Rothschild é a Rothschilds Continuation Holdings AG -  uma secreta holding bancária Suiça. Pelos finais dos anos 90, os herdeiros do império global dos Rothschilds eram os Barões Guy e Elie de Rothschild na França, e Lord Jacob e Sir Evelyn Rothschild na Grã-Bretanha. Evelyn é o presidente do The Economist.

Se queremos tornar o mundo um melhor lugar para se viver, e dar início a uma era de conhecimento, temos que estudar, discutir e expôr a fonte das guerras globais, dos esquemas de despovoamento, da dependência do petróleo, da pobreza e da degradação ambiental. A cabeça da serpente é a Casa dos Rothschild.

Fonte: http://bit.ly/1uYDOpO  (Offline no dia 24 de Setembro de 2014).



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Será que Wall Street financiou a Revolução Russa?

Sim, os banqueiros internacionais não só financiaram a Revolução Russa, mas financiaram os primeiros anos da União Soviética até bem para dentro do regime de Stalin.

Em 1917, em Nova York, Trotsky recebeu $20 milhões por parte de Jacob Schiff, e mais dinheiro por parte de Sir George Buchanan, da família Warburg, da família Rockefeller, dos parceiros da  J.P. Morgan (pelo menos $1 milhão), de Olaf Aschberg (do Nye Bank de Estocolmo, Suécia), de Rhine Westphalian Syndicate, dum financiador chamado Jovotovsky (cuja filha se casou com Trotsky), de William Boyce Thompson (director do Chase National Bank e que contribuiu com  $1 milhão), e de Albert H. Wiggin (Presidente do Chase National Bank).

Um relatório que se encontra com o Departamento de Estado dos Estados Unidos, revelou que  a “Kuhn Loeb & Co” financiou o primeiro Plano Quinquenal de Stalin, e  Schiff continuou a enviar dinheiro para a Rússia muito depois da verdadeira natureza dos Bolcheviques e de Stalin já ser amplamente conhecida no mundo. 

Schiff arranjou outros $10 milhões para a Rússia supostamente para ajuda humanitária de guerra para os Judeus, mas eventos posteriores revelaram que isso era uma fachada para um investimento financeiro.

Arsene de Goulevitch, um importante General Russo Branco , escreveu:

No entanto, os principais fornecedores de fundos para a revolução não foram os idióticos milionários Russos e nem os bandidos armados de Lenin. O "verdadeiro" dinheiro veio principalmente de certos círculos Britânicos e Americanos que há já muito tempo haviam dado o seu apoio à causa revolucionária Russa. O importante papel levado a cabo pelo abastado banqueiro Americano Jacob Schiff nos eventos que se desenrolaram na Rússia, embora parcialmente revelados, já não é segredo.

O financiamento da Revolução Russa por parte dos banqueiros Americanos não estava directamente relacionado com o seu desejo de propagar o comunismo, ou algum tipo de simpatia com a causa comunista. Eles financiaram os Bolcheviques por três motivos:

1. Os campos de petróleo Russos
2. O estabelecimento dum Banco Central
3. Eles queriam-se ver livres do Czar.

Tanto a Standard Oil, que pertencia à família Rockefeller, e a Royal Dutch Shell, cujos sócios maioritários eram os membros da família Rothschild, tinham interesse nos ricos campos de petróleo da Rússia, mas estes campos pertenciam ao Czar Nicolau II.

Os três últimos Czares da Rússia (Alexandre II, Alexandre III e Nicolau II) haviam-se oposto sempre à criação duma Banco Central na Rússia (sob a posse de banqueiros internacionais).

O Czar Nicolau II não só se encontrava no caminho das ambições dos banqueiros internacionais em relação aos campos de petróleo da Rússia e a criação dum Banco Central, mas estava bem ciente do plano dos banqueiros de se apoderarem de todo o mundo.

Os Bolcheviques não só mataram o Czar Nicolau II, mas mataram também toda a família Real Russa, incluindo as mulheres e as crianças.


Fonte: http://bit.ly/1DwW65qhttp://bit.ly/1wKvqJV



segunda-feira, 14 de julho de 2014

Quem controla o mundo?

