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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Como destruir uma nação sem usar armas de fogo

Por Coronel Dan

Se por acaso tivesses o propósito de destruir uma nação poderosa, imersa numa filosofia originalmente poderosa, independente e totalmente oposta à tua - um país que não quisesses enfrentar militarmente - como é que farias as coisas? A resposta é simples; orquestra a sociedade para a destruir a partir de dentro. 

Embora isto possivelmente possa demorar mais tempo que uma vitória militar, e exigir mais paciência, os estragos seriam igualmente eficazes - se não mais ainda. Quando se destrói uma nação a partir do seu interior, usasse o seu próprio povo, e desde logo, nenhum sangue é derramado em combate e as infraestruturas físicas são mantidas intactas.

Em qualquer país, existem certas área-chave que determinam a forma como os cidadãos amadurecem, vivem, e desenvolvem as suas crenças. Esses são os pontos centrais que têm que ser atacados. No seu livro "On War", Clausewitz referiu-se a este conceito de identificar e focar-se nos pontos seleccionados como um ataque aos centros de gravidade.

O centro de gravidade é o tal elemento-chave que, quando controlado e destruído, irá prejudicar de forma considerável o teu adversário e isso é um factor crítico para tu  atingires o teu objectivo. Neste caso, quando se toma o controle ou se destrói o inimigo a partir do seu interior, a chave é atacar e controlar a mente dos seus habitantes - tens que moldar a forma como as pessoas olham para a vida e para os valores sobre quais a sua vida se fundamenta. Molda a sua mente e irás controlar o seu avanço. Controla o seu avanço, e serás capaz de as guiar até um caminho que desça até ao inferno.

Os centros de gravidade que eu iria moldar na orquestração da queda dum país a partir do seu interior são os responsáveis pela sua percepção da verdade, as suas gerações futuras, a ideologia política, o seu sentido de nacionalismo e, claro, a sua economia.

Para moldar a verdade, há que controlar os média: A maior parte das pessoas absorve o que elas sabem sobre a vida a partir dos grandes centros mediáticos, que pintam uma imagem que tem como propósito ser vista por todos. Se essa imagem é constantemente distorcida, as mentiras passam a ser aceitáveis - isto é, digam repetidamente mentiras suficientes e mais cedo ou mais tarde essas mentiras passam a ser um "facto".

Rodopiem e inventem, distorçam e influenciem usando as plataformas públicas - tais como a televisão, a rádio e a imprensa - e vocês serão capazes de manejar e controlar a mente da vasta maioria da sua população em qualquer área à vossa escolha.

Esta influência subversiva inclui 1) colocar um grupo contra o outro, como forma de gerar discórdia interna, 2) ridicularizar, desacreditar e colocar em causa os princípios morais e os valores nacionais do país como forma de destruir qualquer traço dum forte fundamento espiritual ou duma forte aliança, única àquela cultura nacional. Isto é mais fácil de ser feito se muitos dos alvos da vossa audiência se tiverem tornado preguiçosos, sem educação, mal-informado, sem capacidade de raciocinar e apática.

Para moldar as gerações futuras, controla as escolas: Indoutrina de forma progressiva as crianças com princípios que estão de acordo com a tua filosofia. Faz com que as gerações futuras fiquem mentalmente, fisicamente e espiritualmente fracas. Evita ensinar as crianças os factos básicos da sua própria história, da sua constituição ou dos seus direitos. Ensina-os que a agressividade natural está errada, e que o certo é ser dócil e submisso.

Ensina-os que qualquer fundamento moral, tais como os princípios da religião, é uma fraqueza a ser evitada em nome da liberdade, e cria uma nova definição de patriotismo de forma que este novo entendimento esteja de acordo com os teus pontos de vista.

Ensina-os a colocar de parte os antigos valores e as antigas tradições no interesse e em nome da sensibilidade - afinal de contas, não queremos que as pessoas se sintam ofendidas com as nossas crenças antiquadas e tradicionais, pois não? E as armas, oh, as armas são malignas, perigosas, e socialmente inaceitáveis - um mal que tem que ser erradicado da sociedade para o bem das crianças, obviamente.

