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domingo, 17 de agosto de 2014

Guerra fria entre as mulheres

Quão agressivas são as mulheres? Quando há três décadas atrás a antropóloga Sarah B. Hrdy pesquisou a literatura existente, concluiu que "a componente competitiva da natureza da mulher permanece anedótica, sentida de maneira intuitiva, mas ainda não confirmada pela ciência.” A ciência avançou muito desde então, tal como nota a Drª Hrdy na sua introdução para a edição mais recente de "Philosophical Transactions of the Royal Society" inteiramente dedicada ao tópico da agressividade feminina. Ela atribui a "espantosa" quantidade de novas evidências parcialmente às melhores técnicas de pesquisas e parcialmente à entrada de tantas mulheres nos ramos científicos anteriormente dominados pelos homens.

A existência de competição entre s mulheres pode parecer óbvio para qualquer pessoa que já esteve num refeitório duma escola secundária ou num bar de solteiros, mas analisar isso mesmo tem sido difícil visto que essa mesa competição tende a ser subtil e indirecta (e muito menos violenta) que a variedade masculina. Agora que os pesquisadores têm olhado para as coisas de uma maneira mais atenta, eles afirmam que esta "competição intrassexual" é o factor mais importante que explica a pressão que as jovens mulheres sentem para atingir padrões de conduta sexual e de aparência física.

As antigas dúvidas em torno da competitividade feminina derivavam parcialmente da análise das probabilidades reprodutivas das antigas sociedade onde imperava a poliginia, onde alguns homens eram deixados solteiros devido ao factos dos machos dominantes terem múltiplas esposas. Devido a isso, os homens tinham que competir por uma chance de se reproduzirem, enquanto que virtualmente todas mulheres estavam seguras que se reproduziriam.

Mas mesmo nessas sociedades, as mulheres não eram troféus passivos nas mãos dos homens vitoriosos visto que elas tinham os seus próprios incentivos para competirem umas com as outras como forma de obterem os parceiros mais desejáveis e mais recursos para os seus filhos. E hoje que as maior parte das pessoas vive em sociedades monogâmicas, a maior parte das mulheres enfrenta as mesmas probabilidades que os homens. De facto, elas enfrentam probabilidades mais duras em alguns locais, tais como em muitas universidades visto que as mulheres são mais que os homens.

A jovem mulher

Para se ver a forma como as estudantes reagiam à presença duma rival, os pesquisadores trouxeram um par de rivais para o laboratório da McMaster University, para o que era ostensivamente uma discussão em torno da amizade feminina.

Mas a verdadeira experiência começou quando outra jovem mulher entrou na sala, perguntando onde é que ela poderia encontrar um dos pesquisadores.

Esta última mulher havia sido escolhida pelas pesquisadoras - Tracy Vaillancourt e Aanchal Sharma - porque tinha as qualidades físicas consideradas atraentes para os homens, isto é, "relação cintura-quadril baixa, pele clara, e seios enormes." Às vezes ela usou uma t-shirt e jeans, mas noutras ocasiões usou blusa justa e uma saia pequena.

Quando ela usou jeans, a jovem mulher atraiu pouca atenção e nenhum comentário negativo por parte das estudantes, cujas reacções estavam a ser secretamente gravadas durante a presença da jovem assistente e depois dela sair da sala. Mas quando ela usou a pequena saia e a t-shirt justa, virtualmente todas as estudantes reagiram com hostilidade. Elas olharam para ela dos pés à cabeça, reviraram os olhos, e por vezes exibiram sinais de raiva. Uma das estudantes perguntou, descontente, "Mas que [obscenidade] é esta?"

A maior parte da agressividade, no entanto, acontecia depois dela sair da sala. As estudantes riram-se dela e atribuíram-lhe motivos, Uma das estudantes sugeriu que ela estava vestida daquela forma para fazer sexo com o professor. Outra disse que os seios dela "estavam quase a saltar para fora."
Os resultados da experiência mostram evidências de que esta forma de agressão indirecta ao estilo "rapariga má" é mais usada pelas adolescentes e pelas jovens mulheres do que as mulheres com mais idade, visto estas últimas terem menos motivos para colocar em desvantagem as suas adversárias uma vez já casadas Outros estudos demonstraram que quanto mais atraente for a rapariga ou a mulher, mais provável ela é de ser vítima da agressão indirecta de outras mulheres.

A Drª. Vaillancourt, actualmente psicóloga na Universidade de Otawa, afirmou:

As mulheres são de facto muito capazes de comportamento agressivo umas com as outras, especialmente para com as mulheres que elas vêem como rivais. (...) A pesquisa demonstra também que a supressão da sexualidade feminina é feita por outras mulheres, e não necessariamente pelos homens.

A estigmatização da promiscuidade feminina - isto é, o "slut-shamming" - é frequentemente atribuída aos homens, que têm um incentivo natural para desencorajar as esposas de se afastarem, mas este mesmo incentivo natural leva-os também a encorajar as outras mulheres a serem promíscuas. A Drª  Vaillancourt afirmou que as experiências, bem como outras pesquisas, sugerem que o estigma da promiscuidade feminina é imposto sobretudo pelas mulheres:

O sexo é desejado pelos homens. Consequentemente, as mulheres limitam o acesso a ele como forma de manter a vantagem na negociação deste recurso. As mulheres que fazem do sexo algo prontamente disponível colocam em causa a posição de poder de todo o grupo, e é por isso que muitas mulheres não toleram as mulheres que são, ou são vistas, como promíscuas.

