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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Marxismo e o capitalismo: juntos a promover a imigração em massa

Por Todd Frobisher

Por acaso já se questionarem do porquê as grandes empresas e os governos esquerdistas frequentemente se encontrarem unidos? Uma pergunta mais profunda será: "Porque é que a direita política e os partidos esquerdistas aparentemente são incapazes ou relutantes de fazer alguma coisa contra a imigração em massa para os países do Ocidente?"

Estas perguntas são respondidas no excelente livro de Kerry Bolton com o nome de ‘Babel, Inc: Multiculturalism, Globalisation, and the New World Order’. O que eu acho de mais valioso no livro de Bolton é a forma como ele demonstra o falhanço dos partidos esquerdistas de proteger os seus principais constituintes da competição económica e da desarticulação causadas pela imigração em massa.

Longe de serem os defensores naturais da classe operária, os actuais partidos esquerdistas estão unidos com as forças da globalização e do Grande Capital, que nada se  preocupam com o impacto negativo da imigração em massa na sociedade anfitriã, já para não falar do nada que eles protegem a classe operária (a facção social mais afectada pela imigração em massa e pela desarticulação).

Ironicamente, os trabalhadores naturalmente correm para os braços dos partidos esquerdistas esperando que estes protejam os seus interesses económicos, só para descobrirem que estes partidos, e sem buscarem o consentimento da classe operária, apoiam políticas que diminuem os ordenados e transformam as comunidades.

Mas este livro é extremamente relevante para todas as classes, especialmente para aqueles que visam levar a cabo reformas na imigração, para os que são contra o multiculturalismo, e para os trabalhadores. Colocar no mesmo conjunto todos estes grupos díspares pode parecer algo estranho, mas essa "estranheza" acaba quando nos apercebemos qie TODOS estes grupos foram marcados para substituição e para desarticulação por parte da esquerda Marxista e por parte do Grande Capital.

Esta coligação esquerda-direita revela desprezo pelo seu próprio povo ao abandoná-lo para imoralidade da imigração descontrolada e para a não-democrática transformação social. O valor da obra de Bolton encontra-se na forma como ele mostra que este derrube da tradicional sociedade Ocidental, neste caso dos trabalhadores de colares azuis e brancos, foi planeado há muito tempo atrás, e não é algo que surgiu do nada.

Bolton demonstra que nos finais do século 19 e início do século 20, as forças laborais organizadas eram a vanguarda entusiasta que se opunha à imigração em massa. Na Austrália, eminentes líderes laborais tais como W. G. Spence, Joseph Chifley, e Arthur Caldwell formaram a linha da frente da oposição laboral à mão-de-obra barata do terceiro mundo (Bolton, pp. 20-25).

Longe de serem racistas, estes homens eram os defensores do trabalhador Australiano numa altura em que as organizações laborais desse pais estavam a dar início às suas actividades como força a ser levada em conta. De facto, naquela altura da história da "British Commonwealth", sem dúvida que a oposição mais eficaz à imigração em massa foi feita pelas forças laborais organizadas.

De maneira nenhuma esta liderança era composta por xenófobos e intolerantes, tal como eles seriam retratados pelos politicamente correctos média actuais. Para os líderes laborais, oposição à imigração era como proteger o sustento económico e social da classe operária da competição detrimental e injusta.

De forma bem convincente, Bolton mostra como os líderes do Grande Capital - tanto dentro como fora do governo - intencionalmente buscaram mão-de-obra barata estrangeira como estratégia de baixar os salários dos operários Brancos. Bolton demonstra que o antigo ministro da Columbia Britânica, Dunsmuir, uma pessoa que não era amiga das forças laborais, era um importante defensor da imigração de não-Brancos.

Este magnata do Grande Capital, que fazia parte do governo, buscou formas de importar mão-de-obra barata "coolie" [trabalhadores Hindus ou Chineses]  para a B.C. [British Columbia] especificamente para reduzir os salários dos operários Brancos. Com isto, ele planeava ajudar os seus amigos e aliados do Grande Capital a não pagar aos seus operários salarios decentes e que permitissem ter uma vida normal (Bolton, p. 35).

De facto, Bolton cita um artigo publicado pelo Immigration Watch Canada, ‘The 1907 Arrival of Many Low-Wage Labourers Precipitated the September 1907 Vancouver Asiatic Riot’, para mostrar a forma como Dunsmuir inflamou de forma intencional os operários Brancos ao substituí-los pela mais barata mão-de-obra Asiática.

Com frequência, a chegada da mão-de-obra coolie prognosticava outras repercussões negativas para os operários Brancos: violência física e intimidação. Isto normalmente tornou-se realidade para muitos trabalhadores nascidos no Canadá [Brancos]. Onde quer que a mão-de-obra coolie era instalada como forma de reduzir os salários e a subsistência dos Brancos, tal violência era comum na Austrália e no Canadá.

De modo consistente, Bolton reuniu evidências de que a liderança da Direita do Grande Capital era a promotora de tal competição económica e violência cujo propósito final era o de levar as empresas a poupar dinheiro, mesmo que isso fosse feito à custa da ausência de condições de segurança e ausência de salários com os quais se pudesse subsistir. Estas evidências são convincentes visto que mostram a direita política unida às forças da imigração em massa, ao multiculturalismo, e à globalização - num início  que remonta pelo menos 150 anos. Um operário pode perguntar hoje:

Porque é que o NDP e os Liberais [no contexto, significa "esquerdistas"] apoiam a imigração e o multiculturalismo?

A resposta: Porque (1) eles não querem perder o voto imigrante, e (2) a imigração não é, de qualquer forma, um legítimo tópico de crítica no sistema democrático actual. Ora, se um direitista fizesse aos Conservadores a mesma pergunta, será que ele obteria a mesma resposta? Parece que os Canadianos não estão no controle dos seus destinos.

De facto, se uma audiência moderna perguntasse qual era a diferença entre Dunsmuir e Stephen Harper, ou entre Justin Trudeau e Thomas Mulcair, sería possível ver que eles são todos espantosamente semelhantes no tópico da imigração. Parece que muito pouco mudou durante os últimos 100 anos.

Para os políticos da sociedade democrática, o dinheiro e os votos são os propósitos finais. Mas será que eles se preocupam com o destino cultural da sociedade anfitriã que eles alegam representar? Bolton responde com um "Não" firme.

Bolton vai mais longe.

Ele mostra como as acções de pessoas tais como Dunsmuir e os proponentes normais do multiculturalismo e da imigração em massa enquadram-se num esquema mais generalizado: o de transformar a humanidade em consumidores intercambiáveis, vazios de qualquer ligação cultural, racial ou religiosa, capazes de se ajustar a qualquer roda dentada financeira - em qualquer lugar do planeta. A verdadeira diversidade não tem lugar neste mundo visto que todas as diferenças humanas serão varridas.

Quão semelhante isto soa da utopia comunista, até que nos apercebemos que as forças de nivelamento do capitalismo democrático são quase idênticas. Sob esta luz, o comunismo e o capitalismo parecem ser lados diferentes da mesma moeda. Isto, obviamente, expõe o carácter verdadeiramente sinistro da agenda globalista.

Bolton mostra que a imigração em massa, o multiculturalismo, e o capitalismo nada mais são que ferramentas arquitectadas para gerar esta humanidade desenraizada - por enquanto camuflada sob o conforto material e as aparentes "escolhas" colocadas à disposição dos eleitores durante o tempo de eleições.

Recomendo vivamente que obtenham uma cópia do livro "Babel, Inc." Se por acaso és membro da classe operária, tens que ficar tremendamente preocupado com os perigos que a imigração em massa causam à segurança do teu emprego, ao teu rendimento, à competição económica, e preocupado com transformação da tua comunidade numa entidade irreconhecível.

Os operários não têm a mesma prosperidade económica que os seus pares das classes média e alta, e como tal, a opção da "fuga Branca" nem chega a ser possível para muitos operários. Para além disso, a falta de recursos económicos dificultam, ou impossibilitam, os trabalhadores de se organizarem com sucesso ao nível político como forma de avançarem com os seus interesses. Devido a isto, eles frequentemente têm que se agachar e aceitar a realidade tal como ela é, e não como eles gostariam que ela fosse. Resumidamente, os nossos líderes traíram-nos através da imigração em massa.