Para moldar a filosofia política, infiltra-te no governo: Sempre que for possível, coloca pessoas favoráveis à tua filosofia nos mais elevados cargos - quanto mais elevados, melhor - de modo a que elas possam manejar a direcção do país dentro de cada sector do governo, prometendo soluções, oferendas e benefícios para todos. De certa forma, tu podes pender a legislação rumo ao aumento do controle do governo e da dependência da população perante esse mesmo governo - governo esse que tu estás a moldar.

Actualmente, se tu conseguires encher os tribunais com juízes nomeados que não serão responsabilizados perante a lei e perante a constituição, podes agir com impunidade virtual. 

A infiltração junto dos mais elevados cargos pode também ser empregue para enfraquecer as forças militares através de cortes orçamentais, restrições injustificáveis, degradando tanto a moral como a eficácia das forças militares. Um país sem uma forte força militar é como um touro sem chifres ou um tigre sem garras - indefensável e vulnerável.

Para moldar o sentido de nacionalismo, dilui a cultura e a língua: Uma sociedade forte tem os seus fundamentos numa cultura única e na língua comum. Dito de forma simples, e em última análise, a cultura e a língua é que definem e unem a nação. Se conseguires manipular estes dois elementos importantes através de acção legislativa e pressão social, podes enfraquecer os fundamentos de qualquer país. Como? Introduzindo e eventualmente forçando a aceitação do conceito multicultural bem como a recusa do uso da língua comum como a língua oficial.

Resumidamente, impede a assimilação cultural e fragiliza qualquer sentido de nacionalismo. Encoraja e orquestra o aparecimento duma sociedade mosaica, e não dum "melting pot", e serás capaz de, eventualmente, ferir de morte a estrutura nacional.

Para moldar a economia, gasta, gasta, gasta, e tributa, tributa, tributa: Um país com uma economia forte é financeiramente independente e pouco provável de olhar para o governo para o que quer que seja. Se as pessoas livres não dependem do governo, então o governo tem poucas formas de manobrá-las. Ao legislar largas somas de dinheiro dos bolsos do erário público, consegues atingir dois objectivos importantes:
  • Primeiro, crias dependentes junto dos negócios públicos e privados, que estão agora sujeitos à condições, regras e regulamentos que tu ditas.

  • Segundo, estás a colocar o país sob uma dívida insustentável, reduzindo o valor da sua moeda ao mesmo tempo que fragilizas a sua economia.

E, claro, para apoiar todo este gasto, dizes que as pessoas têm que "investir" nestes "benefícios" disponibilizados pelo governo de forma a que possas tributá-los incessantemente, tirando o dinheiro dos seus bolsos e a independência das suas vidas. Eventualmente, se tributares as pessoas o suficiente, irás oprimi-las financeiramente a tal ponto que elas passam a ser servas, sobrecarregando a estrutura económica até ao ponto do colapso.

Através duma manipulação paciente e inteligente, coordenando estes poucos centros de gravidade, tu podes - com o passar do tempo - tecer a queda até da nação mais poderosa que existe, usando os seus próprios cidadãos e os seus sistemas para orquestrar a sua destruição.

A ironia é que em apenas algumas gerações, as massas indoutrinadas ficarão convencidas que este caminho, que foi preparado para eles, verdadeiramente é o caminho esclarecido para a humanidade e irão de livre vontade ansiar pela viagem. Tu terás, assim, tomado conta dum poderosos rival sem no entanto ter derramada uma gota do teu sangue. (...)






terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Breve História do Marxismo Cultural

Para entender o significado do Marxismo Cultural, temos que entender o seu propósito que pode ser resumido no slogan:

"Operários do mundo, uni-vos!"

A Alemanha foi o berço do Marxismo, e quando a Primeira Grande Guerra deflagrou, os Marxistas estavam certos de que isso seria o catalisador para a revolução do proletariado, visto que eles acreditavam que os operários não lutariam uns contra os outros porque estavam do mesmo lado. A verdadeira guerra era contra os exploradores, a classe dominante, os Capitalistas e todo o seu sistema.