A agressão indirecta pode ter consequências psicológicas nas mulheres que são ostracizadas on sentem-se pressionadas para atingir padrões impossíveis - tal como a moda do corpos magros presente em muitos países modernos. Estudos demonstraram que a forma corporal ideal das mulheres é mais magro que a média - e mais magro do que aquele que os homens qualificam de corpo ideal. Esta pressão é tida como consequência dos corpos ultra-magros das modelos que se encontram nas revistas e na televisão, mas Christopher J. Ferguson, psicólogo na "Stetson University", e outros pesquisadores dizem que ess pressão é o resultado da competição entre as mulheres, e não das imagens dos média:

De certo modo, os média reflectem as tendências que estão a decorrer na sociedade, mas não as criam.

O Dr. Ferguson diz ainda que a insatisfação das mulheres em relação aos seus corpos não está relacionada com o que elas vêem na televisão, e nem foram elas influenciadas pelos programas de televisão mostrados nas experiências de laboratório: ver as actrizes esbeltas da série "Scrubs" não induziu maiores sentimentos de inferioridade do que ver a não-tão-esbelta actriz principal da série “Roseanne.”

Mas o Dr. Ferguson apurou que as mulheres eram mais susceptíveis de se sentirem piores quando elas se comparavam com as mulheres do seu círculo social, ou mesmo quando se encontravam na mesma sala com uma mulher desconhecida - tal como a assistente do Dr. Ferguson quando este levou a cabo uma experiência com estudantes universitárias. Quando ela usou maquilhagem e um elegante traje de negócios, as estudantes ficavam menos satisfeitas com os seus próprios corpos do que quando a assistente usava calças alargas e não usava maquilhagem. E estas estudante sentiam-se ainda piores se se encontrasse um homem atraente na sala. O Dr. Fergunson afirma:

A competição sexual entre as mulheres parece aumentar devido a circunstâncias que tendem a ser particularmente comuns ns sociedades afluentes.

Nas povoações tradicionais, as pessoas casam-se cedo e com alguém de perto, mas os homens jovens e as mulheres jovens das sociedades modernas são livres para adiar o casamento à medida que fazem uma busca alongada e extensa por uma melhor opção. A consequência disto é mais competição visto existirem muito mais rivais - e já não há qualquer dúvida científica de que ambos os sexos estão nesta competição para ganhar..


* * * * * * *

Portanto, sempre que as feministas levarem a cabo manifestações contra a "limitação da sexualidade" da mulher, ou outro argumento-palha qualquer, convém ressalvar que a pessoa mais susceptível de querer "limitar" a sexualidade da mulher é outra mulher. Se os homens "limitam" a sexualidade de alguma mulher, é porque essa mulher já é dele - esposa, filha ou outra menina ao seu cuidado.

Por outro lado, as mulheres vêem com bons olhos a limitação da sexualidade feminina porque isso aumenta o seu poder de negociação junto dos homens: os homens querem sexo, e estão dispostos a trocar o fruto do seu trabalho por sexo (junto da mulher que eles olhem como digna disso).

Isto implica que as feministas que promovem a promiscuidade junto das mulheres, estão, na verdade, a fragilizar o seu poder de negociação junto dos homens, visto elas estarem a dar gratuitamente o que eles querem (sem que eles tenham que prescindir de nada seu). Para os homens promíscuos o feminismo é uma dádiva. Para as mulheres, uma tragédia.

O slut-shamming é, portanto, feito pelas mulheres e não pelos homens; se as feministas querem acabar com o slut-shamming, o melhor que têm a fazer é mudar a psicologia da mulher. (Boa sorte).





domingo, 15 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o se  valor alguma - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo




segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A falsa oposição e o falso nacionalismo

Por Henry Makow

O meu título original era "Confissões dum ingénuo". Desde os 18 aos 40 anos, eu fui um ardente nacionalista Canadiano e membro de vários grupos "nacionalistas", incluindo o "Comité para um Canadá Independente", de Mel Hurtig. No ano de 1968 eu organizei um discurso para Hurting na Universidade de Carleton. Em 1988, quando eu estava rico devido ao jogo "Scruples", contribui com cerca de $20,000 nos esforços que estavam a ser desenvolvidos para levantar oposição ao acordo de comércio livre devido à perda de soberania Canadiana.

O que vou dizer é contra-intuitivo, mas os grupos nacionalistas esquerdistas que apoiei eram uma fachada para a Nova Ordem Mundial (NOM) e os seus líderes eram, na verdade, internacionalistas. Mel Hurtig pertencia à facção Canadiana do "Royal Institute of International Affairs", de Arnold Toynbee. Abe Rotstein, co-presidente de Hurtig, tomou parte na Conferência Bilderberg de 1971.