Mas a traição não acaba aqui. Os Canadianos das classes média e alta também sofrem visto que a riqueza e a mobilidade só os podem isolar das realidades da imigração em massa e da substituição económica por um tempo limitado. De modo geral, também eles têm que se agachar e aceitar a realidade não como ela é mas tal como ela foi arquitectada sem o seu consentimento.

Será, portanto, racional, os operários apoiarem a NDP que trabalha em favor desta substituição social e económica? Ou as pessoas da classe média apoiarem os Liberais e os Conservadores que têm a mesma agenda de substituição e competição voltada contra eles? Espero que depois de ler este ensaio vocês sejam capazes de responder com um claro e retumbante "NÃO".

Ofereço como solução para estes males que TODOS os Canadianos de origem Europeia, independentemente da classe, religião ou região, juntem esforços numa causa comum e avancem com os seus interesses. A realidade dos factos é que os políticos que eles elegeram não farão isso por eles visto que a sua preocupação são os ciclos eleitoras de 4 anos, financiamentos eleitorais, e votos - não a preservação da civilização Ocidental perante as forças da globalização.

O mínimo que podemos fazer é trabalhar por um mundo melhor e um sistema melhor do que o temos actualmente. Tal como Bolton mostra, nós no Ocidente estamos em rota de ruína cultural. Espero que este ensaio te tenha motivado a fazer a tua parte para reverter este tendência antes que seja tarde demais.




sábado, 29 de agosto de 2015

A Reserva Federal e a lista de presidentes assassinados

Por "Humans are Free"

No dia 4 de Junho de 1963, foi assinado um decreto Presidencial virtualmente desconhecido, a Ordem Executiva 11,110, com o poder de retirar ao Banco Rothschild o seu poder de emprestar,  com juros, dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos. Com uma simples assinatura, o Presidente Kennedy declarou que o banco privado com o nome de Reserva Federal, pertencente aos Rothschild, estaria brevemente fora de serviço.

A instituição com o nome de "Christian Law Fellowship" pesquisou de modo exaustivo este assunto dentro do Registo Federal e também dentro da Livraria do Congresso. Hoje podemos dizer com toda a segurança que esta Ordem Executiva nunca foi repelida, alterada, ou suplantada por uma Ordem Executiva posterior. Dito de forma simples, a Ordem Executiva 11110 ainda está válida.

Quando o Presidente John Fitzgerald Kennedy assinou este Ordem, devolveu ao governo federal dos Estados Unidos - especificamente ao Departamento do Tesouro - o poder Constitucional de criar e emitir a moeda - dinheiro - sem passar pelo privado Banco da Reserva Federal dos Rothschild.

A Reserva Federal

Um mito com o qual vivem os Americanos é a charada com o nome de "Reserva Federal". Para muitos é um choque descobrir que esta instituição não é uma agência do Governo dos Estados Unidos. O nome "Reserva Federal" foi criado para enganar, e ainda o faz; este banco não é federal e nem é propriedade do governo, mas é sim [um banco] privado.

Ele paga o seu próprio porte postal tal como qualquer outra companhia. Os seus empregados não se encontram dentro do serviço civil. A sua propriedade privada é mantida sob acções privadas, e encontra-se sujeito à tributação local. Como se sabe, o património governamental não está sujeito à tributação.

Este banco é um engenho que criou uma inimaginável fortuna privada, até mesmo para os financeiramente sofisticados. Ele permitiu que a elite imperial manipulasse a nossa economia em favor da sua agenda, e usasse o governo como executor dessa agenda. Essa elite controla os tempos, dita as regras dos negócios, afecta as nossas casas e virtualmente tudo aquilo que nos interessa.

É preciso muita força para manter um império, e este caso não é diferente. Os motivos de preocupação da liderança da "Reserva Federal" e dos seus benfeitores secretos parecem estar mais além da moeda e das taxas de juro.

Ordem Executiva 11,110

A Ordem Executiva 11,110 do Presidente Kennedy deu ao Departamento de Tesouro a autoridade explícita: "para emitir certificados de prata em troca de qualquer lingote de prata, ou dólares de prata padrões do Tesouro." Isto significa que para cada onça de prata dentro dos cofres do Departamento de Tesouro dos EUA, o governo poderia introduzir dinheiro novo em circulação tendo como base o lingote de prata fisicamente mantido lá.

Como resultado, mais de 4 mil milhões de Notas dos Estados Unidos foram colocadas em circulação com as denominações de $2 e $5. As denominações $10 e $20 das Notas dos Estados Unidos nunca chegaram a estar em circulação mas estavam a ser impressas quando Kennedy foi assassinado.

Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva Federal que estavam a ser usadas como a alegada moeda legal, eram contrários à Constituição dos Estados Unidos. Foram emitidas "Notas dos Estados Unidos" como a moeda livre de juros e de dívida suportadas pelas reservas de prata no Tesouro dos Estados Unidos.

Fizemos uma comparação entre as "Notas da Reserva Federal" emitidas pelo banco central privado dos Estados Unidos (o Banco da Reserva Federal, isto é, o Sistema da Reserva Federal) com uma "Nota dos Estados Unidos" do Tesouro. Americanos, emitidas pela Ordem Executiva do Presidente Kennedy.

Elas são muito parecidas, excepto que uma diz "Federal Reserve Note" na parte superior enquanto que a outra diz "Unites States Note". Para além disso, a Nota da Reserva Federal tem um selo verde e um número de série enquanto que a Nota dos Estados Unidos tem um selo vermelho e um número de série.

O Presidente Kennedy foi assassinado no dia 22 de Novembro de 1963, e as Notas dos Estados Unidos foram imediatamente retiradas de circulação, e as Notas da Reserva Federal continuara a ser a moeda oficial da nação. Segundo os Serviços Secretos dos Estados Unidos, 99% de todo o papel "moeda" em circulação em 1999 eram Notas da Reserva Federal.

Kennedy sabia também que se as Notas dos Estados Unidos fossem amplamente circuladas, elas iriam eliminar a demanda pelas Notas da Reserva Federal. Isto é um assunto económico simples. As USN [United State Notes] estavam suportadas pela prata enquanto que as FRN [Federal Reserve Notes] não se encontravam suportadas por nada de valor intrínseco.

A Ordem Executiva 11,110 deveria ter impedido que a dívida nacional atingisse o seu nível actual (virtualmente toda a dívida de $9 triliões de dívida federal foi criado desde 1963) se LBJ ou qualquer Presidente subsequente tivesse a tivesse executado.

Essa mesma Ordem teria permitido que o Governo dos Estados Unidos tivesse a habilidade para pagar a sua dívida sem recorrer aos Bancos da Reserva Federal e sem ser cobrado com  juros por criar novo "dinheiro". A Ordem Executiva 11,110 deu aos Estados Unidos, mais uma vez, a habilidade de criar o seu dinheiro suportado pela prata e por bens com algum valor.

Mais uma vez, e segundo a nossa pesquisa, apenas cinco meses depois de Kennedy ter sido assassinado, nunca mais foram emitidos "Silver Certificates" da Série 1958 e eles foram subsequentemente retirados de circulação. É provável que o assassinato de Kennedy tenha sido um aviso para os presidentes futuros para que estes não interferissem com o controle que o Banco da Reserva Federal dos Rothschild tem sobre a emissão de dinheiro.

É bem evidente que o Presidente Kennedy desafiou os "poderes que existem por trás dos Estados Unidos e do mundo da finança".

No dia 22 de Novembro de 1963 foi morto em Dallas, Texas, em circunstâncias extremamente estranhas. Phyllis Hall, enfermeira que fez parte das tentativas desesperadas que foram tomadas para salvar a vida do Presidente John F. Kennedy depois dele ter sido assassinado, alegou que ele foi atingido por "uma bala misteriosa". Existem também evidências fortes do envolvimento de Lyndon B. Johnson (o Presidente Americano que se seguiu) na conspiração de assassinato.