Mas em vez duma guerra entre as classes, o que aconteceu foi uma guerra entre nações. Uma coisa se deparou contra o ideal Marxista: o patriotismo e o amor à pátria. É por isso que o propósito do Marxismo Cultural é destruir o patriotismo - o amor à pátria - e para levar isso a cabo, é preciso mostrar às pessoas que não vale a pena lutar pelo país. Pior ainda, o teu país é maligno. O Comunista Húngaro George Lukacs chamou a isto "Terrorismo Cultural".

Para além do amor ao país, todas as lealdades têm que ser destruídas - até os laços familiares. É por isso que temos uma guerra contra os "valores familiares". Exemplos modernos disto foi o Cambodja de Pol Pot, onde os nomes "mãe" e "pai" foram banidos em favor de "camarada", e as FARC da Colômbia onde o acasalamento era arranjado sem levar em contas as incómodas emoções.

Outra figura importante dentro do Marxismo Cultural foi o Comunista Italiano Antonio Gramsci, que viu a revolução Russa como um falhanço. "Sim, os Russos eram Comunistas mas nâo nos seus corações; era através do medo e da força." Gramsci identificou a fé Cristã Russa como algo que os impedia de amar o Comunismo com todo o seu coração.

Não pode existir qualquer outra lealdade para além do Comunismo. Essa lealdade tem que se tornar bem embutido no indivíduo tal como o Cristianismo. Para levar isso a cabo, Gramsci teve a ideia de se levar a cabo uma infiltração da sociedade. As artes (livros e filmes), os média e as escolas. Pode-se chamar a isso de propaganda mas também se pode chamar a isso de "Escola de Frankfurt", que foi onde Comunistas Judeus deram início à sua campanha. Mas quando Hitler subiu ao poder em 1933, isso foi o fim para eles. Fugiram para os Estados Unidos e encontraram abrigo na "Columbia University" e só regressaram à Alemanha nos anos 50.

Como forma de "agradecer" a maneira como foram salvos do Nacional Socialismo, estes intelectuais Judeus colocaram em acção um plano que visava mostrar o quão "maligno" este país era. Foi aí que nasceu a "Teoria Crítica", que é "a crítica destrutiva da cultura Ocidental, incluindo o Cristianismo, a família, a moralidade, a tradição, a lealdade, o patriotismo, o nacionalismo,", etc.

Como fã da história, eu aprecio as coisas boas e as más de tudo. Mas o Marxismo Cultural está longe de ter coisas boas; são só coisas más. Devido a isso, é uma crónica pobre da História; o Marxismo Cultural é propaganda com uma agenda sinistra.

O mesmo pode ser dito dos estudos "académicos" raciais e feministas, que invariavelmente incluem treino em consciência de classe. Convém ressalvar que não levanto qualquer tipo de oposição ao estudo de grupos, mas sim à lavagem cerebral e à agenda sinistra a ela associada. 

Os Marxistas Culturais costumavam ficar satisfeitos em atacar a história mas eles expandiram isso para o presente com o conceito do Politicamente Correcto - uma forma de abafar as ideias, um desarme da oposição intelectual. Afinal, nada cala mais depressa alguém do chamá-lo de "racista".

The McLarge Report



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

União Europeia suspende programas Erasmus e Horizonte 2020 com a Suíça

A Comissão Europeia suspendeu nesta segunda-feira as negociações com vista à participação da Suíça nos programas Horizonte 2020 e Erasmus, naquela que é a primeira medida prática após o referendo que reforçou os limites à entrada de cidadãos europeus no país.

É, mais concretamente, a resposta de Bruxelas ao anúncio de domingo de Berna, que suspendeu a assinatura de um acordo bilateral para o alargamento do livre acesso de cidadãos croatas ao mercado de trabalho suíço.

O relançamento das negociações com a Suíça para a participação nos programas Horizonte 2020 (para apoio à investigação) e Erasmus (programa de mobilidade de estudantes) está agora dependente do reatamento do acordo com a Croácia, anunciou o porta-voz Joe Hennon.

"Dadas as circunstâncias, e à falta de um sinal político claro, as próximas negociações ficam suspensas até que a Suíça assine" o acordo de acesso ao seu mercado de trabalho com a Croácia, disse Hennon.