Outros assim-chamados nacionalistas como Mel Watkins, Eric Kierans e Maud Barlow eram todos esquerdistas. A Esquerda serve de fachada para a Nova Ordem Mundial Comunista, isto é, o governo inchado ao serviço do Grande Capital. As massas são subornadas com "serviços sociais" e enganadas pelo conflito "Esquerda - Direita", mas ambos servem (trabalham) para os grupos com o monopólio financeiro mundial.

O partido socialista Canadiano, os Novos Democratas, é membro da Internacional Socialista, uma construção da Maçonaria Bancária. O seu logotipo é um punho e rosas vermelhas, símbolos Comunistas e Maçónicos.

O "Nacionalismo" no Canadá floresceu no rasto da Conferência Bilderberg de 1968, no Monte Tremblant. Um documento secreto proveniente da conferência esboçava um plano onde os financiadores Canadianos aparentariam serem os donos da área negocial Canadiana quando na verdade ela era controlada pelos bancários internacionais - isto é, os bancários Illuminati. O nacionalismo Canadiano foi outra psy op.

UM JOVEM EM BUSCA DE IDENTIDADE

Eu tinha 18 anos em 1968, e "em busca duma identidade." Eu buscava isso porque Deus e a religião me haviam sido retiradas. Para além disso, eles haviam também esvaziado o sexo (masculinidade) e a família. Ingenuamente, busquei a minha identidade junto da "comunidade". Inicialmente, investiguei Israel mas senti que havia algo de errado com o Sionismo. Depois disso, dediquei-me ao nacionalismo Canadiano, obtendo qualificações em Literatura Canadiana. Mal sabia que eu me estava a unir a uma oposição fictícia.

Depois da eleição de 1988 em torno do livre comércio da América do Norte, eu estive presente numa conferência de grupos nacionalistas esquerdistas em Otawa. Nós havíamos perdido. O propósito era decidir a estratégia para seguir em frente. Durante a conferência observei três coisas que pensei serem anormais:

1) Os amigos organizadores aqui em Winnipeg, que eram na verdade Comunistas que se haviam infiltrado dentro do movimento operário, não queriam que eu fosse. Achei estranho que activistas sinceros não quisessem incluir todo o seu talento (ou mesmo dinheiro) ao qual tivessem acesso.

2) Eu fiquei surpreso pelo comportamento dos professores esquerdistas e dos activistas durante a Conferência. Eles não pareciam zangados nem desapontados pela perda. Era exactamente o oposto. Havia um sentimento palpável de satisfação presunçosa. Eles estavam satisfeitos com a sua "actuação" e estavam contentes por poderem voltar para os seus locais e darem continuidade ao processo de enganarem os estudantes ingénuos. Estas pessoas piedosas ganham mais de $100K "lutando pelos pobres" e "lutando contra o establishment."

Finalmente,

3) Durante o encontro sugeri algumas acções militantes como forma de continuar a batalha contra o livre comércio. A presidente da reunião, Maude Barlow, que ainda é a presidente do "Concílio dos Canadianos", colocou-me de parte verbalmente, prometendo discutir o assunto pessoalmente mais tarde. Ela nunca me procurou. Quando eu entrei em contacto com ela, ela disse que estava demasiado atarefada. Eu havia sido "enganado" por uma profissional.

CONCLUSÃO:

Claramente os liberais e a "esquerda" socialista fazem parte da falsa oposição. Eles não representam as pessoas. Eles são Maçónicos e fazem parte do duplo passo Maçónico que termina no governo mundial controlado pelos banqueiros. O "establishment" é cúmplice na escravização da sociedade.

Semelhantemente, nos EUA e na Europa, todos os partidos políticos são dirigidos pela Maçonaria e governados pelo cartel Rothschild. Eu duvido muito que algum grupo ou individuo ganhe publicidade se não for uma marioneta. A nossa vida política e cultural pode ser comparada ao filme "The Truman Show", onde nós somos a personagem desempenhada por Jim Carey. Tudo é orquestrado e tudo está "sob controle".

Claramente, Ron Paul ajusta-se na perfeição ao papel de falsa oposição. Ele é Maçónico. A sua esposa é Maçónica, Estrela Oriental. As suas filhas são Maçónicas, Raparigas Arco-Iris.


"John Birch Society" faz um trabalho excelente mas aparentemente eles foram fundados pelos Rockefellers que fizeram um acordo muito bom com o fundador pela sua companhia de sumo de uva. 

O propósito da falsa oposição é usar a oposição e desencorajar qualquer movimento político de base genuíno de ser iniciado. A sua missão é combater batalhas triviais e distrair-nos da instalação sorrateira do governo mundial. Lembram-se do ano que os Republicanos passaram a tentar acusar Bill Clinton devido ao que aconteceu com Monica Lewinski? O governo paralisou por completo.

Será que temos verdadeiros líderes? Vocês podem reconhecê-los se eles forem marginalizados e feitos anátemas pelos órgãos de comunicação em massa. Os nossos verdadeiros líderes são as pessoas que eles atacam, arruínam, lançam na prisão ou matam.