Lista de Presidentes assassinados

Abraham Lincoln trabalhou de forma valente para impedir que os Rothschilds se envolvessem no financiamento da Guerra Civil. Curiosamente, foi o Czar da Rússia que disponibilizou a assistência necessária contra os Britânicos e os Franceses, que se encontravam entre as forças motoras por trás da secessão do Sul e o seu posterior financiamento. A Rússia interveio ao disponibilizar forças navais para o bloqueio da União sobre o Sul em águas Europeias, e ao deixar bem notório para os dois países que se eles tentassem juntar-se `confederação com forças militares, teriam que ir para a guerra com a Rússia também.

Os interesses dos Rothschild foram mais tarde bem sucedidos através do seu agente Salmon P. Chase, Secretário do Tesouro, ao forçar um projecto de lei (o National Banking Act) pelo Congresso, criando o banco central fretado federalmente que tinha o poder de emitir Notas Americanas. Mais tarde, Lincoln avisou o povo Americano:

Os poderes financeiros predam sobre a nação em tempos de paz e conspiram contra a mesma em tempos de adversidade. Eles são mais despóticos que a monarquia, mais insolentes que a autocracia, mais egoístas que a burocracia. Vejo num futuro próximo o aproximar duma crise que me enerva, e causa a que trema pela segurança do meu país. As corporações foram entronizadas, uma era de corrupção se seguirá, e os poderes financeiros do país esforçar-se-ão para prolongar o seu reinado, trabalhando nos preconceitos das pessoas até que a riqueza seja acumulada em poucas mãos e a república seja destruída.

Lincoln continuou a luta contra o banco central, e algumas pessoas acreditam agora que foi o seu sucesso antecipado em influenciar o Congresso para limitar o Banco dos Estados Unidos só para os anos de guerra, que foi o factor motivador por trás do seu assassinato.

Nasce o mito do assassino solitário

Pesquisadores modernos descobriram evidências duma gigantesca conspiração que une as partes que se seguem com o Banco dos Rothschild: O Secretário de Guerra Edwin Stanton, John Wilkes Booth, os seus 8 co-conspiradores, e mais de 70 oficiais governamentais e homens de negócios envolvidos na conspiração.

Quando o diário de Booth foi descoberto pelas tropas de Stanton, o mesmo foi entregue a Stanton. Mais tarde, quando o mesmo foi tornado público durante as investigações, 18 páginas haviam sido arrancadas. Estas páginas, contendo os nomes citados em cima, foram mais tarde descobertos num sótão dum dos descendentes de Stanton.

Dentro da mala de Booth foi encontrado um código que o ligou directamente a Judah P. Benjamin, o gerente de campanha da Guerra Civil no Sul para a Casa dos Rothschild. Quando a guerra acabou, o chave do código foi encontrado na posse de Benjamin.

O assassino, caracterizado como um perturbado atirador solitário com uns poucos amigos radicais, escapou através de única ponte em Washington que não estava guardada pelas tropas de Stanton. "Booth" foi localizado, escondido numa celeiro perto de Por Royal, na Virgina, três dias depois de ter escapado de Washington. Ele foi baleado por um soldado chamado Boston Corbett que disparou sem receber ordens.

Ainda é um ponto de discussão se o homem morto era ou não Booth, mas o facto permanece que, quem que que ele tenha sido, ele não teve a oportunidade de se identificar. Foi o Secretário de Guerra Edwin Stanton que fez a identificação final. Algumas pessoas acreditam que foi usado um joguete e que o verdadeiro John Wilkes Booth escapou com a assistência de Stanton.

Mary Todd Lincoln, quando ficou a saber que o seu marido havia sido assassinado, começou a gritar, "Ó, aquela casa ["House"] maldita!" Os historiadores antigos eram de opinião que esta reacção espontânea era referência à Casa Branca, Actualmente, alguns acreditam que ela era dirigida a Thomas W. House, um "gun runner", financiador, e agente dos Rothschild durante a Guerra Civil, e um pessoa que se encontrava associado aos interesses anti-Lincoln e pró-banqueiros.

Andrew Jackson

Andrew Jackson foi o primeiro Presidente a oeste dos Apalaches, e ele foi único no seu tempo ao ser eleito pelos votantes sem qualquer apoio directo duma organização política. Ele vetou a renovação da Carta para o Banco dos Estados Unidos no dia 10 de Julho de 1832. Em 1835, o Presidente Jackson declarou o seu desdém pelos banqueiros internacionais:

Vocês são um antro de víboras. Quero-vos expulsar daqui, e juro pelo Deus Eterno que vos irei expulsar. Se as pessoas ao menos entendessem a total injustiça do nosso dinheiro e do nosso sistema bancário, haveria uma revolução antes do amanhecer.

Depois disto, seguiu-se uma tentativa de assassinato fracassa contra vida do Presidente Jackson, que mais tarde disseo ao seu vice-presidente Martin Van Buren:

O banco, Sr Van Buren, está a tentar matar-me.

Será que este foi o princípio dum padrão de intriga que iria assolar a própria Casa Branca durante as décadas que se seguiriam? Será que a sua morte, e a de Lincoln, estão unidas por um fio invisível aos banqueiros internacionais?

James Garfield

O Presidente James Abram Garfield, o nosso 20º Presidente, havia sido previamente Presidente da "House Commitee on Appropriations" e era perito em assuntos fiscais. (Depois da sua eleição, e entre outras coisas, ele nomeou dois colectores aduaneiros pouco populares para Nova York, o que causou a que dois senadores de Nova York - Roscoe Conkling e Thomas Platt - abdicassem dos seus assentos).

O Presidente Garfield declarou abertamente que quem quer que controlasse a oferta de moeda, iria controlar a vida empresarial e as actividades de todas as pessoas. Depois de apenas 4 meses como Presidente, o Presidente Garlfied foi baleado numa estação ferroviária no dia 2 de Julho de 1881. Mas uma coincidência.

O rasto de sangue continua

Durante os anos 70 e 80, o Congressista Larry P. McDonald liderou os esforços para se expor as fortalezas ocultas e as intenções dos interesses da banca internacional. Os seus esforços terminaram no dia 31 de Agosto de 1983 quando ele foi morto no momento em que o avião da Korean Airlines 007 dentro do qual ele se encontrava foi "acidentalmente" atingido quando se encontrava no espaço aéreo Soviético. Mias uma estranha coincidência.

O Senador John Heinz e o antigo Senador John Tower haviam feito parte de poderosos comités Senatorias bancários e financeiros, e eram críticos abertos da Reserva Federal e da "Eastern Establishment". No dia 4 de Abril de 1991, o Senador John Hein morreu num acidente de avião perto de Filadélfia. No dia seguinte, 5 de Abril de 1991, o antigo Senador John Tower foi morreu também num acidente de avião.

As coincidências não têm fim.

As tentativas de se auditar a Reserva Federal continuam a ser mal sucedidas. É virtualmente impossível gerar algum tipo de apoio para qualquer assunto que tem o benefício do blackout mediático. (A bizarra mas trágica realidade do povo Americano ter instituições mediáticas geridas e controladas é tópico para outra discussão).

Início da série

Durante vários anos, vários autores tentaram soar o alarme em relação à existência dum "governo sombra" que de facto governa a América. A maior parte das pessoas rejeitou estas "teorias da conspiração" e qualificou-as de extremistas e pouco realistas. No entanto, quando eu tive a oportunidade de almoçar com Otto von Habsburg, membro do Parlamento Europeu, ele fez duas declarações que cativaram a minha atenção. A primeiro foi:

A ignorância da América é sobrepujante

De facto, o contraste entre a consciência geral dos assuntos do mundo entre o Americano comum e o Europeu comum é espantoso.

Foi a segunda observação que realmente me provocou:

A concentração de poder na América é assustadora.

Como um executivo-sénior razoavelmente circunspecto, tendo passado três décadas dentro da finança internacional, e tendo visto a América como uma democracia representativa com base alargada, as suas observações chocaram-me, e isso motivou-me a fazer mais trabalho de casa. Os resultados dos meus inquéritos são perturbadores. 


(...)



quarta-feira, 2 de abril de 2014

O que é a Nova Ordem Mundial?