A Croácia tornou-se na primeira vítima da vitória do "sim" no referendo suíço do dia 9 de Fevereiro. No domingo, a ministra dos Negócios Estrangeiros da confederação, Simonneta Sommaruga, telefonou à ministra croata dos Negócios Estrangeiros, Vesna Pusicm, para lhe dizer que Berna não pode assinar "na forma actual" um acordo bilateral que alarga o livre acesso ao mercado de trabalho, de que já beneficiam os cidadãos da União Europeia. O referendo de 9 de Fevereiro cria uma "nova disposição constitucional", disse o porta-voz do Ministério da Justiça suíço.

A proposta de um partido da direita nacionalista dá ao Governo três anos para renegociar a livre circulação e todos os acordos que entrem em contradição com a nova lei.

A iniciativa "contra a imigração em massa" foi aprovada com o apoio de 50,3% dos eleitores suíços, numa votação em que participaram 56,6% – a taxa mais elevada dos últimos nove anos, num país acostumado a ser chamado para se pronunciar através de referendo.

Numa sondagem publicada neste domingo (uma semana depois do referendo) no diário suíço Blick, 74% dos inquiridos disseram que estão contra o fim dos acordos bilaterais com a União Europeia.

Fonte

[[ACTUALIZAÇÃO_18-02-2014 * 18:35]]

http://www.historiamaximus.blogspot.pt/2014/02/o-referendo-suico-contra-imigracao-em.html#sthash.YAPaIc5r.dpuf
O Referendo Suíço Contra a Imigração em Massa e a Cruzada da União Europeia Contra a Soberania das Nações da Europa
http://www.historiamaximus.blogspot.pt/2014/02/o-referendo-suico-contra-imigracao-em.html#sthash.YAPaIc5r.dpuf



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A falsa oposição e o falso nacionalismo

Por Henry Makow

O meu título original era "Confissões dum ingénuo". Desde os 18 aos 40 anos, eu fui um ardente nacionalista Canadiano e membro de vários grupos "nacionalistas", incluindo o "Comité para um Canadá Independente", de Mel Hurtig. No ano de 1968 eu organizei um discurso para Hurting na Universidade de Carleton. Em 1988, quando eu estava rico devido ao jogo "Scruples", contribui com cerca de $20,000 nos esforços que estavam a ser desenvolvidos para levantar oposição ao acordo de comércio livre devido à perda de soberania Canadiana.

O que vou dizer é contra-intuitivo, mas os grupos nacionalistas esquerdistas que apoiei eram uma fachada para a Nova Ordem Mundial (NOM) e os seus líderes eram, na verdade, internacionalistas. Mel Hurtig pertencia à facção Canadiana do "Royal Institute of International Affairs", de Arnold Toynbee. Abe Rotstein, co-presidente de Hurtig, tomou parte na Conferência Bilderberg de 1971.

Outros assim-chamados nacionalistas como Mel Watkins, Eric Kierans e Maud Barlow eram todos esquerdistas. A Esquerda serve de fachada para a Nova Ordem Mundial Comunista, isto é, o governo inchado ao serviço do Grande Capital. As massas são subornadas com "serviços sociais" e enganadas pelo conflito "Esquerda - Direita", mas ambos servem (trabalham) para os grupos com o monopólio financeiro mundial.

O partido socialista Canadiano, os Novos Democratas, é membro da Internacional Socialista, uma construção da Maçonaria Bancária. O seu logotipo é um punho e rosas vermelhas, símbolos Comunistas e Maçónicos.

O "Nacionalismo" no Canadá floresceu no rasto da Conferência Bilderberg de 1968, no Monte Tremblant. Um documento secreto proveniente da conferência esboçava um plano onde os financiadores Canadianos aparentariam serem os donos da área negocial Canadiana quando na verdade ela era controlada pelos bancários internacionais - isto é, os bancários Illuminati. O nacionalismo Canadiano foi outra psy op.