Fonte: http://ow.ly/rldlw

* * * * * * *
Quem são os líderes mais criticados pelos média no vosso país? É bem provável que esses estejam genuinamente a trabalhar para o povo e fora do controle da elite financeira mundial.



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como o feminismo prejudica as crianças.


Dentro da nossa casa, existem duas palavras começadas com letra "f" que nunca são ditas durante um discurso educado. Das duas, eu tenho maior desdém pela palavra "feminismo". Actualmente, as feministas são como o saltador de obstáculos Olímpico que acaba a corrida em primeiro mas mesmo assim queixa-se da configuração do percurso, dos juízes e dos outros participantes. 

Se ainda não está claro, deixem-me dizer isto às feministas: Vocês venceram. Hoje em dia as mulheres são mais do que os homens nas universidades um pouco por todo o Canadá. Junto daqueles com idades compreendidas entre 25 e 34, e com um curso superior, 59% consegue usar salto alto sem problemas alguns. E 11 instituições por todo o pais podem-se gabar agora de que dois terços dos seus estudantes são mulheres.

O proverbial "tecto de vidro" caiu por completo uma vez que a população feminina tem hoje acesso a qualquer rota profissional, qualquer posição, ou qualquer intervalo salarial. De facto, as mulheres forçaram as coisas de tal modo que hoje em dia as mulheres podem jogar golfe na PGA (embora os homens não possam fazer o mesmo na   LPGA) e mulheres como Lyla Miklos de Hamilton, Ontário, podem até cortar o cabelo no barbearia tradicional.

Depois de conquistarem o mundo académico e o mundo profissional, a população feminina voltou a sua atenção para o hino nacional. Aparentemente, a canção que eu cresci a ouvir orgulhosamente - a música que inevitavelmente agita dentro de nós poderosos sentimentos de nacionalismo, honra e orgulho - está, na verdade, a oprimir-me e a impedir que eu avance na vida.Quem diria?

Mas graças a pessoas como a Margaret Atwood e Kim Campbell (a antiga Primeira Ministra), um grupo de feministas tem esperanças de alterar a ferozmente opressiva letra que se encontra presente no hino "O Canada." Oy vey!

A verdade nua e crua sobre o feminismo é que, embora possa ter sido vendido como algo de bom, esse movimento fracassou junto das mulheres. E fracassou de um modo espectacular. E fracassou junto das crianças também.

As mulheres foram levadas a acreditar de que poderiam perseguir os seus objectivos e os seus sonhos sem levar em consideração aqueles à sua volta. Como resultado. nós  mulheres geramos filhos e filhas mas eles são imediatamente colocados nas creches ou sob os cuidados duma ama-seca ["babá"] de modo a que nós possamos regressar para os nossos empregos e sentirmos algum tipo de realização com isso.

Aparentemente, ser uma mãe e cuidar do próprio filho já não é algo de nobre ou digno de nota. Chefiar um departamento de Recursos Humanos ou vender sistemas de bebidas quentes de copo-único é mais importante do que criar um bom filho. Devido a isso, os recém-nascidos e os mais pequenos são empurrados para instituições onde são amontoadas em salas com crianças que mordem e arranham e batem e gritam. Em vez de passarem os seus anos formativos com uma mãe amorosa e presente, eles são relegados para creches onde a rotatividade das funcionárias é maior do que a mudança das fraldas.

Consequentemente, o teu filho é apresentado à "Susana" - uma desconhecida - mas eventualmente a criança começa a conhecer bem a Susana, porque lhe vê todos os dias, o dia todo. Rapidamente, o teu filho começa a chamar de "mãe" à Susana (algo que nunca é mencionado porque não queremos que as mães que trabalham se sintam culpadas).

A tua criança estabelece uma conexão com a Susana, mas eventualmente a Susana despede-se e vai para outra creche, ou resolve voltar a estudar de modo a aumentar o sempre-crescente rácio homem-mulheres nos centros de ensino. Como consequência, a tua criança tem que passar a conhecer outra desconhecida (com quem eventualmente também irá estabelecer uma ligação e uma conexão).

Uma vez que tu só passas uma ou duas horas da noite com a tua criança, não há muito tempo para ser "tida". De facto, uma vez que deixaste instruções específicas para que não deixassem o teu filho dormir na creche, tu chegas a casa por volta das 18 ou 19, e encontras uma criança totalmente exausta que tu rapidamente podes colocar a dormir. Isto permite que tu tenhas a noite para ti

própria. Mais um momento adulto, depois de um dia inteiro recheado de momentos adultos.

Não importa que estudo atrás de estudo demonstrem que as crianças educadas nas creches têm níveis superiores de cortisol -- hormona que é libertado no corpo em resposta ao stress. Não interessa que este aumento dos níveis de cortisol possam causar uma miríade de problemas de saúde, incluindo a ansiedade, a depressão, problemas digestivos, problemas do coração , problemas de sono, aumento do peso, e uma diminuição da memória e da concentração. Afinal, as necessidades da mãe estão em primeiro lugar.

O facto do instinto da pequena criança ser o de querer permanecer junto da mãe e completamente colocado de lado como forma da mãe se sentir realizada ao obter um ordenado regular. 