Por Jay

Infelizmente, desde a mais tenra idade que fomos programados e condicionados para não acreditar, nem hipoteticamente, em conspirações em larga escala. Nos disciplinas introdutórias, os estudantes de História aprendem que existem três formas de olhar para a filosofia da História:
  • Primeiro, a posição das contingências aleatórias onde os eventos históricos nada mais são que "uma maldita coisa a seguir à outra" (tal como um dos meus professores tão elegantemente afirmou), onde não há qualquer motivo ou significado casual.
  • A segunda, a posição do "grande homem", onde figuras religiosas ou figuras políticas-chave causam certos eventos importantes causando a que a História gire em torno destas figuras, tais como Napoleão ou Júlio César.
  • A terceira visão é a providencial ou conspiratória. Nesta forma de analisar as coisas, a História é conduzida por forças ocultas - quer elas sejam malignas ou benevolentes. Sem dúvida que os seres humanos desempenham o seu papel, mas o ser humano não é o "deus" autónomo do seu destino. Ele é o actor dum palco onde há uma narrativa grandiosa e um propósito final para cada evento, mesmo que os seres humanos não estejam cientes destas razões.
Havendo visto a verdade da conspiração mundial que nos últimos séculos se tem centrado no ocidente, o establishment anglo-global é outra coisa que as pessoas preferem não ouvir. Os seres humanos têm um viés pela normalidade e por aquilo que é chamado de dissonância cognitiva. A dissonância cognitiva é a tendência para continuar a acreditar em algo que está errado (apesar das gigantescas evidências em contrário) devido ao devastador impacto psicológico que o abandono das crenças prévias causaria.

Os americanos foram educados com a narrativa de serem uma nação de individualistas independentes; a mentalidade de fronteira ainda domina e é uma imagem ainda latente na nossa cultura. A mentalidade individualista recusa-se a olhar para si mesma como vítima de algum tipo de conspiração; nós somos uma nação demasiado grandiosa para ser dominada por uma elite maligna focada no despovoamento mundial. Afinal de contas, Obama é um presidente "liberal", certo? "Como é que pode haver uma conspiração em massa? Se houvesse, ela já teria sido apanhada!", diz o opositor. Isto são tudo conspirações helicóptero-preto e chapéu-de-folha-de-estanho [inglês: "tin-foil-hat"].

Para aqueles com educação modesta e pouca capacidade de pensamento crítico e de senso comum, é demais evidente que nenhuma destas objecções é suficiente para demonstrar que a visão conspiratória é falsa. O facto de alguém ser um "orgulhoso Americano" ou o facto de George Bush ter alegado ser Cristão, não significa que a visão conspiratória seja falsa. Em lógica, a isto chama-se non sequitur; logicamente falando, a conclusão não é o resultado das premissas. 

Definindo a Nova Ordem Mundial

Antes da mais, temos que ser bem claros em relação aos termos. O que é que significa "Nova Ordem Mundial"? Basicamente, a Nova Ordem Mundial (daqui para frente NOM) é um sindicato criminoso global composto por banqueiros, CEOs [directores-executivos de empresas], políticos, académicos, magnatas mediáticos, executivos militares e líderes religiosos, que por um lado operam sob o olhar público ao mesmo que trabalham de uma forma clandestina com o fim de determinar a política mundial. Em última análise, e visto que eles estão dispostos a levar a cabo matanças em larga escala, esta elite acredita que ela é superior ao resto da humanidade.

Existem vários níveis de iniciados e níveis de conhecimento, mas a ideologia central da NOM é a tecnocracia Fabiana socialista eugenista. Muitos servos da NOM são compartimentados, pensado que o seu papel pessoal (e provavelmente papel importante) no mundo bancário ou no mundo mediático encontra-se ao mais alto nível. Por exemplo, muitos membros Grupo Bilderberg ou do Concílio da Relações Externas ["Council on Foreign Relations" = CFR] provavelmente pensam que estão no mais elevado nível de controle, mas poucos estão cientes da elite ocultista acima deles.

Isto não quer dizer que os Bilderbergerianos e os membros do CFR não são os "arquitectos" das estruturas globais de poder, mas sim que eles não se encontram no nível mais elevado. Estas elites acreditam que foram escolhidas para governar as massas, que elas [as elites] vêem como nada mais que gado. Sendo o gado ignorante, a manada é totalmente descartável: ela [a manada] pode ser usada como bucha para canhão em guerras onde trilhões são feitos pelos banqueiros privados ao emprestarem dinheiro aos governos com juros exorbitantes. Ou então a manada pode ser despopulada tal como a falsa "crise" do aquecimento global precisa.

O Propósito Final da Nova Ordem Mundial 

O objectivo final da elite da NOM é uma ditadura socialista de ordem mundial única, construída à imagem do livro de George Orwell 1984, ordem essa que George Orwell conhecia profundamente. Também influente foi o livro "Brave New World" de Aldous Huxley. A Alemanha Nazi e a Rússia Bolchevique foram ambos modelos-chave estabelecidos pela e para a NOM. O objectivo final é o controle total e a escravização total através do controle da religião, da ideologia, da população, da economia e da tecnologia.

De forma a que isto possa ser atingido, todas as soberanias nacionais têm que ser dissolvidas e unidas numa série de uniões continentais, tal como aquela que foi já instalada com o nome de "União Europeia". O problema da imigração nos Estados Unidos, por exemplo, faz parte do plano dos globalistas de remover as fronteiras como forma de criar a União Pan-Americana que se irá, eventualmente, unir à União Europeia. As Uniões Africanas e Asiáticas certamente que se seguirão, provavelmente sendo mais tarde unidas na eventual Federação Mundial supervisiona peças Nações Unidas. Evidências em favor disto podem ser vistas nas palestras de Rockfeller nas Nações Unidas, tal como exibidas na C-SPAN: 

U

De modo a entender a forma como as assim-chamadas elites atingiram o que já atingiram nos dias de hoje, é importante olhar para a história deste grupo amorfo. De maneira geral, a batalha entre o mal e o bem pode ser rastreada até ao início do tempo e até à Queda do homem, mas por motivos de conveniência, vamo-nos focar na era moderna.

À medida que a Idade Média produzia a era da modernidade através da ciência de Francis Bacon, Galileu e Newton, uma mudança no paradigma na forma como se via o mundo aconteceu: ele, o mundo, já não era mais governado por Deus através da Sua Igreja e da hierarquia terrena da monarquia; em vez disso, o mundo começou a ser visto como uma casa de tesouro de forças prontas a serem aproveitadas pelo homem.

Direitos do Homem segundo
os revolucionários franceses
O homem podia eventualmente atingir o entendimento total do universo e ascender para a posição de Deus. A "ciência" tornou-se no novo mythos, a nova narrativa abrangente que poderia explicar a grande ascensão do homem até a divindade. Estes eram interesses estranhos para estes homens que tentavam, ao mesmo tempo, desmitologizar o mundo da "superstição religiosa". Esta era, obviamente, uma fachada e uma mentira visto que eles, tal como o livro clássico Frances Yates "The Rosicrucian Enlightenment" demonstra, eram practicantes de magia. A nova ciência deu origem ao Iluminismo - revolução socio-cultural que buscou reconstruir a ordem social fundamentando-se no fluxo, no progresso e na "razão", em oposição à teologia e à metafísica. 

Também simultâneo com este fenómeno ocorreu a Reforma Protestante, que buscou desafiar a autoridade estabelecida da Igreja única, autoridade essa que havia sido a força dominante na Europa Oriental e na Europa Ocidental por mais de mil anos. Os próprios Reformadores buscaram remover o que eles entendiam como sendo a superstição da Igreja, e colocar a autoridade religiosa nas mãos de "todos os rapazes que trabalham no arado", tal como disse Lutero, que poderiam assim reconstruí-la como bem entendessem. Em última análise, a Reforma iluminista teve como consequência o racionalismo puro, e da Alemanha vieram as infames escolas de Alta Crítica que iriam negar a autoridade dos Textos Bíblicos e, por fim, rejeitar todos os elementos sobrenaturais da Teologia - quaisquer que eles fossem. Um novo mundo estava a emergir do antigo mundo.