Será que um grupo sombrio de elitistas obscenamente ricos controla o mundo? Será que homens e mulheres com enormes quantidades de dinheiro realmente gerem o mundo na obscuridade? A resposta pode ser surpreendente. A maior parte de nós olha para o dinheiro como uma forma conveniente de levar a cabo transacções, mas a verdade é que ele também representa poder e controle. E actualmente nós vivemos num sistema neo-feudal, onde os super-ricos puxam todas as cordas.

Quando eu falo nos ultra-ricos, não estou a falar de pessoas que têm uns poucos milhões de dólares. Tal como se tornará visível mais adiante neste artigo, os ultra-ricos têm dinheiro suficiente localizado en bancos estrangeiros capaz de comprar todos os bens e serviços produzidos pelos Estados Unidos durante um ano inteiro, e ainda pagar toda a dívida externa nacional. Tal quantidade de dinheiro é tão grande que é incompreensível.

Dentro do sistema neo-feudal, todo o resto da população é escrava da dívida, incluindo os nossos governos. Olhem à vossa volta - todas as pessoas estão a afogar em  dívida e essa dívida está a fazer com que os super-ricos fiquem ainda mais ricos. Mas os super-ricos não ficam imobilizados sobre as suas fortunas; eles usam-na como forma de dominar os assuntos das nações. Os super-ricos são donos de virtualmente todos os bancos e todas as empresas de propaganda do planeta.

Eles usam a sua vasta rede de sociedades secretas, grupos de reflexão e organizações de caridade para avançar com a sua agenda e controlar os seus membros. Eles controlam a forma como olhamos para o mundo através da sua posse dos média e do seu domínio dos sistemas de ensino. Eles financiam as campanhas eleitorais da maior parte dos nossos políticos e exercem uma tremenda quantidade de influência sobre as organizações tais como as Nações Unidas, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio.

Quando recuamos um passo e olhamos para a imagem global, não restam dúvidas sobre quem manda no mundo. O que se passa é que a maior parte das pessoas não querem admitir a verdade.

Os ultra ricos não se dirigem ao banco local e depositam o seu dinheiro como eu e tu. Em vez disso, eles tendem a empilhar as suas posses em locais onde eles não serão taxados - tais como as Ilhas Caimão. Segundo uma notícia disponibilizada no ano passado, a elite global tem mais de 32 triliões de dólares colocados em bancos offshore por todo o mundo. O PIB dos Estados Unidos em 2011 era de cerca de 15 triliões de dólares, e a dívida nacional era de cerca de 16 triliões de dólares; portanto, pode-se somar as duas e mesmo assim, não chegaríamos aos 32 triliões de dólares.

E claro que isto nem leva em conta o dinheiro que acumulado em localizações que o estudo não levou em conta, como também não leva em consideração a riqueza que a elite global tem em activos tangíveis (tais como na imobiliária, metais valiosos, iates e assim por diante). De facto, a elite global amassou uma quantidade incrivel de dinheiro nestes tempos difíceis. As palavras que se seguem foram retiradas dum artigo do Huffington Post:

Os indivíduos ricos e as suas famílias têm à volta de 32 triliões de activos ocultos em paraísos fiscais offshore, o que, segundo a pesquisa publicada no Domingo, representa mais de $280 biliões de imposto de renda perdido. A pesquisa foi levada a cabo por James Henry (antigo economista-chefe e consultor da McKinsey & Co) que faz parte dum grupo de pressão com o nome de Tax Justice Network e que faz campanha contra os paraísos fiscais. Ele baseou as suas conclusões usando dados do Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, Nações Unidas e bancos centrais.