Não parece ser importante o facto da pessoa comum poder trabalhar durante 40 anos e como tal, abdicar de 5 anos no grande esquema das coisas não parece ser assim tão importante (embora seja muito importante para a criança).

A conhecida autora de livros infantis Mem Fox tem sido uma oponente vocal ao sistema de creches. Ela acredita que um dia olharemos para os creches como nada mais que  armazéns para crianças." É pura e simplesmente horrível," insiste Fox. 

A dada altura tens te perguntar a ti mesma: "Se eu tenho que trabalhar assim tanto, e se nunca vou ver o meu filho, e se eles terão um stress enorme nas creches, será que vale a pena?"

Ela compara o fenómeno das 40-60 horas de creche como uma forma de abuso de menores. Se calhar aquelas notáveis feministas deveriam mudar o seu foco dos hinos e concentrarem-se no verdadeiro problema das crianças institucionalizadas. Afinal, algumas dessas crianças são raparigas.

* * * * * * *

Uma das formas através da qual nós podemos vêr que o feminismo desconhece a natureza da mulher é precisamente na questão que envolve a escolha feminina de querer ser dona de casa em detrimento duma carreira profissional.

Se a mulher era oprimida por escolher ficar em casa, porque é que um significativo número de mulheres actuais anseia poder ter liberdade económica para ficar em casa a cuidar dos filhos?


Eu simplesmente não quero voltar a trabalhar e deixar a educação da minha linda bebé nas mãos de outra pessoa. Quando os meus outros filhos eram pequenos, eu fiquei em casa e fui fazendo trabalhos que não perturbavam o meu tempo com eles. 

Adorei todos os momentos que passei com eles. Depois da minha filha mais nova ter iniciado a escola, voltei a estudar e no ano de 2007 graduei-me. 
Depois de ter encontrado um emprego a tempo inteiro engravidei outra vez. Pensei sobre isso e determinei-me a regressar a trabalhar. Se as outras mães conseguem, certamente que eu também conseguiria. 
Mas à medida que a minha gravidez se aproxima do fim, cheguei à conclusão que não quero abandonar o bebé
Quero ser aquela que vê o seu primeiro passo, ouve a primeira palavra e a ensina a ter bons modos. Eles crescem tão depressa que o tempo vai-se num abrir e fechar de olhos. Não poderia suportar o pensamento dela estar a chorar no infantário e ninguém lhe prestar atenção por haver outras crianças a necessitar de apoio.
Quem me dera poder ignorar todas estes pensamentos mas não consigo. Adoro ser uma mãe que fica em casa [a cuidar dos filhos].  Porque é que me sinto culpada por querer ficar em casa a cuidar dos meus filhos? Há por aí outras mães que também se sentem assim?.
Resumindo, as mulheres foram enganadas pelo feminismo.

Para além delas mesmas estarem cada vez mais infelizes, os seus filhos estão cada vez mais institucionalizados e controlados pelo Estado (tal como era o plano), e eles vão crescendo como uma massa humana - sem aderência à moral, a Deus ou à pátria - pronta a ser usada para aumentar o poder do mesmo governo que faz os possíveis para o manter longe da mãe e do pai.

É um plano perfeito, mas só funciona enquanto a sociedade permitir.



domingo, 28 de abril de 2013

Mãe canadiana cria pornografia infantil com as suas filhas


Reparem na forma como o texto tenta de alguma forma justificar o comportamento da mulher como consequência de más experiências do seu passado. É absolutamente seguro afirmar que se fosse um pai a fazer uma coisa destas, o mesmo não se verificaria (nem tinha nada que se verificar).


Por Maria Calabrese

Os advogados responsabilizam a baixa auto-estima e o bullying de que ela foi alvo durante a sua infância como causas para o facto desta mãe procurar atenção masculina na internet partilhando fotos das suas jovens filhas. Jean-Gilles Lebel, do Tribunal de Justiça, afirmou.

Qualifico este tipo de conduta de depravada e doentia. Não consigo conceber uma mãe a fazer uma coisa destas.

De modo relutante o juiz aceitou a recomendação da Coroa e do advogado da mãe para que ela passasse dois anos menos um dia na cadeia e 3 anos em liberdade condicional.

No Canadá existem poucos casos criminais de mães a criar e partilhar fotos pornográficas das suas crianças, e o juiz questionou a mensagem que a sentença enviaria para a comunidade.O Tribunal ouviu que a combinação entre o tempo em liberdade condicional e o tempo de prisão manteriam a mãe sob supervisão durante um tempo total de 5 anos, comparados aos 3 anos de prisão numa penitenciária federal.

A mãe, chorando compulsivamente, disse o seguinte quando era levada para custódia policial:

Sei que o que fiz está errado e que não há nada que possa alterar isso. Sei que Deus me perdoou por isto e que o aconteceu faz parte do Seu plano para mim.