Estes eventos não foram acidentais. De facto, o Iluminismo e a Reforma não só causaram alterações na teologia e na forma de pensar, mas causaram também uma revolução civil. O mais notável destes eventos foi a Revolução Francesa, que buscou destruir o Cristianismo na França, decapitar o monarca, e estabelecer uma república Iluminista, secular e comunista. A morte de milhares de pessoas não foi acidental. Os demagogos da Revolução Francesa, tais como Danton, Robespierre, o Duque de Orleans, Marat, e São Justo, eram todos membros de sociedades secretas e ordens Iluministas. Muitos líderes comunistas tais como Vladimir Lenin eram também "Illuministas".

A pergunta então materializa-se: porque é que os líderes comunistas e os líderes burgueses da Revolução Francesa seriam ambos membros dos mesmos grupos revolucinários secretos? Não são os seus objectivos radicalmente distintos? A resposta a isto será dada mais tarde. Através da sua infiltração na Maçonaria, estes homens sangrentos foram induzidos para dentro duma sociedade profunda e sombria conhecida como os Illuminati.

Os Illuminati haviam sido criados na Bavária em 1776 por um canonista ex-Jesuíta chamado Adam Weishaupt. Weishaupt, que se encontrava imerso no racionalismo, tinha como plano organizar um grupo de elite que eventualmente iria instalar uma ordem socialista mundial e abolir a teologia. Weishaupt parece ter sido a figura ideológica-chave por trás das revoluções dos séculos 18 e 19 que, em última análise, removeram todas as formas de monarquia e efectivamente acabaram com a influência social do Cristianismo.

É alegado que Weishaupt recebeu financiamento para o seu projecto da parte de seitas aristocráticas e banqueiras secretas que queriam destruir e reconstruir a sociedade. O establishement banqueiro ocidental apoderou-se de toda a Europa tendo em vista um objectivo simples mas assombroso: emprestar dinheiro para a guerra aos líderes estatais com juros elevados e, desde logo, colocar os governos sob o controle dum banco privado. O mais bem sucedido entre estes foi Nathan Rothschild, que fez uma fortuna incrível emprestando dinheiro tanto a Napoleão como aos Britânicos [isto é, aos dois lados da mesma guerra].

Quando Napoleão foi derrotado, Nathan enganou o parlamento Britânico e levou-os a instalar um banco central sob o disfarce de "estabilidade económica". Este banco privado, no entanto, haveria de ser suportado por uma fortuna privada, e o sistema monetário eventualmente seria meramente uma moeda fiduciária. Isto significava que o dinheiro não era suportado por ouro mas sim por crédito fiduciário. Por sua vez, os banqueiros iriam cobrar juros aos governos sobre o dinheiro que eles haviam inventado do nada. Seria através desta metodologia que eles eventualmente haveriam de ser bem sucedidos em colocar toda a Europa numa União com uma moeda fiduciária proveniente dum banco privado localizado na Alemanha. Este é o status actual da União Europeia.

A mesma mentira banqueira foi levada a cabo nos Estados Unidos através dos Rockefeller e Morgan Trusts que em 1913 manipularam o Congresso dos EUA para aprovar o "Federal Reserve Act". O "Federal Reserve Act" colocou a economia Americana nas mãos de banqueiros Europeus e da dinastia banqueira Rockefeller-Morgan-Britânica.

Cecil Rhodes, o magnata dos diamantes africanos, foi também financiado pelos mesmos interesses; depois de obter uma fortuna, no princípio do século 20 fundou uma sociedade secreta conhecida como "Round Table Group". Desta "Round Table" Britânica e da Royal Society, a similar "American Council on Foreign Relations" foi formada ao mesmo tempo que a versão internacional, conhecida como a "Trilateral Commission", foi também formada. Por sua vez, estas entidades formaram a  OSS/CIA e o grupo dentro eles é conhecido como os Bilderbergers, tal como dito em cima; esta organização organiza encontros anuais em lugares secretos um pouco por todo o mundo, onde as políticas nacionais e corporativas são definidas.

O objectivo declarado destes grupos é a instalação dum governo mundial e dum sistema monetário único no mundo inteiro. Isto é levado a cabo economicamente através de bancos centrais privados, que imprimem a moeda fiduciária e cobram juros aos vários governos mundiais. A propósito, é por isso que há já muitas décadas nós ouvimos falar que a nossa dívida nacional encontra-se na ordem dos triliões de dólares. A dívida são os juros que devemos em torno de dinheiro impresso do nada; os donos são banqueiros internacionais que enganaram os EUA e fizeram com que eles entregassem aos banqueiros o poder de controlar o abastecimento de dinheiro; é por isso que é uma conspiração.

Eu já falei com professores doutorados em Economia que admitem que a maioria dos países sobrevivem à base do sistema de dinheiro fiduciário controlado por bancos privados. Para estes professores institucionalizados isto não é problema visto que muitos deles apoiam a ideia do globalismo e dum governo mundial. Eles são voluntariamente ingénuos, pensando que o sistema que abusa deles também os salvará.

Agora que já vimos a história da cabala da Nova Ordem Mundial e o seu caminho monetarista para o controle total dos estados-nação, é importante ver os métodos que eles usam para obter e aumentar o seu controle. Antes de fazermos isso, temos que colocar uma cara aos grupos que servem de fachada para a NOM. Muitos desses homens são membros de igrejas locais, incluindo padres respeitados, pastores, guias espirituais e diáconos. Muitos presidentes americanos, senadores, congressistas, homens de negócio e filantropos fizeram parte, e fazem parte, deste grupo. Estes homens bem intencionados estão a servir interesses mais elevados que buscam propósitos sombrios - propósitos esses que aqueles que estão abaixo deles não sabem.

A maçonaria moderna deriva das alianças entre os pedreiros da Europa Ocidental Medieval que se uniram para construir as catedrais dos bispos e os palácios dos reis. À medida que a construção de catedrais diminuiu e à medida que o Iluminismo e a reforma varriam a Europa, os practicantes do ocultismo procuraram levar a cabo encontros secretos onde poderiam conspirar sem a ameaça da Igreja Católica e das coroas que ainda existiam. Eles encontraram o que buscavam na sociedade dos maçons: estes novos e filosóficos maçons foram chamados de "maçons especulativos". Por volta do século 18 existiam mais de 5,000 lojas maçónicas estabelecidas na Europa. Muitos senhores menores e chefes de estado menores, bem como membros do clero - tanto Protestantes como Católicos - haviam, de facto, se unido à fraternidade. Tal como dito em cima, para o final do século 18, a maçonaria encontrava-se já intimamente ligada aos Illuminati graças aos esforços racionalistas extremos de Weishaupt. 

As Linhagens de Sangue
Mitólogo da NOM:
Charles Darwin
Não estando muito a par do pensamento pré-moderno, a maior parte de nós realmente não entende a importância que as linhagens de sangue tinham no mundo antigo. O mundo antigo era, essencialmente, um sistema de castas, e muitas sociedades actuais, tais como as que existem na Índia, ainda operam desta forma. A menos que se seja da  linhagem real, temos que aceitar uma certa posição na sociedade. É suposto a modernidade ser igualitária, mas as distinções de classe apenas foram reorganizadas de linhagens reais para linhagens de riqueza. A própria Bíblia preocupa-se com as linhagens de sangue visto que Jesus Cristo é a Semente Prometida, Descendente de Adão através de Noé, através de Abraão, através do Rei David a a Sua Mãe, de quem a Igreja alega Ele ter recebido a Sua Humanidade.

Para o mundo antigo, portanto, as linhagens eram tudo. Isto é importante visto que a filosofia ocultista dos assim-chamados racionalistas do mundo moderno ainda aderem a este princípio antigo. Para os ocultistas da NOM, há "poder no sangue", tal como para os Cristãos, expressão que para eles significa poder mágico. Logo, as famílias dinásticas que controlam o mundo, tais como os Rothschilds, os Rockefellers, os Morgans, os Warburgs, etc., tal como as antigas realezas, acreditam que têm que casar entre si de modo a manter a pureza da linhagem de sangue.