Mas como eu já disse, a elite global não se limita só ter muito dinheiro. Basicamente, eles são os donos de quase todos os grandes bancos e empresas de todo o planeta. Segundo um artigo fantástico do NewScientist, um estudo levado a cabo a 40,000 companhias transnacionais por parte do "Swiss Federal Institute of Technology" em Zurique, descobriu que um pequeno grupo de bancos e companhias predadoras gigantescas domina por completo o sistema económico mundial:
Uma análise da relação entre as 43,000 companhias transnacionais identificou um grupo relativamente pequeno de companhias, maioritariamente bancos, com um poder desproporcional na economia mundial.
Os pesquisadores descobriram que este grupo centralizado é composto por apenas 147 companhias coesas.
Quando a equipa desembaraçou ainda mais a teia dos proprietários, ela descobriu que a maior parte dela era rastreada de volta a uma "super-entidade" de 147, ou até mais, companhias coesas - e toda sua posse era mantida por outros membros da super-entidade - que controlava 40% do total da riqueza mundial. "De facto, menos de 1% de todas as companhias era capaz de controlar 40% de toda a rede," diz Glattfelder. A maior parte eram instituições financeiras e entre o top encontravam-se companhias tais como Barclays Bank, JPMorgan Chase & Co, e o The Goldman Sachs Group.
O que se segue é a lista dos primeiros 25 bancos e companhias que se encontram no centro desta "super-entidade". Vocês irão reconhecer muitos nomes da lista:
1.Barclays plc
2. Capital Group Companies Inc
3. FMR Corporation
4. AXA
5. State Street Corporation
6. JP Morgan Chase & Co
7. Legal & General Group plc
8. Vanguard Group Inc
9. UBS AG
10. Merrill Lynch & Co Inc
11. Wellington Management Co LLP
12. Deutsche Bank AG
13. Franklin Resources Inc
14. Credit Suisse Group
15. Walton Enterprises LLC
16. Bank of New York Mellon Corp
17. Natixis
18. Goldman Sachs Group Inc
19. T Rowe Price Group Inc
20. Legg Mason Inc
21. Morgan Stanley
22. Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
23. Northern Trust Corporation
24. Société Générale
25. Bank of America Corporation
A elite ultra-rica normalmente esconde-se por baixo de camadas e mais camadas de posse, mas a verdade é que, graças aos relacionamentos empresariais entrelaçados, a elite basicamente controla todas as companhias presentes na lista Fortune 500. A quantidade de poder e controle que isto lhes dá é difícil de descrever. Infelizmente, este mesmo grupo de pessoas já controla as coisas há já muito tempo. Por exemplo, em 1922 o então Mayor de Nova York, John F. Hylan disse o seguinte num discurso
A verdadeira ameaça à nossa República é o governo invisível, que como um polvo gigante espalha as suas pernas viscosas sobre todas as cidades, estados e nações. Para fugir um bocado às generalizações, deixem-me dizer que a cabeça deste polvo é composta pela Rockefeller-Standard Oil e por um pequeno grupo de banqueiros poderosos referidos como os banqueiros internacionais. Este pequeno circulo social de poderosos banqueiros internacionais virtualmente gere o governo dos Estados Unidos em prol dos seus interesses egoístas.

Eles practicamente controlam ambos os partidos, escrevem as plataformas políticas, manipulam os líderes políticos, usam os homens mais importantes das organizações privadas, e usam todos os engenhos possíveis para colocar na lista de nomeados para os mais elevados cargos públicos apenas os candidatos que serão submissos às exigências da corrupção do grande negócio.

Estes banqueiros internacionais e a Rockefeller-Standard Oil controlam a maior parte dos jornais e revistas neste país. Eles usam as colunas [editoriais] para submeter à força ou expulsar dos cargos públicos pessoas que se recusam a fazer o que este corrupto, exclusivo e poderoso grupo, que é o governo invisível, quer que eles façam. Ele opera sob a tela auto-criada, e tomam posse dos nossos directores, órgãos legislativos, tribunais, jornais e todas as agências criadas para a protecção do público.
Estes banqueiros internacionais criaram os bancos centrais do mundo (incluindo a Reserva Federal), e usam estes bancos centrais para fazer com que os governos mundiais fiquem presos a um ciclo infindável de dívida do qual não há escapatória. A dívida governamental é uma forma "legítima" de nos retirar o dinheiro, transferi-lo para o governo e posteriormente transferi-lo para os bolsos dos super-ricos.