No ano de 2010, durante o tempo em que ela se encontrava num relacionamento online com um homem de Smiths Falls (sul de Ottawa), ela distribuiu fotos das suas filhas gémeas. Segundo Paul Larsh (advogado da Coroa), ela foi apanhada a fazer o mesmo com um homem de Toronto há um ano atrás quando a unidade de crimes sexuais de "Toronto Police Service" interceptou uma mensagem instantânea que continha uma linguagem altamente "sexualizada" qualificada como pornografia infantil. Para além dela ter aconselhado o homem em torno de formas de como atrair meninas para a sua casa, e ensiná-las de que o sexo entre adultos e crianças é perfeitamente normal, a mulher ofereceu-se para enviar ao homem de Toronto imagens de pornografia infantil que ela havia feito com as suas filhas de 5 anos,

A "North Bay Police Service" prendeu-a e as entidades de protecção infantil apreenderam as meninas. A mãe de 26 anos está proibida de ter qualquer contacto com as filhas a menos que tenha uma ordem judicial.

[ed: Começam agora as tentativas para justificar este crime horrível]

Segundo o advogado, ela sofre de depressão [ed: irrelevante], ansiedade [irrelevante] e baixa auto-estima [mais irrelevante ainda]; para além disso, ela foi vítima de abuso sexual por parte dum membro familiar e sofreu bullying quando era mais nova.

O tribunal ficou a saber que ela tinha 16 anos quando começou a entrar em salas de conversação online como forma de socializar com homens, e que por essa altura começou a fazer vídeos explícitos dela mesma, partilhando-os posteriormente com os homens. Ela gostava da atenção online que recebia dos homens, mas ficou a saber que eles estavam  interessados nas mulheres como forma de terem acesso às crianças.

[Repararam no golpe? Uma notícia que deveria ser uma crítica a UMA mulher (e não a TODAS as mulheres) foi invertida de tal modo que TODOS os homens passaram a ser suspeitos de apenas e só terem interesse online nas mulheres como forma de terem acesso às crianças. Se esses malvados homens com interesse sexual por crianças não existissem, esta mulher nunca faria o que fez. . . . supostamente. Seria interessante saber como é que esta teoria se mantém em relação aos homens com interesse por mulheres sem filhos.]

O tribunal apurou que ela não disponibilizou imagens das suas filhas para o homem de Toronto porque ela acreditava que as meninas estavam a ficar desconfiadas do porquê ela lhes tirar aquele tipo de fotografias. A mulher declarou-se culpada das acusações em Junho e já disponibilizou amostras de ADN. Uma ordem judicial adicionou o seu nome à lista nacional dos prevaricadores sexuais durante um período de 20 anos.

Para além disso, ela ficou sem o seu Blackberry e um cartão de memória usado durante as ofensas. As identidadas das meninas foram protegidas.

* * * * * * *

Ficamos a saber, portanto, que a depressão, a ansiedade e a baixa auto-estima levam um adulto a partilhar pornografia infantil.

(Este tipo de publicação não é feita com o propósito de demonstrar que as mulheres são mais violentas ou moralmente inferiores que os homens, mas sim para mostrar às femidiotas de que tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de levar a cabo actos nojentos e maldosos para com as crianças.)



domingo, 18 de novembro de 2012

Fascismo feminista no Canadá

No dia 15 de Novembro de 2012 o Dr. Warren Farrell pensou que daria uma pacífica palestra pró-homem na Universidade de Toronto (Canadá). O que ele descobriu foi que o comité de boas vindas feminista não é bem dos mais cordiais e pacíficos do mundo. Como se pode ver pelo vídeo que se segue, só um esquadrão de polícias de choque conseguiu controlá-las.

Enquanto isso, e no bom espírito da "tolerância libertadora" de Herbert Marcuse, as feministas gritavam "Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade! Fora da nossa universidade!" Convém lembrar que quando as feminazis gritam "fim ao discurso de ódio" isso significa "fim à liberdade de expressão de quem não concorda connosco!".

 
E o que é que Dr. Farrell planeava falar? Bem, o seu discurso fazia parte dum evento com o nome  “Men’s Issues Awareness at the University of Toronto (MIAUT)” [Consciencialização dos Assuntos Masculinos na Universidade de Toronto]. Um sumário do "discurso de ódio" proposto:
Através do mundo industrializado, os rapazes estão certa de 1/4 de século atrás das meninas - abandonando a escola, preocupados com os vídeo-jogos, suicidando-se e demonstrando "fracasso na iniciação." 
Porque é que isto acontece e o que é que podemos fazer para resolver esta situação? 
Oh, sintam o "ódio"! Mas os elementos universitários anti-homem não gostaram nada do que estava planeado, e não foram nada tímidos em demonstrá-lo ao mundo! (Não tenho notícias de terem sido usadas lâminas corta-papel).

Eis aqui outro vídeo que não pode deixar de ser visto (inglês) onde se pode ver uma feminista local a ser entrevistada e a falar tal qual uma . . . . . feminista. É impressão minha ou ela está em vias de começar a chorar? Se sim, não seria a primeira vez que um grupo de feministas usa o choro como "argumento".