O livro ridículo de Dan Brown - "O Código DaVinci" - é um exemplo perfeito: embora o livro seja claramente falso, ele demonstra a obsessão do mundo do ocultismo pela pureza mágica herdada através das linhagens familiares. De facto, alguns destes ocultistas acreditam que eles mesmos são descendentes de deuses; um exemplo disto é a ideologia Satânica do Nazismo, onde Heinrich Himmler, através das SS, tentou produzir uma linhagem Ariana pura:, uma linhagem que tinha o poder dos deuses de Atlântida a percorrer dentro deles, tal como o livro "Unholy Alliance: A History of Nazi Involvement with the Occult" de Peter Levenda revela.

É através da maligna ideologia do eugenismo, o descendente do Darwinismo, que a elite Britânica encontra o fundamento para a promoção dos males do aborto, da eutanásia e da esterilização. A maior parte das pessoas não sabe, mas foi Margaret Sanger (com a ajuda da mãe de Catherine Hepburn) que fundou a Planned Parenthood com apoio financeiro dos Rockefeller para vender a ideia do aborto e da contracepção (sob o manto dos "direitos das mulheres"). Sanger convenceu a organização NAACP [= National Association for the Advancement of Colored People  = Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor] que as mulheres negras em particular deveriam ter o direito ao aborto, tudo baseado na filosofia socialista eugénica de Sanger.

Um dos grandes promotores do Darwinismo foi o eugenista Sir Francis Galton, primo de Charles Darwin e também cientista. O que as universidades estaduais, todas controladas pela elite, não dizem é que a filosofia eugénica de Galton, uma consequencia natural do Darwinismo, era profundamente Anglo-racial. Enquanto isso, o  establishment universitário falsamente liberal quer que todos acreditem que o Marxismo é glorioso, embora a sua própria pseudo-religião Darwinista seja racista até ao âmago. É por esta filosofia ocultista do Darwinismo mascarada de ciência que a elite da NOM está obssecada, e é por esta razão que abortar milhões de crianças se tornou um sacrifício enorme. Quem controla a América é um establishment Luciferiano.

O Movimento Nova Era Ecológico

É importante levar em conta que as sociedades secretas previram o suposto fim da religião. Existem muitos outros grupos que operam de uma forma independente, mas com os mesmos propósitos de destruir a religião histórica e Ortodoxa e instalar uma ordem mundial Luciferiana, global, tecnocrata, socialista e racionalista. Muitas pessoas encontram-se ignorantes do facto do Movimento da Nova Era ter tido a sua origem em grupos ocultistas fraudulentos. Madame Blavatsky, charlatã e ocultista de primeira, cunhou o termo ao notar que, em termos astrológicos, o século 20 haveria de testemunhar a transformação da Idade do Peixe, que os ocultistas associam à era do domínio do Cristianismo, para a Idade do Aquário - a era da nova ordem mundial, a ordem cósmica onde os homens iriam estar em contacto com o que ela identificou como "A Grande Irmandade Branca das entidades interestelares."

Blavatsky, tal como todos os outros ocultistas, pensava que o homem se encontrava no caminho da evolução Darwiniana rumo a divindade, e que estas "entidades" extra-dimensionais eram seres altamente avançados que buscavam formas de levar a raça humana para a idade seguinte da consciência cósmica. Os extra-terrestres da Madame Blavatsky, no entanto, mais não eram que anjos caídos [demónios] que promulgava a mesma mentira que Satanás promulgou no Jardim do Éden, isto é, que o homem poderia eventualmente passar a ser o seu próprio deus.

A feminista masculinizada carrega
o martelo Soviético para destruir
o patriarcado. ascensão 
do feminismo faz parte do plano
da  elite para destruir a família
e a  ordem social
O Movimento da Nova Era Ecológico, no entanto, não perdeu poder ou influência durante os últimos anos. A revolução hippie-sexual dos anos 60 foi uma vitória enorme para este movimento, trazendo a filosofia Oriental para o mundo Ocidental através dos Swamis e dos Beatles. Os Estados Unidos são apoiantes primários das técnicas da Nova Era, e elas são promovidas em todas a áreas da vida dentro dos seus programas. Estes programas, tais como a UNESCO, buscam inicializar os jovens nas mais variadas formas de paganismo e superstição sob a máscara de "tolerância" e "diversidade".

O Movimento da Nova Era, financiado pela elite, é também responsável pela popularidade do feminismo e da bruxaria. O propósito destes grupos é a transformação alquímica da humanidade para “Adam Kadmon”, uma figura andrógina que representa uma trascendência acima do sexo masculino e do sexo feminino, resultando num ser "divino" altamente evoluído através da tecnologia e do transumanismo. Mais uma vez vemos aqui a ideia do inexorável processo da evolução até à divindade.

Estes textos supersticiosos ensinam que através do acto sexual, o mágico pode obter poder com o qual ele pode canalizar o seu "eu superior", que, segundo acreditam os ocultistas, lhes dará maiores poderes, tais como deuses, quando eles ascenderem a ridícula escada evolutíva. Estes "egos superiores" ou "egos genuínos" são, na verdade, demónios que enganam o ocultista.

Gnosticismo e Crowley

Uma das mais poderosos sociedades secretas do século 20 foi a O.T.O., ou Ordo Templi Orientis. Por um período de tempo, esta sociedade foi liderada pelo maior ocultista do século 20, Aleister Crowley. Considerado um génio, Crowley rapidamente ascendeu as fileiras do ocultismo e tornou-se um proponente do gnosticismo antigo. A melhor descrição para a ordem de Crowley é a de que ela é uma "hermetic graduate school". O próprio Crowley encontrava-se no nível 98 e 99 dos ritos "Memphis" e "Mizraim" - ritos que a maior parte dos membros na Nova Era nunca ouviu falar. O famoso livro de Crowley "Magick in Theory and Practice", alega que a chave para a vida e para se tornar um mágico é trazer a vontade própria para o mundo; executar mudanças no mundo. As mudanças, no entanto, podem ser boas ou más. Levar a cabo mudanças no mundo através duma imposição não é necessariamente uma coisa boa.

Segundo a minha análise, este gnosticismo é a chave para se entender a explosão recente de pedofilia nos tempos modernos, no Catolicismo pós-Vaticano II. O livro do jornalista William Kennedy "Lucifer’s Lodge" documenta evidências de que os Luciferianos infiltraram-se nos mais elevados níveis do establishment da Igreja Católica, e buscam formas de usar a Igreja Católica como veículo para a religião universal da Nova Era.

O amplamente conhecido erudito ex-Jesuíta Malachi Martin, profundo conhecedor do Vaticano e amigo pessoal de João XXIII e Paulo VI, escreveu inúmeros livros em torno do estado da Igreja desde o Vaticano II. Tem que ser ressalvado antes de mais que existem evidências inegáveis e abundantes de que Martin era ele mesmo um Luciferiano. No seu livro "The Keys of this Blood", que fala do papado de João Paulo II, Martin menciona um Missa Negra Satânica que foi celebrada no Vaticano depois da coroação de Paulo VI como papa (página 632).  O motivo pelo qual isto é importante é o facto dele ter conhecido pessoalmente esses papas.

Aleister Crowley.
A razão por trás disto encontra-se o facto dos Luciferianos operarem segundo um princípio que Crowley deu o nome de “revelação do método.” Uma vez que a maior parte dos ocultistas são dualistas gnósticos, eles acreditam que o bem e o mal são dois lados da mesma moeda; ambos são, importantes e necessários. Logo, não há motivo para não se jogar dos dois lados, digamos assim. A pessoa pode ser conservadora e com bons valores morais durante o dia, e durante a noite participar em rituais negros de Luciferianismo.

Neste importante livro com mais de 700 páginas, Martin debruça-se sobre o propósito dos ocultistas do Vaticano de controlar a ordem mundial emergente. Martin admite que não há dúvida nenhuma que a Igreja Católica apóstata, a "anti-igreja" como ela a chama, é o veículo primário através do qual as Nações Unidas e os anglo-globalistas tentam reunir todas as religiões numa só, onde a religião Ortodoxa é substituída pela paganismo e pelas tradições de controle em massa. É por isso que a Igreja Católica moderna tem que ser resistida a todo o custo; se ela não for resistida, ela iniciará o mundo no Luciferianismo. Só a Ortodoxia tradicional é a força motora com força suficiente para repelir a Nova Ordem Mundial. 

