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[[ACTUALIZAÇÃO_18-02-2014 * 18:35]]
O apelo chega depois de vir a público um vídeo onde se vê uma oficial da União Europeia (UE) na posse de panfletos e livretes a admitir que quer atingir os jovens "bem cedo". O propósito do programa é convencer as crianças de que é bom fazer parte da UE antes que elas "formem os seus preconceitos e sejam mal informadas por outras fontes."
O deputado do partido UKIP Paul Nuttall disse:
Isto é o que nós sempre suspeitamos mas nunca tínhamos tido forma de provar. Agora temos.Nuttall disse que já escreveu a Michael Gove (Education Secretary) e a Nick Gibb (Schools Minister) alegando que o programa parece estar em violação da lei que impede a promoção de "opiniões políticas partidárias" nas escolas, e requer uma apresentação balanceada dos assuntos.Eles [União Europeia] estão efectivamente a usar o nosso dinheiro para fazer uma lavagem cerebral aos nossos filhos.
Isto tem que ter um término.
Ele apelou também que a Comissão Europeia ponha um fim ao seu programa escolar enquanto dura o inquérito, e que ordene as escolas que parem de usar tais panfletos e livretes.
O líder do partido UKIP Nigel Farage disse:
É vital que um assunto desta importância, a deliberada indoutrinação política das nossa crianças, seja lidada da forma mais aberta e transparente possível.
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O vídeo em questão:

«Quem não cumprir, tem de ser obrigado a cumprir», afirmou a chefe do governo alemão, sugerindo ainda alterações aos tratados europeus para que os países prevaricadores possam ser processados no tribunal europeu de justiça, se necessário.
O Tratado de Maastricht impõe um limite de três por cento para o défice orçamental e um limite máximo de endividamento de 60 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) aos países da União Europeia.
Portugal por exemplo, teve um défice orçamental de 9,1 por cento em 2010, que tenciona baixar para 5,9 por cento este ano, e traçou a meta de voltar a cumprir o limite de três por cento em 2013.
Merkel disse ainda que a crise das dívidas soberanas «é muito séria», advogando a permanência da Grécia na zona euro, pelo menos enquanto a União Europeia e o FMI, através da chamada ‘troika’, atestarem que Atenas cumpre o programa de ajustamento económico.
A chanceler alemã alertou ainda para os riscos de contágio de outros países em dificuldades, como Portugal e a Irlanda, caso a Grécia entre em incumprimento, apesar de esta solução ser defendida por muitos economistas.
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