Actualmente, Barack Obama e virtualmente todos os membros do congresso recusam-se a criticar o Fed [Reserva Federal], mas no passado existiram alguns corajosos membros do Congresso que se disponibilizaram a tomar uma posição. Por exemplo, a citação que se segue é dum discurso feito pelo Congressista Louis T. McFadden dado à Casa dos Representantes no dia 10 de Junho de 1932:

Senhor Presidente, nós temos neste país uma das mais corruptas instituições que o mundo alguma vez conheceu. Refiro-me ao Conselho da Reserva Federal e aos Bancos da Reserva Federal.

O Conselho da Reserva Federal, um conselho Governamental, já enganou o governo dos Estados Unidos e o povo dos Estados Unidos para além da quantidade de  dinheiro com o qual se poderia pagar a dívida nacional. As depredações e as iniquidades do Conselho da Reserva Federal já custaram a este país dinheiro suficiente para pagar várias vezes a dívida nacional.


Esta instituição maligna empobreceu e arruinou as pessoas dos Estados Unidos, entrou ela mesma na bancarrota, e virtualmente faliu o nosso Governo. E esta instituição fez isto através dos defeitos da lei sob a qual opera, através da má-administração da lei por parte do Conselho da Reserva Federal, e através das prácticas corruptas dos abutres endinheirados que a controlam.

Infelizmente, a maior parte dos americanos ainda acredita que a Reserva Federal é uma "agência federal", mas isso é simplesmente falso. O seguinte chega-nos da Factcheck.org:

Os accionistas dos 12 Bancos da Reserva Federal são bancos privados que se encontram sob o sistema da Reserva Federal. Entre estes incluem-se os bancos nacionais (fretados pelos Governo) e aqueles bancos fretados pelo governo que desejam associar-se e atingir certos requerimentos. Cerca de 38% dos mais de 8,0000 bancos nacionais são membros do sistema, e desde logo, são donos dos bancos da Reserva Federal.

Segundo os pesquisadores que olharam para a lista de donos dos grandes bancos de Wall Street que dominam a Reserva Federal, os mesmos nomes aparecem vez após vez: os Rockefellers, os Rothschilds, os Warburgs, os Lazards, os Schiffs e as famílias reais da Europa.

Mas os super-ricos não se limitaram a fazer isto só nos Estados Unidos. O seu propósito é criar um sistema financeiro global que eles irão dominar e controlar. Note-se no que Carroll Quigley, professor de História da Universidade de Georgetown, reportou:
[O]s poderosos do capitalismo financeiro tinham outro propósito de longo alcance: nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro possuído por entidades privadas, capazes de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo. Este sistema seria controlado duma forma feudalista pelos bancos centrais do mundo agindo em sintonia, por acordos secretos conseguidos em frequentes encontros e reuniões privadas. O ápice deste sistema seria controlado pelo "Bank for International Settlements" na Basileia, Suíça, sendo ele um banco privado possuído e controlado pelos bancos centrais do mundo que seriam também eles companhias privadas.
Infelizmente, a maior parte dos americanos nunca ouviu falar do "Bank for International Settlements" (BIS), mas ele encontra-se no coração do sistema financeiro mundial. O que se segue encontra-se na Wikipedia:
Como organização de bancos centrais, o BIS busca formas de fazer da política monetária algo mais previsível e mais transparente nos 58 bancos centrais que fazem parte dele. Embora a política monetária seja determinada por cada uma das nações soberanas, ela é sujeita ao escrutínio da banca central e privada, e  potencialmente à especulação que afecta as taxas de câmbio e, especialmente, ao destino das economias de exportação.

Falhas nos esforços de se manter a política monetária em linha com a realidade e a capacidade de fazer reformas monetárias a tempo, preferencialmente como política simultânea entre os 58 bancos membros, e envolvendo o Fundo Monetário Internacional, levaram historicamente à perda de milhares de milhões à medida que os bancos tentam manter a política usando os métodos do mercado livre que se provaram basearem-se em suposições irrealistas.
Os super-ricos desempenharam também um papel fundamental na criação de outras importantes instituições internacionais tais como as Nações Unidas, o FMI, o Banco Mundial, e a Organização Mundial do Comércio. De facto, ao local onde as Nações Unidas se encontram sediadas foi comprado e doado por John D. Rockefeller.