Finalmente, eis aqui uma tonelada de material do Twitter que te vai manter ocupado durante algum tempo: http://t.oronto.ca/protesting-warren-farrell-at-university-of-toronto/ 

Fonte

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Se mais evidências fossem necessárias para demonstrar a natureza violenta, totalitária, irracional, e misândrica do feminismo, acho que esta notícia é suficiente. Levando em conta que o feminismo é uma ideologia descendente do marxismo, a realização de que este é um movimento totalitário faz tanto sentido como a realização de que o perdão é parte integral do Cristianismo.

Façam esta pergunta a vocês mesmos: se o feminismo apenas e só "luta pela igualdade", porque é que as suas adeptas querem retirar a liberdade de expressão de quem defende os interesses do sexo masculino? Qual é a racionalidade por trás deste acto? Quem luta pela igualdade, vive e age como alguém que luta pela igualdade.

Será que as feministas agem deste modo porque se apercebem que a defesa dos interesses masculinos é uma forma de limitar o poder futuro que elas anseiam ter sobre os mesmos homens? A única forma de explicarmos este comportamento violento por parte das feministas é se assumirmos que as feministas não querem "igualdade" mas sim supremacia.

Analisando o seu comportamento violento sob este prisma, as coisas ficam mais claras: se alguém quer ter supremacia sobre o seu inimigo, ele - ou ela, neste caso - vai fazer todos os possíveis para retirar do seu inimigo aquilo que lhe pode colocar numa posição ameaçadora.

Para as feministas, os movimentos que defendem os direitos dos homens (MRAs = Men's Rights Activists ou MRM = Men's Rights Movement) não podem de maneira nenhuma receber credibilidade pública porque isso seria um travão para as aspirações totalitárias das feminazis. Disto se conclui que o feminismo não é um movimento que busca a igualdade mas sim supremacia. Não é possível qualquer espécie de entendimento entre defensores do totalitarismo feminista e promotores da liberdade de expressão porque uma das partes não aceita que a outra tenha direitos inerentes à sua condição de ser humano. (A liberdade de expressão é um direito humano).

Quando um grupo de feministas acha que há algo de fundamentalmente errado em falar dos problemas que afectam os homens, é seguro afirmar que o senso comum do mundo ocidental está practicamente destruído. Para estas feministas, o importante não é a verdade ou a natureza do que está a ser falado, mas sim se o que vai ser discutido de alguma forma prejudica a sua ideologia. Obviamente que as pessoas podem sempre dizer que falar só de assuntos que afectam os homens é "discriminação" e "preconceito". Mas será isso lógico? Se o evento se centrasse única e exclusivamente nos assuntos que afectam as mulheres (como acontecem pacificamente por todo o mundo ocidental) e um grupo de homens se manifestasse de forma violenta contra o mesmo, haveria alguma dúvida em caracterizar tais manifestantes de totalitários e inimigos da liberdade de expressão?

Se isto é assim para este cenário, então não há qualquer tipo de justificação lógica que justifique a impunidade social de quem age de forma violenta contra quem defende os direitos do sexo masculino. Tal como já falamos num post anterior, podemos esperar mais tipos de acções deste baixo nível por parte das feministas, e principalmente, a ausência de condenação firme por parte das líderes feministas. Essas, como se sabe, estão mais interessadas em promover a matança de bebés inocentes do que a controlar a violência dentro do seu movimento. (Será porque elas sabem que controlar a violência das feministas jogaria contra elas?)

Como diz o autor do texto de cima, se por acaso alguém for realizar eventos que se foquem em problemas que afectam exclusivamente os homens, tenham cuidado de tomar as precauções necessárias para garantir a vossa integridade física. Estejam também prontos para recolher todo o tipo de evidências (com máquinas de filmar, fotografias e testemunhas credíveis).

Outra coisa que pode ser feita para desmascarar as feminazis é forçá-las a condenar veementemente   actos como este. Se elas não condenarem, então ficamos com uma arma poderosa para usar contra elas. Ah, e Warren Farrell conseguiu, por fim, fazer a sua palestra. Pena é que a violência feminista a tenha atrasado em cerca de uma hora.


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Mulher-polícia canadiana

Pessoas incapazes entram para as forças policias e quem perde com isso é o resto da sociedade.

Mas talvez as alternativas não sejam muito boas...


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ataque à identidade sexual leva ao suicídio

Esta é a história trágica de um menino que, depois de ter perdido o pénis numa circuncisão mal realizada, cresceu como rapariga para que um médico pudesse provar a sua teoria: a de que a socialização é mais importante que a biologia.

O menino nasceu como Bruce, tornou-se Brenda aos 17 meses, escolheu ser David aos nove anos. Suicidou-se aos 38.

O drama de um menino canadiano criado como rapariga após perder o pénis num acidente durante uma cirurgia nos anos 1960 é o tema do documentário que a estação britânica BBC irá transmitir esta semana.

Os irmãos gémeos Bruce e Brian Reimer nasceram perfeitos, mas aos sete meses a dificuldade que ambos mostravam em urinar fez com que os seus pais os levassem ao hospital. Sob orientação médica, foi decidido que os meninos deveriam ser circuncidados, o que aconteceria no próprio dia. Mas na manhã seguinte, os pais receberam um telefonema devastador: tinha havido um acidente durante a cirurgia de Bruce.

Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi, o equipamento eléctrico apresentou problemas e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pénis do menino. Os pais cancelaram imediatamente a operação do irmão gémeo Brian e levaram as duas crianças para casa.

Alguns meses depois, e sem soluções para o problema, o casal Reimer conheceu um médico que haveria de mudar a vida desta família para sempre.

John Money era um psicólogo especializado na mudança de sexo. Acreditava que não era a biologia que determina se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

Estávamos a ver televisão”, recorda Janet, a mãe. “O doutor Money estava lá, muito carismático, parecia muito inteligente e muito confiante no que dizia.” Janet escreveu-lhe uma carta a dar conta do caso do seu filho e poucas semanas depois levaria Bruce ao seu consultório em Baltimore, nos Estados Unidos.

Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança que ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que, ainda por cima, trazia um bónus: um irmão gémeo, que facilitaria a comparação directa. Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode sobrepor-se à biologia. E Money acreditava genuinamente que Bruce seria mais feliz como mulher do que como homem sem pénis.

Foi assim que, aos 17 meses, Bruce transformou-se em Brenda. Quatro meses depois, a 3 de Julho de 1967, foi dado o primeiro passo cirúrgico para a mudança de sexo: a castração.

Voltar a ser rapaz aos nove anos

Concluído o processo, o psicólogo avisou que se os pais quisessem garantir o sucesso da mudança de sexo, nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gémeo que ele havia nascido como menino.

Desde então, aquele casal passou a ter uma filha e todos os anos visitava o Dr. Money para que este acompanhasse o desenvolvimento dos gémeos, o que haveria de ficar conhecido como o “caso John/Joan”. A identidade de Brenda foi mantida em segredo.

A mãe afirmou que a sua filha Brenda é muito mais arrumada do que o irmão Brian e que, ao contrário dele, não gosta de ficar suja”, registou Money numa das primeiras consultas.Apesar disso, o médico também observou: “A menina tem muitos traços masculinos, uma energia física abundante, um alto nível de actividade, teimosia e é frequentemente a figura dominante no seu grupo de meninas.

Em 1975, tinham as crianças nove anos quando Money publicou um artigo sobre este caso. A experiência, assegurava, foi um sucesso. “Ninguém sabe que aquela criança é a mesma cujo acidente durante a circuncisão foi alvo de noticiários”, escreveu.

O comportamento dela é tão normal como o de uma rapariga activa e, por comparação, tão completamente diferente do comportamento do irmão gémeo, que não há margem para qualquer outro tipo de conjecturas”, escreveu.

Impulsos suicidas aos 13 anos

Em plena puberdade, quando Brenda atingiu os 13 anos, começou a sentir impulsos suicidas. “Eu via que a Brenda não era feliz como menina”, lembra ainda a mãe.

Era muito rebelde, muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada do que era normal as meninas fazerem. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, chamavam-lhe mulher das cavernas. Era uma muito solitária.

Confrontados com a tristeza de Brenda, os pais tomaram nova decisão: parar com as consultas de Money e fazer o que o médico havia pedido para não fazerem: contar a verdade. Que Brenda tinha afinal nascido como menino.

Semanas depois, a menina escolheu voltar a ser rapaz e transformou-se em David. Fez uma cirurgia de reconstrução do pénis e até casou. Não podia ser pai, mas adorou ser padastro dos três filhos da sua mulher.

Parecia ter ficado tudo bem. Mas o que David não sabia, era que o seu caso tinha sido imortalizado como “John/Joan” em artigos médicos e académicos a respeito de mudança de sexo e que o “sucesso” da teoria de Money estava a afectar outros pacientes com problemas semelhantes ao seu.

Ele não tinha como saber que o seu caso tinha ido parar a uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que servia de base para o processo de tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pénis”, afirmou John Colapinto, jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David. “Ele mal conseguia acreditar que o seu caso estava a ser divulgado como caso bem-sucedido e que estava afectar outras pessoas como ele.

Depressão aos 30 anos

Quando fez 30 anos, David mergulhou numa depressão. Perdeu o emprego e divorciou-se.

Na Primavera de 2002, o seu irmão Brian morreu com uma overdose de drogas.

Dois anos depois, a 4 de Maio de 2004, tinha David 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, voltaram a receber uma notícia devastadora: à entrada de casa, a polícia informou-os de que o seu filho tinha cometido suicídio.

Eles pediram que nos sentássemos, disseram que tinham más notícias. David estava morto. Eu apenas chorei”, conta Janet.

Casos na sequência de um acidente como o “John/Joan” são muito raros. Mas ainda não há certezas, teorias inabaláveis sobre sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofrer do que actualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.

Agora temos equipas multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país. A decisão será tomada por uma ampla série de profissionais”, explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.

Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão”, acrescentou. Carmichael afirma que, de acordo com a sua experiência, essas decisões têm sido mais bem-sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.

Fico constantemente surpreendida como, devidamente apoiadas, essas crianças são capazes de enfrentar e lidar com o problema”, disse.

Fonte

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Sempre bom levar em conta a tragédia do Bruce Reimer quando alguém alegar que a identidade sexual é uma "construção" e não algo predeterminado geneticamente.


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