O Papel dos Estados Unidos 

Levar a cabo um combate de resistência, operando sob o manto da Constituição e dos valores americanos, é inútil na luta contra os Iluminati visto que, contrariamente ao que muitos americanos podem pensar, o país foi fundado por um aglomerado de deístas Protestantes influenciados pelo Iluminismo e por ridículas filosofias revolucionárias. Qual é, então, o papel dos EUA nisto? O papel dos EUA parece ser, como disse um filósofo político, "o promulgador benigno do governo mundial."

Os EUA são cavalo-de-corrida da elite: eles funcionam como o "Big Brother" das nações, inteligentemente buscando formas de estabelecer falsas "democracias" em países com ditaduras insignificantes como o Iraque que os próprios EUA financiaram e emprestaram dinheiro durante os anos 80 - treinando Saddam como um aliado.

A revolução tecnológica do génio dos melhores e dos mais inteligentes da América é a principal arma para objectivo final da NOM. O uso do grande motor de supercomputadores e da tecnologia sem-fios está, na verdade, a ser usada para estabelecer um controle ao estilo da Skynet [do filme "O Exterminador] onde a população mundial será reduzida em 90% devido à falsa religião do Clima Verde e da adoração da Terra.

A ascensão da Skynet.
Visto que as massas foram emburrecidas através desta cultura tóxica, da comida e da água envenenada, eles vão-se tornar ainda mais emburrecidos, mais dóceis e por fim, estéreis. Por essa altura, os robôs com inteligência artificial irão ser revelados para acabar com os últimos vestígios da humanidade biológica. Sem uma filosofia coerente e sem fé religiosa, a humanidade tornar-se-á susceptível à grande decepção da utopia e da salvação tecnológica. Esta grande promessa nunca será cumprida: na verdade, toda a Internet e toda revolução da rede inteligente foi feita precisamente para escravizar as massas após um longo período de "reconhecimento" através do rastreamento e da localização de tudo na rede desde a sua criação.

Sem uma metafísica religiosa, o homem é vítima da quantificação de todas as coisas, irracionalmente subjugado sob a onda de escravatura mecânica e "racional". O ídolo que é o produto das mãos humanos será exactamente o que o escravizará (em vez de o libertar). A solução para este dilema é explicado soberbamente pelo filósofo  Dr. Philip Sherrard aqui.

Desumanização através da escravização tecnologica.




segunda-feira, 24 de março de 2014

Qual é a relação entre Nimrod e a União Europeia?

Vigilant Citizen

Desde que ficou pronto, no dia 14 de Dezembro de 1999, que o parlamento da União Europeia (UE) tem levantado questôes relação à sua estrutura. A torre principal, chamada de edificio “Louise Weiss”tem uma aparência peculiar e modernista. Porque é que parece não estar concluída? Os promotores afirmam que ela reflecte a "natureza incompleta da Europa", no entanto, pesquisas em torno do assunto revelam o simbolismo sombrio e profundo do edifício. Expôr a verdadeira fonte da inspiração por trás do edifício Louise Weiss é expor as crenças esotéricas da elite mundial, as suas aspirações sombrias e a sua interpretação das Escrituras antigas.

Vamos direitos ao assunto: o edifício Louise Weiss foi feito para ter a aparência da pintura "Torre de Babel" de Pieter Brueghel o Velho de 1563. A história diz que a Torre de Babel nunca foi finalizada. Logo, o Parlamento da UE está, basicamente, a continuar com o trabalho incompleto de Nimrod, o famoso tirano que estava a construir uma Torre em Babel para desafiar a Deus. Será que esta é uma boa fonte de inspiração para uma "instituição democrática"?


Nimrod e a Torre de Babel

A história da Torre de Babel aparece em numerosos textos de civilizações antigas, incluindo a Hebraica, a islâmica, a Grega, e o Cabala. Diz-se que Nimrod foi o fundador e o rei do primeiro império depois do Dilúvio. O seu reino incluía a Babilónia, Uruk, Akkad e Calné. Ele é conhecido por ter sido um rei que trouxe a tirania para os povos ao mesmo tempo que buscava eliminar a liberdade religiosa.

Foi Nimrod que os motivou para tal afronta e desprezo por Deus. Ele era o neto de Cam, filho de Noé, um homem corajoso e com grande força de braços. Ele convenceu-os a não dependerem de Deus, como se fosse por via dos seus meios que eles viviam felizes, mas a acreditarem que era a sua coragem que lhes dava essa felicidade. Gradualmente, ele mudou também o governo rumo à tirania ao ver que não havia outra maneira de desviar os homens do temor de Deus a não ser através dum aumento da constante dependência do seu poder....Por esta altura, as multidões estavam prontas para seguir as determinações de Nimrod e qualificar como "covardia" toda a submissão a Deus.

Segundo os relatos Bíblicos, Babel era uma cidade que unia a humanidade; todos falavam a mesma língua e provinham do Este. Esta era também a cidade de Nimrod e foi aí que ele decidiu que se construiria uma torre tão alta que "o topo deveria estar nos céus". No entanto, essa torre não era para a adoração e louvor de Deus, mas sim para a glória dos homens sob o motivo de construírem um "nome" para os construtores. A versão desta história presente no Midrash acrescenta ainda que os construtores da Torre disseram:

Deus não tem o direito de escolher o mundo superior para Ele e deixar o mundo inferior para nós; portanto, iremos construir uma torre, com um ídolo no topo do edifício segurando numa espada, para dar a impressão de que queremos guerrear contra Deus.

Deus, observando a natureza blasfema da Torre, deu a cada uma das pessoas uma língua diferente como forma de os confundir. Incapazes de continuarem o seu trabalho, as pessoas foram dispersas por todo o mundo.

Simbolismo presente no Parlamento da União Europeia

Portanto, a construção do Parlamento da UE segundo a imagem da Torre de Babel envia a mensagem de que Nimrod tinha a filosofia correcta e que a sua Torre foi uma boa ideia. Portanto, o que nos espera é:
* Uma instalação gradual da tirania
* A eliminação da adoração a Deus como forma de se instalar a dependência pelo poder [líderes políticos]
* Todas as pessoas a falar a mesma língua e tendo a mesma religião
* Rejeição de Deus ao mesmo tempo os seres humanos se tentam tornar em deuses


Sabem que mais? Estes são os preceitos cardinais das crenças esotéricas da elite mundial (ver "Eduquem-se"). Eles não são Cristãos nem nada que se pareça. O seu sistema de crenças baseia-se nas Religiões Misteriosas (rituais pagãos, adoração do Sol, considerar Lúcifer como aquele que deu a luz à raça humana, olhar para Deus como Aquele que quer manter os humanos na escuridão). A Nova Ordem Mundial irá remover toda a adoração a Deus, instalar uma forma de comunicação comum, e transformar a democracia numa tirania.

O poster banido

Será que estas considerações são totalmente descabidas? Será que eu estou a ver demasiadas coisas neste edifício? A resposta é: NÃO. Eis aqui o poster OFICIAL a promover  o Parlamento da União Europeia.

Vemos os povos da Europa a reconstruir a Torre de Babel. Eis aqui alguns pontos a levar em conta:

1) Primeiro, temos aqui a confirmação de que o edifício Louise Weiss foi verdadeiramente inspirado pela Torre de Babel. O poster recriou a torre exacta da pintura de Pieter Brueghel, chegando até a incluir a parte danificada do edifício. Não há qualquer dúvida aqui.

2) Segundo, o slogan: "Europa: Muitas Línguas, Uma Voz" refere-se ao facto de Deus ter confundido as pessoas com muitas linguas.

De modo efectivo, o Parlamento irá reverter o castigo que Deus deu à idolatria e à arrogância humana.

3) Terceiro, olhem atentamente para as estrelas no topo. Será que elas têm uma aparência estranha? Elas estão ao contrário, isto é, pentagramas invertidos.