UM JOVEM EM BUSCA DE IDENTIDADE

Eu tinha 18 anos em 1968, e "em busca duma identidade." Eu buscava isso porque Deus e a religião me haviam sido retiradas. Para além disso, eles haviam também esvaziado o sexo (masculinidade) e a família. Ingenuamente, busquei a minha identidade junto da "comunidade". Inicialmente, investiguei Israel mas senti que havia algo de errado com o Sionismo. Depois disso, dediquei-me ao nacionalismo Canadiano, obtendo qualificações em Literatura Canadiana. Mal sabia que eu me estava a unir a uma oposição fictícia.

Depois da eleição de 1988 em torno do livre comércio da América do Norte, eu estive presente numa conferência de grupos nacionalistas esquerdistas em Otawa. Nós havíamos perdido. O propósito era decidir a estratégia para seguir em frente. Durante a conferência observei três coisas que pensei serem anormais:

1) Os amigos organizadores aqui em Winnipeg, que eram na verdade Comunistas que se haviam infiltrado dentro do movimento operário, não queriam que eu fosse. Achei estranho que activistas sinceros não quisessem incluir todo o seu talento (ou mesmo dinheiro) ao qual tivessem acesso.

2) Eu fiquei surpreso pelo comportamento dos professores esquerdistas e dos activistas durante a Conferência. Eles não pareciam zangados nem desapontados pela perda. Era exactamente o oposto. Havia um sentimento palpável de satisfação presunçosa. Eles estavam satisfeitos com a sua "actuação" e estavam contentes por poderem voltar para os seus locais e darem continuidade ao processo de enganarem os estudantes ingénuos. Estas pessoas piedosas ganham mais de $100K "lutando pelos pobres" e "lutando contra o establishment."

Finalmente,

3) Durante o encontro sugeri algumas acções militantes como forma de continuar a batalha contra o livre comércio. A presidente da reunião, Maude Barlow, que ainda é a presidente do "Concílio dos Canadianos", colocou-me de parte verbalmente, prometendo discutir o assunto pessoalmente mais tarde. Ela nunca me procurou. Quando eu entrei em contacto com ela, ela disse que estava demasiado atarefada. Eu havia sido "enganado" por uma profissional.

CONCLUSÃO:

Claramente os liberais e a "esquerda" socialista fazem parte da falsa oposição. Eles não representam as pessoas. Eles são Maçónicos e fazem parte do duplo passo Maçónico que termina no governo mundial controlado pelos banqueiros. O "establishment" é cúmplice na escravização da sociedade.

Semelhantemente, nos EUA e na Europa, todos os partidos políticos são dirigidos pela Maçonaria e governados pelo cartel Rothschild. Eu duvido muito que algum grupo ou individuo ganhe publicidade se não for uma marioneta. A nossa vida política e cultural pode ser comparada ao filme "The Truman Show", onde nós somos a personagem desempenhada por Jim Carey. Tudo é orquestrado e tudo está "sob controle".

Claramente, Ron Paul ajusta-se na perfeição ao papel de falsa oposição. Ele é Maçónico. A sua esposa é Maçónica, Estrela Oriental. As suas filhas são Maçónicas, Raparigas Arco-Iris.


"John Birch Society" faz um trabalho excelente mas aparentemente eles foram fundados pelos Rockefellers que fizeram um acordo muito bom com o fundador pela sua companhia de sumo de uva. 

O propósito da falsa oposição é usar a oposição e desencorajar qualquer movimento político de base genuíno de ser iniciado. A sua missão é combater batalhas triviais e distrair-nos da instalação sorrateira do governo mundial. Lembram-se do ano que os Republicanos passaram a tentar acusar Bill Clinton devido ao que aconteceu com Monica Lewinski? O governo paralisou por completo.

Será que temos verdadeiros líderes? Vocês podem reconhecê-los se eles forem marginalizados e feitos anátemas pelos órgãos de comunicação em massa. Os nossos verdadeiros líderes são as pessoas que eles atacam, arruínam, lançam na prisão ou matam.

Fonte: http://ow.ly/rldlw

* * * * * * *
Quem são os líderes mais criticados pelos média no vosso país? É bem provável que esses estejam genuinamente a trabalhar para o povo e fora do controle da elite financeira mundial.



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