Os banqueiros internacionais são "internacionalistas" e eles usam isso como uma medalha de honra. A elite não só controla o sistema de educação dos EUA, como têm ao longo dos anos doado enormes quantidades de dinheiro para escolas Ivy League. Actualmente, as escolas Ivy League são consideradas as escolas-padrão dos EUA, e é em relação a elas que as outras universidades e escolas se comparam. Para além disso, os últimos 4 presidentes americanos foram educados numa escola Ivy League.

A elite exerce também uma tremenda quantidade influência sobre várias sociedades secretas ("Skull and Bones", a Maçonaria, etc.), sobre poderosos grupos de reflexão e clubes sociais ("Council on Foreign Relations", a Comissão Trilateral, o Grupo Bilderberg,o "Bohemian Grove", o "Chatham House", etc.), e também sobre uma vasta rede de instituições de caridade e organizações não-governamentais (a Fundação Rockefeller, Fundação Ford, a "World Wildlife Fund", etc.).

Mas por alguns momentos, quero-me focar no poder que a elite tem sobre os média. Num artigo prévio detalhei como apenas seis companhias monolíticas gigantescas controlam a maior parte do que vemos, ouvimos e lemos diariamente. Estas empresas gigantescas são donas de canais de televisão, canais por cabo, estúdios de cinema, jornais, revistas, casas de publicação, editoras musicais e muitos dos nossos sites favoritos. Levando em conta que o americano comum vê em média 153 horas de televisão mensalmente, a influência que estas seis companhias gigantescas têm não pode ser subestimado. O que se segue são algumas companhias mediáticas que estes seis gigantes possuem:

Time Warner

Home Box Office (HBO)
Time Inc.
Turner Broadcasting System, Inc.
Warner Bros. Entertainment Inc.
CW Network (partial ownership)
TMZ
New Line Cinema
Time Warner Cable
Cinemax
Cartoon Network
TBS
TNT
America Online
MapQuest
Moviefone
Castle Rock
Sports Illustrated
Fortune
Marie Claire
People Magazine

Walt Disney

ABC Television Network
Disney Publishing
ESPN Inc.
Disney Channel
SOAPnet
A&E
Lifetime
Buena Vista Home Entertainment
Buena Vista Theatrical Productions
Buena Vista Records
Disney Records
Hollywood Records
Miramax Films
Touchstone Pictures
Walt Disney Pictures
Pixar Animation Studios
Buena Vista Games
Hyperion Books

Viacom

Paramount Pictures
Paramount Home Entertainment
Black Entertainment Television (BET)
Comedy Central
Country Music Television (CMT)
Logo
MTV
MTV Canada
MTV2
Nick Magazine
Nick at Nite
Nick Jr.
Nickelodeon
Noggin
Spike TV
The Movie Channel
TV Land
VH1

News Corporation

Dow Jones & Company, Inc.
Fox Television Stations
The New York Post
Fox Searchlight Pictures
Beliefnet
Fox Business Network
Fox Kids Europe
Fox News Channel
Fox Sports Net
Fox Television Network
FX
My Network TV
MySpace
News Limited News
Phoenix InfoNews Channel
Phoenix Movies Channel
Sky PerfecTV
Speed Channel
STAR TV India
STAR TV Taiwan
STAR World
Times Higher Education Supplement Magazine
Times Literary Supplement Magazine
Times of London
20th Century Fox Home Entertainment
20th Century Fox International
20th Century Fox Studios
20th Century Fox Television
BSkyB
DIRECTV
The Wall Street Journal
Fox Broadcasting Company
Fox Interactive Media
FOXTEL
HarperCollins Publishers
The National Geographic Channel
National Rugby League
News Interactive
News Outdoor
Radio Veronica
ReganBooks
Sky Italia
Sky Radio Denmark
Sky Radio Germany
Sky Radio Netherlands
STAR
Zondervan