O simbolismo por trás dos pentagramas é extremamente profundo e complexo, mas podemos dizer que o pentagrama normal refere-se ao "Governo Benigno" e o pentagrama invertido refere-se ao "Governo Maligno".


O poster foi banido devido aos protestos levados a cabo por numerosos grupos, no entanto ele é extremamente revelador e confirma a forma de pensar esotérica dos construtores do Parlamento da União Europeia.

A rapto da Europa

A estátua que se segue, que se encontra em frente ao edifício Winston Churchill, refere-se a uma mitologia antiga que exibe uma das representações mais antigas da Europa. Ela baseia-se na história de que Zeus se disfarçou como um touro branco como forma de seduzir a princesa Europa quando esta se encontrava a recolher flores. Quando ela se aproximou do touro, e o montou, ele aproveitou a oportunidade, e fugiu com ela, violando-a posteriormente (esta é a versão não censurada da história.).


Portanto, a mulher sentada neste touro está em vias de ser sexualmente abusada, o que é estranho. De qualquer das formas, isso representa o Bem vs o Mal, o Sol vs a Lua e todas essas coisas - parte integrante das Religiões Misteriosas. É preciso não esquecer isso.

Conclusão:

A União Europeia é, actualmente, um super-estado que inclui 27 países (e mais se juntarão). O mesmo destino aguarda os Americanos e os Asiáticos, que estão condenados a unirem-se sob a mesma bandeira e mesma moeda como forma de criarem outros super-estados. Esses são os passos necessários para o Governo Mundial Único, propósito buscado de modo activo pela elite mundial. O Parlamento da União Europeia é o primeiro monumento a representar um super-estado, e através de simbolismo intenso e do ódio à religião [=Teísmo Cristão], ele revela planos para uma Nova Ordem Mundial e o seu apoio subtil à tirania.





segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A falsa oposição e o falso nacionalismo

Por Henry Makow

O meu título original era "Confissões dum ingénuo". Desde os 18 aos 40 anos, eu fui um ardente nacionalista Canadiano e membro de vários grupos "nacionalistas", incluindo o "Comité para um Canadá Independente", de Mel Hurtig. No ano de 1968 eu organizei um discurso para Hurting na Universidade de Carleton. Em 1988, quando eu estava rico devido ao jogo "Scruples", contribui com cerca de $20,000 nos esforços que estavam a ser desenvolvidos para levantar oposição ao acordo de comércio livre devido à perda de soberania Canadiana.

O que vou dizer é contra-intuitivo, mas os grupos nacionalistas esquerdistas que apoiei eram uma fachada para a Nova Ordem Mundial (NOM) e os seus líderes eram, na verdade, internacionalistas. Mel Hurtig pertencia à facção Canadiana do "Royal Institute of International Affairs", de Arnold Toynbee. Abe Rotstein, co-presidente de Hurtig, tomou parte na Conferência Bilderberg de 1971.

Outros assim-chamados nacionalistas como Mel Watkins, Eric Kierans e Maud Barlow eram todos esquerdistas. A Esquerda serve de fachada para a Nova Ordem Mundial Comunista, isto é, o governo inchado ao serviço do Grande Capital. As massas são subornadas com "serviços sociais" e enganadas pelo conflito "Esquerda - Direita", mas ambos servem (trabalham) para os grupos com o monopólio financeiro mundial.

O partido socialista Canadiano, os Novos Democratas, é membro da Internacional Socialista, uma construção da Maçonaria Bancária. O seu logotipo é um punho e rosas vermelhas, símbolos Comunistas e Maçónicos.

O "Nacionalismo" no Canadá floresceu no rasto da Conferência Bilderberg de 1968, no Monte Tremblant. Um documento secreto proveniente da conferência esboçava um plano onde os financiadores Canadianos aparentariam serem os donos da área negocial Canadiana quando na verdade ela era controlada pelos bancários internacionais - isto é, os bancários Illuminati. O nacionalismo Canadiano foi outra psy op.

UM JOVEM EM BUSCA DE IDENTIDADE

Eu tinha 18 anos em 1968, e "em busca duma identidade." Eu buscava isso porque Deus e a religião me haviam sido retiradas. Para além disso, eles haviam também esvaziado o sexo (masculinidade) e a família. Ingenuamente, busquei a minha identidade junto da "comunidade". Inicialmente, investiguei Israel mas senti que havia algo de errado com o Sionismo. Depois disso, dediquei-me ao nacionalismo Canadiano, obtendo qualificações em Literatura Canadiana. Mal sabia que eu me estava a unir a uma oposição fictícia.

Depois da eleição de 1988 em torno do livre comércio da América do Norte, eu estive presente numa conferência de grupos nacionalistas esquerdistas em Otawa. Nós havíamos perdido. O propósito era decidir a estratégia para seguir em frente. Durante a conferência observei três coisas que pensei serem anormais:

1) Os amigos organizadores aqui em Winnipeg, que eram na verdade Comunistas que se haviam infiltrado dentro do movimento operário, não queriam que eu fosse. Achei estranho que activistas sinceros não quisessem incluir todo o seu talento (ou mesmo dinheiro) ao qual tivessem acesso.

2) Eu fiquei surpreso pelo comportamento dos professores esquerdistas e dos activistas durante a Conferência. Eles não pareciam zangados nem desapontados pela perda. Era exactamente o oposto. Havia um sentimento palpável de satisfação presunçosa. Eles estavam satisfeitos com a sua "actuação" e estavam contentes por poderem voltar para os seus locais e darem continuidade ao processo de enganarem os estudantes ingénuos. Estas pessoas piedosas ganham mais de $100K "lutando pelos pobres" e "lutando contra o establishment."

Finalmente,

3) Durante o encontro sugeri algumas acções militantes como forma de continuar a batalha contra o livre comércio. A presidente da reunião, Maude Barlow, que ainda é a presidente do "Concílio dos Canadianos", colocou-me de parte verbalmente, prometendo discutir o assunto pessoalmente mais tarde. Ela nunca me procurou. Quando eu entrei em contacto com ela, ela disse que estava demasiado atarefada. Eu havia sido "enganado" por uma profissional.

CONCLUSÃO:

Claramente os liberais e a "esquerda" socialista fazem parte da falsa oposição. Eles não representam as pessoas. Eles são Maçónicos e fazem parte do duplo passo Maçónico que termina no governo mundial controlado pelos banqueiros. O "establishment" é cúmplice na escravização da sociedade.

Semelhantemente, nos EUA e na Europa, todos os partidos políticos são dirigidos pela Maçonaria e governados pelo cartel Rothschild. Eu duvido muito que algum grupo ou individuo ganhe publicidade se não for uma marioneta. A nossa vida política e cultural pode ser comparada ao filme "The Truman Show", onde nós somos a personagem desempenhada por Jim Carey. Tudo é orquestrado e tudo está "sob controle".

Claramente, Ron Paul ajusta-se na perfeição ao papel de falsa oposição. Ele é Maçónico. A sua esposa é Maçónica, Estrela Oriental. As suas filhas são Maçónicas, Raparigas Arco-Iris.


"John Birch Society" faz um trabalho excelente mas aparentemente eles foram fundados pelos Rockefellers que fizeram um acordo muito bom com o fundador pela sua companhia de sumo de uva. 

O propósito da falsa oposição é usar a oposição e desencorajar qualquer movimento político de base genuíno de ser iniciado. A sua missão é combater batalhas triviais e distrair-nos da instalação sorrateira do governo mundial. Lembram-se do ano que os Republicanos passaram a tentar acusar Bill Clinton devido ao que aconteceu com Monica Lewinski? O governo paralisou por completo.

Será que temos verdadeiros líderes? Vocês podem reconhecê-los se eles forem marginalizados e feitos anátemas pelos órgãos de comunicação em massa. Os nossos verdadeiros líderes são as pessoas que eles atacam, arruínam, lançam na prisão ou matam.

Fonte: http://ow.ly/rldlw

* * * * * * *
Quem são os líderes mais criticados pelos média no vosso país? É bem provável que esses estejam genuinamente a trabalhar para o povo e fora do controle da elite financeira mundial.



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