CBS Corporation

CBS News
CBS Sports
CBS Television Network
CNET
Showtime
TV.com
CBS Radio Inc. (130 stations)
CBS Consumer Products
CBS Outdoor
CW Network (50% ownership)
Infinity Broadcasting
Simon & Schuster (Pocket Books, Scribner)
Westwood One Radio Network

NBC Universal

Bravo
CNBC
NBC News
MSNBC
NBC Sports
NBC Television Network
Oxygen
SciFi Magazine
Syfy (Sci Fi Channel)
Telemundo
USA Network
Weather Channel
Focus Features
NBC Universal Television Distribution
NBC Universal Television Studio
Paxson Communications (partial ownership)
Trio
Universal Parks & Resorts
Universal Pictures
Universal Studio Home Video

E é claro que a elite é também dona da maior parte dos nossos políticos. O que se segue é uma citação do jornalista Lewis Lapham:

A modelagem da vontade do Congresso e a escolha do presidente Americano tornou-se um privilégio reservado âs classes equestres do país, isto é, 20% da população que é dona de 93% da riqueza, os poucos felizes que dirigem as companhias e os bancos, os que são donos e operam os média noticiosos e de entretenimento, os que  compõem as leis e governam as universidades, os que controlam as fundações filantrópicas, os institutos que criam as politicas, os casinos e as arenas desportivas.

Já te questionaste do porquê as coisas permanecerem na mesma em Washington DC, independentemente de quem tu votas? Isso é porque ambos os partidos são propriedades do mesmo establishment. Seria bom pensar que o povo americano estão no controle do que se passa nos EUA, mas não é assim que as coisas funcionam no mundo real. No mundo real, o político que mais donativos consegue angariar vence mais de 80% das vezes em eleições nacionais. Os nossos políticos não são estúpidos: eles irão agir de forma muito positiva para as pessoas que lhes podem conferir as pilhas de dinheiro que eles precisam para as suas campanhas eleitorais. E as pessoas que podem fazer isso são os ultra-ricos e as companhias gigantescas que os super-ricos controlam.

Começas a entender as coisas agora? Existe um motivo para os super-ricos serem chamados de "o establishment": eles geraram um sistema que muito os favorece, e que lhes permite controlar tudo.

Então, quem é que manda no mundo? Eles mesmos é que mandam no mundo. De facto, eles chegam mesmo a admitir este facto. No seu livro de 2003 com o nome de "Memórias", David Rockefeller escreveu o seguinte:

Por mais de um século, os extremistas ideológicos de ambos os lados do espectro político apoderaram-se de incidentes amplamente publicitados, tais como o meu encontro com [o ditador genocida Fidel] Castro, para atacar a família Rockefeller devido à excessiva influência que eles alegam que nós temos sobre as instituições políticas e económicas Americanas. Alguns chegam até a acreditar que fazemos parte duma cabala secreta operando contra os melhores interesses os Estados Unidos, caracterizando a minha família e eu de "internacionalistas", e que conspiramos com outros por todo o mundo para construir uma estrutura económica e política global mais integrada - um mundo unificado, se assim podemos dizer. Se essa é a acusação, então sou orgulhosamente culpado.

Muito mais poderia ser dito em torno deste assunto. De facto, livrarias cheias de livros poderiam sr escritas em relação ao poder e à influência sobre os super-ricos banqueiros internacionais que controlam o mundo, mas, espero eu, isto é o suficiente para dar início a uma conversa.

Fonte:"Who Runs The World? Solid Proof That A Core Group Of Wealthy Elitists Is Pulling The Strings" http://bit.ly/TkOj7D

* * * * * * *

Convém ressalvar que é esta mesma elite de super-ricos que financia os "movimentos sociais" de todo o mundo ocidental - Gayzismo, Feminismo, Aborcionismo, Movimento Negro, Indigenismo, Movimentos anti-Brancos, Multiculturalismo, Controle Populacional, Ambientalismo, Neo-Ateísmo, etc.



ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT